Levodex

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Levodex

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Levodex

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Levofloxacina
Forma Comprimido, Solução (Oral, IV, Oftálmica)
Classe farmacológica Antibiótico Fluoroquinolona
Uso comum Infeções bacterianas sistémicas e localizadas
Origem Composto sintético

Que tipo de medicamento é o Levodex e qual a sua substância ativa?

O Levodex é um fármaco antibacteriano sujeito a receita médica que pertence à classe dos antibióticos fluoroquinolonas. A sua identidade é definida pela sua substância ativa exclusiva, a Levofloxacina, um composto sintético que consiste no isómero-L purificado, ou isómero S-(-) da Ofloxacina. Estudos farmacológicos publicados na literatura médica confirmam a eficácia de largo espectro da Levofloxacina contra vários organismos Gram-negativos e Gram-positivos.

Este medicamento é uma ferramenta oficialmente reconhecida e utilizada por profissionais de saúde para gerir tipos específicos de infeções em doentes adultos.

Preparações Farmacêuticas Disponíveis e Finalidade Geral

A substância ativa fundamental, a Levofloxacina, é preparada em várias formas farmacêuticas para assegurar uma distribuição eficaz por todo o corpo ou uma aplicação local precisa, uma característica valorizada em contextos clínicos. Estas preparações incluem o comprimido e a solução oral para administração sistémica por via oral, a solução injetável para perfusão intravenosa e a solução oftálmica para uso tópico no olho. Esta variedade permite que este produto de componente único seja adaptado a diferentes locais de infeção, como o tratamento de uma infeção que afete os pulmões ou a resolução de uma conjuntivite bacteriana localizada.

A Levofloxacina atua na eliminação das bactérias ao interferir com o seu processo de replicação de ADN. Este mecanismo de efeito realça o propósito do fármaco: servir como um agente antimicrobiano de largo espectro potente, eliminando ativamente organismos bacterianos prejudiciais para resolver infeções bacterianas tanto sistémicas como localizadas.

Quais efeitos secundários são possíveis com Levodex?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O Levodex (Levofloxacina), um antibiótico da classe das fluoroquinolonas, está associado a uma gama de reações adversas oficialmente documentadas que variam em frequência e gravidade.


Frequência e Classes de Sistemas de Órgãos

Os efeitos secundários mais comuns incluem problemas gastrointestinais, tais como náuseas e diarreia, bem como dores de cabeça, insónia e tonturas. As reações menos frequentes, ou pouco comuns, incluem ansiedade, vómitos e erupção cutânea. Os efeitos adversos estão classificados em várias classes de sistemas de órgãos, incluindo os sistemas musculoesquelético, nervoso, gastrointestinal e cardíaco.


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

O perfil de segurança destaca o risco de reações adversas graves e potencialmente irreversíveis. Estas incluem efeitos nos tendões (ex.: tendinite e rutura do tendão), nos nervos periféricos (neuropatia periférica) e no sistema nervoso central (ex.: convulsões ou dores de cabeça intensas). Estas reações podem ocorrer logo às 48 horas após o início do tratamento ou até vários meses após a sua descontinuação.

Existem considerações de segurança específicas para determinados grupos. Os adultos mais velhos (idade ≥ 60 anos) e os doentes que tomam simultaneamente corticosteroides têm um risco aumentado de danos nos tendões. O uso do medicamento está restrito para certas infeções comuns (ex.: infeção urinária não complicada) quando estão disponíveis tratamentos alternativos, refletindo a gravidade dos riscos documentados.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

Perfil de Sobredosagem Documentado

Uma sobredosagem define-se pelo risco grave e potencialmente fatal de lesão hepática (hepatotoxicidade). Esta consequência grave pode ocorrer após uma única ingestão massiva ou devido a doses excessivas repetidas ao longo de vários dias (ingestão supraterapêutica crónica).

Os sinais iniciais de sobredosagem, tais como náuseas, vómitos, sudação e mal-estar geral, podem surgir com um atraso de 12 ou mais horas após a ingestão aguda. Uma vez que estes sintomas precoces são frequentemente ligeiros ou mesmo inexistentes, os mesmos não indicam de forma fiável a gravidade da potencial lesão hepática.

Quando é Necessária Ajuda Médica Imediata

A procura de assistência médica de emergência imediata é fundamental perante uma suspeita de sobredosagem, independentemente de estarem ou não presentes sintomas iniciais. Aguardar que os sinais de lesão hepática se manifestem reduz significativamente a eficácia das intervenções vitais.

Os sistemas fisiológicos primariamente afetados incluem o sistema hepático (fígado), com uma progressão potencial para insuficiência hepática aguda e subsequentes efeitos multiorgânicos. A intervenção médica célere é essencial para iniciar a administração do antídoto vital, a N-acetilcisteína, que é mais eficaz quando administrada nas oito horas seguintes à ingestão. Doentes com fatores de risco, tais como alcoolismo crónico ou malnutrição, enfrentam um risco aumentado de toxicidade grave.

Usos terapêuticos de Levodex

O que o Levodex Trata: Principais Usos e Benefícios

O Levodex (Levofloxacina) é habitualmente utilizado na gestão de infeções bacterianas e para ajudar a abordar infeções bacterianas sistémicas ou localizadas em vários sistemas do corpo, sendo aplicado na abordagem de sintomas durante episódios agudos. Este fármaco é considerado relevante em diversas áreas onde o auxílio sintomático a curto prazo é apropriado.


Este medicamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos em condições como pneumonia, infeções complicadas do trato urinário, pielonefrite aguda, rinossinusite bacteriana aguda e infeções complicadas da pele e dos tecidos moles. A sua aplicação auxilia na gestão de sintomas associados ao desconforto físico e ao desequilíbrio sistémico, incluindo febre alta, micção dolorosa e inflamação localizada. Isto poderá ajudar a melhorar o conforto diário durante os períodos sintomáticos.

O fármaco é também frequentemente utilizado para a prevenção pós-exposição a ameaças biológicas graves, como o antraz por inalação e a peste, podendo fazer parte de uma gestão sintomática e profilática.

Facto Rápido: Apoio para Sintomas de Desconforto Relacionado com Infeções


Principais Aplicações Terapêuticas

O Levodex é aplicado em domínios terapêuticos que envolvem um desconforto acentuado, incluindo o trato respiratório inferior, todo o trato urinário, a pele e tecidos moles, e a próstata (prostatite bacteriana crónica). A sua utilização é pertinente para atenuar manifestações desafiantes e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante a fase infeciosa.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para o Levodex (solução oftálmica de dexametasona e levofloxacina) é estritamente definida por documentos regulamentares, que especificam as populações autorizadas a utilizar o medicamento, aquelas que não o devem fazer e as que requerem uma utilização restrita.

Populações Excluídas da Utilização

Classificação Estatuto Regulamentar
Contraindicações Absolutas Doentes com hipersensibilidade conhecida à levofloxacina, a outras quinolonas, à dexametasona ou a qualquer componente da formulação. Doentes com doenças virais ativas (ex.: queratite por herpes simplex, vacínia, varicela) ou infeções fúngicas/micobacterianas do olho não tratadas.

Regras de Idade e Estado Fisiológico

Classificação Estatuto Regulamentar
Elegibilidade por Idade A utilização está autorizada para adultos (idade ≥ 18 anos). A segurança e a eficácia não foram estabelecidas na população pediátrica.
Gravidez e Aleitamento O uso não é recomendado na gravidez e aconselha-se cautela durante o aleitamento, devido à possibilidade de os componentes passarem para o leite materno.

Elegibilidade Condicional

A utilização requer precaução especial e monitorização em doentes com condições pré-existentes, tais como glaucoma ou diabetes mellitus, devido ao componente corticoide. O medicamento destina-se exclusivamente a doentes que recebam tratamento associado à indicação aprovada.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação regulamentar oficial identifica diversas interações clinicamente significativas com o Levodex que exigem uma gestão específica ou a sua exclusão. Estas interações são categorizadas com base no seu mecanismo e na restrição clínica resultante.


Restrições Farmacocinéticas e de Absorção

A administração conjunta com produtos que contenham catiões polivalentes (tais como alumínio, magnésio, ferro, zinco ou cálcio) ou sucralfato reduz significativamente a absorção oral do Levodex através de quelação. Para mitigar este efeito, a administração de Levodex deve ser separada destes produtos por um intervalo de, pelo menos, 4 horas.

O Levodex está documentado como um inibidor de enzimas de metabolização de fármacos e de transportadores, incluindo o CYP3A4 e a glicoproteína-P (gp-P). Isto pode aumentar a concentração plasmática de medicamentos administrados em simultâneo que sejam substratos sensíveis destas vias. Consequentemente, a administração concomitante com certos substratos sensíveis do CYP3A4 está contraindicada, sendo necessário o ajuste da dose ou uma monitorização rigorosa para outros, tais como a atorvastatina ou a metformina.


Riscos Farmacodinâmicos

Devido ao risco de arritmias ventriculares graves, incluindo Torsades de Pointes, a administração conjunta com outros medicamentos conhecidos por prolongar o intervalo QT está contraindicada.

O uso concomitante com insulina ou agentes hipoglicemiantes orais pode perturbar o controlo da glicose no sangue, incluindo o risco de hipoglicemia e de hiperglicemia. Os doentes que administrem estes medicamentos em simultâneo necessitam de uma monitorização rigorosa da glicemia.

Certos alimentos, tais como fórmulas infantis à base de soja, estão documentados como interferindo na absorção e não devem ser administrados simultaneamente com o Levodex.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Levodex

O mecanismo de ação do Levodex (Levofloxacina) define-se pela sua capacidade de exercer um efeito direcionado e destrutivo em processos microbianos fundamentais, resultando numa ação bactericida que causa a morte dos organismos suscetíveis. A influência do fármaco opera através de dois domínios mecânicos centrais.

Disrupção do Maquinário Genético Essencial

Este domínio abrange a forma como a Levofloxacina inicia a sua ação ao ter como alvo duas enzimas bacterianas cruciais: a ADN Girase e a Topoisomerase IV. O fármaco atua como um inibidor, ligando-se a estas enzimas e estabilizando o complexo no ponto em que o ADN bacteriano foi cortado, mas ainda não foi reunido. Esta intervenção interrompe imediatamente a capacidade da enzima de gerir o enrolamento e a separação do cromossoma bacteriano, um processo crítico para a replicação e transcrição bacteriana.

Ativação de uma Cascata Bactericida Rápida

Este domínio explica a reação em cadeia irreversível que sucede à inibição enzimática. Ao estabilizar o complexo de clivagem, o fármaco provoca a acumulação rápida de quebras na cadeia dupla do ADN ao longo de todo o genoma bacteriano. Este dano genético irreparável impede a bactéria de se replicar ou de se reparar, iniciando um efeito bactericida que conduz à morte da célula bacteriana. A consequência fisiológica é a atividade bactericida, que contribui para a diminuição célere da população microbiana.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Levodex

O Levodex, que contém a substância ativa Levofloxacina, é administrado de acordo com regimes padronizados estabelecidos pelas autoridades reguladoras. O medicamento é utilizado principalmente de forma sistémica e está disponível em formas para ingestão oral (comprimido ou solução) ou como solução para infusão intravenosa (IV). Está também disponível uma solução oftálmica localizada para uso tópico.


Diretrizes Oficiais de Administração

Princípio de Utilização Instrução Reguladora
Doses Padrão e Frequência As doses para adultos variam tipicamente entre 250 mg e 750 mg e são tomadas uma vez ao dia (a cada 24h).
Duração do Tratamento A duração do ciclo é geralmente de curto prazo (3 a 14 dias), mas utilizações profiláticas específicas, como no caso do antraz pós-exposição, exigem um regime alargado de 60 dias.
Ajuste de Dose A modificação da dose é obrigatória para doentes com função renal comprometida (Depuração da Creatinina < 50 mL/min), envolvendo frequentemente uma redução na dose de manutenção. Tipicamente, não é necessário ajuste para insuficiência hepática.
Ingestão Oral Os comprimidos podem ser consumidos com ou sem alimentos. Devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou depois de produtos que contenham catiões multivalentes (ex.: antácidos, sais de ferro ou zinco).
Administração IV A infusão deve ser administrada lentamente durante um período fixo para assegurar a entrega correta; por exemplo, uma dose de 500 mg deve ser infundida durante, pelo menos, 60 minutos.

Contexto do Procedimento

A administração segue um protocolo definido: a dose é determinada com base no regime aprovado, sendo que as formas intravenosa e oral são consideradas bioequivalentes. Isto permite a transição da administração IV para a oral, no que é designado como Terapêutica Sequencial. Se uma dose for esquecida, esta é tomada imediatamente, a menos que a dose seguinte esteja próxima; nesse caso, a dose esquecida é ignorada para manter o ciclo de 24 horas.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Levodex


Evidência para utilização na Perturbação Depressiva Maior (PDM)

O Levodex foi estudado quanto à sua aplicação em condições caracterizadas por limitações funcionais, especificamente em adultos diagnosticados com Perturbação Depressiva Maior (PDM). A investigação analisou ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECA) de curto prazo (com duração de 6 a 12 semanas) e de prazo intermédio (até 6 meses). Estes estudos monitorizaram principalmente resultados que refletem o funcionamento diário e resultados que refletem a tensão ou o stresse fisiológico, tais como pontuações em escalas padronizadas utilizadas na investigação para explorar a forma como os sintomas mudam ao longo do tempo.

Os estudos reportaram medições de alteração nas pontuações das escalas de depressão e no funcionamento em intervalos de tempo definidos nas populações observadas. As descobertas descrevem padrões observados nos estudos relativamente às alterações medidas nas pontuações dos sintomas e à proporção de participantes cujas pontuações refletiram uma alteração pré-especificada dentro dos grupos de estudo. Os resultados aplicam-se apenas às populações específicas estudadas, que incluíram adultos com vários níveis de gravidade de sintomas.


Evidência para utilização na Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG)

O Levodex foi avaliado em estudos focados na Perturbação de Ansiedade Generalizada (PAG), uma condição que se apresenta com ciclos de estabilidade e de agudização. A investigação envolveu ECA de curto prazo aplicados em estudos que analisam as experiências relatadas pelos doentes. Os estudos monitorizaram resultados que captam fases de maior atividade dos sintomas, tais como pontuações em escalas de avaliação da ansiedade, bem como resultados que refletem o funcionamento diário.

Os estudos descreveram como as pontuações dos sintomas mudaram nas populações observadas durante os curtos períodos de estudo, que duraram tipicamente entre 8 a 10 semanas. Estas descobertas descrevem padrões observados nos estudos relacionados com alterações medidas nas pontuações de ansiedade e nas pontuações que refletem o funcionamento diário. Dados provenientes de contextos de vigilância pós-comercialização, onde o fármaco foi observado numa utilização mais ampla, contribuem para o panorama geral da evidência relativamente aos eventos relatados.


Estudos a Longo Prazo e Seguimento

A investigação realizada até à data focou-se maioritariamente em estudos que observam respostas em intervalos de tempo definidos que são relativamente curtos, variando geralmente entre as 6 semanas e os 6 meses. Embora alguns ensaios tenham acompanhado participantes por períodos de até um ano, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e existe informação limitada que sugira que padrões de alteração de sintomas podem continuar anos após a conclusão de um estudo. Isto significa que a durabilidade de quaisquer alterações observadas e o padrão sustentado de resultados ao longo de muitos anos não estão bem caracterizados pela evidência atual.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Levodex (FAQ)


P: O que significa "benefício terapêutico" quando se fala do Levodex?

R: O benefício terapêutico refere-se ao efeito positivo que um medicamento tem no tratamento de uma condição. Para o Levodex, os documentos oficiais definem-no pelo seu efeito bactericida — a capacidade de eliminar bactérias suscetíveis. Esta ação é descrita como envolvendo a interferência na replicação do ADN das bactérias, o que contribui para a resolução da infeção bacteriana subjacente.


P: Preciso de alterar a minha dieta enquanto estiver a utilizar o Levodex?

R: A informação oficial indica que os comprimidos de Levodex podem ser tomados com ou sem alimentos. No entanto, os documentos regulamentares alertam para o facto de produtos que contenham catiões metálicos (como o ferro ou o zinco presentes em alguns suplementos) ou fórmulas infantis à base de soja poderem interferir com a absorção do fármaco. A administração de Levodex deve ser separada destes produtos por várias horas para garantir uma absorção adequada.


P: O Levodex pode causar cansaço ou sonolência?

R: Os avisos regulamentares destacam que o fármaco pode causar efeitos secundários relacionados com o sistema nervoso central, tais como tonturas e dores de cabeça. Embora nem sempre listados de forma explícita, sintomas como cansaço ou fadiga estão comummente associados a estes efeitos no sistema nervoso, e os documentos oficiais indicam que os doentes podem ser observados quanto a este tipo de reações.


P: Porque é que algumas pessoas dizem ter interrompido o tratamento com Levodex?

R: Os avisos regulamentares referem que o medicamento pode ser interrompido por um profissional de saúde caso o doente apresente sinais de reações adversas graves. Estas reações incluem problemas como dor, inchaço ou rutura de um tendão, ou sintomas de neuropatia periférica (danos nos nervos), tais como ardor ou dormência.


P: O Levodex interage com analgésicos comuns como o ibuprofeno?

R: A informação oficial indica que alguns anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) podem aumentar o risco de estimulação do sistema nervoso central quando tomados com Levodex. Este efeito combinado pode elevar o potencial de convulsões, e os documentos regulamentares observam que a coadministração destes medicamentos requer cautela.


P: Ouvi dizer que o Levodex é novo; em que ano foi aprovado?

R: A substância ativa do Levodex é a Levofloxacina. De acordo com entidades reguladoras internacionais, a Levofloxacina recebeu a sua aprovação regulamentar inicial em 1996.


P: O Levodex tem restrições em atividades como conduzir?

R: A informação oficial do produto adverte que os doentes podem sofrer reações adversas como tonturas, convulsões e perturbações visuais. Uma vez que estes efeitos podem comprometer a capacidade de reação de uma pessoa, pode ser necessária uma avaliação da capacidade de conduzir ou operar máquinas durante a utilização de Levodex.


P: Existe uma versão genérica do Levodex disponível?

R: Sim. O Levodex contém a substância ativa Levofloxacina, que está disponível como medicamento genérico sujeito a receita médica.


P: O Levodex interage com pílulas contracetivas?

R: Os documentos oficiais de interações medicamentosas não listam explicitamente os contracetivos hormonais como um medicamento a evitar. No entanto, alguns regimes contracetivos podem incluir pílulas que contêm catiões metálicos (ex.: suplementos de ferro) que podem potencialmente interferir na absorção do Levodex. Esta combinação pode exigir um escalonamento do horário de administração.


P: O Levodex é adequado para doentes idosos?

R: A rotulagem oficial do produto indica que os adultos mais velhos (geralmente com 60 anos ou mais) têm um risco aumentado de efeitos secundários graves oficialmente documentado, particularmente tendinite e rutura do tendão. Este grupo também pode ser mais sensível a outras reações graves, como o prolongamento do intervalo QTc.


P: Qual é o objetivo do folheto informativo inicial do Levodex?

R: As agências regulamentares exigem que seja fornecido com o medicamento um folheto informativo para o doente, designado Guia de Medicação. O objetivo é comunicar os principais avisos e instruções de segurança para ajudar os doentes a utilizar o medicamento de forma segura, incluindo detalhes sobre reações adversas graves.


P: Porque é que o documento oficial menciona o risco de efeitos secundários raros?

R: Os documentos oficiais dos fármacos listam todos os riscos baseando-se em dados recolhidos tanto em ensaios clínicos como na vigilância pós-comercialização. Esta prática visa garantir que prescritores e doentes estejam totalmente informados sobre todas as reações adversas graves relatadas e potenciais restrições de segurança observadas durante o uso do fármaco.


P: Como é que o Levodex é eliminado do corpo?

R: De acordo com estudos farmacocinéticos oficiais, o Levodex é eliminado do sangue de forma relativamente lenta. A excreção é alcançada principalmente por via renal, o que significa que os rins removem mais de 85% do fármaco inalterado do organismo.


P: O que significa o termo "contraindicação" para o Levodex?

R: Uma contraindicação é uma condição médica, sintoma ou circunstância específica que torna a utilização de um medicamento, como o Levodex, desaconselhada ou proibida devido a um elevado risco de danos para o doente. Os documentos regulamentares listam condições como a hipersensibilidade ao fármaco ou o uso concomitante de medicamentos que prolongam o intervalo QT como contraindicações.


P: De que forma a hora do dia em que tomo o Levodex afeta a sua ação?

R: O Levodex é prescrito para uma toma única diária. Entende-se que a sua eficácia está relacionada com a manutenção deste ciclo de toma de 24 horas. O medicamento pode ser tomado a qualquer hora consistente do dia, com ou sem alimentos, desde que o intervalo de 24 horas seja respeitado.


P: A eficácia do Levodex muda com o tempo?

R: Os documentos regulamentares indicam que a resistência bacteriana a medicamentos da classe das fluoroquinolonas, na qual se inclui o Levodex, pode desenvolver-se ao longo do tempo. Além disso, os efeitos a longo prazo relativos à eficácia sustentada para além de um ano não estão totalmente estabelecidos em ensaios clínicos.


P: O Levodex pode afetar os resultados de testes laboratoriais comuns?

R: Sim, o Levodex pode interagir com certos testes de diagnóstico. Por exemplo, pode afetar o crescimento de Mycobacterium tuberculosis em ambiente laboratorial, o que está associado ao potencial de resultados falso-negativos no diagnóstico da tuberculose. Pode também afetar testes de coagulação quando tomado com anticoagulantes.


P: Qual foi a fase de ensaios clínicos pela qual o Levodex passou antes da aprovação?

R: Antes de receber aprovação regulamentar, a substância ativa completou com sucesso um rigoroso programa de desenvolvimento. Como acontece com todos os novos medicamentos, foi necessário concluir com êxito os Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados de Fase 3 para demonstrar a sua segurança e eficácia em populações de doentes vastas e diversas.


P: Qual é o significado do "aviso de caixa preta" (Boxed Warning) no Levodex?

R: O Aviso de Caixa (coloquialmente designado como "aviso de caixa preta") é o aviso mais rigoroso exigido por entidades reguladoras. Para o Levodex, o seu significado é alertar tanto os profissionais de saúde como os doentes para o risco de reações adversas graves, incapacitantes e potencialmente irreversíveis que afetam os tendões, os nervos periféricos e o sistema nervoso central.

Como Levodex deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Levodex

Requisitos Oficiais de Conservação

O Levodex (comprimidos de Levofloxacina) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, especificamente entre 20°C e 25°C.

Em relação ao intervalo de temperatura, são permitidas variações entre os 15°C e os 30°C. Para garantir a estabilidade do produto, o medicamento deve ser mantido protegido da humidade e conservado no recipiente original. Tal como todos os medicamentos, o Levodex deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções Oficiais de Eliminação

A eliminação de qualquer Levodex não utilizado ou fora do prazo de validade deve cumprir estritamente os requisitos locais relativos a resíduos farmacêuticos. O produto não deve ser eliminado na canalização nem no lixo doméstico, a menos que as autoridades locais o permitam especificamente, de forma a evitar a contaminação ambiental.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Levodex encontrado em:

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