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Mefenamic acid tablets

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Mefenamic acid tablets

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Mefenamic acid tablets

O ácido mefenâmico sob a forma de comprimidos é um medicamento de síntese, composto por um único princípio ativo, classificado como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE). É utilizado principalmente para o alívio da dor, redução da inflamação e diminuição da febre.

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ácido mefenâmico
Forma Comprimidos orais (Forma farmacêutica sólida)
Classe farmacológica Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE)
Utilização comum Analgésico, Anti-inflamatório, Antipirético
Origem Composto sintético (Grupo dos fenamatos)

Classificação e Composição

O ácido mefenâmico é categorizado quimicamente como um derivado do ácido antranílico, pertencente ao grupo dos fenamatos na classe dos AINE. O medicamento é formulado como um comprimido, o que constitui uma forma farmacêutica sólida destinada à administração por via oral e de ação sistémica. Estudos farmacológicos sustentam consistentemente o seu mecanismo de ação como um inibidor das prostaglandinas, reconhecendo clinicamente o seu papel no alívio sintomático.

A classificação do ácido mefenâmico como um AINE é confirmada por autoridades reguladoras. O composto é conhecido globalmente pela sua Denominação Comum Internacional (DCI), Ácido Mefenâmico, e a sua estrutura de fenamato confere-lhe um perfil farmacológico distinto quando comparado com outras classes comuns de AINE, tais como os derivados do ácido propiónico.

Objetivo Terapêutico Geral

Enquanto AINE, o propósito fundamental do ácido mefenâmico é atuar como um agente de tripla ação: proporcionando alívio da dor (analgesia), redução da inflamação e diminuição da febre (antipirese). O seu mecanismo de ação envolve a inibição da síntese de prostaglandinas, o que é fundamental para o seu efeito. Isto confirma que o fármaco ajuda a gerir o desconforto sintomático ao visar os processos fundamentais que causam inflamação e dor.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Mefenamic acid tablets?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do ácido mefenâmico, um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), é definido por reações adversas classificadas em várias classes de sistemas de órgãos. Estas classificações refletem a forma como os documentos regulamentares organizam e comunicam o perfil de risco deste medicamento.

Abrangência das Reações Adversas

Categoria Descrição (Âmbito Regulamentar)
Principais Categorias de Reações Distúrbios gastrointestinais (GI), eventos trombóticos cardiovasculares (CV) graves, insuficiência renal e reações de hipersensibilidade (dermatológicas e sistémicas).
Destaque de Frequência Frequentes: Diarreia, dor abdominal, náuseas/vómitos e dispepsia. Raros/Muito Raros: Eventos GI graves, insuficiência renal aguda, Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e Necrólise Epidérmica Tóxica (NET).
Classes de Sistemas de Órgãos Gastrointestinal, Sistema Nervoso, Renal e Urinário, Sangue e Sistema Linfático, Cardíaco e Vascular, Pele e Tecido Subcutâneo, Hepatobiliar e Doenças do Sistema Imunitário.

Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

A documentação oficial regista o potencial para eventos graves e potencialmente fatais, incluindo hemorragia gastrointestinal, ulceração e perfuração, bem como eventos trombóticos cardiovasculares (enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral - AVC).

Os documentos regulamentares detalham também restrições de segurança relacionadas com o estado do doente e a exposição:

Os padrões relacionados com o tempo indicam que o risco de eventos cardiovasculares graves pode ocorrer cedo no decorrer do tratamento e pode aumentar com uma utilização mais prolongada e com dosagens mais elevadas, conforme indicado nas informações de prescrição.

Relativamente às restrições populacionais, o medicamento está contraindicado no terceiro trimestre de gravidez devido a riscos fetais específicos. Observa-se que os adultos seniores apresentam um risco acrescido de reações adversas graves, especialmente eventos gastrointestinais fatais.

No que diz respeito às contraindicações formais, o uso está interdito para o tratamento da dor perioperatória em contexto de cirurgia de bypass coronário (CABG), em doentes com ulceração gastrointestinal ativa ou naqueles com historial de asma sensível à aspirina.

As informações oficiais de segurança estruturam o perfil de risco definindo formalmente os eventos adversos de elevado impacto, classificando a sua frequência e associando explicitamente estes riscos tanto às condições específicas do doente como à duração da exposição ao fármaco.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação oficial descreve manifestações clínicas graves e específicas associadas a uma sobredosagem de ácido mefenâmico, que afetam primordialmente o Sistema Nervoso Central (SNC) e o trato gastrointestinal (GI). Os sintomas ao nível do SNC podem incluir convulsões, coma, estados de confusão, alucinações e vertigens. As apresentações gastrointestinais envolvem frequentemente dor de estômago intensa, vómitos e sinais críticos de hemorragia interna, tais como vómitos com sangue ou com aspeto de borra de café e fezes pretas e tipo alcatrão.

A sobredosagem tem sido associada a casos fatais e pode conduzir a resultados sistémicos graves, incluindo insuficiência renal aguda. É obrigatória a procura de ajuda médica urgente perante sinais específicos que coloquem a vida em risco. Contacte imediatamente os serviços de emergência se a pessoa colapsar, tiver uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não conseguir acordar. É necessário aconselhamento médico imediato ao observar quaisquer sinais de hemorragia interna.

Os procedimentos de gestão documentados são de natureza sintomática e de suporte. Não existe um antídoto específico disponível. Os procedimentos de tratamento podem envolver o esvaziamento gástrico imediato através de lavagem gástrica ou indução do vómito, seguido da administração de carvão ativado. As funções vitais devem ser continuamente monitorizadas e apoiadas num ambiente de cuidados de saúde. Considerações específicas para populações especiais referem que os metabolitos do fármaco podem acumular-se em doentes com falência renal ou hepática pré-existente.

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Usos terapêuticos de Mefenamic acid tablets

Para que é utilizado o Ácido Mefenâmico: Principais Usos e Benefícios

O ácido mefenâmico é habitualmente utilizado para auxiliar no alívio de sintomas relacionados com o desconforto físico. É relevante para atenuar sintomas associados a estados inflamatórios ou irritativos e desconforto físico, sendo aplicado em diversos domínios terapêuticos. O medicamento é aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional, principalmente em condições caracterizadas por manifestações episódicas ou agudas.

Factos Rápidos

Facto Rápido: Alívio de [Sintoma] Domínio Terapêutico
Dores Menstruais Sintomas Ginecológicos
Tumefação Articular Condições Inflamatórias
Cefaleia Aguda Dor Episódica
Febre (Pirexia) Desequilíbrio Sistémico

Os sintomas e condições específicas para as quais o ácido mefenâmico é considerado relevante incluem: dor aguda ligeira a moderada, o desconforto pélvico acentuado da dismenorreia primária (dores menstruais) e a dor sintomática e tumefação associadas à artrite reumatoide e à osteoartrite. É também aplicado na abordagem da febre sistémica e do desconforto, sendo relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é apropriada em contextos pós-traumáticos ou pós-cirúrgicos.

Este medicamento ajuda a gerir conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou perturbadores. Ao abordar sintomas relacionados com o desconforto físico, contribui para atenuar a carga sintomática global. Proporciona também um suporte que ajuda a aliviar o peso total dos sintomas e apoia os doentes durante episódios de maior desconforto.

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Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar o ácido mefenâmico

Os comprimidos de ácido mefenâmico estão sujeitos a regras rigorosas de elegibilidade populacional estabelecidas pelas agências regulamentares governamentais, que definem os grupos para os quais a utilização é contraindicada ou restrita.

Populações para as quais a utilização é contraindicada

A utilização é estritamente proibida em doentes com historial de hipersensibilidade ao ácido mefenâmico ou a outros AINE (incluindo asma ou urticária induzidas pela aspirina). É também contraindicada para doentes com falência cardíaca, renal ou hepática grave, ulceração gastrointestinal ativa, Doença Inflamatória Intestinal (DII), ou para o tratamento da dor após uma cirurgia de bypass coronário (pontagem coronária/CABG).

Restrições por Idade e Fase da Vida

A segurança e a eficácia para o alívio da dor geral não foram estabelecidas em crianças com menos de 14 anos de idade. Em certas regiões, a utilização pode estar restrita ao tratamento da febre (pirexia) em crianças a partir dos 6 meses de idade.

Para os doentes idosos, a utilização exige uma seleção cuidadosa da dose devido a um risco acrescido de eventos gastrointestinais graves.

No que respeita à gravidez e amamentação, o medicamento está contraindicado durante o terceiro trimestre de gravidez (a partir das 30 semanas de gestação) e não deve ser tomado por mulheres que estejam a amamentar.

Utilização Condicional

Doentes com hipertensão não controlada, epilepsia ou compromisso renal ou hepático não grave só devem utilizar o medicamento sob condições de monitorização específica e precaução.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar classifica o perfil de interações do ácido mefenâmico principalmente através do seu potencial para alterar os efeitos de agentes administrados concomitantemente, por via de mecanismos farmacodinâmicos e farmacocinéticos. O perfil oficial destaca as combinações que são estritamente proibidas e as que requerem monitorização ou um intervalo de tempo entre administrações.


Classificações Oficiais de Interações

Classificação Agentes Interagentes e Resultado Oficial
Combinação Contraindicada Outros AINE sistémicos (incluindo inibidores seletivos da COX-2) devido ao risco significativo de eventos adversos gastrointestinais graves.
Intensificação Farmacodinâmica Anticoagulantes (ex.: Varfarina), Corticosteroides e ISRS: Aumento do risco de hemorragia ou ulceração. Anti-hipertensores (ex.: inibidores da ECA, diuréticos): Redução do seu efeito terapêutico.
Alteração da Exposição Lítio e Metotrexato: Redução da depuração renal, levando a concentrações plasmáticas elevadas e risco de toxicidade. Hipoglicemiantes Orais (sulfonilureias): Inibição do metabolismo, podendo causar um tempo de semivida prolongado e hipoglicemia.

Restrições e Requisitos Obrigatórios

Relativamente às regras de intervalo, a coadministração com Mifepristona deve ser evitada durante um período de 8 a 12 dias após a administração desta última.

No que concerne à restrição de substâncias, o consumo concomitante de Álcool está oficialmente documentado como um fator que aumenta o risco de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal.

Existe ainda uma nota importante sobre populações específicas: o risco de compromisso renal, quando o medicamento é coadministrado com certos anti-hipertensores, é assinalado como estando aumentado em doentes idosos.

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Mecanismo de ação

Supressão da Produção de Prostaglandinas

O ácido mefenâmico funciona como um inibidor competitivo não seletivo das enzimas Ciclo-oxigenase (COX), visando tanto a isoforma constitutiva COX-1 como a induzível COX-2. Esta interação bloqueia o local ativo da enzima, suprimindo, desta forma, a cascata molecular que gera as prostaglandinas e outros mediadores lipídicos.


Impacto na Sinalização Vascular e Nervosa Aferente

O resultado fisiológico da redução dos níveis de prostaglandinas é a diminuição da sensibilização dos nervos periféricos da dor (nocicetores) a estímulos químicos, o que altera o limiar de ativação dos neurónios aferentes da dor. O mecanismo do fármaco inclui também uma componente central através do hipotálamo, onde a redução da PGE2 ajusta o valor de referência termorregulador do corpo, que se encontra elevado.


Localização da Atividade Farmacológica

Embora o efeito funcional predominante seja periférico, a ação é limitada pela sua natureza não seletiva, o que significa que afeta simultaneamente as vias homeostáticas mediadas pela enzima constitutiva COX-1. A principal consequência fisiológica da inibição da COX é a interrupção da cascata que amplifica a sinalização nociceptiva e medeia as alterações fluídicas vasculares localizadas. Estes mecanismos modulam, coletivamente, os processos fisiológicos fundamentais mediados pelos prostanoides após eventos nos tecidos.

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Informações sobre dosagem e administração

Protocolo de Administração e Dosagem Indicada

A utilização do ácido mefenâmico está limitada exclusivamente à administração por via oral, sob a forma de comprimido ou cápsula. O protocolo padrão inicia-se frequentemente com uma dose inicial de carga de 500 mg (toma única), seguida de uma dose de manutenção de 250 mg tomada a cada seis horas, conforme necessário. Algumas informações de prescrição especificam um regime de 500 mg três vezes ao dia. Em qualquer dos casos, a dosagem diária total é, geralmente, aconselhada a não exceder os 1500 mg.


Momento da Toma e Restrições de Duração do Tratamento

Para ajudar a mitigar efeitos gastrointestinais, o medicamento deve ser tomado com alimentos ou leite, ou imediatamente após uma refeição.

A duração do tratamento é estritamente limitada para condições agudas: para a dor aguda geral, a terapia não deve normalmente exceder uma semana (7 dias). Para a dismenorreia primária (dores menstruais), a duração é habitualmente restrita a 2 ou 3 dias. No caso da dismenorreia, a administração deve iniciar-se no momento do aparecimento do fluxo menstrual e da dor associada.


Regras de Utilização em Populações Específicas

Para adultos seniores, a documentação oficial aconselha a utilização da dose eficaz mais baixa durante o período de tempo mais curto possível. A forma farmacêutica em comprimido ou cápsula não é recomendada para o tratamento da dor ou dismenorreia em crianças com menos de 14 anos de idade. Se uma dose programada for omitida, as fontes regulamentares aconselham habitualmente a toma apenas da dose seguinte à hora regular, sem duplicar a quantidade.

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Evidência clínica recente

Evidência Clínica Recente

As comprimidos de ácido mefenâmico têm sido avaliados na investigação principalmente através de ensaios clínicos aleatórios (ECA) de curto prazo e revisões sistemáticas centradas em condições agudas.

Para a Dismenorreia Primária (períodos menstruais dolorosos), a investigação analisou alterações nas pontuações de dor autorreportadas e a necessidade de medicação analgésica adicional ao longo de períodos de observação que abrangeram, tipicamente, dois a três ciclos menstruais. As conclusões descreveram padrões no desconforto medido em comparação com grupos de placebo. Na Gestão da Dor Aguda, as revisões sistemáticas sintetizaram dados de ECA de curto prazo que monitorizaram medições de dor em janelas de tempo muito curtas, frequentemente de 4 a 6 horas após uma dose única. Os estudos exploraram resultados relacionados com alterações agudas, tais como o tempo decorrido antes de os participantes sentirem necessidade de medicação de resgate.

A investigação em condições inflamatórias, como a artrite reumatoide e a osteoartrite, utilizou ensaios clínicos controlados anteriores. Estes estudos exploraram resultados sintomáticos e funcionais, incluindo a medição da sensibilidade articular e a duração da rigidez matinal. Para a Febre Sistémica (Antipirese), os estudos compararam o medicamento com outros agentes redutores da febre, monitorizando a temperatura corporal central em intervalos de tempo definidos nas populações estudadas, incluindo doentes pediátricos.

Limitações e Lacunas na Investigação

A base de investigação está largamente limitada apenas ao uso a curto prazo. As durações de acompanhamento foram limitadas na maioria das indicações, o que significa que existe informação limitada sobre resultados a longo prazo relacionados com o uso repetido ao longo de muitos anos. Para os doentes pediátricos estudados para a febre, as revisões regulatórias observaram que, embora existam dados comparativos, dados de segurança longitudinais e robustos não estão totalmente estabelecidos. Além disso, a evidência comparativa é insuficiente para muitos subgrupos potenciais de doentes, e os resultados aplicam-se apenas às populações específicas estudadas nos ensaios.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o ácido mefenâmico em comprimidos (FAQ)


P: O ácido mefenâmico é o mesmo tipo de analgésico que o ibuprofeno?

O ácido mefenâmico é classificado como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), mas pertence a um grupo químico específico designado Fenamatos. Esta é uma classificação química diferente da do ibuprofeno, que é um derivado do ácido propiónico. Embora ambos visem aliviar a dor e a inflamação, são entidades químicas distintas.


P: Com que rapidez é que o ácido mefenâmico começa normalmente a fazer efeito?

A investigação clínica estuda frequentemente o alívio da dor em períodos curtos após uma dose. A informação oficial indica que os participantes em estudos clínicos sentiram, tipicamente, alívio da dor num intervalo de quatro a seis horas após uma dose.


P: Qual é a duração habitual dos efeitos do ácido mefenâmico?

O tempo que o fármaco permanece ativo no organismo é influenciado pela sua semivida, que está documentada em fontes oficiais como sendo de aproximadamente duas horas. Esta curta duração fundamenta o protocolo padrão de doses de manutenção.


P: É normal sentir tonturas após tomar ácido mefenâmico?

Os documentos regulamentares listam as tonturas como um possível efeito secundário do medicamento. Outros efeitos no sistema nervoso, como a sonolência, também estão documentados no perfil de reações adversas.


P: Tomar ácido mefenâmico pode causar dores ou problemas de estômago?

Sim, a documentação oficial lista as perturbações gastrointestinais (GI) como reações adversas comuns. Estes efeitos observados frequentemente incluem dor abdominal, náuseas, vómitos e diarreia.


P: O ácido mefenâmico pode ser tomado com paracetamol?

Os documentos regulamentares não listam uma interação medicamentosa direta específica com o paracetamol. No entanto, a coadministração de quaisquer medicamentos deve ser revista por um profissional de saúde.


P: O ácido mefenâmico afeta a tensão arterial?

Os avisos oficiais referem que os AINEs, como o ácido mefenâmico, podem levar ao aparecimento ou agravamento da tensão arterial elevada (hipertensão). A informação oficial sugere que a tensão arterial deve ser monitorizada devido ao potencial do fármaco em afetar a mesma.


P: Porque é que as diretrizes oficiais mencionam por vezes um risco de hemorragia estomacal com o ácido mefenâmico?

O risco de efeitos secundários gastrointestinais graves está relacionado com o mecanismo do fármaco de inibição não seletiva de certas enzimas. Esta inibição explica o risco acrescido mencionado em documentos regulamentares para hemorragias e ulceração.


P: Existem problemas conhecidos ao tomar ácido mefenâmico e pílulas contracetivas?

A informação oficial do produto não lista uma interação específica entre o ácido mefenâmico e os contracetivos hormonais orais (pílulas contracetivas). A secção de interações foca-se principalmente noutros medicamentos sistémicos.


P: O que devo saber sobre o consumo de álcool e o ácido mefenâmico?

Os documentos regulamentares oficiais afirmam especificamente que o consumo de álcool durante a toma de ácido mefenâmico aumenta o risco de problemas gastrointestinais graves. Este aumento de risco é assinalado para problemas gastrointestinais sérios, incluindo hemorragias e ulceração.


P: Qual é a diferença entre o ácido mefenâmico e o naproxeno?

O ácido mefenâmico e o naproxeno pertencem a classificações químicas diferentes de AINEs. O naproxeno é um derivado do ácido propiónico, enquanto o ácido mefenâmico faz parte do grupo dos Fenamatos, o que indica que possuem perfis farmacológicos distintos.


P: O ácido mefenâmico pode ser utilizado para dores de cabeça simples?

O âmbito de utilização, tal como refletido na investigação clínica, é para a gestão da dor aguda, o que pode abranger condições como dor de cabeça ou dor dentária. O seu propósito terapêutico geral está listado como analgésico.


P: O ácido mefenâmico pode causar retenção de líquidos ou inchaço?

Sim, a informação regulamentar indica que a retenção de líquidos (edema) e o inchaço têm sido observados com o uso de AINEs. A documentação oficial refere que é aconselhada precaução em populações de doentes com condições como insuficiência cardíaca ou hipertensão devido a este efeito potencial.


P: Porque é que as pessoas com certas condições cardíacas são aconselhadas a ter precaução com o ácido mefenâmico?

Os avisos oficiais descrevem um risco potencial de eventos trombóticos cardiovasculares graves, como enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral. Estes avisos baseiam-se no potencial do fármaco em afetar a saúde cardiovascular.


P: O ácido mefenâmico interage com anticoagulantes?

Sim, os documentos regulamentares listam uma interação significativa com anticoagulantes (vulgarmente conhecidos como diluentes do sangue), como a Varfarina. Esta interação aumenta o risco documentado de hemorragia ou ulceração.


P: Que evidência existe sobre o uso de ácido mefenâmico para dores nas articulações?

Ensaios clínicos controlados anteriores analisaram resultados sintomáticos e funcionais para condições como a artrite reumatoide e a osteoartrite. Esta investigação centrou-se em medidas como a sensibilidade articular e a duração da rigidez matinal.


P: Para que tipo de dor o ácido mefenâmico é geralmente considerado mais eficaz?

A investigação clínica e as indicações analisam principalmente a eficácia do medicamento na gestão da dor aguda e no tratamento da dismenorreia primária (dor menstrual).


P: O ácido mefenâmico pode causar cansaço ou fadiga?

As listagens oficiais de reações adversas incluem relatos de cansaço ou fraqueza invulgares e sonolência geral. Estes são reconhecidos como efeitos possíveis documentados em fontes regulamentares.


P: O ácido mefenâmico pode ser utilizado para baixar a febre?

Sim, o propósito terapêutico do ácido mefenâmico, conforme confirmado pelas agências regulamentares, inclui a antipirese, que é a propriedade de reduzir a febre.


P: Existem alternativas que pertençam à mesma classe que o ácido mefenâmico?

O ácido mefenâmico é classificado como um Fenamato (um derivado do ácido antranílico). Estão documentados outros medicamentos que partilham esta mesma classe química de AINEs, mas as suas utilizações e disponibilidade podem diferir.


P: O ácido mefenâmico pode interferir com o sono?

O rótulo oficial inclui relatos de insónia (dificuldade em dormir) no perfil de reações adversas relacionadas com o sistema nervoso. Isto sugere um potencial do medicamento para afetar os padrões de sono.


P: O ácido mefenâmico pode ser utilizado durante a amamentação segundo as diretrizes oficiais?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que o uso do medicamento por mulheres a amamentar não é recomendado.


P: O ácido mefenâmico afeta a fertilidade?

Os avisos oficiais, baseados em estudos animais, referem que os AINEs podem causar compromisso da fertilidade feminina. A informação oficial aconselha a considerar a interrupção do tratamento em mulheres que tenham dificuldade em conceber.


P: O ácido mefenâmico pode ser tomado com o estômago vazio?

As instruções de administração oficiais estabelecem que o medicamento deve ser tomado com alimentos ou leite, ou imediatamente após uma refeição. Este protocolo destina-se a ajudar a reduzir o potencial de efeitos adversos gastrointestinais.


P: As crianças ou adolescentes podem utilizar ácido mefenâmico?

A forma em comprimido/cápsula é formalmente aconselhada a não ser utilizada para o alívio geral da dor em crianças com menos de 14 anos de idade. No entanto, algumas diretrizes regionais permitem o seu uso para a redução da febre em crianças a partir dos seis meses de idade.


P: É verdade que o ácido mefenâmico está por vezes ligado a efeitos no fígado?

Sim, os documentos regulamentares de segurança incluem perturbações hepatobiliares na lista de categorias de reações adversas. Isto indica que os efeitos potenciais no fígado são uma parte documentada do perfil de segurança do fármaco.


P: Qual é a duração máxima de utilização recomendada na informação oficial do produto?

A duração do tratamento é estritamente limitada para condições agudas. Para a dor aguda geral, a terapia não deve, tipicamente, exceder uma semana (7 dias) e, para a dor menstrual, é comummente restrita a 2 ou 3 dias.

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Como Mefenamic acid tablets deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Ácido Mefenâmico

O ácido mefenâmico em comprimidos deve ser conservado a uma temperatura não superior a 30°C, necessitando de proteção contra a luz e a humidade. É fundamental que o medicamento seja mantido na sua embalagem original e com a tampa devidamente fechada.

Requisitos de Armazenamento e Segurança

Requisito Instrução
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, até 30°C.
Embalagem Manter na embalagem original, bem fechada.
Proteção Proteger da luz e da humidade excessiva.
Segurança Infantil Manter estritamente fora da vista e do alcance das crianças.

Eliminação

A forma mais eficaz de eliminar comprimidos de ácido mefenâmico não utilizados ou fora do prazo de validade é através de um programa de recolha de medicamentos (como a entrega em farmácias para o sistema VALORMED). Caso não esteja disponível um programa de recolha, os comprimidos devem ser misturados com uma substância indesejável, como borras de café usadas ou terra, e colocados num saco selado antes de serem depositados no lixo doméstico. Os comprimidos não devem ser deitados na sanita e a sua eliminação deve cumprir as regulamentações locais vigentes.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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