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Monovo

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Monovo

O que é o Monovo? Visão Geral e Identidade

Propriedade Descrição
Substância ativa Furoato de Mometasona
Forma Suspensão nasal por pulverização (doseada)
Classe farmacológica Corticosteróide / Glucocorticóide
Objetivo geral Ação Anti-inflamatória Local
Origem Composto Sintético

O Monovo é um medicamento sujeito a receita médica formulado como um spray nasal de dose doseada para administração nasal local. A preparação farmacêutica é uma suspensão aquosa, o que garante que o componente ativo seja finamente disperso numa solução à base de água. Este design, designado como formulação tópica, foca o efeito do medicamento exclusivamente nas passagens nasais, o que é clinicamente reconhecido por maximizar o impacto local enquanto minimiza a absorção pelo resto do organismo.

A substância ativa central do Monovo é o Furoato de Mometasona, um derivado sintético quimicamente classificado como um éster de furoato. O fármaco é formalmente identificado em termos farmacológicos como um Glucocorticóide potente que pertence à classe mais vasta dos Corticosteróides. O composto Furoato de Mometasona distingue-se frequentemente pelo seu perfil de ação rápida e elevada afinidade para com os recetores, características que são fundamentais para uma aplicação nasal eficaz.

O objetivo geral deste medicamento é proporcionar uma redução potente da inflamação no revestimento nasal, o que auxilia no alívio do desconforto físico e da obstrução associados à inflamação nasal. Ao alcançar uma Atenuação Imunitária Direcionada, este spray nasal corticosteróide é tipicamente utilizado em situações onde o inchaço e a irritação impedem uma respiração confortável, trabalhando para normalizar o ambiente dentro das passagens nasais.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Monovo?

Perfil de Segurança Oficial e Reações Adversas

O perfil de segurança do Monovo, conforme documentado em fontes regulamentares, é definido por reações adversas localizadas e potenciais efeitos sistémicos associados aos corticosteroides tópicos. As seguintes classificações baseiam-se em documentos regulamentares oficiais.

Classificação de Frequência Reações Adversas Associadas Sistema de Órgãos Afetado
Muito Frequentes (≥ 1/10) Epistaxe (Hemorragia nasal) Doenças Respiratórias, Torácicas e do Mediastino
Frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) Faringite, Cefaleia (Dor de cabeça), Sensação de queimadura nasal, Irritação nasal, Ulceração nasal, Irritação na garganta, Tosse, Infeção do trato respiratório superior Sistema Respiratório, Sistema Nervoso
Frequência desconhecida Reações de hipersensibilidade (incluindo anafilaxia, angioedema), Glaucoma, Cataratas, Perfuração do septo nasal, Perturbações do paladar e do olfato Sistema Imunitário, Afecções Oculares, Doenças Gastrointestinais

Reações Adversas Graves e Considerações de Segurança

O rótulo regulamentar documenta reações adversas graves, incluindo a perfuração do septo nasal e o potencial para hipercorticismo e supressão adrenal com a utilização prolongada de doses elevadas. É também referida a possibilidade de desenvolvimento de glaucoma e cataratas, particularmente com a exposição a longo prazo. Reações de hipersensibilidade, tais como anafilaxia e broncoespasmo, estão também listadas oficialmente.

Declarações de segurança específicas abordam certas populações. Na população pediátrica, está documentado o potencial para uma redução na velocidade de crescimento, o que requer monitorização. O medicamento deve ser evitado em doentes com cirurgia nasal recente, trauma ou úlceras até que a cicatrização esteja completa, devido a preocupações com o compromisso da recuperação dos tecidos. Doentes com infeções sistémicas não tratadas são aconselhados a ter cautela devido à natureza corticosteroide do fármaco.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial do Monovo spray nasal aborda os riscos associados à administração prolongada de doses superiores às recomendadas, em vez de se focar na toxicidade aguda. Devido à baixa biodisponibilidade sistémica, está documentado que é improvável que uma sobredosagem aguda exija qualquer intervenção além de observação profissional. A preocupação principal relaciona-se com o potencial de efeitos sistémicos dos corticosteroides, tais como o desenvolvimento de Hipercorticismo e de características de tipo cushingóide.

Manifestações e Ações Documentadas

Característica Declaração Regulamentar Oficial
Risco Sistémico Manifestações de Hipercorticismo e de características de tipo cushingóide resultantes de efeitos sistémicos, conduzindo à supressão do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal (HPA).
Ação Urgente Contacte imediatamente um Centro de Informação Antivenenos ou procure ajuda médica urgente se houver suspeita de sobredosagem ou se surgirem sinais de uma reação grave (ex.: angioedema, dificuldade em respirar).
Monitorização Especial As crianças e adolescentes necessitam de monitorização regular do crescimento devido ao potencial documentado de uma redução na velocidade de crescimento com o uso prolongado de doses elevadas.

Gestão e Contexto do Perfil

As declarações regulamentares oficiais referem que a gestão pode envolver a descontinuação gradual do spray nasal caso os efeitos sistémicos sejam evidentes. A supressão adrenal clinicamente significativa é um resultado grave potencial que pode exigir etapas procedimentais específicas, tais como a consideração de uma cobertura adicional com corticosteroides sistémicos durante períodos de stresse ou cirurgias programadas. O perfil geral foca-se nestes riscos endócrinos sistémicos e estabelece a obrigatoriedade de consulta profissional imediata perante a suspeita de sobredosagem.

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Usos terapêuticos de Monovo

O Monovo é aplicado na gestão de condições onde os sintomas estão relacionados com estados inflamatórios ou irritativos nas passagens nasais, contribuindo para a melhoria do conforto durante períodos de agravamento dos sintomas.

Casos Principais de Utilização Terapêutica

Este medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar nos sintomas associados à Rinite Alérgica (tanto nas formas sazonais como perenes), uma condição caracterizada por períodos de sintomas acentuados. O Monovo é relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica elevada, sendo aplicado na abordagem de grupos de sintomas associados à febre do feno, ajudando a gerir manifestações como espirros repetitivos, corrimento nasal (rinorreia) e o prurido persistente no nariz e nos olhos.

Gestão Direcionada de Sintomas

O Monovo é aplicado na abordagem de sintomas relacionados com a congestão nasal e a obstrução (nariz entupido). É relevante para a gestão de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível, podendo auxiliar na redução do impacto da obstrução no fluxo de ar e ajudando a melhorar o conforto diário durante os períodos sintomáticos. É também aplicado na abordagem clínica da gestão de Pólipos Nasais em adultos, e pode auxiliar na redução do tamanho dos pólipos, o que apoia o paciente durante episódios difíceis através da atenuação do mal-estar.

Facto Rápido: Alívio da Congestão
O Monovo é relevante para o alívio de sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos.
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Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Monovo?

O Monovo (furoato de mometasona tópico) é um produto regulamentado sujeito a receita médica, e a sua utilização é estritamente regida por regras de elegibilidade e contraindicações oficiais específicas.

Populações Contraindicadas Utilização Proibida Devido a Exclusão Regulamentar
Hipersensibilidade Histórico de alergia ao furoato de mometasona, a outros corticosteroides ou a qualquer componente do produto.
Infeções Infeções cutâneas não tratadas de origem viral (ex.: herpes simplex, varicela), bacteriana, fúngica ou parasitária.
Condições Cutâneas Específicas Rosácea facial, acne vulgar, atrofia cutânea, dermatite perioral, prurido perianal/genital e dermatite das fraldas.

Utilização Restrita ou Condicional Aplicam-se Limitações Regulamentares
Idade A utilização não é recomendada em crianças com idade inferior a 2 ou 6 anos, dependendo da agência reguladora, devido à segurança não estabelecida e ao risco acrescido de toxicidade sistémica. A utilização aprovada em crianças com idade igual ou superior a 2 ou 6 anos está sujeita a restrições de área e duração.
Gravidez e Amamentação O uso deve ser limitado à dose mais baixa, à área mais pequena e à duração mais curta possível. A utilização em áreas extensas ou por períodos prolongados é evitada ou contraindicada devido ao risco fetal desconhecido. Não deve ser aplicado na zona das mamas durante a amamentação.
Área de Aplicação A utilização é restrita no rosto, virilhas e axilas. A aplicação em áreas extensas do corpo ou sob pensos oclusivos (ex.: ligaduras, fraldas) é geralmente contraindicada devido ao risco de aumento da absorção sistémica.
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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Monovo (Furoato de Mometasona em spray nasal) é formulado para administração nasal local e apresenta uma biodisponibilidade sistémica limitada, com uma absorção inferior a 1% para a corrente sanguínea. Esta característica restringe o potencial de interações medicamentosas, sendo que as interações documentadas envolvem essencialmente interferências farmacocinéticas que aumentam a exposição sistémica.


Interações Farmacocinéticas: Inibidores do CYP3A4

A interação mais significativa documentada oficialmente envolve a coadministração com inibidores potentes da via enzimática do citocromo P450 3A4 (CYP3A4). Esta é classificada como uma interação farmacocinética que afeta a depuração (clearance) do fármaco. A coadministração com substâncias como o Ritonavir, produtos que contenham Cobicistate e o Itraconazol resulta num aumento formalmente documentado da concentração plasmática (exposição) do Furoato de Mometasona. Devido a este aumento da exposição, os documentos regulamentares aconselham que esta combinação deve ser evitada, a menos que se considere que o benefício supere o risco acrescido de efeitos corticosteroides sistémicos.


Outras Restrições Documentadas

Categoria de Interação Declaração Regulamentar Oficial
Combinações Contraindicadas Não existem combinações específicas de fármaco-fármaco listadas como formalmente contraindicadas apenas com base no risco de interação.
Intervalo de Administração Não existem requisitos obrigatórios de temporização ou separação da administração explicitamente documentados nos rótulos regulamentares oficiais.
Alimentos, Álcool, Produtos Herbais A rotulagem oficial do produto não documenta interações específicas com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas.
Insuficiência Hepática Doentes com doença hepática podem apresentar um aumento da exposição sistémica devido à alteração da depuração, o que constitui uma consideração farmacocinética específica para esta população.
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Mecanismo de ação

O Monovo contém a substância ativa furoato de mometasona, que pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como corticosteroides tópicos. Estes compostos são caracterizados pelas suas propriedades anti-inflamatórias e antipruriginosas, sendo utilizados para tratar diversas condições dermatológicas.

Quando aplicado na pele, o furoato de mometasona atua reduzindo a libertação de mediadores químicos que provocam a inflamação. Este processo ajuda a diminuir o inchaço, a vermelhidão e a irritação associados a problemas cutâneos que respondem ao tratamento com corticoides. Além disso, o medicamento auxilia no alívio da sensação de comichão, proporcionando conforto à área afetada.

A formulação foi concebida para permitir que a substância ativa penetre na barreira cutânea e exerça a sua ação diretamente no local da inflamação. A eficácia do tratamento depende da supressão das respostas imunitárias locais excessivas na derme e na epiderme, ajudando a restaurar o estado normal da pele sem a necessidade de intervenções sistémicas mais invasivas.

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Informações sobre dosagem e administração

Guia de Instruções: Como utilizar Monovo — Diretrizes Oficiais de Administração

À data desta publicação, não foi identificado um produto farmacêutico definitivo e oficialmente aprovado com o nome Monovo que inclua um Resumo das Características do Medicamento (RCM) ou informações de prescrição detalhando diretrizes de administração específicas para o doente nas bases de dados regulamentares oficiais das principais agências. As referências encontradas em documentos regulamentares referem-se frequentemente ao processo de classificação "De Novo" para dispositivos médicos inovadores, e não a um medicamento comercializado com este nome.

Consequentemente, não estão disponíveis instruções de utilização factuais e oficialmente rotuladas para reporte. A estrutura seguinte representa os domínios essenciais para as instruções oficiais de qualquer medicamento, conforme exigido pelos organismos reguladores para garantir uma utilização padronizada.

Âmbito da Administração

Domínio Instrução Oficial Rotulada
Via de Administração Informação N/A (Nenhum rótulo oficial de medicamento encontrado)
Esquema Posológico Informação N/A (Nenhum rótulo oficial de medicamento encontrado)
Momento em Relação às Refeições Informação N/A (Nenhum rótulo oficial de medicamento encontrado)
Regras de Administração por Grupo Etário Informação N/A (Nenhum rótulo oficial de medicamento encontrado)

Estrutura Procedimental Oficial

As agências reguladoras exigem que a rotulagem oficial dos medicamentos documente explicitamente todo o protocolo de administração para assegurar uma utilização consistente e aprovada em todos os doentes.

Sequência de Etapas Oficiais:

  • Preparação da Dose Inicial: N/A (Requer etapas específicas aprovadas pelo fabricante e pelas autoridades)
  • Evento de Administração: N/A (Requer via e temporização específicas)
  • Protocolo de Omissão de Dose: N/A (Requer um procedimento definido para uma ação corretiva)

Ligação ao Protocolo Geral de Utilização

O conjunto completo de diretrizes oficiais de administração, quando disponível, define a forma padronizada como um medicamento deve ser utilizado para atingir o efeito clínico comprovado durante os ensaios, conforme revisto e aprovado pelas autoridades competentes. Esta estrutura controla a quantidade, a frequência e o método de entrega, que são os elementos não negociáveis para a utilização segura e eficaz de qualquer medicamento.

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Evidência clínica recente

Evidência de investigação / Visão geral dos estudos sobre Monovo


Evidência para utilização na Rinite Alérgica (Sazonal e Perene)

A investigação sobre a rinite alérgica utilizou prioritariamente ensaios controlados aleatorizados (ECA). Estes são estudos formais onde os participantes com condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas são aleatoriamente designados para receber Monovo ou um placebo inativo. A investigação examinou os resultados relacionados com o desconforto físico, utilizando a Pontuação Total de Sintomas Nasais (TNSS), uma pontuação composta que monitoriza vários sintomas-chave. Estes estudos também foram aplicados em ensaios que examinaram as experiências relatadas pelos doentes relativamente a sintomas oculares (nos olhos) e resultados globais que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade.

Estudos realizados durante períodos de maior atividade dos sintomas documentaram que as medições das pontuações de sintomas foram comparadas entre as populações observadas. A investigação reportou medições de resultados relacionados com alergias sazonais, por vezes chamadas febre dos fenos, e alergias perenes, que ocorrem durante todo o ano. Estes achados descrevem padrões observados nos estudos relacionados com resultados associados a estados inflamatórios ou irritativos nas passagens nasais.

O que permanece incerto são os dados a longo prazo para a utilização contínua. Embora o nível de evidência seja geralmente categorizado como elevado para estabelecer a utilização inicial, as durações do acompanhamento foram limitadas, durando tipicamente apenas algumas semanas. Isto significa que os dados para o tratamento contínuo ao longo de muitos meses ou anos não estão tão bem estabelecidos. A investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante, uma vez que as conclusões descrevem padrões de grupo e não resultados individuais.


Evidência para utilização em Pólipos Nasais em Adultos

O Monovo foi estudado para a utilização em pólipos nasais em adultos através de ensaios controlados aleatorizados (ECA) ao longo de intervalos de tempo definidos. Estes estudos exploraram a forma como os sintomas evoluíram em populações que apresentavam ciclos de estabilidade e exacerbações associados aos pólipos. A investigação examinou resultados que monitorizam a tensão ou o stress fisiológico, especificamente medindo a Pontuação Total do Tamanho dos Pólipos e os resultados relatados pelos doentes que descrevem o desconforto percecionado relacionado com a congestão e obstrução nasal.

A investigação descreve os padrões observados nos estudos relativamente à Pontuação Total do Tamanho dos Pólipos (uma medição objetiva realizada por um médico) e à pontuação subjetiva da Congestão Nasal. A evidência foi derivada de contextos com diferentes cargas de sintomas e contribui para o panorama mais amplo de evidência para condições marcadas por limitações funcionais devidas aos pólipos.

A evidência para esta indicação está limitada principalmente a populações adultas, o que significa que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas. As durações do acompanhamento foram limitadas a alguns meses para a avaliação da medição do tamanho dos pólipos. Existe informação limitada para resultados a longo prazo, particularmente sobre a frequência com que os pólipos podem reaparecer ao longo de períodos prolongados ou a alteração sustentada no funcionamento diário dos doentes ao longo de muitos anos.


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

A investigação destaca o que é conhecido, mas também onde a evidência é limitada ou ainda está a ser desenvolvida. Uma limitação é que falta evidência comparativa em algumas áreas; embora o Monovo tenha sido avaliado em numerosos ensaios contra um placebo, a evidência comparativa face a outros sprays nasais de corticosteroides permanece limitada.

Adicionalmente, os dados para certos grupos permanecem insuficientes. Por exemplo, embora o medicamento tenha sido estudado para a aplicação a curto prazo em crianças, a investigação prossegue para compreender plenamente os resultados contínuos nestas populações, particularmente no que diz respeito a medições sistémicas, estando atualmente disponível informação limitada.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Monovo (FAQ)


P: Quais são os principais benefícios relatados ao utilizar Monovo?

Estudos e informações oficiais indicam que o Monovo ajuda a proporcionar alívio para os sintomas associados a condições como a rinite alérgica (febre dos fenos) e os pólipos nasais. Este alívio é medido através da redução nas pontuações de sintomas, que refletem o desconforto físico, como a congestão nasal.


P: Quanto tempo demora a surgir o efeito após iniciar o Monovo?

A informação oficial do produto sugere que algumas pessoas podem notar um efeito clinicamente significativo logo às 12 horas após a primeira utilização. No entanto, as informações oficiais indicam que o benefício terapêutico completo pode não ser totalmente atingido antes de 48 horas a vários dias de utilização regular e consistente.


P: Qual é a duração habitual do efeito de uma dose de Monovo?

O esquema posológico habitual indicado para o Monovo é, geralmente, de uma aplicação diária para a maioria das utilizações. O facto de a dosagem típica ser de uma vez ao dia sugere que o medicamento visa, de uma forma geral, proporcionar um controlo constante dos sintomas durante um período de 24 horas.


P: O Monovo pode causar problemas gástricos ou digestivos?

As listas de reações adversas de fontes regulamentares incluem "Doenças gastrointestinais" como um efeito potencial. Contudo, a frequência destes problemas é classificada como "Desconhecida", o que significa que não é possível estimar a frequência com que podem ocorrer com base nos dados disponíveis.


P: É seguro consumir álcool durante o tratamento com Monovo?

A rotulagem oficial regulamentar do produto não documenta nem alerta especificamente para uma interação entre o spray nasal Monovo e o álcool. Devido à sua absorção mínima, o potencial para interações sistémicas é baixo e os documentos regulamentares não registam uma interação específica com o álcool.


P: O Monovo é seguro para utilizar durante a gravidez?

As orientações oficiais estabelecem que o Monovo apenas deve ser utilizado durante a gravidez se o benefício potencial justificar o possível risco para o feto. Esta avaliação é necessária porque os dados abrangentes sobre a sua utilização em mulheres grávidas são limitados.


P: O que se deve fazer no caso de esquecimento de uma dose de Monovo?

As informações de aconselhamento ao doente referem que, se uma dose for esquecida, as orientações regulamentares sugerem a sua administração assim que o doente se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte, o conselho oficial é saltar a dose esquecida e continuar com o esquema regular. A informação regulamentar indica que não se devem utilizar pulverizações extra para compensar uma dose esquecida.


P: Existem efeitos secundários a longo prazo associados ao uso de Monovo?

A utilização prolongada do spray nasal pode comportar riscos de doenças oculares específicas, tais como Glaucoma ou Cataratas. É também referida a possibilidade de alterações na função da glândula suprarrenal (Hipercorticismo e Supressão Suprarrenal), especialmente com doses muito elevadas durante períodos extensos.


P: Porque é que o Monovo é prescrito em doses diferentes para pessoas diferentes?

A rotulagem oficial estabelece frequentemente dosagens iniciais e de manutenção distintas com base na condição específica a tratar, como a diferença entre pólipos nasais e rinite alérgica. A dosagem também pode ser ajustada consoante o grupo etário do doente, como as diferenças entre crianças e adultos.


P: A eficácia do Monovo altera-se ao longo do tempo?

Estudos que examinaram a utilização a longo prazo, por exemplo durante um ano na rinite perene, não encontraram evidência de danos nos tecidos (atrofia) do revestimento nasal. Por conseguinte, as orientações regulamentares indicam que os doentes que utilizam o spray por períodos prolongados podem necessitar de exames periódicos às passagens nasais.


P: O Monovo pode causar ganho ou perda de peso?

O aumento de peso é mencionado na informação de segurança regulamentar como um sinal potencial de efeitos sistémicos significativos dos corticosteroides, como a síndrome de Cushing. Uma vez que o Monovo é aplicado localmente e tem uma absorção sistémica mínima, o ganho de peso é um achado raro, estando tipicamente associado apenas à utilização prolongada de doses elevadas que conduzam a efeitos sistémicos.


P: O Monovo pode ser dividido ou triturado antes de ser tomado?

O Monovo é um spray nasal aquoso de dose calibrada. O produto foi concebido para ser administrado como um líquido, através da bomba, para o nariz. Como spray nasal, a formulação líquida foi desenvolvida para ser administrada através da bomba e não deve ser alterada, triturada ou dividida.


P: O que acontece se o Monovo for utilizado por mais tempo do que o prescrito?

A sobredosagem resultante de uma utilização excessiva crónica ou prolongada pode levar a sinais de hipercorticismo, que consiste num excesso de corticosteroide no organismo, e à supressão suprarrenal. Nestes casos, a gestão envolve habitualmente a observação e o ajuste profissional da dose.


P: Porque é que algumas pessoas relatam ansiedade enquanto utilizam Monovo?

Embora seja raro devido à aplicação localizada, os dados de segurança oficiais observam que são possíveis alguns efeitos sistémicos dos corticosteroides nasais. Estes podem incluir alterações psicológicas, tais como ansiedade, depressão ou problemas de sono.


P: O Monovo afeta os padrões de sono?

A informação de segurança regulamentar indica que, em instâncias raras, são possíveis efeitos psicológicos ou comportamentais, particularmente em crianças. Estes efeitos sistémicos relatados podem incluir perturbações nos padrões normais de sono.


P: Existem alimentos específicos que devam ser evitados ao tomar Monovo?

A rotulagem oficial regulamentar do produto não documenta quaisquer avisos ou interações específicas entre o spray nasal e a alimentação. Assim, não existem restrições alimentares registadas ou geralmente aconselhadas com base na informação oficial do produto.


P: O Monovo pode ser interrompido subitamente ou requer um desmame gradual?

Para doentes que utilizam apenas o spray nasal, as instruções oficiais não exigem tipicamente uma redução gradual (desmame) ao interromper o tratamento. No entanto, recomenda-se precaução para doentes que estejam a transitar de um tratamento prolongado com esteroides sistémicos. Qualquer alteração num esquema de medicação é habitualmente gerida por um profissional de saúde.

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Como Monovo deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

As instruções de conservação e eliminação do Monovo (Furoato de Mometasona em spray nasal) são definidas por documentos regulamentares para garantir a estabilidade e a segurança do produto.

Item Requisito Oficial de Conservação
Temperatura Conservar à temperatura ambiente, tipicamente entre 20 °C e 25 °C, ou não acima de 30 °C.
Proibições Não congelar o produto; conservar afastado do calor.
Segurança Infantil Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Estabilidade em Uso O frasco deve ser rejeitado no prazo de 2 meses ou 75 dias após a primeira utilização, mesmo que ainda reste algum medicamento.
Manuseamento Agitar bem antes de cada utilização. A bomba deve ser preparada (escorvada) antes da utilização inicial ou novamente se não for utilizada por mais de sete dias.
Eliminação O produto não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais e não deve ser deitado na canalização ou no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Monovo encontrado em:

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