Monocast

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Monocast

Que Tipo de Medicamento é o Monocast?

O Monocast é um medicamento de manutenção direcionado, disponível apenas mediante receita médica, comummente conhecido pelo seu princípio ativo, o Montelucaste. É classificado como um Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT), uma classe que bloqueia especificamente os efeitos de substâncias químicas sinalizadoras da inflamação chamadas leucotrienos. Esta função especializada distingue-o de outros tratamentos respiratórios, tais como esteroides inalados ou broncodilatadores de alívio rápido.

Estudos farmacológicos têm apoiado consistentemente a eficácia deste medicamento na obtenção de estabilidade clínica na gestão respiratória. Ao contrário das opções de venda livre, o Monocast requer uma prescrição médica, sublinhando o seu papel na gestão de processos fisiológicos subjacentes e não apenas no tratamento de sintomas.


De que é Feito o Monocast e Como é Tomado?

O medicamento é uma formulação de ingrediente único que contém apenas montelucaste sódico e é administrado por via oral (pela boca). Esta característica é um diferenciador fundamental, pois proporciona um método sistémico, não inalado e não tópico para a administração da terapia. Para acomodar vários grupos de doentes, especialmente crianças, o Monocast é fabricado em formas distintas: comprimidos convencionais revestidos por película, comprimidos mastigáveis e grânulos orais.

O seu desenvolvimento como uma pequena molécula sintética permitiu uma elevada seletividade na ligação ao recetor de leucotrienos. É tomado por via oral e a sua absorção não é significativamente afetada pelas refeições, o que torna simples a sua incorporação diária e rotineira num regime terapêutico.


Qual é o Objetivo Geral da Toma de Monocast?

O objetivo geral do Monocast é proporcionar um controlo sustentado a longo prazo, através da redução da inflamação crónica e do inchaço dos tecidos nas vias aéreas do corpo. Ao neutralizar os efeitos agressivos dos leucotrienos, a medicação ajuda a prevenir a irritação constante e o estreitamento das vias respiratórias.

Esta ação preventiva serve como terapia de manutenção, a qual é clinicamente reconhecida por contribuir para um estado respiratório mais estável e confortável, particularmente na gestão de condições que são influenciadas pelo exercício ou por desencadeadores ambientais crónicos. O benefício global é o alívio geral dos sintomas inflamatórios crónicos, assegurando que as passagens de ar permaneçam consistentemente mais abertas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Monocast?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O Monocast (Montelucaste) está associado a uma variedade de efeitos adversos oficialmente documentados, que são classificados de acordo com a sua taxa de incidência seguindo normas regulamentares. O perfil de segurança global estruturado abrange tanto queixas físicas comuns como eventos sistémicos raros e graves.

Considerações Graves de Segurança

Existe uma advertência rigorosa relativa a alterações graves de comportamento e de humor. Estes eventos neuropsiquiátricos incluem relatos de ideação e comportamento suicida, agitação, agressividade, alucinações e depressão. Estes sintomas podem ocorrer durante o tratamento e também foi reportado que podem desenvolver-se ou persistir após a interrupção do medicamento. Outras reações adversas graves e raras documentadas incluem reações alérgicas severas, tais como anafilaxia, hepatite (lesão hepática) e a Síndrome de Churg-Strauss (um tipo de vasculite).

Classificação por Frequência e Sistemas

As reações adversas são categorizadas pela sua frequência conforme definido na documentação oficial:

As reações muito frequentes (superior ou igual a 1/10) incluem a infeção das vias respiratórias superiores. As reações frequentes (superior ou igual a 1/100 a inferior a 1/10) abrangem diarreia, náuseas, vómitos, erupção cutânea, piréxia (febre) e elevação das transaminases séricas. As reações pouco frequentes (superior ou igual a 1/1000 a inferior a 1/100) incluem certas perturbações psiquiátricas, como ansiedade e insónia, além de convulsões e edema.

Restrições e Notas sobre Populações Específicas

O medicamento é contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao montelucaste ou a qualquer componente do produto. Doentes com fenilcetonúria (PKU) devem ter em conta que a forma de comprimido mastigável contém aspartame, que é uma fonte de fenilalanina. Adicionalmente, doentes com sensibilidade conhecida à aspirina devem continuar a evitar a aspirina ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) enquanto tomam este medicamento, conforme indicado nas diretrizes oficiais.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e o que fazer em caso de emergência

A documentação regulamentar oficial do Montelucaste (Monocast) descreve sinais clínicos específicos e as ações de emergência necessárias em caso de sobredosagem. É obrigatória uma intervenção imediata se houver suspeita ou confirmação de que foi tomada uma quantidade excessiva do medicamento.

Manifestações clínicas documentadas

Os casos de sobredosagem relatados em adultos e crianças, incluindo situações com doses muito elevadas, caracterizam-se principalmente por um conjunto de sintomas não específicos. Estes incluem dor abdominal, vómitos, sede e dor de cabeça. Foram também documentados efeitos no sistema nervoso central, tais como sonolência, hiperatividade psicomotora (inquietação) e midríase (dilatação das pupilas). Em doentes pediátricos, os sintomas específicos observados incluem dor abdominal, sonolência e sede.

Ações de emergência necessárias

Se houver suspeita de uma sobredosagem, as orientações oficiais das autoridades de saúde exigem uma intervenção imediata. Deve procurar aconselhamento médico imediatamente ou contactar um centro de informação antivenenos ou um serviço de urgência. A abordagem clínica limita-se ao tratamento sintomático e de suporte. Não se conhece um antídoto específico para o Montelucaste. Devido à elevada ligação do fármaco às proteínas plasmáticas, a literatura regulamentar observa que é improvável que a diálise seja eficaz na remoção da substância do sistema. Em ambiente clínico, procedimentos como a lavagem gástrica ou a administração de carvão ativado podem ser considerados como parte dos cuidados de suporte.

Usos terapêuticos de Monocast

Para que é indicado o Monocast: Principais Utilizações e Benefícios

Com base em diretrizes de saúde oficiais, este medicamento é relevante em contextos terapêuticos que envolvam processos inflamatórios ou irritativos. A sua utilização centra-se na gestão a longo prazo da asma crónica, o que inclui sintomas persistentes relacionados com o esforço fisiológico, tais como sibilos e sensação de aperto no peito. O Monocast é commumente utilizado em condições que apresentam sintomas de asma crónica, rinite alérgica sazonal e perene, e para a prevenção da broncoconstrição induzida pelo exercício.

O apoio preventivo diário ajuda a reduzir a carga global de sintomas, contribuindo para que os doentes lidem de forma mais estável com as flutuações sintomáticas. O medicamento é aplicado em domínios onde é necessário suporte sintomático adicional para abordar manifestações como a congestão nasal e os espirros. Esta aplicação contribui para atenuar a carga sintomática global e apoia o bem-estar geral durante os períodos de sintomas.


Facto Rápido: Alívio para Sintomas Inflamatórios Crónicos

O benefício terapêutico foca-se na abordagem a sintomas ligados à inflamação nas vias aéreas e nas passagens nasais, o que auxilia na manutenção da estabilidade funcional e apoia os doentes durante episódios de maior desconforto.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Monocast? (Elegibilidade Regulamentar)

Esta secção detalha a elegibilidade das populações, restrições e contraindicações documentadas para a utilização de Monocast, baseando-se estritamente nas informações aprovadas pelas autoridades regulamentares.

Contraindicação Absoluta

A utilização de Monocast está absolutamente contraindicada (proibida) em doentes com hipersensibilidade (alergia) conhecida à substância ativa, o montelucaste, ou a qualquer outro componente do produto.

Elegibilidade por Grupo Etário e Restrições

A elegibilidade depende da idade do doente e da patologia a tratar, conforme definido nas informações oficiais:

Grupo Etário Indicações Aprovadas Utilização Não Estabelecida/Restrita
Adultos e Adolescentes (≥ 15 anos) Asma, Broncoconstrição Induzida pelo Exercício (EIB), Rinite Alérgica Nenhuma
Pediátrico (6 a 14 anos) Asma, Rinite Alérgica Prevenção de EIB (menos de 6 anos)
Lactentes e Crianças Pequenas Rinite Alérgica Perene (≥ 6 meses) Asma (menos de 12 meses)

Os idosos (≥ 65 anos) podem utilizar Monocast sem necessidade de ajuste na dosagem.

Limitações Baseadas em Condições de Saúde

  • Insuficiência Hepática: A utilização é permitida em casos de compromisso hepático ligeiro a moderado. A utilização em doentes com insuficiência hepática grave não foi avaliada.
  • Insuficiência Renal: A utilização é permitida; não é necessário qualquer ajuste na dose.
  • Fenilcetonúria (PKU): A formulação em comprimidos mastigáveis contém fenilalanina, o que exige precaução em doentes com Fenilcetonúria.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Alguns medicamentos podem afetar o modo como o Monocast funciona, ou o Monocast pode afetar a eficácia de outros fármacos.

É particularmente importante mencionar ao seu médico se estiver a tomar os seguintes medicamentos antes de iniciar o tratamento com Monocast:

  • Fenobarbital (utilizado no tratamento da epilepsia);
  • Fenitoína (utilizada no tratamento da epilepsia);
  • Rifampicina (utilizada no tratamento da tuberculose e de algumas outras infeções).

Embora o Monocast possa ser geralmente tomado com outros medicamentos utilizados no tratamento do asma e das alergias, a monitorização médica é essencial para garantir que a combinação é adequada ao seu caso específico. Não inicie nem interrompa qualquer outro tratamento para a asma sem consultar primeiro o seu médico.

Mecanismo de ação

Bloqueio Seletivo do Recetor CysLT1

O Monocast (Montelucaste) atua como um antagonista altamente específico, ligando-se e bloqueando o Recetor do Tipo 1 dos Leucotrienos Cisteínicos (CysLT1). Esta função é primordialmente antagonista e foca-se na supressão de sinais. Este mecanismo impede que potentes mediadores inflamatórios (leucotrienos cisteínicos, especificamente o LTD4) ativem o recetor em células essenciais das vias aéreas, como o músculo liso, o que, de outra forma, desencadearia uma sinalização fisiológica anómala.

Inibição da Cascata Inflamatória

Este antagonismo seletivo interrompe a via de transdução de sinal responsável por três consequências fisiológicas fundamentais. Ao bloquear esta cascata, o Monocast inibe a contração do músculo liso das vias aéreas mediada pelos leucotrienos, mitiga o aumento da permeabilidade vascular (edema) também mediado por estes e diminui a quimiotaxia de células pró-inflamatórias, como os eosinófilos, para as passagens respiratórias.

Limitações do Mecanismo: Ausência de Modulação no Broncoespasmo Agudo

O mecanismo modula a atividade do recetor para uma supressão sustentada do sinal em vias crónicas. Uma vez que o mecanismo é seletivo para a via dos leucotrienos e não envolve a modulação direta e rápida dos recetores beta-adrenérgicos, a especificidade do mecanismo e a sua cinética de início de ação impossibilitam a modulação rápida de um broncoespasmo agudo de elevada intensidade.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Monocast — Orientações de Administração

O Monocast é um medicamento de administração oral com instruções de utilização específicas. A utilização correta é determinada pela idade, pela forma farmacêutica e pela condição que está a ser gerida.


Posologia e Horários Padrão

O regime padrão para a asma e a rinite alérgica é de uma toma diária. Para a asma e rinite alérgica concomitante, a dose é geralmente tomada à noite. Para a rinite alérgica sazonal isolada, o horário da toma pode ser individualizado entre o período da manhã ou da noite.

Grupo Etário Dose Diária Padrão Formas Farmacêuticas Aprovadas
Adultos e Adolescentes (superior ou igual a 15 anos) 10 mg Comprimidos revestidos por película
Doentes Pediátricos (6–14 anos) 5 mg Comprimidos mastigáveis
Doentes Pediátricos (2–5 anos) 4 mg Comprimidos mastigáveis ou Grânulos orais
Doentes Pediátricos (6–23 meses) 4 mg Grânulos orais

Instruções de Administração

  • Comprimidos Revestidos por Película: Devem ser engolidos inteiros. Podem ser tomados independentemente da ingestão de alimentos.
  • Comprimidos Mastigáveis: Devem ser mastigados minuciosamente antes de serem engolidos.
  • Grânulos Orais: A saqueta de 4 mg deve ser administrada diretamente na boca ou misturada com uma colher de alimentos moles (por exemplo, puré de maçã ou puré de cenoura) ou 5 mL de leite materno ou fórmula infantil. A mistura deve ser consumida na totalidade num período de 15 minutos após a abertura da saqueta. Não guarde a dose misturada para utilização posterior.

Instruções para a Broncoconstrição Induzida pelo Exercício (BIE)

Para a prevenção da BIE, o Monocast é tomado como uma dose única pelo menos 2 horas antes do exercício. Os doentes que já tomam Monocast diariamente para a asma não devem tomar uma dose adicional para proteção contra a BIE. Não devem ser tomadas doses subsequentes num intervalo de 24 horas após uma dose anterior para a BIE.

Dose Esquecida

Se uma dose for esquecida, tome a dose seguinte agendada no horário habitual; não tome uma dose extra para compensar a que foi esquecida.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Monocast

Evidência para o Uso no Controlo da Asma Crónica

A investigação clínica sobre o Monocast (Montelucaste) para o controlo da asma a longo prazo baseou-se prioritariamente em Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas. Estes estudos compararam o medicamento com um placebo ou com outras terapêuticas padrão de manutenção da asma. Os investigadores focaram-se em resultados relacionados com o desconforto físico e o funcionamento diário, tais como a medição da função pulmonar (VEMS/FEV1), a monitorização da frequência de exacerbações (agudizações) da asma e o acompanhamento dos sintomas relatados pelos doentes durante o dia e a noite. As populações estudadas incluíram adultos, adolescentes e crianças de uma ampla faixa etária.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos em que se verificaram tendências relativas às medições da função pulmonar e à evolução dos sintomas nas populações observadas, em comparação com as que receberam placebo. Quando comparados com corticosteroides inalados, os relatórios descreveram um padrão particular nos resultados de medição dos principais indicadores de função pulmonar. O que permanece incerto é a visão completa do papel do medicamento quando comparado com outras terapêuticas de manutenção de primeira linha para todos os níveis de gravidade da asma. A duração do acompanhamento foi limitada em muitos ensaios fundamentais, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos para além de vários meses de tratamento.

Evidência para o Uso nos Sintomas de Rinite Alérgica

A investigação sobre a Rinite Alérgica Sazonal e Perene envolveu ECA de curta duração, nos quais o medicamento foi avaliado face a um placebo e a outros medicamentos para as alergias. Os ensaios mediram alterações na Pontuação Total de Sintomas Nasais e na qualidade de vida relatada pelos doentes. Os dados destes estudos descreveram padrões nas pontuações de sintomas nasais ao comparar os grupos. A evidência comparativa é limitada e os períodos de acompanhamento foram curtos, durando habitualmente apenas algumas semanas para cobrir uma única época alérgica.

Evidência na Prevenção da Broncoconstrição Induzida pelo Exercício (EIB)

A investigação para a prevenção da EIB explorou alterações sintomáticas de curto prazo utilizando ensaios cruzados (crossover) específicos controlados por placebo. Os dados demonstram padrões relacionados com a forma como a função pulmonar evoluiu nos grupos estudados antes do desafio de exercício, em comparação com os que receberam placebo. Ensaios controlados indicam que foi monitorizado um período de observação de até 24 horas após a administração. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo relativamente à permanência deste padrão caso o medicamento seja utilizado diariamente durante vários meses.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Monocast (FAQ)

Q: Qual é a diferença entre o Monocast e um anti-histamínico comum de venda livre?

A: O Monocast é classificado pelas autoridades regulamentares como um Antagonista dos Recetores dos Leucotrienos (ARLT), não sendo um anti-histamínico nem um corticoide. Isto significa que o medicamento atua visando um grupo específico de substâncias químicas inflamatórias chamadas leucotrienos, enquanto os anti-histamínicos atuam numa via química diferente que envolve a histamina.


Q: O Monocast afeta a resposta imunitária do organismo de alguma forma?

A: A informação oficial do produto indica que o Monocast reduz a inflamação ao bloquear a ação dos leucotrienos. Nota-se que esta ação diminui o movimento de células pró-inflamatórias, como os eosinófilos, para as vias respiratórias.


Q: Com que rapidez se podem esperar os efeitos benéficos do Monocast?

A: Estudos farmacocinéticos demonstram que o medicamento é rapidamente absorvido, sendo a concentração máxima no sangue tipicamente atingida entre 3 a 4 horas após a toma do comprimido. Como o Monocast é um medicamento de manutenção a longo prazo, os efeitos terapêuticos sustentados podem levar um período mais longo a estabelecerem-se.


Q: O que significa se o rótulo de um produto tiver um "Aviso Destacado" (Boxed Warning) sobre o Monocast?

A: Um Aviso Destacado (Boxed Warning), por vezes designado por "Aviso de Caixa Preta", é o alerta de segurança mais grave da FDA dos EUA. É utilizado para chamar a atenção para efeitos secundários potencialmente perigosos, tais como alterações graves de comportamento e de humor que foram relatadas com este medicamento.


Q: O Monocast pode causar sonhos invulgares ou vívidos?

A: A informação oficial de segurança indica que foram relatados sonhos anormais, incluindo sonhos vívidos ou pesadelos, como efeitos adversos em alguns doentes a tomar esta medicação.


Q: O Monocast causa aumento de peso, algo que é por vezes observado em tratamentos para a asma?

A: De acordo com os dados de ensaios clínicos controlados, o aumento de peso não foi um efeito adverso relatado com o uso de comprimidos orais de montelucaste.


Q: Sintomas como "formigueiro" ou dormência são efeitos secundários pouco comuns conhecidos do Monocast?

A: Os relatórios oficiais de eventos adversos listam efeitos secundários como sensação de formigueiro (parestesia) ou dormência (hipoestesia) em alguns doentes a tomar o medicamento.


Q: Quanto tempo permanece ativa no corpo uma dose de Monocast?

A: Os dados farmacocinéticos mostram que a semivida média do Montelucaste no plasma varia entre 2,7 e 5,5 horas em adultos jovens saudáveis. A semivida refere-se ao tempo que a concentração do medicamento no sangue demora a reduzir-se para metade.


Q: Existem problemas conhecidos no consumo de álcool durante o tratamento com Monocast?

A: A documentação regulamentar não lista uma interação direta entre o Montelucaste e o álcool. No entanto, nota-se que o Monocast acarreta um risco de lesão hepática (hepatite). A potencial combinação do consumo de álcool e o risco de lesão hepática associado ao Monocast pode justificar a consulta de um profissional de saúde.


Q: Existem interações conhecidas entre o Monocast e suplementos à base de plantas ou vitaminas?

A: A documentação regulamentar oficial não lista interações medicamentosas específicas entre o Montelucaste e suplementos à base de plantas ou vitaminas comuns.


Q: O Monocast é considerado aceitável para utilização durante a gravidez?

A: As orientações regulamentares indicam que o uso de Montelucaste durante a gravidez é tipicamente reservado para situações em que um profissional de saúde considere o tratamento claramente essencial.


Q: Qual é a orientação relativa ao Monocast e à amamentação?

A: Sabe-se que o medicamento é excretado no leite animal, embora não se saiba se é excretado no leite humano. As orientações regulamentares sugerem que o uso de Montelucaste durante a amamentação é tipicamente reservado para situações em que um profissional de saúde considere o tratamento claramente essencial.


Q: O facto de se ter um historial de problemas de saúde mental afeta a elegibilidade para o Monocast?

A: As orientações oficiais referem que os riscos e benefícios devem ser cuidadosamente considerados ao prescrever este medicamento a indivíduos com um historial de problemas de saúde mental. Isto deve-se ao facto de estes doentes poderem apresentar um risco mais elevado de alterações graves de comportamento e de humor associadas à medicação.


Q: O Monocast foi investigado ou utilizado para doenças pulmonares crónicas além da asma?

A: De acordo com a secção oficial de Indicações e Utilização da rotulagem, o Monocast não está aprovado para tratar a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) ou outras condições semelhantes fora das suas indicações específicas.


Q: Qual é a diferença de aparência ou marcação entre os comprimidos de Monocast e os comprimidos mastigáveis?

A: A rotulagem oficial do produto detalha que os comprimidos revestidos por película, os comprimidos mastigáveis e os grânulos orais têm todos cores, formas e marcas de identificação distintas. Estas características visuais estão detalhadas na rotulagem do produto.


Q: O Monocast afeta a capacidade de uma pessoa conduzir ou operar máquinas pesadas com segurança?

A: Os relatórios regulamentares indicam o potencial de efeitos secundários como tonturas e sonolência. Devido a este potencial, recomenda-se geralmente precaução ao conduzir e ao operar máquinas pesadas até que se conheça o efeito individual do medicamento.


Q: Existe alguma diferença na forma como o corpo processa a versão genérica do Monocast em comparação com a marca original?

A: As formulações genéricas e de marca devem ser terapeuticamente equivalentes. Isto significa que devem conter a mesma substância ativa e cumprir os mesmos padrões de desempenho para funcionarem da mesma forma no corpo.


Q: Estão associadas ao uso de Monocast alterações na pressão arterial ou no ritmo cardíaco?

A: Não foram relatadas alterações na pressão arterial em estudos clínicos controlados. No entanto, foram relatados sintomas relacionados com o coração, tais como batimentos cardíacos rápidos, irregulares ou fortes, em doentes a tomar esta medicação através de relatórios pós-comercialização.


Q: Pode o Monocast causar dores articulares ou musculares como efeito secundário?

A: Os relatórios oficiais de eventos adversos listam dor nas articulações, dor muscular e cãibras musculares como efeitos secundários relatados em alguns doentes a tomar esta medicação.


Q: Existem interações potenciais com vacinas comuns enquanto se toma Monocast?

A: De acordo com a documentação regulamentar oficial, não existem interações medicamentosas conhecidas entre o Montelucaste e as vacinas comuns.


Q: O Monocast pode fazer com que uma pessoa se sinta tonta ou com a sensação de cabeça vazia?

A: Sim, a tontura está listada nos relatórios oficiais como um efeito secundário conhecido desta medicação.


Q: É normal uma pessoa sentir uma dor de cabeça ligeira quando começa a tomar Monocast?

A: A dor de cabeça é um dos eventos adversos mais comummente relatados associados à toma desta medicação, de acordo com dados de ensaios clínicos.


Q: O Monocast contém lactose ou glúten?

A: A rotulagem oficial do produto lista todos os ingredientes inativos, incluindo a presença de lactose ou glúten. Estes ingredientes podem variar consoante a formulação específica, seja comprimido, comprimido mastigável ou grânulos.


Q: Pode o Monocast afetar a saúde dentária?

A: Os dados oficiais de ensaios clínicos relatam a dor dentária como um evento adverso associado ao uso desta medicação.

Como Monocast deve ser armazenado e descartado?

Condições de Conservação do Monocast

O Monocast (montelucaste sódico) deve ser conservado estritamente de acordo com as especificações regulamentares para garantir a sua estabilidade e integridade.

  • Temperatura e Ambiente: O medicamento deve ser mantido a uma Temperatura Ambiente Controlada, entre os 20°C e os 25°C (68°F a 77°F). As condições de armazenamento exigem obrigatoriamente proteção contra a luz e a humidade.
  • Embalagem: Conserve o produto na embalagem de origem para manter a proteção e a estabilidade.
  • Segurança Infantil: É um requisito obrigatório manter o Monocast fora da vista e do alcance das crianças.
  • Estabilidade em Uso: Os grânulos orais devem ser administrados no prazo de 15 minutos após a abertura da saqueta; qualquer porção restante deve ser eliminada.

Instruções de Eliminação

O Monocast não utilizado, desnecessário ou fora do prazo de validade deve ser eliminado em conformidade com os regulamentos locais. A eliminação deve ocorrer, geralmente, através de um programa de recolha de produtos farmacêuticos e não deve, em caso algum, envolver o despejo do medicamento no esgoto ou na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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