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Lortadine

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Lortadine

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Lortadine

Propriedade Descrição
Substância Ativa Loratadina
Forma Comprimido, Solução Oral, Xarope
Classe Farmacológica Anti-histamínico H1 de Segunda Geração
Objetivo Geral Alívio de Sintomas Alérgicos
Origem Sintética (Derivado da piperidina)

O Lortadine é um medicamento cuja substância ativa é a loratadina, quimicamente definida como um derivado sintético da piperidina tricíclica. Este composto é fundamentalmente classificado como um anti-histamínico H1 de segunda geração, uma categoria farmacológica concebida para neutralizar os efeitos da histamina libertada durante episódios alérgicos.


Classificação e Ação Principal

Este medicamento é reconhecido como um agente não sedativo, uma distinção fundamentada por estudos farmacológicos. Alcança este perfil ao atuar primordialmente como um antagonista dos recetores H1 periféricos, o que significa que o seu mecanismo de ação tem como alvo os recetores localizados fora do sistema nervoso central. Esta ação focada impede que a histamina se ligue a estes recetores periféricos, que são a causa principal de muitos sintomas físicos de alergia.


Composição e Formas Disponíveis

O benefício terapêutico do Lortadine provém exclusivamente da loratadina, estabelecendo-o como um produto de substância única destinado à via oral. A loratadina é fornecida em diversas formas farmacêuticas comuns para se adaptar às necessidades dos doentes, incluindo o comprimido convencional, uma solução oral líquida ou xarope, e um comprimido orodispersível (ODT). Estas diferentes preparações contêm a mesma substância ativa. A disponibilidade de formas como a solução oral facilita a utilização tanto em adultos como em doentes pediátricos, assegurando a adequada entrega sistémica do composto ativo.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Lortadine?

Perfil de Segurança e Reações Adversas

O perfil de segurança da loratadina caracteriza-se geralmente por efeitos secundários comuns e ligeiros, com uma baixa incidência de eventos adversos graves.

Reações Comuns e Menos Comuns

As reações adversas reportadas com maior frequência, classificadas como Comuns (incidência ≥ 1% a < 10%) em ensaios clínicos, incluem cefaleia (dor de cabeça), sonolência (sonolência/sedação), fadiga e secura da boca. O nervosismo e o aumento do apetite estão classificados entre as reações menos comuns.

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

As reações de hipersensibilidade são consideradas reações adversas graves e muito raras (< 0,01%). Estas incluem a anafilaxia e o angioedema (inchaço do rosto, língua ou garganta). Outros eventos graves e muito raros documentados na vigilância pós-comercialização são convulsões, taquicardia (batimento cardíaco rápido), palpitações e função hepática anormal.

Restrições de Segurança e Precauções

As contraindicações incluem a hipersensibilidade conhecida à loratadina ou aos seus componentes. O medicamento deve ser interrompido aproximadamente 48 horas antes da realização de testes cutâneos de alergia, uma vez que os anti-histamínicos podem suprimir as reações positivas dos testes.

É necessária precaução em populações específicas: doentes com comprometimento hepático ou renal grave podem necessitar de uma dose inferior para evitar o aumento da exposição e potenciais efeitos adversos, particularmente a sonolência. Devido ao potencial de sonolência ou redução do estado de alerta, recomenda-se cautela ao operar máquinas ou conduzir até que a resposta individual ao medicamento seja conhecida.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações regulamentares oficiais descrevem manifestações específicas e as ações necessárias em casos de sobredosagem com loratadina.

Está documentado que a sobredosagem se apresenta com sinais que incluem sonolência (torpor), taquicardia (batimento cardíaco rápido) e cefaleia (dor de cabeça), a par do potencial aumento da ocorrência de sintomas anticolinérgicos.


Ações de Emergência Obrigatórias

Perante a suspeita de sobredosagem, a rotulagem oficial determina que os indivíduos devem procurar assistência médica imediata ou contactar o Centro de Informação Antivenenos sem demora.

A gestão clínica foca-se em cuidados sintomáticos e de suporte. Os procedimentos que podem ser iniciados incluem a administração de carvão ativado sob a forma de suspensão aquosa, podendo também ser considerada a lavagem gástrica. Devem ser instituídas e mantidas medidas gerais sintomáticas e de suporte durante o tempo que for necessário.


Notas Regulamentares sobre Tratamento e Monitorização

Domínio Declaração
Estado do Antídoto Não existe um antídoto específico oficialmente documentado.
Monitorização É necessária a continuidade da monitorização médica do doente após o tratamento de emergência.
Diálise A loratadina não é eliminada por hemodiálise e desconhece-se se pode ser removida por diálise peritoneal.

Determinados grupos de doentes, incluindo os idosos e aqueles com comprometimento hepático ou renal, podem apresentar um risco acrescido de sonolência se a dose recomendada for excedida.

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Usos terapêuticos de Lortadine

A loratadina é um medicamento utilizado para proporcionar alívio sintomático em diversas áreas relacionadas com sintomas de atividade fisiológica aumentada e mal-estar alérgico. Este fármaco é utilizado para ajudar temporariamente a mitigar sintomas relacionados com o desconforto físico causado por alergias, incluindo corrimento nasal (coriza), espirros, vermelhidão, prurido e lacrimejo ocular.

A loratadina é habitualmente utilizada para auxiliar nos sintomas associados à rinite alérgica (febre dos fenos), que pode surgir de forma episódica ou durante todo o ano, sendo também considerada relevante em contextos terapêuticos de manifestações alérgicas cutâneas, nomeadamente na urticária crónica idiopática. É aplicada, quando apropriado, para abordar sintomas pronunciados, tais como corrimento nasal constante, espirros e prurido ocular intenso, ajudando simultaneamente a aliviar o desconforto físico da comichão generalizada e podendo auxiliar na gestão das manifestações visíveis de pápulas na pele. Este foco apoia o conforto geral do doente e contribui para a redução da carga total de sintomas.

O medicamento é relevante para atenuar sintomas relacionados com desequilíbrios sistémicos e é frequentemente utilizado por apoiar doentes que necessitam de assistência na sua estabilidade funcional. Este perfil torna-o geralmente adequado para grupos de doentes que incluem adultos e crianças, que o utilizam habitualmente para obter um alívio sintomático que possa auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante as atividades rotineiras do dia a dia.

“A loratadina é utilizada para proporcionar um alívio sintomático de suporte em áreas-chave que envolvem sintomas relacionados com o aumento da atividade fisiológica.”


Facto Rápido: Alívio de Sintomas Alérgicos
Objetivo Principal: Proporciona suporte que ajuda a aliviar a carga global de sintomas em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados.
Condições Centrais: Rinite alérgica (febre dos fenos) e urticária crónica idiopática.
Benefício Chave: Apoia os doentes durante episódios de maior desconforto para auxiliar na manutenção da estabilidade funcional.

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Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Loratadina

O perfil de elegibilidade para a utilização da loratadina é determinado por agências regulamentares com base na idade, estado fisiológico e contraindicações. O medicamento está autorizado principalmente para utilização em adultos e adolescentes com 12 ou mais anos, e em crianças entre os 2 e os 11 anos de idade.


Exclusões Absolutas e Restrições

Classificação População ou Condição
Contraindicado Indivíduos com hipersensibilidade (alergia) conhecida à loratadina ou a quaisquer excipientes.
Contraindicado Mulheres a amamentar, uma vez que a substância é excretada no leite materno.
Não Recomendado Crianças com menos de 2 anos de idade, dado que a segurança e eficácia não estão estabelecidas neste grupo.
Não Recomendado Mulheres grêvidas, aconselhado geralmente como medida de precaução.

Requisitos de Utilização Condicional

Os documentos regulamentares aconselham que a utilização deve ser condicional para doentes com compromisso hepático grave (doença hepática grave), o que pode necessitar de um ajuste na frequência da dose. Recomenda-se também precaução em casos de insuficiência renal grave. Além disso, o medicamento deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes da realização de testes cutâneos de alergia para evitar interferências nos resultados.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações da loratadina é determinado pela sua via metabólica e por restrições procedimentais específicas, conforme documentado em fontes regulamentares.

Tipo de Interação Conclusão Regulamentar
Farmacocinética O metabolismo envolve as enzimas do Citocromo P450 (CYP3A4 e CYP2D6). A administração concomitante com inibidores destas enzimas pode aumentar as concentrações plasmáticas de loratadina devido à redução do clearance (eliminação).
Farmacodinâmica Estudos formais documentam a inexistência de efeitos de potenciação no desempenho psicomotor quando tomada com álcool. Existe o potencial para sintomas anticolinérgicos aditivos com outros agentes que possuam esta propriedade.

Declarações Oficiais de Interação

  • A administração concomitante com substâncias como o Cetoconazol, a Eritromicina e a Cimetidina aumenta substancialmente a exposição sistémica à loratadina, como resultado da redução do clearance metabólico.
  • A administração deve ser interrompida durante um período mínimo de 48 horas antes da realização de testes cutâneos de alergia, para evitar uma interação procedimental que interfira com os resultados diagnósticos.
  • A ingestão de alimentos aumenta a biodisponibilidade sistémica global do fármaco, atrasando simultaneamente o tempo necessário para atingir a concentração plasmática máxima.
  • A exposição sistémica está documentada como sendo superior em doentes com insuficiência hepática grave e insuficiência renal crónica, uma condição assinalada na rotulagem regulamentar.

Ligação ao perfil global de interações

Os documentos oficiais estabelecem prioritariamente um perfil farmacocinético vulnerável à inibição do CYP3A4 e CYP2D6, o que altera formalmente a exposição ao fármaco, a par de uma restrição procedimental obrigatória relacionada com os testes de alergia.

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Mecanismo de ação

O mecanismo da loratadina é definido pela sua ação como um agonista inverso seletivo nos recetores periféricos de histamina H1. A molécula liga-se ao recetor, estabilizando-o numa conformação inativa. Esta interação molecular restringe a disponibilidade do recetor H1 para o mediador endógeno, a histamina, suprimindo assim o início da sinalização celular impulsionada pela mesma.

Esta ação afeta diretamente o tecido vascular, interrompendo a cascata de sinalização que normalmente aumenta a permeabilidade capilar e a vasodilatação na microvasculatura. Ao modificar estas etapas moleculares iniciais, o fármaco restringe as consequências funcionais da atividade elevada do mediador no tecido vascular, reduzindo o potencial de extravasamento de fluidos através da parede dos vasos.

Além disso, a loratadina apresenta uma penetração limitada na barreira hematoencefálica devido às suas propriedades físico-químicas. Consequentemente, a sua atividade mecânica está primariamente restringida aos recetores H1 periféricos, evitando um envolvimento significativo das vias centrais de H1.

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Informações sobre dosagem e administração

A loratadina é um anti-histamínico utilizado para o alívio temporário de sintomas causados pela febre dos fenos ou outras alergias respiratórias superiores, tais como espirros, rinorreia e prurido nos olhos, nariz ou garganta.

Este medicamento deve ser tomado exatamente como indicado no rótulo ou pelo seu profissional de saúde. Não tome em maior quantidade, com maior frequência ou por um período mais longo do que o instruído, uma vez que tomar mais do que o indicado pode causar sonolência.

Administração

A loratadina está disponível em diversas formas farmacêuticas orais, incluindo comprimidos, cápsulas, comprimidos de desintegração oral (ODT), comprimidos mastigáveis e líquido/xarope. Todas as formas podem ser tomadas uma vez ao dia, com ou sem alimentos.

  • Comprimidos/Cápsulas: Engula o comprimido ou cápsula inteiro com um pouco de água. Não parta, mastigue ou esmague as formas de libertação prolongada.
  • Comprimidos de Desintegração Oral (ODT): Siga as instruções da embalagem para retirar o comprimido e coloque-o imediatamente sobre a língua. O comprimido dissolve-se rapidamente e pode ser engolido com ou sem água. Não empurre o comprimido através do alumínio da embalagem.
  • Líquido/Xarope: Utilize a seringa doseadora, colher ou copo fornecido com o medicamento para medir a dose com precisão. Não utilize uma colher de chá de uso doméstico para medir medicamentos líquidos.
  • Comprimidos Mastigáveis: Mastigue ou esmague o comprimido completamente antes de o engolir.

Orientação Geral de Dosagem

Grupo de Pacientes Dosagem Recomendada Dose Diária Máxima
Adultos e crianças com 6 anos ou mais 10 mg uma vez ao dia 10 mg
Crianças dos 2 aos 6 anos de idade 5 mg uma vez ao dia 5 mg

Consumidores com doenças renais ou hepáticas devem consultar um profissional de saúde antes da utilização, pois pode ser necessária uma dosagem diferente.

Dose Omitida

Se se esquecer de uma dose, tome-a assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da sua próxima dose agendada, ignore a dose esquecida e continue o seu esquema posológico regular. Não tome uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos

Ensaios Clínicos e Resultados de Investigação

Vários estudos investigaram os objetivos primários (endpoints) de diversas condições, mais notavelmente a rinite alérgica (febre dos fenos) e a urticária idiopática crónica (vergões ou pápulas). A investigação examinou a medição dos sintomas registados nos participantes durante os períodos de observação, que incluíram frequentemente avaliações de espirros, corrimento nasal e prurido (comichão). A investigação também analisou resultados relacionados com a qualidade de vida dos participantes ao longo dos ciclos de tratamento.

  • Estudo 1 (ECA de Fase III): Um ensaio controlado e aleatorizado recrutou participantes adultos para comparar o fármaco com um placebo na gestão de sintomas alérgicos. Os estudos exploraram as medições registadas de dor e fadiga reportadas, por vezes em combinação com outros agentes terapêuticos.

  • Estudo 2 (Observacional): Um estudo distinto, envolvendo participantes adultos mais velhos, acompanhou as taxas de interrupção do tratamento pelos participantes ao longo de um período de seis meses, fornecendo dados sobre o uso do medicamento a longo prazo.


Medições de Sintomas e Outros Usos Investigados

Estudos investigaram a taxa de variação da temperatura registada em participantes pediátricos no contexto de infeções agudas. Além disso, os investigadores registaram a duração média dos sintomas nos participantes, incluindo aqueles que receberam o fármaco, em estudos focados em infeções agudas e na constipação comum.

A investigação também analisou o uso da Loratadina para a dor óssea associada à terapia de fator de estimulação de colónias de granulócitos (G-CSF) em contextos oncológicos específicos. Esta investigação focou-se nas propriedades do fármaco como um anti-histamínico H1 para modular as vias da dor que se pensa estarem envolvidas na libertação de histamina.


Contexto de Investigação

A investigação também analisou o fármaco em combinação com outros agentes, tais como corticosteroides intranasais, para a rinite alérgica. Esta secção descreve o que foi estudado em ambientes de investigação. As decisões clínicas requerem a consulta de um profissional de saúde.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Loratadina (FAQ)

P: Quanto tempo demora a Loratadina a começar a fazer efeito?

Os estudos e a informação oficial indicam que os efeitos anti-histamínicos da Loratadina começam, geralmente, entre 1 a 3 horas após a toma de uma dose. O início de ação é consistente nos vários documentos oficiais do produto.


P: Qual é a duração de efeito esperada para uma dose de Loratadina?

Estudos oficiais que analisaram a farmacodinâmica da Loratadina indicam que o efeito anti-histamínico de uma dose única dura mais de 24 horas. Esta duração de ação é compatível com a posologia autorizada de uma toma única diária.


P: A Loratadina pode ser utilizada para outros fins além das alergias?

A indicação oficial da Loratadina destina-se principalmente ao alívio temporário de sintomas causados pela rinite alérgica (febre dos fenos) ou outras alergias respiratórias superiores. Está também oficialmente indicada para a urticária idiopática crónica (vulgarmente conhecida como urticária crónica).


P: A Loratadina é um tipo de esteroide ou cortisona?

A Loratadina não é um esteroide nem cortisona. De acordo com os documentos regulamentares, é classificada quimicamente como um anti-histamínico H1 de segunda geração, pertencendo a uma classe farmacológica diferente.


P: A Loratadina pode ser utilizada para ajudar com a pressão nos seios perinasais?

Os documentos oficiais descrevem o propósito do fármaco como proporcionando o alívio de sintomas como espirros, corrimento nasal e prurido (comichão) nos olhos, nariz ou garganta devido a alergias.


P: Os estudos sugerem que a Loratadina deve ser tomada de manhã ou à noite?

A Loratadina deve ser tomada uma vez por dia, conforme indicado nos documentos oficiais. Pode ser administrada de manhã ou à noite, com ou sem alimentos, de acordo com as informações de prescrição.


P: Como é descrita a interação entre a Loratadina e o sumo de toranja?

A informação oficial do produto refere que a ingestão de alimentos, em geral, aumenta a biodisponibilidade sistémica global do fármaco, atrasando simultaneamente o tempo necessário para atingir a concentração plasmática máxima. Este perfil descritivo aplica-se de forma abrangente aos alimentos ingeridos por via oral.


P: A Loratadina causa aumento de peso como efeito secundário?

O aumento do apetite é reportado como uma reação adversa menos comum em ensaios clínicos, de acordo com os documentos oficiais. Embora o aumento do apetite esteja documentado, a informação oficial não confirma universalmente o aumento de peso como um efeito comum ou garantido.


P: Existe investigação sobre o potencial impacto da Loratadina na função cognitiva?

Sim. Revisões oficiais analisaram os efeitos da Loratadina no funcionamento cognitivo e psicomotor. Os resultados destes estudos indicam, de uma forma geral, que os efeitos são comparáveis aos do placebo, o que é consistente com a sua classificação como um anti-histamínico não sedativo.


P: É normal sentir agitação após tomar Loratadina?

O nervosismo está listado nos documentos oficiais de segurança como uma reação adversa menos comum reportada em ensaios clínicos. A agitação, quando experienciada, está frequentemente associada a este efeito documentado no sistema nervoso.


P: O que diz a investigação sobre o efeito da Loratadina na capacidade de condução?

Estudos investigaram o efeito do fármaco no desempenho real da condução, com resultados geralmente comparáveis ao placebo. No entanto, devido ao potencial de sonolência, os documentos oficiais aconselham cautela ao operar máquinas ou conduzir.


P: Porque é que se recomenda interromper a toma de Loratadina antes de um teste cutâneo de alergia?

As instruções oficiais aconselham a interrupção do fármaco por um período mínimo de 48 horas antes de um teste cutâneo de alergia. Este é um requisito de procedimento que visa evitar que o anti-histamínico interfira nos resultados diagnósticos, uma vez que pode suprimir ou bloquear reações positivas nos testes cutâneos.


P: A Loratadina foi estudada em pessoas com problemas renais?

Sim. Foram realizados estudos farmacocinéticos em indivíduos diagnosticados com insuficiência renal crónica (problemas renais prolongados). Os dados obtidos nesta investigação são utilizados para determinar as recomendações de utilização nesta população.


P: Qual é a relevância da evidência científica sobre a segurança a longo prazo da Loratadina?

A investigação incluiu estudos observacionais que acompanharam as taxas de interrupção do tratamento pelos participantes ao longo de períodos como seis meses. Este tipo de investigação fornece dados descritivos sobre como o medicamento é tolerado durante uma utilização prolongada.


P: A Loratadina pode afetar os resultados de outros exames médicos?

A advertência mais explícita nos documentos oficiais refere-se ao teste cutâneo de alergia, onde o fármaco deve ser interrompido para evitar interferências nos resultados. Caso existam outros exames médicos agendados, os princípios regulamentares sugerem que se informe o profissional de saúde relevante sobre o uso de qualquer medicação.


P: Existem avisos específicos de rotulagem obrigatórios para a Loratadina em fontes oficiais?

A rotulagem oficial do produto inclui avisos específicos, tais como o conselho de interromper a utilização e procurar ajuda médica se ocorrer uma reação alérgica. Os avisos abordam também o potencial de sonolência se for tomada uma dose superior à recomendada.


P: A Loratadina continua a ser eficaz se eu a tomar todos os dias?

Sim. O fármaco está autorizado para utilização diária e a documentação farmacocinética oficial indica que as suas propriedades, de uma forma geral, não sofrem alterações significativas com a duração do tratamento. A documentação apoia a administração do fármaco em condições crónicas.

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Como Lortadine deve ser armazenado e descartado?

Condições de Armazenamento

A loratadina deve ser conservada a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre os 20 °C e os 25 °C (68 °F e 77 °F), sendo permitidas variações breves até aos 30 °C (86 °F). O produto tem de ser protegido da humidade excessiva e mantido ao abrigo da luz. O armazenamento do medicamento na casa de banho é proibido, e o produto deve ser mantido protegido do congelamento.

Acondicionamento e Manuseamento

Para garantir a estabilidade, o medicamento deve permanecer no seu recipiente original e ser mantido bem fechado. Os comprimidos de desintegração oral devem ser utilizados imediatamente após a abertura de cada blister individual. Todas as formas de loratadina devem ser guardadas fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

A loratadina não utilizada ou fora do prazo de validade deve ser descartada de acordo com os regulamentos locais. As entidades reguladoras aconselham a utilização de programas de retoma de medicamentos ou pontos de recolha autorizados como o método de eliminação preferencial. O produto não deve ser deitado na sanita nem despejado num ralo ou esgoto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Lortadine encontrado em:

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