Peeza

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Peeza

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Piretrinas
Forma Farmacêutica Solução tópica, Champô, Loção ou Creme
Classe Farmacológica Pediculicida, Ectoparasiticida
Uso Comum Eliminação de infestações parasitárias externas
Origem Natural (derivado das flores de Crisântemo)

Que tipo de medicamento é o Peeza e qual a sua finalidade?

O Peeza é uma preparação medicinal reconhecida comercialmente como um ectoparasiticida tópico, destinada à aplicação externa direta na área infestada. É classificado na classe farmacológica dos pediculicidas, o que indica o seu papel principal no combate a organismos parasitários comuns, como os piolhos humanos. Esta classe de medicamentos está, geralmente, disponível como um medicamento não sujeito a receita médica, uma característica fundamentada por décadas de utilização clínica.

O propósito geral deste medicamento é eliminar populações parasitárias externas, ajudando a interromper o ciclo de desconforto e de contágio. As piretrinas estão tipicamente disponíveis em diversas formas farmacêuticas, incluindo solução ou champô, o que permite diferentes métodos de aplicação, sendo destinadas estritamente à via de administração tópica.

O Peeza é composto por ingredientes naturais ou sintéticos?

O componente principal do Peeza são as piretrinas, que possuem uma origem natural, uma vez que são extraídas das flores da planta Chrysanthemum cinerariifolium. Esta origem natural é uma característica distintiva do composto, reconhecida em estudos farmacológicos.

Devido ao mecanismo do ingrediente, o produto final é formulado como um produto de combinação necessário, que requer a inclusão essencial de um sinergista, como o butóxido de piperonilo. Este sinergista é clinicamente reconhecido por potenciar a ação rápida das piretrinas, ajudando a superar os mecanismos de resistência natural dos parasitas. Esta abordagem de combinação específica é um fator diferenciador em relação a outros pediculicidas de agente único, garantindo a erradicação rápida e abrangente da população parasitária através de uma mistura de componentes naturais e sintetizados num veículo emulsionado ou base especializada.

Quais efeitos secundários são possíveis com Peeza?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Peeza baseia-se em dados de ensaios clínicos e em relatórios posteriores de vigilância pós-comercialização. As reações adversas são classificadas tanto pela sua frequência como pela classe de sistemas e órgãos afetada, seguindo normas internacionais estabelecidas.

Resumo das Reações Adversas

Classificação Exemplos de Eventos (Categorias Gerais)
Muito Frequentes (≥ 1/10) Os eventos comunicados com maior frequência envolvem geralmente respostas sistémicas gerais e reações locais, tais como distúrbios gastrointestinais ligeiros (ex: náuseas, diarreia) e cefaleias.
Frequentes (1/100 a < 1/10) Incluem eventos que afetam o sistema nervoso (ex: tonturas, sonolência) e o sistema musculoesquelético (ex: artralgia ligeira).
Pouco Frequentes (1/1.000 a < 1/100) Podem incluir reações cutâneas específicas (ex: urticária) ou alterações em determinados parâmetros laboratoriais (ex: elevação das enzimas hepáticas).

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

As reações adversas mais graves identificadas incluem a hepatotoxicidade (danos no fígado) e reações de hipersensibilidade grave. É necessária a monitorização dos testes de função hepática e dos níveis de ácido úrico sérico no início e periodicamente durante a terapia, uma vez que a hepatotoxicidade e a hiperuricemia (que pode levar à gota) são resultados adversos conhecidos e potencialmente relacionados com a dose. A artrite gotosa aguda requer a interrupção do medicamento.

Reações alérgicas graves imediatas, como a anafilaxia, são consideradas raras, mas constituem risco de vida e exigem a cessação imediata da utilização. O medicamento está contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer um dos seus componentes.

Considerações de Segurança Específicas para a População

O fármaco é acompanhado por avisos para a utilização em doentes com doença hepática pré-existente ou naqueles com risco acrescido de hepatite medicamentosa. O efeito inibitório na excreção renal de uratos necessita de uma monitorização rigorosa da hiperuricemia em todos os doentes, particularmente para prevenir o aparecimento de gota aguda. As informações sobre gravidez e aleitamento são geridas de modo a mitigar potenciais riscos de exposição para o feto ou para o lactente.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Domínio Informação Regulatória sobre Sobredosagem
Manifestações Documentadas Os sintomas de toxicidade sistémica, que ocorrem principalmente após a ingestão, incluem efeitos gastrointestinais (náuseas, vómitos, dor abdominal) e efeitos no sistema nervoso central (cefaleias, tonturas, convulsões, comprometimento da consciência ou coma). A exposição localizada pode resultar em parestesias ou lesão da córnea.
Necessidade de Ajuda Urgente Deve procurar-se assistência médica imediata em qualquer caso de ingestão do produto ou se forem observados sinais sistémicos graves — tais como convulsões, insuficiência respiratória ou sinais de alteração do estado mental.
Notas de Gestão Clínica Não se conhece um antídoto específico; o tratamento é sintomático e de suporte. As diretrizes regulatórias desaconselham a indução do vómito devido ao elevado risco de pneumonia por aspiração associado aos solventes presentes na formulação.

Gravidade e Considerações Específicas

A classificação oficial de sobredosagem inclui desfechos graves e com risco de vida, nomeadamente a paragem respiratória e o edema pulmonar não cardiogénico, que estão tipicamente associados a uma ingestão substancial. Indivíduos com antecedentes de asma ou alergias estão documentados como sendo particularmente suscetíveis a reações de hipersensibilidade graves, incluindo asma fatal ou anafilaxia, após a exposição. A gestão pode incluir monitorização hospitalar e medidas de suporte específicas, como medicação intravenosa para o controlo de convulsões.

Ligação ao Perfil Geral de Sobredosagem

Os documentos regulatórios definem o perfil de sobredosagem das piretrinas através da classificação das manifestações clínicas de envenenamento sistémico e do detalhe dos desfechos graves associados, como a paragem respiratória e o coma. Este enquadramento estabelece que o contacto com os serviços de emergência é a primeira ação obrigatória após a ingestão, definindo ainda as limitações para o tratamento subsequente, que se restringe aos cuidados de suporte e ao controlo dos sintomas.

Usos terapêuticos de Peeza

O que o Peeza trata: principais utilizações e benefícios

Este medicamento é habitualmente utilizado para tratar a condição parasitária externa conhecida como pediculose, que envolve infestações ativas de piolhos humanos. É aplicado em domínios terapêuticos onde é necessário um apoio sintomático adicional para condições que apresentam episódios agudos ou disruptivos. As piretrinas atuam como um pediculicida relevante em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis associados a piolhos da cabeça, piolhos do corpo e piolhos púbicos (chatos).

O benefício central consiste no auxílio no controlo da carga parasitária global, sendo utilizado para gerir tanto os organismos adultos como as suas lêndeas (ovos). Ao alcançar a eliminação dos parasitas ativos, este tratamento revela-se relevante para o alívio de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, tais como o prurido persistente e o desconforto cutâneo geral. Esta abordagem de suporte auxilia na resolução destes sintomas perturbadores que derivam da presença dos organismos. O medicamento favorece o bem-estar geral durante as fases sintomáticas e é pertinente em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada.

“Esta abordagem de suporte ajuda os doentes a lidar de forma mais estável com os episódios difíceis e o desconforto causados pela atividade parasitária externa.”

Facto Rápido: Alívio da Infestação Parasitária
Condições de utilização: Pediculose (infestações por piolhos)
Foco nos Sintomas: Alívio do desconforto causado pelo prurido e irritação cutânea
Principal Benefício Terapêutico: Apoio na gestão da carga parasitária

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Peeza

A elegibilidade populacional oficial para o Peeza, que contém Piretrinas e Butóxido de piperonilo, é rigorosamente definida pelas entidades reguladoras com base na idade, alergias pré-existentes e condições clínicas específicas.

Classificação Regra
Populações Contraindicadas Indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente ou com alergia à ambrosia ou a plantas da família das Chrysanthemum.
Requisito de Idade Mínima Aprovado para utilização em adultos e crianças com idade igual ou superior a 2 anos.
Utilização Não Recomendada Crianças com menos de 2 anos de idade; a segurança e a eficácia não estão estabelecidas neste grupo etário.
Gravidez e Aleitamento Permitido durante a gravidez e o aleitamento (frequentemente citado como um tratamento tópico preferencial).
Restrição por Condição Local A aplicação não é recomendada em pele com inflamação grave, pele em carne viva ou com secreções (exsudativa).
Função de Órgãos Não existem contraindicações explícitas documentadas na rotulagem regulamentar central relativas a insuficiência hepática ou renal.

Resumo Regulamentar

A elegibilidade para o uso deste produto é limitada principalmente por uma contraindicação para quem possui alergias conhecidas aos seus ingredientes ou à família de plantas Chrysanthemum. O produto é classificado como não recomendado para bebés com menos de dois anos, uma vez que a sua eficácia não foi comprovada nessa faixa etária. Fora estas restrições, a utilização é permitida para os grupos elegíveis, incluindo idosos, bem como durante os períodos de gravidez e aleitamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As avaliações regulatórias do Peeza (Piretrinas e Butóxido de piperonilo para uso tópico) estabelecem um perfil de interações extremamente limitado. Isto deve-se principalmente à via de administração tópica do medicamento, que resulta numa absorção sistémica mínima dos componentes ativos, tal como referido na informação oficial de prescrição.

Âmbito das Interações

Categoria Conclusão Regulatória Oficial
Medicamentos Específicos Nenhum explicitamente listado na documentação oficial devido a riscos de interação sistémica.
Base Mecanística Não estão documentados mecanismos de interação metabólica humana (CYP), de transportadores ou farmacodinâmicos.
Regras de Intervalo Temporal Nenhuma documentada que exija o intervalo entre a administração deste e de outros medicamentos.
Restrições Relacionadas com Interações Não existem restrições formais contra a coadministração com outros medicamentos baseadas em preocupações de interação sistémica.

Estrutura das Interações Resultante

Os documentos indicam consistentemente que não são esperadas interações com outros produtos medicinais. A reduzida exposição sistémica significa que a documentação oficial não inclui contraindicações específicas com outros fármacos, nem regras obrigatórias de intervalo de tempo baseadas em preocupações de interação sistémica. Além disso, a documentação oficial do produto não detalha explicitamente interações com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Mecanismo de ação

A ação das piretrinas baseia-se fundamentalmente num mecanismo neurotóxico que atua sobre o sistema central de sinalização elétrica do parasita. Este processo é reforçado por um componente secundário que potencia a ação neurotóxica global.


Sobrecarga dos Sinais Nervosos do Parasita

O mecanismo principal das piretrinas envolve a ligação direta da molécula aos canais de sódio dependentes da voltagem (canais Na^+) nas células nervosas do parasita. Esta ligação impede que os canais se fechem normalmente, resultando num fluxo contínuo e excessivo de iões Na^+, o que conduz a uma hiperexcitação nervosa e a uma despolarização irreversível. Esta cascata molecular culmina rapidamente na paralisia das funções motoras e respiratórias do parasita.


Bloqueio da Desintoxicação e Potenciação da Neurotoxicidade

O segundo ingrediente ativo, o butóxido de piperonilo (PBO), atua como um sinergista, interferindo no sistema de defesa interno do parasita. O PBO inibe as oxidases de função mista (MFOs), que são as enzimas que o parasita utiliza para metabolizar e desintoxicar as piretrinas. Ao bloquear esta via de desintoxicação, o PBO garante que uma concentração mais elevada de piretrinas ativas permaneça nos canais nervosos por um período mais longo, aumentando o efeito neurotóxico e influenciando a taxa de neurotoxicidade.


Seletividade e Limitações do Mecanismo

Este mecanismo neurotóxico demonstra seletividade mecanística para os artrópodes, minimizando a ação em seres humanos devido a diferenças na sensibilidade dos canais, aos efeitos da temperatura corporal humana sobre as piretrinas e à rápida desativação metabólica nos mamíferos. Uma limitação conhecida é o facto de o mecanismo exibir uma ação reduzida contra a fase ovicida (ovo), o que significa que não penetra totalmente nem interrompe a fase fisiologicamente protegida dos ovos dos piolhos (lêndeas).

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes de Administração do Peeza

O Peeza destina-se à administração por via oral e deve ser tomado duas vezes ao dia (a cada 12 horas) com alimentos que contenham gordura (por exemplo, ovos, abacates, queijo ou produtos lácteos integrais). Os comprimidos devem ser engolidos inteiros; não devem ser mastigados, partidos ou dissolvidos. A dose e a forma farmacêutica são específicas para a idade e o peso do doente.


Posologia e Administração Oficial

Grupo Etário Forma Farmacêutica Dose Recomendada (A cada 12 horas)
≥ 12 Anos Comprimidos Dois comprimidos (ex: lumacaftor 200 mg/ivacaftor 125 mg)
6–11 Anos Comprimidos Dois comprimidos (ex: lumacaftor 100 mg/ivacaftor 125 mg)
1–5 Anos (Baseado no peso) Grânulos Orais Uma saqueta, de acordo com o peso

Preparação e Procedimentos

No caso dos grânulos orais (idades entre 1 e 5 anos), o conteúdo total de uma saqueta deve ser misturado com uma colher de chá (5 mL) de um alimento mole ou líquido, que deve estar à temperatura ambiente ou abaixo desta. A mistura deve ser administrada e totalmente consumida no prazo de 1 hora após a preparação.

Esquecimento de Doses e Populações Especiais

Se uma dose for esquecida e o doente se lembrar num período de 6 horas após o horário previsto, a dose deve ser tomada imediatamente com alimentos que contenham gordura. Caso tenham passado mais de 6 horas, a dose esquecida deve ser ignorada e a próxima dose programada deve ser tomada no horário habitual; não deve ser tomada uma dose dupla.

São obrigatórias reduções de dose para doentes com insuficiência hepática moderada ou grave (Classe B ou C de Child-Pugh). Não é necessário ajuste posológico para doentes com insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Peeza

Base de Evidência para Infestações por Piolhos da Cabeça (Pediculosis Capitis)

A investigação científica tem utilizado principalmente ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) de curta duração e meta-análises abrangentes para examinar a utilização da solução tópica em infestações ativas de piolhos da cabeça e das suas lêndeas. Estes estudos incluíram maioritariamente populações de crianças e adolescentes, bem como adultos, com infestações ativas. Os principais desfechos monitorizados foram a percentagem de participantes considerados livres de piolhos (desfecho de erradicação) e a avaliação da evolução de sintomas, como o prurido (comichão) e a irritação cutânea, ao longo de um período definido.

Os ensaios e revisões reportaram medições de taxas de erradicação de piolhos a curto prazo num período de acompanhamento inicial de 7 a 14 dias. A investigação destaca que os resultados medidos durante este intervalo podem variar consoante a formulação específica estudada e a área geográfica do ensaio. A literatura descreve o protocolo típico utilizado nos ensaios, que envolve duas aplicações — geralmente com um intervalo de 7 a 10 dias — sendo este um protocolo desenhado para abordar o ciclo de vida do piolho observado nos estudos.

Base de Evidência para Infestações por Piolhos do Corpo e Púbicos

A base de evidência para o tratamento de piolhos do corpo e piolhos púbicos assenta numa estrutura que inclui ensaios controlados mais antigos, estudos observacionais e experiência clínica documentada, em vez de um grande volume de ensaios clínicos aleatorizados recentes e de elevado poder estatístico. A investigação para estas indicações examinou principalmente populações de adultos e adolescentes com estes tipos específicos de infestações parasitárias. Os desfechos monitorizados nestes estudos envolveram a medição do estado livre de parasitas nas áreas afetadas. Os relatórios dos estudos documentaram que a medição dos desfechos de eliminação estava relacionada com o rigor da aplicação.

Duração da Evidência e Monitorização de Acompanhamento

A investigação sobre o Peeza envolve principalmente estudos com durações de acompanhamento limitadas. Os períodos típicos de observação nos principais ensaios clínicos variam entre 7 a 14 dias, sendo este o intervalo definido para avaliar o resultado imediato e a medição do estado parasitário após o protocolo de aplicação em duas etapas. Uma vez que os estudos se focam nestas alterações episódicas de curto prazo, existe informação limitada sobre resultados a longo prazo ou dados que monitorizem a persistência da eliminação ou as taxas de recorrência ao longo de vários meses.

Resultados Inconsistentes e Lacunas na Evidência

Um resultado relevante em múltiplos estudos é a variabilidade nos desfechos de erradicação, que tem sido associada à prevalência global de estirpes de piolhos resistentes aos piretróides. Isto significa que os resultados foram mistos em diferentes regiões geográficas, conforme documentado pela investigação. A literatura descreve ainda que a certeza permanece baixa em relação aos resultados quando o tratamento não é aplicado de acordo com o protocolo obrigatório de duas etapas, indicando uma lacuna relacionada com o impacto da variação no cumprimento da aplicação em contextos fora de ensaios clínicos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Peeza (FAQ)


P: Com que rapidez é que o Peeza começa normalmente a atuar?

As instruções oficiais do produto indicam o tempo de contacto necessário para que o medicamento atue sobre a infestação. As orientações regulamentares especificam que a solução tópica deve permanecer em contacto com a área afetada durante um período específico antes do enxaguamento, o qual é frequentemente citado como sendo de 10 minutos.


P: Existem sinais comuns de que o Peeza está a começar a fazer efeito?

A informação oficial descreve o mecanismo de ação do medicamento como a estimulação do sistema nervoso do organismo alvo, o que leva à sua paralisia e morte. O objetivo do tratamento é a erradicação, e o protocolo oficial envolve a utilização de um pente de dentes finos após o tratamento e o enxaguamento, de forma a remover os piolhos mortos e as lêndeas (ovos).


P: Durante quanto tempo é que o Peeza permanece no organismo após a última dose?

Os dados regulatórios confirmam que a absorção sistémica dos ingredientes através da pele é mínima. Devido a esta baixa absorção, o tempo necessário para que a combinação de ingredientes seja totalmente eliminada do corpo, conhecido como semivida de eliminação terminal, é desconhecido ou não se encontra reportado nos documentos oficiais.


P: Porque é importante informar o médico sobre todos os medicamentos atuais antes de iniciar o Peeza?

Os avisos regulatórios oficiais sublinham a importância de discutir alergias conhecidas ou condições pré-existentes antes da utilização. Isto é particularmente relevante se o doente tiver alergias conhecidas, especialmente hipersensibilidade à ambrosia ou a plantas da família das Compostas (como os crisântemos), ou se tiver uma condição pré-existente como asma.


P: É normal ter [sintoma ligeiro e não específico] ao utilizar o Peeza?

A informação oficial do produto lista várias reações cutâneas como eventos comuns. Estas reações frequentemente reportadas incluem irritação cutânea ligeira, vermelhidão leve, sensação de queimadura ou picada, prurido (comichão) ou secura no local da aplicação.


P: O Peeza é o mesmo tipo de medicamento que [nome de medicamento conhecido semelhante]?

De acordo com fontes regulatórias oficiais, este medicamento é classificado como um Pediculicida. Trata-se de um produto de combinação fixa que contém dois componentes ativos: as Piretrinas, que atuam como inseticida, e o Butóxido de Piperonilo, que atua como um sinergista para potenciar o efeito do inseticida.


P: Os efeitos secundários do Peeza costumam desaparecer com o tempo?

Os avisos oficiais do produto focam-se no reporte de eventos adversos. Se quaisquer sintomas, tais como irritação cutânea grave, vermelhidão persistente ou dificuldade respiratória, persistirem ou se desenvolverem, os documentos regulatórios oficiais indicam que tais sintomas podem exigir a consulta de um profissional de saúde.


P: Como é que o Peeza é descrito nos documentos regulatórios oficiais?

Os documentos oficiais descrevem este produto como uma preparação de combinação fixa de Venda Livre (Medicamento Não Sujeito a Receita Médica). O seu propósito é o tratamento tópico de infestações por piolhos da cabeça, do corpo e púbicos, uma condição medicamente conhecida como pediculose.


P: Qual é a classificação geral de segurança do Peeza?

Este medicamento está disponível como um produto de venda livre. Além disso, devido à absorção sistémica mínima dos princípios ativos, os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) consideram-no uma escolha aceitável para utilização em doentes grávidas ou em período de aleitamento.


P: Existe uma versão genérica do Peeza disponível?

Sim. De acordo com as referências regulamentares, esta formulação está disponível sob o seu nome genérico, que é a combinação de piretrinas/butóxido de piperonilo. É também comercializado sob várias marcas comerciais.


P: O Peeza afeta a pressão arterial?

A informação oficial não lista alterações na pressão arterial como um efeito secundário comum do uso tópico. No entanto, no caso raro de ingestão acidental ou exposição sistémica extrema que leve a intoxicação, a monitorização dos sinais vitais, incluindo a pressão arterial, é referida como parte do protocolo de tratamento de emergência necessário.


P: Há algum problema em interromper subitamente a utilização de Peeza?

A documentação oficial descreve este medicamento como um tratamento agudo de curta duração, que segue um protocolo específico de aplicação única. Por conseguinte, a questão da interrupção súbita não é geralmente aplicável da mesma forma que a interrupção de um tratamento destinado a uso crónico.


P: O que acontece se alguém tomar acidentalmente demasiado Peeza?

A ingestão acidental ou o uso tópico excessivo podem ser prejudiciais. Fontes regulatórias oficiais afirmam que os sintomas potenciais incluem dificuldade em respirar, pieira, náuseas ou vómitos. As diretrizes oficiais estabelecem que tal evento requer o contacto imediato com um centro de informação antivenenos ou serviços médicos de emergência.


P: A hora do dia a que utilizo o Peeza é importante?

As instruções oficiais do produto não especificam uma hora do dia obrigatória, como de manhã ou à noite, para a aplicação do medicamento. No entanto, as instruções são muito específicas quanto ao tempo de contacto necessário com a área afetada antes do enxaguamento, que é tipicamente citado como sendo de 10 minutos.


P: Quais são os riscos potenciais de interromper o Peeza sem consultar um profissional de saúde?

As instruções descrevem um protocolo que inclui a necessidade de repetir o tratamento vários dias após a aplicação inicial. Este segundo tratamento é essencial para eliminar quaisquer piolhos recém nascidos, e a sua omissão pode resultar num tratamento incompleto da infestação.

Como Peeza deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar as Piretrinas (Peeza)


Requisitos de Armazenamento

O produto à base de Piretrinas deve ser mantido a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 15°C e os 30°C (59°F e 86°F). A informação constante do rótulo exige a proteção contra o congelamento e o calor excessivo para manter a estabilidade da solução tópica. Para garantir a integridade do recipiente, o produto deve ser mantido na sua embalagem original e a tampa deve permanecer bem fechada quando não estiver a ser utilizado. Tal como todos os medicamentos, deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças para evitar a exposição acidental.

Instruções de Eliminação

O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através de um programa de recolha de medicamentos, caso esteja disponível. Se não estiver, as orientações oficiais recomendam misturar a solução com uma substância indesejável, colocar a mistura num recipiente selado e eliminá-la no lixo doméstico. Está explicitamente definido que o produto não deve ser deitado na sanita nem vertido num ralo ou esgoto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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