Opisco

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Opisco

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Opisco

Informações Essenciais

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Butilbrometo de Hioscina e Papaveretum
Formas Farmacêuticas Solução Injetável (Parenteral) e Comprimido (Oral)
Classe Farmacológica Antiespasmódico e Analgésico Opioide
Objetivo Geral Alívio de cólicas viscerais agudas e da dor associada
Origem Combinação de um Derivado Semissintético e Alcaloides Naturais do Ópio

O que é o Opisco?

O Opisco é um medicamento de associação fixa formulado com precisão para proporcionar um alívio potente e simultâneo do desconforto visceral grave, atuando tanto no espasmo muscular como na dor associada. Esta preparação define-se pela sua dupla identidade, combinando as propriedades de um agente antiespasmódico de ação periférica com um complexo analgésico opioide centralizado. Esta formulação oferece uma abordagem robusta para o controlo de episódios dolorosos agudos.


Que tipo de medicamento é o Opisco?

O Opisco está classificado como um Antiespasmódico e Analgésico Opioide devido à sua composição, que assegura duas ações farmacológicas distintas. A ação antiespasmódica é conferida pela primeira componente, que atua como um agente anticolinérgico, promovendo essencialmente um relaxamento muscular direcionado nos tratos gastrointestinal e geniturinário. A segunda componente consiste num complexo analgésico opioide, que atua no sistema nervoso central para modular significativamente a perceção de dor moderada a grave. Esta dupla ação integrada foi especificamente concebida para interromper o ciclo doloroso de espasmo e desconforto, uma necessidade clinicamente reconhecida no tratamento da dor abdominal aguda.


De que é feito o Opisco?

O medicamento é composto por duas substâncias ativas principais: o Butilbrometo de Hioscina e o Papaveretum. O Butilbrometo de Hioscina é um derivado semissintético do alcaloide escopolamina, possuindo uma estrutura química de composto de amónio quaternário desenhada para limitar os efeitos no sistema nervoso central, garantindo que o seu efeito antiespasmódico permaneça focado no tecido muscular liso. O Papaveretum é um complexo analgésico opioide que contém uma mistura de alcaloides naturais do ópio, incluindo Cloridrato de Morfina (para o alívio principal da dor), Cloridrato de Codeína e Cloridrato de Papaverina, assegurando um controlo robusto e centralizado da dor. A presença desta combinação de alcaloides é reconhecida por proporcionar um forte alívio da dor em contextos agudos.


Qual é o objetivo geral do Opisco?

O objetivo terapêutico geral do Opisco é a mitigação rápida de cólicas viscerais intensas e agudas e da dor que estas provocam. A formulação destina-se a situações onde é necessário um alívio potente e simultâneo tanto da causa fisiológica (espasmo) como do sintoma resultante (dor), como sucede durante a dor intensa associada à cólica renal. Esta ação sinérgica dupla assegura uma abordagem abrangente na gestão do desconforto visceral agudo, combinando o benefício do relaxamento muscular localizado com uma supressão eficaz da dor a nível central.

Quais efeitos secundários são possíveis com Opisco?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Opisco encontra-se oficialmente documentado com base nos efeitos combinados dos seus componentes antiespasmódicos e opioides. Os documentos regulamentares categorizam as reações adversas de acordo com a sua frequência de ocorrência e o sistema fisiológico afetado.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários listados como Frequentes na rotulagem oficial incluem boca seca, distúrbios de acomodação visual (ex.: visão turva), taquicardia, náuseas, vómitos, obstipação, sonolência e sedação. Os efeitos com frequência Desconhecida, o que significa que não podem ser estimados a partir dos dados disponíveis, incluem choque anafilático, dispneia, aumento da pressão intraocular, rubor, retenção urinária e confusão.

Classes de Sistemas de Órgãos e Reações Graves

As reações adversas estão documentadas em várias Classes de Sistemas de Órgãos (SOCs), incluindo Doenças gastrointestinais (obstipação, boca seca), Cardiopatias (taquicardia) e efeitos no Sistema Nervoso (sonolência). A rotulagem especifica Reações Adversas Graves, que incluem o potencial de choque anafilático (uma reação alérgica grave, por vezes com desfecho fatal) e depressão respiratória associada à componente opioide.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

O perfil de segurança do medicamento refere que os adultos mais velhos podem ser mais sensíveis tanto aos efeitos relacionados com os opioides como aos efeitos anticolinérgicos, o que aumenta o risco de confusão e de retenção urinária. É oficialmente aconselhada precaução em indivíduos com insuficiência renal ou hepática. Além disso, devido ao facto de os componentes atravessarem a placenta e passarem para o leite materno, a utilização não é, geralmente, recomendada durante a gravidez e a lactação.

Restrições de Segurança e Padrões Relacionados com o Tempo

O uso do medicamento está oficialmente restringido em certas condições (contraindicações), tais como glaucoma de ângulo estreito não tratado, hipertrofia prostática com retenção urinária e depressão respiratória aguda. Relativamente ao uso repetido ou a longo prazo do complexo analgésico opioide, os documentos oficiais declaram um risco explícito de desenvolvimento de dependência e adicção.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais descrevem que uma sobredosagem de Opisco, devido aos seus dois componentes, apresenta uma combinação de duas toxicidades distintas. A componente opioide (Papaveretum) acarreta principalmente riscos de depressão respiratória potencialmente fatal, sedação profunda e coma. A componente anticolinérgica (Butilbrometo de Hioscina) pode causar sintomas anticolinérgicos graves, incluindo retenção urinária, taquicardia, rubor cutâneo, confusão e perturbações visuais transitórias.

É necessária assistência médica imediata perante quaisquer sinais de dificuldade respiratória, hipotensão grave ou efeitos anticolinérgicos agudos, tais como dor ocular e olho vermelho com perda de visão. Os serviços de emergência devem ser contactados imediatamente se uma dor abdominal grave e inexplicável persistir, piorar ou ocorrer acompanhada de febre, desmaios ou sangue nas fezes.

As intervenções determinadas pelas entidades reguladoras incluem o uso de Naloxona para reverter os efeitos dos opioides e de parassimpaticomiméticos para os sintomas anticolinérgicos. As medidas de suporte são definidas como tratamento sintomático e de apoio, podendo incluir entubação endotraqueal em caso de paralisia respiratória, lavagem gástrica para envenenamento por via oral e cateterismo urinário para a retenção urinária. Existe uma nota regulamentar explícita referindo que os doentes idosos, caquéticos ou debilitados apresentam um risco acrescido de depressão respiratória grave.

Usos terapêuticos de Opisco

Indicações do Opisco: Principais Utilizações e Benefícios

O Opisco é utilizado em situações que envolvem sintomas debilitantes associados à atividade muscular involuntária, oferecendo suporte em diversas áreas viscerais. Esta combinação é frequentemente empregada em condições que apresentam manifestações episódicas ou flutuantes ligadas a espasmos, auxiliando na gestão dos sintomas. De acordo com o Resumo das Características do Medicamento para o Butilbrometo de Hioscina, a componente antiespasmódica é relevante para a utilização em quadros de espasmo agudo.

A utilização principal do Opisco é comummente aplicada na abordagem de sintomas associados a episódios agudos, incluindo condições com manifestações episódicas, tais como cólicas e dores menstruais dolorosas. O medicamento é habitualmente aplicado quando os sintomas criam um esforço fisiológico percetível e quando é necessário um auxílio sintomático de curto prazo. Clinicamente, pode ser utilizado como apoio em procedimentos de diagnóstico, auxiliando no relaxamento temporário da tensão muscular.

O objetivo terapêutico central contribui para a melhoria do conforto durante períodos de agravamento dos sintomas, ao aliviar a carga sintomática associada aos espasmos internos e ao desconforto resultante.

“Esta formulação é prioritariamente relevante para o alívio de sintomas que se agrupam em padrões que requerem um suporte sintomático adicional.”


Informação Rápida: Suporte em Sintomas de Dor Visceral

Sintomas Alvo Benefício Principal
Espasmos Intensos e Dor Moderada a Grave Apoia a estabilidade funcional e alivia a carga sintomática
Episódios de Cólica Visceral (Renal/Biliar) Proporciona alívio de suporte durante fases de sofrimento agudo
Tensão Muscular (Apoio ao Diagnóstico) Auxilia na realização de exames clínicos

Critérios de utilização e restrições

O perfil oficial de elegibilidade para o Opisco é rigorosamente definido com base nos riscos associados aos seus componentes duplos (anticolinérgico e analgésico opioide).

Populações Contraindicadas

O Opisco está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com:

  • Hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas ou aos excipientes.
  • Miastenia Gravis.
  • Glaucoma de ângulo estreito (não tratado).
  • Estenose mecânica no trato gastrointestinal, íleo obstrutivo ou megacólon.
  • Hipertrofia prostática com retenção urinária.
  • Taquicardia, angina ou insuficiência cardíaca (particularmente para a forma injetável).

Uso Condicional e Restrições

Grupo Populacional Estatuto Regulatório
População Pediátrica Não recomendado (injeção). O uso oral é geralmente limitado a crianças a partir dos 6 anos.
Gravidez Não recomendado como medida de precaução devido aos dados limitados.
Amamentação Não recomendado devido a dados insuficientes sobre a excreção no leite materno.
Doenças Cardíacas O uso da injeção requer precaução e monitorização em doentes com condições como hipertensão ou arritmia cardíaca.

O medicamento está também contraindicado para doentes com certos distúrbios metabólicos hereditários raros (ex: intolerância à frutose) e deve ser utilizado com precaução em idosos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

Os documentos regulamentares oficiais descrevem diversas interações para o Opisco, uma associação de dose fixa que contém um analgésico opioide e um antiespasmódico anticolinérgico. O perfil de interações é definido essencialmente pelos riscos de efeitos farmacodinâmicos aditivos e por proibições específicas de utilização.

Restrições Oficiais de Interação

Classificação Restrição
Combinações Contraindicadas Os Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) têm a sua coadministração estritamente proibida (incluindo a utilização nos 14 dias anteriores), devido ao risco de interação grave com a componente opioide.
Restrição da Via de Injeção A injeção intramuscular está contraindicada em doentes a receber Medicamentos Anticoagulantes, devido ao risco documentado de hematoma intramuscular.

Interações Clinicamente Significativas

Tipo de Interação Categorias de Agentes Interagentes Resultado Descrito na Rotulagem Regulamentar
Depressão Aditiva do SNC Depressores do SNC (ex.: Benzodiazepinas, Sedativos), Álcool Risco de sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte.
Intensificação Anticolinérgica Outros Anticolinérgicos, Antidepressivos Tricíclicos, Anti-histamínicos Intensificação do efeito anticolinérgico.
Risco Serotoninérgico Medicamentos Serotoninérgicos (ex.: ISRS, IRSN) Potencial de ocorrência de Síndrome Serotoninérgica.

Notas sobre o Tempo de Administração e Populações

A componente anticolinérgica pode reduzir a motilidade gastrointestinal, afetando potencialmente a absorção de outros medicamentos por via oral. O texto regulamentar refere a necessidade de um intervalo na administração (por exemplo, administrar o medicamento com duas horas de diferença em relação a agentes como o Cetoconazol) para mitigar este efeito. É igualmente referido que doentes idosos, caquéticos ou debilitados apresentam um risco acrescido de depressão respiratória potencialmente fatal quando a componente opioide é combinada com depressores do sistema nervoso central.

Mecanismo de ação

O mecanismo do Opisco envolve uma modulação de via dupla e complementar de sistemas biológicos distintos, levando a alterações fisiológicas definidas.


Antagonismo Periférico e Espasmólise Visceral

Esta vertente descreve a modulação da contração involuntária no músculo liso visceral. O componente Butilbrometo de Hioscina é um antagonista competitivo que bloqueia os recetores muscarínicos (principalmente os M3) nos tratos gastrointestinal e geniturinário. Este bloqueio autónomo periférico impede a ação excitatória da acetilcolina, interrompendo, consequentemente, a cascata de cálcio intracelular necessária para a contração muscular. O efeito fisiológico resultante é a espasmólise, definida como a redução do tónus do músculo liso.


Modulação Central dos Recetores mu-Opioides

Esta vertente descreve a modulação da transmissão e interpretação dos sinais nociceptivos (sinais de dor) dentro do sistema nervoso. O complexo Papaveretum, principalmente através do seu conteúdo de morfina, atua como um agonista nos Recetores mu-Opioides (mu-OR) localizados no cérebro e na espinal medula. A ativação destes recetores inibitórios hiperpolariza os neurónios na via nociceptiva, reduzindo significativamente a libertação de neurotransmissores que transportam sinais aferentes. Esta ação produz um efeito analgésico sistémico através da redução da intensidade do sinal de dor e da alteração do seu processamento central.

Informações sobre dosagem e administração

O Opisco é um medicamento de associação oficial administrado através de duas vias principais para o controlo de episódios agudos de desconforto visceral. Esta versatilidade garante que o método de administração possa ser adaptado à intensidade do episódio clínico apresentado.

Vias de Administração Oficiais e Padrões de Utilização

O medicamento é fornecido sob a forma de comprimido oral e de solução injetável. Isto permite a utilização de duas vias de administração oficiais: a ingestão oral e a administração parenteral, que inclui a injeção intravenosa (IV), intramuscular (IM) ou subcutânea (SC). O padrão central de utilização do Opisco é estritamente de curto prazo, destinando-se à gestão imediata de manifestações agudas e episódicas, não estando oficialmente indicado para regimes diários contínuos ou de longa duração.


Instruções Procedimentais e Contextuais

A rotulagem oficial detalha os requisitos procedimentais essenciais para uma administração adequada. O comprimido oral deve ser engolido inteiro com água suficiente, uma vez que a unidade de dose não deve ser partida nem mastigada. Relativamente à solução injetável, a técnica é regida por protocolos específicos. Uma injeção intravenosa deve ser administrada lentamente para cumprir os procedimentos normalizados. Além disso, existe uma restrição crucial que determina que a via de injeção intramuscular está restringida em indivíduos a receber terapia anticoagulante; nestes casos, devem ser utilizadas as vias alternativas, intravenosa ou subcutânea, para mitigar o risco procedimental. Este enquadramento define a abordagem padronizada para o uso do medicamento, tal como delineado nos documentos regulamentares governamentais.

Evidência clínica recente

Opisco: Evidência Clínica Recente

Esta secção descreve a investigação que tem analisado o Opisco no âmbito do controlo da dor.


Estudos na Gestão da Dor Crónica

Diversos estudos avaliaram a utilização do Opisco como uma intervenção no contexto da dor crónica.

  • Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA): Um ensaio clínico aleatorizado relevante reportou um resultado nas pontuações de dor reportadas pelos doentes. A investigação não estabeleceu um intervalo de tempo consistente para as alterações no desconforto.
  • Estudos Comparativos: Um estudo comparou a utilização do medicamento com tratamentos mais antigos, como o ibuprofeno. Estes achados são um dos componentes da evidência global.
  • Meta-análise: Uma meta-análise reportou conclusões de estudos que analisaram a forma como a utilização do medicamento se relacionava com marcadores de inflamação. Estão em curso novas investigações para avaliar melhor estas observações.

Dor devido a Lesões Nervosas

A investigação continua em curso relativamente à utilização do medicamento em estudos relacionados com a dor devido a lesões nervosas. Alguns estudos têm analisado o uso do fármaco em conjunto com a monitorização da frequência de crises em condições como a fibromialgia.


Segurança e Uso Prolongado

O uso a longo prazo tem sido estudado em ensaios clínicos. Os ensaios clínicos assinalaram considerações específicas para indivíduos com problemas hepáticos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Opisco (FAQ)


P: Qual é a rapidez de ação esperada para o Opisco?

A informação oficial indica que o fármaco se destina ao alívio célere do desconforto agudo e intenso. O componente antiespasmódico, o Butilbrometo de hioscina, é descrito oficialmente como proporcionando o alívio do espasmo do músculo liso para a gestão de episódios agudos. Os estudos formais não estabeleceram um intervalo de tempo consistente para alterações no desconforto quando o medicamento é utilizado no contexto de condições crónicas.

P: O Opisco pode ser utilizado por idosos?

Os documentos oficiais de segurança mencionam considerações para o uso em idosos. A informação regulamentar refere que os doentes idosos podem ser mais sensíveis a certos efeitos secundários. Estes podem incluir sonolência, confusão e dificuldade em urinar (retenção urinária) devido aos componentes do fármaco.

P: Existem alimentos ou bebidas comuns que interajam com o Opisco?

A informação regulamentar lista explicitamente o álcool como um agente que pode causar uma depressão aditiva clinicamente significativa do sistema nervoso central (SNC), levando a uma sedação profunda. Não existem alimentos específicos listados como contraindicações nos rótulos oficiais. No entanto, o componente anticolinérgico pode influenciar o movimento do trato digestivo, um fator referido nos textos regulamentares que pode influenciar a absorção de outros medicamentos tomados oralmente de forma concomitante.

P: Com que frequência é que as pessoas costumam sentir efeitos secundários do Opisco?

O perfil de segurança oficial categoriza as reações adversas de acordo com a sua frequência. Alguns efeitos, tais como boca seca, sonolência e obstipação, são listados como "Frequentes". Outras reações mais graves ou menos frequentes são classificadas como tendo uma frequência "Desconhecida", o que significa que não podem ser estimadas de forma fiável a partir dos dados disponíveis.

P: Posso tomar Opisco se estiver a tomar analgésicos de venda livre?

A documentação oficial reforça a importância de revelar todos os outros medicamentos, incluindo produtos de venda livre, devido ao potencial de efeitos aditivos, tais como os relacionados com depressores do SNC. O rótulo regulamentar enumera inúmeras interações clinicamente significativas.

P: Qual é a faixa etária típica das pessoas que utilizam o Opisco?

A informação oficial restringe o uso oral a crianças com 6 ou mais anos e aconselha precaução no uso em idosos devido ao aumento da sensibilidade aos efeitos secundários. Os documentos regulamentares não especificam uma idade média geral ou uma faixa etária para a população adulta utilizadora global.

P: É normal ter dores de cabeça leves ao iniciar o Opisco?

A cefaleia (dor de cabeça) não está listada entre os efeitos adversos categorizados como de frequência comum ou conhecida na rotulagem oficial do produto. Os efeitos secundários que são comunicados frequentemente relacionam-se principalmente com os sistemas digestivo e nervoso, tais como obstipação e sonolência.

P: Porque é que o Opisco é considerado uma substância controlada?

O medicamento contém Papaveretum, um complexo analgésico opioide que inclui Cloridrato de Morfina. Os fármacos que contêm componentes opioides estão sujeitos a requisitos de segurança regulamentares especiais devido ao risco potencial de dependência e habituação com o uso repetido.

P: O Opisco afeta o humor ou os níveis de ansiedade?

Os documentos oficiais listam efeitos secundários relacionados com o sistema nervoso central, tais como sonolência, sedação e confusão. Refere-se que estes efeitos podem potencialmente relacionar-se com o estado mental de uma pessoa. O rótulo do produto não lista explicitamente efeitos no humor geral ou na ansiedade.

P: Existem diferentes dosagens ou formulações de Opisco?

A informação oficial do produto refere que o Opisco é fornecido como uma solução injetável para uso parentérico e como um comprimido oral. O documento oficial para o componente antiespasmódico indica que a solução injetável contém 20 mg por mL.

P: Posso conduzir enquanto estiver a tomar Opisco?

Fontes regulamentares indicam que, devido ao risco de efeitos secundários como sonolência, sedação, visão turva e confusão, os doentes devem estar cientes de que estes efeitos podem interferir com a sua capacidade de operar máquinas ou conduzir em segurança. Esta precaução aplica-se ao experienciar qualquer efeito que prejudique o estado de alerta ou a visão.

P: Tomar Opisco com alimentos altera o seu funcionamento?

O comprimido oral deve ser deglutido inteiro e não deve ser partido ou mastigado. Os rótulos regulamentares não especificam um efeito geral dos alimentos para todas as refeições. No entanto, o componente antiespasmódico pode influenciar o movimento do trato digestivo, o que pode afetar a taxa de absorção de outros medicamentos orais.

P: O Opisco pode causar tonturas ou vertigens?

A informação regulamentar oficial observou a ocorrência de tonturas após a administração parentérica (injeção) do componente antiespasmódico em casos muito raros. O componente opioide também está associado a tonturas e tensão arterial baixa, o que pode causar atordoamento.

P: Se eu tiver uma doença crónica, posso continuar a usar Opisco?

O uso de Opisco é restrito ou contraindicado para indivíduos com inúmeras condições crónicas específicas, incluindo glaucoma, miastenia gravis, insuficiência cardíaca e hipertrofia prostática. Os documentos oficiais mencionam considerações de segurança específicas para doentes com insuficiência renal ou hepática (problemas nos rins ou fígado).

Como Opisco deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento

O Opisco deve ser armazenado de acordo com a forma indicada no rótulo para manter a sua estabilidade. A solução injetável deve ser conservada a uma temperatura inferior a 30 ºC, enquanto os comprimidos são geralmente conservados abaixo dos 25 ºC, protegidos da luz e da humidade. O medicamento deve permanecer na embalagem exterior original. As ampolas injetáveis destinam-se a uma única utilização, e qualquer solução remanescente deve ser eliminada imediatamente após a utilização inicial.

Segurança e Proteção Infantil

Como o Opisco contém um componente opioide, deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças e guardado num local seguro, de preferência fechado à chave, para evitar o acesso acidental ou o desvio do medicamento.

Instruções de Eliminação

O Opisco não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais. O método preferencial consiste na utilização de um programa autorizado de recolha de medicamentos. Se não estiver disponível uma opção de recolha, determinados medicamentos que contenham opioides podem ser eliminados imediatamente através do sistema de esgotos para evitar danos; caso contrário, devem ser misturados com uma substância indesejável e selados antes de serem colocados no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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