Levoxina

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Levoxina

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Levofloxacina
Formas farmacêuticas Comprimido, Solução Oral, Solução Injetável, Solução Oftálmica
Classe farmacológica Antibiótico da classe das Fluoroquinolonas
Objetivo Geral Eliminação sistemática de bactérias suscetíveis
Origem Sintética

Que Tipo de Medicamento é a Levoxina? (Identidade e Classificação)

A Levoxina é um nome comercial para a substância ativa Levofloxacina, um composto sintético reconhecido estruturalmente como o S-enantiómero da Ofloxacina. Pertence à classe farmacológica das Fluoroquinolonas, estabelecida na literatura médica pela sua eficácia contra um largo espetro de bactérias. Esta classificação distingue a Levofloxacina como um antibiótico potente e reflete o aperfeiçoamento contínuo dos agentes antibacterianos através da síntese química.

Composição e Formas Disponíveis da Levofloxacina

A Levofloxacina é formulada como um medicamento monocomposto, contendo apenas o agente ativo juntamente com os componentes inativos necessários. O fármaco é preparado em diversas formas farmacêuticas para se adaptar a diferentes necessidades clínicas, incluindo Comprimidos orais, uma Solução oral, uma solução Injetável estéril para administração Intravenosa, e uma Solução oftálmica (gotas para os olhos) para aplicação tópica. A levofloxacina é clinicamente reconhecida pela sua eficácia fiável através destas diversas vias de administração. Esta flexibilidade na formulação é fundamental para a administração do fármaco a nível sistémico ou local.

O Propósito Geral da Levoxina como Agente Anti-infecioso

O papel principal da Levoxina é o de um agente anti-infecioso de largo espetro. A sua ação central é bactericida, o que significa que foi concebida para eliminar as células bacterianas de forma direta e decisiva. O objetivo geral da Levoxina é a eliminação sistemática de bactérias suscetíveis para resolver a origem de uma infeção, reafirmando o seu reconhecimento global como uma ferramenta vital no combate a desafios bacterianos significativos.

Quais efeitos secundários são possíveis com Levoxina?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

A Levoxina, que contém a substância ativa Levofloxacina, é um antibiótico da classe das fluoroquinolonas com um perfil de segurança documentado oficialmente, o qual enfatiza riscos em múltiplos sistemas do organismo, conforme detalhado nos documentos regulamentares.

Classificação das Reações Adversas

As reações adversas mais Comuns, baseadas nas classificações regulamentares, incluem Náuseas, Cefaleias (dores de cabeça), Diarreia, Insónia, Obstipação e Tonturas. Estes efeitos são agrupados de acordo com o sistema fisiológico envolvido, como os sistemas gastrointestinal ou nervoso.

Reações Adversas Graves

A informação oficial destaca diversas reações adversas graves e potencialmente irreversíveis. Estas incluem a Tendinite e Rutura de Tendão, Neuropatia Periférica (que pode ser incapacitante), Hepatotoxicidade Grave e o Aneurisma e Disseção da Aorta.

As reações que afetam os sistemas musculoesquelético, nervoso e psiquiátrico podem ser prolongadas, incapacitantes e potencialmente irreversíveis. Além disso, alguns efeitos graves, como a tendinopatia, podem ocorrer nas primeiras 48 horas após o início do tratamento ou até meses após a sua interrupção.

Notas de Segurança para Populações Específicas

Grupos específicos de doentes são assinalados na informação regulamentar. Doentes idosos, indivíduos a tomar corticosteroides ou com insuficiência renal apresentam um risco documentado acrescido de tendinopatia. O uso de Levofloxacina está contraindicado em doentes com antecedentes de epilepsia e Miastenia Gravis, devido ao potencial de exacerbação destas condições. Estas restrições específicas e os padrões temporais definem a compreensão abrangente do perfil de risco do medicamento, tal como comunicado pelas autoridades de saúde governamentais.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem, deve procurar-se assistência médica de emergência imediata, conforme estabelecido pelas diretrizes regulamentares. Estão documentados sinais clínicos específicos associados a uma elevada exposição à Levoxina, os quais afetam o Sistema Nervoso Central (SNC) e o sistema cardiovascular.

As manifestações documentadas ao nível do SNC podem incluir convulsões, confusão, ansiedade, depressão e insónia. O perfil regulamentar do fármaco refere ainda que uma exposição elevada pode resultar no prolongamento do intervalo QT, o que pode conduzir a uma arritmia grave e potencialmente fatal denominada Torsade de Pointes. É igualmente necessária ajuda médica urgente se o doente sentir dor forte e constante no peito, estômago ou costas, o que poderá indicar uma complicação aórtica. O tratamento deve ser interrompido de imediato caso surjam sinais de toxicidade grave, tais como convulsões ou neuropatia periférica, de modo a prevenir uma potencial irreversibilidade.

Gestão da Sobredosagem e Fatores de Risco

A gestão de uma sobredosagem é sintomática e de suporte. A informação oficial indica que não se conhece um antídoto específico. O doente deve ser mantido sob observação e deve ser assegurada uma hidratação adequada. Refira-se que a Levofloxacina não é removida de forma eficiente por hemodiálise ou diálise peritoneal. Os doentes com insuficiência renal apresentam um risco acrescido de toxicidade devido à depuração reduzida do fármaco, sendo os indivíduos idosos citados como tendo uma maior suscetibilidade a certos resultados graves.

Usos terapêuticos de Levoxina

O que a Levoxina Trata: Principais Utilizações e Benefícios

A Levoxina (Levofloxacina) é um antibiótico habitualmente utilizado em situações que envolvem determinados sintomas debilitantes em diversas áreas clinicamente significativas, sendo considerada relevante em contextos que envolvem uma elevada carga sistémica. Este medicamento é aplicado em domínios onde é necessário um suporte sintomático adicional. A sua utilização é pertinente em condições que se apresentam com episódios agudos ou disruptivos.

O medicamento é aplicado na abordagem de condições como a pneumonia adquirida na comunidade, exacerbações graves de bronquite crónica, pielonefrite (infeção renal), infeções complicadas do trato urinário e infeções da pele e tecidos moles, como a celulite. É igualmente relevante para a gestão da prostatite bacteriana crónica e em contextos especializados, tais como a profilaxia do antraz. A sua utilização terapêutica apoia o processo de alívio da infeção, o que pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e sintomas associados ao stress funcional de órgãos específicos.

A sua aplicação é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é considerada adequada. O medicamento oferece um apoio que ajuda a atenuar a carga sintomática global, contribuindo para um maior conforto durante períodos de sintomas intensificados.


Facto Rápido: Foco na Gestão de Sintomas

A Levoxina é comummente aplicada quando os sintomas estão relacionados com estados inflamatórios ou irritativos causados por infeções bacterianas. É relevante para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário e sintomas que se podem tornar mais disruptivos durante crises ou exacerbações.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Levoxina? (Perfil de Elegibilidade)

A utilização de Levoxina (Levofloxacina) é definida por critérios regulamentares oficiais que determinam a elegibilidade do doente com base na idade, estado fisiológico e condições médicas pré-existentes. A população padrão elegível para este medicamento são os doentes adultos (com idade igual ou superior a 18 anos).

Contraindicações Absolutas

O medicamento está contraindicado e não deve ser utilizado por doentes com hipersensibilidade conhecida à levofloxacina, a qualquer outro antibiótico da classe das quinolonas ou a qualquer um dos excipientes do produto. A proibição absoluta aplica-se também a indivíduos com historial de distúrbios nos tendões relacionados com a administração anterior de fluoroquinolonas. Além disso, as normas regulamentares contraindicam o uso do medicamento em crianças e adolescentes em crescimento (geralmente com menos de 18 anos), mulheres grávidas e mulheres a amamentar.

Uso Restrito e Condicional

A utilização de Levoxina deve ser evitada em doentes com historial conhecido de miastenia gravis. Indivíduos com função renal comprometida são elegíveis, mas necessitam obrigatoriamente de um ajuste na dosagem. A precaução é mandatória para adultos mais velhos (que apresentam um risco acrescido de rutura de tendão), doentes com fatores de risco conhecidos para o prolongamento do intervalo QT e indivíduos com distúrbios que possam predispor a crises convulsivas. O uso é também oficialmente restringido em certas infeções não complicadas quando existem opções de tratamento alternativas disponíveis.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil de interações da Levoxina está estruturado oficialmente em torno de substâncias que alteram os seus níveis no organismo (farmacocinética) ou que criam riscos aditivos (farmacodinâmica), com base em documentação regulamentar autoritária.

Categoria de Interação Substâncias Interagentes e Declaração Regulamentar Oficial
Quelação / Espaçamento Antiácidos, sucralfato e catiões metálicos (ferro, zinco) em suplementos diminuem significativamente a absorção oral da levofloxacina. A administração deve ser separada da dose oral por, pelo menos, duas horas.
Exposição / Eliminação O probenecida e a cimetidina inibem a secreção tubular renal, resultando num aumento oficialmente documentado da exposição plasmática da levofloxacina devido à redução da sua eliminação (depuração). A levofloxacina pode potenciar o efeito anticoagulante da varfarina, exigindo monitorização regulamentar.
Risco Farmacodinâmico A coadministração é restrita com produtos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (ex.: antiarrítmicos específicos) devido ao risco aditivo de arritmia. O uso concomitante com corticosteroides aumenta o risco de tendinopatia e rutura. Os Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINE) podem baixar o limiar convulsivo cerebral.
Notas Populacionais Observa-se que a população geriátrica apresenta uma maior suscetibilidade ao risco de prolongamento do intervalo QT e aos riscos de tendinopatia/rutura quando são coadministrados corticosteroides.

O perfil oficial estabelece restrições para mitigar a redução da absorção e para gerir riscos adversos sinérgicos com outros produtos medicinais sistémicos. A documentação refere que os comprimidos de levofloxacina podem ser tomados independentemente da ingestão de alimentos, uma vez que não existe uma interação clinicamente relevante.

Mecanismo de ação

A ação fundamental da Levofloxacina (Levoxina) define-se pela sua capacidade de causar a morte de células bacterianas suscetíveis através de um mecanismo molecular específico. O fármaco atua inteiramente dentro dos sistemas biológicos das bactérias alvo, resultando em danos genómicos letais.

Inibição Dual das Enzimas de Gestão do ADN Bacteriano

A Levofloxacina tem como alvo duas enzimas bacterianas essenciais: a Gira-se do ADN (Topoisomerase II) e a Topoisomerase IV. Ao estabilizar o complexo de clivagem temporário formado por estas enzimas e pelo ADN bacteriano, o fármaco impede a selagem necessária, ou religação, das cadeias de ADN. Esta interação altamente direcionada inicia uma cascata de danos genómicos que é letal para a célula bacteriana.

Indução de Danos Genómicos Letais e Efeito Bactericida

A falha na religação das cadeias de ADN resulta numa acumulação de quebras irreparáveis na cadeia dupla do ADN e impede a separação dos cromossomas durante a divisão celular. Este dano genómico extenso desencadeia a morte celular, ou o efeito bactericida, que constitui a consequência biológica fundamental deste mecanismo.

Especificidade e Ação Dependente da Concentração

A eficiência do fármaco na eliminação celular está diretamente ligada à concentração atingida no interior da bactéria, processo conhecido como morte dependente da concentração. A eficácia do mecanismo pode ser limitada por fatores fisiológicos, tais como mutações específicas nas enzimas alvo ou a capacidade das bactérias de realizar o efluxo ativo (bombagem para o exterior) do fármaco, reduzindo a concentração intracelular necessária.

Informações sobre dosagem e administração

A Levoxina (Levofloxacina) é administrada por via oral (comprimidos ou solução) e por via intravenosa (IV) para terapia sistémica, contando adicionalmente com uma formulação específica aprovada para aplicação tópica oftálmica.

O esquema padrão de administração sistémica para adultos é de uma vez por dia, com doses que variam geralmente entre 250 mg e 750 mg. Esta dosagem é determinada pela duração específica do tratamento e pela concentração necessária; por exemplo, a dose de 750 mg é utilizada em cursos mais curtos de 5 dias. Para certas utilizações pediátricas aprovadas, o regime baseia-se no peso do paciente e a administração ocorre duas vezes por dia (a cada 12 horas).

Existem condições específicas que regem a ingestão das formas orais. Os comprimidos de Levoxina podem ser tomados com ou sem alimentos. No entanto, a solução oral deve ser tomada obrigatoriamente separada das refeições, especificamente 1 hora antes ou 2 horas após comer. Todas as formas orais devem ser separadas por um intervalo de, pelo menos, duas horas de produtos que contenham catiões multivalentes, tais como suplementos de ferro ou antiácidos, de modo a garantir uma absorção correta.

A administração intravenosa deve ser realizada exclusivamente através de perfusão lenta. O tempo de perfusão é determinado pela dose, exigindo pelo menos 60 minutos para uma dose de 500 mg, e a solução não deve ser misturada com outros medicamentos na mesma linha intravenosa. A duração total da utilização depende do regime estabelecido, variando de cursos curtos de 3 dias até 60 dias para certas indicações de profilaxia. Além disso, as instruções oficiais determinam uma redução na dose ou o prolongamento do intervalo entre administrações para pacientes adultos com função renal reduzida (depuração da creatinina inferior a 50 mL/min).

Evidência clínica recente

Evidência Científica: Visão Geral dos Estudos sobre a Levoxina

Esta secção sintetiza a estrutura da investigação clínica que sustenta a avaliação regulamentar da Levoxina (Levofloxacina), focando-se exclusivamente nos tipos de estudos, populações e resultados analisados pelas autoridades científicas e governamentais.


Evidência para o Uso em Infeções Agudas: Pneumonia, Pielonefrite e Bronquite

A Levoxina foi avaliada em diversas infeções bacterianas agudas através de Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA). Estes ensaios de curta duração exploraram o fármaco em comparação com um placebo ou com tratamentos comparadores ativos. O foco principal da investigação examinou resultados relacionados com o desconforto físico e desequilíbrio funcional, incluindo a medição de sinais e sintomas clínicos e a erradicação microbiológica. Para condições como a Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) e infeções complicadas do trato urinário, os resultados descrevem padrões em que as alterações medidas foram comparáveis às observadas com tratamentos ativos. O que permanece incerto para infeções agudas é o curso a longo prazo, uma vez que os períodos de acompanhamento foram limitados em muitos ensaios de registo. As taxas de recorrência após algumas semanas não estão bem caracterizadas.

Evidência para o Uso em Infeções Crónicas e Especializadas

A investigação analisou a utilização da Levoxina em condições como a Prostatite Bacteriana Crónica (PBC), que exigiu um período de acompanhamento mais longo, de até seis meses. Os resultados foram mistos em alguns destes ensaios, com evidências que sugerem que a manutenção da erradicação microbiológica pode ser um desafio, mantendo-se um baixo nível de certeza. Relativamente à Profilaxia Pós-Exposição ao Antraz, a evidência é particular. Dado que os ensaios de eficácia em humanos não são éticos, os dados incluem estudos realizados em modelos animais para monitorizar a sobrevivência, a par de estudos de Farmacocinética/Farmacodinâmica (PK/PD) em humanos.

O que Permanece Incerto no Panorama da Evidência

Uma conclusão consistente em várias revisões científicas é que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, particularmente no que diz respeito ao potencial de recaída em infeções crónicas. Escasseia a evidência comparativa em relação a todas as alternativas antibióticas contemporâneas, e a qualidade da evidência varia entre os estudos. Além disso, os dados para certos grupos permanecem insuficientes, incluindo grávidas e indivíduos com comorbilidades graves. A investigação prossegue para monitorizar a atividade do fármaco face à evolução da resistência antimicrobiana.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Levoxina (FAQ)


P: Que tipo de medicamento é a Levoxina?

R: De acordo com a informação oficial do produto, a Levoxina (Levofloxacina) é descrita como um antibiótico pertencente à classe das fluoroquinolonas. É classificada como bactericida, o que significa que atua eliminando ativamente as células bacterianas responsáveis pela infeção.

P: Que tipos específicos de infeções são tratados com a Levoxina?

R: Os documentos regulamentares indicam que a Levoxina está aprovada para tratar tipos específicos de infeções bacterianas. Estas podem incluir certas formas de pneumonia, sinusite, infeções do trato urinário e infeções da pele ou tecidos moles. As diretrizes indicam que é tipicamente utilizada para visar bactérias suscetíveis quando apropriado.

P: A Levoxina é um antibiótico reservado apenas para infeções graves?

R: As autoridades regulamentares informam que a Levoxina está autorizada para certas infeções bacterianas graves e potencialmente fatais. A orientação oficial indica que, geralmente, não é utilizada em infeções ligeiras a moderadas, a menos que outros antibióticos comummente recomendados sejam considerados inadequados.

P: Qual é a principal diferença entre a Levoxina e outros antibióticos prescritos habitualmente?

R: A Levoxina faz parte da classe das fluoroquinolonas e atua inibindo enzimas específicas do ADN bacteriano. Devido ao risco de efeitos secundários graves documentados em avisos oficiais, as recomendações regulamentares restringem o seu uso a certas infeções onde outros antibióticos não são considerados adequados.

P: Porque é que um médico pode prescrever Levoxina em vez de um fármaco mais antigo e conhecido?

R: A orientação oficial restringe o uso desta classe de fármacos a infeções bacterianas específicas onde antibióticos alternativos são considerados inadequados. Isto pode dever-se ao tipo de bactéria envolvida ou quando existe resistência conhecida a essas alternativas.

P: Quanto tempo demora geralmente a Levoxina a fazer efeito?

R: Dados farmacocinéticos oficiais indicam que a concentração máxima no sangue é habitualmente atingida no prazo de 1 a 2 horas após a toma da forma oral. O tempo necessário para que os efeitos esperados sejam notados pode variar dependendo do tipo de infeção tratada.

P: O que acontece se a Levoxina parecer não estar a funcionar após alguns dias?

R: As informações oficiais para o doente aconselham geralmente o contacto imediato com um profissional de saúde se os sintomas da infeção piorarem ou se surgirem novos sintomas inesperados. Esta é a orientação padrão para a monitorização do progresso do tratamento.

P: Existem medicamentos comuns de venda livre que interajam com a Levoxina?

R: Os documentos oficiais alertam especificamente para a necessidade de separar a toma de Levoxina de produtos que contenham catiões multivalentes, como antiácidos ou suplementos de ferro, por um intervalo de, pelo menos, duas horas. Outras interações documentadas envolvem principalmente certos medicamentos sujeitos a receita médica, como anticoagulantes orais.

P: É geralmente seguro consumir álcool durante o tratamento com Levoxina?

R: A informação oficial refere que a Levoxina pode causar efeitos secundários como tonturas ou confusão que afetam o sistema nervoso central. As orientações sugerem precaução relativamente a substâncias como o álcool, que podem potencialmente agravar estes efeitos.

P: Quais são os efeitos secundários mais frequentemente relatados da Levoxina?

R: As informações oficiais relatam que as reações mais comuns podem incluir náuseas, dores de cabeça, diarreia, insónia (dificuldade em dormir), obstipação e tonturas. Esta informação baseia-se em dados recolhidos em estudos clínicos.

P: É normal sentir algumas náuseas ou tonturas após iniciar a Levoxina?

R: Sim. Os dados oficiais de reações adversas listam as náuseas e as tonturas entre as reações mais frequentemente relatadas em estudos clínicos. A orientação oficial sobre conduzir ou utilizar máquinas aplica-se caso se verifiquem estes ou outros efeitos que impactem a concentração.

P: Os efeitos secundários da Levoxina são geralmente temporários ou duradouros?

R: Embora muitas reações comuns sejam temporárias, os avisos regulamentares oficiais especificam que efeitos secundários raros e graves que envolvem os tendões, nervos e o sistema nervoso central podem ser duradouros ou potencialmente irreversíveis em alguns doentes.

P: É verdade que a Levoxina pode, por vezes, afetar os tendões ou articulações?

R: Sim. Os avisos oficiais e o folheto informativo indicam que a Levoxina está associada a um risco acrescido de tendinite (inflamação do tendão) e rutura de tendão em pessoas de todas as idades. Este é um dos riscos abordados na rotulagem de segurança regulamentar.

P: A Levoxina pode tornar a pele mais sensível ao sol?

R: Foi relatado que a Levoxina pode causar fotossensibilidade, o que significa que a pele pode tornar-se mais sensível ao sol e à luz UV. As orientações oficiais destacam frequentemente a importância de precauções contra a exposição solar.

P: Uma infeção fúngica ou candidíase oral é uma complicação comum do uso de Levoxina?

R: Tal como acontece com outros antibióticos, a Levoxina pode potencialmente perturbar o equilíbrio normal de bactérias do corpo. Isto pode levar a um crescimento excessivo de fungos, resultando por vezes numa infeção fúngica, conhecida como candidíase.

P: Existe informação sobre o uso de Levoxina durante a gravidez?

R: As informações oficiais de prescrição indicam que a Levoxina é, geralmente, contraindicada durante a gravidez. Só é utilizada quando um profissional de saúde determina que o benefício potencial justifica o risco potencial para o feto, com base na condição específica tratada.

P: A Levoxina é segura para uso em doentes com mais de 65 anos?

R: Os avisos oficiais indicam que o risco de certos efeitos secundários graves, como problemas nos tendões, é acrescido em doentes com mais de 60 anos. A informação de prescrição aconselha precaução especial para pessoas acima desta idade e para aquelas com função renal reduzida.

P: A Levoxina pode ser utilizada por pessoas com problemas renais?

R: Sim, mas as informações oficiais de prescrição exigem que a dose ou o intervalo de tempo entre as doses seja ajustado para doentes adultos que tenham uma função renal reduzida. Este ajuste é necessário para evitar a acumulação do fármaco no organismo.

P: A Levoxina é segura para crianças ou adolescentes?

R: O uso em crianças e adolescentes está geralmente restringido a infeções bacterianas específicas e potencialmente fatais (como o antraz ou a peste) em doentes com 6 meses de idade ou mais. Esta restrição deve-se ao risco documentado de distúrbios musculoesqueléticos.

P: Qual é o risco de resistência antibiótica com a Levoxina?

R: A orientação oficial desaconselha o uso excessivo desta classe de antibióticos para ajudar a limitar o desenvolvimento de bactérias resistentes. O fármaco é, por isso, reservado para infeções bacterianas específicas onde a sua utilização é fortemente justificada.

P: Alguma autoridade regulamentar emitiu avisos específicos sobre a Levoxina?

R: Sim. Autoridades regulamentares exigem a inclusão de avisos de segurança rigorosos na informação do produto. Estes avisos abordam o risco de efeitos secundários graves que afetam os tendões, os nervos e o sistema nervoso central.

P: Qual é a orientação sobre conduzir ou utilizar máquinas durante a toma de Levoxina?

R: Os avisos oficiais listam efeitos no sistema nervoso central, tais como tonturas, atordoamento e distúrbios visuais. As orientações sobre esta classe de medicamentos sugerem cautela ao conduzir ou utilizar máquinas até que os efeitos da medicação sejam conhecidos.

Como Levoxina deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar a Levoxina

Os requisitos oficiais para o armazenamento e eliminação da Levoxina (levofloxacina) são estritamente definidos de acordo com a sua formulação específica.

Condições de Armazenamento Registadas

Formulação Temperatura Exigida Proteção Adicional
Comprimidos/Solução Oral Temperatura ambiente controlada (20°C a 25°C) Proteger do calor, humidade e congelação.
Injetável (Pré-misturado) Temperatura ambiente controlada OU refrigeração (2°C a 8°C) Não congelar. Proteger do calor excessivo e da luz.
Solução Oftálmica Temperatura ambiente Proteger da luz.

Regras de Estabilidade e Eliminação

Após a abertura, a solução oftálmica deve ser descartada decorridos 28 dias. O injetável, uma vez removido da sua sobre-embalagem, permanece estável por 14 dias se for refrigerado, ou por 3 dias à temperatura ambiente. Todos os produtos de levofloxacina devem ser mantidos fora da vista e do alcance das crianças. Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser eliminados de acordo com os regulamentos locais; a eliminação através do lixo doméstico ou dos esgotos é geralmente restringida por normas ambientais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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