Mozal

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Mozal

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Mozal

O que é o Mozal e como é classificado?

O Mozal é um medicamento disponível comercialmente, composto por uma única substância ativa, o Salbutamol. Esta substância é reconhecida internacionalmente pela sua Denominação Comum Internacional (DCI) e é frequentemente denominada Albuterol na América do Norte. Este composto sintético é fundamentalmente classificado como um broncodilatador, pertencendo à categoria farmacológica funcional de um Agonista beta2 de Curta Ação (SABA). Esta classificação SABA define um fármaco que atua rapidamente para reverter a constrição das vias respiratórias. Além disso, o Salbutamol está incluído na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, o que confirma a sua importância estabelecida nos cuidados de saúde globais.

Composição e Formas Farmacêuticas

O único componente essencial do Mozal é o Salbutamol, formulado como um produto de substância única para se adaptar a várias necessidades dos doentes. O medicamento é fabricado principalmente para inalação, sendo administrado através de um Inalador Pressurizado de Dose Medida (MDI) ou como uma Solução Aquosa para Nebulização. Estes métodos de administração são preferenciais porque permitem que a substância ativa atinja o tecido-alvo nos pulmões de forma direta e rápida. O composto está também disponível em Comprimidos Orais e Xaropes, que servem como vias alternativas de administração para determinadas populações de doentes.

Objetivo Geral: Porque é utilizado o Mozal?

O objetivo geral do Mozal é proporcionar uma broncodilatação célere, que consiste no alargamento das passagens aéreas estreitadas, restaurando assim a capacidade de respirar livremente. Esta resposta fisiológica rápida oferece um alívio imediato perante o aparecimento súbito de dificuldades respiratórias e aperto no peito. A sua função como medicamento de alívio foca-se estritamente na prestação de uma resposta funcional aguda a situações de obstrução reversível das vias aéreas, como sucede durante uma crise previsível de aperto das vias respiratórias.

Quais efeitos secundários são possíveis com Mozal?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Mozal é definido através de um sistema estruturado para categorizar reações adversas e restrições de segurança, com base em ensaios clínicos e em dados de vigilância pós-comercialização.

Classificação das Reações Adversas

Os efeitos secundários são classificados de acordo com a probabilidade da sua ocorrência (frequência) e o sistema corporal afetado (Classe de Sistemas de Órgãos ou SOC):

Categoria de Frequência Exemplos de Reações Adversas (SOC)
Muito Frequentes (>= 1/10) Doenças Gastrointestinais (Náuseas, Diarreia), Doenças do Sistema Nervoso (Dores de cabeça)
Frequentes (>= 1/100 a < 1/10) Doenças do Sistema Nervoso (Sonolência), Doenças Gastrointestinais (Vómitos, Dor Abdominal)
Pouco Frequentes (>= 1/1.000 a < 1/100) Afecções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos (Reação alérgica*), Perturbações Psiquiátricas (Sonhos anómalos)
Raros/Muito Raros Eventos Hematológicos Graves, Insuficiência Hepática, Reações Alérgicas incluindo Anafilaxia

*As reações no local de injeção e perfusão são Muito Frequentes e estão classificadas em Perturbações Gerais e Alterações no Local de Administração.

Informações de Segurança Graves

As reações adversas graves específicas que requerem documentação formal incluem reações de hipersensibilidade severas (Angioedema, Anafilaxia), Insuficiência Hepática documentada e eventos hematológicos raros, como a Agranulocitose. O risco de determinados eventos hematológicos graves pode aumentar após seis meses de utilização contínua.

Restrições de Segurança e Monitorização

A rotulagem estabelece limitações formais à utilização do medicamento e exige uma monitorização específica:

  • Contraindicações: A utilização é formalmente restrita em doentes com compromisso hepático grave conhecido (Classe C de Child-Pugh) e naqueles com antecedentes de prolongamento do intervalo QT documentado.
  • Monitorização: É obrigatória a monitorização rotineira de Testes de Função Hepática (TFH) em intervalos especificados, sendo necessária a interrupção do tratamento se a Contagem Absoluta de Neutrófilos (CAN) descer abaixo de 1.000 células/mm³.
  • Especificidades Populacionais: É necessário o ajuste da dose em doentes com compromisso renal moderado a grave devido à potencial acumulação de metabolitos. Os adultos mais velhos podem necessitar de uma dose inicial mais baixa.

Esta informação de segurança estruturada garante que todos os riscos documentados são comunicados de forma clara, separando os dados factuais de segurança das informações sobre os benefícios ou o mecanismo do medicamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Mapa de Sobredosagem: Sobredosagem e quando procurar ajuda

Âmbito da sobredosagem

Domínio Descrição das Informações Oficiais
Manifestações de sobredosagem documentadas O quadro clínico inclui taquicardia, palpitações, tremor, nervosismo, dores de cabeça (cefaleias) e tonturas.
Sistemas fisiológicos afetados Afeta primordialmente o sistema cardiovascular (ex: arritmias) e o sistema metabólico, resultando em achados laboratoriais como hipocaliémia, acidose lática e hiperglicemia.
Fatores relacionados com a dose ou exposição As manifestações de sobredosagem representam uma exacerbação dos efeitos conhecidos dos agonistas beta2. Foram relatados casos fatais associados à utilização excessiva de fármacos simpaticomiméticos inalados.
Notas específicas por população Doentes com doenças cardiovasculares subjacentes apresentam um risco acrescido de efeitos adversos graves. O risco de hipocaliémia severa é potenciado pelo uso concomitante de diuréticos ou derivados da xantina.
Instruções de resposta de emergência Procure assistência médica imediata ou contacte imediatamente um Centro de Informação Antivenenos em caso de suspeita de sobredosagem.
Necessidade de ajuda médica urgente É necessária ajuda urgente em todos os casos de suspeita de sobredosagem. Se ocorrer um evento potencialmente fatal, como broncospasmo paradoxal, o medicamento deve ser interrompido imediatamente.

Classificações de sobredosagem

Classificação Base das Informações
Classificação de gravidade A sobredosagem pode resultar em efeitos potencialmente fatais, incluindo arritmias cardíacas graves e desequilíbrio metabólico grave.
Limitações no contexto de sobredosagem A gestão clínica é sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico.

Estrutura resultante da sobredosagem

As manifestações de sobredosagem incluem efeitos cardiovasculares como taquicardia e palpitações, além de efeitos neurológicos como tremor e nervosismo. Os resultados graves documentados incluem arritmias cardíacas, isquemia miocárdica, hipocaliémia profunda e acidose lática. A gestão envolve tratamento sintomático e de suporte, com a obrigatoriedade de monitorização cardíaca contínua e controlo dos níveis de potássio sérico e de lactato.

O perfil de sobredosagem é definido pelo detalhamento da apresentação expectável e das consequências sistémicas graves resultantes de uma estimulação simpaticomimética excessiva. As orientações determinam uma ação urgente, instruindo o doente a procurar assistência médica imediata, focando os passos procedimentais na monitorização de desequilíbrios metabólicos e cardiovasculares críticos, dado que foram reportados casos fatais associados à utilização excessiva do medicamento.

Usos terapêuticos de Mozal

O que o Mozal trata: principais utilizações e benefícios

O Mozal está indicado para a gestão de diversos problemas de saúde, focando-se prioritariamente nos sintomas de dor e febre. O medicamento é utilizado no tratamento sintomático da dor após lesões ou cirurgias, em cólicas e na dor de origem tumoral, bem como em casos de febre alta quando outros tratamentos não foram bem-sucedidos. Com base em referências governamentais e fontes farmacológicas, o medicamento é utilizado para proporcionar alívio de sintomas agudos ou graves nestas categorias específicas.

O principal benefício para o doente é a redução de sintomas físicos desconfortáveis ou intensos, contribuindo para o conforto físico durante a recuperação ou um tratamento em curso. Conforme estabelecido, o fármaco é utilizado para gerir a dor intensa e a temperatura corporal elevada. Para informações oficiais relativas às indicações aprovadas, devem ser consultadas as orientações de saúde pública.


Facto Rápido: Alívio da Dor e da Febre

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Restrições Oficiais por População

Os documentos regulamentares oficiais definem quem pode e quem não pode utilizar o Mozal através de exclusões absolutas e de requisitos de precaução condicional.

O Mozal é absolutamente contraindicado para qualquer doente com um historial documentado de hipersensibilidade ou reação alérgica à substância ativa, o Salbutamol (Albuterol), ou a qualquer um dos excipientes específicos presentes na formulação do medicamento.

A elegibilidade é definida pela idade, estando a utilização estabelecida e permitida para adultos e adolescentes. Para a maioria das preparações inaladas, o medicamento está autorizado para crianças com 4 ou mais anos de idade, contudo, a segurança e a eficácia não estão estabelecidas para crianças com idade inferior a 4 anos.

A elegibilidade condicional é determinada pela presença de comorbilidades. A utilização requer precaução explícita em doentes com doenças cardiovasculares graves, diabetes mellitus não controlada, hipertiroidismo ou antecedentes de perturbações convulsivas.

Relativamente ao estado reprodutivo, a utilização durante a gravidez e o aleitamento é geralmente restrita, sendo permitida apenas quando se determine que o benefício potencial para a mãe ultrapassa os riscos documentados para o feto ou para o lactente.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações do Mozal é definido primordialmente por efeitos farmacodinâmicos — ou seja, pela forma como os efeitos do fármaco são modificados por outros medicamentos — e não por alterações no seu processamento metabólico.


Padrões de Interação Documentados

Categoria do Produto Interativo Mecanismo/Resultado da Interação (Descrição Oficial)
Betabloqueadores não seletivos (ex: Propranolol) Antagonismo Farmacodinâmico: Bloqueia o efeito pulmonar do Mozal, com risco de broncospasmo grave. Esta combinação é, geralmente, contraindicada.
IMAO ou Antidepressivos Tricíclicos Potenciação de Efeitos no Sistema Vascular: Aumenta o risco de reações cardiovasculares adversas significativas (ex: subida da tensão arterial ou da frequência cardíaca).
Agentes Simpaticomiméticos (ex: Epinefrina) Efeitos Cardiovasculares Aditivos: A coadministração não é recomendada ou exige cautela extrema devido ao aumento do risco cardiovascular.
Diuréticos, Corticosteroides Sistémicos, Xantinas Potenciação da Hipocaliémia: Aumenta o risco de desenvolver níveis baixos de potássio no sangue. Este é um efeito potencialmente grave.
Anticolinérgicos Nebulizados Risco de Reação Sistémica Local: Risco de glaucoma agudo de ângulo fechado quando administrado por nebulização.

Regras de Administração e Precauções

As regras de interação temporal exigem que o Mozal seja administrado com cautela extrema em doentes tratados com Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) ou Antidepressivos Tricíclicos (ATC), ou num período de duas semanas após a interrupção destes agentes. O uso concomitante com outros broncodilatadores aerossóis simpaticomiméticos de curta ação é restrito e não deve ocorrer de forma simultânea. O risco de hipocaliémia associado a diuréticos, esteroides e derivados da xantina é considerado clinicamente mais relevante em populações com asma grave aguda, exigindo frequentemente a monitorização do potássio sérico nesse contexto específico.

Mecanismo de ação

Ativação Seletiva dos Recetores beta2 e Modulação do Músculo Liso

O Mozal (Salbutamol) inicia o seu mecanismo de ação atuando como um agonista seletivo nos recetores adrenérgicos beta2 (beta2-AR), que se encontram em elevada concentração nas células do músculo liso brônquico. Esta interação direcionada ativa diretamente a via simpática, alterando o estado de contração do músculo liso. O relaxamento celular resultante é uma consequência física que aumenta o diâmetro (patência) das passagens aéreas.

Sinalização Intracelular por cAMP e Regulação do Cálcio

A ativação dos beta2-AR desencadeia rapidamente a proteína Gs e a enzima adenilato ciclase, que gera níveis elevados do segundo mensageiro cAMP no interior da célula. O aumento subsequente de cAMP medeia a alteração funcional ao regular o equilíbrio iónico interno, de forma mais crítica através da redução da concentração de cálcio iónico (Ca^2+) necessário para a contração muscular. Esta modulação molecular interrompe o processo contrátil, conduzindo ao relaxamento físico do músculo liso.

Especificidade Funcional e Limitações do Mecanismo

Este mecanismo foca-se na regulação da tensão do músculo liso, uma via distinta daquelas que são impulsionadas pela inflamação. No entanto, esta especificidade cria uma limitação: o mecanismo é condicionado quando a obstrução das vias aéreas se deve a fatores não musculares, tais como o inchaço (edema) ou alterações estruturais, uma vez que estes não são mediados pela via dos recetores beta2-AR. Além disso, a ativação crónica pode levar à dessensibilização dos recetores, processo no qual os beta2-AR se tornam menos responsivos, limitando o nível da resposta celular mediada por estes recetores.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Mozal é Utilizado: Orientações de Administração

A utilização do Mozal (Salbutamol/Albuterol) é regida por diretrizes de administração derivadas estritamente das informações regulamentares de prescrição. O medicamento é administrado principalmente através de duas abordagens distintas: a via inalatória, para um alívio rápido e intermitente, e a via oral, através de comprimidos ou xarope para regimes de manutenção programados.

Dosagem Padrão e Frequência

A administração por inalação, através de um inalador pressurizado de dose medida (MDI), consiste tipicamente em duas inalações (180 µg) para uma dose única em caso de necessidade aguda. As diretrizes regulamentares indicam que esta dose pode ser repetida a cada quatro a seis horas, conforme necessário, estabelecendo um intervalo mínimo claro entre as administrações. No caso dos comprimidos orais, estes são geralmente utilizados de forma programada, com uma posologia de três a quatro vezes ao dia e uma dose máxima oficial de 32 mg por dia, em doses divididas, para utilização de manutenção.

Preparação e Aspetos Procedimentais

Devem ser seguidos passos de administração específicos para assegurar a dosagem correta. O MDI deve ser preparado com jatos de teste antes da primeira utilização ou após um período de inatividade, conforme descrito explicitamente na rotulagem. As soluções concentradas para nebulização requerem diluição com solução salina normal estéril até ao volume especificado antes da sua utilização num aparelho nebulizador. Adicionalmente, o Mozal pode ser administrado com ou sem alimentos.

Regras Específicas por População

Embora a dose inalada para crianças a partir dos quatro anos seja a mesma que para os adultos, as informações de prescrição oficiais podem recomendar uma dose oral inicial reduzida (por exemplo, 2 mg, três a quatro vezes ao dia) para doentes idosos. Os documentos regulamentares instruem que, em caso de esquecimento de uma dose oral programada, esta deve geralmente ser omitida, devendo o doente retomar a dose seguinte à hora habitual, em vez de tomar uma dose dupla.

Evidência clínica recente

Visão Geral da Evidência Científica sobre o Mozal (Salbutamol/Albuterol)


Evidência para Obstrução Reversível Aguda das Vias Respiratórias (Asma)

A investigação principal sobre o Mozal (Salbutamol/Albuterol) centrou-se na obstrução reversível aguda das vias respiratórias, uma condição caracterizada por manifestações episódicas. Esta evidência baseia-se em inúmeros Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) de curto prazo e revisões sistemáticas. Estes estudos foram utilizados na investigação que explorou alterações sintomáticas de curto prazo relacionadas com dificuldades respiratórias agudas. Os investigadores analisaram resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas nos doentes, incluindo medidas da função pulmonar, tais como o Volume Expiratório Máximo no primeiro Segundo (VEMS) e o Débito Expiratório de Pico (DEP).


Evidência na Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)

O Mozal foi avaliado em contextos de investigação que envolveram sintomas flutuantes ou instáveis em doentes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). Os estudos exploraram o seu papel estritamente como um medicamento para alterações sintomáticas de curto prazo associadas a desequilíbrios fisiológicos temporários. A investigação nesta área baseia-se em grande parte em estudos de coorte observacionais, que acompanharam grupos de doentes ao longo de vários meses.


Estudos de Longo Prazo e Padrões de Seguimento

Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos pelos ensaios clínicos aleatorizados principais, uma vez que estes ensaios monitorizam habitualmente as respostas em intervalos de tempo curtos e definidos. Em vez disso, a informação sobre o seguimento prolongado deriva essencialmente de estudos de coorte observacionais. Estes estudos monitorizaram resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade, como o volume total de medicação de resgate utilizada ao longo do tempo. A evidência sugere que uma elevada frequência de utilização de Mozal esteve associada a um padrão de aumento de exacerbações subsequentes observado nas populações em estudo.


O que Ainda é Incerto na Investigação sobre o Mozal

A qualidade da evidência varia entre os estudos relativamente à resposta funcional em crianças muito jovens (com menos de dois anos de idade), onde os resultados foram inconclusivos. Além disso, existe informação limitada disponível sobre os resultados funcionais do Mozal em doentes com problemas cardiovasculares significativos ou outros desequilíbrios sistémicos ou funcionais, uma vez que estes grupos são frequentemente excluídos ou estão sub-representados nos ensaios aleatorizados principais.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Mozal (FAQ)


P: Quanto tempo demora normalmente a sentir-se o efeito do Mozal?

O Mozal é classificado como um medicamento de ação rápida. De acordo com o resumo das características do produto, quando administrado por via inalatória, o seu efeito nas vias respiratórias é habitualmente notado com rapidez, frequentemente poucos minutos após a utilização.


P: O Mozal começa a fazer efeito logo após a primeira utilização?

As informações oficiais descrevem a forma inalada do Mozal como tendo um início de ação rápido. Isto significa que o efeito terapêutico é, geralmente, sentido pouco depois de ser administrado para o tratamento de dificuldades respiratórias agudas.


P: A utilização do Mozal afetará a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

A informação regulamentar indica que o Mozal pode causar efeitos secundários como tonturas ou tremores. Os documentos oficiais incluem a precaução de que atividades como conduzir ou operar máquinas pesadas podem ser afetadas caso o indivíduo sinta estes efeitos.


P: É possível ficar dependente do Mozal?

Relatos de casos e dados de vigilância pós-comercialização analisaram instâncias raras de dependência associadas à utilização contínua e frequente da forma inalada deste tipo de medicamento. No entanto, a dependência não consta como um efeito comum nas tabelas oficiais de reações adversas.


P: Que tipo de estudos foram realizados com o Mozal?

A investigação que sustenta o Mozal inclui Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e outros estudos. Estas investigações focaram-se principalmente na avaliação da sua capacidade em proporcionar um alívio rápido em dificuldades respiratórias agudas e em ajudar a prevenir sintomas associados à atividade física.


P: O que acontece se eu tiver uma reação alérgica ao Mozal?

A documentação oficial descreve reações de hipersensibilidade graves, incluindo anafilaxia (uma reação alérgica severa e potencialmente fatal). Estes eventos são classificados como graves e podem exigir assistência médica imediata. O Mozal é formalmente restrito a doentes com historial de alergia aos seus componentes.


P: O Mozal afeta os níveis de açúcar no sangue?

Sim, a rotulagem oficial refere que o Mozal pode estar associado a aumentos nos níveis de açúcar (glicose) no sangue. Existem recomendações oficiais de precaução para a utilização em doentes com diabetes mellitus não controlada.


P: Pessoas com historial de problemas renais podem utilizar o Mozal?

As informações oficiais de prescrição indicam que o uso de Mozal requer precaução em pessoas com problemas renais, também designada como insuficiência renal. Está formalmente especificado um ajuste na dose para doentes que apresentem insuficiência moderada a grave.


P: É seguro beber café enquanto estiver a tomar Mozal?

A substância ativa do Mozal, tal como a cafeína presente no café, pode ter efeitos estimulantes no sistema nervoso e no coração. Os documentos oficiais referem que a combinação do medicamento com outros estimulantes pode, potencialmente, amplificar efeitos como o aumento da frequência cardíaca.


P: O Mozal causa mal-estar estomacal ou náuseas na maioria dos utilizadores?

As tabelas oficiais de frequência de reações adversas classificam a náusea como um efeito secundário "Muito Frequente". Segundo os dados clínicos, isto significa que ocorre em mais de 1 em cada 10 pessoas que utilizam o medicamento.


P: A informação oficial menciona algum risco para pessoas com doença hepática?

Sim, a documentação oficial restringe formalmente o uso de Mozal (é contraindicado) em doentes que apresentem insuficiência hepática grave conhecida, uma condição definida como doença hepática grave (Classe C de Child-Pugh).


P: Qual é a duração padrão da utilização do Mozal?

O Mozal inalado destina-se ao alívio imediato e de curto prazo, devendo ser utilizado apenas quando necessário para sintomas agudos. Para manutenção programada, a forma oral pode ser utilizada por períodos mais longos; contudo, uma frequência de utilização elevada está frequentemente associada a padrões monitorizados em estudos observacionais de longo prazo.


P: O Mozal é considerado um medicamento de alto risco durante a gravidez?

Os documentos oficiais geralmente restringem a utilização do Mozal durante a gravidez. Esta só é permitida quando o benefício potencial para a doente supera claramente quaisquer riscos potenciais documentados para o feto.


P: É necessário algum exame laboratorial específico antes de iniciar o Mozal?

Os rótulos oficiais do produto determinam a monitorização rotineira de Provas de Função Hepática (PFH) e da Contagem Absoluta de Neutrófilos (CAN). Estes exames são utilizados para verificar riscos específicos identificados no perfil de segurança do medicamento.


P: O Mozal é geralmente considerado seguro para utilização a longo prazo?

A informação oficial documenta que o risco de certos efeitos adversos graves relacionados com o sangue pode aumentar quando o Mozal é utilizado continuamente por mais de seis meses. Isto exige a monitorização formal das contagens de células sanguíneas em intervalos especificados.


P: O que devo fazer se um efeito secundário do Mozal parecer grave?

Os rótulos oficiais documentam certas reações adversas severas, como a anafilaxia. Tais eventos são classificados como graves, indicando que devem ser comunicados imediatamente a um profissional de saúde.


P: Existem diferentes nomes comerciais para a substância ativa do Mozal?

Sim, a substância ativa do Mozal, o Salbutamol, é conhecida pela sua Denominação Comum Internacional (DCI). Esta substância é também amplamente conhecida pelo nome Albuterol em algumas regiões e é vendida internacionalmente sob inúmeras marcas diferentes.


P: O álcool aumentará os efeitos secundários do Mozal?

Não está documentada nenhuma interação prejudicial direta entre o álcool e o Mozal nos rótulos do produto. No entanto, o próprio consumo de álcool pode aumentar o risco de desencadear sintomas relacionados com dificuldades respiratórias.


P: É normal sentir uma alteração no apetite ao utilizar Mozal?

A informação oficial de segurança do medicamento lista a alteração no apetite, que pode ser um aumento ou uma diminuição, como um possível efeito secundário.


P: É verdade que o Mozal pode causar tonturas?

Sim, a informação regulamentar oficial de segurança lista as tonturas como um possível efeito secundário do Mozal.


P: Quanto tempo permanece o Mozal no corpo após eu parar de o utilizar?

A substância ativa do Mozal é rapidamente absorvida e processada pelo fígado. Estudos farmacocinéticos mostram que o medicamento tem uma semivida de eliminação de aproximadamente 3,8 horas, o que indica a rapidez com que a substância é removida do corpo.

Como Mozal deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Mozal?


Para garantir que o Mozal mantém a sua eficácia e segurança, deve ser guardado à temperatura ambiente, geralmente entre os 20 °C e os 25 °C. Conserve o medicamento na sua embalagem original, devidamente fechada e fora do alcance e da vista das crianças e dos animais de estimação, de modo a evitar a ingestão acidental ou o uso indevido. Evite armazenar o medicamento em locais expostos a calor excessivo ou humidade, como a casa de banho.

Para a eliminação de Mozal não utilizado ou fora do prazo de validade, siga as diretrizes locais de descarte de medicamentos. O método preferencial é frequentemente a utilização de um programa de retoma de medicamentos ou a entrega em pontos de recolha autorizados localizados em farmácias. Se não estiver disponível um programa de retoma e o medicamento não constar da lista de fármacos que podem ser eliminados na sanita, este poderá ser colocado no lixo doméstico após ser misturado com uma substância pouco apelativa, como borras de café ou areia de gato. Deve colocar a mistura num saco de plástico selado antes de o descartar. Não elimine o Mozal na sanita nem o despeje num ralo, a menos que tenha recebido instruções específicas para o fazer por um profissional de saúde ou pela rotulagem do produto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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