Levicin

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Levicin

Propriedade Descrição
Princípio ativo Levocarnitina (L-carnitina)
Formas de apresentação Solução oral, Comprimido, Solução injetável
Classe farmacológica Agente metabólico e endócrino
Uso comum Terapia de substituição na deficiência de carnitina
Origem Substância de ocorrência natural (metabolito endógeno)

O Levicin é um medicamento sujeito a receita médica, classificado como um agente metabólico e endócrino e um suplemento de aminoácidos, especificamente concebido para tratar carências de um composto natural vital no organismo. O seu objetivo é corrigir o desequilíbrio metabólico fundamental resultante de níveis insuficientes desta substância central, apoiando o funcionamento celular global. O fármaco é classificado como um produto de ingrediente único, centrando a sua ação exclusivamente na terapia de substituição do componente essencial.


Levicin: Definição, Identidade e Classe Farmacológica

O Levicin é uma preparação farmacêutica cujo único princípio ativo é a levocarnitina (L-carnitina). Pertence à classe dos agentes metabólicos e endócrinos porque a sua função envolve diretamente processos biológicos essenciais relacionados com a gestão interna de substratos energéticos pelo organismo. O papel da carnitina é fundamental para a manutenção de um metabolismo energético normal, o que significa que a substância é indispensável para os processos básicos de produção de energia do corpo humano.

Sendo o isómero L, a levocarnitina é a forma biologicamente ativa e utilizável de que o corpo necessita; esta é uma distinção essencial em relação à D,L-carnitina, que contém uma forma inativa conhecida por interferir com os processos celulares. O Levicin é clinicamente reconhecido pela sua elevada pureza e formulação padronizada do isómero L, destinando-se primariamente a doentes que sofram de condições que conduzam a uma deficiência de carnitina grave e sistémica.


Qual é o Objetivo Geral da Toma de Levicin?

O objetivo geral do Levicin é apoiar o metabolismo energético celular, restaurando os níveis corporais desta molécula transportadora crucial. A levocarnitina atua como uma molécula transportadora necessária que facilita o transporte de ácidos gordos de cadeia longa para as mitocôndrias celulares, onde são oxidados para produzir a principal fonte de energia do corpo, o trifosfato de adenosina (ATP).

Ao otimizar este transporte, o medicamento auxilia o organismo a utilizar a gordura como energia de forma eficiente. Ajuda também na eliminação de grupos acilo tóxicos — subprodutos metabólicos — prevenindo a sua acumulação no interior da célula. O benefício principal reside, portanto, na correção de perturbações metabólicas para apoiar uma saúde metabólica robusta e a função celular.

Quais efeitos secundários são possíveis com Levicin?

Informações de Segurança e Possíveis Efeitos Secundários do Levicin

O Levicin (levocarnitina) é um medicamento sujeito a receita médica cujo perfil de segurança está oficialmente documentado. As informações disponibilizadas focam-se estritamente nas reações adversas classificadas oficialmente e nas restrições de segurança estabelecidas.


Reações Adversas Comuns e Sistemas de Órgãos

Os efeitos secundários comunicados com maior frequência associados à terapia com levocarnitina são, geralmente, classificados como Comuns. Estas reações envolvem primordialmente o Sistema Gastrointestinal, incluindo sintomas como náuseas, vómitos, diarreia, cólicas abdominais e gastrite. Um odor corporal caraterístico e transitório é também uma reação adversa comummente listada.

Estes sintomas gastrointestinais comuns e o odor corporal podem ser mais percetíveis no início do tratamento ou após um aumento da dose.


Reações Adversas Graves e Restrições de Segurança

Os documentos regulamentares destacam duas categorias de reações adversas graves que requerem vigilância:

  • Convulsões: Existem relatos de episódios convulsivos, sendo que doentes com perturbações convulsivas pré-existentes podem registar um aumento na frequência ou na gravidade das suas crises.
  • Reações de Hipersensibilidade: Respostas imunitárias graves, incluindo anafilaxia e edema laríngeo, foram documentadas oficialmente, particularmente após a administração intravenosa.

Notas de Segurança para Populações Específicas

A informação oficial contém considerações de segurança específicas para determinados grupos de doentes. No caso de doentes com insuficiência renal grave ou Doença Renal Crónica em Estádio Terminal (DRCET), a administração oral prolongada de doses elevadas pode estar associada à acumulação de metabolitos potencialmente tóxicos. Adicionalmente, a coadministração com anticoagulantes cumarínicos (por exemplo, varfarina) pode aumentar o Rácio Internacional Normalizado (INR); por conseguinte, a informação do medicamento especifica a necessidade de monitorização dos níveis de INR nestes doentes após o início ou o ajuste da terapia com Levicin.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem de Levicin (Hiosciamina) pode causar sintomas anticolinérgicos graves que requerem atenção médica imediata. Uma dose excessiva pode resultar num conjunto abrangente de sintomas que afetam o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular e outras funções fisiológicas.


Sintomas de Sobredosagem Documentados

As manifestações clínicas de uma sobredosagem, conforme descrito em fontes regulamentares, podem incluir uma combinação de:

  • Efeitos no Sistema Nervoso Central: Cefaleias, tonturas, estimulação do SNC, excitação, letargia, ataxia ou febre.
  • Efeitos Autónomos/Cardiovasculares: Taquicardia, hipertensão, hipotensão, depressão respiratória, pupilas dilatadas, visão turva, retenção urinária e pele quente, seca e avermelhada.
  • Efeitos Gastrointestinais: Náuseas, vómitos, boca seca e dificuldade em engolir.

Ação de Emergência Necessária

É necessária assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem ou quando se manifestam sintomas graves, tais como depressão respiratória, alterações significativas na frequência cardíaca ou na pressão arterial (taquicardia, hipo/hipertensão) ou efeitos marcados no SNC (excitação, letargia). A sobredosagem é considerada uma emergência médica. Não deve esperar que os sintomas se agravem. Devido à gravidade das potenciais manifestações clínicas, a avaliação imediata por um profissional de saúde é essencial.

Usos terapêuticos de Levicin

O que o Levicin trata: principais utilizações e benefícios

O Levicin é um medicamento sujeito a receita médica utilizado como terapia de substituição essencial em casos de deficiências de carnitina graves e confirmadas. Esta terapia é relevante em condições que envolvem desconforto sistémico ou localizado e é aplicada na abordagem da deficiência primária, da deficiência secundária relacionada com erros inatos do metabolismo específicos e de carências associadas à Doença Renal Terminal (DRT) em doentes sob hemodiálise.

O Levicin é frequentemente utilizado para auxiliar na gestão dos sintomas de atividade neurológica ou muscular aumentada, incluindo a fadiga grave debilitante e problemas musculares como a fraqueza muscular e a hipotonia. É também considerado relevante para a gestão de sintomas associados a episódios metabólicos agudos, tais como a hipoglicemia hipocetótica, a qual se pode apresentar como um desequilíbrio sistémico.

“Esta terapia de substituição desempenha um papel na gestão do conforto do doente e da estabilidade funcional durante períodos sintomáticos desafiantes.”

Este apoio consistente e a longo prazo pode auxiliar na gestão do stresse funcional sistémico associado a uma deficiência não corrigida. A terapia pode proporcionar um alívio de suporte durante fases de maior stresse fisiológico, o que pode ajudar os doentes a lidar de forma mais estável com episódios difíceis.


Facto Rápido: Alívio da Fadiga Profunda O Levicin é vulgarmente utilizado para ajudar na gestão do desconforto físico e do cansaço extremo associados à deficiência subjacente.

Critérios de utilização e restrições

O Levicin (Levocarnitina) é um medicamento sujeito a receita médica indicado para doentes com deficiências de carnitina confirmadas, incluindo a deficiência sistémica primária, a deficiência secundária resultante de erros inatos do metabolismo e a deficiência associada à Doença Renal Crónica em Estádio Terminal (DRCET).

Inelegibilidade Absoluta

O medicamento é formalmente contraindicado em qualquer doente com hipersensibilidade conhecida ou alergia grave à levocarnitina ou a qualquer um dos seus componentes.

Restrições e Precauções em Populações Específicas

Os documentos regulamentares definem várias restrições para populações específicas:

A formulação oral não é recomendada para administração crónica de doses elevadas em doentes com disfunção renal grave ou DRCET, devido ao potencial de acumulação de metabolitos tóxicos.

O uso requer precaução em indivíduos com história de atividade convulsiva, uma vez que foi relatado um aumento na frequência das convulsões.

O uso está estabelecido em doentes pediátricos. Para adultos mais velhos (com mais de 65 anos), os dados são limitados e o medicamento deve ser utilizado com cautela.

O uso durante a gravidez é condicional e recomendado apenas se for claramente necessário. Para mães em período de amamentação, as orientações oficiais indicam que deve ser considerada a interrupção da amamentação ou do tratamento com levocarnitina.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Levicin com outros medicamentos e produtos

Esta secção descreve os padrões de interação oficialmente documentados com base na rotulagem regulamentar. Não se inclui interpretação ou aconselhamento clínico.

Âmbito das Interações

Categoria Declarações Regulamentares Oficiais
Categorias de medicamentos com interações documentadas Anticoagulantes Cumarínicos
Medicamentos específicos (se explicitamente listados) Varfarina, Acenocumarol
Base mecânica das interações (se indicada oficialmente) Potenciação farmacodinâmica; Inibição competitiva (D,L-carnitina)
Regras de interação baseadas no tempo Não existem requisitos documentados de tempo ou separação obrigatória para interações medicamento-medicamento.
Notas de interação para populações específicas Função Renal Gravemente Comprometida / DRCET em Diálise (Via Oral)
Restrições relacionadas com interações Evitar a coadministração com D,L-carnitina ou produtos que contenham o isómero D.

Classificação das Interações (Nível Geral)

Aspeto da Classificação Declaração Regulamentar Oficial
Gravidade da interação (conforme definido oficialmente) Interação clinicamente significativa que requer monitorização (Anticoagulantes Cumarínicos).
Base regulamentar Informação de Prescrição e Resumo das Características do Medicamento.
Condicionalismos de contexto (conforme definido oficialmente) Para anticoagulantes cumarínicos, é necessária a monitorização do INR após iniciar a levocarnitina ou ajustar a dose. O risco de acumulação de metabolitos aplica-se especificamente à administração oral crónica de doses elevadas em doentes com função renal gravemente comprometida.

Estrutura Resultante das Interações

Os documentos regulamentares estabelecem a estrutura de interação do produto primordialmente através da modificação farmacodinâmica documentada de anticoagulantes cumarínicos, exigindo especificamente a monitorização do INR para gerir o aumento do efeito anticoagulante. O perfil inclui também uma restrição substância-substância para prevenir a inibição competitiva por parte do isómero D da carnitina e apresenta um condicionalismo específico para certas populações, ligado à depuração de metabolitos em doentes com função renal comprometida. Estas declarações oficiais definem os procedimentos necessários e as regras de evitamento de substâncias para a administração.

Mecanismo de ação

Restauração do Transporte Mitocondrial de Ácidos Gordos

O mecanismo fundamental do Levicin consiste na sua atuação como uma molécula transportadora essencial, que restaura diretamente a função do Sistema de Lançadeira da Carnitina na membrana mitocondrial interna. Ao facilitar a transferência de ácidos gordos de cadeia longa para a matriz mitocondrial para a respetiva beta-oxidação, a molécula corrige um défice básico no fornecimento de substratos e promove uma síntese robusta de ATP em tecidos de elevada exigência.

Modulação do Fluxo de Grupos Acilo Metabólicos

O fármaco ativa um mecanismo complementar de tamponamento metabólico ao ligar-se e conjugar compostos tóxicos de acil-CoA de cadeia curta e média, que se acumulam durante estados de deficiência. Este processo preserva a reserva celular de Coenzima A livre (CoA), prevenindo a inibição de outras vias metabólicas vitais e mantendo a relação de coenzima A ao nível celular.

Dependência do Mecanismo na Saturação Tecidual

O decurso temporal do mecanismo está dependente do gradiente de concentração necessário para saturar as reservas teciduais de carnitina. A consequência fisiológica resultante é progressiva, refletindo o tempo necessário para a saturação das reservas mitocondriais de carnitina.

Informações sobre dosagem e administração

O Levicin (levocarnitina) é administrado por via oral, sob a forma de solução ou comprimido, ou através de injeção intravenosa (IV), sendo a escolha baseada na gravidade da deficiência de carnitina e no contexto clínico. A administração oral é habitualmente utilizada na terapia de substituição crónica, enquanto a via intravenosa é reservada primordialmente para crises metabólicas agudas ou para a substituição em doentes submetidos a hemodiálise.


Regimes Posológicos e Administração

A dose oral inicial padrão para a deficiência crónica em adultos começa frequentemente com 1 grama diário e pode ser ajustada lentamente com base na resposta clínica, situando-se habitualmente num intervalo de manutenção entre 1 e 3 gramas. A dose oral total diária máxima recomendada é de 3 gramas. Este valor total diário é administrado em múltiplas doses repartidas de forma equilibrada. A dosagem é baseada no peso tanto para doentes pediátricos (iniciando-se com 50 mg/kg/dia) como para o uso intravenoso agudo (50 mg/kg). Para doentes com Doença Renal Crónica em Estádio Terminal sob hemodiálise, a dose intravenosa é ajustada entre 10 a 20 mg/kg e administrada três vezes por semana, especificamente após a conclusão de cada sessão de diálise.


Condições de Utilização e Monitorização

O Levicin oral deve, preferencialmente, ser tomado durante ou imediatamente após as refeições para otimizar a tolerabilidade gastrointestinal. A solução oral pode ser diluída em alimentos líquidos ou água, devendo ser consumida lentamente. A injeção intravenosa deve ser administrada como um bolus intravenoso lento durante dois a três minutos. A utilização a longo prazo requer uma monitorização periódica das concentrações plasmáticas de carnitina para orientar os ajustes posológicos necessários ao longo do curso terapêutico. O uso oral crónico de doses elevadas é, geralmente, evitado em indivíduos com insuficiência renal grave que não estejam a realizar diálise.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação e Panorama dos Estudos sobre o Levicin

Esta secção sintetiza os tipos de investigação realizados para o Levicin (levocarnitina), com base em fontes regulamentares autoritárias e literatura científica revista por pares. O foco recai estritamente sobre o panorama da evidência: o que foi estudado, os padrões reportados e as áreas que permanecem menos claras, sem fornecer qualquer orientação clínica.


Evidência na Deficiência Sistémica de Carnitina Primária

A investigação que analisa o uso do Levicin na Deficiência Sistémica de Carnitina Primária (DSP), uma doença genética rara, baseou-se principalmente em estudos observacionais de longo prazo e em relatos de casos. Devido à gravidade desta condição, geralmente não existem ensaios clínicos aleatorizados e controlados (ECAC) de grande escala que comparem o tratamento com um placebo.

Os investigadores monitorizaram as concentrações plasmáticas de carnitina nos doentes para avaliar o cumprimento do objetivo da investigação de correção bioquímica, que envolve a elevação e estabilização dos níveis de carnitina no sangue. Os estudos acompanharam a evolução de sintomas como a fraqueza muscular e a fadiga extrema nas populações observadas. Dado que falta evidência comparativa, os resultados descrevem padrões de grupo e o curso clínico observado, mas não determinam se um indivíduo responderá de forma semelhante.

Evidência em Doentes Renais em Hemodiálise

Os doentes com Doença Renal Crónica em Estádio Terminal (DRCET) submetidos a hemodiálise são o foco de numerosos Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECAC) e de revisões sistemáticas. Os ensaios foram tipicamente realizados em intervalos de tempo de curto a médio prazo, durando frequentemente entre 3 a 6 meses.

Os investigadores analisaram de que forma os resultados relacionados com o desconforto físico, tais como a fadiga severa e as cãibras musculares, foram observados a mudar neste grupo. Mediram também alterações em parâmetros como a necessidade de tratamentos com agentes estimuladores da eritropoiese (eritropoietina) e marcadores da função cardíaca.

A investigação realça que os resultados foram mistos ao longo dos diversos ECAC. Embora alguns estudos tenham reportado padrões relacionados com a função física ou com a necessidade de tratamentos de glóbulos vermelhos, outros ensaios para os mesmos resultados não observaram padrões semelhantes. Especificamente, os dados mostram que os padrões relacionados com os resultados cardiovasculares, tais como a função cardíaca, são inconsistentes em todo o panorama da evidência.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Levicin (FAQ)


P: Com que rapidez é que o Levicin começa a fazer efeito após a primeira dose?

De acordo com as informações oficiais do produto, o efeito do Levicin envolve um processo progressivo no organismo. O seu mecanismo requer tempo para que a substância se acumule totalmente, ou sature, nos reservatórios de carnitina dos tecidos. Observa-se que as alterações fisiológicas ocorrem de forma gradual ao longo do curso terapêutico, em vez de serem imediatas.


P: O Levicin é considerado seguro para utilização a longo prazo?

A rotulagem regulamentar para condições crónicas indica a necessidade de uma monitorização periódica para orientar o tratamento ao longo do tempo. Isto envolve habitualmente a verificação das concentrações plasmáticas de carnitina durante a terapia. As notas de segurança oficiais destacam um condicionalismo específico: o uso oral prolongado em doses elevadas não é recomendado, por precaução, para indivíduos com função renal gravemente comprometida que não estejam a realizar diálise.


P: Porque é que algumas pessoas relatam sentir cansaço após tomar Levicin?

Os documentos regulamentares oficiais listam certos sintomas entre os efeitos adversos relatados. Estes relatórios podem por vezes incluir sintomas gerais como a astenia — que é o termo médico para fraqueza ou falta de energia — ou fadiga.


P: O Levicin tem efeitos secundários graves, embora raros, conhecidos?

Os documentos oficiais classificam reações adversas graves, tais como convulsões e reações de hipersensibilidade grave (como a anafilaxia), com base na sua frequência. Estes eventos graves são frequentemente colocados sob classificações de frequência específicas, como "raros" ou "infrequentes", no resumo regulamentar.


P: Existem alimentos ou bebidas específicos que bloqueiem a absorção do Levicin?

Os documentos oficiais aconselham a toma da solução oral ou do comprimido durante ou imediatamente após as refeições. Este momento é sugerido para otimizar a tolerância do fármaco pelo sistema digestivo. No entanto, a informação regulamentar não lista especificamente alimentos ou bebidas que sejam conhecidos por bloquear a absorção.


P: Existem exames obrigatórios que precise de fazer antes de iniciar o Levicin?

O rótulo oficial indica que a terapia é iniciada após uma avaliação clínica e bioquímica. A gestão do tratamento requer a confirmação da deficiência de carnitina, o que envolve a medição das concentrações plasmáticas de carnitina. Esta avaliação inicial ajuda a determinar o uso apropriado do medicamento.


P: Se tiver antecedentes de convulsões, posso utilizar o Levicin?

Os documentos regulamentares incluem um aviso específico relativo a doentes com perturbações convulsivas pré-existentes. A informação de segurança oficial indica que estas indivíduos podem registar um aumento na frequência ou gravidade das suas convulsões após o início do tratamento ou ajuste da dose.


P: O que dizem os rótulos oficiais sobre a segurança a longo prazo do Levicin?

O rótulo regulamentar define condicionalismos de segurança específicos relacionados com o uso prolongado. Isto inclui um aviso sobre o risco de acumulação de metabolitos tóxicos quando o fármaco é tomado cronicamente em doses orais elevadas por doentes com função renal gravemente comprometida que não fazem diálise.


P: O Levicin é um tipo de antibiótico ou outra coisa?

O Levicin (levocarnitina) não é classificado como um antibiótico. É um derivado de um aminoácido de ocorrência natural que desempenha um papel vital no metabolismo. Funciona como uma molécula transportadora essencial que apoia a transferência de ácidos gordos para as estruturas produtoras de energia das células.


P: Se me esquecer de uma dose de Levicin, o tratamento continuará a ser eficaz?

A informação oficial ao doente fornece diretrizes específicas sobre como proceder em caso de esquecimento de uma dose durante a terapia crónica. Estas orientações explicam quando tomar a dose esquecida e quando deve saltá-la para evitar tomar duas doses em intervalos demasiado curtos.


P: O Levicin pode causar problemas de sono?

Os documentos regulamentares oficiais listam por vezes a insónia como uma reação adversa associada ao medicamento. Insónia é o termo médico utilizado para descrever a dificuldade em adormecer ou em permanecer a dormir.


P: O que acontece se consumir álcool enquanto estiver a tomar Levicin?

Os documentos oficiais de interações focam-se em interações medicamento-medicamento e substância-substância documentadas. Estes documentos não obrigam especificamente ao evitamento de álcool nem fornecem um aviso específico sobre a coadministração de álcool com o Levicin.


P: O Levicin pode afetar a fertilidade ou os planos para ter um bebé?

Os documentos oficiais fornecem informações específicas sobre o uso do fármaco em populações grávidas e lactantes. Esta informação resume estudos de toxicidade reprodutiva não clínicos e clínicos e discute os potenciais efeitos na fertilidade com base nos dados disponíveis.


P: Quanto tempo é que o Levicin permanece no organismo após a última dose?

O tempo que o Levicin (levocarnitina) permanece no corpo está descrito na secção de farmacologia clínica dos documentos regulamentares. A sua taxa de eliminação, ou semivida de eliminação terminal, é reportada num intervalo aproximado de 17 a 24 horas.


P: O Levicin pode fazer-me sentir tonto ou ter dificuldade de concentração?

Os documentos regulamentares oficiais listam efeitos adversos no sistema nervoso central. Estes relatórios documentados podem incluir sintomas temporários, como tonturas ou vertigens, em alguns doentes.


P: Se tomar acidentalmente demasiado Levicin, o que devo esperar?

Os documentos regulamentares oficiais descrevem os sintomas observados em caso de sobredosagem acidental, que são geralmente uma amplificação dos sintomas gastrointestinais comuns. Estes documentos indicam que qualquer suspeita de sobredosagem requer atenção médica adequada.


P: O Levicin pode causar alterações no meu humor ou comportamento?

Os documentos regulamentares oficiais listam efeitos adversos sob as Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo perturbações psiquiátricas. Estes relatórios documentados podem incluir sintomas relacionados com o humor, como depressão ou ansiedade, em alguns doentes.


P: É seguro tomar Levicin durante a amamentação?

Os documentos regulamentares oficiais incluem uma secção sobre a lactação. Esta secção indica se a substância é excretada no leite humano e fornece informações sobre os riscos potenciais para a criança amamentada com base nos dados disponíveis.


P: O comprimido de Levicin pode ser esmagado ou partido se for demasiado grande?

O folheto informativo e as instruções de administração especificam o método correto para consumir a formulação em comprimido, incluindo detalhes sobre se o comprimido deve ser deglutido inteiro ou se pode ser alterado.


P: Qual é o prazo de validade do Levicin após a abertura do frasco?

As informações oficiais de armazenamento e manuseamento definem as condições adequadas para o produto após a abertura do seu recipiente imediato pela primeira vez. Isto inclui especificar a estabilidade em uso ou o prazo de validade para a solução oral ou outras formulações.

Como Levicin deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Eliminação do Levicin (Levocarnitina)

Os documentos regulamentares oficiais especificam as condições obrigatórias para o armazenamento e a eliminação do Levicin em todas as suas formulações.

Requisitos de Armazenamento

O Levicin deve ser conservado a uma Temperatura Ambiente Controlada, entre os 20 °C e os 25 °C. É essencial proteger o produto do congelamento e evitar o calor excessivo. Os frascos-ampola injetáveis devem ser mantidos na sua cartonagem original até ao momento da utilização para serem protegidos da luz. Além disso, todos os medicamentos devem ser armazenados fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

Qualquer porção não utilizada de um frasco-ampola injetável aberto deve ser eliminada imediatamente. O Levicin fora de validade ou não utilizado deve ser eliminado através de um programa de retoma de medicamentos ou de um centro de recolha autorizado. Se estes não estiverem disponíveis, misture o medicamento com uma substância indesejável (por exemplo, terra) num recipiente selado antes de o colocar no lixo doméstico. O medicamento não deve ser deitado na sanita nem nos esgotos, uma vez que não consta na lista de fármacos autorizados para esse método de eliminação.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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