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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de ODM

Que Tipo de Preparação Oftálmica é o ODM?

A preparação ODM é uma solução oftálmica especializada, classificada como um produto de combinação que funciona simultaneamente como Agente Hiperosmolar e Lubrificante Oftálmico. A sua identidade é definida pela inclusão de dois ingredientes funcionais primários: o sal inorgânico Cloreto de Sódio e o derivado polimérico natural Hialuronato de Sódio. Enquanto solução salina hipertónica, a sua ação foca-se na regulação osmótica de fluidos, em vez de efeitos bioquímicos sistémicos.

O Cloreto de Sódio possui uma utilização bem documentada como agente hipertónico na oftalmologia, tirando partido da osmose para gerir o inchaço dos tecidos. O uso estabelecido do Cloreto de Sódio neste contexto confirma que a função central da solução é de natureza física, visando extrair o excesso de água dos tecidos oculares. A preparação é frequentemente distribuída como um Dispositivo Médico em várias regiões, enfatizando o seu mecanismo físico em vez de uma interação farmacológica, o que constitui um fator diferenciador fundamental.


Composição e Formulação: Compreender a Dupla Ação

A composição da solução apresenta o agente osmótico Cloreto de Sódio e a substância viscoelástica Hialuronato de Sódio, suspensos num veículo aquoso estéril. As funções são complementares: a concentração hipertónica de Cloreto de Sódio cria o gradiente para a remoção de fluido, enquanto o Hialuronato de Sódio atua como uma camada de revestimento.

A inclusão do Hialuronato de Sódio é um componente essencial no desenvolvimento da solução, sendo clinicamente reconhecido por melhorar as propriedades de proteção e de retenção na superfície ocular. A investigação confirma que o Hialuronato de Sódio é altamente eficaz como agente lubrificante em formulações oftálmicas devido às suas excelentes propriedades de viscosidade e retenção. Além disso, a solução é tipicamente formulada sem conservantes, uma característica que visa minimizar potenciais irritações nos tecidos oculares sensíveis, tornando-a adequada para cuidados de suporte prolongados.


Objetivo Geral: Como o ODM Gere o Fluido Corneano

O objetivo global do ODM é gerir e corrigir a retenção de água na córnea através da regulação osmótica de fluidos, o que auxilia na restauração da transparência e do conforto da superfície ocular. Esta ação aborda a consequência física da acumulação excessiva de água nos tecidos corneanos.

Ao utilizar os princípios da hiperosmolaridade, a preparação extrai fisicamente o excesso de fluido do tecido corneano edemaciado. Esta ação ajuda a córnea a regressar ao seu estado normal, mais fino e transparente, apoiando a qualidade visual global. Um cenário neutro típico para esta preparação envolve o suporte à restauração da hidratação corneana normal.

Quais efeitos secundários são possíveis com ODM?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança documentado para esta solução oftálmica, que atua como agente hiperosmolar e lubrificante ocular, envolve essencialmente reações locais no olho, o que é consistente com a sua via de administração tópica e não sistémica. As características de segurança listadas oficialmente derivam dos documentos regulamentares relativos a preparações de cloreto de sódio hipertónico e hialuronato de sódio.


Reações Adversas Oculares Documentadas Oficialmente

As reações adversas documentadas na informação oficial de prescrição limitam-se, em grande medida, à classe de sistemas de órgãos de Doenças oculares. As reações classificadas como Mais Comuns, ou frequentemente observadas após a aplicação, incluem sensação temporária de ardor no olho, irritação ocular passageira e olhos vermelhos ou hiperemia ocular. As alterações na visão também constam oficialmente entre os efeitos observados com frequência.

Efeitos reportados com menor frequência, ou classificados como de frequência desconhecida em preparações associadas, podem incluir a sensação de corpo estranho e dor ocular. Podem também ocorrer reações de hipersensibilidade, manifestando-se através de erupção cutânea ou inchaço localizado.


Considerações de Segurança e Restrições

A documentação regulamentar oficial indica que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas para utilização na população pediátrica. A solução está formalmente contraindicada em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao Cloreto de Sódio, ao Hialuronato de Sódio ou a qualquer um dos excipientes da formulação. Além disso, as informações oficiais recomendam que o utilizador interrompa a utilização caso os efeitos locais, tais como dor ocular, vermelhidão contínua ou irritação, persistam ou se agravem, indicando a necessidade de uma avaliação profissional. As sensações de ardor e irritação são habitualmente descritas como temporárias e associadas ao momento imediato da instilação do produto.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem de Medicamentos Orais para a Diabetes (ODM), especificamente da classe da metformina, é definido pelo risco de Acidose Láctica, uma complicação metabólica rara mas grave. Esta condição é classificada como uma emergência médica que pode levar a quadros clínicos graves ou a desfechos fatais se não for gerida prontamente.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

A sobredosagem ou a acumulação do fármaco apresenta-se frequentemente através de sintomas inespecíficos, tais como mal-estar geral, mialgias (dores musculares) e um aumento da sonolência. Sinais mais graves incluem hipotensão, hipotermia, dificuldade respiratória e achados laboratoriais distintos de níveis elevados de lactato no sangue e acidose com hiato aniónico. Indivíduos com idade igual ou superior a 65 anos ou que sofram de insuficiência renal apresentam um risco documentado acrescido desta toxicidade grave, devido à eliminação deficiente do fármaco citada nas informações oficiais.

Medidas de Emergência Determinadas pelos Reguladores

É necessária assistência médica imediata perante qualquer suspeita de Acidose Láctica ou sobredosagem. A instrução oficial consiste em interromper imediatamente a medicação. Dada a natureza potencialmente fatal desta complicação, são indispensáveis uma avaliação médica urgente e monitorização hospitalar para avaliar os sinais vitais e o equilíbrio ácido-base. A medida de suporte oficialmente descrita para gerir esta toxicidade é a hemodiálise imediata, necessária para remover o fármaco acumulado e corrigir a acidose subjacente.

Usos terapêuticos de ODM

O que trata o ODM: Principais Utilizações e Benefícios

Os Medicamentos Orais para a Diabetes (ODM) são utilizados essencialmente em contextos clínicos que envolvem um desequilíbrio sistémico para a gestão da Diabetes Mellitus Tipo 2. Estas medicações são pertinentes para o alívio de sintomas associados a níveis de glicose no sangue persistentemente elevados.

A medicação é habitualmente utilizada para auxiliar na gestão da hiperglicemia crónica e pode ajudar na gestão do risco de complicações de saúde a longo prazo. É considerada relevante em situações onde é necessária uma gestão adicional da glicose. Esta abordagem de suporte desempenha um papel na gestão de sintomas que interferem com o funcionamento diário e que criam um desgaste fisiológico percetível ao longo do tempo.

“Este tratamento oferece um suporte que ajuda a atenuar a carga global dos sintomas, contribuindo para um maior conforto durante os períodos sintomáticos.”

Esta categoria terapêutica auxilia na manutenção da estabilidade funcional, proporcionando um alívio de suporte durante as fases em que os sintomas se tornam mais evidentes.

Facto Rápido: Alívio para a Hiperglicemia Crónica

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar ODM

A elegibilidade para o tratamento com ODM baseia-se numa avaliação rigorosa do perfil de saúde do paciente e da condição clínica específica que se pretende tratar. Este medicamento é geralmente indicado para adultos que apresentam critérios diagnósticos claros para as patologias aprovadas, desde que não existam contraindicações que possam comprometer a segurança do utilizador.

Grupos que podem utilizar o medicamento

O ODM é habitualmente prescrito a indivíduos que não obtiveram uma resposta satisfatória com terapêuticas de primeira linha ou que necessitam de uma intervenção específica que este composto proporciona. A utilização em populações idosas é possível, embora exija frequentemente uma monitorização mais atenta das funções hepática e renal, dado que o metabolismo nestas faixas etárias pode ser mais lento.

Contraindicações e restrições

Existem grupos específicos para os quais o uso de ODM não é recomendado ou é estritamente proibido:

  • Hipersensibilidade: Indivíduos com histórico de reações alérgicas graves a qualquer componente da fórmula não devem utilizar este medicamento.
  • Comprometimento de órgãos: Pacientes com insuficiência renal ou hepática grave podem não ser candidatos ao tratamento, uma vez que estas condições podem levar à acumulação perigosa da substância no organismo.
  • Gravidez e amamentação: Salvo indicação médica específica em que os benefícios superem claramente os riscos, o ODM é geralmente evitado nestas fases devido à ausência de dados robustos sobre a segurança para o feto ou para o lactente.
  • Interações medicamentosas: Pessoas que já utilizam determinados fármacos que interferem com a via metabólica do ODM podem ser excluídas do tratamento para evitar efeitos adversos graves ou a perda de eficácia terapêutica.

Considerações pediátricas

A segurança e a eficácia do ODM em crianças e adolescentes não foram estabelecidas na maioria dos protocolos clínicos. Portanto, a sua utilização nesta população não é recomendada, a menos que existam orientações específicas baseadas em estudos pediátricos validados para indicações muito particulares.

Antes de iniciar a terapia, é fundamental uma revisão completa do historial clínico para garantir que o perfil do paciente é compatível com os parâmetros de segurança estabelecidos para o ODM.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil de interações do ODM (Solução Oftálmica de Cloreto de Sódio/Hialuronato de Sódio) fundamenta-se em documentos regulamentares oficiais, destacando as limitações impostas pela sua ação localizada e não sistémica.

Âmbito das Interações

A conclusão oficial mais relevante é a ausência de interações medicamentosas sistémicas, incluindo as mediadas pelas enzimas do citocromo P450 ou por transportadores de fármacos. Não existem contraindicações documentadas com medicação sistémica, e não existem interações documentadas com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.

Interação Local Documentada

As fontes regulamentares descrevem uma Interação Farmacodinâmica Local na Superfície Ocular com outros medicamentos oftálmicos tópicos (por exemplo, todas as outras gotas e pomadas oftálmicas). Esta interação é definida como um potencial efeito de lavagem (washout), que reduz o tempo de contacto e a eficácia da preparação administrada em conjunto.

Restrições Relacionadas com Interações

Esta interação local resulta em normas obrigatórias de intervalo entre administrações. A coadministração com qualquer outra preparação oftálmica tópica exige um intervalo mínimo obrigatório entre o tempo de aplicação para mitigar o efeito de lavagem. As instruções regulamentares determinam também que, se uma pomada oftálmica fizer parte do regime concomitante, esta deve ser o último produto a ser administrado.

Mecanismo de ação

O fármaco ODM atua como um modulador de vias, envolvendo mecanismos que regulam processos hiperativos ou desregulados ao nível molecular. O seu modo de ação primário centra-se em dois domínios mecanísticos fundamentais para alcançar um estado de sinalização mais regulado.


Antagonismo da Via do Recetor de Androgénio

Este domínio envolve a atuação do fármaco como um antagonista seletivo do Recetor de Androgénio (AR), um tipo de sinalização mediada por recetores. O composto liga-se ao AR, inibindo assim a sua função, o que inclui a translocação nuclear, a ligação ao DNA e a transcrição genética. Esta modificação das etapas moleculares iniciais na sequência de sinalização do AR contribui para a modulação a jusante da sinalização fisiológica excessiva impulsionada por este padrão de sinalização distinto.


Modulação de Mecanismos de Resistência

O ODM envolve mecanismos que influenciam especificamente a regulação do feedback e a ativação de vias compensatórias. O fármaco e o seu metabolito primário demonstram atividade contra recetores de androgénio mutantes, incluindo aqueles que conferem resistência a outras terapias direcionadas. Esta modificação de variantes alteradas do recetor reduz a concentração efetiva de complexos de AR ativos. O envolvimento deste mecanismo resulta num perfil de sinalização a jusante alterado em sistemas onde é necessário um ajuste da via direcionada.

Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais para a Administração do ODM

Esta secção descreve as instruções procedimentais oficiais para a utilização do ODM, baseando-se estritamente na documentação regulamentar fornecida às agências governamentais de saúde.


Âmbito da Administração

A via de administração estabelecida para o ODM é a via oral. O fármaco deve ser tomado como um comprimido inteiro e intacto. O esquema posológico estabelecido consiste na toma de um único comprimido de 100 mg, uma vez por dia (QD), administrado sem interrupção. O ODM pode ser tomado com ou sem alimentos, conforme documentado na informação de prescrição do fármaco.

Classificação Detalhe
Método de Administração Via Oral
Padrão de Frequência Posológica Diário (QD)
Base Regulamentar Normas de Rotulagem
Restrições de Contexto Nenhuma (utilização oral padrão)

Instruções de Procedimento e Omissão de Dose

Os requisitos de preparação incluem garantir que o comprimido é engolido inteiro; o comprimido não deve ser partido, esmagado ou mastigado. Relativamente à administração por grupo etário, a dose recomendada de 100 mg uma vez por dia aplica-se a doentes adultos (com idade igual ou superior a 18 anos). Ajustes posológicos específicos para as populações pediátrica ou geriátrica não são uniformemente mandatados, a menos que existam dados distintos disponíveis nos documentos oficiais de referência.

Na eventualidade de uma omissão de dose, a instrução prescrita é que a dose seja tomada assim que o doente se lembrar do lapso. No entanto, se o momento estiver próximo da dose seguinte agendada, a dose esquecida deve ser totalmente omitida para evitar a toma de duas doses em simultâneo. Os doentes devem retomar o seu esquema regular de uma toma diária a partir daí. Não existem outras condições procedimentais especiais explicitamente documentadas.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama dos Estudos sobre o ODM

Evidência para o Uso na Gestão Crónica de [Indicação Primária Hipotética]

A investigação analisou o ODM em estudos que envolveram a gestão crónica desta condição, a qual se caracteriza por manifestações flutuantes ou episódicas. Estes estudos consistiram principalmente em ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) de curta duração, nos quais os participantes foram designados para receber ODM ou um placebo inativo durante um período definido, habitualmente de 12 a 24 semanas. Estes ensaios foram relevantes para descrever a forma como os sintomas são medidos e aplicados em estudos que examinam as experiências relatadas pelos próprios doentes. Adicionalmente, foram aplicados estudos observacionais de duração intermédia e mais prolongada em contextos de investigação que envolveram sintomas flutuantes ou instáveis por períodos de até um ano.

A investigação examinou diversos resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade, incluindo a alteração na [Pontuação de Atividade da Doença/Sintoma Primário] e a avaliação da capacidade funcional. Os ECA também documentaram a frequência global de eventos e as interrupções do estudo nas populações observadas. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos que refletem estes indicadores medidos durante o período de tratamento de curto prazo. Especificamente, os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas durante os seis meses iniciais. A evidência contribui para o panorama mais amplo de compreensão dos padrões de sintomas em adultos com atividade da doença de moderada a grave.

Contudo, a evidência é limitada e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. As durações do acompanhamento foram limitadas para medir os resultados reais da doença ao longo de vários anos. Estão ainda a surgir dados sobre os resultados da doença a muito longo prazo e sobre como os sintomas evoluem após o término do período de estudo. Como resultado, os estudos ajudam a mostrar o que foi observado até agora; a investigação fornece contexto, mas não previsões individuais para o curso futuro da condição.

Evidência para Uso Adjuvante em [Coindicação Hipotética]

O ODM foi estudado para a sua utilização em conjunto com os cuidados médicos padrão em indivíduos com [Coindicação Hipotética], que envolve períodos de sintomas intensificados. A investigação explorou este cenário através de ensaios clínicos aleatorizados de Fase 3, nos quais o ODM foi combinado com os cuidados padrão e comparado com um grupo que recebeu um placebo juntamente com os cuidados padrão. Os estudos focaram-se em episódios onde os sintomas se tornam mais percetíveis, monitorizando resultados como o tempo até à ocorrência de um [Evento Relacionado com a Coindicação] e alterações em parâmetros laboratoriais específicos relacionados.

Os resultados descrevem padrões observados nestes estudos relativamente ao tempo de ocorrência de certos eventos e à forma como as medidas laboratoriais relacionadas evoluíram durante o acompanhamento de duração intermédia de 9 a 18 meses. Uma vez que estes estudos foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática, a investigação fornece informações sobre alterações a curto prazo ao adicionar o ODM aos regimes de tratamento existentes. No entanto, a qualidade da evidência varia entre os estudos e os dados para esta utilização adjuvante específica ainda estão a surgir e derivam de amostras de dimensão modesta.

Estudos a Longo Prazo e Dados de Acompanhamento

A investigação monitorizou os resultados ao longo de intervalos de tempo definidos; no entanto, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. A maioria dos ensaios definitivos concentrou-se nas alterações de curto prazo e de duração intermédia, tipicamente até um ano. Embora alguns estudos de extensão tenham monitorizado os participantes por um período mais longo, existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo e sobre o estado a longo prazo dos resultados relatados após o tratamento do estudo ter terminado. A investigação realça o que se sabe — e o que ainda é incerto — sobre os resultados ao longo de vários anos.

Evidência em Populações Especiais

O ODM foi avaliado em estudos envolvendo adultos (com idades entre os 18 e os 65 anos) com uma gravidade específica da condição primária, mas a investigação para certos subgrupos continua em curso. A investigação examinou doentes com compromisso renal ligeiro e hipertensão controlada. No entanto, os dados para certos grupos permanecem insuficientes. Por exemplo, a evidência é limitada relativamente ao uso de ODM em doentes com compromisso hepático grave ou naqueles com certos tipos de doenças oncológicas ativas. Da mesma forma, os dados para crianças e adolescentes ainda estão a surgir e a certeza permanece baixa para estes grupos devido ao número limitado de estudos que os incluíram.

O Que Ainda é Incerto Sobre o ODM

A investigação fornece informações sobre as alterações a curto prazo, mas várias áreas importantes permanecem por explorar. Estão ainda a surgir dados relativos ao impacto total do ODM, especialmente durante períodos prolongados, uma vez que as durações do acompanhamento foram limitadas nos estudos iniciais. Falta evidência comparativa para muitas comparações diretas com outros medicamentos. Além disso, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas, o que significa que a investigação não determina se um indivíduo fora dessas condições específicas de estudo poderá registar resultados semelhantes. Os resultados descrevem padrões de grupo, não resultados pessoais, e a base de evidência continua a crescer à medida que a investigação prossegue.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o ODM (FAQ)

P: O ODM pode afetar a minha capacidade de conduzir?

A rotulagem oficial descreve que é possível a ocorrência de perturbações visuais temporárias após a aplicação do ODM. Devido ao facto de poderem ocorrer alterações na visão, a informação oficial aconselha precaução ao realizar tarefas que exijam foco, tais como conduzir ou operar maquinaria com segurança.


P: Por que razão a embalagem diz para evitar a toranja enquanto utilizar o ODM?

De acordo com os documentos regulamentares, é importante evitar o consumo de toranja e de sumo de toranja durante a utilização deste medicamento. Esta restrição existe porque a toranja pode interferir na forma como o corpo processa (metaboliza) o fármaco, o que pode alterar os efeitos esperados do mesmo.


P: O ODM causa dependência física?

Os documentos regulamentares oficiais e as informações de prescrição não contêm qualquer informação relativa ao potencial de abuso, adição ou dependência física relacionada com o ODM. As autoridades regulamentares incluem secções específicas para estes avisos apenas quando os mesmos são aplicáveis a um medicamento.


P: É normal sentir uma ligeira dor de cabeça ao começar a utilizar o ODM?

Os documentos oficiais, tais como a secção de Reações Adversas da rotulagem, listam a dor de cabeça como um dos possíveis efeitos relatados por pessoas que tomaram ODM em estudos ou após a comercialização do produto. Este sintoma é descrito como uma reação adversa relatada.


P: O ODM necessita de uma receita especial ou é de venda livre?

O estatuto regulamentar do ODM especifica que este está disponível apenas mediante prescrição médica (sujeito a receita médica) nos Estados Unidos e noutros mercados regulados. Não está aprovado para utilização como medicamento de venda livre.


P: Qual é o risco de sobredosagem com o ODM?

A secção de Sobredosagem dos documentos oficiais do produto indica que, caso ocorra uma sobredosagem acidental, não existe um antídoto específico disponível. Por conseguinte, o tratamento foca-se na prestação de medidas gerais de suporte.


P: As mulheres grávidas ou a amamentar podem utilizar o ODM?

A rotulagem oficial refere que não existem estudos adequados ou bem controlados que envolvam especificamente mulheres grávidas. Além disso, não existem dados disponíveis para determinar se o ODM é excretado no leite materno humano durante a amamentação. Os documentos regulamentares oficiais indicam que a decisão de utilizar este medicamento durante estes períodos envolve uma avaliação cuidadosa dos potenciais riscos e benefícios.


P: Como é que o ODM afeta os resultados dos testes laboratoriais?

De acordo com as informações constantes da rotulagem oficial, não foi demonstrado que o ODM interfira com os resultados dos testes laboratoriais padrão. Isto significa que não se espera que o medicamento cause leituras falsas ou enganadoras em análises ao sangue ou outros exames laboratoriais comuns.


P: O ODM é adequado para indivíduos com intolerância à lactose ou doença celíaca?

A descrição oficial da formulação em comprimido oral lista a lactose monohidratada como um ingrediente inativo (excipiente). Este detalhe factual deve ser obrigatoriamente divulgado nos documentos regulamentares para indivíduos que possam ter sensibilidade a excipientes como a lactose.


P: O ODM está habitualmente associado a alterações de humor ou depressão?

As informações oficiais de prescrição, incluindo as secções de reações adversas, descrevem as alterações de humor e a depressão como efeitos que foram relatados por doentes durante os estudos clínicos ou após a introdução no mercado. Estes são listados como possíveis reações adversas associadas ao uso do medicamento.


P: Qual é o objetivo dos ingredientes inativos no comprimido de ODM?

A descrição oficial lista os ingredientes inativos, também conhecidos como excipientes, que fazem parte do comprimido de ODM. Estes ingredientes são incluídos na formulação para auxiliar no processo de produção do comprimido, manter a sua estabilidade ao longo do tempo e fornecer a estrutura física necessária.


P: Existe alguma diferença entre o ODM de marca e o genérico?

Os organismos reguladores exigem que qualquer versão genérica aprovada de um fármaco demonstre ser bioequivalente ao produto de marca. Isto significa que se espera que o genérico forneça a mesma quantidade de substância ativa na corrente sanguínea no mesmo período de tempo, alinhando-se com a definição de bioequivalência.

Como ODM deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o ODM?

As condições oficiais de conservação desta solução oftálmica exigem a manutenção de uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20 °C e os 25 °C. O produto deve ser estritamente protegido do congelamento e deve ser mantido ao abrigo do calor excessivo, da humidade e da luz direta.

Para preservar a integridade do medicamento, o recipiente deve ser mantido firmemente fechado quando não estiver a ser utilizado. Qualquer solução que esteja fora do prazo de validade ou que apresente uma alteração na cor ou se torne turva deve ser descartada. Por motivos de segurança, o medicamento deve ser sempre guardado fora da vista e do alcance das crianças.

A eliminação deve seguir as orientações regulamentares: o produto não utilizado ou fora de validade não deve ser colocado no lixo doméstico, nem escoado pela sanita ou por um lavatório. Deve consultar um farmacêutico ou as autoridades locais de gestão de resíduos para obter informações sobre os procedimentos de eliminação adequados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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