Neurocil

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Neurocil

Método de ação: Antipsychotic, Psycholeptics

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Neurocil

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Levomepromazina (Metotrimeprazina)
Forma Comprimidos, Solução Oral (Gotas), Solução Injetável
Classe farmacológica Neuroléptico Fenotiazínico (Antipsicótico Típico)
Objetivo geral Sedativo Forte, Tranquilizante, Adjuvante Analgésico
Origem Composto químico sintético

Que tipo de medicamento é o Neurocil e qual a sua composição?

O Neurocil é o nome comercial de um produto medicinal sintético cujo único princípio ativo é a Levomepromazina, um composto também reconhecido como Metotrimeprazina. Esta substância é definida quimicamente como um fármaco neuroléptico fenotiazínico, o que a insere na categoria terapêutica dos antipsicóticos típicos. Em muitas regiões, incluindo aquelas onde a marca Neurocil é habitualmente utilizada, este medicamento é estritamente de receita médica obrigatória (Rx) devido à sua potência.

A classificação do fármaco como uma fenotiazina alifática determina a sua ação no sistema nervoso central, estabelecendo-o como um agente de baixa potência dentro da sua classe. O componente central, a Levomepromazina, é geralmente formulado como sal de maleato nos medicamentos finais. O produto é fabricado em diversas formas farmacêuticas versáteis, incluindo versões orais como comprimidos e as soluções orais (gotas), bem como em solução injetável para administração parentérica.


Qual é o objetivo geral da ação da Levomepromazina?

O objetivo geral da Levomepromazina é exercer efeitos sedativos e tranquilizantes potentes no sistema nervoso central para ajudar a estabilizar situações de sofrimento mental e físico grave. Esta utilidade resulta da sua ação multimodal, o que significa que interage com vários mensageiros químicos essenciais no cérebro, incluindo a dopamina, a serotonina e a histamina.

O seu mecanismo de ação resulta numa utilidade de amplo espectro, principalmente ao ajudar a reduzir a agitação mental e física excessiva e ao promover o repouso. Além da sua ação antipsicótica primária, a Levomepromazina é clinicamente reconhecida pelas suas propriedades antieméticas potentes (contra náuseas e vómitos). Adicionalmente, estudos farmacológicos sustentam o seu papel estabelecido como um adjuvante analgésico, o que significa que potencia o efeito de outros medicamentos para a dor, tornando-o útil na gestão de cenários caracterizados tanto por uma tensão psicológica severa como por dor persistente de difícil controlo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Neurocil?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Neurocil (Levomepromazina), um neuroléptico fenotiazínico, está documentado através de reações adversas oficialmente classificadas e de considerações específicas para certas populações. Estes efeitos estão organizados de acordo com a sua frequência e o sistema corporal afetado, refletindo o impacto potente do fármaco nos sistemas nervosos central e autónomo.

Classificação das Reações Adversas Documentadas

As reações adversas muito frequentes incluem a hipotensão ortostática (uma descida da tensão arterial ao levantar-se), que constitui uma consideração de segurança fundamental, observada habitualmente no início do tratamento ou após aumentos da dose. Entre os efeitos frequentes documentados em fontes regulamentares encontram-se a sedação, a sonolência e diversos sintomas extrapiramidais, tais como o parkinsonismo e a acatísia.

Classe de Sistema de Órgãos Reações Comuns/Esperadas
Vascular/Cardíaca Hipotensão ortostática, Taquicardia, Palpitações
Sistema Nervoso Sedação, Sonolência, Sintomas extrapiramidais
Dermatológica Fotossensibilização, Reações alérgicas cutâneas

Reações Adversas Graves e Considerações de Segurança

Os documentos oficiais listam explicitamente várias reações adversas graves, embora raras. Estas incluem a Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM), uma reação hipertérmica potencialmente fatal, e a agranulocitose, um distúrbio sanguíneo grave. O potencial de prolongamento do intervalo QT e o risco de desenvolvimento de Torsades de Pointes são igualmente preocupações de segurança cardíaca documentadas. Além disso, a utilização da Levomepromazina tem sido associada a uma redução do limiar convulsivo.

As informações de segurança destacam que os adultos mais idosos são, geralmente, mais suscetíveis a efeitos como a hipotensão e a sedação. O risco de Discinesia Tardiva e de certas alterações oculares está associado a doses elevadas ou à exposição a longo prazo a neurolépticos fenotiazínicos.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Neurocil é um evento grave que exige cuidados médicos imediatos. O perfil clínico de uma dose excessiva envolve principalmente efeitos no sistema nervoso central e no sistema cardiovascular, conforme documentado na informação regulamentar.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas:

Os sintomas após uma sobredosagem podem incluir sonolência ou perda de consciência, bem como uma instabilidade cardiovascular significativa, manifestada por hipotensão (tensão arterial baixa) e taquicardia (ritmo cardíaco acelerado). De forma mais crítica, a sobredosagem pode resultar em arritmias ventriculares graves e alterações visíveis num eletrocardiograma (ECG). Outras manifestações podem incluir hipotermia e discinesias extrapiramidais severas (distúrbios dos movimentos involuntários).

Ações de Emergência e Gestão:

Deve ser procurada ajuda médica imediata ao primeiro sinal de suspeita de sobredosagem. O tratamento é de suporte, focando-se na gestão dos sintomas apresentados. É importante salientar que não existe um antídoto específico para uma sobredosagem por Neurocil. As diretrizes regulamentares sugerem que, se a dose tóxica tiver sido ingerida nas seis horas anteriores, os profissionais de saúde podem considerar procedimentos como a lavagem gástrica, seguida da administração de carvão ativado para ajudar a reduzir a absorção do fármaco. Devido ao potencial de complicações fatais, os cuidados de emergência profissionais são essenciais para a estabilização e monitorização das funções cardíaca e neurológica.

Usos terapêuticos de Neurocil

Para que serve o Neurocil: principais utilizações e benefícios

O Neurocil (Levomepromazina) é utilizado para proporcionar alívio sintomático em diversos domínios clínicos onde os doentes possam experienciar quadros de sofrimento agudo ou agravado. É frequentemente utilizado pelas suas propriedades tranquilizantes, sedativas, antieméticas e de potenciação analgésica, com o objetivo de apoiar doentes que enfrentam conjuntos de sintomas intensos ou resistentes a outras terapêuticas. Este fármaco é um neuroléptico com indicações em psiquiatria e medicina geral, com relevância particular no contexto de doença terminal.

As utilizações principais incluem a gestão da agitação psicomotora, o tratamento de sintomas associados a alterações agudas ou episódicas (tais como delírios e alucinações), e a atuação como adjuvante no tratamento da dor crónica e de náuseas ou vómitos intratáveis.

Sofrimento Agudo e Episódios Psicóticos

O Neurocil é habitualmente utilizado para auxiliar em grupos de sintomas que podem surgir subitamente e que têm o potencial de causar uma interferência notória na estabilidade mental. O medicamento oferece um suporte que ajuda a atenuar a carga global destas manifestações angustiantes, contribuindo para a estabilização e tranquilização do doente durante períodos de crise.

Controlo de Sintomas Paliativos e Adjuvantes

Este medicamento é aplicado na abordagem de conjuntos de sintomas que se podem tornar intensos ou perturbadores, tais como a ansiedade, o delirium (estado confusional), a inquietação e náuseas de difícil gestão com os tratamentos convencionais. Este controlo terapêutico de suporte auxilia na manutenção do conforto e apoia o bem-estar geral durante fases desafiantes, contribuindo para reduzir a carga sintomática total em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, como acontece na dor crónica.

Facto Rápido: Alívio de Sintomas-Chave
Agitação/Excitação: Apoia a gestão de sintomas, auxiliando na tranquilização.
Náuseas/Vómitos: Aplicado em situações de sintomas intratáveis.
Dor: Utilizado para potenciar o alívio da dor principal.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar o Neurocil?

O perfil regulamentar oficial do Neurocil (Levomepromazina) define de forma rigorosa as populações elegíveis para utilizar o medicamento, com base em contraindicações estabelecidas e limitações específicas do doente. A sua utilização está, geralmente, restrita a adultos para as indicações psiquiátricas e de medicina geral aprovadas.

Populações Não Elegíveis (Contraindicado)

O Neurocil está absolutamente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a outras fenotiazinas, bem como naqueles com antecedentes de agranulocitose. A utilização é proibida em doentes com instabilidade cardiovascular pré-existente, incluindo bradicardia (frequência cardíaca inferior a 55 batimentos por minuto), bloqueios cardíacos específicos e antecedentes pessoais ou familiares de prolongamento do intervalo QT. Outras exclusões absolutas incluem o risco de glaucoma de ângulo fechado, a retenção urinária, estados de desnutrição grave ou inanição e o abuso de álcool.

Restrições por Idade e Condição

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar
Crianças/Adolescentes Contraindicado em menores de 18 anos (comprimidos) e em crianças com menos de 1 ano (injetável).
Grávidas/Lactantes Segurança não estabelecida; a utilização deve ser evitada ou requer precauções específicas.
Insuficiência de Órgãos Utilização com precaução ou evicção em casos de insuficiência hepática ou renal grave.
Idosos Não recomendado para doentes ambulatórios com mais de 50 anos, a menos que o risco hipotensivo seja avaliado; utilização restrita em doentes com psicose associada à demência.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais da Levomepromazina (Neurocil) definem o seu perfil de interação através de padrões farmacocinéticos e farmacodinâmicos distintos, estabelecendo restrições formais para a sua coadministração.

Combinações Contraindicadas

A utilização conjunta com medicamentos específicos está formalmente contraindicada devido a um aumento significativo do risco de desenvolver distúrbios graves do ritmo ventricular, especificamente torsades de pointes. Estes agentes incluem:

  • Citalopram e Escitalopram
  • Hidroxizina
  • Piperaquina
  • Domperidona

Efeitos Farmacocinéticos e Farmacodinâmicos

A Levomepromazina está classificada oficialmente como um inibidor potente do Citocromo P450 2D6 (CYP2D6). Esta classificação implica que a coadministração com outros fármacos metabolizados principalmente pela enzima CYP2D6 (substratos da CYP2D6) pode resultar num aumento das concentrações plasmáticas desses medicamentos, sendo esta uma alteração relevante na exposição farmacológica assinalada na informação regulamentar.

As interações farmacodinâmicas incluem um efeito aditivo quando combinada com outros agentes que prolongam o intervalo QT, tais como antiarrítmicos das Classes IA e III ou certos antimicrobianos. Os efeitos depressores do sistema nervoso central (SNC) deste fármaco são intensificados por outros depressores do SNC, incluindo opioides, barbitúricos e sedativos. Está também documentado um antagonismo recíproco com Dopaminérgicos e Levodopa.

Restrições de Substâncias e Contextuais

O consumo de álcool deve ser evitado, uma vez que intensifica os efeitos depressores do fármaco no SNC e é citado como um fator de risco para o prolongamento do intervalo QT. Recomenda-se igualmente precaução em doentes com fatores de risco para acidente vascular cerebral (AVC), em conformidade com as observações relativas à classe dos antipsicóticos convencionais.

Mecanismo de ação

O Neurocil, que contém a substância ativa levomepromazina, atua através de um antagonismo abrangente em diversos sistemas de recetores no sistema nervoso central (SNC).

A base do seu mecanismo de funcionamento envolve uma ligação de elevada afinidade e o consequente bloqueio dos recetores de dopamina D2, modificando a transmissão de sinais dopaminérgicos. Além disso, o composto funciona como um antagonista em vários outros alvos, incluindo os recetores adrenérgicos alfa-1, os recetores histamínicos H1, os recetores colinérgicos muscarínicos e os recetores de serotonina 5-HT2.

Esta interação com múltiplos recetores resulta numa cascata de modulação da sinalização intracelular. Por exemplo, o antagonismo dos recetores adrenérgicos alfa-1 pode levar ao relaxamento do músculo liso vascular. No seu conjunto, a inibição não seletiva destes diversos sistemas de neurotransmissores modula a excitabilidade neuronal global e o fluxo de sinais centrais, estabelecendo um equilíbrio fisiológico modificado no SNC.

Informações sobre dosagem e administração

Como é utilizado o Neurocil


Vias de Administração Oficiais

O Neurocil (Levomepromazina) é administrado através de múltiplas vias oficiais, refletindo a sua diversidade de utilizações clínicas. Estas incluem a via oral, através de comprimidos ou soluções orais (gotas), e as vias parentéricas, especificamente a injeção intramuscular (IM), a injeção intravenosa (IV) e a infusão subcutânea (SC) contínua.


Dosagem Padrão e Frequência

A dosagem é gerida por um profissional de saúde e está sujeita a um aumento gradual (titulação), partindo de uma dose inicial baixa até se atingir um nível eficaz, seguindo-se uma redução para uma dose de manutenção adequada. A dose diária total é habitualmente dividida em várias tomas; as orientações regulamentares referem que uma proporção maior pode ser tomada ao deitar, de modo a minimizar os efeitos diurnos.

Em casos graves e em contexto hospitalar, a dose diária pode iniciar-se entre os 100 mg e os 200 mg, com um limite máximo regulamentar oficial de até 1.000 mg (1 g) por dia sob supervisão especializada. Em cenários de cuidados paliativos, a dosagem oral é frequentemente administrada em intervalos de 12,5 mg a 50 mg, a cada 4 ou 8 horas.


Regras de Preparação e Procedimento

As formas injetáveis requerem um manuseamento específico. Tanto a administração IV como a IM necessitam de diluição com um volume igual de soro fisiológico imediatamente antes da utilização. No caso da infusão SC, a seringa preparada deve ser protegida da luz para evitar a degradação da substância. Após o início da administração parentérica, os doentes são frequentemente instruídos a permanecerem deitados durante os primeiros dias.


Utilização em Populações Específicas

As limitações de dosagem estão explicitamente definidas para grupos específicos. A dose oral diária total para doentes pediátricos não deve exceder os 40 mg. Além disso, a utilização em idosos que não estejam acamados requer uma avaliação formal para mitigar o risco de uma reação hipotensiva.

Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre o Neurocil (Levomepromazina)

Evidência para utilização em Agitação Aguda e Psicose

A utilização do Neurocil (Levomepromazina) foi avaliada em investigações que exploraram sintomas de angústia e agitação, particularmente os associados a episódios agudos ou disruptivos em pessoas com condições psiquiátricas, como a esquizofrenia. A investigação nesta área consiste essencialmente em Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECA) de curto prazo e revisões sistemáticas.

Estes estudos analisaram a Levomepromazina comparando-a com outros medicamentos utilizados em contextos de investigação que envolvem sintomas flutuantes ou instáveis. Os investigadores mediram resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas recorrendo a ferramentas estabelecidas, como a Impressão Clínica Global (CGI) e a Escala de Avaliação Psiquiátrica Breve (BPRS). As conclusões descrevem padrões observados nos estudos durante um período de curto prazo. O nível de evidência é classificado como moderado, o que significa que, embora alguns dados mostrem padrões relacionados com o controlo dos sintomas, a evidência poderá não ser tão extensa como a disponível para outros tratamentos.


Evidência para utilização no Controlo de Sintomas Paliativos

A Levomepromazina foi avaliada em contextos de investigação que envolvem sintomas flutuantes ou instáveis em pessoas sob cuidados paliativos e terminais. A investigação analisou resultados relacionados com o desconforto físico em condições que envolvem períodos de elevada atividade sintomática, tais como náuseas, vómitos, inquietação e delírio.

Esta evidência deriva, em grande parte, de revisões sistemáticas de estudos observacionais e diretrizes clínicas, em vez de ensaios aleatorizados e controlados de grande escala. Este tipo de evidência significa que o grau de certeza permanece baixo quando comparado com a evidência proveniente de ensaios controlados. A evidência é limitada pela falta de estudos comparativos dedicados para esta indicação específica. A sua inclusão em diretrizes parece refletir a experiência clínica e o conhecimento farmacológico, mas os dados para certos grupos permanecem insuficientes para extrair conclusões fortes e definitivas sobre o seu efeito comparativo.


Que lacunas de investigação e incertezas existem?

Existe uma falta de evidência comparativa em ensaios modernos de grande dimensão que comparem a Levomepromazina com outros medicamentos disponíveis tanto para cuidados psiquiátricos como antieméticos. Além disso, a qualidade da evidência varia entre os estudos, especialmente para as utilizações não psiquiátricas em cuidados paliativos, onde a investigação depende mais de dados observacionais do que de Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECA). As durações de acompanhamento foram limitadas na maioria dos ensaios em fase aguda, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos pelo corpo de evidência aleatorizada existente.

Como Neurocil deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Neurocil

As informações oficiais definem condições específicas para o armazenamento e a eliminação do Neurocil (Levomepromazina), garantindo a manutenção da sua estabilidade e a segurança de todos.

Requisitos de Conservação

A conservação do Neurocil solução injetável deve ser feita a uma temperatura abaixo de 25 °C. Para que o medicamento fique devidamente protegido da luz, é fundamental que seja mantido na sua embalagem original. Adicionalmente, é obrigatório garantir que o medicamento permaneça fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos.

Estabilidade e Prazos de Utilização

Existem prazos rigorosos para a utilização do medicamento após a abertura das embalagens. A Solução Oral permanece estável durante apenas 3 meses após a primeira abertura, enquanto a Solução Injetável deve ser utilizada imediatamente após a abertura da ampola.

Instruções para Eliminação

Todos os medicamentos não utilizados ou que tenham ultrapassado o prazo de validade devem ser entregues numa farmácia para que se proceda a uma eliminação segura. É estritamente proibido deitar fora o Neurocil através das águas residuais, o que significa que o conteúdo não deve ser deitado na sanita nem no lavatório.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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