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Parasidose

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Parasidose

Que tipo de medicamento é o Parasidose e qual a sua composição?

O Parasidose é classificado como um ectoparasiticide de aplicação tópica que contém a fenotrina como único princípio ativo. Este produto é utilizado com o objetivo geral de eliminar parasitas, como os piolhos, que infestam o cabelo e o couro cabeludo. A fenotrina pertence à classe farmacológica dos inseticidas piretróides, uma categoria reconhecida clinicamente pela sua eficácia direcionada contra artrópodes.

O composto em si é um derivado sintético, criado para mimetizar as propriedades de eliminação de insetos das piretrinas naturais. O Parasidose diferencia-se pela sua apresentação como um medicamento não sujeito a receita médica, frequentemente comercializado num conjunto ou kit completo concebido para uso familiar ou doméstico. O produto final está disponível como uma preparação tópica, incluindo loção, champô ou spray, utilizando um veículo ou solução inerte, de base oleosa ou aquosa, para garantir que a fenotrina é aplicada de forma eficaz em uso externo.

Qual é a ação principal e o objetivo geral da fenotrina?

O objetivo terapêutico global do Parasidose é alcançar o controlo e a eliminação eficaz da pediculose (infestação por piolhos), que habitualmente se manifesta através de irritação ligeira ou prurido. A fenotrina atua como uma neurotoxina de elevado nível que visa especificamente o sistema nervoso do parasita, interrompendo a transmissão dos sinais nervosos. Esta interrupção direcionada conduz à paralisia rápida e à subsequente morte dos organismos.

Estudos na área da parasitologia indicam que os piretróides demonstram uma ação ovicida fiável, além de eliminarem os piolhos ativos. Isto significa que o medicamento foi concebido para interromper o ciclo de vida parasitário, visando tanto o organismo como os seus ovos (lêndeas). Esta ação combinada, pediculicida e ovicida, é fundamental para a resolução da condição e para evitar a recorrência imediata, sendo uma consideração central para produtos destinados ao mercado de consumo geral.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Parasidose?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança deste ectoparasiticida tópico, que contém o piretróide Fenotrina, baseia-se estritamente nas classificações regulamentares oficiais de reações adversas, que afetam principalmente a pele. Os efeitos são categorizados por frequência, conforme documentado em fontes regulamentares governamentais.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas associadas à substância ativa são tipicamente locais e temporárias, focando-se na classe de sistemas de órgãos de Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos.

Classificação Reações Adversas Comuns
Comuns Prurido (comichão) transitório, eritema (vermelhidão), uma sensação temporária de picada ou ardor, e desconforto cutâneo geral no local da aplicação.
Raras / Muito Raras Reações sistémicas graves, nomeadamente hipersensibilidade, incluindo o potencial para uma resposta alérgica grave.

Principais Restrições de Segurança e Limitações

A restrição de segurança mais significativa é a contraindicação formal em indivíduos com uma hipersensibilidade conhecida aos piretróides. Os rótulos regulamentares enfatizam que o produto se destina apenas a uso tópico externo e deve evitar estritamente o contacto com os olhos e as mucosas. As reações locais, como a sensação de picada, são frequentemente transitórias e são observadas com maior frequência imediatamente após a aplicação ou no início do tratamento.

Existem considerações de segurança específicas para populações especiais. O uso em doentes pediátricos sob certas restrições de idade (por exemplo, seis meses) é limitado ou requer supervisão médica. Além disso, indivíduos com condições pré-existentes, como asma, são identificados como uma população onde o uso desta classe de produtos pode exigir precaução.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Fenotrina, a substância ativa do Parasidose, apresenta manifestações documentadas que são categorizadas de acordo com a via principal de exposição. Toda a informação sobre sobredosagem e as medidas necessárias baseiam-se estritamente nas orientações oficiais.

Sinais de sobre-exposição tópica

A aplicação excessiva ou o contacto prolongado com a pele podem resultar em sintomas dérmicos localizados. Estes incluem frequentemente parestesia (sensação de formigueiro, ardor ou dormência) no local da exposição, erupção cutânea localizada e vermelhidão. A transpiração pode agravar estes sintomas cutâneos.

Manifestações sistémicas e consequências graves

A ingestão acidental ou a inalação de níveis elevados podem conduzir a sinais sistémicos que afetam os sistemas nervoso e gastrointestinal. As manifestações sistémicas documentadas incluem náuseas, vómitos, dor abdominal, tonturas e cefaleias (dores de cabeça). Em casos de sobredosagem grave, os sinais neurológicos como fasciculações musculares (contrações involuntárias) e convulsões são observados. Podem também ocorrer desfechos graves, como edema pulmonar não cardiogénico.

Medidas de emergência necessárias

Deve ser procurada assistência médica imediata após qualquer ingestão acidental ou caso surjam sintomas neurológicos graves. Os indivíduos devem contactar um Centro de Informação Antivenenos ou os serviços médicos de emergência. É determinado que o vómito NÃO deve ser induzido, a menos que haja uma instrução explícita de um profissional de saúde. O tratamento da sobredosagem é definido como sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico.

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Usos terapêuticos de Parasidose

O propósito fundamental deste medicamento é o controlo e gestão da pediculose, a condição que resulta de uma infestação ativa de piolhos da cabeça (Pediculus humanus capitis). Esta classe de tratamento é um pediculicida habitualmente utilizado para tratar a presença de piolhos na cabeça e os padrões sintomáticos associados. O medicamento é utilizado para gerir condições caracterizadas por períodos de sintomas intensificados e ajuda a tratar a presença de parasitas vivos, dos seus ovos (lêndeas) e do consequente prurido no couro cabeludo.

Gestão de Sintomas e Benefício Terapêutico

Este tratamento é relevante em contextos que envolvem uma elevada propagação ou impacto no grupo, tais como a gestão de surtos em escolas ou o tratamento de todo o agregado familiar após uma exposição. A aplicação auxilia na abordagem da infestação, o que ajuda a aliviar a origem da comichão intensa no couro cabeludo e a sensação perturbadora de formigueiro causada pelos parasitas. Isto contribui para uma melhoria do conforto durante os períodos sintomáticos e apoia o alívio de pequenas irritações cutâneas secundárias que podem resultar do ato de coçar.

“O objetivo principal desta aplicação apoia o paciente durante episódios difíceis através da atenuação do mal-estar e pode auxiliar na gestão de manifestações recorrentes ou episódicas.”

Facto Rápido: Alívio do Prurido
Este tratamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, principalmente ao tratar a comichão constante e intensa no couro cabeludo associada a uma infestação ativa.
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Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Parasidose?

O perfil de elegibilidade oficial para o uso de Parasidose (Fenotrina) define grupos populacionais específicos que podem ou não utilizar este medicamento, com base na rotulagem regulamentar.

Contraindicações Absolutas

O uso está contraindicado em qualquer indivíduo com um historial documentado de hipersensibilidade ou sensibilidade à Fenotrina ou a outros inseticidas piretróides, a classe farmacológica à qual pertence a substância ativa.

Regras de Elegibilidade Baseadas na Idade

O medicamento está geralmente aprovado para uso em adultos, idosos e crianças com idade igual ou superior a 6 meses. A utilização em lactentes com menos de 6 meses é estritamente restrita e apenas deve ocorrer sob supervisão médica, uma vez que o uso padrão não está estabelecido neste grupo etário mais jovem.

Uso Condicional e Restrições

Diversas condições exigem precaução ou restringem a utilização. As mulheres grávidas e lactantes são designadas como populações que devem usar o produto com precaução. Além disso, a aplicação é restrita em pele que apresente lesões ou infeção secundária. Recomenda-se também oficialmente precaução em doentes com condições pré-existentes como asma ou eczema grave, dado que os componentes da formulação tópica podem potencialmente exacerbar estas condições respiratórias ou dermatológicas. O produto não apresenta restrições específicas na rotulagem baseadas em insuficiência renal ou hepática.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações deste ectoparasiticida tópico, contendo Fenotrina (Parasidose), é definido maioritariamente pela ausência de dados documentados sobre interações sistémicas em fontes regulamentares governamentais de referência. Esta conclusão é consistente com a aplicação tópica prevista para o produto, a qual resulta numa exposição sistémica mínima do organismo à substância ativa. Consequentemente, o potencial para interações medicamentosas sistémicas clinicamente relevantes é baixo e não existem avisos formais impostos pelas autoridades reguladoras.

Categoria de Interação Conclusão Regulamentar Oficial
Produtos Medicinais Sistémicos Não existem fármacos individuais ou classes de medicamentos de ação sistémica explicitamente listados nos documentos regulamentares como tendo interação conhecida com a Fenotrina tópica.
Mecanismos Metabólicos A rotulagem oficial não documenta interações que envolvam a participação de enzimas metabolizadoras de fármacos (ex.: vias CYP), nem são descritas interações mediadas por transportadores.
Combinações Contraindicadas Não existem produtos medicinais ou substâncias sistémicas formalmente classificados como contraindicados para administração conjunta nas secções oficiais de interação.
Regras de Horários e Dieta Os documentos regulamentares não estabelecem intervalos específicos para a coadministração, nem existem interações oficialmente documentadas com alimentos, álcool ou suplementos à base de plantas.

Este enquadramento regulamentar confirma que a informação oficial de prescrição não impõe restrições nem exige limitações quanto à administração conjunta baseada em vias metabólicas sistémicas ou modificações conhecidas na exposição. Este perfil representa o risco mínimo de interação sistémica determinado pelas agências reguladoras globais.

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Mecanismo de ação

Como funciona o Parasidose: Mecanismo de Ação

O mecanismo de ação é classificado como uma ação física, não química. Este modo de operação significa que o mecanismo não depende de ligações proteicas específicas, de afinidade enzimática ou de vias de transcrição genética no interior do parasita.

Oclusão Física da Respiração dos Piolhos

A formulação visa principalmente os espiráculos externos (poros respiratórios) do piolho na sua fase móvel. A substância de elevada viscosidade espalha-se pela cutícula para selar fisicamente estes orifícios, bloqueando a capacidade de o parasita realizar trocas gasosas. Este bloqueio fundamental do sistema respiratório inicia uma cascata mecânica que conduz à anóxia celular e à subsequente morte do parasita.

Interrupção da Homeostase Tegumentar

A formulação interage também com a cutícula externa do piolho e com a casca da lêndea (ovo). Esta interação física compromete a camada cerosa de retenção de água do parasita, interrompendo a sua capacidade de regular a humidade (osmorregulação). Isto leva a uma perda de água descontrolada e à dessecação. A combinação da oclusão respiratória e da dessecação física resulta no colapso funcional e na morte dos piolhos ativos e dos ovos.

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Informações sobre dosagem e administração

Guia de Instruções: Como utilizar o Parasidose — Diretrizes Oficiais de Administração

A utilização da fenotrina, o princípio ativo do Parasidose, é estritamente regida por um plano de aplicação tópica em duas fases, concebido para assegurar a eliminação de piolhos e lêndeas. O produto está aprovado exclusivamente para uso externo tópico, sob a forma de solução cutânea ou loção.

Âmbito da Administração Instrução
Via de administração Exclusivamente para uso externo tópico.
Esquema de aplicação Aplicar em todo o couro cabeludo, friccionando até o cabelo estar humedecido, com especial atenção à base da nuca e atrás das orelhas.
Regras por faixa etária Aplicação padrão para adultos e crianças a partir dos 6 meses de idade. O tratamento de crianças com menos de 6 meses de idade deve ser realizado sob supervisão médica.
Frequência e Calendário Aplicação inicial seguida de uma segunda aplicação obrigatória após 7 dias. O uso não deve exceder três semanas consecutivas.
Condições procedimentais Os familiares ou contactos próximos infetados devem ser inspecionados e tratados em simultâneo.
Classificação das Instruções Padrão
Tipo de método Tópico.
Padrão de frequência Semanal (duas aplicações separadas por sete dias).
Base regulamentar Autoridades de Saúde Europeias e Nacionais.

Sequência Oficial de Passos:

  • Aplique a loção na cabeça e no cabelo, garantindo que todo o couro cabeludo fica completamente humedecido.
  • Deixe o cabelo secar naturalmente; não utilize fontes de calor artificial (como secadores de cabelo).
  • Lave o cabelo com um champô normal 2 horas após a aplicação.
  • Utilize um pente de dentes finos para remover os parasitas mortos e as lêndeas enquanto o cabelo estiver molhado.
  • Repita toda a sequência de aplicação após 7 dias.

Ligação ao protocolo global de utilização:

As instruções oficiais estabelecem um ciclo controlado de duas aplicações, separadas por uma semana, definindo a duração e a frequência necessárias para a utilização correta do produto. Este regime exige a saturação cuidadosa de áreas específicas do couro cabeludo e a adesão a restrições de procedimento, tais como o tratamento simultâneo de contactos e a obrigatoriedade de secagem sem recurso a calor.

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Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre Parasidose (Fenotrina)

Esta visão geral resume a evidência científica que continua a ser reunida sobre a Fenotrina, a substância ativa do Parasidose. Descreve os tipos de estudos que têm sido realizados e o que a investigação indica atualmente, sem oferecer qualquer tipo de aconselhamento médico ou recomendações.


Visão Geral dos Estudos sobre Infestação por Piolhos

O corpo de investigação relativo à Fenotrina, que pertence à classe de tratamentos dos piretróides, consiste maioritariamente em ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de curto prazo. Estes tipos de estudo são utilizados para avaliar o desempenho de um tratamento quando comparado com outros tipos de tratamentos para piolhos ou com uma preparação não ativa (veículo). Além disso, os bioensaios laboratoriais têm sido importantes na investigação, uma vez que estes estudos são realizados fora de seres humanos para medir com precisão o efeito direto do composto sobre os piolhos e os seus ovos. Esta combinação de ensaios em humanos e investigação laboratorial contribui para a compreensão do panorama da investigação.


Evidência para o Uso na Eliminação de Piolhos Ativos e Lêndeas

A investigação sobre a Fenotrina foca-se principalmente na obtenção da eliminação de uma infestação, o que envolve atingir tanto os parasitas vivos (ação pediculicida) como os ovos (ação ovicida). Ensaios de curto prazo monitorizaram grupos de indivíduos para acompanhar a taxa de sucesso na eliminação, tipicamente no espaço de uma a duas semanas após o início do regime de tratamento. Os resultados descrevem padrões observados nestes estudos, que referem frequentemente que um segundo tratamento é necessário para avaliar o potencial de eliminação completa, o que aborda o período necessário para que os ovos não eclodidos amadureçam após a primeira aplicação. No entanto, a evidência também realça que os resultados da investigação podem ser mistos, particularmente em áreas onde as populações de piolhos desenvolveram resistência aos piretróides, o que significa que os achados dos estudos podem variar significativamente dependendo do local específico do estudo.

Investigação sobre Sintomas e Avaliação de Resultados

A investigação também explorou a relação entre o uso do produto e os padrões de sintomas associados a uma infestação ativa. Os estudos monitorizaram e recolheram resultados comunicados pelos doentes para descrever o desconforto percebido. Especificamente, a investigação analisou alterações medidas durante o período do estudo para sintomas como o prurido do couro cabeludo (comichão) e a irritação, que são resultados relacionados com o desconforto físico. Estes achados ajudam a contextualizar a experiência relatada pelos doentes e contribuem para a compreensão dos padrões de sintomas durante o período em que os indivíduos foram avaliados.

Áreas de Incerteza e Lacunas na Investigação

Uma limitação fundamental envolve a questão documentada da resistência aos piretróides; os resultados dos estudos podem variar significativamente dependendo da população local de piolhos, e a evidência comparativa face a alternativas não químicas é escassa nalgumas áreas. Além disso, os estudos enfrentam frequentemente dificuldades em contabilizar totalmente a variável do "mundo real" que é a adesão, uma vez que o sucesso documentado nos ensaios depende de os doentes e cuidadores seguirem rigorosamente as etapas detalhadas de aplicação e de novo tratamento. Por fim, a certeza permanece baixa quanto aos resultados a longo prazo, dado que a investigação se foca geralmente na fase de eliminação de curto prazo da infestação.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Parasidose (FAQ)

P: Para que grupos etários o Parasidose é geralmente adequado?

De acordo com as informações oficiais de elegibilidade, este medicamento está geralmente aprovado para utilização em adultos e crianças com idade igual ou superior a 6 meses. O uso em lactentes com menos de 6 meses é estritamente restrito e deve ocorrer sob supervisão médica.

P: É seguro utilizar Parasidose durante a gravidez, segundo as informações oficiais?

A rotulagem oficial indica que não existem efeitos conhecidos na gravidez e lactação humanas. No entanto, os documentos oficiais referem que, tal como acontece com todos os medicamentos, deve ser utilizado com precaução nestas populações.

P: Que tipo de investigação foi realizada sobre o Parasidose?

A investigação sobre a substância ativa consiste principalmente em ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de curto prazo realizados em seres humanos. Os estudos também envolvem bioensaios laboratoriais que analisam o efeito direto do composto sobre os piolhos e as lêndeas.

P: Os estudos apoiam o uso do Parasidose para a sua indicação principal?

Os estudos descrevem uma ação primária tanto contra piolhos vivos (pediculicida) como contra ovos (ovicida). No entanto, os resultados da investigação podem ser mistos, particularmente em áreas onde as populações de parasitas desenvolveram resistência a esta classe de tratamento.

P: Existem efeitos a longo prazo conhecidos com o uso de Parasidose?

A investigação tem-se focado principalmente na fase de eliminação da condição a curto prazo. Por conseguinte, a certeza permanece baixa em relação aos efeitos a longo prazo documentados em humanos sob condições normais de utilização.

P: É possível ser alérgico a um ingrediente do Parasidose?

Os documentos oficiais descrevem que o produto é contraindicado para indivíduos com uma hipersensibilidade conhecida aos piretróides, a classe a que pertence a substância ativa. Além disso, componentes da formulação tópica, como o álcool, podem causar reações locais ou exacerbar condições existentes como asma ou eczema.

P: O Parasidose é o mesmo tipo de medicamento que outros tratamentos comuns?

O medicamento pertence à classe dos piretróides de ectoparasiticidas. Esta classificação indica que é um tipo de tratamento disponível a par de outras classes farmacológicas utilizadas para a mesma condição, que podem incluir agentes físicos.

P: É necessária receita médica para obter Parasidose?

O produto é geralmente classificado como um Medicamento Não Sujeito a Receita Médica (MNSRM). Isto significa que está habitualmente disponível para compra sem necessidade de prescrição.

P: Com que rapidez se espera que o Parasidose comece a atuar?

A substância ativa é descrita como uma neurotoxina que atua através da interrupção rápida do sistema nervoso do parasita. Esta interrupção direcionada leva à paralisia e subsequente morte do organismo, conforme descrito no seu mecanismo de ação.

P: O Parasidose pode ser utilizado para outras condições além do uso principal?

O produto está especificamente aprovado e rotulado para o tratamento e eliminação de piolhos e lêndeas (pediculose). A rotulagem oficial não inclui indicações para outras condições.

P: Existem diferentes versões do produto Parasidose?

Os documentos oficiais referem que a substância ativa é formulada em diversas preparações tópicas. Estas podem incluir vários tipos de produtos, tais como loções, champôs ou sprays.

P: O Parasidose causa reações cutâneas conhecidas?

Os efeitos comunicados mais comuns são locais ao local de aplicação e são frequentemente transitórios. Estes podem incluir sensações temporárias de picada ou ardor, vermelhidão (eritema) e comichão geral (prurido).

P: O Parasidose é tipicamente utilizado como um tratamento único ou parte de uma rotina?

O regime oficial estabelece um ciclo de duas aplicações controlado, separadas por uma semana. Isto define-o como um protocolo de tratamento limitado no tempo, em vez de uma rotina contínua a longo prazo.

P: O que acontece se eu me esquecer de utilizar o Parasidose quando pretendia?

Os documentos regulamentares aconselham que, se uma utilização programada for esquecida, os indivíduos não devem aplicar uma dose dupla. A orientação sugere a consulta do folheto informativo ou de um profissional de saúde para assistência na manutenção do regime programado correto.

P: Existem ingredientes específicos de outros produtos com os quais o Parasidose interaja?

Embora não estejam tipicamente documentadas interações medicamentosas sistémicas (internas), a informação oficial do produto indica que a aplicação do produto pode afetar o estado de cabelos com permanente, pré-enxaguados, colorados ou descolorados.

P: Existem restrições alimentares ao utilizar Parasidose?

Os documentos regulamentares não determinam quaisquer restrições alimentares específicas ou regras dietéticas relacionadas com a utilização do produto.

P: Qual é o historial da aprovação do Parasidose?

A substância ativa pertence a uma classe de inseticidas com um longo historial de utilização. Tem sido regulada por organismos de saúde globais para o uso no controlo de piolhos humanos há muitos anos.

P: Os doentes são obrigados a notificar o médico antes de utilizar Parasidose?

O produto está classificado para venda livre (MNSRM), o que significa que, geralmente, não é necessária a consulta de um médico. A exceção aplica-se ao grupo etário específico de lactentes com menos de 6 meses, onde a utilização deve ocorrer sob supervisão médica.

P: Porque é que a duração do tratamento com Parasidose é por vezes variável?

A duração do tratamento pode variar devido a fatores como a resistência local dos parasitas, a necessidade do ciclo de aplicação em duas partes para atingir ovos recém-eclodidos e o risco de reinfestação através de contactos não tratados.

P: O Parasidose é um tratamento ou uma medida preventiva?

O produto é oficialmente indicado para o tratamento e eliminação de piolhos existentes e respetivos ovos (lêndeas). Não está tipicamente rotulado para uso como medida preventiva.

P: Quais são os equívocos comuns que as pessoas têm sobre a utilização de Parasidose?

As falhas comuns observadas nas diretrizes oficiais e na investigação relacionam-se com a adesão ao protocolo. O protocolo oficial exige o seguimento do ciclo de aplicação em duas partes e a garantia de que o produto é aplicado em toda a área afetada, conforme descrito nas instruções.

P: O Parasidose é utilizado globalmente ou apenas em certas regiões?

A substância ativa é reconhecida e regulada por múltiplas agências internacionais. Isto sugere que é um tratamento amplamente disponível e regulado em muitas regiões a nível global.

P: O que deve ser feito se alguém engolir Parasidose acidentalmente?

Devido à classificação do produto, as instruções específicas para ingestão acidental incluem tipicamente o enxaguamento da boca. Os documentos de segurança oficiais indicam que é necessário procurar assistência médica, especialmente se for ingerida uma quantidade considerável.

P: Qual é a classificação oficial da segurança do Parasidose?

A substância ativa do produto é classificada como um inseticida piretróide de Tipo I. Esta classe é geralmente descrita como tendo baixa toxicidade para mamíferos quando utilizada topicamente de acordo com as instruções.

P: Porque é que o Parasidose precisa de ser aplicado de uma forma específica?

O método de aplicação específico e detalhado, incluindo a saturação e o tempo de espera, é oficialmente exigido para garantir que o produto cobre toda a área e permanece o tempo correto. Isto é necessário para alcançar a eliminação pretendida tanto dos piolhos ativos como dos seus ovos.

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Como Parasidose deve ser armazenado e descartado?

Como armazenar e eliminar Parasidose

O armazenamento e a eliminação de Parasidose, que contém Fenotrina, devem respeitar rigorosamente os requisitos destinados a manter a integridade do produto e a garantir a segurança ambiental.

Condições de Armazenamento Necessárias

Requisitos de Temperatura de Armazenamento Conservar num local fresco e manter afastado de calor excessivo ou superfícies quentes. NÃO congelar o produto.
Proteção contra Luz e Humidade Proteger da luz, especialmente da luz solar direta, e conservar num local seco; a Fenotrina é instável à exposição ultravioleta (UV).
Regras de Embalagem Conservar na embalagem original fechada e manter o recipiente bem selado quando não estiver a ser utilizado.
Segurança Infantil O medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças e de pessoas não autorizadas.

Regras Oficiais de Eliminação

As instruções de eliminação determinam que o produto NÃO deve ser eliminado nos esgotos, canos ou cursos de água, devido à sua elevada toxicidade para a vida aquática. Os medicamentos fora de prazo ou não utilizados devem ser eliminados de acordo com as regulamentações locais ou nacionais para resíduos medicamentosos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Parasidose encontrado em:

ÍNDICE A-Z: