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Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Myrrh

O que é a Mirra? Identidade, Origem e Finalidade

Propriedade Descrição
Princípio ativo Extrato de oleorresina (Commiphora molmol)
Formas Tintura, Colutório, Extrato Tópico
Classe farmacológica Antissético, Agente Adstringente
Objetivo geral Limpeza e Alívio Suave
Origem Península Arábica e África Oriental

Definição da Mirra: Origem, Classificação e Composição

A Mirra é um medicamento à base de plantas tradicional, definida como a goma-resina aromática obtida da casca de árvores do género Commiphora, principalmente da espécie Commiphora molmol. Trata-se de um produto natural reconhecido historicamente em vários continentes, incluindo a sua utilização na Medicina Tradicional Chinesa e em práticas Ayurvédicas, o que valida a sua aceitação terapêutica de longa data. Do ponto de vista químico, a Mirra é uma oleorresina com constituintes ativos que incluem furanosesquiterpenos e diversos triterpenoides. A Mirra é reconhecida pelas suas principais ações farmacológicas como agente Antissético e Adstringente, com base no seu uso tradicional documentado.


Formas Medicinais da Mirra e Finalidade Geral

Para aplicação terapêutica, a Mirra é tipicamente processada em formas farmacêuticas líquidas, mais vulgarmente como uma tintura de base alcoólica ou uma solução aquosa, que são utilizadas para administração oral (referindo-se ao uso na mucosa da boca e garganta) e tópica. O seu principal objetivo geral é proporcionar limpeza, proteção e alívio suave para tecidos superficiais e membranas mucosas irritadas. O formato em tintura é a preparação distintiva e eficaz, uma vez que o etanol atua como solvente para extrair e estabilizar os componentes resinosos e oleosos, assegurando que as propriedades ativas da oleorresina estão disponíveis. A eficácia da Mirra no apoio à saúde das mucosas é corroborada por investigação farmacológica, que assinala a sua capacidade para reduzir o inchaço e a inflamação local devido ao seu perfil químico único. Isto indica que o medicamento proporciona um alívio reconhecido ao acalmar os tecidos irritados e ao promover um ambiente higiénico para a recuperação.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Myrrh?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança regulamentar da Mirra (extrato da goma-resina de Commiphora molmol) baseia-se em documentação oficial que detalha as reações adversas conhecidas e as restrições de utilização necessárias. A frequência da maioria das reações adversas é oficialmente classificada como Desconhecida, devido às limitações nos dados disponíveis.


Reações Adversas Documentadas

As principais reações adversas notificadas relacionam-se com doenças cutâneas e dos tecidos subcutâneos (sistema dermatológico). Estas incluem reações alérgicas cutâneas localizadas, tais como dermatite de contacto, e irritação geral da pele após a aplicação na área afetada.

Os efeitos sistémicos estão documentados principalmente associados à ingestão oral de doses elevadas da goma-resina (tipicamente quantidades superiores a 2–4 gramas). Estas exposições a doses elevadas estão associadas a riscos de doenças gastrointestinais (ex.: diarreia), doenças renais e urinárias (irritação dos rins) e doenças cardíacas (alterações no ritmo cardíaco).


Restrições para Populações Específicas

A documentação oficial de segurança define restrições específicas para grupos vulneráveis. O uso oral é oficialmente contraindicado durante a gravidez, devido à capacidade documentada da substância de atuar como um estimulante uterino. A utilização não é recomendada durante o aleitamento ou em crianças com menos de 12 anos, devido à falta de dados de segurança fiáveis e suficientes nestas populações. Indivíduos com diabetes devem notar o potencial documentado da substância para afetar os níveis de açúcar no sangue, e aqueles que utilizam agentes anticoagulantes (como a Varfarina) devem estar cientes de uma consequência de segurança documentada: o potencial da Mirra para diminuir a eficácia do agente.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial da tintura de oleorresina de Mirra (Commiphora molmol) caracteriza-se pela ausência de dados clínicos específicos relativos a casos de sobre-exposição aguda. Foi documentado formalmente que não foi reportado qualquer caso de sobredosagem com o medicamento aprovado, quer na literatura científica, quer nos sistemas de notificação de reações adversas. Consequentemente, não constam na informação oficial do medicamento sintomas documentados, manifestações fisiológicas específicas ou sinais clínicos resultantes de uma exposição excessiva. Isto significa que a documentação oficial não define uma classificação de gravidade nem identifica sistemas fisiológicos particulares que possam ser afetados numa situação de sobredosagem.

Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem, a conduta necessária está claramente definida pelas normas regulamentares. Os documentos oficiais do medicamento aconselham, de forma uniforme, que deve ser tomada uma ação imediata. Os doentes ou prestadores de cuidados devem procurar assistência médica imediata ou contactar os serviços de emergência sem demora se houver suspeita de sobre-exposição. Esta instrução constitui a orientação principal perante qualquer potencial excesso de dose, independentemente da inexistência de manifestações clínicas documentadas. Além disso, a rotulagem regulamentar não especifica quaisquer antídotos nem enumera procedimentos de suporte obrigatórios, tais como monitorização hospitalar contínua ou protocolos específicos para a gestão de uma sobredosagem de Mirra.

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Usos terapêuticos de Myrrh

Para que é Utilizada a Mirra: Principais Indicações e Benefícios

A Mirra é frequentemente utilizada para oferecer suporte sintomático a pacientes que apresentam sintomas relacionados com irritação localizada. A sua utilização é considerada relevante em domínios terapêuticos que envolvem a aplicação histórica ou de longa data como remédio tradicional.


Alívio de Inflamações e Pequenas Úlceras na Boca

A Mirra é geralmente utilizada para proporcionar um alívio de suporte em condições que apresentam sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos na boca. Isto é aplicável na abordagem de sintomas como sensibilidade, vermelhidão e inchaço associados a gengivites ligeiras e pequenas úlceras na boca (úlceras aftosas), sendo também considerada relevante em situações que envolvam irritação faríngea geral. Este apoio pode ajudar a mitigar o impacto dos sintomas nas funções rotineiras, contribuindo para a melhoria do conforto diário.

Isto demonstra relevância em contextos que envolvam desconforto acrescido ou tensão resultantes de irritações comuns da cavidade oral.


Suporte em Pequenas Lesões e Irritações Cutâneas Superficiais

O extrato é igualmente relevante em domínios terapêuticos onde o suporte sintomático temporário é adequado para danos menores nos tecidos externos. É comummente utilizado para atenuar a carga sintomática de pequenas feridas e escoriações não complicadas, bem como de pequenos furúnculos localizados. A aplicação de Mirra é geralmente utilizada para proporcionar um alívio de suporte para a área afetada e apoia os pacientes durante episódios de maior desconforto relacionado com estes problemas nos tecidos superficiais.


Facto Rápido

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Localizado

A Mirra pode auxiliar na gestão de sintomas que interferem com o conforto diário e é comummente aplicada quando os sintomas se tornam mais percetíveis em contextos inflamatórios ligeiros e não sistémicos.

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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar a Mirra?

A elegibilidade populacional para as preparações de goma-resina de Mirra está estritamente definida por documentos regulamentares, que permitem a sua utilização apenas em grupos específicos. O medicamento destina-se primordialmente a adultos (com 18 ou mais anos) que não apresentem hipersensibilidade conhecida aos seus componentes.

Contraindicações e Restrições

Grupo Populacional Estatuto de Elegibilidade (Classificação Regulamentar)
Hipersensibilidade Contraindicado (alergia conhecida à goma-resina de Mirra ou excipientes)
Crianças e Adolescentes (Menores de 18 anos) Não Recomendado (Segurança e eficácia não estabelecidas)
Gravidez e Lactação Não Recomendado (Dados insuficientes para estabelecer a segurança)
Adultos (18+) Permitido (Para utilizações tradicionais e sintomáticas)

A Mirra está contraindicada em qualquer doente com hipersensibilidade documentada à substância ativa ou aos excipientes da formulação. Além disso, o medicamento não é recomendado para utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos. Esta restrição baseia-se na falta de dados adequados para estabelecer a segurança e a eficácia na população pediátrica. Do mesmo modo, a utilização durante a gravidez e o aleitamento não é recomendada, devido à insuficiência de dados relativos ao perfil de segurança nestes estados fisiológicos. Habitualmente, não se encontram documentadas restrições de elegibilidade específicas para doentes com insuficiência hepática ou renal.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A informação regulamentar oficial relativa à Mirra (Commiphora myrrha) documenta potenciais interações com categorias específicas de produtos medicinais, afetando primordialmente os níveis de glicemia e os mecanismos de coagulação.


Categorias de Produtos com Interação Documentada

Categoria Exemplo/Foco Específico Base da Interação Restrição Regulamentar
Antidiabéticos Orais Medicamentos para a diabetes Potencial para baixar os níveis de açúcar no sangue É necessária uma monitorização rigorosa da glicemia
Anticoagulantes Varfarina Pode diminuir a eficácia do fármaco Pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos

Restrições e Limitações Relacionadas com Interações

A restrição mais significativa no que diz respeito a interações refere-se a procedimentos cirúrgicos. Devido ao seu potencial de interferência no controlo da glicemia (açúcar no sangue), as orientações oficiais exigem a interrupção da utilização de Mirra pelo menos 2 semanas antes de uma cirurgia agendada.

No caso de combinações que envolvam fármacos antidiabéticos, o requisito regulamentar foca-se na vigilância e monitorização próxima, em vez de uma proibição absoluta. A utilização em conjunto com a Varfarina acarreta a limitação de poder reduzir o efeito terapêutico pretendido do anticoagulante. As monografias oficiais para usos tradicionais à base de plantas especificam frequentemente que não foram notificadas interações com outros produtos medicinais, o que oferece um contexto contrastante para as preparações tradicionais. O perfil documentado global define dois aspetos críticos: a gestão do açúcar no sangue e a manutenção da eficácia anticoagulante.

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Mecanismo de ação

Modulação Dual da Sinalização Nociceptiva

Os componentes ativos da Mirra executam uma modulação em dois níveis da sinalização nociceptiva. Isto é alcançado a nível central, através do agonismo nos recetores opioides, e a nível periférico, via bloqueio dos canais de sódio dependentes de voltagem nos nervos sensoriais. Esta abordagem mecânica interfere com os sinais elétricos na via nociceptiva, resultando na consequência fisiológica de uma redução na transmissão e propagação dos sinais nervosos.


Supressão Abrangente das Vias Inflamatórias

A Mirra exerce o seu mecanismo anti-inflamatório atuando como um inibidor de vias reguladoras centrais, especificamente as cascatas NF-kappaB e MAPK, bem como da enzima 5-Lipoxigenase (5-LOX). Ao inibir estes pontos de controlo molecular, o fármaco suprime a maquinaria celular responsável pela geração de mediadores pró-inflamatórios (como o TNF-alfa e os leucotrienos). Esta restrição na sinalização inflamatória tem como consequência fisiológica a limitação de fatores que induzem a permeabilidade capilar e a vasodilatação.


Adstringência Local de Superfície e Controlo Microbiano

O mecanismo envolve uma ação direta e local na superfície dos tecidos. Os componentes resinosos precipitam as proteínas superficiais, um processo conhecido como adstringência, que contrai fisicamente o tecido e forma uma camada protetora e não permeável. Simultaneamente, constituintes específicos interferem com a função das células microbianas, contribuindo para uma função de barreira local contra a colonização microbiana da superfície.

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Informações sobre dosagem e administração

Guia de Instruções: Como Utilizar a Mirra — Diretrizes Oficiais de Administração

A administração de Mirra (extrato de oleorresina) é definida pela sua via de aplicação e pela preparação necessária, de acordo com as monografias oficiais para medicamentos tradicionais à base de plantas. A utilização está estruturada para duas vias locais distintas: a oromucosa e a tópica (cutânea).


Âmbito da Administração

Categoria Orientação Oficial
Via de administração Oromucosa (boca/faringe) e Tópica (pele).
Plano posológico Oromucosa: Adultos e adolescentes podem utilizar 0,5 a 5 mL da tintura por aplicação. Tópica: A tintura é aplicada localmente nas áreas da pele afetadas.
Frequência e horários Aplicada 2 a 3 vezes por dia para aplicação direta, ou 3 vezes por dia quando utilizada como solução para bochecho ou gargarejo diluído.
Requisitos de preparação Para bochechar ou gargarejar, a dose medida da tintura deve ser misturada em aproximadamente 150 mL de água. Para aplicação tópica na pele, a tintura pode ser utilizada sem diluir.
Regras por grupo etário Aprovado para utilização em adultos e adolescentes com mais de 12 anos de idade. A utilização em crianças com menos de 12 anos não é recomendada devido à insuficiência de dados.

Duração do Tratamento e Estrutura do Procedimento

O extrato de Mirra destina-se a um padrão de utilização a curto prazo, em que a administração está dependente da duração dos sintomas. As diretrizes regulamentares especificam que, se o utilizador não observar melhoria nos sintomas após uma semana de utilização do medicamento, a situação deve ser revista por um profissional de saúde qualificado. A preparação destina-se estritamente à aplicação local na mucosa ou na pele e não deve ser engolida. Esta abordagem estruturada garante que é utilizada a concentração correta para o local de aplicação pretendido, seja de forma diluída para o revestimento sensível da boca ou aplicada diretamente nos tecidos externos.

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Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre a Mirra

Evidência para o Uso em Pequenas Úlceras e Inflamações na Boca

A investigação tem explorado a Mirra no contexto de pequenos desconfortos e irritações na boca, tais como inflamações gengivais ligeiras e pequenas úlceras bucais recorrentes. Estes estudos consistem principalmente em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curta duração, um desenho de investigação que examinou resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos.

Os investigadores focaram-se em populações adultas, monitorizando índices clínicos relacionados com a saúde das gengivas. Os estudos também foram aplicados em contextos de investigação que envolveram sintomas flutuantes ou instáveis, como a intensidade da dor associada a pequenas úlceras. A investigação destaca as alterações medidas durante o período do estudo. Os estudos monitorizaram a forma como as pontuações de inflamação e hemorragia gengival evoluíram nas populações observadas durante o curto período de observação.

A evidência permanece limitada, uma vez que a investigação explorou alterações de sintomas a curto prazo em intervalos de tempo definidos muito curtos. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e foi observada variabilidade entre diferentes formulações de Mirra nalguns estudos.

Evidência para Aplicação em Feridas Superficiais e Irritações

A Mirra foi estudada pelo seu papel de apoio quando aplicada externamente em pequenas irritações cutâneas e pequenas imperfeições da pele. A investigação nesta área baseia-se largamente na documentação do uso tradicional de longa data.

Para explorar as aplicações tradicionais, os estudos monitorizaram as respostas biológicas utilizando modelos pré-clínicos (laboratoriais), tais como modelos animais de cicatrização de feridas. Esta investigação explorou o desequilíbrio fisiológico temporário e examinou resultados relacionados com processos de reparação de tecidos, como a reepitelização. Além disso, a investigação descreve como a Mirra foi avaliada em ambiente laboratorial contra vários organismos fúngicos e microbianos.

É importante notar que existe uma falta definitiva de ensaios clínicos humanos robustos e controlados para esta aplicação externa. A evidência deriva principalmente de ambientes laboratoriais e sistemas não humanos. Carece de evidência comparativa para estabelecer totalmente como estes padrões pré-clínicos se traduzem em resultados diretos e práticos para problemas cutâneos menores em humanos.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Mirra (FAQ)


P: Qual é a diferença entre o óleo essencial, a resina e o extrato de Mirra?

Os produtos de saúde oficiais são geralmente padronizados utilizando a gomo-oleorresina ou o seu extrato/tintura, que possuem composições químicas definidas para utilização terapêutica. As monografias regulamentares não costumam fornecer detalhes de padronização para a forma de óleo essencial puro, que pode diferir em concentração e modo de utilização.


P: O óleo essencial de Mirra é seguro para utilizar num colutório ou bochecho?

Os documentos regulamentares aprovam a forma de tintura ou de extrato aquoso para aplicação oromucosa (como colutório ou gargarejo). A forma de óleo essencial não está, geralmente, padronizada para este uso e pode incluir advertências mais fortes (por exemplo, para a pele ou ingestão) que impedem a sua utilização como ingrediente num bochecho não diluído.


P: Existem interações conhecidas entre a Mirra e analgésicos comuns de venda livre?

As advertências oficiais do produto focam-se principalmente em interações documentadas com fármacos anticoagulantes (como a Varfarina) e medicamentos antidiabéticos. Não existem interações específicas com analgésicos comuns de venda livre (OTC) consistentemente documentadas nas principais fontes regulamentares.


P: A evidência oficial apoia a eficácia da Mirra para a dor ou desconforto geral?

A investigação sobre o mecanismo de ação da Mirra mostra que esta pode interferir com a transmissão dos sinais de dor. No entanto, a evidência clínica para a sua utilização está documentada principalmente para dores associadas a inflamações menores e úlceras na boca, e não para dor sistémica geral.


P: A Mirra é a mesma substância botânica que o Guggul?

De acordo com fontes oficiais, a Mirra e o Guggul não são a mesma substância botânica. A Mirra é obtida a partir da Commiphora molmol ou espécies semelhantes, enquanto o Guggul é obtido de uma planta diferente, a Commiphora wightii.


P: Existem diferentes espécies de Mirra utilizadas para fins medicinais?

Sim, múltiplas espécies de Mirra são reconhecidas para obtenção medicinal. As monografias oficiais definem habitualmente a Mirra como a gomo-oleorresina da Commiphora molmol Engler e de outras espécies de Commiphora estreitamente relacionadas.


P: Algum estudo analisou os potenciais efeitos da Mirra no sistema imunitário?

Embora as monografias oficiais não listem este efeito como aprovado, a investigação pré-clínica tem explorado a possibilidade de a Mirra ter propriedades imunomoduladoras. Estes estudos analisam geralmente a forma como a Mirra afeta a expressão de mensageiros celulares e vias relacionadas com a inflamação.


P: Qual é o nível de risco de uma reação alérgica cutânea a preparações tópicas de Mirra?

As reações alérgicas cutâneas localizadas, como a dermatite de contacto, são reações adversas documentadas para a Mirra. No entanto, as fontes regulamentares classificam frequentemente a frequência de ocorrência destas reações como Desconhecida, devido a limitações nos dados disponíveis.


P: É verdade que a Mirra pode afetar ou aumentar a febre?

As precauções de segurança oficiais referem que a Mirra pode potencialmente agravar a febre, e a sua utilização por indivíduos com febre é uma precaução documentada.


P: Que informação oficial existe sobre a combinação de Mirra com outros suplementos à base de plantas?

A advertência regulamentar assinala o potencial para efeitos aditivos quando a Mirra é combinada com outros suplementos à base de plantas conhecidos por baixarem o açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue).


P: A Mirra interage com algum medicamento utilizado para controlar a hipertensão?

A Mirra não está listada como tendo uma interação primária com medicamentos para a hipertensão. No entanto, a informação oficial refere que doses elevadas de Mirra foram associadas a alterações no ritmo cardíaco, e algumas fontes sugerem que pode ter um efeito ligeiro na redução da pressão arterial, o que significa que a combinação com fármacos anti-hipertensores pode ser uma precaução documentada.


P: Qual é a diferença no perfil de segurança entre a resina de Mirra e um extrato líquido de Mirra?

O perfil geral de segurança regulamentar, incluindo os riscos durante a gravidez e os efeitos de doses elevadas, baseia-se no extrato padronizado da gomo-resina ou na gomo-resina em bruto. A informação oficial do produto não inclui, tipicamente, uma comparação direta dos perfis de segurança entre a resina em bruto e o extrato líquido processado.


P: A Mirra pode ser utilizada para ajudar com sintomas de tosse ou constipações comuns?

As utilizações oficialmente reconhecidas da Mirra limitam-se à aplicação local para problemas superficiais, como inflamação da boca ou das gengivas. Embora alguns sistemas tradicionais de plantas sugiram a sua utilização histórica para problemas respiratórios, esta não é uma indicação aprovada nos documentos regulamentares atuais.


P: Qual é a evidência relativa às propriedades antioxidantes da Mirra?

As propriedades antioxidantes não constam como uma indicação terapêutica oficial. No entanto, a investigação farmacológica identificou frequentemente constituintes químicos da Mirra como possuindo qualidades antioxidantes, que são frequentemente estudadas no contexto da redução de danos celulares relacionados com a inflamação.


P: Que informação de segurança oficial existe para o uso de Mirra juntamente com outras plantas que podem baixar o açúcar no sangue?

A informação de segurança oficial documenta uma precaução relativa a potenciais efeitos aditivos. Combinar a Mirra com outros suplementos à base de plantas conhecidos por baixarem o açúcar no sangue pode aumentar o risco de desenvolver hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue).


P: Sabe-se se a Mirra afeta o modo como os analgésicos de receita médica funcionam?

Os estudos farmacológicos identificam que a Mirra contém compostos que atuam nos recetores opioides, um mecanismo utilizado por alguns analgésicos sujeitos a receita médica. Embora a lista de interações principais da Mirra não inclua fármacos específicos para a dor, este mecanismo sugere uma via potencial para interação.


P: Qual é a diferença na aplicação entre o óleo de Mirra e a tintura de Mirra?

As diretrizes regulamentares fornecem instruções claras para a aplicação da tintura de Mirra (seja diluída como bochecho ou aplicada topicamente sem diluir). No entanto, as diretrizes de aplicação específicas e padronizadas para a utilização do óleo essencial puro não estão definidas nestes documentos oficiais.


P: As autoridades de saúde comentaram a segurança da Mirra tópica para tipos de pele sensível?

A informação de segurança oficial documenta uma precaução específica para indivíduos com tipos de pele sensível, referindo que estes são aconselhados a não utilizar produtos tópicos de Mirra devido ao risco documentado de irritação e dermatite de contacto.


P: A Mirra tem algum uso tradicional descrito para problemas respiratórios como asma ou congestão?

Os sistemas tradicionais de medicina herbal, que são por vezes referenciados em visões gerais oficiais, descrevem a utilização da Mirra como expetorante e para condições como bronquite ou congestão. No entanto, as aprovações regulamentares atuais não listam estas como indicações oficiais.

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Como Myrrh deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar a Mirra

As instruções de conservação e eliminação dos produtos de Mirra constituem requisitos obrigatórios, fundamentados na rotulagem regulamentar oficial, com o objetivo de assegurar a qualidade e a segurança do produto.


Requisitos Oficiais de Conservação

Tipo de Requisito Instrução da Rotulagem
Temperatura Máxima Conservar abaixo de 30°C.
Proteção Ambiental Proteger da luz e da humidade.
Regra do Recipiente O recipiente deve ser mantido bem fechado.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação de Produto Não Utilizado

A rotulagem oficial exige que qualquer produto medicinal não utilizado ou material residual seja eliminado de acordo com os requisitos locais. Não existem instruções específicas nos documentos regulamentares que autorizem o descarte do produto no lixo doméstico ou nos esgotos, enfatizando-se a necessidade de seguir as diretrizes estabelecidas para a gestão de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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