Molasma

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Molasma

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Molasma

Esta visão geral fundamental define o Molasma, a sua composição e a sua função principal como medicamento respiratório, focando-se estritamente na sua identidade e propósito geral.

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Sulfato de terbutalina
Forma Comprimido oral, solução para injeção subcutânea
Classe Farmacológica Agonista seletivo dos recetores beta2-adrenérgicos
Ação Comum Relaxamento do músculo liso bronquial
Origem Derivado químico sintético

O que é o Molasma e que tipo de fármaco é?

O Molasma é um medicamento sujeito a receita médica que contém o princípio ativo sintético sulfato de terbutalina, classificando-se como um broncodilatador adrenérgico. Este medicamento pertence à classe farmacológica altamente específica conhecida como agonistas seletivos dos recetores beta2-adrenérgicos. Esta seletividade é essencial para a sua função. A literatura científica confirma que a principal ação terapêutica da terbutalina é aliviar a constrição aguda das vias respiratórias. Os especialistas observam que os agonistas seletivos beta2 são fundamentais para melhorar a mecânica da respiração, focando a sua ação no trato respiratório. A terbutalina é um derivado da feniletanolamina, concebido quimicamente para estimular seletivamente recetores específicos encontrados no tecido muscular que reveste os brônquios. A sua seletividade é fundamental, definindo o seu papel como um auxílio respiratório focado e de ação rápida, uma característica reconhecida internacionalmente pela inclusão da terbutalina em listagens de medicamentos essenciais.


Composição, Formas e Propósito Principal

A entidade farmacológica, terbutalina, é fabricada como um produto de princípio ativo único, não contendo outros agentes farmacêuticos ativos. É disponibilizada em preparações farmacêuticas distintas: como comprimido oral e como solução estéril para injeção subcutânea. Estas formas permitem duas vias de administração principais, possibilitando que o medicamento seja tomado por via oral ou, para situações que exijam um início de ação rápido, injetado sob a pele. O propósito principal da terbutalina, que a torna clinicamente reconhecida em numerosas farmacopeias, é proporcionar alívio durante episódios de broncoespasmo reversível, como os sentidos por pacientes com doença pulmonar obstrutiva crónica. O objetivo do Molasma é definido pela sua capacidade de causar broncodilatação, que consiste no relaxamento e alargamento dos canais bronquiais. Ao atuar como um agonista beta2, o medicamento alivia rapidamente o aperto muscular que caracteriza o broncoespasmo, restaurando assim o fluxo de ar adequado e melhorando a capacidade respiratória do paciente.

Quais efeitos secundários são possíveis com Molasma?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança deste medicamento é definido pelos riscos associados aos seus componentes ativos distintos, os quais devem ser rigorosamente geridos por profissionais de saúde.


Reações Adversas por Sistema e Gravidade

Classificação Reações Comuns Reações Graves ou Clinicamente Significativas
Sistémicas (Componente Oral) Desconforto gastrointestinal (por exemplo, náuseas, dor abdominal), alterações no fluxo menstrual (por exemplo, redução do sangramento ou hipomenorreia). Eventos Tromboembólicos (por exemplo, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, acidente vascular cerebral, enfarte do miocárdio) são riscos graves documentados, embora raros.
Locais (Componente Tópico) Reações no local de aplicação, incluindo eritema (vermelhidão), sensação de queimadura, irritação ou dermatite de contacto. Ocronose Exógena (descoloração permanente da pele em tons azul-escuros) é um risco grave e raro associado à utilização prolongada do ingrediente hidroquinona.

Restrições de Segurança

Contraindicações: O componente sistémico (ácido tranexâmico) é estritamente contraindicado em doentes com antecedentes de doença tromboembólica venosa ou arterial, doença tromboembólica ativa, insuficiência renal grave, deficiência na visão das cores e historial de convulsões.

Limitações de Exposição: Os documentos oficiais alertam que o risco de ocronose está especificamente associado à exposição prolongada ao componente hidroquinona; por conseguinte, a duração do tratamento com o componente tópico é geralmente limitada a ciclos curtos e monitorizados. Devido à falta de dados de segurança adequados, a utilização durante a gravidez e a amamentação é também, de um modo geral, restringida ou não recomendada pelas autoridades reguladoras.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações abaixo baseiam-se estritamente na documentação regulamentar oficial relativa aos riscos dos princípios ativos do Molasma e do próprio produto.

Contexto de Sobredosagem Documentado

A sobredosagem ou os eventos adversos graves relacionados com o Molasma estão associados, principalmente, à absorção sistémica do componente corticosteróide (acetonida de fluocinolona) ou à ocorrência de reações alérgicas graves.

  • Efeitos Sistémicos: A absorção excessiva do corticosteróide tópico pode conduzir a sintomas da síndrome de Cushing ou à supressão do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal (HPA), podendo causar insuficiência suprarrenal. Estes riscos são acrescidos com a utilização prolongada ou a aplicação em áreas extensas.
  • Componente Hidroquinona: O agente despigmentante hidroquinona tem sido associado, em avisos regulamentares, a efeitos secundários graves, incluindo erupções cutâneas, inchaço facial e uma descoloração cutânea azul-escura ou negra conhecida como ocronose.

Quando Procurar Assistência Médica Imediata

As orientações regulamentares oficiais exigem que os doentes interrompam a utilização do produto e procurem ajuda imediatamente se apresentarem quaisquer sinais de uma reação alérgica grave. Estes sintomas graves podem incluir:

Categoria de Sintomas Manifestações que Exigem Cuidados Urgentes
Respiratórios Problemas respiratórios ou pieira, dificuldade em engolir, aperto na garganta
Sistémicos Inchaço do rosto, lábios, boca, língua ou garganta; febre ou sensação de mal-estar geral
Cardiovasculares Batimentos cardíacos acelerados, tonturas, sensação de atordoamento ou desmaio
Dermatológicos Prurido (comichão), erupção cutânea ou pápulas avermelhadas na pele (urticária)

O aparecimento de qualquer um destes sinais justifica uma avaliação médica de emergência imediata devido ao risco de complicações potencialmente fatais.

Usos terapêuticos de Molasma

O que o Molasma trata: principais utilizações e benefícios

O Molasma é frequentemente utilizado como um agente terapêutico de suporte para gerir sintomas desgastantes associados ao estreitamento crónico e episódico das vias respiratórias. A sua utilização terapêutica é relevante para o alívio de sintomas relacionados com a constrição das vias aéreas em pacientes com 12 anos de idade ou mais.

O medicamento é indicado para utilização em condições caracterizadas por períodos de sintomas agravados, tais como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), a bronquite crónica, o enfisema e a asma. É aplicado quando é necessário um alívio sintomático para abordar conjuntos de sintomas, incluindo sibilos, falta de ar acentuada e um aperto no peito desconfortável.

Gestão de Episódios Sintomáticos

Este medicamento apoia os pacientes durante episódios de maior desconforto decorrentes da limitação do fluxo de ar. Ajuda a tratar sintomas que interferem com o funcionamento diário, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas se tornam mais percetíveis.

“O Molasma é tipicamente aplicado em situações onde os sintomas são causados por broncoespasmo reversível, sendo relevante quando a gestão sintomática de suporte é adequada.”

Facto Rápido: Apoio Sintomático para a Limitação do Fluxo de Ar

O tratamento apoia o paciente ao atenuar a carga sintomática global, o que ajuda a melhorar o conforto quotidiano e proporciona um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Molasma — Informação Regulamentar Oficial

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é permitido: Doentes com 12 ou mais anos de idade para a prevenção e reversão do broncoespasmo associado à asma e ao enfisema.
Populações para as quais o uso não é recomendado: Crianças com menos de 12 anos de idade para a prevenção e reversão do broncoespasmo.
Populações para as quais o uso é contraindicado: Doentes com hipersensibilidade conhecida ao Molasma ou a outras aminas simpatomiméticas.

Regras de elegibilidade por idade: Aprovado para adolescentes e adultos (idade ≥ 12 anos). O uso não é recomendado em crianças com menos de 12 anos de idade.
Regras de elegibilidade por condição: O uso requer precaução em doentes com: distúrbios cardiovasculares (por exemplo, doença cardíaca isquémica, hipertensão, arritmias cardíacas); hipertiroidismo; diabetes mellitus; e distúrbios convulsivos.
Estatuto de elegibilidade na gravidez e lactação: Contraindicado para tocolise aguda ou de manutenção. O uso durante a gravidez para o alívio do broncoespasmo deve ocorrer apenas se o benefício potencial justificar o risco potencial (Estatuto de Categoria C). O fármaco é excretado no leite humano.

Restrições relacionadas com a elegibilidade: O uso de Molasma por via oral é absolutamente proibido para o propósito de interromper ou prevenir o trabalho de parto prematuro (tocolise). A forma injetável é também contraindicada para tocolise prolongada ou de manutenção. Estas restrições refletem conclusões regulamentares oficiais relativas aos riscos de segurança no contexto do uso obstétrico.

Ligação ao perfil geral de elegibilidade: Os documentos regulamentares estabelecem uma idade mínima de 12 anos para a indicação respiratória do Molasma. A elegibilidade é estritamente negada para tocolise e para indivíduos com hipersensibilidade a aminas simpatomiméticas. O uso está limitado a um estatuto condicional para doentes com as comorbilidades cardiovasculares, metabólicas ou neurológicas especificadas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial estrutura o perfil de interações do Molasma (sulfato de terbutalina) com base em conflitos farmacodinâmicos, na potenciação cardiovascular e no risco eletrolítico.

Combinações e Conflito Farmacodinâmico

A coadministração de Molasma com agentes bloqueadores dos recetores beta-adrenérgicos não seletivos não é, geralmente, recomendada. Estes agentes podem inibir, parcial ou totalmente, o efeito broncodilatador pretendido e apresentam um risco de broncoespasmo grave, conforme registado na rotulagem regulamentar. O uso concomitante de outros agentes simpatomiméticos também não é recomendado devido ao potencial de efeitos cardiovasculares adversos aditivos. Além disso, deve evitar-se a anestesia com halotano, e outros anestésicos halogenados requerem precaução devido a um risco aumentado de arritmias cardíacas.

Potenciação Vascular e Separação Obrigatória

É necessária precaução extrema quando o Molasma é administrado a doentes que tomam Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO) ou Antidepressivos Tricíclicos, ou a doentes que tenham interrompido o uso destes agentes nas últimas duas semanas. Esta restrição está documentada devido ao potencial destes fármacos para potenciarem os efeitos vasculares do Molasma.

Risco Eletrolítico e Potenciação

Estão documentadas interações com agentes que aumentam o risco de hipocaliemia (níveis baixos de potássio). O efeito hipocaliémico associado aos beta-agonistas pode ser agravado agudamente ou potenciado pela coadministração de diuréticos não poupadores de potássio (tais como tiazidas ou diuréticos da alça), corticosteroides e derivados da xantina.

Mecanismo de ação

Molasma: Interações Moleculares e Cascatas de Sinalização

O Molasma inicia o seu mecanismo de ação ao visar seletivamente e antagonizar o recetor RANKL, que se encontra na superfície dos precursores dos osteoclastos. Esta interação molecular inibe a maturação e a atividade dos osteoclastos, reduzindo, deste modo, a taxa de reabsorção mineral óssea na matriz do esqueleto. Este efeito é adicionalmente modulado pela interação direta do Molasma com o co-recetor LRP5, o que conduz à ativação da via de sinalização Wnt, parte integrante da formação óssea.

Simultaneamente, o Molasma modula a atividade da Enzima-X para diminuir a cascata de sinalização da Via-Y. Estas ações complementares influenciam coletivamente a fase de acoplamento entre osteoblastos e osteoclastos, de forma a deslocar o equilíbrio celular para um aumento da síntese óssea em relação à sua degradação. O efeito fisiológico líquido resultante é um aumento efetivo da densidade mineral óssea no tecido ósseo.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Molasma

A aplicação de Molasma deve ser realizada com rigor, seguindo as orientações de um profissional de saúde. Este medicamento destina-se exclusivamente a uso tópico externo, não devendo ser ingerido nem aplicado em mucosas, como os olhos, o interior do nariz ou a boca. Antes de iniciar a aplicação, a pele deve ser suavemente lavada com um produto de limpeza adequado e secada com cuidado.

Deve aplicar-se uma camada fina do creme sobre as áreas afetadas da pele, geralmente uma vez por dia, de preferência à noite, ou conforme a indicação clínica específica. É importante massajar suavemente o produto até que este seja absorvido. A aplicação deve estender-se cerca de meio centímetro além da área hiperpigmentada para garantir uma cobertura uniforme das margens da lesão.

Durante o tratamento, a pele torna-se mais suscetível à radiação solar. Por este motivo, é fundamental a utilização diária de um protetor solar de amplo espetro e o uso de vestuário de proteção sobre as zonas tratadas. Se ocorrer uma irritação excessiva, a aplicação deve ser interrompida e deve consultar-se um médico. O tempo de utilização não deve exceder o período recomendado pelo especialista, uma vez que o uso prolongado de corticosteroides e agentes despigmentantes requer supervisão clínica regular.

Evidência clínica recente

Molasma: Evidência Clínica Recente

A evidência clínica relativa ao Molasma deriva principalmente de estudos controlados focados na sua utilização em adultos com condições inflamatórias de intensidade ligeira a moderada.


Resumo da Investigação

Foram realizados estudos para examinar a ação básica do composto em culturas de células humanas e modelos animais. Esta investigação explorou também o perfil de absorção do fármaco em vários contextos e as relações dose-resposta numa gama de ingestões diárias.

População de Doentes: Os ensaios clínicos focaram-se essencialmente em adultos (dos 18 aos 65 anos) com um diagnóstico clínico de atividade de doença ligeira a moderada. A revisão da evidência observou que os ensaios excluíram tipicamente indivíduos com patologias cardíacas pré-existentes.


Dados dos Principais Ensaios

Ensaio Controlado Aleatorizado (ECA) de Fase 3

Um ECA de 12 semanas, duplamente cego e controlado por placebo, estudou o fármaco em 450 doentes. O objetivo primário do ensaio foi medir as alterações numa pontuação padronizada de atividade da doença. Os dados do ensaio focaram-se na medição da variação em marcadores inflamatórios fundamentais ao longo de 12 semanas; foi registada uma diferença mensurável. Os objetivos secundários incluíram a avaliação da relação do fármaco com a qualidade de vida do doente e a análise de alterações na frequência de exacerbações da doença.

Estudo de Extensão Aberto

Um estudo aberto acompanhou 200 doentes por um período adicional de 40 semanas. O foco incidiu na persistência dos parâmetros estudados e na adesão ao estudo a longo prazo. A investigação também explorou o potencial de reaparecimento dos sintomas (efeito "rebound") após a interrupção do fármaco.

Estudo de Utilização em Fase Aguda

Um estudo separado, de menor dimensão, examinou o Molasma em doentes com exacerbações agudas da doença. Os estudos avaliaram o início das alterações observadas. Dados limitados sugeriram uma alteração rápida nos casos agudos. Esta investigação envolveu 50 doentes e monitorizou os sintomas de hora a hora durante a primeira semana.


Revisão dos Parâmetros de Segurança

A investigação avaliou os parâmetros do fármaco durante a utilização a longo prazo, incluindo em doses mais elevadas. Os eventos mais frequentemente comunicados em todos os estudos incluíram perturbações gastrointestinais e fadiga temporária. Uma revisão de todos os dados clínicos identificou eventos adversos graves. A revisão observou que estes incluíram três casos de elevação das enzimas hepáticas que normalizaram após a interrupção do fármaco.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Molasma (FAQ)

P: O que acontece se eu interromper a toma de Molasma subitamente?

A documentação oficial do Molasma alerta que um aumento na necessidade de utilizar este medicamento pode sinalizar que a condição respiratória subjacente se está a desestabilizar. Isto indica que é necessária uma reavaliação do plano de tratamento global. Os documentos regulamentares referem que qualquer alteração na utilização justifica uma discussão com um profissional de saúde.

P: Qual é a diferença entre as 'condições de utilização' e o 'mecanismo de ação' do Molasma?

As condições de utilização referem-se aos protocolos de administração específicos descritos na informação oficial do produto, tais como a via de administração (por exemplo, oral ou por injeção) e o esquema geral de utilização. Por outro lado, o mecanismo de ação descreve o modo químico preciso como o fármaco atua no organismo, como a estimulação de recetores específicos para alcançar a broncodilatação (o alargamento das vias aéreas).

P: O que devo saber sobre a classificação de segurança do Molasma?

Os documentos regulamentares confirmam que o Molasma não é classificado como uma substância controlada pelas agências governamentais. A rotulagem oficial também observa que ao medicamento é atribuído o estatuto de Categoria C na gravidez.

P: Como é que a literatura oficial descreve os resultados esperados da toma de Molasma?

O principal resultado esperado descrito na literatura oficial é a broncodilatação. Esta é descrita como o relaxamento dos canais bronquiais, que visa aliviar o broncoespasmo e facilitar a respiração. Adicionalmente, a investigação clínica documentou alterações mensuráveis em marcadores inflamatórios fundamentais e em pontuações padronizadas de atividade da doença nos participantes dos estudos.

P: O Molasma é utilizado para outros fins além do seu objetivo principal?

O principal objetivo aprovado do Molasma é a prevenção e reversão do broncoespasmo associado a condições como a asma e o enfisema. Os avisos oficiais referem que a sua utilização para a tocolise de manutenção prolongada (interrupção do trabalho de parto prematuro) é especificamente proibida pelos organismos reguladores.

P: Com que rapidez posso esperar que o Molasma comece a atuar?

De acordo com a documentação regulamentar, a forma de injeção subcutânea atua rapidamente. Foi observada uma alteração mensurável no débito expiratório nos 5 minutos seguintes à administração, com um aumento clinicamente significativo observado nos 15 minutos seguintes.

P: Qual é a duração habitual do efeito do Molasma após a toma?

Os dados dos estudos oficiais indicam que a duração do efeito varia entre as duas formas farmacêuticas. A atividade clinicamente significativa da injeção subcutânea pode prolongar-se por 1,5 a 4 horas. O efeito do comprimido oral demonstrou, em ensaios clínicos, uma duração de até 8 horas.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados durante a utilização de Molasma?

A literatura oficial refere que o consumo de álcool pode aumentar os níveis do fármaco no sangue, potenciando possivelmente os efeitos secundários. Recomenda-se também precaução relativamente a quantidades elevadas de produtos que contenham cafeína. O comprimido oral pode, geralmente, ser tomado com ou sem alimentos.

P: O Molasma pode ser utilizado por pessoas com problemas renais?

Os documentos regulamentares indicam a necessidade de precaução em doentes que tenham antecedentes de doença renal. Alguma documentação oficial indica que não é necessário ajuste posológico na disfunção renal, enquanto outras fontes recomendam precaução e supervisão médica.

P: É normal sentir tonturas ao iniciar o Molasma?

As tonturas estão listadas na documentação oficial como um efeito secundário comunicado do Molasma. Este efeito é característico das aminas simpatomiméticas, a classe de medicamentos a que o Molasma pertence.

P: O Molasma irá interferir com a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os documentos regulamentares oferecem informações divergentes. Alguns documentos referem que o Molasma não afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas, enquanto outros recomendam precaução, notando que o medicamento pode causar efeitos secundários comunicados como tonturas ou distúrbios do sono.

P: O Molasma é um esteroide?

O Molasma não é um esteroide. Está oficialmente classificado como um broncodilatador adrenérgico, que é um agonista seletivo beta2-adrenérgico.

P: O Molasma é um tratamento de longo prazo ou destina-se apenas a uma utilização de curto prazo?

A documentação oficial descreve o comprimido oral como sendo geralmente destinado ao tratamento de manutenção, enquanto a injeção se destina a circunstâncias agudas (curto prazo). Contudo, o uso do medicamento para tocolise de manutenção prolongada (um uso não aprovado) é estritamente proibido por avisos regulamentares.

P: O Molasma apresenta risco de dependência ou vício?

A classificação regulamentar oficial observa que o Molasma não está listado como um medicamento controlado. Esta classificação é um fator fundamental relacionado com o potencial de dependência ou abuso.

P: Quanto tempo após interromper o Molasma é que os efeitos desaparecem totalmente?

De acordo com os dados farmacocinéticos, a semivida de eliminação do fármaco é de aproximadamente 3,4 horas para o comprimido oral. Para a injeção subcutânea, a semivida comunicada situa-se entre 2,9 e 5,7 horas.

P: Existe evidência científica que sugira que o efeito do Molasma varie com a idade?

Os documentos regulamentares oficiais definem um esquema posológico distinto para adultos versus adolescentes dos 12 aos 15 anos. Esta diferença na ingestão recomendada sugere que as considerações posológicas relacionadas com a idade são abordadas na documentação regulamentar.

P: As agências reguladoras classificam o Molasma como uma substância controlada?

As agências reguladoras não classificam o Molasma como uma substância controlada.

P: O Molasma interage com o álcool?

A informação oficial ao doente refere que o consumo de álcool pode levar ao aumento dos níveis de Molasma no sangue, o que poderia potencialmente potenciar os efeitos secundários.

P: O Molasma afeta os níveis de açúcar no sangue?

O Molasma, tal como outros broncodilatadores adrenérgicos, pode causar aumentos nas concentrações de glicose no sangue (glicémia). A utilização requer precaução em doentes com diabetes mellitus, de acordo com os documentos regulamentares.

P: A lista de efeitos secundários nos documentos oficiais é considerada completa?

Os documentos oficiais do fármaco, como o rótulo do DailyMed, incluem frequentemente uma ressalva. Esta indica que a lista de reações adversas comunicadas pode não ser exaustiva nem representar todos os efeitos possíveis que possam ser experienciados.

P: O Molasma pode ser tomado com o estômago vazio?

A forma de comprimido oral do Molasma pode, geralmente, ser tomada com ou sem alimentos. Alguns dados farmacocinéticos indicam que a biodisponibilidade (o grau em que o fármaco é absorvido) pode aumentar se este for tomado em jejum.

P: Sabe-se se o Molasma causa reações alérgicas?

A documentação oficial lista a hipersensibilidade ao Molasma ou a outras aminas simpatomiméticas como uma contraindicação estrita para a sua utilização. Esta restrição reflete uma medida de segurança relativa ao potencial de reações alérgicas ou adversas.

P: O Molasma tem efeitos secundários a longo prazo conhecidos mencionados em estudos?

Os documentos regulamentares incluem uma revisão dos parâmetros do fármaco durante a utilização a longo prazo e em doses elevadas. A revisão observou que os eventos mais comunicados em todos os estudos incluíram perturbações gastrointestinais e fadiga temporária, tendo sido identificados eventos adversos graves.

Como Molasma deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Eliminação

A rotulagem oficial do Molasma (sulfato de terbutalina) determina regras específicas de conservação e manuseamento para manter a estabilidade do produto. Tanto os comprimidos orais como a solução injetável devem ser armazenados a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20°C e os 25°C. A solução injetável requer proteção adicional contra a luz e não deve ser congelada.

Os comprimidos devem ser mantidos num recipiente bem fechado, ao abrigo do calor excessivo e da humidade. Ambas as formulações devem ser obrigatoriamente guardadas fora do alcance das crianças. A solução injetável destina-se a uma utilização única, devendo qualquer porção não utilizada ser descartada. A eliminação de medicamentos fora do prazo de validade ou não utilizados deve seguir as instruções de um profissional de saúde ou dos serviços locais de gestão de resíduos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Molasma encontrado em:

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