Omic

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Omic

O Omic é um medicamento que contém a substância ativa tansulosina, um antagonista dos recetores adrenérgicos alfa-1. Este fármaco atua relaxando seletivamente os músculos lisos da próstata e da uretra, facilitando assim a passagem da urina.

Este medicamento é habitualmente indicado para o tratamento dos sintomas do trato urinário inferior associados à hiperplasia benigna da próstata, uma condição caracterizada pelo aumento não canceroso da glândula prostática. Ao reduzir a tensão muscular nestas áreas, o Omic ajuda a aliviar sintomas comuns como a dificuldade em iniciar a micção, o jato urinário fraco e a necessidade frequente ou urgente de urinar, inclusive durante a noite.

O Omic está disponível em formulações de libertação modificada, concebidas para assegurar uma libertação gradual e constante da substância ativa no organismo, permitindo geralmente uma administração de toma única diária.

Quais efeitos secundários são possíveis com Omic?

Perfil de Segurança Oficial e Reações Adversas

O perfil de segurança do Omic (Cloridrato de Tansulosina) está estabelecido através de documentação regulamentar oficial, classificando as potenciais reações adversas de acordo com a sua frequência e o sistema do corpo afetado. Estas classificações asseguram uma comunicação de risco neutra e regulada.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações adversas são formalmente agrupadas de acordo com as taxas de ocorrência comunicadas na utilização clínica:

  • Reações Comuns (ocorrem em 1 em 100 a menos de 1 em 10 doentes): incluem tonturas, cefaleias (dores de cabeça) e diversas perturbações da ejaculação (por exemplo, ejaculação retrógrada).
  • Reações Pouco Comuns (menos de 1 em 100 doentes): abrangem condições como a hipotensão ortostática (tonturas ao levantar-se), palpitações, náuseas, diarreia, obstipação (prisão de ventre) e reações na pele como erupção cutânea e prurido (comichão).
  • Reações Raras e Muito Raras: incluem eventos graves como síncope (desmaio), angioedema (inchaço do rosto ou garganta), priapismo (ereção persistente e dolorosa) e Síndrome de Stevens-Johnson (uma reação cutânea grave).

Restrições de Segurança Regulamentares

A rotulagem oficial assinala restrições de segurança específicas e considerações para populações específicas. O medicamento é contraindicado em indivíduos com antecedentes conhecidos de hipotensão ortostática ou hipersensibilidade grave ao fármaco. Além disso, não deve ser utilizado em doentes diagnosticados com insuficiência hepática grave.

Documentos oficiais detalham também o risco de Síndrome da Íris Flácida Intraoperatória (IFIS), que tem sido comunicada durante cirurgias de cataratas e glaucoma em doentes que utilizam ou que foram previamente tratados com este medicamento. As notas de segurança esclarecem que os sintomas vasculares, como as tonturas associadas à hipotensão ortostática, podem ter maior probabilidade de ocorrer após a primeira dose.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda — Informação Regulamentar Oficial

Âmbito da Sobredosagem

As manifestações documentadas de sobredosagem envolvem principalmente a hipotensão aguda, uma queda grave da tensão arterial, que é a manifestação mais crítica e documentada de uma dose excessiva. Foram registados casos com valores de tensão arterial sistólica tão baixos como 70 mmHg após exposição aguda, uma condição que pode levar a síncope (desmaio). Sintomas de desconforto gastrointestinal, incluindo vómitos e diarreia, também foram observados em cenários de sobredosagem documentados.

Resposta de Emergência e Gestão

É necessária assistência médica imediata sempre que se suspeite de uma sobredosagem, devido ao risco de efeitos hipotensores graves. O suporte cardiovascular deve ser prestado imediatamente. As medidas para restaurar a tensão arterial e normalizar a frequência cardíaca incluem colocar o doente em posição supina (deitado de costas) e, se necessário, administrar expansores de volume ou vasopressores, conforme exigido.

Procedimentos para impedir a absorção adicional do fármaco, tais como a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado e de um laxante osmótico, podem ser considerados. Além disso, a função renal deve ser monitorizada como parte das medidas gerais de suporte.

Condicionantes Oficiais

Os documentos regulamentares estabelecem explicitamente que a gestão deve ser inteiramente de suporte e sintomática, uma vez que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem com tansulosina e é improvável que a diálise seja útil devido à elevada ligação do fármaco às proteínas plasmáticas.

Usos terapêuticos de Omic

Para que serve o Omic: Principais Utilizações e Benefícios

O Omic é geralmente utilizado para proporcionar alívio sintomático de suporte em homens adultos com Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) associados à Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP). Este medicamento é aplicado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional.

As indicações principais para as quais o Omic é habitualmente utilizado são: a gestão de STUI associados à Hiperplasia Benigna da Próstata e o auxílio de suporte na gestão de sintomas associados a cálculos ureterais.

Este medicamento apoia os doentes durante episódios de maior desconforto e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional. É relevante para atenuar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores, especificamente os sintomas de esvaziamento, tais como o esforço urinário e o jato fraco, e os sintomas de armazenamento, como a frequência urinária e a necessidade de acordar durante a noite.

“O Omic pode fazer parte da gestão sintomática em situações que envolvam episódios agudos ou perturbadores.”

É comummente utilizado para ajudar com sintomas que interferem no conforto diário, podendo auxiliar na carga sintomática global e ajudar a melhorar o bem-estar no dia a dia.


Facto Rápido: Alívio dos Sintomas de Esvaziamento O Omic contribui para atenuar a carga global de sintomas associada a um jato urinário fraco ou interrompido, ajudando os doentes a lidar de forma mais constante com episódios difíceis de maior desconforto.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e não pode utilizar Omic

O Omic é um medicamento indicado para o tratamento de condições específicas relacionadas com o sistema urinário, sendo geralmente prescrito para homens adultos que apresentam sintomas do trato urinário inferior associados à hiperplasia benigna da próstata. Este medicamento atua relaxando os músculos da próstata e da uretra, facilitando a passagem da urina.

Contraindicações e Restrições

Existem situações específicas em que o uso de Omic não é recomendado. O medicamento não deve ser utilizado por indivíduos que tenham demonstrado hipersensibilidade ou alergia à tansulosina ou a qualquer outro componente da formulação. Além disso, pessoas com antecedentes de hipotensão ortostática — uma queda súbita da pressão arterial ao levantar-se, que pode causar tonturas ou desmaios — devem evitar o seu uso.

O Omic está também contraindicado em doentes com insuficiência hepática grave. Nestes casos, o fígado não consegue processar o medicamento de forma adequada, o que pode aumentar o risco de reações adversas.

Populações Especiais e Precauções

Este medicamento não é indicado para utilização em mulheres nem em crianças ou adolescentes com idade inferior a 18 anos, uma vez que a sua eficácia e segurança não foram estabelecidas nestes grupos.

Antes de iniciar o tratamento, é fundamental que os doentes com problemas renais graves informem o seu médico, pois a resposta ao medicamento pode exigir uma monitorização mais atenta. Da mesma forma, indivíduos que planeiam submeter-se a uma cirurgia ocular devido a cataratas ou glaucoma devem informar o seu oftalmologista sobre o uso de Omic, dado que o medicamento pode interferir com os procedimentos cirúrgicos oculares.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Contraindicações Formalmente Documentadas

Os documentos regulamentares oficiais classificam certas combinações com o Cloridrato de Tansulosina como contraindicadas devido a riscos significativos de interação. A coadministração com outros antagonistas dos recetores adrenérgicos alfa-1 é proibida devido ao aumento do potencial para uma descida acentuada da tensão arterial, denominada hipotensão sintomática. A combinação com inibidores fortes da CYP3A4, como o Cetoconazol, também é contraindicada, uma vez que esta inibição metabólica aumenta substancialmente a exposição total do organismo à Tansulosina.

Interações Farmacocinéticas e Farmacodinâmicas

A maioria das interações resulta do metabolismo do fármaco e dos seus efeitos no sistema circulatório. Os inibidores fortes ou moderados da CYP2D6 (por exemplo, a Paroxetina) aumentam a exposição à Tansulosina e exigem precaução. Os inibidores da fosfodiesterase-5 (PDE5) (por exemplo, o Sildenafil) devem ser utilizados com cautela, pois os seus efeitos vasodilatadores combinados podem levar a um risco acrescido de hipotensão sintomática. Está documentado que a Cimetidina aumenta a concentração plasmática da Tansulosina, o que requer prudência durante a utilização concomitante.

Regra do Momento de Administração

Para assegurar uma absorção consistente e concentrações sanguíneas estáveis, as normas regulamentares determinam que a Tansulosina deve ser administrada aproximadamente meia hora após a mesma refeição todos os dias. Está documentado que a ingestão do medicamento em estado de jejum aumenta a sua concentração máxima e a biodisponibilidade geral.

Precaução em Populações Específicas

A coadministração com um inibidor forte da CYP3A4 é contraindicada especificamente em doentes identificados como metabolizadores lentos da CYP2D6, devido ao risco elevado de um aumento da exposição ao fármaco.

Mecanismo de ação

O Omic (tansulosina) atua através do alvo seletivo nos adrenocetores alfa-1A, que se encontram concentrados nas células do músculo liso da próstata, da cápsula prostática e do colo da bexiga. A substância ativa atua como um antagonista competitivo seletivo, ocupando estes locais recetores e, consequentemente, bloqueando o acesso e a ativação pelo neurotransmissor endógeno, a noradrenalina.

Este bloqueio molecular interrompe a cascata de sinalização do sistema nervoso simpático que, normalmente, mantém a contração muscular nestes tecidos. A inibição da ativação dos recetores leva a uma redução crucial do cálcio intracelular no interior das células do músculo liso. A consequência fisiológica desta alteração celular é o relaxamento muscular (miorelaxamento) do músculo liso visado.

Este mecanismo afeta o tónus muscular liso, causando uma redução na componente dinâmica da resistência à passagem do fluido através do trato urinário inferior. Esta ação é específica para o tónus muscular e não afeta a componente fixa (estrutural) da obstrução provocada pela massa de tecido.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Omic — Orientações Oficiais de Administração

O Omic (Cloridrato de Tansulosina 0,4 mg) é utilizado de acordo com instruções específicas ditadas pela sua formulação de libertação modificada, que garante que a substância ativa seja libertada no organismo ao longo de um período prolongado. O protocolo de utilização correto assegura que o medicamento funcione como pretendido, aderindo estritamente às diretrizes regulamentares oficiais.


Âmbito da Administração

Instrução Detalhe (Baseado nas Informações Oficiais)
Via de administração Uso oral.
Esquema posológico A dose inicial é de 0,4 mg uma vez ao dia. Esta pode ser aumentada para a dose máxima recomendada de 0,8 mg uma vez ao dia se a resposta inicial for insuficiente após 2 a 4 semanas.
Momento da toma em relação às refeições Deve ser tomado aproximadamente 30 minutos após a mesma refeição todos os dias (por exemplo, após o pequeno-almoço).
Requisitos de preparação A cápsula deve ser engolida inteira e não deve ser esmagada, mastigada, partida ou aberta.
Administração por grupo etário Não indicado para uso na população pediátrica (menos de 18 anos). Geralmente, não é necessário ajuste de dose para idosos.
Ajustes e Reinício Não é necessário ajuste de dose em caso de insuficiência renal ou insuficiência hepática ligeira a moderada. Se a administração for interrompida por vários dias, a terapia deve ser reiniciada com a dose mais baixa de 0,4 mg uma vez ao dia.

Estrutura do Procedimento Resultante

Sequência oficial de passos:

  • Iniciação: Começar a terapia com a dose padrão de 0,4 mg.
  • Toma: Ingerir a cápsula uma vez ao dia, intacta, 30 minutos após uma refeição consistente.
  • Titração: Aumentar para 0,8 mg apenas após 2–4 semanas se a resposta inicial for insuficiente.

Ligação ao protocolo global de utilização: O protocolo de administração oficial define um regime oral diário padronizado que é condicionado pelo requisito de tomar a cápsula intacta e com alimentos. Esta estrutura estabelece um método claro, passo a passo, tanto para iniciar como para ajustar a dose do tratamento, e detalha explicitamente como restabelecer o regime terapêutico caso a utilização seja interrompida, garantindo a consistência na administração de acordo com as normas regulamentares.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre Omic

Evidência para Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) devido a HBP

A investigação científica analisou exaustivamente a utilização de Omic em estudos que exploram os Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) em homens adultos com Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP). A evidência principal provém de ensaios clínicos aleatorizados e controlados (ECT) de curta duração. Estes estudos foram concebidos para monitorizar a forma como as experiências relatadas pelos doentes e as medidas funcionais objetivas se alteram ao longo de períodos curtos. Ao comparar os grupos nos ECT, os estudos exploraram se as medições observadas nas pontuações I-PSS e na taxa de fluxo urinário diferiam entre os grupos em comparação com tratamentos inativos (placebo). Apesar da amplitude da investigação, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos através de estudos cegos contínuos.

Estudos sobre a utilização de Omic para cálculos ureterais

O Omic foi estudado para utilização em investigação que explora medidas de suporte para cálculos ureterais (pedras nos rins), que são condições que envolvem períodos de sintomas acentuados. Estes estudos utilizaram principalmente ensaios clínicos aleatorizados (ECT) para monitorizar se as taxas de expulsão de cálculos e o tempo até à passagem dos mesmos diferiam entre os grupos observados. Os resultados foram mistos quando a investigação incluiu todos os doentes com cálculos ureterais. No entanto, as análises de subgrupos focadas em doentes com cálculos maiores (por exemplo, com dimensões entre 5 mm e 10 mm) descreveram padrões menos mistos nas medições de passagem de cálculos em comparação com grupos de controlo inativo ou de observação.

Evidência a longo prazo e durabilidade das conclusões dos estudos

A investigação sobre o Omic explorou resultados para além da avaliação inicial de curto prazo, utilizando estudos de extensão abertos de longa duração. Estes estudos de extensão monitorizaram os doentes quanto à manutenção das medições de sintomas e da função durante períodos de até quatro anos ou mais. Os dados disponíveis a longo prazo descreveram padrões onde os resultados medidos continuaram a ser monitorizados nas populações observadas ao longo destes períodos de tempo. Contudo, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos sob as condições de estudo mais rigorosas, em dupla ocultação.

Que lacunas de evidência científica e incertezas permanecem

O panorama da investigação para o Omic inclui uma quantidade substancial de evidência para a sua utilização principal na HBP. No entanto, a evidência realça o que é conhecido — e o que ainda é incerto. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, particularmente no que diz respeito a doentes com condições médicas coexistentes graves (comorbilidades), uma vez que estes foram frequentemente excluídos dos ensaios iniciais de grande escala. Além disso, as conclusões de diferentes estudos sobre a indicação para cálculos ureterais foram mistas, particularmente ao analisar doentes com cálculos mais pequenos. A base de evidência carece de dados de ensaios diretos e dedicados para algumas populações muito específicas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Omic (FAQ)


P: O Omic interage com analgésicos comuns de venda livre?

As informações oficiais indicam que a substância ativa do Omic tem interações documentadas com alguns analgésicos. Embora muitos analgésicos comuns de venda livre sejam geralmente permitidos, recomenda-se precaução na utilização de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), uma vez que alguns podem afetar a velocidade com que o corpo processa o Omic. O perfil de interação sugere que os doentes devem estar cientes da necessidade de discutir todos os produtos utilizados com um profissional de saúde.


P: O Omic é um medicamento genérico ou está disponível apenas como marca comercial?

A substância ativa oficial do medicamento é o Cloridrato de Tansulosina. Os documentos regulamentares confirmam que "Omic" é um nome de marca utilizado para este medicamento, que contém Cloridrato de Tansulosina.


P: O Omic causa fadiga ou sonolência?

Os documentos regulamentares oficiais listam a sonolência (somnolência) como uma reação adversa relatada para a substância ativa do Omic. A sonolência é uma potencial reação adversa listada.


P: É seguro utilizar Omic se eu tiver tensão arterial elevada?

Os documentos oficiais descrevem que o objetivo do Omic não é o tratamento da tensão arterial elevada (hipertensão). O medicamento foi estudado em doentes com hipertensão controlada. No entanto, a principal preocupação de segurança associada ao Omic é o risco de hipotensão ortostática sintomática, que é uma descida da tensão arterial que pode ocorrer ao levantar-se.


P: O Omic pode afetar o meu humor ou clareza mental?

O medicamento está associado a efeitos no sistema nervoso central, tais como tonturas e sonolência. Os relatórios oficiais também listam a confusão como uma reação adversa, o que indica que pode potencialmente afetar a clareza mental.


P: Qual é a diferença entre o Omic e a sua versão de libertação prolongada (se existir)?

O Omic é fornecido como uma cápsula de libertação modificada, que é um tipo especializado de formulação de libertação prolongada. Este design controla a forma como o fármaco é libertado no corpo durante um período prolongado. A substância ativa (tansulosina) pode ser disponibilizada em vários tipos de libertação modificada, tais como Libertação Controlada (CR) ou Sistema de Absorção Oral Controlada (OCAS), dependendo da marca e da região regulamentar.


P: O Omic afeta a fertilidade nos homens ou nas mulheres?

A substância ativa do Omic foi associada a ejaculação anormal, como a ejaculação retrógrada. Estudos observaram que a substância ativa pode reduzir a fertilidade masculina ao afetar a ejaculação, sendo que o efeito observado em estudos com animais foi descrito como reversível.


P: Quanto tempo demora normalmente a notar-se algum efeito do Omic?

Estudos e informações oficiais do produto indicam que a melhoria dos sintomas, medida pelas pontuações de sintomas em ensaios clínicos, pode começar rapidamente. Foram observadas alterações logo na primeira semana após o início da terapêutica com Omic.


P: Com que rapidez é que o Omic começa a atuar após a toma?

A substância ativa da cápsula começa a ser absorvida rapidamente. A concentração máxima do fármaco na corrente sanguínea é habitualmente atingida 4 a 8 horas após a toma da cápsula de libertação modificada.


P: Posso tomar Omic se já estiver a tomar suplementos ou vitaminas?

As fontes regulamentares aconselham geralmente precaução quanto à utilização concomitante de medicamentos sujeitos a receita médica e produtos não sujeitos a receita médica. Existem dados insuficientes para determinar o perfil completo de interação do Omic com todos os remédios à base de plantas ou suplementos. O perfil de interação sugere que os doentes devem estar cientes da necessidade de discutir todos os produtos utilizados com o seu médico.


P: O que devo fazer se sentir uma reação inesperada ao Omic?

A rotulagem oficial instrui os doentes a estarem atentos aos sinais de reações raras mas graves, como uma ereção dolorosa e persistente (priapismo) ou inchaço da face, lábios ou garganta (angioedema). As informações oficiais enfatizam que pode ser necessária assistência médica imediata se estes eventos adversos graves ocorrerem.


P: Existem alimentos ou bebidas comuns que devam ser evitados durante a toma de Omic?

As instruções de administração oficiais determinam que o Omic deve ser tomado aproximadamente 30 minutos após a mesma refeição todos os dias. As informações oficiais sugerem que o consumo de álcool, particularmente ao iniciar a terapêutica, pode precisar de ser minimizado para reduzir o risco de tensão arterial baixa ao levantar-se, conhecida como hipotensão ortostática.


P: O Omic pode ser interrompido subitamente ou a utilização deve ser reduzida gradualmente?

As diretrizes de administração oficiais indicam que o Omic pode geralmente ser interrompido diretamente, sem necessidade de uma redução gradual da dose. Se a terapêutica for interrompida por vários dias, os documentos oficiais descrevem o protocolo para restabelecer o regime de dosagem.


P: O Omic tem um aviso de "caixa negra" ou aviso de segurança semelhante?

O rótulo oficial para a tansulosina não contém um aviso de segurança do tipo "Boxed Warning". Este é um aviso regulamentar específico reservado para medicamentos associados a riscos graves específicos, e o rótulo do medicamento não apresenta este aviso.


P: Existem efeitos de privação conhecidos associados à interrupção do Omic?

As informações oficiais não descrevem efeitos de privação clássicos ao interromper o medicamento. No entanto, é provável que os sintomas do trato urinário inferior que o fármaco trata regressem passados alguns dias ou semanas após a descontinuação.


P: O Omic pode alterar os resultados de exames laboratoriais comuns?

As informações regulamentares oficiais abordam a utilização de Omic em relação ao teste do Antigénio Específico da Próstata (PSA). Estudos indicam que o Omic não afeta significativamente os níveis de PSA e não é necessário qualquer ajuste no valor do PSA para fins de rastreio enquanto se toma o medicamento isoladamente.


P: Existe risco de dependência ou vício com o Omic?

O Omic (tansulosina) não é classificado como uma substância controlada pelas entidades reguladoras. As informações oficiais confirmam que não existe risco conhecido de dependência física ou vício associado à sua utilização.


P: O Omic contém glúten, lactose ou outros alergénios comuns?

A cápsula é composta pela substância ativa (Cloridrato de Tansulosina) e por vários ingredientes inativos, ou excipientes. O folheto informativo para o doente contém as informações necessárias para consulta sobre o conteúdo específico de alergénios.


P: É normal que a cor das cápsulas de Omic varie?

A descrição oficial do produto especifica uma cor, tamanho e forma específicos para a cápsula, esperando-se consistência para o produto regulado. Qualquer variação observada em relação a esta descrição oficial é habitualmente resolvida por um farmacêutico.


P: O Omic é considerado uma substância controlada?

O Omic (tansulosina) não é classificado como uma substância controlada pelas entidades reguladoras. Isto indica que não está sujeito às regulamentações específicas para medicamentos com risco conhecido de dependência ou uso indevido.

Como Omic deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar Omic

O armazenamento e a eliminação de Omic (Cloridrato de Tansulosina em cápsulas de libertação modificada) devem cumprir os requisitos regulamentares oficiais.

Requisitos de Armazenamento

As cápsulas devem ser conservadas a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C, sendo permitidas variações entre os 15 °C e os 30 °C. Para manter a estabilidade do produto, o medicamento deve ser protegido do calor excessivo e da humidade, devendo ser mantido na embalagem original e bem fechada. O medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Requisitos de Eliminação

As cápsulas não utilizadas ou com prazo de validade expirado não devem ser eliminadas no lixo doméstico nem em águas residuais (por exemplo, no lavatório ou na sanita). A eliminação deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos, geralmente através da utilização de programas de retoma de medicamentos em farmácias ou em pontos de recolha designados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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