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Lazafin

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Lazafin

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Método de ação: Analgesic, Anti-Inflammatory

Opção de tratamento: Crohn'S Disease, Colitis, Colitis,Ulcerative

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Lazafin

Esta secção apresenta uma definição fundamental do medicamento Lazafin, focando-se na sua composição, classificação e objetivo geral, sem abordar instruções de utilização específicas, posologia ou informações de segurança.

Propriedade Descrição
Substância ativa Sulfasalazina (SSZ)
Forma farmacêutica Comprimidos orais (incluindo com revestimento entérico)
Classe farmacológica Fármaco Antirreumático Modificador da Doença (FAMD), Derivado do 5-Aminossalicilato
Objetivo comum Gestão da atividade inflamatória crónica
Origem Composto orgânico sintético (Cofármaco)

Identidade e Classificação do Lazafin (Sulfasalazina)

O Lazafin é um composto orgânico sintético, sujeito a receita médica, que contém a substância ativa sulfasalazina (SSZ). É classificado como um Fármaco Antirreumático Modificador da Doença (FAMD), uma classe de agentes amplamente reconhecida pela sua capacidade de alterar o processo da doença crónica subjacente, em vez de proporcionar apenas um alívio sintomático temporário. Este estatuto de FAMD, fundamentado em estudos farmacológicos, confirma o seu papel geral na gestão de condições inflamatórias sistémicas de longo prazo. É também categorizado como um derivado do 5-aminossalicilato, alinhando-se com uma família de compostos especificamente utilizados pelos seus efeitos anti-inflamatórios estabelecidos no trato gastrointestinal.

Composição e Natureza Dual como Cofármaco

A composição base do Lazafin envolve a substância ativa única, a sulfasalazina, que é disponibilizada para administração oral sob a forma de comprimidos, incluindo preparações convencionais e especializadas com revestimento entérico. Quimicamente, a sulfasalazina é definida como um cofármaco — uma molécula única sintetizada através da ligação entre o ácido 5-aminossalicílico (um salicilato) e a sulfapiridina (uma sulfonamida). Esta estrutura composta é intencional; é clinicamente reconhecida como um mecanismo de entrega sofisticado que garante que a molécula-mãe permaneça intacta ao passar pelo estômago e pelo intestino delgado, prevenindo a absorção prematura e maximizando o efeito direcionado no intestino inferior. Marcas comuns que partilham esta formulação incluem o Azulfidine e a Salazopirina.

Objetivo Geral: Gestão da Atividade Inflamatória Crónica

O principal objetivo geral do Lazafin é exercer propriedades anti-inflamatórias e imunomoduladoras no organismo para tratar a inflamação crónica. A ação dual resultante ajuda a suprimir e a regular as respostas imunitárias excessivas do corpo que causam danos persistentes nos tecidos e inflamação. Isto confirma que a função primária do medicamento é ajudar a controlar a própria atividade da doença subjacente, frequentemente como parte de uma estratégia de longo prazo para a gestão de distúrbios como a artrite reumatoide ou a doença inflamatória intestinal.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Lazafin?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança do Lazafin

O Lazafin está associado a uma gama de efeitos secundários possíveis, que afetam principalmente os sistemas gastrointestinal e nervoso. As reações consideradas Muito Frequentes (≥ 10%) incluem náuseas, vómitos, perturbações gástricas, cefaleias (dores de cabeça), anorexia e oligospermia reversível (baixa contagem de espermatozoides) em homens, que normalmente se resolve após a descontinuação do medicamento. As reações Frequentes (≥ 1% a < 10%) incluem tonturas, insónia, febre, dor abdominal, diarreia e erupções cutâneas.

Reações Adversas Graves e Clinicamente Significativas

Existem riscos de reações adversas raras, mas potencialmente fatais, que requerem atenção médica imediata. Estas incluem:

  • Reações de Hipersensibilidade: Foram notificadas reações cutâneas adversas graves (SCARs), tais como a síndrome de Stevens-Johnson (SJS), a necrólise epidérmica tóxica (TEN) e a reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos (DRESS).
  • Distúrbios Sanguíneos: Foram relatados casos de agranulocitose (uma redução grave dos glóbulos brancos), anemia aplástica e outros distúrbios sanguíneos graves. Sinais como dor de garganta, febre, palidez ou púrpura podem indicar um distúrbio sanguíneo ou toxicidade hepática.
  • Danos em Órgãos: Os relatórios incluem hepatotoxicidade grave (danos no fígado) e insuficiência hepática, bem como danos renais, incluindo nefrolitíase e nefrite intersticial.

Monitorização de Segurança e Restrições

Devido ao risco de toxicidades hematológicas e hepáticas, devem ser realizados hemogramas completos (incluindo a contagem diferencial de glóbulos brancos) e testes de função hepática antes do início do tratamento e regularmente durante a terapia, especialmente nos meses iniciais. Devem também ser realizados periodicamente exames sumários de urina e testes de função renal.

O Lazafin é contraindicado em doentes com antecedentes de hipersensibilidade ao fármaco, a sulfonamidas ou a salicilatos; em doentes com porfíria ou obstrução intestinal ou urinária; e em crianças com menos de dois anos de idade. Recomenda-se precaução em doentes com alergia grave, asma brônquica ou deficiência de glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD). Os doentes podem também notar uma coloração laranja-amarelada na sua urina ou pele, o que é uma característica esperada da substância.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A sobredosagem com Lazafin é descrita em documentos oficiais principalmente através das suas manifestações clínicas e da resposta de emergência imediata necessária.

Apresentação Clínica Documentada

Os sintomas de sobredosagem começam frequentemente com perturbações gastrointestinais, incluindo náuseas, vómitos, dores abdominais e mal-estar gástrico. Manifestações clínicas mais graves podem afetar o Sistema Nervoso Central (SNC), podendo apresentar-se como sonolência ou convulsões.

A gravidade da toxicidade é um achado fisiológico que está diretamente relacionado com a concentração sérica total de sulfapiridina, um metabolito fundamental. Embora a sobredosagem possa ser grave, não existem relatos documentados de morte resultantes da ingestão de uma única dose elevada.

Ação de Emergência e Monitorização Necessária

Na eventualidade de uma sobredosagem conhecida ou suspeita, as orientações oficiais determinam que se deve procurar assistência médica de emergência imediatamente ou contactar um centro de informação antivenenos sem demora.

A gestão clínica envolve medidas de suporte especializadas. Estas incluem a descontaminação gastrointestinal e cuidados específicos baseados na função renal: a administração de líquidos deve ser forçada se a função renal estiver normal, mas estes devem ser restringidos caso exista anúria (ausência de urina). A diálise é mencionada como uma opção de procedimento e as concentrações séricas de sulfapiridina são utilizadas para monitorizar o progresso da recuperação.

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Usos terapêuticos de Lazafin

O Lazafin (Sulfasalazina) é um medicamento de receita médica utilizado para a gestão de condições inflamatórias crónicas e autoimunes. É aplicado em áreas onde é necessário suporte sintomático adicional e utilizado em domínios terapêuticos que envolvem respostas imunitárias acentuadas. O medicamento é habitualmente utilizado para tratar condições caracterizadas por processos inflamatórios tanto nas articulações como no intestino.


Controlo da Inflamação Crónica no Intestino Grosso

Este medicamento é frequentemente utilizado para a gestão da Colite Ulcerosa (CU), tratando sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos do revestimento do cólon. O Lazafin é relevante para auxiliar na gestão de conjuntos de sintomas que incluem diarreia frequente, perda de sangue pelo reto e dor abdominal. Isto oferece um suporte que pode ajudar a prolongar os períodos de remissão e auxiliar na gestão da recorrência de sintomas, contribuindo para aliviar a carga sintomática global e apoiando um melhor conforto diário.

Facto Rápido: Alívio para a Inflamação Crónica O Lazafin é considerado relevante para condições crónicas, incluindo a Colite Ulcerosa, a Artrite Reumatoide e a Artrite Idiopática Juvenil Poliarticular.

Modificação da Artrite Inflamatória Ativa

O Lazafin está classificado como um Fármaco Antirreumático Modificador da Doença (FAMD) para a gestão da Artrite Reumatoide (AR) ativa em adultos e da Artrite Idiopática Juvenil Poliarticular (AIJP) em crianças. Ajuda a abordar sintomas articulares pronunciados como o inchaço, a sensibilidade e a rigidez matinal dolorosa que interfere com o funcionamento diário. Esta terapia apoia os doentes durante episódios difíceis ao aliviar o mal-estar, auxilia na manutenção da estabilidade funcional e ajuda a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas.

“Este medicamento é comummente utilizado em diversas condições que apresentam sintomas inflamatórios crónicos e recorrentes, sendo aplicável em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou disruptivos.”

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Critérios de utilização e restrições

Regras Oficiais de Elegibilidade e Exclusão

As autoridades reguladoras definem rigorosamente quem está elegível para utilizar o Lazafin (Sulfasalazina), baseando-se em contraindicações absolutas e restrições condicionais.

Perfil da População Regra Regulamentar (Rotulagem Oficial)
Contraindicações Absolutas Hipersensibilidade à sulfasalazina, aos seus metabolitos, a sulfonamidas ou a salicilatos; presença de obstrução intestinal ou urinária; ou um diagnóstico de porfíria.
Restrições de Idade O uso está contraindicado em doentes pediátricos com menos de dois anos de idade. O uso aprovado para a Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) destina-se a doentes com idade igual ou superior a 6 anos; o uso não é recomendado para o subtipo de AIJ de início sistémico.
Apenas Uso Condicional Requer uma avaliação clínica rigorosa antes da utilização em doentes com lesão hepática (fígado), lesão renal (rim) ou discrasias sanguíneas pré-existentes. Recomenda-se precaução em doentes com historial de alergia grave, asma brônquica ou deficiência de G6PD.
Gravidez e Lactação Classificado como Categoria B de Gravidez. O uso é restrito a casos em que seja claramente necessário; a suplementação com ácido fólico é frequentemente exigida. É necessária precaução durante a lactação, uma vez que o medicamento passa para o leite materno.

Estas regras oficiais determinam a exclusão total de certos grupos de doentes, permitindo a utilização noutros apenas após o cumprimento de critérios de saúde específicos.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Lazafin (Sulfasalazina) apresenta padrões de interação oficialmente documentados que podem afetar a exposição e o perfil de segurança de medicamentos administrados em simultâneo, conforme relatado em documentos regulamentares.

Interações que alteram a exposição

A administração conjunta com o Lazafin pode reduzir a absorção de certos medicamentos, levando a uma diminuição das concentrações séricas (no sangue). Esta interação está formalmente documentada com a Digoxina, reduzindo potencialmente a sua eficácia, e com suplementos de Ácido Fólico/Folato, o que pode diminuir a absorção essencial de folatos. Por outro lado, o Lazafin pode aumentar os níveis séricos de Fenitoína ao reduzir potencialmente a sua depuração (eliminação), o que pode exigir a monitorização das concentrações deste anticonvulsivante.

Interações de risco farmacodinâmico e toxicidade

A coadministração de Lazafin com certas classes de fármacos pode aumentar o risco de toxicidades específicas. Quando combinado com Tiopurinas (como a Azatioprina ou a Mercaptopurina), existe um potencial aumentado e documentado de toxicidades hematológicas, incluindo a mielossupressão. Devido à sua estrutura, o Lazafin pode potenciar o efeito de Anticoagulantes Orais (como a Varfarina), exigindo uma monitorização cuidadosa dos parâmetros de coagulação. Da mesma forma, a administração conjunta com Agentes Hipoglicemiantes Orais pode aumentar o risco de hipoglicemia. As restrições oficialmente documentadas incluem também uma contraindicação formal para a coadministração com Metenamina devido a incompatibilidade química.

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Mecanismo de ação

O mecanismo de ação começa com o Lazafin a funcionar como um pró-fármaco que tem de ser clivado pelas enzimas azo-redutases presentes nas bactérias intestinais. Esta ação liberta dois componentes primários: o ácido 5-aminossalicílico (5-ASA) e a sulfapiridina (SP). Esta etapa inicial é um pré-requisito para a libertação direcionada do componente 5-ASA, maximizando a sua concentração local no local de ação pretendido, enquanto a sulfapiridina é absorvida para exercer os seus efeitos sistémicos.

O componente 5-ASA atua localmente através da inibição de enzimas fundamentais na cascata do ácido araquidónico, especificamente a COX-1, a COX-2 e a 5-LOX, o que leva a uma redução direta na síntese de prostaglandinas e leucotrienos pró-inflamatórios. Além disso, o 5-ASA interage com o recetor nuclear PPAR-gama, modulando as vias de transcrição genética dentro das células dos tecidos.

A sulfapiridina (SP) absorvida proporciona a ação sistémica ao interferir com a proliferação de células imunitárias, incluindo os linfócitos T e B. Este mecanismo envolve a modulação das respostas imunitárias adaptativas e atua sobre as vias de sinalização de citocinas pró-inflamatórias crónicas, o que contribui para a regulação dos processos inflamatórios sistémicos crónicos.

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Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Lazafin

A utilização do Lazafin (Sulfasalazina) é definida por parâmetros de administração oficiais, focando-se nas vias oral e retal. As principais formas orais incluem comprimidos convencionais e comprimidos com revestimento entérico especializados que, de acordo com a rotulagem, devem ser engolidos inteiros e nunca esmagados, partidos ou mastigados. Esta limitação é vital para manter o mecanismo de entrega do fármaco no intestino inferior.

A administração é estruturada em torno da fase do tratamento e deve ocorrer em doses repartidas uniformemente ao longo do dia. As instruções oficiais exigem que o medicamento seja tomado com alimentos ou imediatamente após as refeições para melhorar a tolerabilidade.


Princípios de Dosagem Oficial e Esquema Terapêutico

A dosagem oficial para adultos é categorizada numa fase inicial/de doença ativa e numa fase de manutenção. Para a Colite Ulcerosa (CU) ativa, a dose inicial é geralmente de 3 a 4 gramas por dia em doses repartidas, reduzindo para uma dose de manutenção de 2 gramas por dia, que é frequentemente continuada indefinidamente para a remissão. Para a Artrite Reumatoide (AR), o início envolve uma titulação lenta, começando com 500 mg por dia e aumentando gradualmente para uma dose de manutenção, tipicamente de 1 grama duas vezes ao dia.


Regras de Administração para Populações Específicas

Para crianças com 6 anos de idade ou mais, a dosagem é calculada com base no peso corporal (mg/kg/dia) em vez de quantidades fixas para adultos, um requisito distinto observado nas instruções pediátricas oficiais. Se uma dose for esquecida, a orientação regulamentar aconselha a tomá-la assim que se lembrar, a menos que esteja próxima da próxima dose programada, caso em que a dose esquecida deve ser saltada para evitar a toma de uma dose dupla.

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Evidência clínica recente

Avaliação de Resultados Clínicos

A investigação tem avaliado se o composto afeta os resultados clínicos em populações específicas de doentes, particularmente naqueles com certas condições inflamatórias crónicas. A ênfase tem recaído sobre medidas clínicas de curto prazo, tais como a redução de sinais de inflamação e métricas de qualidade de vida reportadas pelos doentes. Os resultados de ensaios de Fase 2 foram documentados como a base para uma investigação mais aprofundada sobre a sua utilidade clínica.


Foco da Investigação em Medidas de Sintomas

Os resultados iniciais sugerem que o composto foi estudado pela sua potencial associação com a gestão da dor e da inflamação nas articulações. As evidências reunidas provieram predominantemente de ensaios abertos e de ensaios aleatorizados e controlados por placebo. Além disso, os estudos analisaram o tempo até ao início do efeito em comparação com tratamentos convencionais e se foram observadas diferenças nas taxas de resposta clínica.


Dados de Longo Prazo e Atividade de Investigação

Um estudo de longo prazo avaliou a alteração nos marcadores da doença ao longo do tempo. O desenho do ensaio foi exploratório, centrando-se principalmente na avaliação da segurança e tolerabilidade do doente durante um período de administração prolongado.

Estudos exploraram a atividade biológica associada ao composto em ambientes laboratoriais, investigando os seus efeitos como uma área potencial para exploração terapêutica. Esta investigação fundamental envolveu principalmente modelos in vitro e animais.


Segurança e Considerações para o Doente

A investigação relativa a este tratamento foi conduzida em ensaios de fase inicial, os quais fundamentaram o desenvolvimento de protocolos de estudo posteriores. Os estudos documentaram as características dos participantes e a adesão ao protocolo, observando a inclusão de doentes idosos e a administração do composto com alimentos. O sistema de libertação foi estudado pela sua associação com a biodisponibilidade. Adicionalmente, os estudos documentaram precauções e contraindicações relacionadas com problemas hepáticos pré-existentes na população estudada.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lazafin (FAQ)


P: Qual é a principal doença que o Lazafin está aprovado para tratar?

R: A informação oficial do produto indica que o Lazafin (Sulfasalazina) está indicado para o tratamento da Colite Ulcerosa e para o controlo da Artrite Reumatoide. É classificado como um Fármaco Antirreumático Modificador da Doença (DMARD) pelo seu papel na alteração dos processos crónicos subjacentes a estas condições.

P: Com que rapidez se costumam notar os efeitos do Lazafin?

R: A informação disponível indica que o Lazafin é classificado como um DMARD. Isto significa que o seu mecanismo de ação se foca na modificação do processo da doença ao longo do tempo, em vez de proporcionar um alívio imediato dos sintomas. Como é comum nesta classe de medicamentos, os efeitos podem não ser percetíveis de imediato.

P: Preciso de uma dieta especial enquanto utilizo o Lazafin?

R: Os documentos oficiais indicam que o medicamento deve ser tomado com alimentos ou imediatamente após as refeições para uma melhor tolerabilidade, sendo também referida como importante uma ingestão adequada de líquidos. Além disso, devido aos padrões de interação do fármaco, a suplementação com Ácido Fólico pode ser necessária durante o tratamento.

P: É normal sentir-se [efeito secundário vago, ex: cansaço] ao iniciar o Lazafin?

R: O Resumo das Características do Medicamento lista efeitos secundários comuns que podem afetar o bem-estar geral, tais como dores de cabeça, náuseas e perda de apetite. Perante qualquer efeito secundário, a informação oficial sugere a consulta de um profissional de saúde.

P: O Lazafin interage com suplementos comuns, como vitaminas ou produtos à base de plantas?

R: Está registada uma interação documentada com o Ácido Fólico (Folato), em que o fármaco pode reduzir a sua absorção. Devido ao potencial de interações, é fundamental fornecer uma lista completa de todos os suplementos e produtos de venda livre ao médico ou farmacêutico.

P: Existem efeitos a longo prazo conhecidos associados ao uso de Lazafin?

R: A documentação oficial relata um potencial efeito a longo prazo nos homens: a oligospermia reversível, que consiste numa baixa contagem de espermatozoides. Este efeito resolve-se habitualmente no prazo de dois a três meses após a interrupção do medicamento.

P: O Lazafin afeta as hormonas ou os neurotransmissores?

R: A informação do produto refere um efeito nos processos reprodutores masculinos que pode causar oligospermia reversível. Também foram documentadas outras reações adversas relativas ao sistema nervoso central.

P: O Lazafin está disponível em diferentes dosagens ou formulações?

R: O Lazafin (Sulfasalazina) está disponível em comprimidos de 500 mg de libertação imediata e em comprimidos de 500 mg gastro-resistentes (de libertação retardada). O revestimento entérico é uma formulação especial concebida para permitir que o medicamento passe intacto pelo estômago para uma entrega direcionada.

P: É necessário tomar o Lazafin exatamente à mesma hora todos os dias?

R: As orientações posológicas enfatizam a toma do medicamento em doses uniformemente espaçadas ao longo do dia. Recomenda-se tomar as doses à mesma hora todos os dias para ajudar a manter níveis consistentes do medicamento no organismo.

P: O Lazafin é considerado uma substância controlada?

R: De acordo com a classificação oficial, o Lazafin é um medicamento sujeito a receita médica. Não está classificado como uma substância controlada.

P: O Lazafin pode ser tomado com medicamentos comuns de venda livre para a dor?

R: O uso de Lazafin em conjunto com anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno ou a aspirina, requer uma ponderação cuidadosa devido ao potencial de interações adversas que podem afetar os rins e o trato gastrointestinal.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que devam ser evitados com o Lazafin?

R: Os avisos oficiais referem que os doentes devem, geralmente, evitar o consumo de álcool enquanto utilizam Lazafin, devido ao potencial aumento do risco de distúrbios hepáticos ou hepatotoxicidade.

P: Existe algum aviso sobre conduzir ou operar máquinas durante o uso de Lazafin?

R: O Resumo das Características do Medicamento afirma que o Lazafin tem, geralmente, uma influência nula ou desprezível na capacidade de conduzir ou utilizar máquinas.

P: O Lazafin causa habituação ou dependência?

R: A classificação oficial confirma que o medicamento não está listado como uma substância controlada, o que indica que o Lazafin não é considerado um fármaco que cause habituação ou dependência.

P: O que diz o folheto informativo sobre a interrupção do tratamento com Lazafin?

R: O folheto informativo enfatiza que o medicamento não deve ser interrompido sem receber instruções do médico assistente, garantindo assim a gestão adequada da condição crónica.

P: O Lazafin tem avisos relacionados com a exposição solar?

R: A fotossensibilidade (aumento da sensibilidade da pele à luz solar) é listada como um possível efeito secundário. Recomenda-se a adoção de medidas de proteção, como limitar a exposição solar prolongada e utilizar protetor solar.

P: O Lazafin é conhecido por causar alterações no humor ou comportamento?

R: Embora raros, foram documentados efeitos adversos no sistema nervoso central que podem incluir alterações relacionadas com o humor ou o comportamento.

P: O Lazafin causa ganho ou perda de peso?

R: A perda de apetite é um efeito secundário relatado frequentemente. No entanto, uma perda de peso significativa ou inexplicável pode indicar uma reação adversa mais grave, exigindo avaliação médica.

P: O Lazafin pode ser tomado com medicamentos comuns para a gripe e constipações?

R: Muitos destes medicamentos contêm anti-inflamatórios não esteroides (AINEs). Devido a potenciais interações, esta combinação pode exigir orientações específicas de um profissional de saúde.

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Como Lazafin deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Manuseamento

Os comprimidos de Lazafin (Sulfasalazina) devem ser conservados a uma Temperatura Ambiente Controlada, definida como 25 °C, sendo permitidas variações entre os 15 °C e os 30 °C.

Para manter a qualidade do produto, os comprimidos devem ser mantidos num recipiente hermeticamente fechado e guardados ao abrigo da humidade e da luz. O produto deve ser preservado do congelamento e não deve ser exposto a calor excessivo. Como medida de segurança universal, o medicamento deve ser guardado estritamente fora do alcance e da vista das crianças.

Instruções para Eliminação

A eliminação de Lazafin não utilizado ou fora do prazo de validade deve seguir as diretrizes oficiais para medicamentos sujeitos a receita médica não narcóticos.

  • Não deite os comprimidos na sanita nem os despeje num ralo, a menos que tenha recebido instruções específicas de um profissional de saúde nesse sentido.
  • O método principal para a eliminação é através de um sistema de recolha de medicamentos (como os pontos de recolha seletiva disponíveis em farmácias) ou seguindo os passos para a eliminação no lixo doméstico, conforme definido pelas regulamentações locais de resíduos, após consulta com um farmacêutico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Lazafin encontrado em:

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