Loratine

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Loratine

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Loratadina
Formas Farmacêuticas Comprimido, Xarope Oral, Comprimido Orodispersível
Classe Farmacológica Anti-histamínico de Segunda Geração
Uso Comum Alívio de condições alérgicas gerais
Origem Composto Sintético (Derivado de piperidina tricíclica)

Loratine: Classificação e Identidade Química

O Loratine é um medicamento formulado com a substância ativa loratadina, que se classifica como um anti-histamínico de segunda geração e um antagonista seletivo dos recetores H₁. O seu propósito fundamental é modular a resposta do organismo à histamina. A sua identidade química define-o como um composto sintético — especificamente um derivado de piperidina tricíclica — que impede a histamina de desencadear reações no corpo, uma função clinicamente reconhecida pelos principais textos farmacológicos.

A classificação como um composto de segunda geração reflete o seu desenvolvimento para minimizar os efeitos no sistema nervoso central, comuns nos anti-histamínicos mais antigos. A loratadina é o núcleo funcional, utilizada globalmente sob várias denominações comerciais, o que reflete a sua aceitação como um produto monocomposto (de ingrediente único), fabricado através de síntese para garantir um perfil terapêutico consistente e previsível.


A Função Terapêutica e o Tipo Não Sedativo

A função terapêutica geral do Loratine é a mitigação do desconforto derivado de respostas mediadas pela histamina associadas a condições alérgicas. Por exemplo, é tipicamente utilizado para prestar suporte durante períodos de elevada exposição a alergénios. A investigação confirma que a loratadina é eficaz no combate a estas respostas. Esta evidência indica que o medicamento proporciona alívio do desconforto alérgico ao estabilizar a reação do corpo à substância química libertada.

Uma característica crucial do Loratine é a sua categorização como um anti-histamínico não sedativo, que é uma característica definidora da sua classe. Este atributo de não causar sonolência é alcançado porque o composto exibe seletividade periférica e não atravessa prontamente a barreira hematoencefálica. Esta ação periférica direcionada permite que o medicamento neutralize os efeitos da libertação de histamina sem causar uma depressão significativa do sistema nervoso central ou o compromisso das funções cognitivas, frequentemente observado com anti-histamínicos não seletivos.


Formas Farmacêuticas Disponíveis para Administração

O medicamento Loratine destina-se exclusivamente à administração oral, oferecendo diversas formas convenientes para a utilização por parte do paciente. As preparações farmacêuticas comuns incluem a forma padrão em comprimido, bem como um xarope oral e um comprimido de desintegração rápida (orodispersível). Estas formas distintas oferecem flexibilidade tanto para grupos de pacientes adultos como pediátricos, acomodando diferentes requisitos de facilidade de uso.

Estas formas orais garantem que o princípio ativo é entregue e absorvido de forma fiável através do trato gastrointestinal. Cada preparação consiste no princípio ativo loratadina combinado com excipientes farmacêuticos adequados à sua estabilidade e à via oral, tais como agentes de enchimento para comprimidos ou solventes para o xarope.

Quais efeitos secundários são possíveis com Loratine?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Loratine (loratadina) é formalmente categorizado com base na frequência das reações adversas documentadas e nas respetivas classes de sistemas e órgãos afetados.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

A reação adversa reportada com maior frequência é a Cefaleia (dor de cabeça), classificada oficialmente como um efeito Muito Frequente tanto em adultos como na população pediátrica (dos 2 aos 12 anos). As reações documentadas como Frequentes incluem Sonolência, Fadiga, Nervosismo e Aumento do apetite. Estas classificações definem as experiências mais prováveis de acordo com os dados de pós-marketing e ensaios clínicos.

Padrões de Segurança Sistémica

As reações adversas envolvem prioritariamente as Doenças do Sistema Nervoso e Perturbações Gerais (como o cansaço). Efeitos menos comuns estendem-se ao Sistema Gastrointestinal (como Náuseas e Secura de boca) e ao Sistema Cardíaco (como Taquicardia e Palpitações).

Reações Adversas Graves e Restrições

Reações Muito Raras, mas graves, estão explicitamente documentadas e incluem Reações de Hipersensibilidade severas (tais como Angioedema e Anafilaxia) e instâncias de Anomalias da função hepática (problemas no fígado). O uso de Loratine é formalmente Contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida à substância ativa ou a qualquer componente da formulação. É formalmente exigida precaução específica para indivíduos com Compromisso Hepático Grave (doença hepática grave) devido ao potencial de aumento da concentração do fármaco no organismo. Adicionalmente, o medicamento deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes da realização de testes cutâneos de alergia, uma vez que pode interferir com os resultados dos testes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem com Loratine, é obrigatório procurar assistência médica de emergência ou contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos. As manifestações clínicas primárias de sobredosagem definidas incluem sonolência acentuada, taquicardia (frequência cardíaca acelerada) e cefaleias (dores de cabeça). Foi também documentado um aumento notável dos sintomas anticolinérgicos. Em situações graves, embora menos comuns, os dados reportam a ocorrência de convulsões e a observação específica de sinais extrapiramidais em crianças após a sobredosagem da formulação em xarope oral.

As ações de emergência necessárias consistem na instituição imediata de medidas gerais sintomáticas e de suporte. Dependendo do contexto clínico, podem ser considerados procedimentos de descontaminação, tais como a lavagem gástrica e a administração de carvão ativado. Após o tratamento de emergência inicial, é necessária a monitorização médica contínua do doente como procedimento padrão. O perfil oficial do medicamento observa que a substância ativa não é removida por hemodiálise, não se sabendo se a remoção ocorre através de diálise peritoneal. Esta informação é fundamental para o apoio à gestão da situação.

Adicionalmente, destaca-se que os doentes com compromisso hepático grave ou os doentes geriátricos podem apresentar taxas de eliminação do fármaco alteradas. Este facto requer uma consideração específica durante a gestão de uma sobredosagem nestes grupos de doentes.

Usos terapêuticos de Loratine

O que o Loratine trata: principais utilizações e benefícios

O Loratine é habitualmente utilizado para ajudar a gerir sintomas relacionados com processos alérgicos, sendo aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional e contribuindo para um melhor conforto durante períodos de exacerbação dos sintomas. O medicamento é aplicado em diversas condições que apresentam manifestações episódicas ou flutuantes.

As principais aplicações terapêuticas incluem a gestão da Rinite Alérgica Sazonal (febre dos fenos) e da Rinite Alérgica Perene, sendo também utilizado na abordagem aos sintomas da Urticária Crónica Idiopática (erupções cutâneas/pápulas). É relevante para o alívio de sintomas que criam um esforço funcional percetível, tais como espirros, corrimento nasal, olhos com prurido ou lacrimejantes e comichão na pele. De um modo geral, ajuda a apoiar o paciente durante episódios sintomáticos, contribuindo para a redução da carga global dos sintomas.

O seu perfil não sedativo pode contribuir para um maior conforto durante os períodos sintomáticos sem o efeito secundário comum de sonolência. Isto pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional e do foco, o que apoia os pacientes quando os sintomas interferem com as atividades diárias de rotina.


Facto Rápido: Alívio de Sintomas Alérgicos

Domínio do Sintoma Foco Principal do Sintoma Contexto de Utilização
Vias Respiratórias Superiores / Ocular Espirros, Prurido Ocular, Corrimento Nasal Exposição a Alergénios Sazonais e Anuais
Dermatológico Prurido, Pápulas (Urticária) Reações Cutâneas Recorrentes ou Persistentes

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Loratine?

O perfil de elegibilidade do Loratine é estritamente definido pelas autoridades regulamentares para identificar quem pode utilizar o medicamento e sob que condições o deve fazer.

Populações para as quais a utilização é contraindicada

A utilização é absolutamente proibida em indivíduos com hipersensibilidade documentada à substância ativa, loratadina, ou a qualquer um dos componentes da sua formulação. Além disso, a segurança e eficácia do medicamento não estão estabelecidas em lactentes e crianças com menos de 2 anos de idade, tornando esta população inelegível de acordo com as autoridades de saúde.

Restrições baseadas na idade e em condições médicas

O Loratine está aprovado para utilização em adultos e crianças com idade igual ou superior a 6 anos. A utilização em crianças dos 2 aos 6 anos de idade apenas é permitida sob condições restritas, geralmente com formulações líquidas específicas, uma vez que nem todas as formas farmacêuticas estão estabelecidas para este grupo etário.

Doentes com compromisso hepático grave ou compromisso renal grave (Taxa de Filtração Glomerular — TFG — inferior a 30 mL/min) requerem uma utilização condicionada, conforme documentado oficialmente. A redução da depuração do fármaco nestas populações exige um esquema posológico modificado. Adicionalmente, indivíduos com Fenilcetonúria (PKU) devem evitar formas farmacêuticas específicas que contenham fenilalanina.

Gravidez e Amamentação

Os documentos regulamentares oficiais referem que, como medida de precaução, é preferível evitar a utilização de Loratine durante a gravidez. A utilização não é recomendada durante a amamentação, uma vez que se sabe que a substância ativa é excretada no leite humano.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

É fundamental informar o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos. Isto inclui medicamentos obtidos sem receita médica, suplementos alimentares ou produtos à base de plantas.

Embora a loratadina, a substância ativa do Loratine, não apresente interações clinicamente significativas com a maioria dos fármacos comuns, deve ter-se precaução quando este medicamento é administrado em conjunto com substâncias que inibem certas enzimas hepáticas. A utilização concomitante com inibidores conhecidos do metabolismo hepático pode resultar num aumento dos níveis de loratadina no sangue, o que pode potenciar a ocorrência de efeitos secundários.

Interação com álcool

Ao contrário de outros anti-histamínicos, o Loratine não potencia os efeitos das bebidas alcoólicas, conforme demonstrado em estudos de desempenho psicomotor. No entanto, recomenda-se sempre prudência no consumo de álcool durante qualquer tratamento medicamentoso.

Interação com testes laboratoriais

Se tiver de realizar testes cutâneos de alergia, deve interromper a toma de Loratine pelo menos 48 horas antes da realização dos mesmos. Os anti-histamínicos podem impedir ou diminuir as reações que, de outra forma, seriam positivas, mascarando assim os resultados reais do teste.

Mecanismo de ação

A loratadina atua através de múltiplos mecanismos bioquímicos para modular as respostas fisiológicas do organismo. O metabolito ativo, a desloratadina, constitui o principal composto responsável por mediar os efeitos do fármaco.

Antagonismo Seletivo dos Recetores H1

O Loratine funciona prioritariamente através da inibição seletiva dos recetores H1 da histamina periféricos. Ao ligar-se a este recetor e ao estabilizar a sua conformação inativa (agonismo inverso), esta interação impede a ligação e a ação do mediador endógeno, a histamina. Este antagonismo reduz a sinalização mediada pela histamina, modulando assim a atividade subsequente em vias específicas dos sistemas respiratório e vascular.

Modulação das Vias Inflamatórias

Para além do bloqueio dos recetores H1, a loratadina envolve mecanismos que modulam a sinalização inflamatória a jusante. O composto pode modificar etapas moleculares iniciais ao influenciar o perfil de libertação de vários mediadores químicos (como a histamina e os leucotrienos) a partir de células Fcepsilon RI^+ e mastócitos. Adicionalmente, pode influenciar a ativação de sequências de sinalização intracelular fundamentais, tais como a via NF-kB, modulando desta forma a expressão de fatores pró-inflamatórios.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Loratine: Diretrizes Oficiais de Administração

O Loratine, que contém o princípio ativo loratadina, destina-se exclusivamente à administração por via oral. Este medicamento encontra-se disponível em formulações padronizadas, que incluem comprimidos, xarope oral e comprimidos orodispersíveis (ODT). O protocolo para a sua utilização caracteriza-se por um esquema fixo e por limites rigorosos de dosagem.


Dosagem Padrão e Frequência

A dose padrão para adultos (com idade igual ou superior a 12 anos) é de 10 mg uma vez ao dia, o que representa igualmente a dose máxima permitida num período de 24 horas. Para crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 5 anos, a dose típica é de 5 mg uma vez ao dia, sendo geralmente administrada através do xarope oral ou de uma formulação mastigável de 5 mg.


Contexto de Uso e Ajustes

A administração é, de um modo geral, permitida independentemente das refeições (com ou sem alimentos). Contudo, existem passos procedimentais específicos para certas formas farmacêuticas; por exemplo, os comprimidos orodispersíveis devem ser colocados sobre a língua para se dissolverem, podendo ser engolidos sem água, enquanto as formas líquidas requerem a utilização de um dispositivo de medição calibrado para garantir a precisão da dose.

É necessária uma modificação da dosagem para pacientes com compromisso grave das funções orgânicas. Para adultos e crianças com peso superior a 30 kg que apresentem compromisso hepático (fígado) ou renal (rim) grave, a dose inicial recomendada é tipicamente de 10 mg em dias alternados, de forma a compensar a redução na depuração (eliminação) do fármaco.

No que diz respeito às restrições administrativas, os documentos regulamentares especificam que o uso de Loratine deve ser interrompido pelo menos 48 horas antes da realização de testes cutâneos de alergia, a fim de evitar interferências nos resultados dos exames. Caso ocorra o esquecimento de uma dose, a dose seguinte deve ser tomada assim que o paciente se recordar, mas nunca se deve tomar mais do que a dose diária única para compensar a omissão.

Evidência clínica recente

Evidências de investigação / Visão geral dos estudos sobre Loratine


Evidência na Rinite Alérgica Sazonal (RAS)

A investigação sobre a utilização de Loratine na rinite alérgica sazonal, comummente conhecida como febre dos fenos, inclui Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA). Estes estudos de curta duração, que frequentemente comparam o medicamento a uma substância inativa ou a outros medicamentos semelhantes, foram utilizados em investigação para explorar a forma como os sintomas se alteram ao longo do tempo. Os estudos monitorizaram os resultados reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percecionado, como espirros, prurido (comichão) nos olhos e no nariz, e corrimento nasal, avaliando também resultados que refletem o funcionamento diário ou o nível de atividade.

Os resultados derivados destes esforços de investigação indicam padrões observados nos estudos onde os participantes reportaram várias medições da intensidade dos sintomas durante os períodos de tratamento observados. A base de evidência contribui para a compreensão dos padrões de sintomas, e o conjunto global de ensaios controlados serve como a fonte principal de evidência para revisão regulamentar.

No entanto, certas investigações exploraram alterações de sintomas a curto prazo e notaram que os resultados foram mistos ao avaliar sintomas individuais específicos, como a congestão nasal. Embora o corpo principal de evidência se tenha focado em alterações a curto prazo, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e os resultados a longo prazo não estão bem caracterizados, deixando uma lacuna na investigação para o uso sazonal prolongado e contínuo.


Evidência na Rinite Alérgica Perene (RAP)

A investigação que explora o uso de Loratine para a rinite alérgica que ocorre durante todo o ano, uma condição caracterizada por manifestações flutuantes ou episódicas ao longo do ano, inclui ensaios clínicos controlados. Estes estudos foram aplicados em contextos de investigação que envolvem sintomas flutuantes ou instáveis, avaliando resultados relacionados com o desconforto físico. Os investigadores examinaram o desequilíbrio fisiológico temporário relacionado com a exposição constante a alergenos de interior, como os ácaros do pó doméstico.

Os estudos monitorizaram a forma como os sintomas foram reportados nas populações observadas, e a investigação fornece contexto relativo a alterações a curto prazo. A evidência contribui para o cenário mais amplo de dados que apoiam o estudo da loratadina para condições que envolvem períodos de sintomas acentuados.


Evidência na Urticária Idiopática Crónica (UIC)

A investigação relacionada com a Urticária Idiopática Crónica, uma condição onde os sintomas podem variar em intensidade e causar limitações funcionais frequentes, focou-se na medição de resultados ligados a estados inflamatórios ou irritativos. Estudos que exploraram alterações de sintomas a curto prazo, tipicamente com uma duração de quatro a seis semanas, foram utilizados em investigação que examina a intensidade ou variabilidade dos sintomas. Os principais resultados medidos foram a gravidade do prurido (comichão) e o tamanho e contagem das pápulas (urticária).


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

A investigação fornece contexto, mas não previsões individuais, e a base de evidência, embora extensa, apresenta certas lacunas. Falta evidência comparativa em termos de resultados definitivos e generalizados em comparação com outros medicamentos da mesma classe, uma vez que certos estudos reportaram resultados mistos ao focarem-se em sintomas específicos como a congestão nasal.

Os dados específicos para certos grupos permanecem insuficientes. As durações de acompanhamento foram limitadas em muitos dos principais ensaios de eficácia, o que significa que a informação sobre os resultados sustentados para além das quatro a seis semanas é menos detalhada. Finalmente, os resultados aplicam-se apenas às populações estudadas e a qualidade da evidência varia entre os estudos, o que significa que, para muitos subgrupos específicos de doentes ou circunstâncias complexas, a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre Loratine (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Loratine a começar a atuar? Os documentos regulamentares indicam que os efeitos anti-histamínicos do medicamento começam geralmente a ser notados dentro de 1 a 3 horas após a administração oral. Esta informação baseia-se em dados oficiais dos estudos de segurança e eficácia do produto.


P: Qual é a duração dos efeitos do Loratine? O Loratine está formulado para uma única toma diária. A informação oficial documenta que os efeitos duram 24 horas ou mais. O principal composto ativo no organismo, conhecido como metabolito ativo, tem uma semivida de aproximadamente 28 horas.


P: O Loratine pode ser tomado todos os dias durante um longo período? As diretrizes em algumas regiões regulamentares referem que os estudos clínicos apoiaram o uso contínuo até seis meses. Recomenda-se geralmente a consulta de um profissional de saúde se a utilização for necessária além desse período.


P: O Loratine interage com a cafeína? A informação regulamentar oficial sobre interações medicamentosas conhecidas geralmente não lista a cafeína como uma substância que afete significativamente a ação ou o perfil de segurança da loratadina.


P: O Loratine pode afetar o sono ou causar insónia? Os efeitos secundários comuns registados nos documentos oficiais incluem sonolência e nervosismo. Menos frequentemente, as listagens oficiais de efeitos secundários podem incluir dificuldade em dormir ou tonturas.


P: O Loratine interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno? As orientações de base regulamentar sugerem que a loratadina pode geralmente ser tomada com analgésicos comuns que não requerem receita médica. Isto inclui medicamentos como o paracetamol ou o ibuprofeno.


P: É seguro tomar Loratine com certos tipos de suplementos? A informação relativa a interações com suplementos e remédios à base de plantas é frequentemente limitada nos textos regulamentares. Recomenda-se geralmente precaução com qualquer suplemento que possa causar sonolência ou secura na boca, uma vez que estes efeitos podem potencialmente somar-se aos efeitos conhecidos do medicamento.


P: O Loratine pode ser partido ou esmagado, ou deve ser engolido inteiro? As instruções de administração para o comprimido orodispersível (ODT) estabelecem especificamente que este se dissolve na língua. As instruções para a forma de comprimido padrão não costumam fornecer informações sobre partir ou esmagar.


P: O Loratine está disponível sem receita médica na maioria dos locais? A substância ativa do Loratine, a loratadina, é amplamente classificada como um medicamento de venda livre em muitas regiões regulamentares. No entanto, a classificação específica pode variar por país ou região local.


P: Dores de cabeça ou tonturas são efeitos secundários comuns do Loratine? A dor de cabeça é classificada como um efeito secundário muito comum nos documentos oficiais de segurança. Embora a tontura seja por vezes listada nos dados de segurança, a sua frequência pode ser classificada como menos comum ou a sua incidência não é conhecida.


P: O Loratine pode ser tomado em qualquer altura do dia? Uma vez que o medicamento se destina a ser tomado uma vez por dia e os seus efeitos duram as 24 horas completas, as instruções regulamentares normalmente não especificam uma hora do dia obrigatória. Também pode ser tomado com ou sem alimentos.


P: O Loratine é seguro para pessoas com doença renal? Os avisos oficiais indicam que doentes com compromisso renal grave podem necessitar de um esquema de administração modificado devido à capacidade reduzida do organismo para eliminar o fármaco. As diretrizes oficiais referem que um profissional de saúde deve ser consultado para o uso específico na presença de doença renal.


P: O folheto informativo do Loratine menciona algo sobre conduzir ou utilizar máquinas? Os documentos regulamentares indicam que não se espera que a capacidade de condução seja afetada quando o medicamento é tomado na dose recomendada. No entanto, como algumas pessoas podem raramente sentir sonolência, é mencionada uma precaução oficial relativa a conduzir ou utilizar máquinas.


P: Qual é o principal benefício do Loratine em comparação com medicamentos para a alergia mais antigos? O Loratine é classificado como um anti-histamínico de segunda geração. Esta classificação está associada ao facto de o medicamento ter sido concebido para penetrar minimamente a barreira hematoencefálica. Este design pretende reduzir os efeitos no sistema nervoso central, como a sedação, comuns nos anti-histamínicos mais antigos.


P: Quanto tempo demora até se esperar o efeito total do Loratine? Dados farmacocinéticos oficiais indicam que o efeito máximo do medicamento é tipicamente atingido entre 2,5 e 4 horas após a administração. Isto reflete o tempo em que a concentração principal da substância ativa está disponível no organismo.


P: Existem avisos sobre tomar Loratine se estiver a tomar medicação para o coração? O rótulo regulamentar refere que reações muito raras mas graves incluíram efeitos cardíacos, como a taquicardia (ritmo cardíaco rápido). Os avisos relativos à sobredosagem referem um potencial aumento de efeitos adversos relacionados com o coração.


P: Existem interações conhecidas entre o Loratine e produtos à base de plantas? As orientações regulamentares indicam que os dados abrangentes sobre interações com remédios à base de plantas são limitados. Recomenda-se geralmente precaução, especialmente para produtos à base de plantas que possam causar sonolência ou secura na boca.


P: O Loratine pode afetar a pressão arterial? O Loratine, nas doses recomendadas, não costuma afetar a pressão arterial. No entanto, a informação regulamentar refere que casos de sobredosagem foram associados tanto a uma pressão arterial elevada como a um ritmo cardíaco rápido.

Como Loratine deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

A loratadina deve ser conservada de acordo com a rotulagem regulamentar para manter a sua estabilidade e eficácia. O medicamento deve ser mantido a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 2 °C e os 30 °C (36 °F e 86 °F), salvo indicação em contrário. É fundamental proteger o produto da humidade excessiva.

Manuseamento e Acondicionamento:

  • Embalagem Original: Mantenha o medicamento na embalagem original, com os recipientes bem fechados.
  • Segurança Infantil: Conserve sempre o Loratine fora do alcance e da vista das crianças.

Regras de Eliminação:

Não elimine Loratine não utilizado ou fora do prazo de validade no lixo doméstico, nem através de despejo em esgotos ou sanitas. A eliminação adequada é necessária para evitar a contaminação ambiental, particularmente dos recursos hídricos. Os medicamentos devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais, regionais e nacionais para resíduos farmacêuticos, o que frequentemente envolve programas de recolha de medicamentos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Loratine encontrado em:

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