Ленвима

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Ленвима

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ленвима

Factos Rápidos

Atributo Detalhe
Nome Genérico Lenvatinib
Classe Farmacológica Inibidor da quinase
Administração Cápsula oral
Alvos VEGFR1-3, FGFR1-4, PDGFRalfa, KIT, RET

Lenvima é o nome comercial do medicamento de receita médica lenvatinib, um fármaco antineoplásico oral classificado como um inibidor multialvo da tirosina quinase do recetor (RTK).

Mecanismo de Ação

O lenvatinib atua bloqueando a atividade de várias vias de sinalização proteica — especificamente as tirosina quinases — que desempenham um papel crucial no desenvolvimento de novos vasos sanguíneos que alimentam os tumores (angiogénese) e na proliferação de células cancerígenas. Ao inibir estas proteínas, o medicamento ajuda a atrasar o crescimento e a disseminação do tumor.

Os principais recetores visados pelo lenvatinib incluem os Recetores do Fator de Crescimento Endotelial Vascular (VEGFR1, VEGFR2 e VEGFR3) e os Recetores do Fator de Crescimento de Fibroblastos (FGFR1, FGFR2, FGFR3 e FGFR4). Também inibe outras quinases, tais como o PDGFRalfa (Recetor alfa do Fator de Crescimento Derivado das Plaquetas), o KIT e o RET.

Utilizações Aprovadas

O Lenvima está aprovado como tratamento para vários tipos de cancros avançados. É utilizado isoladamente ou em combinação com outras terapias para:

  • Carcinoma Diferenciado da Tiroide (CDT): Para doentes com CDT localmente recorrente ou metastático, progressivo e refratário ao iodo radioativo.
  • Carcinoma Hepatocelular (CHC): Para o tratamento de primeira linha do CHC não ressecável.
  • Carcinoma de Células Renais (CCR): Em combinação com o pembrolizumab como tratamento de primeira linha, ou em combinação com o everolimus após uma terapia antiangiogénica prévia.
  • Carcinoma do Endométrio (CE): Em combinação com o pembrolizumab para determinados casos avançados ou recorrentes.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ленвима?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Tal como todos os medicamentos, este fármaco pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. É fundamental monitorizar cuidadosamente qualquer alteração no estado de saúde durante o tratamento e comunicar imediatamente ao médico assistente.

Efeitos secundários graves

Alguns efeitos secundários podem ser graves e requerem atenção médica imediata. Estes incluem sinais de problemas hepáticos, como o amarelecimento da pele ou dos olhos (icterícia) e urina escura. Podem ocorrer problemas renais, manifestados por alterações na frequência urinária ou inchaço nos tornozelos e pés.

Complicações cardiovasculares, como dor no peito, falta de ar ou sinais de um acidente vascular cerebral (fraqueza súbita ou dormência num dos lados do corpo), devem ser reportadas de urgência. Ocorreram também casos de perfuração gastrointestinal ou fístulas, que podem causar dor abdominal intensa.

Efeitos secundários muito frequentes

Os efeitos mais comummente reportados pelos doentes incluem:

  • Hipertensão arterial (pressão alta)
  • Diarreia, náuseas e vómitos
  • Diminuição do apetite e perda de peso
  • Fadiga e cansaço extremo
  • Dores nas articulações ou nos músculos
  • Rouquidão ou alterações na voz
  • Síndrome de eritrodisestesia palmo-plantar (inchaço, vermelhidão e dor nas palmas das mãos e solas dos pés)
  • Presença de proteínas na urina

Monitorização e Gestão

O médico irá solicitar análises ao sangue regulares para verificar a função da tiróide, do fígado e dos rins, bem como os níveis de eletrólitos no sangue. A pressão arterial deve ser controlada regularmente antes e durante o tratamento. Em caso de efeitos secundários graves ou persistentes, o profissional de saúde poderá decidir ajustar a dose, interromper temporariamente o tratamento ou descontinuar o medicamento de forma definitiva.

Precauções Adicionais

Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez, uma vez que pode causar danos graves ao feto. As mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e por algum tempo após a última dose. A amamentação deve ser interrompida durante o tratamento. Antes de iniciar a terapia, informe o seu médico sobre todo o seu historial clínico, especialmente se tiver antecedentes de problemas cardíacos, coágulos sanguíneos ou cirurgias recentes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda: Lenvima (lenvatinib)

O perfil regulamentar oficial para a sobredosagem com lenvatinib foca-se nas manifestações clínicas documentadas e no potencial de resultados sistémicos graves observados em casos de elevada exposição. A experiência inclui doses únicas acidentais até 48 mg, bem como administrações únicas de 6 a 10 vezes a dose diária recomendada.

As manifestações de sobredosagem são, geralmente, um agravamento das reações adversas conhecidas. Estes achados clínicos e fisiológicos observados em doses elevadas incluem hipertensão, proteinúria (presença de proteínas na urina), náuseas, diarreia, fadiga, estomatite e dores de cabeça.


Resultados Graves e Medidas de Emergência

A sobredosagem que envolva administrações únicas que excedam significativamente o intervalo terapêutico tem sido associada a resultados graves ou potencialmente fatais, especificamente insuficiência renal e insuficiência cardíaca. Este risco dita a resposta de emergência necessária.

Na eventualidade de suspeita de sobredosagem, a terapêutica com lenvatinib deve ser interrompida imediatamente. A documentação oficial indica que não se conhece nenhum antídoto específico para a sobredosagem com lenvatinib. Devem ser prestados cuidados de suporte adequados, conforme necessário, para gerir as manifestações clínicas e abordar o potencial de complicações sistémicas graves.

É necessária assistência médica urgente quando ocorre qualquer sintoma grave ou potencialmente fatal, em conformidade com o risco documentado de insuficiência cardíaca e renal.

Usos terapêuticos de Ленвима

O que o Lenvima trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Lenvima (lenvatinib) é uma terapia sistémica geralmente aplicada para abordar a progressão e a disseminação de neoplasias malignas caracterizadas por crescimento ou progressão significativos, podendo fazer parte da gestão sintomática em cenários oncológicos complexos. A aplicação terapêutica deste medicamento é considerada relevante para quatro tipos principais de cancro, incluindo o Carcinoma Diferenciado da Tiroide (CDT) refratário ao iodo radioativo, o Carcinoma Hepatocelular (CHC) não ressecável e o Carcinoma de Células Renais (CCR) ou Carcinoma do Endométrio (CE) avançados, em regimes de combinação. Este medicamento é considerado pertinente quando o tratamento de suporte é adequado para condições marcadas por um elevado stress fisiológico.

Esta abordagem terapêutica desempenha um papel na gestão da progressão da doença caracterizada por uma atividade fisiológica aumentada e é aplicada no combate à disseminação sistémica de células tumorais. É habitualmente utilizado quando a gestão sintomática de suporte é apropriada após as terapias padrão terem falhado no controlo do cancro, ou quando a cirurgia não é uma opção. Para o doente, isto ajuda a apoiar o controlo sistémico sobre a doença e contribui para a gestão dos sintomas relacionados com o tamanho e o crescimento do tumor.

“A terapia com Lenvima pode auxiliar na gestão da resposta antitumoral e apoia a estabilidade funcional durante episódios difíceis.”


Facto Rápido: Apoio para Sintomas Relacionados com o Desequilíbrio Sistémico

Atributo Detalhe
Tipo de Sintomas Abordados Sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e stress funcional de órgãos específicos.
Condições de Utilização Condições marcadas por crescimento ou progressão tumoral significativa após terapia prévia.
Benefício Principal Ajuda a atenuar a carga sintomática global e contribui para a manutenção da estabilidade funcional.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Lenvima?

A elegibilidade para o Lenvima (lenvatinib) é estritamente definida, estabelecendo quem pode e quem não pode utilizar este medicamento.

Populações com Contraindicações:

Classificação População/Condição
Proibição Absoluta Doentes com hipersensibilidade conhecida ao lenvatinib ou a qualquer um dos excipientes. Mulheres a amamentar.
Descontinuação Permanente Doentes que desenvolvam eventos tromboembólicos arteriais, síndrome nefrótica ou insuficiência hepática (Grau 4).

Idade e Estado Reprodutor:

  • O uso não é recomendado ou não está estabelecido na população pediátrica (com menos de 18 anos), havendo uma proibição absoluta para crianças com menos de 2 anos de idade.
  • O medicamento destina-se principalmente a doentes adultos (com idade igual ou superior a 18 anos).
  • As mulheres com potencial para engravidar têm de utilizar métodos contracetivos eficazes durante o tratamento e durante, pelo menos, um mês após a última dose, devido ao risco de danos fetais.

Restrições Baseadas em Comorbilidades (Uso Condicionado):

  • Doentes com insuficiência hepática grave (Child-Pugh C) ou insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL/min) devem iniciar o tratamento com uma dose reduzida.
  • O uso não é recomendado para doentes com Doença Renal Terminal (DRT), uma vez que esta população não foi estudada.
  • O tratamento com Lenvima deve ser suspenso temporariamente antes de cirurgias eletivas, devido aos riscos de cicatrização de feridas comprometida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações regulamentares oficiais abordam as interações baseando-se no potencial de alteração dos níveis de exposição ao lenvatinib ou na ocorrência de efeitos aditivos.

Escopo da Interação (Base Regulamentar) Descrição da Restrição ou Requisito
Moduladores Farmacocinéticos (CYP3A4/P-gp) O lenvatinib é metabolizado principalmente pela enzima CYP3A4 e é um substrato do transportador glicoproteína-P (P-gp). A coadministração com indutores fortes (substâncias que aumentam a atividade da enzima ou do transportador) pode diminuir a exposição ao lenvatinib. A coadministração com inibidores fortes (substâncias que diminuem a atividade da enzima ou do transportador) pode aumentar a exposição ao lenvatinib.
Risco Farmacodinâmico (Prolongamento do intervalo QT) O lenvatinib está associado ao potencial de prolongamento do intervalo QT. A utilização com outros medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT requer uma monitorização rigorosa do eletrocardiograma (ECG) e a correção de quaisquer anomalias eletrolíticas existentes (tais como níveis baixos de cálcio ou potássio).
Interações não medicamentosas (Alimentos) As informações oficiais indicam que o lenvatinib pode ser administrado com ou sem alimentos. A administração com alimentos pode diminuir a velocidade de absorção, mas não afeta significativamente a quantidade total do fármaco absorvida pelo corpo (AUC).
Restrições Específicas em Populações Doentes com insuficiência hepática grave ou insuficiência renal grave requerem um ajuste específico na dose inicial para gerir a exposição sistémica ao fármaco.

Estas declarações oficiais definem as precauções necessárias para a coadministração de lenvatinib com outros medicamentos e são utilizadas pelos profissionais de saúde para determinar se é necessária monitorização ou alterações na dosagem.

Mecanismo de ação

O lenvatinib atua como um inibidor multialvo da tirosina quinase do recetor (RTK), trabalhando ao nível molecular para interromper duas cascatas de sinalização principais que impulsionam a proliferação celular e o suporte vascular. O seu mecanismo baseia-se na ligação ao local de ligação do ATP de vários recetores fundamentais, impedindo assim a sua ativação e a consequente transmissão de sinais.

Bloqueio de Cascata Dupla

O lenvatinib visa principalmente os recetores VEGFR1, VEGFR2 e VEGFR3 para suprimir a proliferação de células endoteliais, o que leva à inibição do desenvolvimento de novos vasos sanguíneos (angiogénese). Simultaneamente, bloqueia a atividade dos recetores FGFR1–4, PDGFRalfa, KIT e RET — recetores que transmitem sinais para a sobrevivência e divisão celular. Esta dupla ação modula tanto o suporte vascular patológico como os sinais intrínsecos de proliferação celular.

Modulação do Microambiente

O amplo espetro de ação do lenvatinib estende-se às estruturas de suporte dentro do tecido associado. Ao inibir os recetores nas células estromais e imunitárias (como o PDGFRalfa), o fármaco altera o microambiente tumoral, o que afeta o equilíbrio dos mediadores imunitários nesse meio. Esta ação complementar contribui para o efeito fisiológico global de regulação da proliferação celular e da angiogénese, demonstrando ser um complemento mecanístico para as terapias de combinação.

Informações sobre dosagem e administração

Posologia Oficial e Administração

O lenvatinib (Lenvima) é um medicamento de administração oral tomado uma vez por dia (QD), e o tratamento é tipicamente continuado enquanto se observar benefício clínico. A dose inicial precisa é determinada pelas autoridades regulamentares e é específica para o tipo de cancro que está a ser tratado.

Indicação Dose Inicial Diária Padrão Regras Especiais de Dosagem
Carcinoma Diferenciado da Tiroide (CDT) 24 mg Reduzida para 14 mg uma vez por dia em caso de compromisso hepático ou renal grave.
Carcinoma Hepatocelular (CHC) 12 mg (peso corporal ≥ 60 kg) ou 8 mg (peso corporal < 60 kg) A dose baseia-se no peso corporal real do doente.
Carcinoma de Células Renais (CCR) com Pembrolizumab 20 mg Reduzida para 10 mg uma vez por dia em caso de compromisso hepático ou renal grave.
Carcinoma do Endométrio (CE) com Pembrolizumab 20 mg Reduzida para 10 mg uma vez por dia em caso de compromisso hepático ou renal grave.

Instruções de Administração

As cápsulas de lenvatinib podem ser tomadas com ou sem alimentos, mas devem ser ingeridas à mesma hora todos os dias para manter a consistência.

  • Método de Ingestão: As cápsulas devem ser engolidas inteiras com água. Não devem ser esmagadas nem mastigadas. Para doentes impossibilitados de engolir as cápsulas, pode ser preparada uma suspensão dispersando as cápsulas inteiras numa pequena quantidade de líquido (como água ou sumo de maçã).
  • Protocolo de Dose Esquecida: Se uma dose programada for esquecida e não puder ser tomada num intervalo de 12 horas em relação à hora habitual, essa dose deve ser ignorada. O doente deve então tomar a dose seguinte no horário regularmente programado.
  • Ajuste da Dose: Durante o tratamento, a dose pode ser reduzida seguindo uma abordagem de redução faseada e definida (por exemplo, de 24 mg para 20 mg, depois para 14 mg e para 10 mg no caso do CDT) para gerir reações ao medicamento.

Evidência clínica recente

Evidências Científicas / Visão Geral dos Estudos sobre o Lenvima

Evidência para o uso no Cancro Diferenciado da Tiroide

O Lenvima foi estudado em doentes cujo cancro diferenciado da tiroide (DTC) se encontra numa fase avançada, em progressão e que deixou de responder à terapia com iodo radioativo. Os estudos foram essencialmente ensaios clínicos aleatorizados e controlados por placebo, comparando o Lenvima com uma substância inativa. Nestes cenários de investigação, os estudos reportaram medições do tempo decorrido antes da progressão da doença, tendo o grupo que recebeu Lenvima demonstrado períodos de tempo reportados que foram superiores em comparação com o grupo do placebo. Os estudos monitorizaram alterações no tamanho dos tumores, com alguns doentes a reportarem uma redução no tamanho medido do tumor. Os resultados relativos à duração total do acompanhamento dos participantes não estão ainda totalmente estabelecidos com base nos resultados principais dos estudos.

Evidência para o uso no Carcinoma Hepatocelular

O Lenvima foi avaliado em investigação que explorou o seu uso como tratamento de primeira linha para doentes com carcinoma hepatocelular (HCC) avançado ou irressecável. A evidência principal provém de um ensaio clínico aleatorizado de grande escala, onde o Lenvima foi comparado com outra terapia estabelecida. Os estudos analisaram o período antes de ser reportada a progressão da doença, e os resultados descritos no grupo do Lenvima foram medidos de forma consistente com os reportados para o medicamento de comparação. Os estudos monitorizaram a duração total da sobrevivência, e os padrões reportados no grupo do Lenvima não diferiram substancialmente das medições reportadas para o fármaco de comparação. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, uma vez que a duração do acompanhamento foi limitada ao período do ensaio clínico.

O que ainda permanece incerto sobre o Lenvima

A investigação existente apresenta várias lacunas. As principais limitações da investigação definem que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas nos ensaios específicos, e a duração do acompanhamento foi limitada em muitos relatórios iniciais. Os resultados das análises de subgrupos são incertos, dado que as dimensões das amostras foram modestas para algumas análises. Existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo para a maioria das indicações, o que significa que o nível de certeza permanece baixo relativamente aos efeitos observados muitos anos após o início do tratamento. A investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante aos padrões de grupo observados nos estudos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre Lenvima (FAQ)

Q: O que é a Lenvima e como é que esta é estudada?

A: A Lenvima (lenvatinib) é um medicamento sujeito a receita médica, aprovado pelos organismos reguladores para determinados tipos de cancro, incluindo o cancro da tiróide e o carcinoma de células renais (cancro do rim). É uma terapia dirigida conhecida como um inibidor da quinase. Na investigação, é estudada pela sua ação contra proteínas específicas envolvidas no crescimento das células cancerígenas e na formação de vasos sanguíneos que sustentam os tumores.

Q: De que forma sugere a investigação que a Lenvima atua?

A: Estudos demonstraram que a Lenvima pode interferir com vários sinais proteicos (quinases) que estão envolvidos na proliferação de células cancerígenas e no desenvolvimento de novos vasos sanguíneos que alimentam os tumores (angiogénese). Estes efeitos são observados em contextos de investigação pré-clínica e clínica.

Q: Quais são os potenciais efeitos secundários observados em ensaios clínicos?

A: Os ensaios clínicos indicam que os efeitos secundários comuns associados à Lenvima incluem hipertensão (pressão arterial elevada), fadiga, diarreia e diminuição do apetite. Os doentes são monitorizados pelo seu profissional de saúde quanto a estes e outros potenciais eventos adversos.

Q: Como devo tomar este medicamento?

A: A informação relativa à administração específica deste medicamento, incluindo a dosagem e o esquema terapêutico, é determinada exclusivamente pelo médico prescritor com base na condição do indivíduo, na resposta ao tratamento e no estado de saúde geral. Siga sempre as instruções fornecidas pela sua equipa de saúde.

Como Ленвима deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Armazenamento

As cápsulas de Lenvima (lenvatinib) devem ser conservadas à temperatura ambiente, especificamente aos 25 °C, sendo permitidas variações entre os 15 °C e os 30 °C. O medicamento deve ser mantido num recipiente fechado e protegido do calor, da humidade e da luz direta. É essencial evitar o congelamento das cápsulas.

Mistura Preparada e Segurança Infantil

Se as cápsulas forem abertas e misturadas para administração, a mistura líquida resultante deve ser guardada num recipiente coberto no frigorífico (entre 2 °C e 8 °C). Esta mistura deve ser utilizada num prazo de 24 horas ou, caso contrário, deve ser eliminada. O Lenvima e todos os outros medicamentos devem ser guardados fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções de Eliminação

O Lenvima não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser colocado no lixo doméstico nem despejado nos esgotos. Os doentes devem solicitar informações a um profissional de saúde ou ao farmacêutico sobre os procedimentos de eliminação adequados, em conformidade com os requisitos locais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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