Omix LP

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Omix LP

Omix LP: Identidade, Composição e Classe Terapêutica

O Omix LP é um medicamento sujeito a receita médica de administração oral, definido como um produto sintético de substância única e pequena molécula. A sua função principal consiste na modificação da tensão muscular no trato urinário inferior. O componente central é o Cloridrato de Tansulosina, que pertence à classe de medicamentos clinicamente reconhecidos como antagonistas dos adrenorreceptores alfa, ou alfablocantes.

Este medicamento é especificamente preparado na forma de uma cápsula dura de libertação prolongada, distinguindo-se pela designação “LP”, que indica um mecanismo de ação prolongada. Esta forma farmacêutica especializada é fundamental, uma vez que contém o princípio ativo no interior de microgrânulos — um design suportado por estudos farmacológicos para garantir que o Cloridrato de Tansulosina seja libertado lentamente durante um período alargado. O benefício deste mecanismo de libertação controlada é o fornecimento de uma concentração estável do composto, o que ajuda a sustentar a sua ação fisiológica ao longo do dia. Esta formulação de libertação modificada proporciona uma exposição sistémica consistente.


Cloridrato de Tansulosina: Um Alfablocante Seletivo

A atuação do Cloridrato de Tansulosina baseia-se no relaxamento direcionado do músculo liso, recorrendo a um mecanismo altamente seletivo. Caracteriza-se como um antagonista seletivo dos adrenorreceptores alpha1A, o que significa que a sua ação se foca principalmente em recetores alfa específicos, localizados densamente no tecido muscular liso da glândula prostática e no colo da bexiga.

Esta seletividade é essencial para o seu principal cenário de utilização geral: melhorar funcionalmente a dinâmica do fluxo em doentes que experienciam dificuldades na micção. Ao inibir a sinalização nestes recetores, o Omix LP reduz a tensão inerente a estes tecidos musculares. O propósito geral último desta ação é aliviar as dificuldades funcionais associadas ao fluxo constrito, tornando o processo de urinar geralmente mais fácil. Esta especificidade farmacológica é amplamente referenciada em diretrizes médicas de especialistas para a gestão de problemas do trato urinário inferior.

Quais efeitos secundários são possíveis com Omix LP?

Efeitos secundários possíveis e informações de segurança

O Omix LP (cloridrato de tansulosina) possui um perfil de segurança oficial categorizado por faixas de frequência regulamentares, que são utilizadas para classificar a regularidade com que as reações adversas são documentadas em ensaios clínicos e na vigilância pós-comercialização. Esta estrutura estabelece a compreensão abrangente dos possíveis efeitos.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas reportadas com maior frequência são classificadas como Frequentes (1/100 a <1/10 indivíduos tratados). Estas incluem tonturas e perturbações da ejaculação, tais como a ejaculação retrógrada ou a falha na ejaculação. As reações adversas classificadas como Pouco Frequentes (1/1.000 a <1/100) incluem dor de cabeça, palpitações, hipotensão ortostática, rinite, astenia, erupção cutânea, prurido, urticária e efeitos gastrointestinais como náuseas, vómitos, obstipação e diarreia.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Os documentos regulamentares oficiais classificam certos eventos como Raros ou Muito Raros, representando riscos clinicamente significativos. A síncope (desmaio) e o angioedema (inchaço do rosto ou garganta) são classificados como Raros. O priapismo (uma ereção persistente e dolorosa) e a síndrome de Stevens-Johnson são classificados como Muito Raros. Adicionalmente, a Síndrome da Íris Flácida Intraoperatória (IFIS), uma potencial complicação durante a cirurgia de cataratas ou glaucoma, é um risco documentado para doentes atualmente ou anteriormente tratados com este medicamento.

A documentação regulamentar descreve também limitações de segurança específicas. O medicamento é contraindicado em indivíduos com antecedentes de hipotensão ortostática e naqueles com insuficiência hepática grave. O rótulo oficial refere ainda que o medicamento não está indicado para utilização em mulheres ou na população pediátrica.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Os documentos regulamentares oficiais indicam que uma sobredosagem de Omix LP (cloridrato de tansulosina) é caracterizada principalmente pelo risco de hipotensão aguda e potencialmente grave. Esta é a manifestação documentada mais significativa, sendo por vezes acompanhada por outros sinais clínicos como tonturas, fraqueza, vómitos e diarreia.

Ações de Emergência Necessárias

Deve procurar-se assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem ou se surgirem sinais de hipotensão grave. As orientações regulamentares determinam a iniciação de suporte cardiovascular para gerir a instabilidade resultante. A medida inicial descrita é o posicionamento do doente numa posição supina (deitado de costas) para ajudar a restaurar a pressão arterial e a frequência cardíaca. Se esta medida for insuficiente, o uso de expansores de volume e, subsequentemente, de vasopressores está oficialmente definido como passos necessários na gestão clínica.

Medidas de Suporte e Limitações

Os procedimentos oficiais de gestão documentados para sobredosagens que envolvam grandes quantidades incluem medidas para impedir a absorção, tais como o uso de lavagem gástrica, carvão ativado e um laxante osmótico adequado. A função renal deve ser monitorizada. O perfil regulamentar observa que não é conhecido qualquer antídoto específico e é improvável que a diálise traga benefícios, devido à elevada ligação do fármaco às proteínas plasmáticas.

Usos terapêuticos de Omix LP

Para que é utilizado o Omix LP: principais utilizações e benefícios

O Omix LP é um medicamento indicado para o tratamento dos sintomas do trato urinário inferior associados à hiperplasia benigna da próstata (HBP). Esta condição caracteriza-se pelo aumento não canceroso da glândula prostática, que pode exercer pressão sobre a uretra, dificultando a passagem da urina.

A substância ativa, o cloridrato de tansulosina, pertence a um grupo de fármacos denominados antagonistas dos recetores adrenérgicos alfa 1. A sua principal função é reduzir a tensão nos músculos lisos da próstata e da uretra. Ao promover o relaxamento destas fibras musculares, o medicamento permite que a urina passe mais facilmente através da uretra, facilitando o ato de urinar.

Benefícios no alívio dos sintomas

O objetivo primordial do tratamento com Omix LP é a melhoria da qualidade de vida do paciente através do controlo dos sintomas urinários obstrutivos e irritativos. Entre os principais benefícios observados incluem-se:

  • Melhoria do fluxo urinário: A redução da resistência na uretra resulta num jato urinário mais forte e menos interrompido.
  • Redução da urgência urinária: Diminuição da sensação súbita e imperiosa de necessidade de urinar.
  • Menor frequência urinária: Redução da necessidade de urinar com demasiada frequência, tanto durante o dia como durante a noite (nictúria).
  • Esvaziamento vesical mais eficaz: Auxilia na redução da sensação de que a bexiga não foi totalmente esvaziada após a micção.

É importante notar que, embora o Omix LP ajude a gerir e a aliviar os sintomas urinários, o medicamento não reduz o tamanho físico da próstata. O tratamento é geralmente de longo prazo para manter a eficácia no controlo dos sintomas e prevenir o desconforto associado à progressão da obstrução urinária.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Omix LP?

A elegibilidade populacional para o Omix LP é definida pela documentação regulamentar oficial, estabelecendo regras específicas sobre quem está autorizado a utilizar o medicamento e quem não o deve fazer.

Populações Aprovadas e Restritas

O Omix LP está formalmente indicado apenas para doentes do sexo masculino adultos (com idade igual ou superior a 18 anos) que apresentem sintomas de Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP). Não está indicado para utilização em mulheres ou em populações pediátricas. O uso é geralmente permitido em doentes com insuficiência renal ou hepática ligeira a moderada, não sendo necessário o ajuste da dose nestas populações específicas.

Contraindicações Absolutas

A utilização de Omix LP é estritamente contraindicada em vários grupos:

  • Doentes com hipersensibilidade conhecida ao cloridrato de tansulosina.
  • Indivíduos com antecedentes de hipotensão ortostática (desmaio devido a pressão arterial baixa ao levantar-se).
  • Doentes com insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 10 mL/min).
  • Doentes que estejam atualmente a tomar outros agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos.

Restrições Condicionais

O início do Omix LP não é recomendado para doentes que tenham programada uma cirurgia às cataratas ou ao glaucoma. Os rótulos regulamentares exigem também que os doentes sejam submetidos a exames de rastreio de cancro da próstata antes de iniciarem e durante o curso do tratamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Omix LP (cloridrato de tansulosina) é definido por duas categorias primárias documentadas em fontes regulamentares: interações farmacocinéticas (metabólicas) e farmacodinâmicas. Toda a informação sobre interações é apresentada a um nível descritivo elevado e alinhado com as normas regulamentares.

Interações Farmacocinéticas Documentadas

Tipo de Interação Substâncias Interagentes Declaração de Resultado Oficial
Inibição de CYP3A4/CYP2D6 Inibidores fortes e moderados (ex: Cetoconazol, Paroxetina) A coadministração está formalmente documentada como aumentando a exposição à Tansulosina (AUC e Cmax).
Redução da Depuração (Clearance) Cimetidina Documentado o aumento dos níveis plasmáticos de Tansulosina através da diminuição da depuração renal.

A coadministração com inibidores fortes da CYP3A4 é oficialmente contraindicada em doentes identificados como metabolizadores pobres da CYP2D6, devido ao risco de um aumento significativo da exposição.

Interações Farmacodinâmicas Documentadas e Restrições de Administração

Tipo de Interação Substâncias Interagentes Declaração de Resultado Oficial
Hipotensão Aditiva Outros antagonistas alfa-adrenérgicos A combinação é contraindicada devido ao risco acrescido de hipotensão sintomática.
Hipotensão Aditiva Inibidores da PDE-5 (ex: Sildenafil) ou outros anti-hipertensores Recomenda-se precaução devido ao potencial documentado de efeitos aditivos na redução da pressão arterial.

Os documentos regulamentares impõem uma restrição de administração baseada no tempo, exigindo que a cápsula seja tomada 30 minutos após a mesma refeição todos os dias para manter a consistência da absorção.

Mecanismo de ação

Como funciona o Omix LP

O Omix LP (cloridrato de tansulosina) atua influenciando seletivamente o controlo do sistema nervoso autónomo sobre o tónus do músculo liso no trato urinário inferior. A sua ação é puramente farmacodinâmica, resultando de uma interação molecular direcionada que conduz a uma alteração funcional subsequente na mecânica dos tecidos.

Bloqueio Seletivo dos Recetores Adrenérgicos Alfa-1

A molécula funciona como um antagonista seletivo dos recetores alfa-1, ligando-se principalmente ao recetor alfa-1A e, em menor grau, ao recetor alfa-1D. Estes recetores regulam a contração do músculo liso na cápsula da próstata e no colo da bexiga. Ao bloquear estes recetores, o fármaco impede a ligação do neurotransmissor excitatório norepinefrina, interrompendo assim o sinal que causa a tensão muscular. Este bloqueio dos recetores inibe a cascata de sinalização da proteína Gq, prevenindo o aumento do cálcio intracelular necessário para a contração muscular.

Diminuição Funcional da Resistência ao Fluxo

A interrupção desta cascata de sinalização resulta no relaxamento do tecido muscular liso na cápsula da próstata e no colo da bexiga. A consequência fisiológica resultante é uma redução na resistência dinâmica e na compressão mecânica em redor da uretra, contribuindo para uma alteração na dinâmica funcional do fluxo no trato de saída. Este mecanismo atua apenas sobre a tensão muscular existente e não altera a massa estrutural do tecido.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Omix LP

O Omix LP é administrado como uma cápsula dura de libertação prolongada e é tomado por via oral. O padrão de utilização normalizado envolve uma dose diária fixa destinada a uma gestão contínua a longo prazo.

A dose inicial e de manutenção típica para adultos é de 0,4 mg uma vez por dia. Para doentes adultos que possam não registar uma resposta adequada após duas a quatro semanas de terapia, a dose pode ser aumentada para 0,8 mg uma vez por dia, o que representa a dose máxima recomendada. Se a administração for interrompida ou suspensa durante vários dias, a terapia deve ser reiniciada com a dose inicial de 0,4 mg diários.

Para uma entrega consistente da substância ativa ao longo do dia, o medicamento deve ser tomado de forma consistente aproximadamente 30 minutos após a mesma refeição todos os dias. Esta relação temporal é crucial para otimizar o perfil de absorção pretendido. A cápsula é especificamente formulada para libertar o composto de forma lenta; por conseguinte, a cápsula deve ser engolida inteira com água e não deve ser esmagada, mastigada ou aberta. Danificar a cápsula destrói as propriedades de libertação prolongada.

Este medicamento destina-se a uma terapia de longo prazo. Geralmente, não é necessário qualquer ajuste da dose para idosos ou doentes com insuficiência renal ou hepática ligeira a moderada. Se uma dose for esquecida, o indivíduo não deve tomar uma dose dupla para compensar, devendo, em vez disso, retomar o esquema fixo com a próxima dose programada. Este padrão de utilização define a abordagem regulamentar normalizada para a utilização do Omix LP.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Omix LP

A evidência científica para o Omix LP (cloridrato de tansulosina) provém principalmente de ensaios clínicos controlados e revisões de larga escala. Esta visão geral foca-se estritamente nos tipos de estudos realizados, nas medições utilizadas pelos investigadores e nos padrões gerais descritos em fontes científicas e regulamentares revistas por pares.

Evidência na Gestão de Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) na HBP

O principal corpo de evidência foi desenvolvido através de numerosos Ensaios Controlados Aleatorizados (RCTs). Estes estudos pivotais compararam o medicamento com um substituto inativo (placebo) em investigação que examinou os STUI em homens adultos com HBP. Estes ensaios iniciais foram geralmente de curta duração, a maioria durando entre 12 e 17 semanas. Os investigadores focaram-se em homens adultos com sintomas de Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) que estavam a passar por períodos de maior atividade sintomática.

Estes estudos exploraram alterações de curto prazo nos sintomas, particularmente aquelas relacionadas com dificuldades no fluxo funcional e hábitos de micção disruptivos. A investigação descreve as alterações medidas durante o período do estudo e comparou-as com observações do grupo placebo. Esta evidência contribui para o panorama científico mais amplo, mas não determina se um indivíduo irá responder de forma semelhante, uma vez que os resultados dos estudos refletem as condições específicas em que foram realizados.

Como os Ensaios Mediram o Alívio dos Sintomas e o Fluxo Funcional

Na investigação que explorou como os sintomas mudam ao longo do tempo, os investigadores utilizaram ferramentas padronizadas. A principal ferramenta subjetiva foi o Índice Internacional de Sintomas Prostáticos (IPSS) e o seu relacionado Índice de Qualidade de Vida foi aplicado em estudos que examinaram as experiências relatadas pelos doentes relativas ao desconforto físico. Os estudos também monitorizaram medições objetivas relacionadas com a dinâmica do fluxo funcional. O objetivo funcional mais comum foi o Débito Urinário Máximo (Qmax), que a investigação examinou, juntamente com medições do Volume de Urina Residual Pós-Miccional (PVR). Ambos foram utilizados em estudos que exploraram desequilíbrios fisiológicos temporários. Os resultados indicam que foram reportadas variações nestas métricas funcionais ao longo dos ensaios.

Estudos de Longo Prazo e Dados de Seguimento

Embora a evidência mais rigorosa (RCTs) tenha sido de curto a médio prazo, foi realizada investigação de longo prazo para explorar a monitorização sustentada dos sintomas ao longo do tempo. Os investigadores exploraram durações de seguimento que se estenderam por quatro a seis anos em estudos de extensão abertos. Estes estudos foram desenhados para monitorizar as respostas dos doentes ao longo de intervalos de tempo definidos. Os resultados ajudam a contextualizar a forma como os doentes relataram a sua experiência ao longo de anos de utilização contínua. No entanto, estes estudos de longo prazo são frequentemente observacionais e careceram do grupo de controlo com placebo simultâneo utilizado nos RCTs iniciais. Isto significa que os dados para certas comparações de longo prazo (por exemplo, contra um grupo não tratado) permanecem insuficientes e a certeza permanece baixa.

O que Ainda é Incerto Sobre o Registo de Investigação do Omix LP

As revisões científicas e regulamentares destacam várias áreas onde a certeza permanece baixa ou onde a investigação está em curso. Uma limitação fundamental da investigação é que a evidência controlada de longo prazo não está totalmente estabelecida. Embora o seguimento a longo prazo tenha sido observado em alguns estudos, a ausência de um grupo de controlo simultâneo e oculto significa que o espectro total de padrões a longo prazo não pode ser definitivamente separado das alterações naturais ao longo do tempo. Adicionalmente, os estudos ajudam a mostrar o que foi observado até agora relativamente a alterações a curto prazo, mas a evidência não determina se a utilização a longo prazo altera a progressão subjacente da própria HBP. Falta evidência comparativa para algumas classes terapêuticas. Estas limitações da investigação realçam o que é conhecido e o que ainda é incerto dentro do corpo de evidência atual.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Omix LP (FAQ)

P: O Omix LP pode ser esmagado ou mastigado? R: De acordo com as informações oficiais do produto, a cápsula possui uma formulação de libertação prolongada (LP) e deve ser engolida inteira com água. Os rótulos regulamentares estabelecem que o medicamento não deve ser dividido, mastigado, esmagado ou aberto, uma vez que a danificação da cápsula destrói as suas propriedades de libertação controlada, que foram concebidas para libertar o composto lentamente ao longo do tempo.

P: O Omix LP precisa de ser tomado com alimentos? R: As informações regulamentares indicam que o medicamento deve ser tomado uma vez por dia, aproximadamente 30 minutos após a mesma refeição todos os dias. A toma consistente com alimentos é aconselhada nos documentos oficiais para apoiar uma absorção constante e ajudar a manter níveis estáveis do composto no sangue durante o dia.

P: Um doente pode interromper subitamente a toma de Omix LP? R: As orientações oficiais aconselham os doentes a não interromperem a toma do medicamento nem a reduzirem a dosagem sem consultar um profissional de saúde. Os rótulos oficiais descrevem um procedimento para reiniciar o tratamento caso a terapia seja descontinuada ou interrompida por vários dias. Este procedimento envolve o retorno à dose mais baixa.

P: Existem diferentes dosagens de Omix LP disponíveis? R: Os guias de dosagem regulamentares indicam que estão descritas duas dosagens do medicamento no rótulo. Estas são tipicamente referidas como a dose inicial/de manutenção e a dose máxima descrita para utilização pelo doente.

P: O Omix LP é considerado um antibiótico? R: Não. O Omix LP (cloridrato de tansulosina) pertence à classe de fármacos dos antagonistas dos recetores alfa-adrenérgicos, ou bloqueadores alfa. A sua função é modificar a tensão muscular no trato urinário inferior e não é utilizado para tratar infeções bacterianas.

P: Quais são os equívocos comuns sobre o funcionamento do Omix LP? R: As descrições regulamentares oficiais clarificam que o medicamento funciona relaxando os músculos da próstata e do colo da bexiga. O mecanismo é descrito como atuando apenas na tensão muscular existente e não altera a massa estrutural do tecido.

P: O Omix LP afeta a capacidade de conduzir? R: Os documentos regulamentares descrevem o potencial para tonturas ou sonolência, o que pode afetar a capacidade de conduzir ou operar máquinas. É recomendada precaução nas advertências oficiais relativas a estes efeitos.

P: O que devo fazer se notar uma erupção cutânea após iniciar o Omix LP? R: Erupção cutânea, comichão e urticária são classificadas como efeitos adversos pouco frequentes e podem indicar uma reação do tipo alérgico. Os rótulos oficiais documentam que, se ocorrer uma erupção cutânea ou inchaço do rosto, língua, lábios ou garganta, tal deve ser imediatamente comunicado a um profissional de saúde. Estes eventos são sinais potenciais de uma reação adversa mais grave.

P: Quais são os sinais de uma reação alérgica grave ao Omix LP? R: Os sinais de uma reação alérgica grave documentados nos rótulos regulamentares podem incluir inchaço do rosto, olhos, língua, lábios ou garganta (Angioedema), juntamente com dificuldade respiratória, falta de ar ou uma erupção cutânea generalizada.

P: Que alimentos ou bebidas devem ser evitados durante a toma de Omix LP? R: O composto é metabolizado por uma enzima hepática específica (CYP3A4). Os documentos regulamentares indicam que é necessária precaução com inibidores fortes desta enzima, como o sumo de toranja. As advertências oficiais descrevem que o seu consumo pode levar a um aumento da exposição sistémica ao medicamento.

P: É possível ficar dependente do Omix LP? R: Não. As verificações do estatuto regulamentar confirmam que o cloridrato de tansulosina não é classificado como uma droga controlada e não tem potencial documentado de dependência nas advertências oficiais.

P: O que devo saber sobre a toma de Omix LP se tiver problemas renais? R: As informações oficiais referem que o uso é estritamente contraindicado em doentes com insuficiência renal grave (doença renal terminal). Geralmente, não se descreve qualquer ajuste de dose para insuficiência renal ligeira a moderada.

P: Quanto tempo demora o Omix LP a começar a fazer efeito? R: A informação clínica indica que a dose inicial é geralmente mantida por duas a quatro semanas. Este intervalo de tempo é descrito no rótulo como o período em que a resposta do doente pode ser avaliada.

P: O Omix LP causa sonolência ou fadiga? R: Embora os termos específicos possam variar, os documentos oficiais incluem as tonturas como um efeito secundário comum. A sonolência e a fraqueza (astenia) também estão classificadas como eventos adversos relatados em dados de ensaios clínicos.

P: O Omix LP tem efeitos secundários conhecidos a longo prazo? R: Foi realizada monitorização a longo prazo em estudos de seguimento que se estenderam por quatro a seis anos. Os documentos regulamentares classificam riscos como a Síndrome de Íris Flácida Intraoperatória (IFIS) como uma preocupação de segurança a longo prazo para doentes atual ou previamente tratados com este medicamento.

P: O Omix LP pode afetar os resultados de análises ao sangue? R: Dados de ensaios clínicos citados pelas autoridades incluem relatos de eventos adversos como anemia (diminuição dos glóbulos vermelhos) e aumento dos triglicéridos, que são medidos em análises ao sangue.

P: É normal sentir uma alteração no apetite ao utilizar Omix LP? R: A alteração geral do apetite não está especificamente listada como um efeito adverso. No entanto, eventos adversos como perda de peso e alteração do paladar foram relatados em dados de ensaios clínicos regulamentares.

P: Existe alguma evidência sobre o uso de Omix LP na gravidez? R: A informação regulamentar refere que o medicamento não está indicado para utilização em mulheres ou em populações pediátricas. Os rótulos oficiais observam que quaisquer questões relativas à utilização durante a gravidez devem ser dirigidas a um profissional de saúde.

P: Existem estudos de investigação a decorrer sobre novos usos para o Omix LP? R: Embora o medicamento esteja formalmente indicado apenas para a HBP, a literatura científica e diversos estudos têm examinado o uso do composto em várias outras áreas terapêuticas para além da sua indicação formal, explorando potenciais aplicações.

Como Omix LP deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Omix LP

O Omix LP (cápsulas de libertação prolongada de cloridrato de tansulosina) deve ser conservado de acordo com as especificações regulamentares oficiais para manter a integridade do seu mecanismo de libertação controlada.

Requisitos de Conservação e Manuseamento

Classificação Declaração Regulamentar
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (geralmente abaixo de 25°C ou 30°C). Não congelar.
Proteção Manter o recipiente bem fechado e conservar ao abrigo do calor excessivo, humidade e luz direta.
Acondicionamento Deve permanecer na embalagem de origem e ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.
Eliminação Não eliminar na canalização ou no lixo doméstico. O produto não utilizado ou fora de validade deve ser eliminado de acordo com os regulamentos locais, frequentemente através de um farmacêutico ou programa de recolha.

Estas regras oficiais garantem que as propriedades de libertação prolongada são preservadas e previnem a contaminação ambiental. O medicamento não deve ser utilizado após o prazo de validade impresso na embalagem.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Omix LP encontrado em:

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