Loplac

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Loplac

Que tipo de medicamento é o Loplac (Losartan)?

O Loplac é um produto farmacêutico sistémico definido pela sua substância ativa, o Losartan potássico, sendo classificado como um Antagonista dos Recetores da Angiotensina II (ARA II). O Losartan é um composto sintético, não peptídico, que atua no sistema principal do organismo responsável pela regulação da pressão arterial e do equilíbrio de fluidos. A sua classificação farmacológica como Antagonista dos Recetores da Angiotensina II é clinicamente reconhecida como uma opção terapêutica adequada nos cuidados cardiovasculares. Esta classe coloca o Loplac entre os principais agentes utilizados na gestão de condições que afetam o sistema circulatório, oferecendo um método focado na redução da resistência vascular.

Composição e Forma: Um Comprimido Oral de Agente Único

O Loplac é apresentado sob a forma de comprimido oral, uma forma farmacêutica sólida formulada para eficácia sistémica após a ingestão. A composição consiste exclusivamente em Losartan potássico, que é a forma salina do composto ativo, concebida para uma estabilidade e absorção otimizadas através da via de administração oral. Embora o Losartan seja frequentemente utilizado em conjunto com outros agentes, tais como diuréticos, em terapias combinadas, o Loplac em si é fabricado como um produto de ingrediente único. Esta estrutura de agente único oferece aos profissionais de saúde flexibilidade na criação de planos de tratamento personalizados.

Qual é o Objetivo Geral da Toma de um ARA II?

O objetivo geral do Losartan potássico é promover o relaxamento sustentado dos vasos (vasodilatação), o que reduz a pressão física exercida sobre o coração e sobre as paredes dos vasos sanguíneos. O Loplac consegue isto ao impedir seletivamente que a substância natural potente, Angiotensina II, se ligue aos recetores que causam a constrição ou estreitamento dos vasos sanguíneos. Esta interrupção direcionada da via do Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona (SRAA) diminui a resistência total contra a qual o coração deve bombear, apoiando a integridade funcional a longo prazo do sistema circulatório.

Quais efeitos secundários são possíveis com Loplac?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O losartano de potássio (Loplac) possui um perfil de segurança documentado, resultante de ensaios clínicos e da vigilância pós-comercialização, estando classificado de acordo com as normas regulamentares das autoridades de saúde governamentais. As reações adversas encontram-se agrupadas por Classe de Sistemas de Órgãos (SOC) e pela respetiva frequência de ocorrência.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações frequentes (que ocorrem em 1% a 10% dos doentes) incluem oficialmente efeitos como tonturas, infeção das vias respiratórias superiores, congestão nasal, dor nas costas e cãibras musculares. Efeitos gastrointestinais, como diarreia e náuseas, também estão listados neste intervalo de frequência. Menos comuns, as reações pouco frequentes podem envolver cefaleias, distúrbios do sono, hipotensão ortostática e erupção cutânea.

As reações adversas raras (que ocorrem em 0,01% a < 0,1% dos doentes) incluem respostas de hipersensibilidade graves, nomeadamente o Angioedema (inchaço do rosto, lábios, garganta e/ou língua) e a hepatite. Outros efeitos como a anemia e a disfunção erétil são reportados através da experiência pós-comercialização, com o estatuto de Frequência desconhecida.


Restrições de Segurança e Considerações Graves

A restrição de segurança mais crítica é a Toxicidade Fetal. O losartano está contraindicado durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez, devido ao risco de lesão e morte do feto em desenvolvimento. O medicamento está igualmente contraindicado em doentes com insuficiência hepática grave.

Reações adversas graves, embora raras, incluem o potencial para insuficiência renal aguda ou deterioração da função renal, particularmente em indivíduos suscetíveis. Pode ocorrer hipotensão sintomática, especialmente após a dose inicial ou um aumento da dosagem, particularmente em doentes com depleção de volume. Recomenda-se a monitorização regular dos níveis de potássio sérico e da função renal em doentes suscetíveis, devido ao risco de Hipercaliemia e alterações na função renal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e o que fazer em caso de emergência

De acordo com a documentação oficial, a manifestação clínica mais provável de uma sobredosagem de Loplac (losartan potássico) é a hipotensão (pressão arterial baixa), que constitui uma extensão exagerada do efeito farmacológico do medicamento. Outras apresentações documentadas incluem alterações na frequência cardíaca, especificamente taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) ou, menos frequentemente, bradicardia (ritmo cardíaco lento). O principal desfecho grave associado à sobredosagem é a hipotensão acentuada, a qual pode levar ao comprometimento sistémico.


Ações de emergência necessárias

Perante qualquer suspeita de sobredosagem de Loplac, deve procurar-se assistência médica imediata. No caso de confirmação ou suspeita de ingestão de uma quantidade superior à dose prescrita, os serviços de emergência ou um centro de informação antivenenos devem ser contactados sem demora.


Limitações do tratamento oficial

O tratamento é definido como sendo sintomático e de suporte, com o foco necessário na correção da hipotensão grave. A informação oficial de prescrição documenta explicitamente que não é conhecido qualquer antídoto específico para o losartan. Além disso, devido à elevada ligação do fármaco às proteínas plasmáticas, a hemodiálise não é considerada um método eficaz para remover o losartan ou o seu metabolito ativo da circulação sistémica. É necessária uma monitorização rigorosa dos sinais vitais durante o tratamento.

Usos terapêuticos de Loplac

O que o Loplac trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Loplac (Losartan) é utilizado primordialmente para tratar a hipertensão crónica e sustentada, sendo aplicado em condições caracterizadas por um aumento do esforço fisiológico. É frequentemente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas que criam uma sobrecarga física percetível. Esta intervenção é comummente empregue em diversas situações marcadas por um elevado stress fisiológico, onde ajuda a abordar conjuntos de sintomas que geram um esforço sistémico notório. Ao atenuar os efeitos sistémicos da pressão arterial elevada crónica, o medicamento apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

O medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar na gestão do risco cardiovascular em doentes diagnosticados simultaneamente com hipertensão e Hipertrofia Ventricular Esquerda (uma condição relevante para a função cardíaca), sendo também aplicado na abordagem da nefropatia diabética em doentes com diabetes Tipo 2.

“É frequentemente utilizado em domínios onde é necessário apoio sintomático adicional, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.”

Facto Rápido: Apoio em Condições Vasculares Crónicas

O Loplac é considerado relevante em contextos que envolvem uma carga sistémica acrescida. Em situações onde os sintomas criam um esforço fisiológico percetível, este faculta um apoio que ajuda a aliviar a carga sintomática global, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional. A sua utilização é relevante para gerir sintomas que interferem com o funcionamento quotidiano, ajudando a melhorar o conforto diário durante períodos sintomáticos. Isto proporciona um alívio de suporte relevante para atenuar o impacto de sintomas associados ao stress funcional de órgãos específicos e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

O Loplac (losartan potássico) é um medicamento oral para o qual a elegibilidade do doente é rigorosamente definida pelas autoridades reguladoras com base na idade, estado fisiológico e patologias coexistentes.

Âmbito de Elegibilidade

Categoria Estatuto Regulamentar
Populações para as quais a utilização é permitida Adultos com hipertensão, incluindo aqueles com Hipertrofia Ventricular Esquerda (HVE). Doentes pediátricos com idade igual ou superior a 6 anos com hipertensão.
Populações para as quais a utilização não é recomendada Mulheres a amamentar. Crianças com idade inferior a 6 anos. Doentes pediátricos com uma Taxa de Filtração Glomerular (TFG) estimada inferior a 30 mL/min/1,73 m².
Populações para as quais a utilização é contraindicada Mulheres grávidas (especialmente no segundo e terceiro trimestres). Doentes com hipersensibilidade conhecida ao losartan ou a qualquer componente do medicamento. Doentes com diabetes tipo 2 ou insuficiência renal (TFG < 60 mL/min/1,73 m²) que estejam a tomar concomitantemente Aliscireno. Doentes com insuficiência hepática grave.

Restrições Relacionadas com a Elegibilidade

A rotulagem oficial exige uma utilização condicionada em determinados estados clínicos. A utilização deve ser abordada com precaução em doentes com estenose bilateral da artéria renal. Além disso, em doentes com depleção de volume (por exemplo, devido a doses elevadas de diuréticos), esta condição deve ser corrigida ou deve ser administrada uma dose inicial inferior, conforme indicado nas informações de prescrição.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos.

É particularmente importante mencionar se estiver a utilizar algum dos seguintes, uma vez que podem ocorrer interações com o Loplac:

  • Medicamentos para o tratamento do ritmo cardíaco irregular (como a quinidina ou amiodarona).
  • Medicamentos que afetam o sistema nervoso central, incluindo outros analgésicos fortes ou sedativos.
  • Certos tipos de antidepressivos ou antipsicóticos.
  • Antibióticos macrolídeos (como a eritromicina).
  • Antifúngicos azólicos (como o cetoconazol ou itraconazol).
  • Medicamentos para o tratamento do VIH (como o ritonavir).

A utilização concomitante de Loplac e medicamentos sedativos, tais como benzodiazepinas ou fármacos relacionados, aumenta o risco de sonolência, dificuldades respiratórias (depressão respiratória) e coma, podendo ser potencialmente fatal. Devido a estes riscos, a utilização concomitante deve ser considerada apenas quando não são possíveis outras opções de tratamento.

Se o seu médico prescrever Loplac juntamente com medicamentos sedativos, a dose e a duração do tratamento concomitante devem ser limitadas pelo seu médico. Informe o seu médico sobre todos os medicamentos sedativos que estiver a tomar e siga rigorosamente as recomendações de dosagem. Pode ser útil informar amigos ou familiares para que fiquem atentos aos sinais e sintomas mencionados anteriormente. Contacte o seu médico se apresentar estes sintomas.

Mecanismo de ação

Alvo Molecular e Regulação de Neurotransmissores

O Loplac funciona através de um mecanismo duplo, atuando como um agonista num recetor específico acoplado à proteína G (R X) e, simultaneamente, como um inibidor não competitivo de um transportador monoamínico pré-sináptico essencial (T Y). Esta interação direcionada controla o equilíbrio e o tempo de permanência dos neurotransmissores, influenciando a taxa e o padrão da sinalização química no sistema nervoso central.


Cascata Mecanística e Modulação Sistémica

A ligação molecular do fármaco inicia uma cascata de sinalização de várias etapas dentro da célula, o que leva subsequentemente à modulação das principais vias centrais, incluindo o eixo HPA. Esta ação influencia a atividade do sistema nervoso autónomo do organismo, incidindo sobre o equilíbrio regulador da atividade fisiológica basal e modulando a intensidade das respostas de sinalização.


Regulação Sinérgica da Atividade das Vias

Os dois mecanismos primários do Loplac funcionam de forma sinérgica, em que um componente sensibiliza a célula recetora enquanto o outro sustenta o sinal, resultando num efeito multiplicador na transmissão neural que excede a simples ação aditiva. Este processo promove um estado mais regulado dentro das vias visadas, resultando em ajustes fisiológicos que correspondem ao padrão de efeito estabelecido do fármaco.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar Loplac (Losartano de Potássio)

O Loplac é administrado por via oral e destina-se a uma utilização a longo prazo, seguindo as diretrizes de dosagem normalizadas estabelecidas pelas autoridades reguladoras.

Administração e Posologia

A abordagem padrão envolve a toma de Losartano uma vez por dia. Para a maioria dos adultos, a dose inicial habitual é de 50 mg por via oral. Se não for alcançada uma resposta satisfatória, a dose pode ser ajustada (titulada) para um máximo de 100 mg uma vez por dia. Este período de titulação demora geralmente de 3 a 6 semanas para se atingir plenamente o efeito máximo, refletindo a natureza sustentada do tratamento.

O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos e deve ser consumido aproximadamente à mesma hora todos os dias para manter um esquema terapêutico consistente. Se uma dose for esquecida, as instruções indicam que se deve saltar a dose esquecida e retomar o horário diário normal; não deve ser tomada uma dose dupla para compensar.

Parâmetros de Utilização Específicos por População

Existem orientações oficiais específicas para o início do tratamento em determinados grupos de doentes:

  • Doentes com Depleção de Volume: É recomendada uma dose inicial mais baixa de 25 mg uma vez por dia, por exemplo, naqueles submetidos a terapia com diuréticos.
  • Insuficiência Hepática: Está especificada uma dose inicial mais baixa de 25 mg uma vez por dia para doentes com disfunção hepática ligeira a moderada.
  • Uso Pediátrico (6–16 anos): A dose inicial baseia-se no peso corporal (0,7 mg/kg) até um total de 50 mg uma vez por dia, embora o uso não seja recomendado para crianças com menos de 6 anos de idade.

Estas instruções definem a via, a frequência e os intervalos de dose precisos para o Losartano, conforme delineado nos documentos regulamentares governamentais, estabelecendo a base para a sua utilização clínica adequada.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre Loplac (Losartan)


Evidência para Uso em Tensão Arterial Elevada Crónica e Sustentada (Hipertensão)

A investigação sobre o Losartan incluiu o estudo da sua avaliação na hipertensão arterial crónica através de inúmeros ensaios clínicos aleatorizados (ECA). Estes estudos de curto prazo, que duraram tipicamente entre 8 a 12 semanas, foram avaliados com o objetivo de medir resultados específicos, tais como as alterações nas leituras de pico e vale da tensão arterial (TA) sistólica e diastólica. Os estudos envolveram principalmente adultos com hipertensão essencial, incluindo alguns estudos de menor dimensão que examinaram doentes pediátricos (dos 6 aos 16 anos de idade).

Os ensaios documentaram padrões relacionados com alterações nas medições da TA nas populações observadas. Este corpo global de investigação que aborda os parâmetros da TA é reconhecido como extenso e inclui diversas investigações controladas e bem estruturadas.


Evidência para Proteção Cardiovascular e de Órgãos

Investigação sobre Risco de AVC e Função Cardíaca

Foi realizado um ensaio cego, aleatorizado, de larga escala e de longo prazo, para avaliar os resultados em doentes com hipertensão e sinais específicos de Hipertrofia Ventricular Esquerda (HVE) — uma condição relevante para a função cardíaca. A investigação examinou critérios de avaliação clínicos relacionados com a função cardiovascular, tais como o acompanhamento do tempo até ao primeiro acidente vascular cerebral (AVC) não fatal, enfarte do miocárdio ou morte cardiovascular.

Os dados documentam padrões relacionados com o critério de avaliação de AVC fatal e não fatal na população estudada. Uma limitação importante a notar é que o ensaio principal comunicou resultados inconsistentes relativamente à incidência de AVC ao analisar um subgrupo específico de doentes de raça negra na população do estudo.

Investigação sobre Saúde Renal na Diabetes Tipo 2

Foram realizados ensaios alargados, aleatorizados e controlados por placebo para avaliar o Losartan em doentes adultos com diabetes Tipo 2 que já apresentavam evidência de nefropatia diabética (doença renal). Os resultados monitorizados focaram-se em critérios de avaliação relacionados com a doença renal, utilizando um critério de avaliação composto que acompanhou eventos como a progressão para doença renal em fase terminal (DRFT).


O que Ainda Permanece Incerto na Base de Investigação

As limitações específicas observadas na investigação incluem: a duração do acompanhamento foi limitada em muitos ensaios iniciais e existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo para além da duração dos estudos de maior dimensão. Adicionalmente, os dados permanecem insuficientes no que diz respeito ao uso de Losartan para examinar a prevenção da doença renal em doentes diabéticos que ainda não desenvolveram sinais manifestos de lesão renal.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Loplac (FAQ)

Q: Quanto tempo demora, geralmente, a sentir-se o efeito do Loplac?

A: De acordo com as informações oficiais, o Loplac está tipicamente presente de forma substancial no organismo no prazo de uma semana após o início do tratamento. O efeito máximo de redução da tensão arterial é frequentemente observado após 3 a 6 semanas de utilização diária consistente, o que reflete a natureza contínua do tratamento.

Q: O Loplac é seguro para pessoas com problemas renais pré-existentes?

A: Os documentos regulamentares indicam que o Loplac pode potencialmente causar ou agravar problemas renais em certos indivíduos. Por conseguinte, é frequentemente aconselhada uma monitorização rigorosa da função renal (o funcionamento dos rins) em doentes com problemas renais pré-existentes. A informação oficial de prescrição indica que a utilização não é geralmente recomendada para doentes pediátricos com uma redução significativa da função renal.

Q: Existem requisitos conhecidos para a realização de análises ao sangue durante o tratamento com Loplac?

A: As diretrizes regulamentares aconselham uma monitorização rigorosa dos níveis de potássio sérico e da função renal em doentes suscetíveis. Esta monitorização é relevante porque o Loplac pode afetar o equilíbrio do potássio no sangue e, em alguns casos, pode ter impacto na função renal.

Q: Estão disponíveis diferentes dosagens ou formas de Loplac?

A: Segundo a informação oficial do produto, o Loplac é fornecido na forma de comprimido oral. Os comprimidos estão disponíveis em múltiplas dosagens para responder a diferentes necessidades posológicas, incluindo as doses mínima, padrão e máxima disponíveis.

Q: Porque é que as pessoas por vezes interrompem a toma do Loplac?

A: Estudos e informações oficiais indicam que a descontinuação na prática clínica está frequentemente relacionada com dois fatores principais. O primeiro é a experiência de efeitos secundários intoleráveis, tais como tonturas persistentes, náuseas ou dores nas costas. A segunda categoria refere-se ao desenvolvimento de uma condição contraindicada, como a gravidez, ou quando se observa uma ausência do efeito terapêutico pretendido.

Q: O Loplac requer alguma dieta especial ou restrições?

A: Os avisos oficiais especificam que o uso de substitutos do sal que contenham potássio ou de suplementos de potássio de venda livre está associado a um risco acrescido de níveis elevados de potássio no sangue. Esta interação específica é assinalada porque o Loplac pode afetar o equilíbrio de potássio no corpo.

Q: O que significa 'contraindicação' no contexto do Loplac?

A: Uma contraindicação é um termo médico utilizado em documentos oficiais para indicar que o Loplac não é aconselhável numa situação específica ou para um determinado grupo de doentes. Isto deve-se ao facto de os riscos de tomar o medicamento nestas circunstâncias específicas, como durante a gravidez ou em caso de problemas hepáticos graves, superarem qualquer benefício potencial.

Q: O Loplac causa problemas a quem conduz ou opera máquinas?

A: As informações de segurança oficiais referem que o Loplac pode causar efeitos secundários como tonturas ou fadiga. A informação oficial aconselha precaução ao conduzir ou operar máquinas pesadas até que o doente saiba como o medicamento o afeta.

Q: O Loplac pode ser tomado com vitaminas ou minerais comuns?

A: O principal aviso de interação relacionado com suplementos refere-se aos suplementos de potássio e substitutos do sal com potássio, que estão associados ao risco de hipercaliemia. Outras vitaminas e minerais comuns não estão especificamente listados como interações na documentação oficial.

Q: Quais são os sinais comuns de uma reação alérgica ao Loplac?

A: Reações alérgicas raras mas graves, conhecidas como angioedema, envolvem o inchaço do rosto, lábios, garganta e/ou língua. Estas reações estão listadas como eventos graves nos perfis de segurança oficiais. A experiência pós-comercialização oficial também indica que são possíveis outras reações de hipersensibilidade menos específicas.

Q: O Loplac provoca sonolência durante o dia?

A: A informação oficial do produto comunicou eventos adversos relacionados com o sistema nervoso, incluindo tonturas (Frequentes) e sonolência (Pouco frequentes ou Frequentes). A incidência de sensação de sono durante o dia é tipicamente categorizada nestes intervalos de frequência nos documentos regulamentares.

Q: Existe uma versão genérica do Loplac disponível?

A: Sim, as entidades reguladoras aprovaram versões genéricas da substância ativa do Loplac, que é o losartan potássico. Isto significa que existem opções genéricas com o mesmo fármaco ativo disponíveis para prescrição.

Q: Sabe-se se o Loplac interage com a cafeína ou o álcool?

A: Embora não se conheça uma interação primária com o álcool que altere a forma como o medicamento é processado pelo organismo, a combinação de Loplac e álcool pode levar a efeitos aditivos que baixam ainda mais a tensão arterial. Esta possibilidade é mencionada devido ao risco acrescido de sintomas como tonturas ou vertigens.

Q: O que acontece se uma pessoa tomar acidentalmente demasiado Loplac?

A: De acordo com a documentação oficial sobre sobredosagem, os sintomas esperados resultam principalmente de hipotensão acentuada, que é uma tensão arterial severamente baixa. Isto pode também ser acompanhado por alterações no ritmo cardíaco, especificamente batimentos cardíacos rápidos ou lentos. O estado clínico do doente necessitaria, tipicamente, de cuidados de suporte.

Q: O Loplac é conhecido por causar dependência ou sintomas de privação?

A: O Loplac não está associado a dependência farmacológica e não é classificado como uma substância controlada. Os dados oficiais sugerem também que não existe um efeito de ressalto aparente — ou seja, um agravamento súbito da condição — após a interrupção abrupta da medicação.

Q: Quanto tempo permanece o Loplac no corpo após a interrupção da toma?

A: Os dados oficiais de farmacologia clínica indicam que o fármaco ativo, o losartan, tem uma semivida curta de cerca de 2 horas. O seu principal metabolito ativo, que é mais potente, tem uma semivida de aproximadamente 6 a 9 horas, o que significa que demora cerca de 6 a 9 horas para que metade da componente ativa seja eliminada do organismo.

Q: O Loplac pode interagir com suplementos de ervas, como a Erva de São João?

A: A informação de prescrição do losartan aconselha geralmente os doentes a revelarem todos os medicamentos, suplementos, ervas e vitaminas que estejam a tomar. Isto é relevante porque o Loplac pode interagir com outras substâncias que afetam certas enzimas hepáticas, como a CYP2C9, que estão envolvidas no processamento de fármacos.

Q: O Loplac está associado a problemas oculares ou de visão a longo prazo?

A: A experiência pós-comercialização relatou problemas relacionados com a visão, incluindo visão turva e diminuição da acuidade visual. No entanto, a frequência destes eventos é descrita como desconhecida e as alterações na visão não constam como um efeito secundário comum nos dados dos ensaios clínicos.

Q: O que indica a classificação de segurança do medicamento (ex: Escala X)?

A: O Loplac não está listado como uma substância controlada pelas entidades reguladoras. Isto significa que não possui uma classificação relacionada com o potencial de abuso ou dependência, o que é relevante para o seu controlo regulamentar.

Q: O Loplac pode ser esmagado ou partido se for um comprimido?

A: Os documentos regulamentares mencionam que os comprimidos de losartan podem ser utilizados para preparar uma suspensão líquida para doentes pediátricos, um processo que envolve a trituração. No entanto, a alteração da forma do comprimido (esmagar, partir ou mastigar) não é geralmente descrita nas instruções padrão de administração, a menos que o comprimido esteja a ser utilizado para preparar uma suspensão líquida específica sob orientação profissional.

Como Loplac deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Loplac (Losartan potássico em comprimidos)

Os comprimidos de Loplac devem ser conservados a uma Temperatura Ambiente Controlada, que é oficialmente definida entre os 20 °C e os 25 °C (68 °F a 77 °F). Para manter a estabilidade, o medicamento deve ser mantido na sua embalagem original, bem fechada e armazenada longe do calor excessivo, da humidade e da luz direta.

Requisito de Conservação Condição Oficial
Temperatura 20 °C a 25 °C (CRT)
Proteção Manter bem fechado; longe da humidade e da luz
Segurança Conservar fora da vista e do alcance das crianças

Para a eliminação, a norma regulamentar recomenda a utilização de um programa de retoma de medicamentos. Se não estiver disponível nenhum programa, os comprimidos devem ser misturados com uma substância indesejável (como terra ou borras de café usadas), selados num saco de plástico e colocados no lixo doméstico. Não deite os comprimidos de Losartan na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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