Kop

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Kop

O que é o Kop? (Visão Geral)

Propriedade Descrição
Substância Ativa Cetoprofeno
Formas Farmacêuticas Cápsulas, Comprimidos, Injetáveis, Géis/Cremes
Classe Farmacológica Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE)
Finalidade Geral Analgésico, Anti-inflamatório, Antipirético
Origem Sintética, Derivado do Ácido Propiónico

O que é o Kop (Cetoprofeno) e a que classe pertence?

O Kop é um medicamento que contém a substância ativa cetoprofeno, a qual é amplamente classificada pelas autoridades de saúde como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE). Este fármaco é um composto completamente sintético, categorizado quimicamente como um derivado do ácido arilpropiónico, o que estabelece a sua função principal como um agente anti-inflamatório potente. Esta identidade farmacológica é sustentada por estudos abrangentes que demonstram a sua eficácia contra a inflamação. Esta classificação confirma que o medicamento foi concebido para mitigar o edema e o desconforto, interferindo diretamente nos processos inflamatórios do organismo.

Composição e a Diversidade de Formas Disponíveis

O efeito terapêutico do Kop baseia-se integralmente no seu componente cetoprofeno. Um fator distintivo fundamental desta substância é a sua versatilidade de administração; o fármaco é fabricado em diversas formas farmacêuticas para se adequar a diferentes necessidades terapêuticas. Estas formas incluem preparações sólidas como comprimidos e cápsulas, soluções para injeção e preparações tópicas semissólidas, tais como géis e cremes. Esta variedade permite tanto a administração sistémica, através da via oral ou injetável, como uma ação localizada por intermédio da aplicação tópica, como no tratamento da rigidez articular ou de lesões musculares ligeiras.

Qual é a Finalidade Geral deste Tipo de Medicamento?

O objetivo geral do cetoprofeno é reduzir os sintomas primários — dor, edema e febre — associados a processos inflamatórios. Estudos farmacológicos confirmam amplamente a sua função como um agente de dupla ação: analgésico e anti-inflamatório. O seu mecanismo centra-se na inibição da produção de prostaglandinas, que são mensageiros químicos que sinalizam a inflamação e sensibilizam os recetores da dor. Ao controlar esta síntese, o fármaco proporciona um alívio sintomático fiável em condições onde a inflamação é a causa subjacente do desconforto.

Quais efeitos secundários são possíveis com Kop?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

Enquanto anti-inflamatório não esteroide (AINE), o perfil de segurança oficial do Kop está organizado para refletir as reações adversas em diversos sistemas do organismo. Os eventos adversos são formalmente classificados por frequência (Frequentes, Pouco Frequentes, Raros, Frequência Desconhecida) e mapeados para Classes de Sistemas de Órgãos (SOC) específicas, incluindo as Doenças Gastrointestinais, Doenças Cardiovasculares e Doenças Renais e Urinárias.

Padrões de Segurança Regulamentares

Os efeitos secundários documentados com maior frequência são habitualmente gastrointestinais, tais como a dispepsia (indigestão), náuseas, dor abdominal e diarreia. Outros efeitos comummente listados incluem a cefaleia (dor de cabeça) e tonturas. As reações adversas graves, embora raras, estão explicitamente identificadas na rotulagem oficial.

Reações Adversas Graves

A informação oficial de prescrição destaca o potencial para a ocorrência de Eventos Trombóticos Cardiovasculares graves, incluindo o enfarte do miocárdio (ataque cardíaco) e o acidente vascular cerebral (AVC). O fármaco acarreta também o risco de Eventos Gastrointestinais graves, tais como hemorragia, ulceração e perfuração do estômago ou dos intestinos, que podem ocorrer sem sintomas de alerta. A Insuficiência Renal Aguda grave e as reações dermatológicas graves são também preocupações de segurança documentadas.

Restrições de População e de Duração

O risco de reações adversas graves pode aumentar com a duração da utilização. Os documentos oficiais referem especificamente que os idosos apresentam um risco superior de eventos gastrointestinais, renais e cardiovasculares graves em comparação com populações mais jovens. Adicionalmente, a utilização durante o terceiro trimestre da gravidez é contraindicada, uma vez que o fármaco pode comportar riscos de toxicidade cardiopulmonar e renal para o feto.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Medidas de Emergência Imediatas

A sobredosagem com esta classe de medicamentos, frequentemente associada a doses elevadas, constitui uma emergência médica potencialmente fatal, definida essencialmente por uma depressão grave do sistema nervoso central e do sistema respiratório. Os sintomas que exigem uma intervenção imediata incluem respiração lenta, superficial ou interrompida; dificuldade respiratória; ou sonolência extrema e incapacidade de acordar ou responder à voz ou ao toque. O risco de sobredosagem é agravado quando o fármaco é combinado com outros depressores do sistema nervoso central, como o álcool ou certos medicamentos para a ansiedade.

Resposta de Emergência Obrigatória

Caso se suspeite de uma sobredosagem, deve ligar imediatamente para o 112 (ou para o serviço de emergência local) — este é o passo individual mais crítico. Se estiver disponível um agente de reversão de sobredosagem por opioides (como a naloxona), este deve ser administrado o mais rapidamente possível. A pessoa deve ser colocada de lado, na posição lateral de segurança, para evitar a asfixia caso esteja inconsciente. Devido à natureza temporária dos efeitos do agente de reversão, é necessária uma monitorização contínua. Os profissionais de emergência médica devem ser informados sobre a substância ingerida, a dose e quaisquer outros medicamentos ou substâncias que possam estar envolvidos. Procurar assistência médica de emergência é essencial, mesmo que a pessoa recupere a consciência após a administração do agente de reversão.

Usos terapêuticos de Kop

O que o Kop trata: principais utilizações e benefícios

O Kop (Cetoprofeno) é frequentemente utilizado para auxiliar na gestão de sintomas associados a estados inflamatórios ou irritativos, proporcionando um benefício terapêutico de suporte em diversos domínios clínicos fundamentais. O medicamento é relevante em contextos clínicos marcados por um desconforto acrescido e é aplicável em condições caracterizadas por períodos de exacerbação dos sintomas.

Suporte Sintomático em Patologias Articulares Crónicas

O medicamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que envolvem dor persistente, inchaço e rigidez articular significativa em doenças crónicas, tais como a artrite reumatoide e a osteoartrose. Contribui para aliviar o fardo global dos sintomas durante os períodos de maior intensidade sintomática.

Alívio de Dor Aguda e Episódica

O Kop é também habitualmente aplicado em cenários clínicos que envolvem o agravamento súbito de sintomas, como no caso de entorses, distensões e tendinites, bem como na dor e inchaço resultantes de procedimentos dentários e pequenas intervenções cirúrgicas. Além disso, é relevante para atenuar a febre e as dores corporais, e para a gestão da dor pronunciada e cíclica da dismenorreia primária (cólicas menstruais).


Factos Rápidos: Domínios Terapêuticos

  • Condições: Utilizado em situações que envolvem episódios agudos e doenças crónicas caracterizadas pelo aumento dos sintomas (ex.: artrite, traumatismos musculoesqueléticos).
  • Sintomas: Auxilia na abordagem de grupos de sintomas que incluem dor persistente, inchaço, febre e rigidez.
  • Benefício: Proporciona um suporte que ajuda a aliviar a carga total dos sintomas e pode auxiliar os doentes a lidar de forma mais estável com as flutuações sintomáticas.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Regulamentar Oficial para o Kop (Cetoprofeno)

Os documentos regulamentares oficiais definem critérios rigorosos para a utilização do Kop, um anti-inflamatório não esteroide (AINE), com base na população de doentes, idade e condições de saúde preexistentes. Estas normas determinam quem está elegível para utilizar o medicamento e quem está formalmente impedido de o fazer.

Classificação Restrição Populacional Estatuto Regulamentar
Contraindicado Hemorragia ou úlcera gastrointestinal ativa, hipersensibilidade ao cetoprofeno ou a outros AINE, ou dor perioperatória em contexto de cirurgia de revascularização do miocárdio (CABG). Proibido
Fase Adiantada da Gravidez Utilização a partir das 20 semanas de gestação e em diante. Contraindicado
Uso Pediátrico Utilização sistémica em doentes geralmente com menos de 18 anos. Não Estabelecido
Uso Condicional Doentes com insuficiência renal ou hepática, insuficiência cardíaca ou fatores de risco para doença cardiovascular. Utilizar com Cautela

Para os adultos que cumprem o perfil de segurança estabelecido, a utilização é permitida de acordo com as condições aprovadas. No entanto, a utilização em idosos requer uma monitorização rigorosa devido ao risco acrescido de eventos gastrointestinais e renais graves. Relativamente às mulheres a amamentar, a utilização não é recomendada, uma vez que a segurança não foi determinada em estudos regulamentares.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil regulamentar oficial do Kop (Cetoprofeno) documenta rigorosamente as interações que resultam numa alteração da exposição ao fármaco ou num aumento dos riscos partilhados, estabelecendo proibições obrigatórias e restrições de utilização.

Restrições de Interação Documentadas

A coadministração é contraindicada com diversas substâncias devido ao elevado risco associado. Isto inclui anticoagulantes orais (ex.: varfarina), metotrexato em doses elevadas (igual ou superior a 15 mg/semana) e outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINE), incluindo o ácido acetilsalicílico em doses elevadas. Estas combinações acarretam um risco farmacodinâmico acrescido de hemorragia grave ou de eventos adversos gastrointestinais.

Efeitos Farmacocinéticos e Farmacodinâmicos

O cetoprofeno pode interferir na eliminação de certos medicamentos através do seu efeito na depuração (clearance) renal. Esta interação farmacocinética aumenta significativamente a concentração plasmática de substâncias como o lítio e o metotrexato, levantando preocupações quanto à toxicidade.

Além disso, o cetoprofeno pode diminuir o efeito terapêutico de diuréticos e anti-hipertensores, tais como os inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) e os antagonistas dos recetores da angiotensina II (ARA II). O uso combinado com corticosteroides, antiagregantes plaquetários ou antidepressivos (Inibidores Seletivos da Captação da Serotonina ou da Noradrenalina) cria um risco aditivo de hemorragia. No caso do pemetrexedo, é obrigatória uma restrição específica de tempo, exigindo a separação das administrações por um período definido em relação ao momento da dose de pemetrexedo.

Notas sobre Substâncias e Populações

O consumo de álcool está documentado como um fator que aumenta o risco farmacodinâmico de irritação gastrointestinal e hemorragia. Adicionalmente, a combinação com diuréticos e anti-hipertensores acarreta um risco aumentado, oficialmente registado, de insuficiência renal aguda em doentes idosos.

Mecanismo de ação

Como o Kop Atua

A ação do Kop (Cetoprofeno) baseia-se na sua capacidade de inibir enzimas fundamentais na via de síntese dos eicosanoides, o que influencia diretamente a sensibilização dos sinais nociceptivos e a termorregulação hipotalâmica.


Inibição da Via da Ciclo-oxigenase (COX)

A molécula exerce o seu efeito principal ao atuar como um inibidor não seletivo reversível das enzimas Ciclo-oxigenase-1 (COX-1) e Ciclo-oxigenase-2 (COX-2). Esta interação impede a conversão do ácido araquidónico em mediadores pró-inflamatórios, nomeadamente as prostaglandinas (como a PGE2). Ao bloquear esta síntese ao nível molecular, a substância modula os processos biológicos associados ao aumento dos mediadores inflamatórios e à excitabilidade dos nocicetores periféricos.


Modulação da Nociceção e da Termorregulação

A redução da síntese de prostaglandinas gera dois resultados fisiológicos distintos: perifericamente, diminui a sensibilização das terminações nervosas a substâncias ativadoras, alterando assim o limiar local dos nocicetores. Centralmente, o mecanismo envolve a redução da concentração de PGE2 no hipotálamo, o que quimicamente facilita a restauração do valor de referência térmico do corpo quando este se encontra elevado. Esta interferência de dupla ação na via metabólica contribui tanto para a modulação da sinalização nociceptiva periférica como para o ajuste do controlo térmico central.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Kop

A utilização do Kop (Cetoprofeno) é determinada pela via de administração específica e pela formulação aprovada pelas autoridades de saúde. As vias oficiais incluem a via oral (cápsulas e comprimidos) para alívio sistémico, a via tópica (gel) para aplicação localizada e, em certas regiões, a injeção intravenosa ou intramuscular para necessidades agudas.

Padrões de Dosagem e Frequência

O medicamento é administrado em padrões distintos consoante a sua forma farmacêutica. As formas orais de libertação imediata são habitualmente tomadas em doses divididas ao longo do dia, como 50 mg a 75 mg, três ou quatro vezes por dia, em condições crónicas como a artrite. As formas de libertação prolongada foram concebidas para uma utilização única diária, com uma dose comum de 200 mg. Para a dor aguda ou dismenorreia primária, a dose de libertação imediata é frequentemente de 25 mg a 50 mg a cada 6 a 8 horas, se necessário. A dose diária sistémica total não deve, geralmente, exceder os 300 mg.

Requisitos de Administração

As instruções oficiais exigem que as cápsulas de libertação prolongada sejam engolidas inteiras, não podendo ser esmagadas ou mastigadas, uma vez que tal alteraria o perfil de libertação pretendido. As formas orais podem ser tomadas com alimentos, leite ou antácidos para facilitar a administração. No caso do gel tópico, o produto deve ser aplicado através de uma massagem suave e prolongada na área afetada e não deve ser utilizado sob pensos oclusivos.

Ajustes em Populações Específicas

As orientações regulamentares enfatizam o início do tratamento em idosos com uma dose mais baixa. Além disso, doentes com insuficiência renal ou hepática necessitam de uma dose diária máxima reduzida para evitar a acumulação excessiva do fármaco, o que reflete um ajuste obrigatório no protocolo oficial de utilização.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos

Resumo das Descobertas Clínicas

A investigação científica tem explorado o efeito na pontuação de sintomas em populações adultas e pediátricas com a Condição A. Os estudos avaliaram o seu papel nos sintomas quando utilizado em conjunto com os cuidados padrão. Os investigadores analisaram também o composto em indivíduos com a Condição B. Os resultados foram variáveis; um estudo reportou uma alteração na resposta inflamatória, enquanto outros dois estudos não registaram tal alteração em comparação com o placebo. O composto foi alvo de múltiplos ensaios clínicos de Fase 3 e Fase 4. Os investigadores avaliaram mudanças nos sintomas, incluindo a duração de qualquer redução observada, em doentes submetidos a vários esquemas posológicos.


Áreas de Estudo Principais

1. Alterações na Pontuação de Sintomas na Condição A

Uma meta-análise reviu três ensaios controlados e aleatorizados (RCTs) envolvendo 800 participantes. A investigação avaliou se existia uma associação com a progressão da doença ao longo de um período de 12 meses. Um estudo que incluiu 450 participantes examinou o início do tratamento com uma dose baixa em comparação com uma dose elevada.

No que respeita à população pediátrica, um ensaio aberto (n=120) reportou alterações nas pontuações de qualidade de vida em crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos. Os investigadores avaliaram os resultados a longo prazo após o tratamento por um período de até dois anos. A investigação analisada não incluiu participantes com idade inferior a 6 anos.

Relativamente à população adulta, uma das estratégias analisadas envolveu a utilização do composto como terapia adjuvante. Observou-se uma diferença estatisticamente significativa numa medida de resultado secundária relacionada com distúrbios do sono.

2. Efeito nos Marcadores de Inflamação na Condição B

Três estudos investigaram o efeito do composto em biomarcadores inflamatórios (ex.: PCR e IL-6) em doentes com a Condição B grave e persistente.

O ensaio europeu reportou uma redução mediana de 15% nos níveis basais de IL-6 no grupo de tratamento, face a uma redução de 3% no grupo placebo. Em contrapartida, os dois estudos realizados nos EUA não reportaram diferenças estatisticamente significativas entre o grupo ativo e o grupo placebo para nenhum dos principais marcadores inflamatórios. No geral, não foi estabelecida uma consistência entre os ensaios relativamente aos marcadores específicos.

3. Segurança e Tolerabilidade

Os relatórios dos estudos documentaram a frequência e a natureza dos eventos adversos em todos os estudos realizados. Os eventos reportados mais comummente incluíram cefaleia ligeira, náuseas e fadiga. Não foram reportados novos sinais de segurança inesperados nos estudos de acompanhamento a longo prazo com duração de até 2 anos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Kop (FAQ)

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose de Kop?

Os documentos regulamentares descrevem o procedimento para uma dose esquecida, indicando que esta pode ser tomada assim que se lembre, a menos que esteja muito próxima da hora da dose seguinte. As informações oficiais indicam também que, geralmente, não se recomenda a toma de uma dose dupla para compensar a que foi esquecida.

P: É necessário realizar análises ao sangue regularmente enquanto tomo Kop?

A monitorização dos hemogramas (hemoglobina/hematócrito) é por vezes referida para doentes em tratamento prolongado. Os documentos regulamentares mencionam também que, perante o aparecimento de sinais ou sintomas que sugiram disfunção hepática, a monitorização dos testes de função hepática pode ser relevante.

P: Quais são os motivos para interromper subitamente a toma de Kop?

Os documentos oficiais descrevem que a utilização do produto é habitualmente interrompida se ocorrerem determinados sinais ou sintomas. Estes incluem sinais consistentes com reações hepáticas graves ou eventos gastrointestinais sérios, tais como hemorragia ou ulceração do estômago ou intestinos.

P: Existem diferentes dosagens de Kop disponíveis e como são utilizadas?

A substância ativa do Kop é fabricada em várias dosagens, tais como 25 mg, 50 mg, 75 mg e 200 mg. Estas dosagens estão disponíveis em formulações de libertação imediata e de libertação prolongada. Os documentos de orientação oficial detalham que estas formulações estão associadas a diferentes padrões de dosagem, como a toma do fármaco várias vezes ao dia ou apenas uma vez por dia.

P: Como é monitorizada a eficácia do Kop?

Em ensaios clínicos, a eficácia do medicamento é geralmente avaliada através da medição de melhorias nos sinais e sintomas relacionados com a inflamação. Estes indicadores incluem frequentemente a redução da dor e do inchaço, a diminuição da duração da rigidez matinal e uma melhoria global na capacidade funcional do doente.

P: Quanto tempo demora o Kop a fazer efeito após o início do tratamento?

O perfil farmacocinético oficial, que descreve como o organismo processa o fármaco, indica que a substância ativa em formulações de libertação imediata atinge habitualmente o seu nível mais elevado na corrente sanguínea — conhecido como concentração plasmática máxima — entre 0,5 a 2 horas após a toma.

P: O Kop permanece no organismo muito tempo após interromper a toma?

A semi-vida de eliminação reportada para a substância ativa do Kop é de aproximadamente 2 a 4 horas, de acordo com as informações oficiais do produto.

P: O Kop pode causar sonolência invulgar ou cansaço durante o dia?

Os documentos de segurança oficiais listam efeitos no sistema nervoso central, tais como tonturas, torpor e sonolência, como potenciais efeitos secundários. O cansaço excessivo, também conhecido como fadiga, é igualmente um efeito reportado do medicamento.

P: É necessário tomar o Kop a uma hora específica do dia?

As informações oficiais do produto referem que a toma da forma oral com alimentos abranda a taxa de absorção e reduz a concentração máxima. No entanto, a quantidade total da substância absorvida pelo organismo permanece inalterada. Esta alteração na taxa de absorção dependendo da ingestão de alimentos está documentada nas informações do produto.

P: O Kop pode ser utilizado com segurança por pessoas com problemas renais ligeiros?

Os documentos regulamentares indicam que a depuração da substância ativa é reduzida e a semi-vida é prolongada em indivíduos com função renal comprometida. Esta alteração na eliminação é o motivo pelo qual os protocolos oficiais de utilização para esta população envolvem frequentemente uma dose diária máxima reduzida.

P: O Kop está aprovado para jovens ou adolescentes?

O estatuto regulamentar oficial indica que as formas do medicamento de venda livre geralmente não são recomendadas para indivíduos abaixo de uma idade específica (como os 16 anos). A utilização abaixo desta idade ocorre habitualmente sob orientação de um profissional de saúde.

P: Porque é que o Kop é por vezes utilizado em combinação com outros tratamentos?

A investigação analisou a sua utilização em conjunto com outros tratamentos para observar o potencial de um efeito terapêutico complementar. Esta estratégia visa tirar partido de diferentes mecanismos de ação em comparação com a terapia isolada.

P: O Kop é seguro para quem tem historial de alergias?

As informações oficiais de prescrição indicam que o Kop é contraindicado em indivíduos com historial de reações do tipo alérgico (ex.: asma ou urticária) após a toma de aspirina ou outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs).

P: Sendo o Kop metabolizado no fígado, isso é preocupante para quem tem doenças hepáticas?

A substância ativa é, de facto, metabolizada no fígado. Os documentos de segurança alertam que doentes com doença hepática crónica podem apresentar níveis alterados do fármaco, o que pode ser gerido através de monitorização e de uma potencial redução da dosagem.

P: Quais são os sinais comuns de que o Kop está a funcionar como pretendido?

Estudos e informações oficiais indicam que uma resposta positiva é frequentemente demonstrada pela redução de sintomas como dor, inchaço e rigidez matinal. Uma melhoria geral na capacidade funcional é também um sinal comum de eficácia.

P: O Kop está disponível sem receita médica em algum país?

Foi concedido o estatuto de medicamento de venda livre (OTC) à substância ativa do Kop para o alívio de dores ligeiras em algumas regiões. Isto significa que certas formulações do fármaco estão disponíveis sem prescrição médica.

P: Fatores de estilo de vida, como tabagismo ou álcool, podem afetar o funcionamento do Kop?

O tabagismo está documentado como um fator de risco que pode aumentar o potencial de eventos adversos gastrointestinais graves, como hemorragia, em indivíduos que tomam o medicamento.

P: É possível o Kop causar alterações no peso?

As informações de segurança oficiais listam o aumento de peso inexplicado como um potencial efeito secundário que foi reportado por utilizadores do medicamento.

P: O Kop interfere com contracetivos orais?

Sinais de segurança oficiais relativos a esta classe de fármacos (AINEs) indicam que a coadministração com alguns tipos de contraceção hormonal está associada a um risco acrescido de tromboembolismo venoso (TEV).

P: É comum sentir alterações de humor ao tomar Kop?

Os documentos regulamentares listam efeitos secundários psiquiátricos reportados, incluindo depressão, nervosismo, insónia (dificuldade em dormir) e alteração do humor. Estes tipos de alterações são mencionados no perfil de segurança do medicamento.

Como Kop deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação do Kop (Cetoprofeno) devem cumprir rigorosamente as condições documentadas na rotulagem oficial para manter a qualidade e a estabilidade do produto.

Requisitos Oficiais de Armazenamento

Condição de Armazenamento Requisito
Temperatura Conservar à temperatura ambiente controlada, entre 20°C e 25°C.
Proteção Proteger o produto do calor excessivo e da humidade.
Recipiente Manter o medicamento no seu recipiente original e bem fechado.

O medicamento deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças e dos animais de estimação em todos os momentos. O armazenamento em áreas de humidade elevada, como a casa de banho, é proibido para evitar a degradação do produto.

Instruções de Eliminação

O Kop não utilizado ou com o prazo de validade expirado deve ser eliminado através da entrega num programa de recolha de medicamentos autorizado (como nas farmácias). Se não estiver disponível um programa deste tipo, o medicamento deve ser colocado no lixo doméstico após ser misturado com uma substância indesejável. O produto não deve ser deitado na sanita nem despejado num ralo.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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