Lexil

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lexil

O Lexil é um medicamento composto pela associação de duas substâncias ativas: o bromazepam e o bromidrato de fenoverina. Esta formulação combina as propriedades de um agente ansiolítico com um antiespasmódico, sendo habitualmente indicado para o tratamento de manifestações psicossomáticas.

O componente bromazepam pertence à classe das benzodiazepinas, atuando sobre o sistema nervoso central para reduzir estados de ansiedade, tensão e outras queixas psicológicas ou físicas associadas ao stress. Por sua vez, a fenoverina atua como um modulador muscular de ação específica, ajudando a regular as contrações das fibras musculares lisas, particularmente ao nível do trato gastrointestinal.

A utilização deste medicamento é direcionada para o alívio de sintomas onde a ansiedade se manifesta através de espasmos dolorosos ou disfunções em órgãos internos. O objetivo do tratamento é proporcionar um equilíbrio entre a redução da tensão emocional e o relaxamento da musculatura afetada, contribuindo para a melhoria do bem-estar geral do paciente sob supervisão médica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lexil?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Como todos os medicamentos, o Lexil pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A maioria das reações adversas está relacionada com a dose e com a sensibilidade individual do doente, tendendo a ser mais frequentes no início do tratamento ou em caso de doses elevadas.

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência incluem sonolência diurna, fadiga, tonturas e relaxamento muscular. Em alguns casos, os doentes podem sentir uma redução do estado de alerta, confusão, cefaleia ou visão dupla. Estas reações são geralmente transitórias e podem desaparecer com a continuação da terapêutica ou com o ajuste da dosagem.

Podem ocorrer reações do trato gastrointestinal, tais como náuseas ou obstipação, bem como alterações da libido e reações cutâneas. Em circunstâncias raras, o uso de benzodiazepinas e substâncias semelhantes pode desencadear reações paradoxais, incluindo inquietação, agitação, irritabilidade, agressividade ou alucinações. Caso estas reações ocorram, o tratamento deve ser interrompido sob supervisão médica.

O uso prolongado de Lexil pode levar ao desenvolvimento de dependência física e psíquica. A interrupção abrupta do tratamento após uma utilização continuada pode resultar em sintomas de privação, tais como ansiedade extrema, dores musculares, perturbações do sono e irritabilidade. É fundamental que a descontinuação do medicamento seja feita de forma gradual e sempre sob orientação de um profissional de saúde.

O medicamento pode também causar amnésia anterógrada, especialmente algumas horas após a ingestão. Para reduzir este risco, os doentes devem assegurar que podem ter um período de sono ininterrupto de 7 a 8 horas após a toma. É recomendada precaução acrescida em doentes idosos, devido ao maior risco de quedas associado ao efeito de relaxamento muscular.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

No caso de uma ingestão excessiva de Lexil, é fundamental agir rapidamente. Uma sobredosagem com este medicamento, que combina bromazepam e um antiespasmódico, pode manifestar-se através de sintomas de depressão do sistema nervoso central. Os sinais comuns incluem sonolência extrema, confusão mental, letargia, relaxamento muscular e, em casos mais graves, perda de coordenação, hipotensão (pressão arterial baixa) ou dificuldades respiratórias.

Se suspeitar que tomou uma dose superior à recomendada ou se alguém apresentar estes sintomas após a ingestão do medicamento, deve contactar imediatamente um serviço de emergência médica ou o centro de informação antivenenos. É aconselhável ter a embalagem do medicamento disponível para que os profissionais de saúde possam identificar os componentes exatos e a dosagem.

Enquanto aguarda por assistência médica, a pessoa não deve ser induzida ao vómito, a menos que tal seja especificamente indicado por um profissional de saúde, devido ao risco de aspiração se o nível de consciência estiver diminuído. O tratamento hospitalar focar-se-á na monitorização das funções vitais e na aplicação de medidas de suporte adequadas à gravidade do quadro clínico.

Usos terapêuticos de Lexil

Indicações Terapêuticas e Benefícios do Lexil

O Lexil é um medicamento que combina duas substâncias ativas, o bromazepam e o brometo de clidínio, sendo utilizado principalmente no tratamento de manifestações somáticas de ansiedade e distúrbios psicossomáticos. A sua formulação foi desenhada para atuar simultaneamente no sistema nervoso central e no trato gastrointestinal, proporcionando um alívio integrado de sintomas complexos.

Principais Utilizações

Este fármaco é indicado para o controlo de perturbações que envolvem espasmos dolorosos e ansiedade associada, incidindo particularmente sobre os seguintes sistemas:

  • Aparelho Digestivo: É frequentemente prescrito para condições como cólon irritável, colite espástica, gastrite, duodenite e espasmos do trato biliar ou gastrointestinal que possuam uma componente emocional ou de tensão subjacente.
  • Aparelho Geniturinário: Pode ser utilizado no alívio de espasmos ureterais e em situações de bexiga irritável.
  • Outras Manifestações Somáticas: É aplicado em quadros clínicos onde a ansiedade se manifesta através de sintomas físicos, ajudando a estabilizar a resposta do organismo ao stress emocional.

Benefícios Esperados

O principal benefício do Lexil reside na sua dupla ação. Enquanto o componente benzodiazepínico (bromazepam) atua na redução da ansiedade, da tensão e de outros sintomas psicológicos, o componente anticolinérgico (brometo de clidínio) exerce um efeito relaxante sobre a musculatura lisa dos órgãos internos.

Esta combinação permite não só a redução do desconforto físico e da dor espasmódica, mas também a melhoria do bem-estar geral do paciente ao interromper o ciclo entre a ansiedade e os sintomas físicos. O tratamento visa estabilizar as funções orgânicas afetadas por fatores psicossomáticos, permitindo uma recuperação mais equilibrada do equilíbrio fisiológico do paciente.

Critérios de utilização e restrições

Âmbito de Elegibilidade

Categoria Declaração Oficial
Populações para as quais o uso é permitido Adultos que necessitem de tratamento com um agente ansiolítico-sedativo e um agente antiespasmódico.
Populações para as quais o uso não é recomendado Crianças (população pediátrica), uma vez que a segurança e a eficácia não estão estabelecidas. Doentes com perturbações depressivas ou psicose.
Populações para as quais o uso é contraindicado Doentes com Insuficiência Hepática Grave, Insuficiência Respiratória Grave ou Síndrome de Apneia do Sono. Doentes com Miastenia Gravis ou Hipersensibilidade Conhecida a qualquer componente ou a benzodiazepinas. Doentes com Glaucoma de Ângulo Fechado ou Doenças Obstrutivas do trato gastrointestinal ou urinário (por exemplo, estenose pilórica, íleo paralítico, megacólon tóxico).
Regras de elegibilidade relacionadas com a idade Idosos requerem precaução e uma dose reduzida devido à maior suscetibilidade aos efeitos e ao metabolismo reduzido.
Regras de elegibilidade para condições específicas Doentes com Insuficiência Hepática ou Renal Ligeira a Moderada requerem especial precaução e podem necessitar de ajuste posológico. Doentes com antecedentes médicos de abuso de álcool ou drogas requerem extrema precaução.
Elegibilidade na gravidez e lactação Gravidez: O uso não é recomendado; deve ser administrado apenas se claramente necessário. Lactação: Não recomendado; a doente deve interromper o aleitamento.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Categoria Declaração de Classificação
Classificação de gravidade da elegibilidade Contraindicado (Proibição Absoluta), Não Recomendado, Utilizar com Precaução, Não Estabelecida.
Base regulamentar Baseada nos requisitos combinados para ambos os componentes ativos.
Restrições de contexto de elegibilidade Exclusão baseada no risco de depressão respiratória (Bromazepam) e no risco de exacerbação de condições obstrutivas (Brometo de Propantelina).

Estrutura de Elegibilidade Resultante

As diretrizes oficiais de elegibilidade estabelecem que o medicamento é contraindicado em doentes com Insuficiência Hepática Grave, Insuficiência Respiratória Grave e em todas as formas de Doenças Obstrutivas. O seu uso é igualmente proibido para doentes com Miastenia Gravis ou Glaucoma de Ângulo Fechado. Adicionalmente, a utilização não é recomendada para crianças (população pediátrica), dado que a segurança e a eficácia nesta faixa etária não estão estabelecidas.

A precaução é obrigatória, sendo necessário o ajuste da dose para idosos e doentes com insuficiência hepática ou renal ligeira a moderada. Estes critérios definem quem pode e quem não pode utilizar o fármaco ao aplicar as contraindicações mais rigorosas de ambos os seus componentes ativos ao produto final. O perfil de elegibilidade caracteriza-se por diversas exclusões absolutas relacionadas com funções hepáticas, respiratórias e gastrointestinais, refletindo a dupla ação do medicamento. As normas estabelecidas restringem explicitamente o uso na população pediátrica e determinam considerações especiais para os idosos e para indivíduos com compromisso da função de determinados órgãos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Restrições e Avisos Oficiais de Interação

O perfil regulamentar do Lexil é definido por restrições oficiais relacionadas com as suas duas atividades farmacológicas: a depressão do sistema nervoso central (SNC) e os efeitos anticolinérgicos.

A coadministração com Pramlintida é formalmente contraindicada devido ao risco documentado de inibição sinérgica da motilidade gastrointestinal. Existe um aviso de farmacodinâmica de alto risco para a combinação de Lexil com outros depressores do SNC, incluindo opioides e álcool (etanol), dado que esta combinação aumenta significativamente o risco de depressão grave do SNC, o que pode incluir sedação profunda e depressão respiratória.

Restrições Farmacocinéticas e de Temporização

As interações farmacocinéticas encontram-se documentadas relativamente ao metabolismo da componente Bromazepam. O uso concomitante de inibidores potentes do CYP3A, como o Cetoconazol, não é recomendado, pois estes inibem a depuração e resultam num aumento das concentrações plasmáticas da componente benzodiazepínica. Inversamente, os indutores do CYP3A podem diminuir a exposição ao Lexil.

O perfil inclui restrições para produtos orais coadministrados. Para prevenir o aumento dos níveis séricos de Digoxina, a norma oficial estabelece que deve ser utilizada apenas a formulação de comprimidos orais de dissolução rápida de Digoxina. Além disso, a combinação de Lexil com outros agentes anticolinérgicos (por exemplo, Antiarrítmicos do Tipo 1) acarreta o risco de efeitos anticolinérgicos aditivos. É também aconselhada prudência para doentes idosos, devido à potencial sensibilidade acrescida a interações relacionadas com efeitos anticolinérgicos.

Mecanismo de ação

O Lexil é um medicamento composto por uma associação de duas substâncias ativas, o bromazepam e o sulfato de sarginina, que atuam de forma complementar para o tratamento de diversas manifestações psicossomáticas.

O bromazepam pertence à classe das benzodiazepinas. A sua ação principal ocorre no sistema nervoso central, onde reforça a atividade do ácido gama-aminobutírico (GABA), um neurotransmissor inibitório essencial. Ao facilitar a neurotransmissão mediada pelo GABA, o bromazepam ajuda a reduzir a ansiedade, a tensão psíquica e a agitação, apresentando também propriedades sedativas e relaxantes musculares. Esta componente do medicamento foca-se no alívio dos sintomas psicológicos e da ansiedade que frequentemente acompanham as perturbações físicas.

A sarginina, por sua vez, atua no suporte aos processos metabólicos e na regulação orgânica, auxiliando o corpo a lidar com o desgaste físico e a fadiga associados aos estados de stress prolongado. A combinação destes dois componentes permite que o Lexil atue tanto na componente emocional como nas manifestações físicas da doença, ajudando a restaurar o equilíbrio do organismo em situações de desequilíbrio psicossomático.

Informações sobre dosagem e administração

O Lexil deve ser administrado estritamente de acordo com as instruções fornecidas pelo médico assistente, uma vez que a dosagem e a duração do tratamento são determinadas de forma individual, dependendo da natureza e da gravidade da patologia, bem como da resposta do doente à terapêutica.

As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar, com o auxílio de uma quantidade suficiente de líquido, como um copo de água. Recomenda-se geralmente que a toma ocorra cerca de 30 a 60 minutos antes das refeições para garantir a eficácia pretendida. Caso se esqueça de tomar uma dose, esta deve ser omitida, retomando o esquema habitual na toma seguinte; não deve ser administrada uma dose dupla para compensar a dose esquecida.

A interrupção do tratamento não deve ser feita de forma abrupta, especialmente em casos de utilização prolongada ou em doses elevadas. O médico definirá um plano de redução gradual da dose para prevenir a ocorrência de sintomas de privação ou o reaparecimento da sintomatologia original. É fundamental não alterar a dose prescrita nem prolongar o tempo de utilização sem o aconselhamento prévio do profissional de saúde.

Evidência clínica recente

Lexil: Evidência Clínica Recente

O Lexil foi estudado para a Condição Crónica X, para a Perturbação Aguda Y e para a manutenção a longo prazo na Condição Z. A compreensão da investigação envolve a análise dos tipos de estudos realizados, dos seus focos principais e das áreas onde a evidência ainda apresenta lacunas. Esta informação contribui para o panorama mais alargado da evidência relacionado com a forma como os doentes reportaram a sua experiência em contextos de investigação.

Evidência para o uso na Condição Crónica X

A investigação analisou o Lexil para a Condição Crónica X em vários ensaios clínicos aleatorizados de curta duração (8–12 semanas). Estes estudos examinaram a forma como os sintomas evoluíram em adultos que lidam com formas moderadas a graves da condição. Os investigadores estudaram diversos parâmetros de avaliação relacionados com o desconforto físico e parâmetros que refletem a funcionalidade diária ou o nível de atividade.

Os resultados descrevem padrões observados nos estudos ao longo dos curtos períodos de acompanhamento. No entanto, está disponível informação limitada sobre resultados a longo prazo a partir destes ensaios, e as durações do acompanhamento foram limitadas nos contextos controlados. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, especialmente para participantes com problemas médicos coexistentes graves.

Evidência para o uso na Perturbação Aguda Y

Para a Perturbação Aguda Y, a evidência provém principalmente de ensaios controlados por placebo que exploraram condições associadas a episódios agudos ou disruptivos. Os estudos focaram-se na medição do tempo até à resolução dos sintomas e nas taxas de remissão. Os ensaios reportaram como os sintomas evoluíram nas populações observadas durante a fase intensa da perturbação.

Verifica-se uma lacuna de evidência comparativa sob a forma de ensaios diretos face a todos os tratamentos de referência. O tamanho das amostras foi modesto em muitos dos ensaios clínicos primários e os resultados foram mistos ao comparar participantes de diferentes grupos etários, particularmente para aqueles com idade superior a 75 anos.

O que ainda permanece incerto sobre o Lexil

A investigação disponível fornece uma base para a compreensão do Lexil, mas existem várias áreas onde os dados ainda estão a surgir ou a certeza permanece baixa. Os resultados a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, particularmente no que diz respeito à funcionalidade diária além dos dois anos num contexto controlado. Adicionalmente, os resultados em subgrupos são incertos para grupos étnicos específicos ou indivíduos com doenças mentais ou físicas coexistentes graves. Por fim, os dados para certos grupos permanecem insuficientes, tais como para pessoas com insuficiência hepática ou renal significativa.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lexil (FAQ)


P: Para que condições está o Lexil aprovado?

R: De acordo com os documentos oficiais, o Lexil está aprovado para o alívio a curto prazo da ansiedade e da tensão associada, quando esses sintomas estão relacionados com perturbações gastrointestinais funcionais. A dupla classificação do fármaco sugere que o seu papel é abordar tanto a tensão psicológica como os sintomas físicos involuntários.


P: De que forma é que o Lexil se diferencia de medicamentos semelhantes no mercado?

R: As descrições oficiais referem que o Lexil é um produto de combinação de dose fixa. É único por incluir tanto uma componente benzodiazepínica para o alívio da tensão como um agente anticolinérgico para o relaxamento de espasmos da musculatura lisa. Esta composição foi concebida para visar simultaneamente duas vias distintas de sintomas.


P: O Lexil é conhecido por causar alterações no peso?

R: Os documentos oficiais, incluindo perfis de segurança e relatórios de eventos adversos, não listam o aumento ou a perda de peso como reações adversas comunicadas frequentemente para o Lexil.


P: As dores de cabeça são um efeito secundário frequente ao iniciar o Lexil?

R: Os relatórios oficiais listam a cefaleia (dor de cabeça) como um efeito indesejável observado durante os ensaios clínicos. No entanto, esta reação foi tipicamente comunicada com uma frequência baixa nos estudos realizados.


P: O Lexil pode afetar a pressão arterial ou a frequência cardíaca de uma pessoa?

R: A informação oficial de segurança do Lexil inclui relatos de taquicardia (aumento da frequência cardíaca). Casos de hipotensão postural (uma descida da pressão arterial ao levantar-se) também foram observados no perfil de segurança.


P: Com que frequência são comunicadas reações alérgicas graves ao Lexil?

R: O rótulo oficial do medicamento classifica as reações de hipersensibilidade (reações alérgicas) como eventos raros observados em ensaios clínicos. A hipersensibilidade conhecida aos componentes é listada como uma contraindicação para a utilização do fármaco.


P: O Lexil exige que os doentes se submetam a análises ao sangue ou monitorização regular?

R: Para a duração aprovada de utilização a curto prazo, não estão oficialmente mandatadas análises ao sangue rotineiras ou outra monitorização laboratorial específica para doentes que utilizam Lexil.


P: O Lexil interage com analgésicos comuns de venda livre?

R: Os perfis oficiais de interação não listam interações específicas com analgésicos não opioides comuns. A orientação oficial enfatiza a precaução com todos os produtos que possam aumentar a depressão do sistema nervoso central, o que poderia incluir alguns medicamentos para a gripe e constipações.


P: O que acontece se o Lexil for tomado com toranja ou sumo de toranja?

R: O consumo concomitante de toranja e sumo de toranja não é recomendado. Isto deve-se ao facto de poderem inibir o metabolismo da componente bromazepam pelo organismo, levando potencialmente a um aumento dos níveis do fármaco na corrente sanguínea.


P: O Lexil pode ser tomado ao mesmo tempo que outros medicamentos diários de prescrição?

R: A regra oficial é que o Lexil não deve ser tomado com fármacos especificamente contraindicados, tais como opioides. No entanto, a coadministração com outras prescrições diárias que não interajam é, geralmente, aceitável.


P: O Lexil interage com suplementos de ervas comuns, como o Hipericão (Erva de S. João)?

R: Os documentos oficiais desaconselham o uso concomitante de Hipericão. Isto deve-se ao facto de o suplemento poder atuar como um indutor enzimático, o que poderia aumentar a eliminação do Lexil do organismo e reduzir potencialmente o efeito terapêutico pretendido.


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que se recomenda evitar com o Lexil?

R: A informação oficial adverte especificamente contra o consumo de álcool e de toranja ou sumo de toranja. Estes são os únicos itens alimentares ou bebidas explicitamente referidos pelo seu risco de interação medicamentosa.


P: Quanto tempo demora geralmente o Lexil a começar a mostrar os seus efeitos pretendidos?

R: Dado que o Lexil contém uma componente benzodiazepínica, a informação farmacológica indica que os seus efeitos no sistema nervoso central são tipicamente de início rápido após a administração oral.


P: Quais são as expectativas gerais se uma dose de Lexil for esquecida?

R: A orientação oficial indica que uma dose esquecida deve ser saltada e a dose seguinte programada deve ser tomada à hora habitual. Duplicar a dose para compensar um esquecimento não é permitido pelas diretrizes de segurança.


P: Se o Lexil estiver a funcionar, como é que a sua eficácia é geralmente medida?

R: A eficácia do Lexil é tipicamente avaliada observando a redução dos sintomas-alvo do doente. Isto inclui melhorias na tensão, ansiedade ou espasmos específicos da musculatura lisa, conforme observado pelo doente ou pelo profissional de saúde.


P: O Lexil é excretado no leite materno durante a lactação?

R: Os documentos confirmam que ambas as componentes ativas do Lexil são conhecidas por serem excretadas no leite materno humano. Devido a este fator, a utilização durante a lactação não é recomendada. As orientações referem que as doentes devem interromper o aleitamento se o tratamento for necessário.


P: Onde posso encontrar resultados publicados de ensaios clínicos para o Lexil?

R: Os resumos oficiais indicam que os ensaios clínicos de registo utilizados para a aprovação do Lexil podem ser acedidos publicamente em registos internacionais de ensaios clínicos através do número de identificação específico do fármaco.


P: Qual é o estatuto regulamentar do Lexil nas principais regiões?

R: O Lexil é um produto farmacêutico licenciado e aprovado em várias regiões, incluindo os Estados Unidos e a União Europeia, para utilizações específicas a curto prazo.


P: O Lexil é uma substância controlada e o que é que isso significa?

R: O Lexil está classificado como uma substância controlada devido à sua componente benzodiazepínica. Esta classificação indica que o fármaco tem um potencial oficialmente reconhecido para abuso e dependência, pelo que a sua distribuição é monitorizada pelas autoridades competentes.


P: Qual é a semivida do Lexil no corpo humano?

R: Os dados farmacocinéticos oficiais relatam que a semivida terminal média para a componente bromazepam é de aproximadamente 20 horas.


P: Quais são os efeitos potenciais de tomar Lexil com antiácidos?

R: A informação oficial de interação medicamentosa refere que os antiácidos podem diminuir ligeiramente a velocidade de absorção da componente antiespasmódica. No entanto, a informação disponível sugere que este efeito específico é mínimo.


P: Porque é que os médicos escolhem o Lexil em vez de outras opções de fármacos semelhantes?

R: O medicamento é oficialmente descrito como sendo apropriado para condições em que o doente requer uma abordagem terapêutica de duas frentes: um efeito calmante e de alívio da tensão, e o alívio simultâneo de sintomas físicos involuntários, como a hiperatividade muscular.


P: O que acontece se o Lexil for tomado muito perto da hora de deitar?

R: A informação disponível sugere que tomar Lexil perto da hora de dormir pode aumentar os efeitos no sistema nervoso central, como sonolência ou sedação, conforme listado no perfil de segurança do fármaco.


P: Que sintomas podem indicar uma situação de emergência ao tomar Lexil?

R: Os avisos oficiais listam vários sintomas identificados como reações potencialmente graves. Estes incluem dificuldade respiratória severa, um estado de sedação profunda ou falta de resposta, ou dor abdominal severa acompanhada de febre.


P: O Lexil tem uma interação listada com medicamentos comuns para a gripe e constipações?

R: O rótulo oficial adverte especificamente contra o uso concomitante com qualquer outro depressor do sistema nervoso central. O uso concomitante com depressores do sistema nervoso central, presentes em muitos preparados de venda livre para a gripe e constipações, pode aumentar o risco de depressão respiratória.

Como Lexil deve ser armazenado e descartado?

As exigências regulamentares oficiais determinam condições específicas para o armazenamento e a eliminação dos comprimidos de Lexil.

Requisitos de Armazenamento

Os comprimidos devem ser armazenados a uma temperatura ambiente controlada, definida entre os 20°C e os 25°C. O medicamento deve ser dispensado e mantido num recipiente bem fechado e resistente à luz, de modo a protegê-lo da humidade e da luminosidade. Dada a presença de uma substância controlada, é legalmente exigido que o medicamento seja armazenado em local fechado e mantido fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

O método recomendado para descartar o Lexil não utilizado ou fora do prazo de validade é através de um programa de retoma de medicamentos autorizado. Se não estiver disponível uma opção de retoma, o medicamento não deve ser deitado na sanita ou no esgoto. Em alternativa, os comprimidos devem ser misturados com uma substância indesejável, colocados num recipiente selado e eliminados no lixo doméstico comum para evitar utilizações indevidas.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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