Lesterol

Links rápidos para seções importantes

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lesterol

Que Tipo de Medicamento é o Lesterol?

O Lesterol é um medicamento sujeito a receita médica, formulado para administração por via oral, cuja substância ativa é a fluvastatina sódica. É classificado como uma estatina, pertencendo à classe farmacológica conhecida como inibidores da HMG-CoA redutase. Esta classificação identifica o fármaco como um agente antilipémico, concebido para controlar e melhorar níveis elevados de gorduras no sangue.

A fluvastatina possui uma distinção estrutural por ter sido a primeira estatina totalmente sintética a ser introduzida no mercado. Esta origem sintética confere à fluvastatina uma estrutura química e uma via metabólica específicas, o que é clinicamente reconhecido por contribuir para um risco potencialmente menor de interações medicamentosas, comparativamente a algumas estatinas que são metabolizadas predominantemente pela via CYP3A4. O medicamento está disponível sob a forma de cápsulas de libertação imediata e comprimidos de libertação prolongada.


Qual é o Objetivo Geral do Lesterol?

O objetivo geral do Lesterol é reduzir os níveis de colesterol nocivo através do bloqueio específico da enzima chave no fígado responsável pela produção de colesterol. Esta ação envolve a inibição competitiva da enzima HMG-CoA redutase. Ao limitar a síntese de colesterol no fígado, o fármaco aumenta indiretamente a capacidade do organismo em eliminar partículas de gordura já existentes na circulação sanguínea.

Este processo resulta numa redução significativa do colesterol de lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C), frequentemente designado como "colesterol mau". A sua função principal é promover um equilíbrio lipídico sanguíneo mais saudável, o qual é crucial para a manutenção do bem-estar arterial.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lesterol?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Tal como acontece com todos os medicamentos, o Lesterol pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A monitorização da sua resposta ao tratamento é essencial para garantir a segurança e a eficácia do protocolo terapêutico.

Efeitos Secundários Comuns

Os efeitos secundários mais frequentemente comunicados são geralmente de natureza ligeira e transitória. Estes podem incluir distúrbios gastrointestinais, tais como obstipação, flatulência, náuseas, dor abdominal ou diarreia. Algumas pessoas podem também experienciar dores de cabeça ou tonturas, especialmente durante as fases iniciais do tratamento.

Efeitos Musculares e Hepáticos

É importante prestar atenção a quaisquer sintomas musculares inexplicáveis. Deve contactar o seu médico assistente se sentir dor, sensibilidade ou fraqueza muscular sem causa aparente. Em casos raros, podem ocorrer problemas musculares mais graves.

Adicionalmente, este medicamento pode influenciar a função hepática. O seu médico poderá solicitar análises ao sangue regulares para monitorizar os níveis das enzimas hepáticas antes e durante o tratamento, garantindo que o fígado está a funcionar corretamente.

Precauções e Contraindicações

O Lesterol não deve ser utilizado por mulheres grávidas, que pretendam engravidar ou que estejam a amamentar. Se ocorrer uma gravidez durante o tratamento, a administração deve ser interrompida imediatamente e um profissional de saúde deve ser consultado.

O uso deste medicamento deve ser feito com precaução em doentes com historial de doença hepática ou que consomem quantidades significativas de álcool. É fundamental informar o seu médico sobre todos os outros medicamentos, suplementos ou produtos naturais que esteja a tomar, de modo a evitar interações medicamentosas que possam comprometer a sua segurança.

Reações Alérgicas

Embora raras, podem ocorrer reações de hipersensibilidade. Procure assistência médica imediata se desenvolver sinais de uma reação alérgica grave, tais como inchaço da face, língua ou garganta, dificuldade em respirar ou erupções cutâneas intensas.

A lista de efeitos secundários aqui apresentada não é exaustiva. Para informações detalhadas e específicas sobre o seu perfil de saúde, consulte sempre o folheto informativo que acompanha a embalagem e siga as orientações do seu profissional de saúde.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Esta secção descreve as manifestações de sobredosagem e os procedimentos de emergência documentados para o Lesterol (fluvastatina), com base na informação regulamentar oficial.


Extensão da Sobredosagem

A sobredosagem com Lesterol caracteriza-se essencialmente pelo risco de toxicidades graves relacionadas com o fármaco. As apresentações documentadas incluem a elevação dos níveis de creatina quinase (CK) sérica e valores elevados de transaminases hepáticas (enzimas do fígado). O perfil regulamentar indica um risco para o sistema musculoesquelético (rabdomiólise), o sistema hepático (insuficiência hepática) e o sistema renal (lesão renal aguda).

Os fatores de risco para o principal desfecho grave, a rabdomiólise, incluem idade igual ou superior a 65 anos e a existência prévia de insuficiência renal.


Resposta de Emergência e Gestão

Quando é necessária ajuda médica imediata: É necessária atenção médica urgente se ocorrerem sinais clínicos de toxicidade, tais como dor, sensibilidade ou fraqueza muscular inexplicável, particularmente quando acompanhadas de mal-estar geral ou febre. Se houver suspeita de sobredosagem, a orientação oficial é contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou dirigir-se ao serviço de urgência mais próximo.

Gestão da sobredosagem descrita oficialmente: Não é conhecido ou não se encontra disponível qualquer antídoto específico para a sobredosagem com fluvastatina. O tratamento é estritamente definido como sintomático e de suporte. A gestão da sobredosagem requer a monitorização dos níveis de creatina quinase (CK) sérica e testes de função hepática para acompanhar potenciais danos sistémicos.


Ligação ao perfil global de sobredosagem

Os documentos regulamentares definem o perfil de sobredosagem do Lesterol pelo potencial de toxicidades sistémicas graves. Esta gravidade dita a obrigatoriedade imediata de procurar assistência médica perante o início de sintomas indicativos de danos musculares, a par de um tratamento de suporte e monitorização laboratorial contínua, devido à inexistência de um antídoto disponível.

Usos terapêuticos de Lesterol

O que o Lesterol trata: principais utilizações e benefícios

O Lesterol (fluvastatina) é comummente utilizado na gestão a longo prazo do risco cardiovascular e de distúrbios lipídicos. O medicamento é geralmente aplicado como complemento à dieta quando a resposta a medidas de estilo de vida é inadequada, visando condições caracterizadas por sinais relacionados com o desequilíbrio sistémico de gorduras no sangue.


Indicações Terapêuticas Primárias e Benefícios

O Lesterol é aplicado na abordagem da hipercolesterolemia primária e da dislipidemia mista em adultos, e na condição hereditária de Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica (HeFH) em grupos específicos de adolescentes. O medicamento ajuda a tratar estes conjuntos de indicadores de valores laboratoriais anormais e contribui para atenuar a carga sintomática global, ao apoiar um perfil lipídico sanguíneo mais saudável.

O medicamento é aplicado na abordagem da prevenção primária e secundária de doentes com Doença Coronária ou em risco de a desenvolver. A sua utilização é considerada relevante para abrandar a progressão da aterosclerose (acumulação de placa) e contribui para aliviar o peso sistémico crónico associado ao colesterol elevado. A utilização a longo prazo pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional ao apoiar o bem-estar geral durante estas fases sintomáticas crónicas.


Facto Rápido: Alívio de Valores Laboratoriais Patológicos

O Lesterol é aplicado na abordagem dos principais marcadores patológicos de LDL-C (colesterol de lipoproteína de baixa densidade) e triglicéridos elevados, enquanto contribui para o suporte de níveis benéficos de HDL-C.

Critérios de utilização e restrições

O perfil oficial de elegibilidade do Lesterol é rigorosamente definido pelos documentos regulamentares, estabelecendo proibições absolutas e restrições específicas baseadas na idade e no estado clínico.

Contraindicações Absolutas

O Lesterol não deve ser utilizado por doentes com doença hepática ativa ou com elevações persistentes e inexplicáveis das enzimas hepáticas. O medicamento está também explicitamente contraindicado para mulheres grávidas ou que possam vir a engravidar e para mulheres a amamentar (lactação). O uso é igualmente proibido em doentes com hipersensibilidade conhecida à fluvastatina.


Regras de Elegibilidade por Grupo Etário

Grupo Etário Estado de Elegibilidade Limitação/Restrição Oficial
Adultos Elegível (Utilização Padrão) Aprovado para hiperlipidemia primária e condições relacionadas.
Adolescentes (10–16 anos) Elegível (Utilização Condicional) Aprovado apenas para Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica (HeFH).
Crianças (<10 anos) Utilização Não Estabelecida A segurança e a eficácia não foram estabelecidas.

Utilização Condicional e Restrições

Populações específicas requerem precaução. O uso é limitado em casos de insuficiência renal grave, particularmente em doses mais elevadas, sendo aconselhada a interrupção temporária durante eventos médicos agudos graves (por exemplo, cirurgia de grande porte, septicémia). Além disso, a idade avançada (≥65 anos) e condições como o hipotiroidismo não controlado são listadas como fatores de risco que requerem monitorização específica.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Lesterol (fluvastatina) apresenta padrões de interação documentados que levam a limitações farmacocinéticas ou farmacodinâmicas descritas na informação aprovada do medicamento.

A administração concomitante com ácido fusídico por via sistémica é uma combinação formalmente restrita devido ao risco estabelecido de toxicidade muscular grave (rabdomiólise). A combinação com genfibrozil deve também ser evitada. Além disso, o uso com outros fibratos, doses de niacina (iguais ou superiores a 1 g/dia) que modificam os níveis lipídicos ou colchicina é classificado como um fator que aumenta o risco farmacodinâmico de miopatia.

Inibidores metabólicos específicos, tais como o fluconazol e a ciclosporina, estão documentados como substâncias que aumentam a exposição plasmática da fluvastatina devido à inibição da via metabólica principal CYP2C9. Esta interação farmacocinética exige uma limitação formal da dose de fluvastatina quando estes medicamentos são administrados em conjunto. A informação do medicamento requer também uma monitorização específica para doentes que tomem varfarina, gliburida ou fenitoína, uma vez que foi demonstrado que a fluvastatina aumenta os níveis plasmáticos destes fármacos coadministrados.

Existe uma regra obrigatória quanto ao intervalo de tempo para as resinas fixadoras de ácidos biliares (por exemplo, a colestiramina), que exige que o Lesterol seja administrado pelo menos quatro horas após a dose da resina, de modo a prevenir a ligação e a redução da absorção. Adicionalmente, a idade avançada (igual ou superior a 65 anos) e a insuficiência renal são fatores documentados que aumentam a suscetibilidade do doente à miopatia, acentuando assim as consequências destas interações farmacodinâmicas.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Lesterol é impulsionado principalmente por interações moleculares altamente específicas que influenciam componentes fundamentais das vias de sinalização lipídica e vascular. O composto é relativamente hidrofílico, o que faz com que o seu mecanismo se concentre predominantemente no tecido hepático, local onde a sua ação é essencialmente exercida.

O Lesterol modula o metabolismo dos lípidos atuando como um inibidor competitivo da enzima HMG-CoA redutase nas células do fígado. Este bloqueio molecular suprime diretamente a via do mevalonato, o que, por sua vez, leva o fígado a aumentar a expressão de recetores de LDL na sua superfície. Este efeito em cascata reforça a capacidade do fígado para extrair e remover as partículas de LDL-C (colesterol de lipoproteínas de baixa densidade) da corrente sanguínea, alterando assim a concentração sistémica de lípidos em circulação.

Um mecanismo secundário, de natureza pleiotrópica, envolve o efeito do fármaco na sinalização celular dentro das paredes dos vasos sanguíneos. Ao limitar a produção de isoprenoides, o Lesterol modula indiretamente a atividade de reguladores celulares chave, tais como as proteínas de ligação ao GTP. Este processo apoia o aumento da biodisponibilidade do Óxido Nítrico (NO), um mediador que influencia a integridade e o funcionamento do endotélio vascular.

Informações sobre dosagem e administração

Guia de Instruções: Como utilizar o Lesterol — Diretrizes Oficiais de Administração

Este guia sistematiza os procedimentos oficiais de administração para a fluvastatina sódica (Lesterol), baseando-se estritamente em documentos regulamentares governamentais.

Âmbito da Administração

Entidade de Instrução Detalhe (Baseado em Informação Regulamentar)
Via de administração Exclusivamente via oral.
Esquema posológico A dose diária total varia entre 20 mg e 80 mg. A dose diária máxima recomendada é de 80 mg.
Relação com as refeições Pode ser tomado com ou sem alimentos.
Requisitos de preparação As formas farmacêuticas são tomadas intactas. As cápsulas de libertação imediata não devem ser abertas e os comprimidos de libertação prolongada não devem ser esmagados, partidos ou mastigados.
Regras por grupo etário Pediatria (HeFH, 10–16 anos): A terapêutica é iniciada com uma cápsula de 20 mg uma vez ao dia, sendo a dose máxima de 80 mg diários.
Regras para doses esquecidas Se uma dose for esquecida e tiverem decorrido mais de 12 horas sobre a hora agendada, a instrução oficial é omitir a dose esquecida e retomar o esquema regular. Não se deve duplicar a dose.
Condições procedimentais especiais A dosagem pode ser limitada a 20 mg diários quando coadministrada com outros medicamentos específicos, conforme detalhado no resumo das características do medicamento.

Classificações da Instrução (Nível Superior)

Classificação Detalhe
Tipo de método de administração Via Oral (Ingestão de formas farmacêuticas sólidas intactas).
Padrão de frequência Diário (uma ou duas vezes ao dia, dependendo da dose e da forma).
Base regulamentar Organismos reguladores de saúde (Os esquemas são consistentes entre as principais autoridades).
Restrições de contexto de uso Terapêutica de longo prazo, com ajustes posológicos habitualmente avaliados após um mínimo de quatro semanas de utilização.

Estrutura Procedural Resultante

Sequência oficial de etapas:

  • Determinar a dose inicial e a forma aprovadas (cápsula de libertação imediata ou comprimido de libertação prolongada).
  • Agendar a toma (cápsulas frequentemente à noite; comprimidos de libertação prolongada a qualquer hora) com ou sem alimentos.
  • Deglutir a forma farmacêutica especificada inteira, garantindo que não é partida nem aberta.
  • Manter o regime diário, não realizando ajustes até que o intervalo de avaliação de quatro semanas seja atingido.

Ligação ao protocolo global de utilização:

As instruções oficiais estabelecem o Lesterol como um medicamento de administração oral e de longo prazo altamente padronizado, com intervalos posológicos e padrões de frequência claramente definidos. O protocolo dita que a forma farmacêutica deve permanecer intacta durante a ingestão e especifica regras procedimentais precisas para a gestão de uma dose esquecida, sendo que todos estes fatores são independentes do horário das refeições.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Lesterol

O Lesterol (fluvastatina) foi estudado em investigação dedicada a explorar níveis elevados de gorduras no sangue e riscos cardiovasculares associados. Compreender a investigação significa analisar os tipos específicos de estudos realizados, o que mediram e quais os aspetos que ainda não foram totalmente caracterizados. A evidência descrita abaixo deriva de registos regulamentares e de literatura científica independente.


Evidência para a Gestão de Lípidos Elevados no Sangue (Hipercolesterolemia e Dislipidemia)

A investigação sobre as aplicações do Lesterol relacionadas com os lípidos envolveu inúmeros ensaios clínicos aleatorizados e controlados (EAC) de curta duração. Estes estudos foram utilizados na investigação que examina a forma como os biomarcadores medidos se alteram ao longo do tempo. Os investigadores conceberam estes ensaios para medir mudanças em partículas de gordura essenciais, tais como o LDL-C ('mau colesterol') e os triglicéridos, comparando doentes a tomar Lesterol com doentes a tomar uma substância inativa. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos onde as alterações mensuráveis nos marcadores lipídicos mostram padrões relacionados com a quantidade de Lesterol administrada. A duração do seguimento foi limitada em muitos dos principais ensaios de eficácia, o que significa que a durabilidade a longo prazo das alterações medidas nos estudos ao longo de muitos anos não está totalmente estabelecida.


Evidência para a Prevenção de Eventos Cardiovasculares

O Lesterol foi avaliado em contextos de investigação de longa duração para explorar resultados que vão além das simples medições de lípidos no sangue. Esta base de evidência inclui ensaios clínicos de grande escala concebidos para avaliar a associação do medicamento com as taxas de eventos clínicos em doentes de alto risco ao longo de vários anos. A investigação examinou resultados que descrevem alterações episódicas ou agudas, como enfartes do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC), bem como a necessidade de procedimentos adicionais. A investigação descreve os padrões destes eventos clínicos major ao longo do tempo nas populações observadas. A base de evidência global inclui o contexto de estudos sobre o grupo farmacológico mais alargado das estatinas, sendo que os dados dedicados de morbilidade e mortalidade a longo prazo para este fármaco isolado ainda estão a emergir.


Evidência em Grupos Específicos de Doentes

O Lesterol foi avaliado em investigação focada em certas populações, especificamente para a condição hereditária Hipercolesterolemia Familiar Heterozigótica (HeFH) em crianças e adolescentes. Ensaios clínicos controlados examinaram as alterações medidas nos biomarcadores lipídicos nestes doentes mais jovens e monitorizaram o crescimento e a maturação sexual dos participantes para acompanhar a influência da medicação no desenvolvimento. Os resultados descrevem padrões de grupo e não resultados individuais.

Investigação sobre o Seguimento de Longa Duração

O impacto cardiovascular a longo prazo resultante do início do tratamento na adolescência, incluindo resultados para além dos níveis de lípidos, não está totalmente caracterizado. Além disso, a investigação comparativa em ensaios diretos (head-to-head) contra estatinas mais recentes não foi o foco central da base de evidência regulamentar inicial.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lesterol (FAQ)


P: Porque é que os médicos podem prescrever Lesterol em vez de outras opções?

R: A documentação regulamentar descreve o Lesterol como a primeira estatina inteiramente sintética. A informação oficial sugere que esta estrutura contribui para que o seu metabolismo ocorra principalmente através da via CYP2C9. Esta rota metabólica é assinalada como podendo resultar num menor risco de interações em comparação com outras estatinas que são processadas essencialmente pela via CYP3A4.

P: Qual é a principal diferença entre o Lesterol e medicamentos semelhantes?

R: Os documentos oficiais descrevem o Lesterol como a primeira estatina sintética. O seu metabolismo é assinalado como ocorrendo principalmente através da enzima CYP2C9. Esta distinção na via metabólica pode diferenciar o seu perfil de interações face a outros medicamentos semelhantes que dependem sobretudo da enzima CYP3A4.

P: O Lesterol causa aumento ou perda de peso?

R: Os documentos regulamentares oficiais classificam as reações adversas comuns e frequentes com base em estudos clínicos. O aumento de peso ou a perda de peso não constam da lista de reações adversas comunicadas de forma comum ou frequente na informação oficial do produto Lesterol.

P: Preciso de alterar a minha dieta enquanto tomo Lesterol?

R: O tratamento para níveis elevados de lípidos no sangue é geralmente descrito na informação oficial ao doente como envolvendo tanto a medicação como as medidas dietéticas necessárias. As instruções oficiais abordam o intervalo de tempo da toma de Lesterol em relação a certas substâncias coadministradas, tais como as resinas sequestradoras de ácidos biliares.

P: É seguro tomar Lesterol se consumir álcool ocasionalmente?

R: Os documentos regulamentares identificam a doença hepática ativa como uma condição que impossibilita o uso de Lesterol. Além disso, a informação oficial do produto identifica o consumo de quantidades substanciais de álcool como um fator de risco para efeitos relacionados com o fígado.

P: O Lesterol pode ser tomado com medicamentos para a pressão arterial?

R: A informação oficial aborda a monitorização de doentes que tomam determinados medicamentos em simultâneo devido ao potencial de interações. Os documentos regulamentares classificam as potenciais interações do Lesterol com base em vias metabólicas específicas ou riscos farmacodinâmicos.

P: Porque é que algumas pessoas dizem que o Lesterol causa dores musculares?

R: Os documentos oficiais de segurança listam a dor muscular ligeira (mialgia) como uma reação adversa Comum. Reações adversas mais raras, mas graves, como a degradação muscular severa (rabdomiólise), também estão documentadas no perfil de segurança do medicamento.

P: O que acontece se parar de tomar Lesterol subitamente?

R: Os documentos oficiais definem o Lesterol como uma terapêutica oral de longa duração. Referem que os ajustes de dosagem são tipicamente avaliados após um mínimo de quatro semanas de utilização, indicando que o tratamento se destina a ser contínuo e não deve ser alterado sem orientação profissional.

P: Quanto tempo demora o Lesterol a mostrar efeito?

R: Os estudos e a evidência científica descritos nos documentos regulamentares focam-se em alterações mensuráveis nos lípidos do sangue. A informação oficial indica que o efeito máximo de redução lipídica do Lesterol é tipicamente observado num período de quatro a seis semanas após o início da terapêutica.

P: É normal sentir cansaço ao começar a tomar Lesterol?

R: Os documentos oficiais de segurança listam a fadiga como uma reação adversa Comum para o Lesterol. Os documentos regulamentares classificam-na como uma reação adversa Comum, o que indica tratar-se de um efeito frequentemente comunicado entre as pessoas estudadas.

P: O Lesterol pode afetar o horário de sono?

R: O perfil de segurança regulamentar para o Lesterol lista a insónia (dificuldade em dormir) como uma reação adversa Comum. Isto indica que alguns doentes comunicaram dificuldades com o sono enquanto tomavam o medicamento.

P: Existem suplementos que não devam ser tomados com Lesterol?

R: Os documentos regulamentares mencionam explicitamente um risco acrescido de miopatia quando o Lesterol é coadministrado com substâncias em doses elevadas. Estas incluem doses de niacina que modificam os lípidos (iguais ou superiores a 1 grama por dia) e a colchicina.

P: O Lesterol é adequado para idosos?

R: Os documentos oficiais listam a idade avançada (65 anos ou mais) como um fator que pode aumentar a suscetibilidade de um doente a reações adversas relacionadas com os músculos. Por conseguinte, as diretrizes regulamentares descrevem a necessidade de monitorização específica quando o Lesterol é utilizado por esta população.

P: O Lesterol exige análises ao sangue regulares?

R: As diretrizes de segurança regulamentares para o Lesterol descrevem a necessidade de monitorização devido ao potencial de elevações das enzimas hepáticas. A informação oficial especifica que as enzimas hepáticas são medidas no início do tratamento e depois periodicamente, ou quando são observados sinais ou sintomas de lesão hepática.

Como Lesterol deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação do Lesterol (fluvastatina) devem seguir rigorosamente a documentação regulamentar para manter a estabilidade e a segurança do produto. Os requisitos oficiais de conservação baseiam-se na manutenção do produto a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida entre os 20°C e os 25°C. O produto deve ser protegido do congelamento e resguardado da luz e da humidade excessiva; devem evitar-se locais de armazenamento como a casa de banho.

Regras de Armazenamento e Manuseamento

O medicamento deve ser mantido na sua embalagem original, bem fechada e resistente à luz. Em conformidade com as normas de segurança, o Lesterol deve ser mantido fora do alcance das crianças, com a orientação oficial a aconselhar o armazenamento num local fechado à chave.

Requisitos de Eliminação

Os medicamentos fora de prazo ou desnecessários não devem ser guardados. A eliminação deve ser feita de acordo com os regulamentos locais, regionais, nacionais e internacionais. O produto não deve ser eliminado através de águas de superfície ou do sistema de esgotos sanitários; os medicamentos não utilizados devem ser eliminados através de programas de recolha específicos ou seguindo protocolos de eliminação de resíduos domésticos que não envolvam o despejo em sistemas de água.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Lesterol encontrado em:

ÍNDICE A-Z: