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Lopecia

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Lopecia

O que é o Lopecia? — Visão Geral e Identidade

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Finasterida
Forma Comprimido Oral (Sujeito a Receita Médica)
Classe Farmacológica Inibidor da 5alpha-redutase
Objetivo Geral Modular os efeitos do potente androgénio Di-hidrotestosterona (DHT)
Origem Azasteroide Sintético

Definição do Lopecia: Classificação e Diferenciação Core

O Lopecia é um medicamento de substância única, disponível apenas mediante receita médica, cujo componente ativo é a Finasterida, o que o classifica como um inibidor seletivo da 5alpha-redutase do Tipo II. O fármaco é um composto azasteroide sintético de categoria 4 que atua de forma sistémica após a administração oral através de um comprimido revestido por película. Esta classificação química é clinicamente reconhecida pela sua intervenção no metabolismo androgénico do organismo para alcançar um efeito hormonal terapêutico. Embora a marca específica Lopecia posicione este produto no mercado global, a sua identidade fundamental deriva da Finasterida, um ingrediente cuja ação é sustentada por estudos farmacológicos publicados por instituições de saúde de referência.

Mecanismo e Propósito Terapêutico Reconhecido

A ação fisiológica única deste medicamento é a inibição competitiva da enzima 5alpha-redutase, que bloqueia a conversão da hormona Testosterona no androgénio mais potente, a Di-hidrotestosterona (DHT). Este mecanismo direcionado é apoiado por décadas de utilização clínica que demonstram que o fármaco produz uma redução acentuada nos níveis plasmáticos e teciduais de DHT. A redução da DHT é a ação central e exclusiva do Lopecia. Consequentemente, o propósito geral do fármaco é contrariar condições que sejam impulsionadas pela elevada concentração ou atividade excessiva da hormona DHT em tecidos sensíveis, proporcionando um efeito antiandrogénico reconhecido.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Lopecia?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

As reações adversas ao Lopecia (finasterida) são classificadas com base na sua frequência e no sistema biológico afetado. Todas as afirmações relativas à segurança e ao risco derivam diretamente de documentos reguladores oficiais.

Classificação Sistemas Afetados e Reações (Exemplos)
Frequentes (Afetam 1 a 10 utilizadores em 100) Diminuição do desejo sexual (líbido), dificuldade em obter uma ereção e distúrbios da ejaculação, incluindo a redução do volume ejaculado.
Pouco Frequentes (Afetam 1 a 10 utilizadores em 1.000) Erupções cutâneas, aumento do volume mamário e sensibilidade mamária.
Frequência Desconhecida Depressão (incluindo humor depressivo), ansiedade, dor testicular e a possibilidade de a disfunção sexual persistir após a interrupção do tratamento.

Reações Adversas Graves e Condicionantes de Segurança

A rotulagem oficial inclui relatos de reações adversas raras mas clinicamente significativas, categorizadas na experiência pós-comercialização. Estas incluem o cancro da mama masculino e relatos de ideação suicida e comportamentos relacionados, adicionados às informações do produto por autoridades reguladoras.

Notas de Segurança para Populações Específicas

Relativamente às mulheres grávidas, o Lopecia é contraindicado. Mulheres que estejam ou possam potencialmente estar grávidas não devem manusear comprimidos esmagados ou partidos devido ao potencial de absorção e ao risco de desenvolvimento anormal da genitália externa num feto do sexo masculino.

Quanto ao uso pediátrico, o medicamento não está indicado para utilização em crianças ou adolescentes.

Limitações de Segurança Regulamentares

O Lopecia reduz os níveis séricos do Antigénio Específico da Próstata (PSA) em aproximadamente 50%. Esta alteração deve ser considerada na interpretação dos resultados do PSA em rastreios de cancro da próstata, uma vez que um aumento no nível registado pode sinalizar a presença de cancro da próstata, mesmo que o valor permaneça dentro do intervalo normal para homens que não tomam este tipo de medicação.

Ligação ao Perfil de Segurança Global

As informações oficiais de segurança do Lopecia estruturam a compreensão dos riscos potenciais ao definir claramente as reações adversas de acordo com categorias de frequência estabelecidas e sistemas fisiológicos afetados. Este perfil destaca condicionantes de segurança específicas, tais como a cautela obrigatória na interpretação do PSA e a restrição absoluta de manuseamento por mulheres grávidas. Documenta o potencial de efeitos adversos, particularmente eventos sexuais e psiquiátricos, e inclui relatos de resultados graves e raros documentados pós-comercialização.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem com Lopecia e Quando Procurar Ajuda

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem com Lopecia (Finasterida) foi estabelecido com base em observações de estudos clínicos em humanos. Estes dados demonstram que o medicamento foi bem tolerado após a exposição a doses orais únicas de até 400 mg, o que é significativamente superior à dose terapêutica padrão. Mesmo a administração de doses diárias de até 80 mg durante 12 semanas não resultou na documentação de manifestações clínicas adversas específicas, graves ou agudas. Consequentemente, não existem sintomas específicos ou síndromes clínicas detalhados de forma consistente na rotulagem regulamentar como apresentações típicas de uma exposição excessiva aguda à Finasterida.

Uma vez que o fármaco carece de um perfil de toxicidade aguda documentado, não é conhecido nem está disponível qualquer antídoto específico para a exposição excessiva à Finasterida. As autoridades reguladoras e as informações oficiais de prescrição determinam universalmente que os indivíduos devem procurar tratamento médico de emergência imediatamente em caso de suspeita ou confirmação de sobredosagem. Esta ação obrigatória garante que a gestão clínica, que deve ser sintomática e de suporte, possa ser administrada num ambiente de cuidados de saúde profissional.

Relativamente a grupos específicos de doentes, os dados farmacocinéticos oficiais indicam que o comportamento do fármaco em indivíduos com insuficiência renal crónica é comparável ao de indivíduos saudáveis. Apesar disto, a orientação explícita de procurar assistência médica de emergência permanece a instrução obrigatória para todos os indivíduos que sofram uma suspeita de sobredosagem.

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Usos terapêuticos de Lopecia

Para que é utilizado o Lopecia: Principais Indicações e Benefícios

O Lopecia (finasterida) é comummente utilizado para auxiliar em condições que se manifestam através de episódios agudos no homem, focando-se essencialmente em duas áreas terapêuticas distintas. Este medicamento pode ajudar na gestão dos sintomas relacionados com o desconforto físico associado ao aumento do volume da próstata (hiperplasia benigna da próstata ou HBP) e desempenha um papel na gestão da perda de cabelo de padrão masculino (alopecia androgenética).

Conforme corroborado por diretrizes clínicas sobre a finasterida, esta abordagem é considerada pertinente quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada, particularmente em condições caracterizadas por períodos de sintomas intensificados (agravamentos da HBP) ou sintomas associados a alterações agudas ou episódicas (progressão da perda de cabelo). O tratamento oferece um suporte que ajuda a aliviar a carga global dos sintomas em cenários marcados por desequilíbrios fisiológicos temporários.

O benefício para o paciente reside no contributo para atenuar o peso total dos sintomas e no auxílio à manutenção da estabilidade funcional quando os sintomas interferem com as atividades diárias normais. Por exemplo, no que respeita à HBP, o medicamento contribui para uma melhoria do conforto durante os períodos de maior intensidade sintomática.

Facto Rápido: O foco incide no alívio da carga global dos sintomas.

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Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Oficial para o Lopecia (Finasterida)

O Lopecia está estritamente classificado para utilização exclusiva em homens adultos. A rotulagem regulamentar oficial define várias exclusões absolutas e requisitos de utilização condicional para populações específicas.

Populações que Não Devem Utilizar Lopecia (Contraindicações)

O medicamento é contraindicado e não deve ser utilizado pelos seguintes grupos:

As mulheres estão explicitamente proibidas de utilizar este medicamento. O Lopecia é absolutamente contraindicado em mulheres que estejam ou possam vir a estar grávidas, devido ao risco de causar anomalias na genitália externa de um feto do sexo masculino (teratogenicidade). Além disso, as mulheres que estejam ou possam estar grávidas não devem manusear comprimidos esmagados ou partidos.

A utilização é contraindicada em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade, uma vez que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas nesta população. O medicamento também não deve ser utilizado por indivíduos com uma alergia conhecida ou hipersensibilidade à finasterida ou a qualquer outro componente do comprimido.

Regras de Utilização Condicional e Idade

Recomenda-se precaução em doentes com alterações da função hepática, dado que a substância ativa é extensamente metabolizada no fígado e os estudos formais neste grupo são limitados.

Não é necessário ajuste posológico para doentes com insuficiência renal. Da mesma forma, não é necessário ajuste posológico para a utilização em pessoas idosas.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Mapa de Interações: Interações com outros medicamentos e produtos — informação oficial para o Lopecia (Finasterida)

O princípio ativo do Lopecia é definido pelas agências reguladoras como tendo um perfil de interações medicamentosas clinicamente relevantes mínimo.

Âmbito das Interações

Categoria Estatuto Regulamentar
Categorias de medicamentos com interações documentadas Nenhuma está definida como tendo uma interação abrangente ao nível da categoria.
Medicamentos específicos com interação (se explicitamente listados) Estudos oficiais não detetaram interações com relevância clínica com: Antipirina, Digoxina, Propranolol, Teofilina e Varfarina.
Base mecânica das interações A finasterida não parece afetar o sistema enzimático de metabolização de fármacos ligado ao citocromo P450.
Regras de toma baseadas no tempo Não existem regras de tempo obrigatórias documentadas; o produto pode ser tomado com ou sem alimentos.
Notas de interação para populações específicas Está formalmente documentada a necessidade de precaução na administração a doentes com alterações da função hepática (insuficiência hepática), devido ao extenso metabolismo hepático do fármaco.
Restrições relacionadas com interações Não existem combinações de medicamentos oficialmente classificadas como contraindicadas devido a risco de interação.

Classificações de Interação (nível geral)

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Classificação de gravidade das interações Não foram identificadas interações medicamentosas de importância clínica.
Interações com alimentos, álcool e produtos à base de plantas Os alimentos não afetam a biodisponibilidade. O produto à base de plantas Erva de São João é assinalado por algumas autoridades de saúde como podendo reduzir o efeito pretendido do medicamento.

Estrutura Resultante das Interações

As declarações oficiais confirmam que o fármaco não parece afetar o sistema enzimático de metabolização de fármacos ligado ao citocromo P450. Este impacto metabólico mínimo é corroborado por resultados que não demonstram alterações clinicamente significativas na exposição ao fármaco quando administrado em conjunto com compostos específicos, como a Digoxina e a Varfarina. A única condicionante relacionada com as interações é a exigência de precaução em doentes com alterações da função hepática, devido à via metabólica primária do medicamento.

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Mecanismo de ação

Inibição Seletiva da Enzima 5alpha-Redutase Tipo II

Este mecanismo de ação baseia-se no papel do fármaco como um inibidor competitivo altamente específico da enzima 5alpha-redutase Tipo II. Ao formar um complexo estável com a enzima-alvo, a Finasterida inativa eficazmente a sua função. Este domínio mecanístico inicia o bloqueio molecular que precede a cascata hormonal.


Modulação da Via do Metabolismo Androgénico

A função central é a modulação sistémica da via do metabolismo androgénico. A desativação da enzima impede a conversão da Testosterona em Di-hidrotestosterona (DHT). Esta interrupção leva a uma redução significativa e sustentada na concentração de DHT, tanto no plasma como nos tecidos sensíveis aos androgénios, o que constitui a consequência fisiológica central do mecanismo.


Limites Mecanísticos e Consequência Fisiológica

A alteração fisiológica resultante é a redução sistémica do estímulo hormonal alcançada através da diminuição da concentração efetiva de DHT. No entanto, o mecanismo é limitado pela baixa afinidade do fármaco para com a isoforma 5alpha-redutase Tipo I, o que significa que a produção total de DHT é reduzida, mas permanece mensurável. Este teto fisiológico reflete a limitação inerente à seletividade enzimática.

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Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração para o Lopecia (Finasterida 1 mg)

O Lopecia (finasterida 1 mg) é prescrito para administração por via oral apenas em homens adultos, não sendo indicado para utilização por mulheres ou crianças. As instruções seguintes descrevem o protocolo de utilização obrigatório, baseado estritamente na rotulagem oficial.

Dosagem e Horários

Âmbito da Administração Instrução Oficial
Via Oral
Dose Um comprimido (1 mg)
Frequência Uma vez por dia
Momento da Toma Pode ser tomado com ou sem alimentos

Passos do Procedimento

Engolir um comprimido inteiro com um copo de água. O comprimido é revestido por película e não deve ser esmagado, partido ou mastigado.

Tomar a dose uma vez por dia, idealmente à mesma hora todos os dias para manter a consistência.

Não duplicar a dose caso se esqueça de uma toma. Deve ignorar-se a dose esquecida e retomar o plano terapêutico habitual com o próximo comprimido planeado. Uma dose extra não fará com que o medicamento atue de forma mais rápida ou eficaz.

É geralmente necessário o uso diário contínuo durante três meses ou mais antes que se observe um benefício. O tratamento deve ser mantido para sustentar o efeito, uma vez que a interrupção da utilização leva à reversão dos efeitos num período de 12 meses.

Precauções Especiais de Manuseamento

Mulheres que estejam ou possam potencialmente estar grávidas não devem manusear comprimidos de Lopecia esmagados ou partidos, uma vez que o medicamento pode ser absorvido e representar um risco para um feto do sexo masculino. Os comprimidos inteiros são revestidos para evitar o contacto com o princípio ativo durante o manuseamento normal.

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Evidência clínica recente

Lopecia: Evidências Clínicas Recentes

A investigação clínica tem explorado a associação entre o Lopecia, um inibidor da cinase Janus (JAK), e os resultados em doentes com condições inflamatórias crónicas, particularmente a alopecia areata (AA). Os ensaios focaram-se em verificar se o medicamento pode modular o processo inflamatório que contribui para a perda de cabelo.

Investigação Principal de Eficácia

Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) avaliaram o medicamento em adultos e adolescentes (com idade igual ou superior a 12 anos) com AA moderada a grave, frequentemente definida como uma perda de cabelo no couro cabeludo de 50% ou superior, comparando os resultados com um placebo durante um período de 24 semanas.

Resultado Medido Conclusão Relatada Gravidade Momento da Avaliação
Alteração na Pontuação SALT Observou-se uma redução significativa em comparação com o placebo. AA Moderada a Grave 12 e 24 Semanas
Pontuação PGIC Os doentes relataram taxas significativamente mais elevadas de melhoria global. AA Moderada a Grave 24 Semanas

A pontuação da ferramenta de gravidade da alopecia (SALT) mede a percentagem de perda de cabelo no couro cabeludo, em que uma redução na pontuação está associada ao crescimento capilar. A Impressão Global de Mudança pelo Paciente (PGIC) reflete a avaliação do doente quanto à melhoria dos sintomas.

Dados de Longo Prazo e de Combinação

Estudos investigaram se a utilização de Lopecia juntamente com outras terapias padrão estava associada a uma redução sustentada da atividade da doença em períodos até 52 semanas. Os dados de longo prazo foram avaliados em estudos de extensão. A investigação relatou que o perfil de eventos adversos foi, de um modo geral, ligeiro e controlável. Estão em curso investigações adicionais para caracterizar o perfil completo de longo prazo e para identificar os doentes que poderão obter maior benefício desta classe de tratamento.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lopecia (FAQ)


P: Tenho de tomar o Lopecia para sempre?

A: De acordo com as informações oficiais do produto, o tratamento diário contínuo deve ser mantido para sustentar o efeito pretendido. Os documentos regulamentares referem que, se o medicamento for interrompido, o efeito alcançado regredirá, geralmente, num período de 12 meses. Isto explica por que razão o uso contínuo é necessário para manter o benefício.


P: É normal sentir alguma alteração nas primeiras semanas de toma do Lopecia?

A: Os estudos clínicos indicam que, geralmente, o benefício para o doente é observado após três meses ou mais de utilização diária contínua. Contudo, algumas reações adversas comuns, como a diminuição do desejo sexual ou dificuldade em obter uma ereção, podem ser comunicadas numa fase inicial do tratamento. Se as alterações causarem preocupação, as orientações oficiais instruem os doentes a consultar um profissional de saúde.


P: Existe algum alimento ou bebida que interaja oficialmente com o Lopecia?

A: Os documentos regulamentares afirmam que os alimentos não afetam a absorção do fármaco pelo organismo. Não estão listadas interações específicas entre este medicamento e o álcool na rotulagem oficial do produto. Recomenda-se que os doentes com dúvidas específicas sobre o consumo de líquidos com o medicamento consultem um profissional de saúde.


P: Quanto tempo após o início do Lopecia é geralmente observado o efeito total?

A: Geralmente, foi observado um benefício terapêutico em estudos clínicos após três meses de utilização diária contínua. As informações regulamentares sugerem que a utilização continuada é necessária, e o efeito total aumenta e estabiliza habitualmente durante o primeiro ano de tratamento.


P: Os efeitos secundários do Lopecia são temporários?

A: A documentação oficial refere que os efeitos secundários são frequentemente temporários. No entanto, dados de pós-comercialização registados por várias autoridades regulamentares indicam que a disfunção sexual, incluindo a diminuição do interesse sexual e a dificuldade em obter uma ereção, pode persistir em alguns indivíduos após a interrupção do tratamento.


P: Algum documento oficial classifica o Lopecia como tendo um risco elevado de efeitos secundários?

A: A rotulagem oficial inclui declarações sobre restrições de segurança. Estes avisos abordam o potencial para efeitos secundários psiquiátricos e sexuais, tais como depressão e ideação suicida, bem como uma precaução obrigatória sobre o aumento do risco de cancro da próstata de alto grau ao utilizar esta classe de fármacos.


P: O Lopecia interage com analgésicos comuns, como o ibuprofeno?

A: Estudos oficiais não detetaram interações clinicamente significativas com vários compostos testados. Embora não tenham sido realizados estudos de interação específicos com todos os analgésicos, os documentos regulamentares observam que o medicamento foi utilizado concomitantemente com analgésicos em estudos clínicos.


P: Posso tomar multivitaminas enquanto utilizo o Lopecia?

A: Não foram realizados estudos de interação oficiais com todos os tipos de vitaminas ou suplementos. Contudo, os documentos regulamentares indicam que o fármaco não parece afetar o principal sistema enzimático de metabolização de medicamentos do organismo (P450), o que sugere um baixo potencial de interação metabólica geral.


P: O Lopecia é aprovado pela FDA (ou agências semelhantes)?

A: Sim, a substância ativa do Lopecia (Finasterida 1 mg) está aprovada pelas principais agências regulamentares governamentais a nível global para a indicação mencionada. Estas incluem a U.S. Food and Drug Administration (FDA) e outros organismos internacionais equivalentes.


P: O Lopecia é um medicamento hormonal?

A: O Lopecia é classificado como um inibidor da 5-alfa redutase, não sendo ele próprio uma hormona. O seu mecanismo atua modulando a via metabólica androgénica para reduzir a concentração da hormona Di-hidrotestosterona (DHT) no organismo, o que resulta num efeito antiandrogénico.


P: O Lopecia pode afetar a pressão arterial?

A: Os estudos oficiais incluíram a coadministração do fármaco com medicamentos para a pressão arterial habitualmente utilizados, tais como bloqueadores dos canais de cálcio e inibidores da ECA. Os documentos regulamentares relataram que não foram identificadas interações medicamentosas de importância clínica nestes estudos.


P: Qual é a semivida oficial do Lopecia?

A: A semivida terminal média do fármaco no plasma é de aproximadamente 5 a 6 horas em homens com idades compreendidas entre os 18 e os 60 anos. Para homens com mais de 70 anos de idade, a semivida é de aproximadamente 8 horas, com base em estudos oficiais.


P: O Lopecia pode interagir com antidepressivos comuns?

A: Estudos oficiais não encontraram interações clinicamente significativas com vários compostos testados. Embora não tenham sido realizados estudos de interação específicos com todos os antidepressivos, o medicamento foi utilizado concomitantemente com benzodiazepinas em estudos clínicos sem que fossem reportadas interações clinicamente relevantes.


P: Qual é a diferença entre o nome comercial e as versões genéricas do Lopecia?

A: A substância ativa do Lopecia é a Finasterida. As autoridades regulamentares classificam os produtos de marca e os produtos genéricos como tendo a mesma substância ativa e forma farmacêutica.


P: A eficácia do Lopecia varia consoante a idade ou o género?

A: O medicamento está indicado apenas para uso em homens adultos e é contraindicado para uso em mulheres e crianças. Os documentos regulamentares referem que não se considera necessário qualquer ajuste posológico para homens idosos.


P: O que devo fazer se sentir um efeito secundário invulgar enquanto estiver a tomar Lopecia?

A: As orientações oficiais estabelecem que os doentes devem ser monitorizados quanto a efeitos secundários psiquiátricos e sexuais. Os doentes são instruídos a contactar imediatamente um profissional de saúde se desenvolverem sintomas preocupantes, como depressão ou pensamentos suicidas.


P: Os documentos oficiais de prescrição listam o cansaço como um potencial efeito secundário?

A: O cansaço (fadiga) não consta da lista de reações adversas comuns, pouco comuns ou de frequência conhecida nas secções de ensaios clínicos e de pós-comercialização da rotulagem para a dose de 1 mg.


P: Quais são as recomendações oficiais de acompanhamento durante a toma de Lopecia?

A: O Lopecia é conhecido por reduzir os níveis séricos do Antigénio Específico da Próstata (PSA) em cerca de 50%. Esta alteração deve ser considerada pelo profissional de saúde ao interpretar os resultados do teste de PSA para o rastreio do cancro da próstata. Este é um requisito fundamental descrito na documentação oficial relativa à monitorização durante o tratamento.


P: O Lopecia requer análises ao sangue rotineiras?

A: Devido ao efeito conhecido do medicamento nos níveis do Antigénio Específico da Próstata (PSA), a monitorização deste marcador é necessária para o rastreio do cancro da próstata durante a utilização do fármaco. Este controlo específico pode exigir uma análise ao sangue prescrita por um profissional de saúde.


P: O Lopecia existe em diferentes dosagens ou formas?

A: Para o fim mencionado (perda de cabelo), o medicamento está disponível como um comprimido revestido por película de 1 mg para administração oral. Note-se que está disponível uma dosagem diferente, de 5 mg, para o tratamento de outras condições, como a hiperplasia benigna da próstata (HBP), mas esta não é a forma indicada para este propósito.

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Como Lopecia deve ser armazenado e descartado?

Requisitos Oficiais de Conservação e Eliminação

As instruções de conservação e eliminação do Lopecia (Minoxidil) são definidas pela rotulagem regulamentar para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Condições de Conservação:

  • Temperatura: Conservar à temperatura ambiente, geralmente entre 20°C e 25°C.
  • Ambientes Proibidos: Não congelar o medicamento. Manter o produto afastado de calor excessivo, humidade elevada e de chamas ou fogo direto, devido aos riscos potenciais de inflamabilidade.
  • Embalagem: Deve ser mantido no recipiente original, que deve estar bem fechado.
  • Segurança Infantil: É obrigatório manter o Lopecia fora do alcance e da vista das crianças.

Eliminação:

  • Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver expirado.
  • O método de eliminação preferencial é através de um programa de retoma de medicamentos autorizado ou num ponto de recolha (como farmácias).
  • Não deite o medicamento na sanita nem o verta num ralo, a menos que tal seja especificamente indicado pelas orientações governamentais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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