Lafem

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Lafem

Método de ação: Antioxidant

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Lafem

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Ácido Láctico (Ácido L-láctico)
Forma Óvulos vaginais, supositórios ou gel
Classe farmacológica Agente acidificante, regulador do pH
Utilização comum Apoio à normalização do pH vaginal
Origem Metabolito natural (bioidêntico)

Que Tipo de Medicamento é o Lafem e Como é Classificado?

O Lafem é uma preparação farmacêutica especializada de ação local, habitualmente apresentada sob a forma de óvulos vaginais ou supositórios, concebida para utilização intravaginal. Farmacologicamente, é classificado como um agente acidificante e regulador do pH de ação direcionada. A sua função principal é apoiar quimicamente o ecossistema local, em vez de atuar como um tratamento anti-infecioso de largo espetro.

Esta classificação baseia-se no mecanismo do seu composto ativo. Estudos confirmam que a utilização de preparações locais de ácido láctico é um método verificado para a manutenção do pH vaginal fisiológico, sustentando, desta forma, a flora protetora. Isto significa que o medicamento é eficaz no reforço dos mecanismos de defesa naturais do organismo através do controlo do nível de acidez. O Lafem é frequentemente posicionado como um Medicamento Não Sujeito a Receita Médica (MNSRM) para mulheres em idade reprodutiva que procuram manter a sua flora de forma proativa.

Composição e Origem: O Papel do Ácido Láctico

O único princípio ativo [DCI] no Lafem é o Ácido Láctico (Ácido L-láctico), que se encontra integrado numa base farmacêutica adequada para uma libertação local controlada. O Ácido Láctico é categorizado como um metabolito natural, o que significa que é um composto produzido intrinsecamente pelas bactérias benéficas dominantes, os Lactobacilos, no seio de uma microflora saudável.

Ao fornecer esta substância bioidêntica diretamente na área local, a preparação apoia os processos intrínsecos do corpo. Revisões sobre a sua aplicação enfatizam a sua função na promoção da colonização natural de bactérias protetoras após a restauração das condições ácidas adequadas. Essencialmente, a preparação fornece a base química fundamental necessária para que as bactérias protetoras do próprio organismo se desenvolvam.

Objetivo Geral: Apoiar o Microbioma Vaginal Natural

O objetivo geral do Lafem é gerir e contrariar a disbiose, facilitando uma rápida normalização do pH vaginal. Esta ação é de suma importância, uma vez que o ambiente ácido ideal é o principal fator de controlo da saúde do ecossistema. Um cenário típico de utilização neutra para o Lafem ocorre após a conclusão de ciclos de antibióticos, onde a perturbação da flora vaginal é comum. Ao fornecer o agente acidificante necessário, o medicamento cria o ambiente ideal para reforçar o crescimento e a dominância dos Lactobacilos benéficos, levando ao estabelecimento da eubiose e ao fortalecimento da barreira defensiva natural do corpo.

Quais efeitos secundários são possíveis com Lafem?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança das preparações vaginais de Ácido Láctico, como o Lafem, é definido principalmente por reações localizadas, que são oficialmente classificadas por frequência com base em estudos controlados. Todas as reações adversas estão documentadas em fontes regulamentares e categorizadas por Classe de Sistemas de Órgãos (SOC).


Reações Adversas Classificadas por Frequência

A maioria dos efeitos secundários limita-se ao local de aplicação e é categorizada como frequente na rotulagem regulamentar:

Classificação Exemplos de Reações (Classificação SOC)
Muito Frequentes (>= 10%) Sensação de ardor e prurido (comichão) vulvovaginal (Afeções no Local de Administração)
Frequentes (>= 2% a < 10%) Desconforto, dor e corrimento vulvovaginal (Afeções no Local de Administração; Sistema Reprodutor), bem como certas infeções (ex.: infeção micótica, Infeção do Trato Urinário, Vaginose Bacteriana) (Infeções e Infestações)

O desconforto, incluindo ardor e prurido, nos parceiros do sexo masculino após a utilização do produto, é também uma nota de segurança documentada em ensaios clínicos.


Reações Clínicas Significativas e Graves

O perfil de segurança regulamentar inclui a documentação de eventos clinicamente significativos, embora raros. A rotulagem oficial especifica a Pielonefrite (infeção renal) e outras infeções do trato urinário superior (como a Cistite) como reações adversas graves que ocorreram.

Restrições de Segurança Específicas por População

Os documentos oficiais de segurança definem limitações específicas de utilização, que são uma parte fundamental do perfil de segurança regulamentar. A utilização da preparação está restringida em indivíduos com historial de Infeção do Trato Urinário (ITU) recorrente ou anomalias existentes no trato urinário, devido ao risco documentado de infeção ascendente. A utilização é também restringida em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ou suspeita a qualquer componente da formulação. Os efeitos locais mais comuns foram geralmente ligeiros e raramente levaram à descontinuação nos ensaios clínicos, distinguindo-se das restrições explícitas relacionadas com o risco para o trato urinário.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações regulamentares oficiais do Lafem, uma preparação de Ácido Láctico de ação local, definem que as preocupações com a sobredosagem estão estritamente relacionadas com a exposição local excessiva no local de aplicação, excluindo-se a possibilidade de toxicidade sistémica.

As manifestações de sobredosagem limitam-se primordialmente à mucosa local, apresentando-se como uma intensificação dos efeitos locais esperados.

Parâmetro Declaração Regulamentar
Sinais de Sobredosagem Documentados Irritação local intensificada, sensação de ardor, eritema (vermelhidão) e dor no local de aplicação.
Perfil de Risco Sistémico Não documentado nas informações oficiais; a toxicidade sistémica está excluída do perfil de sobredosagem.

As informações oficiais de prescrição indicam que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Ácido Láctico. A gestão do quadro centra-se em procedimentos de suporte.

Ações de Emergência Obrigatórias

O primeiro passo perante a suspeita de sobredosagem é interromper o uso imediatamente. As orientações oficiais determinam que deve ser procurada assistência médica imediata caso os sintomas locais persistam ou se agravem significativamente, apesar da interrupção do produto e da realização de medidas de suporte simples.

As medidas de suporte oficialmente descritas incluem a irrigação ou lavagem da área afetada para diluir a substância ativa remanescente. Poderá ser necessário um tratamento sintomático e de suporte adicional para gerir a inflamação local e a dor.

Usos terapêuticos de Lafem

O que o Lafem trata: principais utilizações e benefícios

O Lafem é commumente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desequilíbrio da acidez na microflora vaginal. Através da utilização de Ácido Láctico, este medicamento apoia a paciente durante episódios difíceis, aliviando o mal-estar em situações de sintomas penosos associados à elevação temporária do pH. As principais utilizações terapêuticas focam-se nos cuidados de suporte para a perturbação da flora vaginal, episódios recorrentes de sintomas ligados ao pH e na manutenção do equilíbrio após o uso de antibióticos sistémicos ou após o ciclo menstrual.

Abordagem do odor desagradável e do corrimento anormal

O Lafem é aplicado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional para ajudar a lidar com grupos de sintomas que podem tornar-se disruptivos, especificamente o odor vaginal desagradável ou fétido (semelhante a peixe) e o corrimento anormal e pouco espesso. Contribui para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomas mais intensos, ao apoiar a restauração do ambiente ácido natural, o que pode auxiliar na mitigação destas manifestações percetíveis.

“Esta aplicação ajuda a gerir o desconforto que frequentemente acompanha um ambiente local instável.”

Cuidados de suporte e gestão da recorrência

O medicamento é considerado relevante para atenuar a carga global de sintomas em indivíduos propensos a episódios recorrentes de sintomas associados à elevação do pH. O seu uso ajuda a estabilizar as condições de acidez, o que apoia a paciente durante episódios difíceis e pode auxiliar na gestão da frequência com que estes sintomas reaparecem.


Facto Rápido: Alívio de sintomas relacionados com o pH

Propriedade Descrição
Objetivo Principal Apoio à estabilização do pH
Utilizado para gerir Odor desagradável e corrimento anormal
Contexto de Uso Comum Recuperação pós-antibiótico, episódios recorrentes
Benefício para a Paciente Contribui para a melhoria do conforto e estabilidade

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Lafem?

O perfil regulamentar oficial do Lafem estabelece regras específicas de elegibilidade populacional relativas à idade, ao estado reprodutivo e a condições médicas pré-existentes. O medicamento é indicado para utilização por mulheres com potencial reprodutivo, o que abrange mulheres adultas e adolescentes com 17 ou mais anos de idade.

O Lafem é formalmente contraindicado em grupos específicos. Indivíduos com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao Ácido Láctico ou a qualquer componente da formulação não devem utilizar o medicamento. Os documentos regulamentares indicam também que o uso deve ser evitado em mulheres com historial de infeção do trato urinário (ITU) recorrente ou com anomalias diagnosticadas no trato urinário.

Relativamente à idade e ao estado fisiológico, o produto não está indicado para utilização em mulheres antes da menarca (o início da menstruação). A utilização em mulheres na pós-menopausa é, de um modo geral, considerada não estabelecida, uma vez que os dados clínicos disponíveis se centram no grupo em idade reprodutiva.

No que respeita a estados fisiológicos, a utilização deve ser descontinuada durante a gravidez. Em contrapartida, a utilização durante a lactação ou amamentação é permitida, dado que a absorção sistémica da substância ativa é considerada mínima.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Lafem é definido por interações de natureza estritamente local, refletindo a sua via de administração intravaginal enquanto agente acidificante. Os documentos regulamentares confirmam que, devido à absorção sistémica mínima do Ácido Láctico, não existem interações farmacocinéticas sistémicas documentadas, incluindo aquelas mediadas por enzimas CYP ou transportadores de fármacos.

Interações Locais Documentadas e Restrições

Tipo de Interação Restrições Documentadas na Rotulagem Oficial
Antagonismo Farmacodinâmico A administração concomitante com produtos vaginais altamente alcalinos (pH elevado) está restringida devido ao risco de neutralização química do princípio ativo.
Interferência Temporal É necessária uma separação temporal obrigatória entre a administração do Lafem e qualquer outro medicamento de uso intravaginal (ex.: cremes, óvulos ou lavagens vaginais).
Outros Agentes Locais A administração conjunta com preparações espermicidas está restringida, uma vez que o ambiente ácido criado pelo Lafem pode interferir com a ação local pretendida desses produtos.

Estas restrições estabelecem que a principal preocupação relativa a interações é o potencial de outros tratamentos locais interferirem física ou quimicamente com o Lafem no local de aplicação. A rotulagem oficial confirma que não foram documentadas interações com alimentos, álcool, produtos à base de plantas ou suplementos sistémicos.

Mecanismo de ação

Regulação Direta da Homeostase Ácido-Base Local

O mecanismo do Lafem constitui uma intervenção físico-química direcionada que funciona como um regulador direto do pH. O princípio ativo, o Ácido Láctico, atua como um dador de protões (H^+). Esta interação sobrecarrega rapidamente o sistema tampão local, provocando uma redução do pH rápida e localizada. Esta ação química inicia direta e imediatamente a cascata biológica necessária para o estabelecimento de uma condição de pH local estável.


Modulação Seletiva do Microbioma e Cascata

O baixo pH resultante cria uma pressão seletiva, que constitui o cerne do mecanismo biológico. Esta acidez promove preferencialmente a colonização e a atividade metabólica dos Lactobacilos tolerantes ao ácido e, simultaneamente, suprime a flora não acidófila. Esta modulação seletiva estabelece a dominância dos Lactobacilos; esta mudança ecológica constitui a base funcional da defesa epitelial local e contribui para a manutenção global do equilíbrio do microambiente.


Limitações do Mecanismo Físico-Químico

A eficácia do mecanismo é biologicamente limitada pela capacidade tampão local de qualquer fluido existente, o que pode neutralizar temporariamente o efeito acidificante. Além disso, embora a ação promova o crescimento, é necessária a presença de uma população residual mínima de Lactobacilos para que se estabeleça um equilíbrio físico-químico.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Lafem está estritamente limitada à via intravaginal, sendo o medicamento disponibilizado sob a forma de um óvulo (pessário) individual ou como uma dose medida num aplicador pré-cheio. O esquema posológico oficial baseia-se na aplicação de uma dose única padronizada por cada ocasião de administração.

Para uma utilização de curto prazo, o medicamento é habitualmente administrado uma vez por dia durante um período consecutivo, como um ciclo de 5 a 7 dias, conforme detalhado na documentação regulamentar oficial. Alguns padrões de utilização indicados permitem também um esquema intermitente ou conforme a necessidade para uma utilização continuada.

O protocolo padrão recomenda que o Lafem seja administrado ao deitar, enquanto a utilizadora está deitada, de forma a maximizar o tempo de permanência do produto no local de aplicação. O óvulo ou o gel deve ser introduzido o mais profundamente possível na vagina. Para maior conforto da utilizadora, os óvulos podem ser ligeiramente humedecidos com água antes da inserção. Os aplicadores de dose única utilizados devem ser eliminados imediatamente após o uso.

A administração não é especificamente recomendada durante o período menstrual, e esses dias devem ser ignorados caso interrompam um ciclo de tratamento planeado. Devido à natureza local da aplicação, os documentos oficiais de prescrição indicam geralmente que não são necessários ajustes de dose para adultos seniores ou para doentes com compromisso renal ou hepático. Além disso, o produto não está indicado para utilização na população pediátrica antes do início da menstruação (menarca).

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Lafem (Ácido Láctico)

Evidência na Gestão de Sintomas Relacionados com Alterações da Flora Vaginal

A investigação que explora a utilização de preparações de Ácido Láctico tem-se focado principalmente em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, tais como aquelas em que a elevação do pH está associada a sintomas como odor desagradável e corrimento. A investigação disponível inclui Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas que comparam o produto de Ácido Láctico (óvulos ou gel) com um comparador inativo ou que foram estudados em conjunto com o tratamento antibiótico padrão. Os estudos focaram-se em resultados relacionados com o desconforto físico e nas experiências relatadas pelas doentes, medindo variações nos valores do pH vaginal e alterações nas pontuações de avaliação microbiológica. Estes ensaios foram tipicamente realizados em mulheres em idade reprodutiva que apresentavam períodos de intensificação dos sintomas.

Os resultados descrevem variações temporárias medidas no pH para o intervalo ácido, observadas nos estudos. No entanto, a evidência permanece limitada no que diz respeito à investigação comparativa entre produtos de Ácido Láctico e tratamentos antibióticos de primeira linha para a resolução sintomática inicial de alterações da flora. A duração do acompanhamento foi geralmente limitada ao curto prazo (cerca de 7 a 14 dias).

Investigação sobre a Gestão da Recorrência e Recuperação Pós-Antibiótico

A investigação também tem explorado o papel dos produtos de Ácido Láctico como estratégia de manutenção, estudando resultados relacionados com a estabilidade do pH e a frequência de recorrência de sintomas após o tratamento inicial. Esta investigação envolve frequentemente Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados onde o Ácido Láctico foi estudado em mulheres com um historial de episódios recorrentes. Estes estudos focaram-se em resultados a longo prazo, tais como a monitorização do tempo até ao primeiro reaparecimento dos sintomas e o número de episódios sintomáticos ao longo de intervalos de tempo definidos, tipicamente até seis meses.

Os resultados descrevem padrões medidos relacionados com a estabilidade do ambiente vaginal quando o Ácido Láctico foi aplicado após o tratamento inicial. Uma limitação fundamental nos ensaios de recorrência é a dificuldade em isolar os efeitos do produto dos processos naturais de recuperação do organismo e do ciclo de estabilidade e agudizações.

O que Permanece Incerto e Áreas para Investigação Futura

A qualidade da evidência varia entre os estudos e verifica-se uma falta de evidência comparativa ou resultados inconclusivos. Os dados para certos grupos permanecem insuficientes, o que significa que a aplicabilidade dos resultados a todos os indivíduos pode ser limitada. Ainda são necessárias durações de acompanhamento mais longas para compreender melhor a durabilidade dos padrões de estabilidade do pH observados. Os resultados descrevem padrões de grupo e não resultados individuais, e os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Lafem (FAQ)


P: O Lafem é o mesmo tipo de medicamento que outros nomes de fármacos semelhantes?

Não. A informação oficial do produto indica que o Lafem atua como uma preparação tamponizante de ácidos. O seu mecanismo é puramente físico-químico — mantém o pH vaginal num intervalo ácido (3,5–4,5). Esta ação é distinta dos mecanismos de fármacos hormonais ou antibióticos.


P: Porque é que se utiliza por vezes o Lafem em vez de outras opções?

De acordo com a informação oficial, o Lafem é por vezes escolhido devido ao seu mecanismo de ação. A sua utilização pode ser preferida devido à sua natureza não hormonal e como uma alternativa aos antibióticos, dependendo da condição específica para a qual está a ser utilizado.


P: Com que rapidez é que o Lafem começa geralmente a atuar após o início da aplicação?

Os documentos regulamentares referem que o Lafem começa a atuar rapidamente após a aplicação. O seu propósito é criar ou restaurar rapidamente o pH vaginal ácido pretendido no local de administração.


P: Qual é o período de tempo esperado para se notarem os efeitos do Lafem?

Embora alguns efeitos locais, como uma sensação de alívio, possam ser sentidos rapidamente, os resultados clínicos ou terapêuticos totais são tipicamente avaliados ao longo do ciclo normal de tratamento. Este período de tempo coincide frequentemente com os curtos intervalos de acompanhamento utilizados nos ensaios clínicos.


P: O Lafem é adequado para utilização em mulheres mais velhas?

A rotulagem oficial estabelece a segurança e a eficácia para mulheres com potencial reprodutivo. Dados específicos para populações não reprodutivas, como mulheres na pós-menopausa ou idosas, podem não estar incluídos na rotulagem principal de todas as preparações, focando-se preferencialmente no grupo demográfico alvo.


P: Pessoas com historial de problemas renais podem utilizar o Lafem?

Os avisos regulamentares indicam que a utilização do Lafem é restrita ou contraindicada em indivíduos que tenham um historial de infeções recorrentes do trato urinário (ITU) ou outras anomalias do trato urinário. Esta restrição deve-se a um risco documentado de a infeção se tornar ascendente.


P: O Lafem está disponível em diferentes dosagens ou formas?

O produto é geralmente fornecido numa dose única padronizada (por exemplo, uma aplicação de 5 gramas) por unidade. No entanto, está disponível em múltiplas formas, tais como géis, óvulos e supositórios.


P: É normal sentir uma ligeira dor de cabeça ao iniciar o Lafem pela primeira vez?

Segundo a informação oficial sobre reações adversas, a dor de cabeça está listada como um efeito secundário raro ou menos comum. A maioria dos efeitos relatados é localizada no local de aplicação.


P: Os efeitos secundários do Lafem costumam desaparecer após algumas semanas?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que a maioria das reações adversas locais comuns é descrita como sendo de natureza ligeira. Nos ensaios clínicos, os efeitos locais comuns foram descritos como geralmente ligeiros e raramente levaram à interrupção da utilização.


P: A utilização do Lafem requer alguma monitorização especial por parte de um profissional de saúde?

Não estão estipuladas análises ao sangue específicas ou monitorização clínica de rotina para as utilizadoras do produto. Isto deve-se à sua ação local e ao facto de se esperar uma absorção sistémica mínima.


P: O Lafem afeta os padrões de sono?

A rotulagem regulamentar sobre reações adversas indica que alterações no sono (como a insónia) não estão listadas como um efeito secundário comum ou grave.


P: É verdade que o Lafem pode causar alterações no apetite?

A informação oficial do produto sobre reações adversas refere que alterações no apetite não estão documentadas como uma reação adversa comum ou grave.


P: O Lafem é conhecido por causar secura na boca?

Com base na rotulagem regulamentar, a secura na boca não está listada como uma reação adversa comum ou grave.


P: Pode interromper-se a utilização do Lafem abruptamente?

Para produtos utilizados durante um ciclo de tratamento definido, interromper o medicamento antes de completar o curso total pode resultar na não obtenção do benefício terapêutico pretendido. A orientação oficial de utilização delineia a duração necessária para o efeito desejado.


P: O Lafem está aprovado para utilização em países fora dos EUA?

Dados regulamentares confirmam que a substância ativa (Ácido Láctico) é utilizada em produtos aprovados em múltiplas jurisdições a nível mundial. Isto inclui os Estados Unidos (FDA) e outros países.


P: O Lafem causa habituação ou dependência?

A rotulagem regulamentar oficial não contém avisos ou declarações relativos ao potencial de abuso, dependência física ou habituação.


P: Quanto tempo permanece o Lafem no organismo após a última dose?

Devido à ação local do produto e à absorção sistémica mínima, informações farmacocinéticas detalhadas, como a semivida de eliminação, não são tipicamente reportadas na documentação regulamentar.


P: O Lafem contém glúten ou lactose?

A documentação regulamentar lista os ingredientes inativos (excipientes). A lista completa de ingredientes inativos está disponível na rotulagem oficial para quem necessite de a rever devido a alergias ou sensibilidades específicas.


P: Existem sinais comuns de que o Lafem está a funcionar?

Os sinais comuns de que o medicamento está a ter o efeito pretendido incluem a melhoria dos sintomas relatada pela utilizadora. Isto inclui o alívio do odor, do desconforto ou do corrimento anormal, o que está em conformidade com os objetivos dos ensaios clínicos.


P: O Lafem pode ser partido ou esmagado se uma pessoa tiver dificuldade em engolir?

O Lafem é um gel ou óvulo vaginal que é aplicado localmente através de um aplicador e não se destina ao consumo oral. Os óvulos e supositórios foram concebidos para serem inseridos inteiros e não estão autorizados para serem cortados, partidos ou esmagados.


P: Qual é o risco de uma reação alérgica grave ao Lafem?

As reações alérgicas graves (hipersensibilidade) são raramente documentadas; os dados regulamentares indicam que foi reportado um caso suspeito em ensaios clínicos que envolveram mais de 2800 participantes.


P: O Lafem tem algum efeito sobre a condução ou utilização de máquinas?

Devido à ação local do medicamento e à ausência de efeitos secundários comuns no sistema nervoso central (SNC), não estão incluídos avisos específicos na rotulagem relativamente à condução ou utilização de máquinas.


P: O Lafem está habitualmente associado a alterações de peso?

Com base na informação oficial do produto sobre reações adversas, as alterações de peso não estão listadas como uma reação adversa comum ou grave na rotulagem regulamentar.

Como Lafem deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Lafem?

A conservação do Lafem deve seguir rigorosamente as orientações regulamentares para manter a integridade do produto. O medicamento deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada que não exceda os 25°C.

É obrigatório manter o produto na sua embalagem original e protegê-lo tanto do calor excessivo como da humidade. Para evitar a degradação física dos óvulos, o produto não deve ser refrigerado nem congelado. Todos os medicamentos devem ser guardados fora da vista e do alcance das crianças.

Relativamente à eliminação, o Lafem não utilizado ou fora do prazo de validade não deve ser deitado nas águas residuais (canalização). As autoridades de saúde recomendam a utilização de um sistema oficial de recolha de medicamentos. Caso não exista um programa disponível, misture o medicamento com uma substância indesejável (como borras de café usadas) num recipiente fechado antes de o colocar no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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