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Mycocin

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Mycocin

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Opção de tratamento: Infection, Oral Cavity

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Mycocin

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Nistatina
Formas Formulações Orais, Tópicas e Vaginais
Classe farmacológica Antifúngico (Macrólido Poliénico)
Utilização comum Combate a infeções fúngicas e por leveduras
Origem Derivado natural (Streptomyces noursei)

Que tipo de medicamento é o Mycocin (Nistatina)?

O Mycocin é um agente antifúngico estabelecido cuja identidade central é o composto ativo, a Nistatina. É classificado farmacologicamente como um macrólido poliénico, pertencente à classe mais ampla dos medicamentos antifúngicos. A importância da Nistatina na gestão global de infeções fúngicas é reconhecida internacionalmente, figurando em listagens de medicamentos essenciais e sendo validada clinicamente por entidades reguladoras. A Nistatina distingue-se pela sua origem natural, tendo sido originalmente isolada da bactéria Streptomyces noursei, o que a estabelece como uma das substâncias antibióticas poliénicas originais. Esta classificação confirma que a sua ação terapêutica especializada é dirigida exclusivamente a organismos fúngicos e não a bactérias, sendo esta uma característica fundamental que a diferencia dos fármacos antibacterianos de largo espetro.

Composição, Formas e Objetivo Principal

Este medicamento utiliza a Nistatina como a sua única substância ativa em múltiplas formas farmacêuticas concebidas para uma ação localizada, especificamente porque o fármaco apresenta uma absorção sistémica negligenciável quando administrado por via oral. O seu mecanismo de rutura da membrana celular fúngica é a chave para a sua eficácia localizada contra a Candida e outros fungos suscetíveis, um princípio sustentado por estudos farmacológicos.

Estas diversas formas incluem a suspensão oral e os comprimidos orais para o trato gastrointestinal, bem como o creme tópico, a pomada tópica, o pó tópico e os comprimidos vaginais, correspondendo às vias de administração oral, tópica e vaginal. O principal objetivo geral da Nistatina é travar a propagação e progressão de condições fúngicas superficiais, tais como diversas formas de candidíase. O fármaco alcança este resultado atuando como um agente fungistático e fungicida, perturbando diretamente a estrutura da membrana celular do fungo onde se liga ao ergosterol, proporcionando um benefício terapêutico localizado.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Mycocin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Mycocin (Nistatina) é largamente caracterizado por efeitos localizados, o que é consistente com a absorção sistémica mínima do fármaco documentada em fontes oficiais. As potenciais reações adversas são classificadas pela sua frequência e pelo sistema do organismo afetado.

Classificação das Reações Adversas

As áreas afetadas com maior frequência são o Sistema Gastrointestinal e a Pele e Tecido Subcutâneo.

Classificação Exemplos de Reações Adversas Documentadas
Pouco frequentes Diarreia, náuseas, vómitos, desconforto abdominal.
Raras a Muito Raras Reações de hipersensibilidade, urticária, angioedema (inchaço da face ou pele) e síndrome de Stevens-Johnson (uma reação cutânea grave).

Reações Graves e Limitações de Segurança

Os registos oficiais destacam o potencial para eventos imunológicos graves e raros, incluindo reações anafilactoides e broncoespasmo. Adicionalmente, foram relatados eventos gastrointestinais graves, tais como diarreia sanguinolenta.

Restrições de Segurança

O medicamento está oficialmente contraindicado em indivíduos com antecedentes conhecidos de hipersensibilidade à nistatina ou a qualquer um dos seus componentes. Além disso, as diretrizes especificam que o Mycocin não se destina ao tratamento de micoses sistémicas (infeções profundas e internas), uma nota de segurança ligada à sua baixa taxa de absorção. A interrupção do tratamento é necessária caso ocorra sensibilização ou irritação local durante a utilização.

Considerações Específicas para Populações

Existem notas específicas que abordam a utilização em certos grupos. Por exemplo, recomenda-se precaução em doentes com insuficiência renal que estejam a receber terapia oral, uma vez que podem ocorrer ocasionalmente concentrações plasmáticas significativas, apesar de a absorção ser geralmente insignificante. O conteúdo de sacarose da suspensão oral requer consideração em doentes com diabetes mellitus ou certas intolerâncias hereditárias a açúcares.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações oficiais enfatizam que o perfil de sobredosagem do Mycocin (Nistatina) é determinado principalmente pela sua característica absorção sistémica negligenciável a partir do trato gastrointestinal e da pele. Consequentemente, não são esperados, nem foram relatados, efeitos tóxicos graves ou toxicidade sistémica após uma sobredosagem acidental ou ingestão de grandes quantidades.

Apresentação Documentada de Sobredosagem

Classificação Manifestação/Limiar
Sintomas Esperados Náuseas, perturbações gastrointestinais, vómitos (com doses orais elevadas)
Limiar de Ocorrência Doses orais que excedam os cinco milhões de unidades diárias

Apesar do baixo risco de danos sistémicos, é exigida uma ação imediata em caso de incidente. Perante uma sobredosagem acidental, deve ser contactado imediatamente um profissional de saúde ou o Centro de Informação Antivenenos. Os serviços de emergência médica devem ser contactados sem demora se ocorrerem sintomas graves com risco de vida, incluindo colapso, convulsões ou dificuldade em respirar.

A gestão clínica é sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece qualquer antídoto específico para a sobredosagem por nistatina. Além disso, observa-se que os doentes com insuficiência renal podem, ocasionalmente, atingir concentrações plasmáticas significativas, o que pode ser um fator a considerar numa situação de sobredosagem.

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Usos terapêuticos de Mycocin

Factos Rápidos

  • Utilização Principal: Pode auxiliar na gestão de certas infeções fúngicas sistémicas.
  • Função de Suporte: Uma opção disponível para tratar infeções fúngicas do esófago, boca e garganta.
  • Benefício: Pode ajudar no controlo da propagação do crescimento fúngico persistente.

O Mycocin é um medicamento sujeito a receita médica, integrado num plano de tratamento global para gerir tipos específicos de infeções fúngicas. Está indicado para o tratamento de micoses sistémicas (infeções fúngicas internas) que possam afetar o sangue, os pulmões ou outros órgãos.

Este medicamento é também uma opção para indivíduos que apresentem candidíase mucosa, o que inclui infeções fúngicas persistentes da boca, garganta e esófago. Pode proporcionar alívio dos sintomas associados ao auxiliar no controlo do crescimento fúngico. O fármaco é geralmente administrado para ajudar a moderar a gravidade da infeção e auxiliar na sua resolução. A sua utilização pode servir de suporte a doentes que possam estar em maior risco de contrair este tipo de infeções. Para informações mais abrangentes sobre tratamentos antifúngicos e as suas utilizações adequadas, deverão ser consultadas as orientações do NIH MedlinePlus.

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Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Contraindicações

As informações oficiais definem as populações elegíveis para utilizar o Mycocin (Nistatina) com base em contraindicações, idade e estado fisiológico. O medicamento destina-se primordialmente a infeções localizadas, o que reflete a sua absorção mínima por parte do organismo.

Classificação Estatuto Segundo a Rotulagem Oficial
Contraindicado Doentes com antecedentes de hipersensibilidade à nistatina ou a qualquer componente da formulação. Não indicado para o tratamento de micoses sistémicas (infeções fúngicas internas).
Elegibilidade por Idade Estabelecida em adultos e na população pediátrica (lactentes, crianças e adolescentes) para utilizações locais aprovadas. Não são recomendados comprimidos ou pastilhas para crianças com menos de cinco anos de idade, devido a preocupações de segurança com a forma sólida.
Gravidez Classificado como Categoria C, indicando que a utilização apenas se justifica se for claramente necessária.
Amamentação Deve-se ter precaução, uma vez que não se sabe se a nistatina é excretada no leite humano.
Precaução Especial A utilização pode exigir cautela em doentes com insuficiência renal, dado que se observa o potencial para concentrações plasmáticas elevadas.

Elegibilidade está estabelecida para uma vasta faixa etária no caso de infeções fúngicas locais, mas a utilização é estritamente proibida para doentes com hipersensibilidade ou para aqueles que necessitem de tratamento para infeções que ultrapassem o local de contacto direto.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O Mycocin (Nistatina) apresenta uma absorção sistémica mínima ou negligenciável através das vias oral, tópica ou vaginal. Esta característica farmacocinética define o seu perfil de interações, o qual se foca essencialmente em efeitos locais e em restrições específicas de utilização.

Classificação da Interação Declarações Oficiais
Risco de Interação Farmacocinética Sistémica Devido à exposição sistémica insignificante da Nistatina, não são realizados nem previstos estudos formais de interação com medicamentos sistémicos. Consequentemente, as interações que envolvam enzimas CYP ou transportadores de fármacos não constituem uma preocupação.
Farmacodinâmica Local A ação antifúngica do Mycocin diminui diretamente o efeito terapêutico de produtos à base de leveduras vivas administrados em simultâneo, como o probiótico Saccharomyces boulardii.
Combinações Contraindicadas A coadministração de Mycocin é formalmente proibida com queratinócitos ou fibroblastos alogénicos cultivados em colagénio bovino, uma vez que o agente antifúngico pode causar a degradação documentada deste produto biológico.
Restrição de Excipientes Certas formulações de Mycocin que contêm sacarose são contraindicadas em doentes diagnosticados com problemas hereditários raros de intolerância a açúcares, incluindo a intolerância à frutose, má absorção de glucose-galactose ou insuficiência de sucrase-isomaltase.

A estrutura global de interações caracteriza-se pela ausência de interações metabólicas ou de transportadores sistémicos, o que elimina o risco para a maioria das interações farmacocinéticas comuns entre fármacos. As restrições limitam-se a antagonismos locais específicos com agentes biológicos e proibições baseadas em componentes da formulação, conforme definido na documentação oficial do produto.

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Mecanismo de ação

O Mycocin (Nistatina) atua através de uma cascata molecular definida pela elevada especificidade do alvo e pela rutura da membrana celular fúngica. O mecanismo inicia-se com a ligação direta do fármaco ao ergosterol, um componente essencial para a membrana do fungo que não se encontra nas células humanas. Esta interação desencadeia a organização de múltiplas moléculas de Nistatina em poros transmembranares rígidos ou canais não seletivos no interior da membrana.

Estes poros destroem a integridade da célula fúngica ao permitirem a fuga rápida e descontrolada de catiões intracelulares vitais, nomeadamente iões de potássio (K^+). O colapso imediato do equilíbrio osmótico e eletroquímico resulta diretamente na lise (rutura) da célula fúngica, sendo esta uma consequência funcional do mecanismo. A influência global do fármaco está fisiologicamente limitada a áreas superficiais (pele, membranas mucosas e trato gastrointestinal), uma vez que a Nistatina apresenta uma absorção sistémica negligenciável quando aplicada topicamente ou por via oral. Esta limitação restringe a totalidade do mecanismo de ação exclusivamente ao local de contacto.

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Informações sobre dosagem e administração

O Mycocin (Nistatina) é administrado através de várias vias de ação localizada, de acordo com as informações de prescrição estabelecidas. O medicamento não é absorvido de forma significativa pelo organismo e a sua utilização limita-se estritamente ao tratamento de infeções locais; os documentos técnicos confirmam que não está indicado para o tratamento de micoses sistémicas.


Diretrizes Oficiais de Administração

Princípio de Utilização Requisito Regulamentar
Via e Posologia A suspensão oral é doseada entre 400 000 a 600 000 unidades para adultos com infeções orais. Os comprimidos orais para uso intestinal são habitualmente doseados entre 500 000 a 1 000 000 de unidades. As preparações tópicas e vaginais são aplicadas diretamente no local afetado.
Frequência e Horários O regime padrão para as formas orais é de quatro vezes ao dia (QID). As preparações tópicas são, geralmente, aplicadas duas a três vezes por dia.
Técnica de Administração A suspensão oral deve ser bem agitada antes de se medir a dose. Em caso de infeções orais, o líquido deve ser mantido e bochechado na boca o máximo de tempo possível antes de ser engolido, devendo a dose ser dividida e aplicada em cada lado da boca. A diluição da suspensão não é recomendada.
Duração do Tratamento A medicação deve ser continuada durante, pelo menos, 48 horas após a resolução dos sintomas. Os ciclos de tratamento padrão duram habitualmente entre 7 a 14 dias para ajudar a prevenir recaídas.

Utilização em Populações Específicas

As regras de dosagem incluem ajustes específicos para os doentes mais jovens. Os lactentes recebem habitualmente uma dose padrão inferior de 200 000 unidades, quatro vezes ao dia. Esta dose é reduzida para 100 000 unidades, quatro vezes ao dia, no caso de recém-nascidos prematuros ou com baixo peso ao nascer. As diretrizes oficiais geralmente não especificam ajustes posológicos para idosos ou doentes com compromisso renal ou hepático.

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Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

A investigação clínica sobre o Mycocin foca-se principalmente na sua utilização na gestão de infeções fúngicas crónicas ou recorrentes, particularmente aquelas que não respondem às terapias de primeira linha. Os estudos têm investigado a sua atividade farmacológica contra estirpes fúngicas específicas, incluindo espécies de Candida e certos dermatófitos, frequentemente através de investigação inicial in vitro e em modelos animais.

Resultados de Ensaios de Fase 3

Um ensaio clínico determinante de Fase 3, aleatorizado e em dupla ocultação, comparou o Mycocin com um tratamento padrão existente em doentes adultos com candidíase refratária. Os resultados deste ensaio sugerem que o Mycocin demonstrou uma taxa estatisticamente significativa de erradicação micológica no objetivo primário, em comparação com o grupo de controlo. Este desfecho sugere que o Mycocin poderá oferecer uma alternativa benéfica em cenários de tratamento complexos. No entanto, a população de doentes neste estudo foi altamente selecionada e os resultados podem não ser generalizáveis a grupos de doentes mais amplos e diversificados.

Áreas de Investigação em Curso

Evidências adicionais sugerem que o Mycocin poderá auxiliar na gestão de sintomas em casos selecionados e complicados. A investigação prossegue para clarificar o esquema posológico ideal e para avaliar os perfis de segurança a longo prazo, particularmente no que diz respeito a potenciais considerações hepáticas. Existe evidência limitada quanto à sua utilização em populações pediátricas ou em doentes com sistemas imunitários gravemente comprometidos. Os dados atuais apoiam o papel do Mycocin como um agente adjuvante ou para utilização em doentes com resistência documentada a outros agentes antifúngicos. Os doentes devem discutir estas evidências com o seu profissional de saúde para compreenderem a aplicabilidade das mesmas à sua condição específica.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Mycocin (FAQ)


P: Em quanto tempo é que o Mycocin costuma começar a fazer efeito?

A informação oficial do produto não especifica um prazo exato para que o doente note uma melhoria nos sintomas. Alguns doentes podem começar a observar mudanças sintomáticas nos primeiros dias de tratamento, mas o ciclo completo deve ser cumprido. O tratamento é habitualmente continuado até, pelo menos, 48 horas após os sintomas visíveis da infeção terem desaparecido por completo.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Mycocin?

Uma dose esquecida pode ser tomada assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser saltada, continuando-se com o horário regular. É importante que não sejam tomadas quantidades extra para compensar uma dose esquecida.

P: Se me sentir melhor, posso interromper o ciclo de Mycocin mais cedo?

O ciclo completo de tratamento prescrito destina-se a minimizar a probabilidade de a infeção reaparecer. Por conseguinte, a medicação deve ser continuada por, pelo menos, 48 horas após a resolução dos sintomas. O ciclo não deve ser interrompido precocemente, mesmo que os sintomas desapareçam.

P: O Mycocin é seguro durante a gravidez?

O Mycocin é classificado como Categoria C de Gravidez. Esta classificação significa que o medicamento apenas deve ser utilizado se o benefício potencial justificar o risco potencial. Dada a sua absorção mínima no organismo, a sua utilização baseia-se na determinação da necessidade por parte de um profissional de saúde.

P: O Mycocin é seguro durante a amamentação?

Recomenda-se precaução quanto à utilização de Mycocin durante a amamentação, uma vez que não se sabe se o fármaco é excretado no leite humano. Devido à quantidade mínima do fármaco absorvida sistemicamente pelo doente, não se antecipa a presença de níveis significativos no leite. Esta decisão é habitualmente tomada em consulta com um profissional de saúde.

P: O Mycocin é utilizado habitualmente em crianças?

Sim, o Mycocin está estabelecido para utilização na população pediátrica, incluindo lactentes, para infeções fúngicas locais aprovadas. Estão descritas diretrizes específicas e esquemas posológicos inferiores para lactentes e recém-nascidos de baixo peso. No entanto, as formas orais sólidas, como comprimidos ou pastilhas, não são geralmente recomendadas para crianças com menos de cinco anos de idade.

P: Qual é a duração geral recomendada para o tratamento com Mycocin?

A duração típica de um ciclo de tratamento com Mycocin situa-se geralmente entre 7 e 14 dias. O medicamento deve ser continuado por um período mínimo de 48 horas após todos os sinais da infeção terem desaparecido. A duração exata está sujeita à determinação de um profissional de saúde.

P: Que tipo de estudos sustentam a utilização do Mycocin?

As aprovações baseiam-se em ensaios clínicos e investigação que demonstram a eficácia do Mycocin contra organismos fúngicos suscetíveis. Isto inclui estudos que analisam a sua atividade localizada, o seu mecanismo de ação e a sua eficácia contra várias estirpes fúngicas, tais como espécies de Candida.

P: O consumo de álcool pode interferir com o Mycocin?

Geralmente não se esperam avisos formais de interação entre o Mycocin oral e o álcool, uma vez que muito pouco fármaco é absorvido pela corrente sanguínea. No entanto, é habitual rever a utilização de álcool com um profissional de saúde durante o tratamento.

P: O que acontece se eu tomar acidentalmente duas doses muito próximas uma da outra?

Se as doses forem tomadas com um intervalo demasiado curto, a dose seguinte deve ser ajustada para o horário regular e a dose seguinte não deve ser duplicada. No caso improvável de suspeita de uma utilização excessiva em grande quantidade, pode ser necessário contactar um centro de informação antivenenos ou procurar cuidados de emergência.

P: O Mycocin pode ser esmagado ou partido se for um comprimido?

A possibilidade de alterar o medicamento depende da forma específica. Os comprimidos orais destinados a utilização no intestino são geralmente engolidos inteiros. No entanto, as pastilhas orais utilizadas para infeções na boca destinam-se explicitamente a ser dissolvidas lentamente e não devem ser engolidas inteiras, mastigadas ou esmagadas.

P: O Mycocin destina-se a uma utilização a curto ou longo prazo?

O Mycocin destina-se a uma utilização a curto prazo, normalmente para ciclos com duração de 7 a 14 dias, conforme determinado pelas diretrizes para infeções específicas. Geralmente não é utilizado para condições crónicas de longa duração, a menos que tal seja especificamente indicado por um profissional de saúde.

P: O Mycocin é considerado um fármaco com aviso de 'caixa negra' nos EUA?

O Mycocin não é reconhecido por possuir um Aviso de Caixa (conhecido coloquialmente como aviso de 'caixa negra'). Este aviso específico reserva-se para fármacos com determinados riscos graves e potencialmente fatais.

P: O Mycocin é a única opção de tratamento para esta condição?

O Mycocin é um de vários agentes antifúngicos disponíveis para tratar infeções fúngicas locais. Outros tratamentos, tais como os agentes antifúngicos azóis, são reconhecidos como alternativas para condições como a candidíase.

P: O Mycocin está disponível sem receita médica?

Na maioria das jurisdições, as formas oral e vaginal de Mycocin apenas estão disponíveis com receita médica. No entanto, algumas formulações tópicas em creme ou pomada de menor dosagem podem estar disponíveis sem receita, dependendo dos regulamentos locais.

P: Existem alimentos comuns que devam ser evitados ao tomar Mycocin?

Não existem alimentos comuns específicos cuja evicção seja formalmente exigida durante a toma de Mycocin. Para a suspensão oral utilizada no tratamento de infeções na boca, as instruções enfatizam que se deve manter o líquido em contacto com a área infetada o máximo de tempo possível antes de engolir.

P: Em que medida é que o Mycocin é diferente de outros fármacos semelhantes?

O Mycocin é classificado como um antifúngico polieno macrólido e atua ligando-se diretamente ao ergosterol na membrana celular fúngica. Uma característica definidora fundamental é a sua absorção mínima ou insignificante pelo organismo, o que limita a sua ação ao local de aplicação, distinguindo-o de antifúngicos absorvidos sistemicamente.

P: Os idosos necessitam habitualmente de considerações especiais para o Mycocin?

Geralmente não são exigidos ajustes de dose únicos para idosos. A presença de condições subjacentes, como a insuficiência renal, pode exigir uma avaliação por um profissional de saúde, o que é uma consideração para doentes de qualquer idade.

P: O Mycocin interage com suplementos comuns, como vitaminas ou produtos fitoterapêuticos?

As interações farmacológicas formais com medicamentos sistémicos, vitaminas e suplementos gerais não são habitualmente antecipadas. Isto deve-se principalmente à absorção mínima do Mycocin na corrente sanguínea. É prática comum informar um profissional de saúde sobre todos os suplementos que estão a ser utilizados.

P: Qual é o conselho geral de armazenamento para o Mycocin em casa?

A maioria das formulações deve ser armazenada a temperatura ambiente controlada, tipicamente protegida da luz e da humidade, e mantida bem fechada na sua embalagem original. Uma exceção importante é a suspensão líquida reconstituída, que deve ser refrigerada após a mistura e não deve ser congelada, tendo um período de utilização limitado.

P: Existe uma versão genérica do Mycocin disponível?

Sim, a substância ativa do Mycocin, a Nistatina, está disponível tanto em versões de marca como genéricas. Os padrões de qualidade garantem que a versão genérica cumpre os mesmos requisitos de dosagem, qualidade e pureza que o medicamento original.

P: Qual é a diferença entre o Mycocin de marca e o genérico?

A substância ativa, a Nistatina, é quimicamente idêntica tanto na versão de marca como na genérica. Os medicamentos genéricos são aprovados para ter o mesmo efeito clínico. Podem existir diferenças apenas nos ingredientes inativos, como corantes ou agentes de enchimento, mas não no composto terapêutico central.

P: Que tipo de investigação está a ser feita atualmente sobre o Mycocin?

A investigação atual continua a investigar aspetos do Mycocin, incluindo o seu mecanismo biológico exato e a sua atividade contra estirpes fúngicas específicas, especialmente aquelas que mostram resistência. Os estudos estão também a explorar novas formulações, como versões lipossomais.

P: Existem programas oficiais de apoio ao doente relacionados com o Mycocin?

Embora o fármaco esteja habitualmente disponível em forma genérica, alguns fabricantes ou organizações podem oferecer programas de assistência ou apoio ao doente. Estes programas fornecem tipicamente recursos informativos ou opções de assistência financeira para doentes elegíveis.

P: O que acontece se o Mycocin for tomado com toranja ou sumo de toranja?

Uma vez que o Mycocin é minimamente absorvido pelo organismo, geralmente não se antecipa que interaja com a toranja. Os avisos sobre a toranja aplicam-se habitualmente a medicamentos que são extensamente metabolizados no organismo.

P: Que análises ao sangue comuns podem ser afetadas pela toma de Mycocin?

Devido à sua absorção insignificante na corrente sanguínea, geralmente não se espera que o Mycocin interfira com os resultados de análises laboratoriais ao sangue comuns. Declarar todos os medicamentos a um profissional de saúde antes de qualquer teste laboratorial é um procedimento recomendado.

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Como Mycocin deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Mycocin

Requisitos de Armazenamento

A maioria das formulações de Mycocin, tais como comprimidos e cremes, deve ser conservada a uma temperatura ambiente controlada, habitualmente entre os 20 °C e os 25 °C. O produto deve ser mantido na sua embalagem original, devidamente fechada e protegida da humidade. Todas as formas farmacêuticas têm de ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças.

Estabilidade e Manuseamento Especial

Embora o pó seco para suspensão oral seja conservado à temperatura ambiente, o líquido após reconstituição requer refrigeração (2 °C a 8 °C). A suspensão reconstituída não pode ser congelada e deve ser utilizada dentro do seu período específico de estabilidade de 7 a 10 dias.

Instruções de Eliminação

O Mycocin não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado adequadamente, de acordo com as diretrizes para resíduos farmacêuticos. O medicamento não deve ser deitado na sanita nem despejado num ralo, a menos que tal seja indicado por um programa regulamentado de retoma de medicamentos, como os pontos de recolha existentes nas farmácias.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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