Ostisave

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ostisave

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância Ativa Ademetionina (S-adenosil-L-metionina, SAM-e)
Forma Farmacêutica Comprimidos gastrorresistentes; Pó liofilizado para solução injetável
Classe Farmacológica Hepatoprotetor, Metabolito Essencial
Objetivo Geral Suporte metabólico, manutenção da membrana celular e desintoxicação
Origem Composto sintético derivado de uma substância endógena

O que é o Ostisave: Identidade e Classe Farmacológica

O Ostisave é uma preparação farmacêutica cujo princípio ativo é a Ademetionina, classificada fundamentalmente como um agente hepatoprotetor e um composto metabólico essencial. A substância ativa é a Denominação Comum Internacional (DCI) para a S-adenosil-L-metionina (SAM-e). A Ademetionina é um metabolito essencial, uma molécula produzida naturalmente pelo corpo humano, o que posiciona este fármaco como uma terapia de suporte. A investigação confirma que a Ademetionina está diretamente envolvida em reações bioquímicas fundamentais, sendo o seu papel como precursor de moléculas vitais, como a Glutationa, amplamente reconhecido na literatura científica. Devido ao seu envolvimento em vias metabólicas essenciais, esta substância encontra-se também disponível sob outros nomes comerciais, como Heptral e Samyr, o que demonstra a sua ampla aceitação clínica.

Composição e Formas: O Ostisave é uma substância natural?

A composição do Ostisave foca-se numa preparação sintética de uma substância endógena que ocorre naturalmente no organismo humano. A Ademetionina, o seu único ingrediente ativo, é geralmente fornecida sob a forma de um sal estabilizado, como o 1,4-butanodissulfonato de ademetionina. O medicamento é fabricado em duas formas farmacêuticas principais otimizadas para a absorção sistémica: o comprimido gastrorresistente para administração oral e o pó liofilizado estéril para reconstituição em solução injetável. O revestimento gastrorresistente é uma característica crítica e distintiva da forma oral, concebido especificamente para proteger a Ademetionina — que é sensível ao ácido — da degradação gástrica, assegurando a sua biodisponibilidade ideal no intestino delgado.

Objetivo Geral e Papel Metabólico Central

O objetivo geral do Ostisave é fornecer ao organismo um composto vital, necessário para promover a reparação celular, a estabilidade das membranas e vias específicas de desintoxicação. A Ademetionina atua como um dador de grupos metilo crucial em reações de transmetilação, processos que são fundamentais para a síntese de moléculas-chave, incluindo os fosfolípidos. Diversas revisões abrangentes destacam as propriedades de suporte demonstradas pela Ademetionina no metabolismo do fígado. Ao apoiar estas vias bioquímicas fundamentais, o Ostisave auxilia os órgãos, especialmente o fígado, a manter a sua função e resiliência quando a capacidade metabólica natural do corpo pode estar comprometida, alinhando-se com a sua classificação como Hepatoprotetor.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ostisave?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

A Ademetionina (Ostisave) está associada a reações adversas que os organismos reguladores categorizam por frequência. As reações mais comuns reportadas envolvem as classes de órgãos Gastrointestinais e do Sistema Nervoso. De acordo com a rotulagem oficial, estes efeitos observados frequentemente incluem dor abdominal, diarreia, náuseas, cefaleias (dores de cabeça), ansiedade e insónia.

Com menor frequência, classificados como pouco frequentes ou raros, ocorrem eventos como reações cutâneas alérgicas, tonturas e efeitos no local da injeção. Reações adversas graves, embora pouco frequentes, documentadas em fontes regulamentares, incluem eventos de hipersensibilidade severa, como reações anafiláticas e angioedema, que representam um risco para o Sistema Imunitário.


Restrições Oficiais de Segurança

O medicamento está sujeito a limitações de segurança específicas definidas na sua rotulagem. Está contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou em indivíduos com defeitos genéticos que afetem o ciclo metabólico da metionina, como a homocistinúria. O uso também não é recomendado em doentes com perturbação bipolar, devido a relatos oficiais de viragem do humor.

Recomenda-se precaução no que respeita à utilização em adultos mais velhos, onde o tratamento deve habitualmente iniciar-se com uma dosagem mais baixa, e em doentes com insuficiência renal, devido aos dados de segurança limitados. A rotulagem refere ainda a necessidade de cautela quando utilizado em conjunto com medicamentos serotoninérgicos, como certos antidepressivos, devido ao potencial documentado para a ocorrência da Síndrome Serotoninérgica.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

O perfil de sobredosagem para este medicamento é definido pela possibilidade de ocorrência de efeitos adversos quando é ingerida uma dose superior à quantidade prescrita. Os sintomas de sobredosagem documentados na informação disponível limitam-se, geralmente, a efeitos transitórios e não graves, afetando principalmente os sistemas gastrointestinal e nervoso.


Manifestações de Sobredosagem Sistemas Fisiológicos Afetados
Desconforto ou dor gástrica Gastrointestinal
Diarreia Gastrointestinal
Tonturas Sistema Nervoso

Medidas de Emergência Necessárias

A medida imediata necessária numa situação de suspeita de sobredosagem é procurar assistência médica urgente. As instruções oficiais indicam que um profissional de saúde ou uma unidade hospitalar deve ser contactado sem demora.

Quando procurar ajuda médica imediata (apenas terminologia derivada da rotulagem):

  • Se suspeitar que tomou uma sobredosagem de Ostisave.
  • Se considerar que tomou demasiados comprimidos.
  • Se os sintomas de sobredosagem reportados (desconforto gástrico, diarreia ou tonturas) persistirem após o evento.

Os casos de sobredosagem com a substância ativa do Ostisave são descritos como raros. A gestão envolve tipicamente a monitorização do doente e a prestação de cuidados de suporte, conforme necessário. Não existem riscos de sobredosagem específicos para populações determinadas, nem procedimentos de antídoto únicos detalhados na rotulagem, para além destas instruções gerais para a procura de ajuda.

Usos terapêuticos de Ostisave

Indicações do Ostisave: Principais Utilizações e Benefícios

O Ostisave (Ademetionina) é habitualmente utilizado em três domínios terapêuticos fundamentais que abrangem condições caracterizadas por sintomas acentuados e desconforto sintomático. De acordo com as informações oficiais sobre a substância, as suas aplicações são relevantes nos cuidados de suporte de patologias hepáticas crónicas, colestase intra-hepática, perturbação depressiva major e osteoartrite.

O medicamento é utilizado na gestão de cuidados de suporte ao abordar sintomas associados ao stress funcional de órgãos específicos, tais como o prurido grave (comichão intensa) e a fadiga crónica associados a problemas hepáticos. Adicionalmente, contribui para o alívio do desconforto em condições articulares degenerativas e possui relevância no apoio à gestão do humor baixo. O suporte que oferece na gestão dos sintomas do estado de espírito auxilia, paralelamente, o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Facto Rápido: Alívio Sintomático
Foco Principal Sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e desconforto físico
Eixos de Sintomas Chave Prurido grave, fadiga crónica, dor articular e humor baixo

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Ostisave?

Os documentos regulamentares definem rigorosamente as populações de doentes elegíveis para o Ostisave (Ademetionina) e aquelas para as quais o seu uso é proibido ou restrito.

Populações Contraindicadas

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Contraindicação Absoluta Doentes com hipersensibilidade conhecida à Ademetionina ou a qualquer um dos excipientes do produto.
Defeitos Genéticos/Metabólicos Indivíduos com defeitos genéticos que afetem o ciclo da metionina e que resultem em hiper-homocisteinemia.
Condições Psiquiátricas O uso não é recomendado ou está contraindicado em doentes com Perturbação Bipolar (depressão maníaca).

Elegibilidade por Idade e Condição

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Adultos O uso está estabelecido na população adulta (geralmente com 18 ou mais anos).
Crianças/Adolescentes A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para a utilização em indivíduos com menos de 18 anos.
Adultos Mais Velhos A seleção da dose deve ser cautelosa, considerando a maior frequência de diminuição das funções orgânicas.
Deficiências Vitamínicas Doentes com deficiências de Vitamina B12 e/ou Folato devem receber suplementação concomitante para manter a elegibilidade.
Gravidez/Lactação O uso no primeiro trimestre é geralmente evitado. A utilização durante a lactação é permitida apenas se o benefício superar o risco potencial para o lactente.

Esta estrutura regulamentar determina que apenas populações adultas específicas, aprovadas na rotulagem, são oficialmente elegíveis para o uso.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar do Ostisave (Ademetionina) é definido principalmente por interações farmacodinâmicas documentadas e restrições metabólicas específicas, tal como delineado nas informações oficiais de prescrição.

Combinações Contraindicadas e Restrições Obrigatórias

A coadministração de Ostisave com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) é explicitamente proibida devido ao risco de efeitos aditivos significativos nos níveis de serotonina. Esta proibição exige um período obrigatório de interrupção (washout) entre a utilização de IMAO e o início da terapia com Ostisave. Além disso, o Ostisave está estritamente contraindicado em indivíduos com defeitos genéticos específicos que afetem o ciclo da metionina, tais como a homocistinúria ou a hiper-homocisteinemia.

Precaução Farmacodinâmica e Suplementos

É oficialmente recomendado cuidado na utilização concomitante de Ostisave com outros produtos medicinais que afetem a atividade serotoninérgica, incluindo os Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS) e os Antidepressivos Tricíclicos. Esta precaução aplica-se igualmente a produtos à base de plantas, especificamente suplementos que contenham Triptofano, devido ao potencial de efeitos aditivos nos níveis de serotonina.

Restrições Metabólicas e Processuais

Embora não esteja envolvido em interações clinicamente significativas mediadas pelas enzimas do citocromo P450 (CYP), a rotulagem oficial inclui restrições metabólicas importantes. Doentes com deficiências documentadas de Vitamina B12 e Folato (Ácido Fólico) devem receber suplementação concomitante, uma vez que estes cofatores são necessários para apoiar o metabolismo do fármaco.

Adicionalmente, está documentado que o Ostisave interfere com imunoensaios de homocisteína, o que pode conduzir a leituras falsamente elevadas nos exames laboratoriais. Nestes casos, torna-se necessária a utilização de métodos de teste alternativos de natureza não imunológica.

Mecanismo de ação

A ação primária do Ostisave, cuja molécula ativa é a Ademetionina (SAM-e), baseia-se na sua função como um cofator metabólico fundamental, impulsionando três processos fisiológicos distintos e críticos no interior da célula. O fármaco não depende da ligação clássica a recetores, mas sim da disponibilidade de substrato para iniciar reações enzimáticas essenciais.

Reforço da Integridade da Membrana Celular via Metilação

O papel principal da molécula como dadora de grupos metilo é essencial para a síntese enzimática da Fosfatidilcolina, um componente vital para a estrutura da membrana celular. Este mecanismo apoia a estabilização da membrana do hepatócito (célula do fígado) e melhora a função dos sistemas de transporte ligados à membrana, resultando na consequência fisiológica de uma secreção e fluxo biliar melhorados (colerese).

Ampliação da Capacidade Antioxidante Endógena

A Ademetionina alimenta a via de transsulfuração, fornecendo o fluxo metabólico necessário para a síntese da Glutationa (GSH), o antioxidante intrínseco mais potente da célula. Ao aumentar a reserva interna de GSH, este mecanismo apoia a capacidade da célula para neutralizar espécies reativas de oxigénio, resultando num aumento da citoproteção contra o stress oxidativo.

Suporte à Reparação e Regeneração de Tecidos

A molécula serve também como um precursor necessário na via de aminopropilação para a criação de Poliaminas. Estes compostos são cruciais para a proliferação celular e para a biossíntese de componentes estruturais de suporte, tais como os proteoglicanos. Este domínio mecanístico apoia a integridade estrutural e o potencial de proliferação das células nos tecidos afetados.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Ostisave: Orientações Oficiais de Administração

A administração de Ostisave (Ademetionina) é efetuada através de dois métodos principais: a via oral, com a utilização de comprimidos gastrorresistentes, e a via parenteral, apresentada como um pó liofilizado para reconstituição destinado a injeção intravenosa (IV) ou intramuscular (IM).


Dosagem e Padrões de Tratamento

A abordagem padrão envolve uma fase inicial definida, seguida de um regime de manutenção. Para condições como a colestase intra-hepática, o ciclo parenteral inicial dura habitualmente duas semanas, enquanto para a perturbação depressiva major, o período está designado para 15 a 20 dias. Após esta fase inicial, o regime transita geralmente para a dose de manutenção por via oral. O medicamento é tipicamente administrado uma vez por dia.

A dosagem para adultos é definida por intervalos distintos baseados na fase de administração. A dose parenteral inicial situa-se habitualmente entre os 400 mg e os 500 mg por dia, ao passo que a dose oral máxima recomendada, utilizada para manutenção, pode variar até aos 1600 mg por dia.


Condições de Administração e Preparação

Os comprimidos gastrorresistentes devem ser tomados entre as refeições (com o estômago vazio). Esta condição protege o composto sensível ao ácido da degradação gástrica, assegurando a correta absorção sistémica. Quando administrado por via intravenosa, o pó liofilizado deve ser reconstituído e, posteriormente, diluído em 250 mL de soro fisiológico ou solução de dextrose a 5%. A dose IV deve ser infundida lentamente durante um período de 1 a 2 horas. Os documentos regulamentares advertem que a solução não deve ser misturada com substâncias alcalinas ou soluções que contenham iões de cálcio.

No caso dos adultos mais velhos, as orientações oficiais recomendam que a seleção da dose seja cautelosa, iniciando-se no limite inferior do intervalo de dosagem definido.

Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

Estudos clínicos realizados ao longo da última década consolidaram o papel do ranelato de estrôncio no tratamento da osteoporose grave. Os dados provenientes de ensaios fundamentais, como os estudos SOTI e TROPOS, demonstraram a eficácia desta substância na redução do risco de fraturas. Em mulheres pós-menopáusicas com osteoporose, observou-se uma redução significativa na incidência de novas fraturas vertebrais e não vertebrais, incluindo fraturas da anca em subgrupos de risco elevado.

Acompanhamentos de longo prazo, abrangendo períodos de até 10 anos, indicam que os benefícios na densidade mineral óssea e a eficácia na prevenção de fraturas são sustentados com a utilização contínua. Estas evidências sugerem que o tratamento ajuda a manter a integridade da microarquitetura óssea através de um mecanismo de ação duplo, que envolve a promoção da formação de osso novo e a redução controlada da reabsorção óssea.

Relativamente à segurança, análises de farmacovigilância e revisões de dados clínicos levaram a uma melhor definição do perfil de utilização. Observou-se que a incidência de eventos adversos cardiovasculares, como o enfarte do miocárdio, é mitigada quando o tratamento é rigorosamente restringido a doentes sem historial de doença isquémica cardíaca, doença arterial periférica ou doença cerebrovascular, e em quem a hipertensão está devidamente controlada.

Investigações recentes também exploraram a farmacocinética da substância em diferentes grupos populacionais, confirmando uma biodisponibilidade oral consistente. Em termos de tolerabilidade gastrointestinal, os efeitos secundários mais comuns relatados em ambiente clínico incluem náuseas e diarreia, que são geralmente ligeiros, transitórios e tendem a surgir nas fases iniciais do tratamento. A monitorização contínua reforça a importância de uma seleção criteriosa dos doentes para maximizar o perfil de benefício-risco do medicamento.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Ostisave (FAQ)


Q: Qual é a principal diferença entre o Ostisave e outros medicamentos utilizados para a mesma condição?

A: Os documentos oficiais classificam a substância ativa do Ostisave, a ademetionina, como um metabolito essencial e um agente hepatoprotetor. A sua função baseia-se no facto de ser um dador de grupos metilo que apoia vias metabólicas fundamentais no organismo. Esta abordagem difere de tratamentos que dependem da ligação a recetores tradicionais ou de uma simples ação anti-inflamatória.


Q: Por que motivo o Ostisave é prescrito pelos médicos?

A: De acordo com a informação oficial do produto, o Ostisave está indicado para o tratamento de condições médicas específicas. Estas incluem habitualmente a colestase intra-hepática (uma condição do fígado) e a perturbação depressiva maior, conforme definido na informação oficial de prescrição.


Q: Quanto tempo demora normalmente a notar os efeitos do Ostisave?

A: Estudos e informações oficiais indicam que o tempo necessário para experienciar os efeitos pode variar. Os ensaios clínicos que avaliaram a influência do composto nas condições-alvo analisaram tipicamente as diferenças medidas nos resultados em comparação com um placebo em pontos temporais como a avaliação às 12 semanas.


Q: Existem interações conhecidas entre o Ostisave e suplementos comuns como a Vitamina D ou o magnésio?

A: Os documentos regulamentares referem que, de um modo geral, o Ostisave não está envolvido em interações clinicamente significativas com a maioria dos suplementos. Contudo, recomenda-se precaução com quaisquer suplementos que afetem a atividade serotonérgica, como o triptofano. Outros suplementos comuns, como a Vitamina D ou o magnésio, não são tipicamente listados como interações conhecidas.


Q: O Ostisave precisa de ser tomado a uma hora específica do dia?

A: A informação oficial especifica que os comprimidos orais devem ser tomados entre as refeições (com o estômago vazio) para otimizar a absorção sistémica. Embora o medicamento seja habitualmente administrado uma vez por dia, os documentos regulamentares não especificam uma hora fixa do dia, como a manhã ou a noite.


Q: O Ostisave é seguro para utilização a longo prazo?

A: A evidência científica oficial permanece limitada no que diz respeito aos efeitos do composto para além de dois anos de utilização contínua. Embora os dados de segurança recolhidos em estudos acompanhem os eventos adversos, os potenciais efeitos a longo prazo da utilização após este período ainda não são totalmente claros.


Q: Existem alimentos ou bebidas que devam ser evitados durante a toma de Ostisave?

A: As diretrizes oficiais de administração indicam que os comprimidos gastrorresistentes devem ser tomados entre as refeições para proteger o composto ativo da degradação gástrica. Os documentos regulamentares não listam alimentos ou bebidas específicos como sendo contraindicados, mas aconselham precaução relativamente a produtos ou suplementos que contenham níveis elevados de triptofano.


Q: O Ostisave é um medicamento que requer receita médica?

A: O Ostisave é uma preparação farmacêutica cujo estatuto legal é determinado pelas entidades regulamentares. Em muitas regiões, a rotulagem oficial designa geralmente que o medicamento deve ser dispensado apenas mediante receita médica.


Q: Existe uma versão genérica do Ostisave disponível?

A: O princípio ativo do Ostisave é a ademetionina, que é a Denominação Comum Internacional (DCI) para o SAM-e. Embora Ostisave seja um nome comercial específico, a substância ativa está disponível globalmente sob vários outros nomes comerciais que contêm a mesma molécula.


Q: Quanto tempo permanece o Ostisave no corpo após a última dose?

A: A secção de farmacocinética da rotulagem oficial contém informações sobre como o medicamento é processado e eliminado pelo organismo. Esta secção inclui tipicamente dados relativos ao tempo de semivida do composto e aos parâmetros de eliminação.


Q: Por que motivo os documentos oficiais mencionam o 'risco de elevação das enzimas hepáticas' para o Ostisave?

A: Os avisos oficiais podem incluir a documentação da elevação transitória das enzimas hepáticas como um evento adverso registado durante a utilização clínica ou em estudos. Este é um achado potencial para compostos com envolvimento hepático, o que motiva a necessidade de monitorização clínica em indivíduos que tomam o medicamento.


Q: O Ostisave afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

A: A rotulagem oficial aborda este tópico ao referir que os indivíduos podem experienciar reações adversas como tonturas ou insónia. Os indivíduos que sintam estas reações são advertidos a estar atentos à sua resposta pessoal antes de conduzirem ou utilizarem máquinas.


Q: Como é que a segurança do Ostisave é avaliada pelas entidades regulamentares?

A: A segurança do Ostisave é rigorosamente avaliada pelas entidades regulamentares com base em dados recolhidos durante ensaios controlados aleatorizados (RCT) e estudos observacionais. Este processo acompanha os eventos adversos comunicados em populações de doentes e é continuamente atualizado através da vigilância pós-comercialização.


Q: O Ostisave está relacionado com medicamentos anti-inflamatórios (AINEs)?

A: O Ostisave é classificado oficialmente como um agente hepatoprotetor e um composto metabólico essencial, não sendo um anti-inflamatório não esteroide (AINE) ou um analgésico. A investigação explorou a sua influência em medidas de dor e inflamação apenas como objetivos secundários em alguns ensaios.


Q: Existe investigação sobre a utilização do Ostisave para outras condições além da sua utilização principal?

A: A investigação clínica, conforme resumido na rotulagem oficial, avaliou o composto para uma variedade de utilizações além das indicações iniciais. Esta investigação inclui estudos sobre o seu uso como terapia de primeira linha, em fases precoces da doença e como tratamento adjuvante em conjunto com os cuidados padrão.


Q: Quais são as expectativas gerais para uma pessoa que toma Ostisave?

A: As expectativas gerais para a terapia são descritas em termos de uma abordagem padrão que envolve diferentes fases. Esta inclui frequentemente uma fase inicial definida, por vezes por via injetável, seguida de uma transição para um regime de manutenção oral contínuo.


Q: É possível tornar-se dependente do Ostisave?

A: A rotulagem oficial inclui tipicamente uma secção específica que detalha o potencial de abuso e dependência do fármaco. Esta secção indica se o medicamento foi ou não avaliado quanto ao potencial de abuso e dependência e se está classificado como uma substância controlada.


Q: O Ostisave tem um aviso de 'caixa preta' (black box warning) nos EUA?

A: A informação de prescrição oficial da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA confirmaria a presença ou ausência de um Boxed Warning (frequentemente chamado de aviso de 'caixa preta'). Este aviso é obrigatório para alertar os prescritores sobre riscos graves associados a um medicamento.


Q: O Ostisave é apenas para casos graves da condição que trata?

A: Os ensaios clínicos incluíram indivíduos com atividade moderada da doença e avaliaram a sua utilização em fases precoces da patologia. Esta evidência indica que o tratamento não está exclusivamente reservado para casos graves da condição-alvo.


Q: Existem alterações específicas no estilo de vida recomendadas ao iniciar o Ostisave?

A: A informação oficial refere que doentes com deficiências de Vitamina B12 e/ou Folato são aconselhados a receber suplementação concomitante como parte do regime. Isto aborda necessidades nutricionais específicas que estão relacionadas com o metabolismo do composto.


Q: O Ostisave é geralmente considerado adequado para a maioria dos adultos?

A: A utilização do Ostisave está estabelecida na população adulta. No entanto, a adequação é determinada pela análise de um número limitado de contraindicações específicas, tais como hipersensibilidade conhecida, certos defeitos genéticos que afetam o ciclo da metionina e um historial de Perturbação Bipolar.

Como Ostisave deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Ostisave

O Ostisave (Ademetionina) exige condições de conservação específicas para manter a sua eficácia e deve ser manuseado com cautela ao eliminar o produto não utilizado.


Condições Oficiais de Conservação

Requisito Regra
Temperatura Conservar a uma temperatura não superior a 25°C.
Proteção Manter o medicamento na sua embalagem original, bem fechada, para o proteger da luz e da humidade.
Segurança Infantil Manter o medicamento fora da vista e do alcance das crianças.
Forma Injetável A solução injetável reconstituída deve ser utilizada imediatamente; tecnicamente, esta permanece estável por um período de 6 horas quando conservada abaixo de 25°C.

Instruções para Eliminação

O Ostisave não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser deitado no lixo doméstico nem eliminado através das águas residuais (esgotos). Para proteger o ambiente, elimine o medicamento entregando-o num farmacêutico ou através de um programa específico de recolha de resíduos farmacêuticos, de acordo com as diretrizes regulamentares locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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