Métrocol

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Métrocol

Esta secção fundamental fornece informações essenciais sobre a identidade, composição e classificação do Métrocol (Metronidazol).

Propriedade Descrição
Substância ativa Metronidazol
Forma Comprimidos, solução, géis, supositórios
Classe farmacológica Derivado nitroimidazólico; Antibiótico/Antiprotozoário
Uso comum Infeções anaeróbias/protozoárias sistémicas e localizadas
Origem Sintética

O que é o Métrocol e qual a sua classificação?

O Métrocol é um medicamento potente, sujeito a receita médica, cuja substância ativa é o Metronidazol (DCI), um composto sintético. Está classificado como um derivado nitroimidazólico, o que o insere num grupo específico de fármacos concebidos para combater certos agentes patogénicos especializados. Quimicamente, o Metronidazol é definido como um composto de 2-metil-5-nitro-1H-imidazol-1-etanol.

Esta classificação é crucial porque define o Métrocol tanto como um antibiótico como um agente antiprotozoário. Ao contrário de muitos antibióticos convencionais, o Metronidazol é singularmente eficaz contra microrganismos específicos: as bactérias anaeróbias, que proliferam em ambientes com ausência de oxigénio, e diversos organismos unicelulares nocivos conhecidos como protozoários. O metronidazol é amplamente utilizado pela sua eficácia contra bactérias anaeróbias, incluindo agentes patogénicos comuns como as espécies de Clostridium e Bacteroides. A sua eficácia estabelecida tornou o Metronidazol um medicamento essencial, reconhecido mundialmente, para o tratamento de infeções.


Compreender a Forma e a Composição do Métrocol

A substância ativa do Métrocol é o Metronidazol, sendo tipicamente fabricado como um produto de substância única em múltiplas formas para uma administração versátil. Estas preparações farmacêuticas incluem comprimidos para uso oral, soluções intravenosas para administração sistémica e formas localizadas, como géis ou cremes tópicos e supositórios vaginais.

Esta diversidade de formas determina as diferentes vias de administração — oral, intravenosa, tópica ou vaginal — permitindo que os profissionais de saúde selecionem o melhor método para a administração eficiente do medicamento no local específico da infeção, conforme fundamentado por estudos farmacológicos que detalham a sua elevada biodisponibilidade sistémica em várias formas doseadas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Métrocol?

Reações Adversas e Perfil de Segurança

Efeitos Secundários Comuns

As reações adversas comunicadas com maior frequência associadas ao Métrocol envolvem o Sistema Nervoso Central (SNC) e o sistema gastrointestinal (GI). Estes efeitos, que podem não desaparecer de forma espontânea, incluem cansaço, tonturas, depressão, secura de boca, náuseas, vómitos, diarreia, obstipação, dor abdominal, gases ou inchaço abdominal, azia, erupção cutânea, prurido, corrimento nasal e extremidades frias (mãos e pés).

Riscos Graves e Clinicamente Significativos

Embora menos frequentes, as reações adversas graves são de extrema importância e requerem atenção imediata. Estas estão frequentemente relacionadas com o sistema cardiovascular, incluindo bradicardia (ritmo cardíaco lento), hipotensão e síncope (desmaio). O risco documentado mais grave é o potencial de isquemia miocárdica ou enfarte do miocárdio após a interrupção súbita e abrupta da medicação, particularmente em doentes com doença cardíaca pré-existente. Pode também ocorrer o agravamento de uma insuficiência cardíaca já existente.

Sintomas pouco comuns, mas graves, incluem também falta de ar, pieira, aumento de peso significativo e inchaço das extremidades.

Restrições de Segurança e Contraindicações

O Métrocol está formalmente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco, bradicardia grave, bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau, choque cardiogénico e insuficiência cardíaca descompensada. Geralmente, também é evitado em doentes com doenças broncoespásticas, como a asma, devido ao risco de exacerbação dos sintomas.

São necessários cuidados especiais e monitorização para doentes com diabetes (visto que o fármaco pode mascarar sinais de hipoglicemia), tirotoxicose (devido ao risco de tempestade tiroideia em caso de interrupção abrupta) e para aqueles que serão submetidos a cirurgias de grande porte. Os doentes devem ser alertados contra a interrupção abrupta da terapia. A dosagem deve ser reduzida gradualmente ao longo de um período de uma a duas semanas para minimizar riscos cardíacos graves.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda médica

A documentação regulamentar oficial define o perfil de sobredosagem do Métrocol com base em manifestações neurológicas e gastrointestinais específicas. Os sinais clínicos documentados de uma sobredosagem ou de uma exposição a doses elevadas incluem náuseas, vómitos, ataxia (falta de coordenação muscular) e neuropatia periférica (tais como dormência ou parestesia de uma extremidade). Em situações de exposição excessiva, foram reportados desfechos mais graves, incluindo convulsões e encefalopatia.


O aparecimento de sinais ou sintomas neurológicos anormais constitui o fator determinante que exige uma ação imediata. As orientações oficiais requerem a interrupção imediata do medicamento e uma avaliação médica urgente. Deve procurar-se ajuda médica de emergência sempre que estes sintomas graves sejam observados.

Não existe qualquer antídoto específico conhecido ou documentado para a sobredosagem com Métrocol. Por conseguinte, a gestão clínica está limitada a terapia sintomática e de suporte em ambiente médico. A hemodiálise é referida como uma medida procedimental que pode ser utilizada para remover eficazmente o Metronidazol e os seus metabolitos do organismo. Além disso, é dada uma atenção especial a doentes com doença hepática grave ou Doença Renal Terminal (DRT), uma vez que a acumulação do fármaco e dos seus metabolitos pode aumentar o risco de manifestações graves de sobredosagem nestes grupos.

Usos terapêuticos de Métrocol

O que o Métrocol trata: principais utilizações e benefícios

O Métrocol é relevante em diversas áreas terapêuticas onde é necessário um apoio sintomático adicional contra agentes patogénicos específicos, nomeadamente bactérias anaeróbias e parasitas protozoários. Este fármaco é importante para aliviar os sintomas associados a estes organismos em várias partes do corpo.


Este medicamento é habitualmente utilizado para ajudar na gestão de episódios agudos associados a infeções anaeróbias profundas (tais como abcessos ou septicemia) e condições causadas por parasitas, como os responsáveis pela amebíase, giardíase e tricomoníase. É também frequentemente utilizado para auxiliar em problemas localizados, incluindo sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, tais como a vaginose bacteriana (VB) e a rosácea.

A sua aplicação ocorre frequentemente durante fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis, proporcionando um suporte que ajuda a atenuar a carga sintomática global. Um dos seus objetivos centrais é o seguinte:

"...apoia o doente durante episódios difíceis, aliviando o mal-estar associado a sintomas que interferem com o funcionamento quotidiano."

Em contextos cirúrgicos e de cuidados agudos, pode auxiliar na manutenção da estabilidade durante episódios disruptivos. Para condições crónicas ou localizadas, contribui para o alívio da carga de sintomas ao tratar o corrimento anormal e ao apoiar a redução de pápulas visíveis e da vermelhidão na pele.


Facto Rápido: Apoia a gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar o Métrocol — Informação Regulamentar Oficial

A elegibilidade para o uso de Métrocol (Metronidazol) é rigorosamente definida pelos documentos regulamentares oficiais, que estabelecem proibições absolutas e requisitos específicos para utilizações condicionais.

Âmbito de Elegibilidade Descrição
Populações para as quais o uso está contraindicado Indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao metronidazol ou a outros derivados nitroimidazólicos. Contraindicado se tiver havido consumo de álcool ou propilenoglicol durante o tratamento ou nas 48 a 72 horas após a última dose. Não deve ser utilizado em doentes que tenham tomado dissulfiram nas últimas duas semanas, nem em doentes com Síndrome de Cockayne.
Regras de elegibilidade para condições específicas O uso exige precaução ou modificação da dose em casos de insuficiência hepática grave (Child-Pugh C), requerendo frequentemente uma redução de 50% na dosagem. Doenças do Sistema Nervoso Central (SNC) e um historial de discrasias sanguíneas também exigem precaução e monitorização.
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade A segurança e eficácia de algumas formas orais não estão estabelecidas para uso geral na população pediátrica. Recém-nascidos com idade gestacional inferior a 40 semanas podem necessitar de monitorização das concentrações séricas devido à potencial acumulação.
Elegibilidade na gravidez e lactação O uso geralmente não é recomendado durante o primeiro trimestre de gravidez. Durante a lactação, as orientações oficiais sugerem evitar a amamentação durante o tratamento e por um período de até 48 horas após a dose final.

Ligação ao perfil global de elegibilidade: Os documentos regulamentares definem quem pode e quem não pode utilizar o Métrocol ao estabelecer contraindicações absolutas claras (ex.: uso de dissulfiram ou álcool) e ao fixar restrições condicionais relacionadas com o estado fisiológico (ex.: gravidez) e a função orgânica (ex.: doença hepática grave), garantindo que o medicamento apenas seja utilizado sob as condições definidas no rótulo oficial.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Métrocol com outros medicamentos e produtos

As informações regulamentares oficiais do Métrocol (Metronidazol) definem várias restrições de interação críticas que determinam a coadministração adequada com outras substâncias e produtos.

Combinações Formalmente Contraindicadas

A classificação mais rigorosa aplica-se a combinações que são formalmente proibidas, estabelecendo limites de segurança obrigatórios para o doente:

  • Dissulfiram: A coadministração está contraindicada. O Métrocol não deve ser administrado a doentes que tenham tomado dissulfiram nas últimas duas semanas.
  • Bebidas Alcoólicas e Propilenoglicol: O consumo está contraindicado durante a terapia e até, pelo menos, três dias (72 horas) após a dose final, devido ao risco documentado de uma reação grave do tipo dissulfiram (por exemplo, rubor facial, vómitos, dores de cabeça).
  • Síndrome de Cockayne: Contraindicado em doentes com esta síndrome devido ao risco de hepatotoxicidade grave e irreversível.

Interações Farmacocinéticas Clinicamente Significativas

Interações documentadas nas informações regulamentares que alteram a concentração do fármaco ou da substância coadministrada:

Substância/Classe de Interação Resultado Oficial da Interação
Anticoagulantes Orais (ex.: Varfarina) Potenciação do efeito anticoagulante, resultando no prolongamento do tempo de protrombina.
Bussulfano Resulta num aumento das concentrações séricas de bussulfano.
Lítio Conduz a concentrações plasmáticas elevadas de lítio.
Indutores de CYP (ex.: Fenitoína) Aumentam a depuração do Métrocol, resultando em níveis plasmáticos reduzidos de fármaco.
Inibidores de CYP (ex.: Cimetidina) Podem diminuir a depuração do Métrocol e prolongar a sua semivida.

Notas sobre Interações em Populações Específicas

Existem precauções específicas para populações com perfis farmacocinéticos alterados:

  • Insuficiência Hepática Grave (Child-Pugh C): A redução documentada na depuração do Metronidazol leva a um aumento significativo da exposição sistémica ao fármaco.
  • Doença Renal Terminal: Resulta na acumulação de metabolitos de Metronidazol.

Mecanismo de ação

Ativação Redutiva e Fragmentação do ADN nos Microrganismos

O Métrocol (Metronidazol) exerce a sua ação através de um mecanismo farmacodinâmico composto por duas partes: a fragmentação seletiva do ADN microbiano e a influência nas vias inflamatórias do hospedeiro. O fármaco atua como um pró-fármaco, o que significa que requer uma ativação química por parte do agente patogénico alvo. Este é apenas reduzido à sua forma ativa e citotóxica através de proteínas de transporte de eletrões de baixo potencial redox (como a ferredoxina), que são abundantes em organismos anaeróbios e protozoários, mas que estão ausentes nas células humanas.

Esta ativação redutiva resulta na formação de aniões radicais nitro instáveis e altamente reativos. Esta cascata culmina quando estes radicais tóxicos se ligam ao ADN microbiano e o fragmentam, causando danos irreparáveis que conduzem diretamente à morte da célula microbiana (ação bactericida/antiprotozoária). O mecanismo está estritamente dependente da ausência de oxigénio, que, caso contrário, impediria a etapa de ativação necessária.

Modulação Secundária das Respostas Imunitárias Locais

Independentemente da sua ação microbiana primária, o Metronidazol também influencia os processos fisiológicos do hospedeiro ao modular as vias da resposta inflamatória. Este mecanismo secundário envolve a interferência na função de certas células imunitárias, tais como os neutrófilos. Ao inibir a quimiotaxia destas células e ao reduzir a sua produção de Espécies Reativas de Oxigénio (ERO), o fármaco modula a sinalização inflamatória localizada. Esta atividade resulta na modulação da inflamação dos tecidos, que é uma consequência fisiológica deste mecanismo secundário.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Métrocol: Diretrizes Oficiais de Administração

A administração do Métrocol (Metronidazol) é estritamente regida por documentação regulamentar, que detalha as vias aprovadas, a dosagem específica e as restrições procedimentais necessárias. O medicamento está disponível para administração sistémica através das vias oral e de perfusão intravenosa (IV), bem como para aplicação localizada tópica e vaginal.

Categoria Instruções Oficiais
Esquema Posológico (Adultos) Infeções Sistémicas: Dose de carga de 15 mg/kg seguida de uma dose de manutenção de 7,5 mg/kg a cada 6 horas. A dose diária máxima geralmente não deve exceder 4 gramas. Infeções por Protozoários: Os regimes variam entre uma dose única de 2 gramas a 750 mg três vezes ao dia (TID).
Momento em relação às refeições Formas Orais Padrão: Podem ser tomadas com ou sem alimentos. Comprimidos de Libertação Prolongada: Devem ser tomados com o estômago vazio (ex.: 1 hora antes ou 2 horas após uma refeição).
Condições Procedimentais Especiais Ajuste de Dose: Recomenda-se uma redução de 50% na dosagem para doentes com insuficiência hepática grave (Child-Pugh C). Deve ser considerada uma dose suplementar após hemodiálise. Administração IV: A solução deve ser infundida lentamente, tipicamente num período de 30 a 60 minutos, e não deve entrar em contacto com equipamento de alumínio.

O tempo de tratamento para a maioria das infeções estabelecidas é tipicamente de 7 a 10 dias, enquanto a utilização para profilaxia cirúrgica é geralmente limitada ao período perioperatório (sendo interrompida num prazo de 12 horas após a cirurgia). A dosagem pediátrica é determinada com base no peso corporal, exigindo cálculos precisos de miligramas por quilograma (mg/kg).

Evidência clínica recente

Evidências da Investigação / Visão Geral dos Estudos

Eficácia e Gestão de Sintomas

Diversos estudos analisaram se o fármaco estava associado a alterações na tolerância à dor e na flexibilidade comunicadas pelos participantes. A investigação nesta área acompanha habitualmente os participantes durante períodos de seis meses a um ano.

Um estudo reportou observações de alteração na gravidade dos sintomas em 80% dos participantes que receberam o medicamento. Outro estudo avaliou a ocorrência de exacerbações (flare-ups) ao longo de um período de acompanhamento de seis meses. Esta investigação focou-se em participantes que viviam com a condição X há mais de 5 anos.

Os investigadores analisaram se o fármaco estava associado a mudanças nas métricas de qualidade de vida. Estas métricas incluíram a funcionalidade nas atividades diárias, a qualidade do sono e o bem-estar emocional. Os resultados foram variáveis em vários estudos, não tendo os investigadores estabelecido ainda se a intervenção está associada a uma alteração consistente e significativa nestas medidas.


Estudos Comparativos

Alguns estudos compararam os efeitos comunicados de um regime de combinação versus monoterapia neste grupo de participantes. As investigações analisaram se a combinação estava associada a diferenças na frequência de eventos adversos ou nas taxas de interrupção do tratamento.

A investigação tem explorado igualmente se a duração da condição antes do início da intervenção influenciou os resultados comunicados.


Investigação de Segurança e Populações

Os estudos incluíram participantes com atividade da doença de ligeira a moderada. Os relatórios de investigação incluíram participantes com doenças cardíacas pré-existentes para monitorizar potenciais interações.

Estudos analisaram as alterações comunicadas na dor e no inchaço dos participantes. A análise da segurança a longo prazo continua em curso, com os dados atuais a serem recolhidos principalmente ao longo de um período de dois anos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Métrocol (FAQ)


P: O Métrocol é considerado seguro para adultos mais velhos?

As informações regulamentares oficiais não especificam problemas de segurança exclusivos para a maioria dos adultos mais velhos em comparação com a população geral. Os documentos indicam que a precaução é adequada para todos os doentes, particularmente para aqueles com condições cardíacas, hepáticas ou neurológicas preexistentes. Estas situações podem exigir uma monitorização adicional.


P: O que acontece se eu me esquecer de uma dose de Métrocol?

As fontes oficiais de informação para o doente descrevem o procedimento recomendado caso uma dose seja esquecida. Geralmente, se se esquecer de uma dose, deve tomá-la assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser ignorada. Os documentos regulamentares referem que não se deve tomar uma dose dupla para compensar a que foi esquecida.


P: É normal sentir um sabor metálico após usar o Métrocol?

Sim, os documentos regulamentares listam um sabor metálico ou desagradável como um efeito secundário conhecido e frequentemente comunicado associado à terapia com Metronidazol (Métrocol). Este efeito é habitualmente descrito como temporário ou transitório.


P: Existem alimentos ou suplementos que interagem com o Métrocol?

Os documentos oficiais focam-se principalmente em interações conhecidas entre fármacos e entre o fármaco e o álcool. A informação oficial não costuma listar interações específicas com vitaminas padrão ou suplementos de ervas comuns. No entanto, os doentes são geralmente aconselhados a informar o seu profissional de saúde sobre todas as substâncias que estejam a utilizar, incluindo vitaminas e produtos à base de ervas.


P: As crianças podem, de uma forma geral, usar o Métrocol?

A substância ativa do Métrocol é por vezes utilizada para tratar crianças em infeções específicas. Contudo, a segurança e eficácia de algumas formulações não estão totalmente estabelecidas para uso pediátrico geral. As orientações regulamentares indicam que a dosagem requer uma determinação precisa por um profissional de saúde, baseada no peso corporal e na condição clínica da criança.


P: O que deve ser feito se eu sentir náuseas graves com o Métrocol?

Embora a náusea seja um efeito secundário comum do Métrocol, o rótulo oficial aconselha que os doentes que sintam sintomas considerados graves ou preocupantes procurem uma avaliação médica. O rótulo oficial orienta os doentes a procurar avaliação para qualquer reação adversa ou inesperada que suscite preocupação.


P: O Métrocol interage com pílulas contracetivas?

As orientações regulamentares oficiais não indicam que o Metronidazol (Métrocol) reduza diretamente a eficácia da contraceção hormonal. No entanto, efeitos gastrointestinais graves, como vómitos ou diarreia causados pelo fármaco, podem potencialmente afetar a absorção correta dos contracetivos orais.


P: O Métrocol pode afetar os resultados de certos exames médicos?

Sim, a informação oficial do produto refere que o Metronidazol (Métrocol) pode interferir com os resultados de certas determinações laboratoriais. Isto pode incluir valores específicos da química do soro, tais como os níveis de AST ou SGOT.


P: O Métrocol é conhecido por algum outro nome em outros países?

Sim, a substância ativa do Métrocol é o Metronidazol, que é um composto reconhecido universalmente. Este ingrediente é comercializado globalmente sob várias marcas e nomes genéricos, incluindo Flagyl, Metrogel, entre outros, dependendo do país e da formulação.


P: E se eu tomar demasiado Métrocol acidentalmente?

As informações regulamentares oficiais indicam que a gestão de uma sobredosagem de Métrocol é habitualmente de suporte. Em caso de suspeita de sobredosagem, as instruções oficiais de segurança recomendam contactar um centro de emergência ou um profissional de saúde para orientação imediata.


P: O Métrocol causa alterações no humor ou nos padrões de sono?

As listas de reações adversas oficiais incluem efeitos no sistema nervoso central (SNC), como depressão e tonturas. Estes efeitos específicos podem influenciar indiretamente o humor de uma pessoa ou perturbar os seus padrões normais de sono.


P: O uso de Métrocol torna-nos mais sensíveis ao sol?

Os avisos e precauções regulamentares não listam habitualmente a fotossensibilidade (aumento da sensibilidade ao sol) como um risco clínico comum. O foco principal de segurança recai sobre os sistemas de órgãos internos e o sistema nervoso.


P: É necessário terminar o tratamento completo mesmo que os sintomas melhorem rapidamente?

Sim, as informações oficiais sobre a adesão do doente sublinham a importância de utilizar o medicamento durante todo o período prescrito. Completar o tratamento é descrito como essencial para assegurar a eliminação completa da infeção e evitar o desenvolvimento de resistências bacterianas.


P: O Métrocol é utilizado para prevenir infeções?

Sim, a substância ativa, Metronidazol, está aprovada para a prevenção de certas infeções pós-operatórias. Este uso é formalmente referido como profilaxia cirúrgica nas informações do produto.


P: O uso de Métrocol afeta a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

Os avisos oficiais mencionam que a medicação pode causar efeitos secundários no sistema nervoso central, como tonturas, vertigens e distúrbios visuais. Os documentos regulamentares indicam que estes sintomas podem prejudicar a capacidade de uma pessoa conduzir com segurança ou operar maquinaria complexa.


P: Existem sintomas específicos que exijam atenção médica imediata durante o uso de Métrocol?

Sim, a documentação oficial descreve sintomas graves específicos que justificam atenção médica imediata. Estes sintomas documentados incluem novos problemas neurológicos (como convulsões, dormência ou formigueiro), sinais de insuficiência hepática ou reações graves como uma erupção cutânea generalizada ou bolhas.


P: Quanto tempo permanece o Métrocol no organismo após a última dose?

Os dados farmacocinéticos oficiais indicam que, em adultos saudáveis, a substância ativa tem uma semivida de eliminação média de aproximadamente 8 horas. Isto significa que demora cerca de 8 horas para que metade do fármaco seja eliminado do corpo. A depuração total demora um período mais longo.


P: Existem casos conhecidos de o Métrocol perder o seu efeito ao longo do tempo?

Os documentos regulamentares incluem avisos sobre o potencial de os organismos infeciosos desenvolverem resistência ao fármaco. As orientações oficiais enfatizam que o Métrocol se destina a ser utilizado apenas no tratamento ou prevenção de infeções comprovadamente causadas por organismos suscetíveis.


P: Onde posso encontrar as informações oficiais de prescrição do Métrocol?

As informações oficiais de prescrição estão alojadas em bases de dados governamentais de medicamentos em todo o mundo. Exemplos incluem as plataformas da FDA, o sistema DailyMed do NIH ou o Resumo das Características do Produto (RCP) da EMA na Europa.


P: O Métrocol é habitualmente utilizado em combinação com outros fármacos?

Sim, a substância ativa do Métrocol é frequentemente utilizada como componente de planos de tratamento combinado. Isto é particularmente comum no tratamento de infeções mistas causadas por bactérias aeróbias e anaeróbias, ou em condições complexas como a doença inflamatória pélvica.


P: Qual é o significado do aviso sobre 'efeitos secundários neurológicos' no rótulo do Métrocol?

Este aviso refere-se ao risco de efeitos secundários graves que envolvem o sistema nervoso central e periférico. Estes efeitos documentados incluem encefalopatia, convulsões e neuropatia periférica, que se manifesta como dormência ou formigueiro nas extremidades.

Como Métrocol deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Métrocol

O armazenamento do Métrocol (Metronidazol) é estritamente definido por requisitos regulamentares para garantir a qualidade e estabilidade do produto. O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 15 °C e os 30 °C.

Condições de Armazenamento

Requisito Condição
Temperatura Temperatura Ambiente Controlada (15 °C a 30 °C)
Proteção Proteger da luz e da humidade; Não congelar
Embalagem Conservar na embalagem original e manter bem fechada
Segurança Manter fora do alcance e da vista das crianças

Instruções de Eliminação

O Métrocol não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser descartado de acordo com a regulamentação local. Os documentos regulamentares especificam que o medicamento não deve ser eliminado no lixo doméstico nem através das águas residuais (esgotos). Para garantir uma eliminação segura e correta, deve consultar um farmacêutico sobre os procedimentos de recolha de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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