Lompasar

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lompasar

O que é o Lompasar?

Propriedade Descrição
Substância ativa Ácido Fólico (Vitamina B9)
Forma Comprimido revestido por película de 5 mg (Forma principal)
Classe Farmacológica Vitamina hidrossolúvel / Suplemento nutricional
Objetivo Geral Apoio a processos que requerem uma divisão celular rápida
Origem Sintética (produzido pela Aversi Pharma)

Que Tipo de Medicamento é o Lompasar?

O Lompasar é o nome comercial de um produto farmacêutico que contém a substância ativa Ácido Fólico, classificado oficialmente como uma vitamina hidrossolúvel do complexo B e um suplemento nutricional. O seu objetivo geral é assegurar que o organismo dispõe dos componentes fundamentais necessários para o desenvolvimento e manutenção saudável das células.

Este ingrediente é considerado um cofator essencial, uma vez que o corpo humano não o consegue produzir internamente, devendo obtê-lo através da alimentação ou de suplementação. O papel central do Ácido Fólico na síntese de ADN e ARN é clinicamente reconhecido a nível mundial como fundamental para todos os processos de crescimento e divisão celular, particularmente naqueles que suportam a produção de glóbulos vermelhos.

Diferenciação da Composição e Forma do Lompasar

O Lompasar é fabricado pela Aversi Pharma e apresenta-se geralmente na forma de um comprimido de 5 mg para administração oral, distinguindo-se de muitos suplementos de venda livre que possuem dosagens inferiores. O seu componente principal é o Ácido Fólico sintético que atinge uma biodisponibilidade superior (melhor absorção) do que o folato que ocorre naturalmente em diversas fontes alimentares.

Esta formulação é habitualmente utilizada para fornecer suplementação terapêutica, garantindo uma administração facilitada para doentes que necessitam de um aporte constante deste nutriente vital.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lompasar?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança do Lompasar

As autoridades regulamentares compilam e monitorizam o perfil de segurança do Lompasar com base em dados de ensaios clínicos e sistemas de vigilância pós-comercialização. Os dados de segurança são estruturados utilizando a terminologia do Dicionário Médico para Atividades Regulamentares (MedDRA), que classifica as reações adversas por Classe de Sistema de Órgãos (SOC) e Termo Preferencial.

Categorias de Reações Adversas

As Classes de Sistemas de Órgãos mais frequentemente referenciadas para o Lompasar e agentes farmacológicos relacionados incluem as Doenças gastrointestinais (ex.: obstipação, distensão abdominal), Doenças do sistema nervoso e Doenças do metabolismo e da nutrição (ex.: desequilíbrios eletrolíticos). Infeções e infestações, doenças hepatobiliares e doenças respiratórias, torácicas e do mediastino estão também documentadas como áreas de segurança relevantes.

Reações Adversas Graves e Preocupações de Segurança

Eventos adversos graves (EAG) específicos que requerem notificação obrigatória e escrutínio regulamentar incluem condições severas como a Insuficiência renal, Sepsia e problemas específicos relacionados com Doenças do sangue e do sistema linfático (ex.: anemia hemolítica). Os documentos regulamentares podem utilizar termos como "Raro" ou "Muito Raro" para categorizar a frequência de certos eventos adversos graves, embora as percentagens exatas de frequência para todas as reações sejam frequentemente determinadas ao longo do tempo através de vigilância contínua.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

Os dados de segurança destacaram considerações particulares para populações de pacientes específicas. Nomeadamente, em dados de segurança perinatal associados à exposição a fármacos semelhantes, foram observadas anomalias congénitas ou deficiências. Padrões de risco relacionados com a exposição, tais como o momento de ocorrência de reações adversas cutâneas graves (SCARs) — que são mais frequentes no início do tratamento — são monitorizados e informam a rotulagem oficial.

A documentação regulamentar enfatiza a necessidade de análise contínua e notificação de todos os Eventos Adversos Graves para garantir que a informação oficial de segurança se mantém atualizada.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações regulamentares oficiais indicam que o Ácido Fólico apresenta, geralmente, um perfil de baixa toxicidade aguda. Mesmo doses extremamente elevadas são consideradas pouco suscetíveis de causar danos. Consequentemente, as rotulagens regulamentares afirmam frequentemente que não é necessário qualquer tratamento de emergência específico ou antídoto em caso de sobredosagem.

Manifestações Documentadas de Sobredosagem

Embora não sejam geralmente reportados sintomas específicos de sobredosagem aguda, as doses elevadas foram raramente associadas a efeitos em dois sistemas principais:

  • Efeitos Gastrointestinais: Estes podem incluir anorexia (perda de apetite), náuseas e flatulência.
  • Efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC): Estes efeitos podem manifestar-se como distúrbios do sono, agitação, confusão ou depressão.

Avisos Regulamentares Críticos e Medidas Necessárias

As entidades reguladoras enfatizam o principal risco a longo prazo: doses elevadas, de 5 mg ou mais, podem mascarar os sintomas hematológicos de uma deficiência de Vitamina B12 subjacente. Este ocultamento permite a progressão de danos neurológicos irreversíveis (neuropatia por carência de cobalamina). Este risco constitui uma preocupação específica para as pessoas idosas.

É necessária assistência médica imediata perante o primeiro sinal de uma reação alérgica grave, como choque anafilático ou dispneia (dificuldade respiratória). Para situações de suspeita geral de sobredosagem, as orientações oficiais determinam que se deve procurar assistência médica imediatamente. A gestão clínica é definida como um tratamento sintomático e de suporte.

Usos terapêuticos de Lompasar

Indicações do Lompasar: Principais Utilizações e Benefícios

O Lompasar (Ácido Fólico 5 mg) proporciona geralmente um benefício terapêutico de suporte, ajudando a suprir carências nutricionais vitais e oferecendo auxílio durante fases de elevada exigência biológica. O medicamento é aplicado em três domínios clínicos primordiais que podem atenuar a sobrecarga do paciente e apoiar a gestão de riscos.


O medicamento é habitualmente utilizado na gestão da anemia megaloblástica relacionada com desequilíbrios sistémicos, na gestão do risco de Defeitos do Tubo Neural (DTN) graves no período periconcecional, e é aplicado em contextos clínicos que envolvem tratamentos com fármacos específicos, tais como o metotrexato. Esta aplicação contribui para o alívio da carga sintomática no paciente, ajudando a abordar sintomas angustiantes e disruptivos como a fadiga crónica, fraqueza, úlceras bucais dolorosas e problemas gastrointestinais associados.

“O uso do medicamento foca-se em proporcionar um alívio de suporte durante períodos sintomáticos e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.”


Facto Rápido: Alívio para o Desequilíbrio Sistémico

O Lompasar apoia a manutenção da energia e do conforto físico ao gerir sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico causado pela deficiência, ajudando os pacientes a lidar de forma mais estável com a fadiga e a fraqueza que criam uma interferência percetível no funcionamento diário.

Critérios de utilização e restrições

Mapa de Elegibilidade: Quem pode e quem não pode utilizar o Lompasar — Informação Regulamentar Oficial

Âmbito de Elegibilidade

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações para as quais o uso é permitido Adultos e crianças com mais de 1 ano; mulheres com alto risco de defeitos do tubo neural; profilaxia em estados hemolíticos crónicos e doentes em diálise renal.
Populações para as quais o uso não é recomendado O comprimido de 5 mg não é recomendado para bebés ou crianças muito pequenas; o uso a longo prazo não é recomendado para idosos, a menos que a deficiência de B12 tenha sido excluída.
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com hipersensibilidade ao Ácido Fólico ou a qualquer um dos excipientes; deficiência de cobalamina (Vitamina B12) não tratada ou anemia megaloblástica não diagnosticada; doença maligna (exceto em casos de deficiência de folato confirmada); e pessoas com intolerâncias hereditárias raras a açúcares.

Classificações Chave de Elegibilidade

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Regras de elegibilidade por idade Os adultos são elegíveis. Crianças com mais de 1 ano são elegíveis, mas os bebés são elegíveis apenas com base no peso e requerem uma formulação alternativa (geralmente líquida).
Estado de elegibilidade na gravidez e amamentação Permitido (Categoria A) para uso tanto durante a gravidez como na amamentação, especialmente para indicações de alto risco.
Restrições relacionadas com a elegibilidade O uso requer cautela em doentes que possam ter tumores dependentes de folato.

Ligação ao perfil geral de elegibilidade: Os documentos regulamentares definem rigorosamente a elegibilidade com base num princípio de exclusão crítico: o Ácido Fólico não deve ser utilizado isoladamente para tratar anemia megaloblástica não diagnosticada, devido aos graves riscos neurológicos associados ao mascaramento de uma eventual deficiência de Vitamina B12. De resto, a elegibilidade é regida pelo histórico de alergias, pela presença de comorbilidades específicas e pela adequação da formulação do comprimido de 5 mg aos diferentes grupos etários.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Lompasar (Ácido Fólico 5 mg) possui padrões de interação formalmente documentados e especificados na rotulagem regulamentar, envolvendo principalmente medicamentos para a epilepsia e certos agentes antifolato.

Interações Medicamentosas Documentadas

Categoria da Substância Interagente Resultado Oficial da Interação
Anticonvulsivantes (ex.: Fenitoína, Primidona, Fenobarbital) O Ácido Fólico está documentado como antagonista da ação anticonvulsivante; a coadministração pode resultar na diminuição dos níveis plasmáticos do anticonvulsivante e na potencial perda de controlo das crises.
Agentes Antifolato (ex.: Metotrexato, Pirimetamina) O Ácido Fólico pode reduzir os efeitos dos medicamentos antifolato. Contudo, o Ácido Fólico é também coadministrado intencionalmente com o Metotrexato em certos contextos para reduzir o risco de reações adversas tóxicas.
Agentes Redutores da Absorção (ex.: Sulfassalazina, Colestiramina, Antiácidos) A coadministração pode reduzir a absorção do Ácido Fólico, o que pode exigir uma separação específica no horário de administração.

Outras Restrições Oficiais de Interação

A rotulagem oficial estabelece condições específicas para a coadministração:

  • Regras de Separação de Horários: O Ácido Fólico deve ser tomado, pelo menos, duas horas após antiácidos que contenham alumínio ou magnésio, e deve ser separado por um intervalo de quatro a seis horas da colestiramina para manter a absorção esperada.
  • Interferência em Procedimentos: Certos antibióticos, como o cloranfenicol, estão documentados por interferirem com o ensaio laboratorial utilizado para medir os níveis de folato, o que pode resultar em resultados de diagnóstico falsamente baixos.
  • Restrição de População: A terapia a longo prazo com Ácido Fólico em doses superiores a 0,1 mg diários é oficialmente contraindicada em pacientes com deficiência de Vitamina B12 (anemia perniciosa) não tratada, uma vez que pode mascarar a perturbação sanguínea enquanto permite a progressão de danos neurológicos graves.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Ácido Fólico (Lompasar) foca-se no seu papel crítico como precursor metabólico que, após a ativação, atua como uma coenzima essencial em vias biossintéticas fundamentais.

O Ácido Fólico necessita de ser ativado pela enzima Di-hidrofolato Redutase (DHFR) para formar cofatores de tetra-hidrofolato (THF). Estes cofatores não modelam recetores, mas funcionam como transportadores essenciais de unidades monocarbónicas dentro da célula. Este processo enzimático inicial proporciona as coenzimas necessárias para as reações metabólicas que requerem a transferência de um carbono.

Os derivados ativos do THF apoiam diretamente a síntese de nucleótidos através da interação com enzimas como a Timidilato Sintase. Ao facilitar a criação dos componentes básicos do ADN e do ARN (Purinas e Timina), o mecanismo é fundamental para a síntese de material genético e é necessário para a mitose (divisão celular). Esta ação influencia a maturação das células, particularmente daquelas situadas em tecidos de reprodução rápida.

Este mecanismo é crucial para o Sistema Hematopoiético e é exigido para a proliferação de células precursoras na medula óssea, influenciando desta forma a morfologia dos glóbulos vermelhos. Contudo, esta via é interdependente; a função da coenzima de folato está absolutamente dependente da Vitamina B12 (Cobalamina) para a etapa essencial de reciclagem da homocisteína, uma dependência que constitui uma limitação fundamental do mecanismo.

Informações sobre dosagem e administração

Diretrizes Oficiais de Administração do Lompasar

O Lompasar (Ácido Fólico 5 mg) é administrado por via oral e deve ser engolido inteiro com um copo de água. O comprimido pode ser tomado com ou sem alimentos, estabelecendo-se uma relação temporal flexível com as refeições.

Regimes Posológicos e Frequência

O regime padrão para adultos e crianças com mais de um ano é tipicamente de 5 mg uma vez por dia para suplementação de alta dosagem. Para casos que envolvam má absorção grave, os documentos regulamentares especificam que a dose pode ser aumentada, potencialmente até aos 15 mg diários. Embora um esquema diário seja o mais comum para uso terapêutico, certos regimes profiláticos e de manutenção podem seguir um padrão de uma vez por semana.

Âmbito da Administração Diretrizes Oficiais
Via de Administração Oral (Comprimido).
Dosagem Padrão 5 mg uma vez por dia (Adultos/Crianças >1 Ano).
Padrão de Frequência Diário ou Semanal (manutenção/profilaxia).

Padrões de Utilização e Regras de Procedimento

A duração do tratamento é definida pela condição clínica subjacente. Por exemplo, o curso inicial para a anemia é tipicamente de quatro meses, enquanto o uso em condições crónicas (ex.: diálise renal contínua) pode estender-se para manutenção a longo prazo. Quando utilizado para a prevenção da recorrência de Defeitos do Tubo Neural em pacientes de alto risco, o regime inicia-se antes da conceção e continua durante todo o primeiro trimestre.

As instruções regulamentares exigem que os antiácidos que contenham alumínio ou magnésio sejam tomados pelo menos duas horas após o Lompasar para mitigar a redução da absorção. Se uma dose diária for esquecida, não deve ser tomada uma dose dupla; o paciente deve continuar com a próxima dose agendada. Para lactentes (até um ano), é geralmente prescrita uma formulação líquida, com a dosagem calculada com base no peso corporal.

Evidência clínica recente

Lompasar: Evidência Clínica Recente


Evidência na Gestão da Anemia e Deficiência de Folato

A investigação sobre o uso de doses elevadas de Ácido Fólico para a deficiência sistémica de folato inclui Ensaios Clínicos Aleatorizados (ECA) e estudos observacionais. Estes estudos monitorizaram principalmente parâmetros hematológicos, como a concentração de folato eritrocitário (nos glóbulos vermelhos), e acompanharam também resultados relatados pelos doentes relativos a queixas como fadiga crónica e fraqueza. Os estudos reportaram variações nestes marcadores e nos padrões de sintomas após a suplementação. No entanto, a evidência foca-se essencialmente na correção fisiológica a curto prazo do défice, não estando totalmente estabelecidos os efeitos a longo prazo quanto aos requisitos de manutenção. A investigação destaca a necessidade crítica de, nos ensaios clínicos, distinguir este contexto de uma deficiência coexistente de Vitamina B12.

Evidência na Redução do Risco de Defeitos do Tubo Neural (DTN)

A base de evidência para esta aplicação baseia-se em ECA de larga escala que se focaram maioritariamente numa dose elevada semelhante (4 mg) em mulheres de alto risco durante o período periconcecional. A investigação examinou a incidência de Defeitos do Tubo Neural (DTN) nos descendentes. Os estudos relataram que a taxa de ocorrência de DTN nos grupos suplementados foi inferior à dos grupos de controlo. A dose de 5 mg é extrapolada desta base robusta de evidência, embora exista evidência direta limitada de ECA que compare especificamente a dose de 5 mg com doses inferiores em contextos de alto risco.

Evidência para Uso de Suporte na Terapia com Metotrexato

A investigação que analisa o uso de Lompasar em conjunto com o metotrexato (MTX) consiste principalmente em ECA em dupla ocultação. A investigação foi conduzida para explorar a associação entre o suplemento e efeitos secundários específicos observados durante a terapia com MTX para condições inflamatórias crónicas. Os estudos relataram que os grupos que receberam suplementação apresentaram um padrão de taxas mais baixas de elevação das enzimas hepáticas em comparação com os que receberam placebo, sendo que o uso foi associado a taxas mais elevadas de continuação do tratamento pelos doentes.

Lacunas na Investigação e Limitações dos Estudos

O panorama da evidência destaca áreas de investigação contínua. Carece de evidência comparativa para a dose de 5 mg versus doses inferiores na redução do risco de DTN. Além disso, os dados para certos grupos permanecem insuficientes, uma vez que a evidência relativa à terapia com MTX se focou principalmente em adultos com artrite reumatoide e psoríase, deixando as conclusões sobre subgrupos incertas para outros grupos de doentes ou comorbilidades específicas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lompasar (FAQ)

P: De que forma o Lompasar se distingue de outros medicamentos comuns para a mesma condição?

As diretrizes oficiais indicam que o Lompasar é fornecido numa dosagem mais elevada (5 mg) da substância ativa, o Ácido Fólico. Esta formulação de alta dosagem é geralmente indicada para situações específicas, tais como deficiências confirmadas, problemas de malabsorção ou profilaxia necessária, distinguindo-se dos suplementos de venda livre padrão com doses mais baixas.

P: Lompasar é o nome genérico ou a marca comercial?

Lompasar é o nome comercial atribuído ao medicamento pelo fabricante. A substância ativa que contém é o Ácido Fólico, que é o seu nome genérico oficial e a designação utilizada na maioria dos documentos regulamentares.

P: Durante quanto tempo terei de tomar este medicamento?

A duração necessária da utilização depende inteiramente da condição clínica a ser tratada. Por exemplo, um ciclo inicial para certos tipos de anemia pode durar cerca de quatro meses, ao passo que a utilização em condições crónicas (como a diálise contínua) pode prolongar-se para uma manutenção a longo prazo.

P: Foram reportados efeitos secundários graves ou raros com o Lompasar?

Os documentos de segurança regulamentar descrevem que os sistemas de vigilância oficial recolhem informações sobre Acontecimentos Adversos Graves (AAG), tais como relatos de insuficiência renal ou sepsia. Com menor frequência, foram também documentadas reações raras, como reações alérgicas graves (ex.: erupção cutânea, anafilaxia).

P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de Lompasar?

Caso se esqueça de uma dose, a instrução oficial é continuar com a dose seguinte programada à hora habitual. As orientações regulamentares especificam que não deve ser tomada uma dose a dobrar para compensar a dose esquecida.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados durante a toma de Lompasar?

Embora o comprimido possa ser tomado com ou sem alimentos, os textos regulamentares oficiais referem que o etanol (álcool) pode aumentar a taxa de eliminação da substância ativa. Além disso, o medicamento deve ser tomado num horário separado de antiácidos que contenham alumínio ou magnésio, para evitar afetar a sua absorção.

P: O Lompasar pode ser tomado ao mesmo tempo que analgésicos de venda livre?

As orientações governamentais oficiais indicam que este medicamento é geralmente compatível com analgésicos comuns de venda livre, como o paracetamol. No entanto, os documentos oficiais observam que, ao tomar certos medicamentos prescritos (ex.: metotrexato), a utilização de determinados anti-inflamatórios (AINEs) é uma área onde se define a necessidade de precaução.

P: É normal sentir algum efeito secundário (ex.: fadiga ligeira) ao iniciar o Lompasar?

A informação de segurança regulamentar lista categorias de reações adversas notificadas, incluindo doenças gastrointestinais (como distensão abdominal) e, por vezes, doenças do sistema nervoso. Os documentos oficiais de segurança listam estas reações como eventos possíveis que podem ser comunicados pelos doentes ao iniciar o tratamento.

P: Qual é a temperatura de conservação recomendada para o Lompasar?

As instruções oficiais determinam que o Lompasar deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, mantida entre os 20°C e os 25°C. O medicamento deve também ser protegido de fatores ambientais como a luz e a humidade.

P: Como devo eliminar o Lompasar não utilizado ou fora de validade?

O medicamento não utilizado ou expirado não deve ser eliminado através do lixo doméstico nem despejado na sanita, uma vez que pode afetar as águas residuais. As regulamentações oficiais descrevem que os doentes devem consultar um farmacêutico sobre o método de eliminação adequado.

P: Qual a diferença entre a substância ativa do Lompasar e outros fármacos com nomes semelhantes (ex.: Ácido Fólico vs. Folate)?

O Lompasar contém a forma sintética, o Ácido Fólico, que é quimicamente diferente da forma que ocorre naturalmente, o folato, presente nos alimentos. A investigação sugere que o Ácido Fólico sintético utilizado neste medicamento apresenta uma biodisponibilidade mais elevada, o que significa que é melhor absorvido pelo organismo.

P: Com que rapidez é que o corpo processa o Lompasar após a toma?

Os dados farmacocinéticos oficiais descrevem como o organismo processa o medicamento. Estes dados indicam que a substância ativa é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal e é subsequentemente amplamente distribuída pelos tecidos do corpo.

P: O Lompasar interage com suplementos de ervas ou vitaminas comuns?

As orientações regulamentares sugerem precaução relativamente a interações com suplementos específicos. Por exemplo, recomenda-se cautela ao tomar suplementos que contenham Zinco, e nota-se que a Niacina em doses elevadas (outra vitamina do complexo B) pode afetar o metabolismo geral do fármaco.

P: O Lompasar pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

A documentação regulamentar, que avalia o impacto do medicamento na concentração e coordenação, afirma que não se conhece qualquer efeito na capacidade do doente para conduzir ou utilizar máquinas em segurança.

P: Quanto tempo permanece o Lompasar no organismo após a última dose?

O ácido fólico é uma vitamina hidrossolúvel. As quantidades que excedem as necessidades do organismo são geridas pelos processos metabólicos normais. O excesso é eliminado do corpo principalmente sob a forma de metabolitos de folato e é excretado de forma inalterada através da urina.

P: Existem interações reportadas entre o Lompasar e a cafeína?

Estudos observaram uma possível associação entre o consumo de bebidas com cafeína e uma influência negativa nos níveis séricos de folato. Esta relação é atribuída ao facto de a cafeína poder potencialmente afetar a eliminação ou outras vias metabólicas.

P: Como é que o perfil de segurança do Lompasar é geralmente descrito pelas agências regulamentares?

A substância ativa é geralmente descrita nos documentos regulamentares como sendo well tolerated. Os efeitos indesejáveis são reportados como sendo observados em ocasiões raras, envolvendo tipicamente problemas ligeiros como perturbações gastrointestinais ou reações alérgicas.

P: O Lompasar pode interagir com anticoagulantes comuns?

Os dados oficiais de interação documentam que, geralmente, não se observa que a substância ativa tenha uma interação clínica significativa com anticoagulantes orais comuns, como a varfarina, no que respeita aos efeitos nos níveis de INR. A documentação oficial nota que a precaução está, por vezes, relacionada com o elevado teor de Vitamina K em certos suplementos.

P: A hora do dia é importante para tomar o Lompasar?

O guia de administração regulamentar enfatiza a flexibilidade, afirmando que o comprimido pode ser tomado com ou sem alimentos. Este guia não obriga nem recomenda uma hora específica do dia para a administração do medicamento.

Como Lompasar deve ser armazenado e descartado?

Condições de Conservação

O Lompasar (Ácido Fólico 5 mg) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, mantida especificamente entre os 20°C e os 25°C. O produto deve ser guardado na sua embalagem original e mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Para preservar a estabilidade do produto, os comprimidos requerem proteção contra fatores ambientais, incluindo a luz e a humidade. O medicamento não deve ser congelado e não deve ser conservado acima dos 25°C. Os comprimidos não devem ser utilizados após o prazo de validade indicado na embalagem.

Instruções de Eliminação

O Lompasar não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser eliminado juntamente com o lixo doméstico nem através das águas residuais (como a sanita ou o lava-loiça). As regulamentações oficiais exigem a consulta de um farmacêutico sobre o método adequado para eliminar os medicamentos de que já não necessita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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