Ketorin

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Ketorin

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ketorin

O que é o Ketorin? Definição da Entidade Farmacológica Fundamental

O Ketorin é o nome comercial de um medicamento sujeito a receita médica cujo princípio ativo central é o cetorolac de trometamina (DCI). A substância é fundamentalmente classificada como um Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE) e é reconhecida pela sua potente eficácia no alívio da dor.

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Cetorolac de trometamina
Formas Farmacêuticas Comprimidos, Solução Injetável, Solução Oftálmica
Classe Farmacológica Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE)
Objetivo Geral Proporciona um alívio potente da dor, inflamação e febre
Origem Composto sintético (derivado do ácido pirrolizina-carboxílico)

Que Tipo de Medicamento é o Ketorin (Cetorolac)?

O Ketorin pertence à classe dos AINEs e distingue-se pelas suas fortes características analgésicas e anti-inflamatórias, sendo frequentemente utilizado em situações onde é necessário um elevado nível de gestão da dor. Ao contrário de muitos AINEs comuns, o cetorolac é um composto sintético, quimicamente identificado como um derivado do ácido pirrolizina-carboxílico. Estudos farmacológicos publicados por instituições governamentais de saúde confirmaram o seu estatuto como um analgésico potente. A disponibilidade do cetorolac em várias formas farmacêuticas, incluindo comprimidos para ingestão oral, uma solução injetável estéril para administração sistémica e uma solução oftálmica para uso tópico, demonstra a sua versatilidade ao permitir a administração tanto por via sistémica como tópica. O cetorolac é clinicamente reconhecido pelo seu uso na gestão da dor a curto prazo, distinguindo-se de agentes destinados a condições crónicas.


Objetivo Geral e Ação de Alto Nível

O objetivo geral do cetorolac é proporcionar uma interrupção rápida e eficaz do ciclo da dor e da inflamação, servindo como um poderoso analgésico não opióide. O seu mecanismo de alto nível envolve a inibição do sistema enzimático da ciclooxigenase (COX), o que bloqueia a produção de prostaglandinas — mensageiros químicos no corpo que causam diretamente dor e inchaço. Esta ação é a razão central pela qual o fármaco é escolhido para uso terapêutico geral, tal como proporcionar conforto a doentes adultos que sentem dor aguda, moderada a forte. Isto confirma que a medicação funciona ao impedir a produção das substâncias químicas que fazem com que o corpo sinta desconforto e inflamação. O seu principal benefício é diminuir a dor moderada a grave, reduzir a inflamação associada e alcançar um efeito antipirético em caso de febre.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ketorin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança do cetorolaco de trometamina (Ketorin), um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), é estruturado com base na natureza, frequência e gravidade das potenciais reações adversas, com ênfase no risco sistémico. A utilização deste medicamento está limitada à terapia de curta duração devido aos riscos documentados associados à exposição prolongada.


Classificações Oficiais de Reações Adversas

As reações adversas estão agrupadas de acordo com os sistemas fisiológicos afetados, incluindo Doenças Gastrointestinais, Doenças Renais e Urinárias e Doenças do Sistema Nervoso. As reações adversas comuns frequentemente relatadas incluem cefaleias, tonturas, náuseas, diarreia, dispepsia e edema.

Reações Adversas Graves e Riscos Sistémicos

Os acontecimentos adversos graves representam as considerações de segurança mais críticas. Estes incluem o risco de Acontecimentos Adversos Gastrointestinais graves, tais como ulceração, hemorragia ou perfuração, que podem ocorrer sem sintomas de alerta. Além disso, a utilização do cetorolaco está associada a um risco acrescido de Eventos Trombóticos Cardiovasculares, incluindo enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral.

Os Acontecimentos Adversos Renais graves, como a insuficiência renal aguda, são também riscos documentados, particularmente em doentes vulneráveis.


Restrições de Segurança e Populações Especiais

Existem restrições de segurança específicas para este fármaco. O medicamento é contraindicado em doentes com antecedentes de doença ulcerosa péptica ativa, hemorragia gastrointestinal recente ou insuficiência renal avançada. Os adultos mais velhos apresentam um maior risco de acontecimentos adversos gastrointestinais graves. O risco de ocorrência de acontecimentos adversos graves aumenta com a duração da utilização, o que limita o tempo total do tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

A documentação regulamentar oficial do trometamol de cetorolaco define o perfil de sobredosagem principalmente através dos seus efeitos nos sistemas gastrointestinal (GI) e nervoso central (SNC).

Manifestações Documentadas

Os sintomas após uma sobredosagem aguda limitam-se, tipicamente, a efeitos reversíveis, incluindo letargia, sonolência, náuseas, vómitos, dor epigástrica e dor abdominal. Casos de sobredosagem única foram também associados a achados fisiológicos específicos, tais como disfunção renal, úlceras pépticas e gastrite erosiva.

Resultados Graves e Necessidade de Ação de Emergência

Embora a maioria dos efeitos seja reversível, as fontes regulamentares documentam o potencial de resultados graves e raros, incluindo insuficiência renal aguda, hipertensão, depressão respiratória e coma. Eventos potencialmente fatais, como hemorragia ou perfuração gastrointestinal, são também observados como complicações possíveis.

É necessária atenção médica urgente perante qualquer sobredosagem conhecida ou suspeita, devido ao potencial para estes resultados graves e possivelmente fatais.

Gestão e Informação sobre Antídotos

Não existem antídotos específicos documentados para a sobredosagem de cetorolaco. A gestão baseia-se na prestação de cuidados sintomáticos e de suporte. Os profissionais de saúde podem considerar procedimentos de descontaminação, como a administração de carvão ativado, após uma sobredosagem oral de grande volume dentro de um intervalo de tempo especificado. Intervenções processuais como a hemodiálise são descritas como tendo utilidade limitada devido à elevada ligação do fármaco às proteínas plasmáticas.

Nota sobre a População: As informações regulamentares indicam que os doentes idosos e indivíduos com compromisso da função renal preexistente apresentam um risco acrescido de complicações graves num cenário de sobredosagem.

Usos terapêuticos de Ketorin

O que o Ketorin trata: principais utilizações e benefícios

O Ketorin (Cetorolac) proporciona, de uma forma geral, um alívio de suporte na gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico, oferecendo assistência sintomática em contextos clínicos específicos onde os sintomas associados a estados inflamatórios ou irritativos são agudos. O medicamento é utilizado principalmente para a gestão a curto prazo da dor aguda moderadamente grave.

É considerado relevante em contextos que envolvem uma sobrecarga sistémica elevada, tais como a gestão da dor pós-operatória, o tratamento de episódios agudos como a cólica renal (dor de pedras nos rins) ou ataques graves de enxaqueca. O medicamento pode auxiliar na gestão da intensidade da dor e apoia os doentes durante episódios difíceis, aliviando o mal-estar. Na sua forma localizada, é aplicado no tratamento da inflamação e da dor após procedimentos cirúrgicos específicos, como a cirurgia de cataratas.

"O uso deste medicamento pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico, o que é relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou da tensão."

Esta abordagem contribui para atenuar a carga sintomática global durante períodos de agravamento dos sintomas e apoia os doentes durante episódios de maior desconforto, uma vez que é utilizado para gerir conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos.


Facto Rápido: Alívio para o Desconforto Agudo
Objetivo Terapêutico Principal Gestão a curto prazo da intensidade da dor.
Sintomas Associados Dor, inflamação e febre.
Principal Benefício para o Doente Auxilia na manutenção da estabilidade funcional.

Critérios de utilização e restrições

A elegibilidade para a utilização de Ketorin (cetorolaco) é rigorosamente determinada pelas características do doente e por condições clínicas preexistentes, conforme definido nos documentos regulamentares oficiais. O seu uso é, geralmente, indicado para adultos (tipicamente com idade igual ou superior a 17 anos) para a gestão da dor a curto prazo. A segurança e a eficácia não foram estabelecidas na maioria dos doentes pediátricos.


Populações para as quais o uso é contraindicado

O medicamento é CONTRAINDICADO em doentes com:

Condição/Estado Classificação Regulamentar
Compromisso renal avançado ou risco de hipovolémia (depleção de volume) Contraindicação Absoluta
Doença ulcerosa péptica ativa ou hemorragia/perfuração gastrointestinal recente Contraindicação Absoluta
Diátese hemorrágica ou elevado risco de hemorragia (ex.: hemorragia cerebrovascular) Contraindicação Absoluta
Hipersensibilidade à aspirina ou a outros AINEs Contraindicação Absoluta
Trabalho de parto ou lactação (mães a amamentar) Contraindicação Absoluta
Dor perioperatória no contexto de cirurgia de revascularização do miocárdio (CABG) Contraindicação Absoluta

Restrições relacionadas com a elegibilidade

A utilização requer extrema cautela e obriga frequentemente a uma dose diária máxima reduzida para doentes geriátricos (≥ 65 anos), doentes com peso inferior a 50 kg e doentes com compromisso renal ligeiro a moderado. Adicionalmente, o uso é evitado a partir das 30 semanas de gestação durante a gravidez.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Ketorin (cetoprofeno) é um anti-inflamatório não esteroide (AINE) e a sua utilização com determinados medicamentos, produtos ou substâncias pode aumentar o risco de efeitos adversos graves, tais como hemorragia, compromisso renal ou a redução da eficácia do medicamento coadministrado.

Os principais grupos de interação incluem:

Categoria do Produto de Interação Efeito Potencial Base da Interação (Oficial)
Anticoagulantes/Antiagregantes plaquetários (ex.: varfarina, aspirina, clopidogrel) Aumento do risco de hemorragia grave e ulceração gastrointestinal. Efeitos aditivos no risco de hemorragia.
Outros AINEs (ex.: ibuprofeno, naproxeno, cetorolac) Aumento do risco de efeitos secundários, incluindo hemorragia gastrointestinal e ulceração. Toxicidade aditiva; a coadministração não é, geralmente, recomendada.
Inibidores da ECA/ARAs/Diuréticos Risco de redução dos efeitos anti-hipertensores/diuréticos; aumento do risco de compromisso renal (nefrotoxicidade). Afeta a função renal, especialmente em doentes idosos ou com depleção de volume.
Lítio, Metotrexato Risco de aumento dos níveis séricos e da toxicidade do medicamento coadministrado. Diminuição da depuração renal.
Corticosteroides (ex.: prednisolona) Aumento do risco de ulceração e hemorragia gastrointestinal. Toxicidade gastrointestinal aditiva.

Além disso, o consumo de álcool deve ser limitado devido a um risco acrescido de hemorragia gastrointestinal. No caso das formulações tópicas de cetoprofeno, existe um risco específico de reações fotoalérgicas quando a área de aplicação é exposta à luz solar ou quando utilizada simultaneamente com produtos que contenham o ingrediente de proteção solar octocrileno.

Mecanismo de ação

Modulação Direta de Sistemas Enzimáticos e de Recetores Chave

Este domínio mecanístico primário envolve a ligação do Ketorin a alvos enzimáticos ou de recetores específicos no organismo, que são reguladores centrais da atividade bioquímica. Ao iniciar ou suprimir a sinalização nesta etapa molecular inicial, o fármaco modula a atividade de alvos específicos, alterando a transmissão de sinalização excessiva, moldando assim a resposta biológica fundamental.


Interferência Direcionada em Cascatas de Transdução de Sinal

Após a ligação ao alvo, o Ketorin atua dentro de cascatas de transdução de sinal bem caracterizadas. Este mecanismo afeta o fluxo de informação ao longo da via, particularmente em contextos que envolvem uma ativação acentuada da via. A modificação destas etapas intermédias altera a taxa ou a intensidade da transdução de sinal, influenciando os efeitos a jusante de mediadores desregulados e afetando a dinâmica do sinal dentro de respostas fisiológicas específicas.


Influência no Feedback Regulador Central e Periférico

O mecanismo do Ketorin afeta o ajuste da atividade dentro de vias centrais ou periféricas definidas onde os mecanismos de feedback regulador estão envolvidos. Ao aplicar uma interferência direcionada na via, o fármaco influencia os mecanismos de feedback, modificando o comportamento de respostas fisiológicas específicas e resultando numa alteração da atividade das vias centrais e periféricas.

Informações sobre dosagem e administração

O Ketorin (trometamol de cetorolac) é administrado de acordo com um protocolo sequencial rigoroso, estabelecido pelas autoridades reguladoras para reger a sua utilização a curto prazo. A terapia sistémica é iniciada primariamente por via de injeção Intramuscular (IM) ou Intravenosa (IV) em contexto profissional. A formulação em comprimidos orais é especificamente indicada apenas como terapia de continuação após este curso parentérico inicial e não deve ser utilizada como dose inicial de tratamento.

Dosagem Oficial e Duração

A restrição mais fundamental é que a duração total combinada da utilização — incluindo todas as doses administradas por injeção e comprimidos orais — não deve exceder os 5 dias em adultos. A frequência da dosagem para uso sistémico é tipicamente de 30 mg a cada 6 horas, enquanto a continuação oral é de 10 mg a cada 4 a 6 horas, conforme necessário.

Tipo de Regime Dose Padrão para Adultos Dose Diária Máxima
IV/IM Multidose 30 mg a cada 6 horas 120 mg
Continuação Oral 10 mg a cada 4 a 6 horas 40 mg

Ajustes de População e Procedimento

A redução da dose é necessária para vários grupos de doentes. A dose diária máxima recomendada para IV/IM é reduzida para 60 mg por dia em idosos (65 anos ou mais), doentes com peso inferior a 50 kg e indivíduos com função renal comprometida. As instruções de procedimento exigem também que uma injeção de bólus IV deve ser administrada durante um período não inferior a 15 segundos, e a injeção não deve ser misturada com certas soluções (por exemplo, morfina ou meperidina) devido a potenciais incompatibilidades físicas.

Evidência clínica recente

Evidência científica / Visão geral dos estudos sobre o Ketorin

Esta análise foca-se exclusivamente nas conclusões de avaliações clínicas oficiais, tais como ensaios controlados aleatorizados e sumários regulamentares, para descrever o corpo de investigação existente sobre o Ketorin (cetorolaco). Esta informação descreve padrões observados em grupos de estudo, não tendo como objetivo oferecer aconselhamento clínico ou recomendações de tratamento personalizadas.


Evidência no controlo da dor aguda, moderada a grave

A investigação analisou a utilização do cetorolaco durante episódios em que os sintomas se tornam mais percetíveis, focando-se especificamente em medições da intensidade da dor a curto prazo. A base de investigação para esta utilização inclui Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas que incluíram doentes adultos que reportaram desconforto físico agudo, de intensidade moderada a grave. Os estudos monitorizaram os resultados comunicados pelos doentes quanto ao desconforto percecionado. Os relatórios de investigação indicam padrões onde as pontuações de dor medidas diferiram quando comparadas com as observadas em participantes que receberam um placebo. Os estudos exploraram se a utilização de cetorolaco estava associada a uma menor quantidade reportada de analgésicos suplementares durante o período agudo.


Evidência em contextos específicos de dor aguda

Ensaios clínicos dedicados exploraram o papel do cetorolaco em condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas.

Resumo da investigação em dor pós-operatória

O cetorolaco foi estudado para o controlo da dor após uma variedade de procedimentos cirúrgicos em adultos. Os estudos monitorizaram os resultados comunicados pelos doentes sobre o desconforto percecionado e analisaram o consumo total de medicação opioide. Os ensaios reportaram observações em que o consumo de opioides foi menor nos doentes que receberam cetorolaco em comparação com os que receberam placebo. Os resultados também descreveram pontuações de medição da dor que, em alguns casos, foram semelhantes às observadas com outros fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).

Resumo da investigação em cólica renal e enxaqueca

O cetorolaco foi avaliado em estudos focados em episódios agudos, tais como a cólica renal (dor de cálculos renais) e crises graves de enxaqueca. A investigação nestes contextos centrou-se em alterações de muito curto prazo. Para a cólica renal aguda, os estudos analisaram principalmente formas injetáveis do fármaco e reportaram medições de redução da pontuação de dor que pareceram semelhantes às observadas com comparadores opioides na primeira hora após a administração.


Áreas de incerteza e lacunas na investigação

Os sumários científicos indicam que as principais lacunas envolvem a falta de resultados a longo prazo além do período inicial de tratamento de cinco dias. A duração do acompanhamento foi limitada na vasta maioria dos estudos, o que significa que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Adicionalmente, os dados disponíveis para as populações pediátricas (crianças) permanecem insuficientes em comparação com a base de evidência em adultos, e as conclusões para determinadas faixas etárias são incertas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Ketorin (FAQ)


P: Quanto tempo demora o Ketorin a começar a atuar após a toma?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, quando o Ketorin é administrado por injeção (IV ou IM), os efeitos de alívio da dor começam, tipicamente, nos 30 minutos seguintes à administração.

O efeito máximo de alívio da dor é, habitualmente, sentido cerca de 1 a 2 horas após a receção da dose. As informações oficiais do produto referem que a absorção oral é também, geralmente, rápida.


P: O Ketorin pode ser tomado com o estômago vazio ou é necessário ingerir alimentos?

R: As informações regulamentares para o doente sugerem frequentemente que os comprimidos orais devem ser tomados com alimentos (como uma refeição ou um lanche) ou, possivelmente, com um antiácido. Esta recomendação é frequentemente dada para ajudar a minimizar o desconforto gástrico, uma vez que se sabe que o medicamento causa irritação gastrointestinal.


P: É normal sentir tonturas após tomar Ketorin?

R: Os documentos regulamentares listam as tonturas como uma reação adversa comunicada frequentemente. Tal como outros medicamentos que podem afetar o sistema nervoso central, podem também ser observados outros efeitos, como dores de cabeça ou sonolência.


P: Existem preocupações em tomar Ketorin se eu tiver antecedentes de cálculos renais?

R: Os avisos oficiais indicam que o Ketorin não é adequado para utilização em doentes com compromisso renal (rim) avançado. A rotulagem oficial refere que é necessária cautela se existir qualquer antecedente de problemas que afetem a função renal, embora o medicamento seja estudado para o tratamento da dor aguda da cólica renal (cálculos renais).


P: O Ketorin pode ser tomado com antiácidos para ajudar a reduzir a irritação do estômago?

R: A informação para o doente derivada de fontes regulamentares sugere frequentemente que os comprimidos orais podem ser tomados com um antiácido. A toma com um antiácido é frequentemente sugerida para ajudar potencialmente a minimizar a irritação do trato digestivo.


P: Qual a duração típica do alívio da dor de uma dose de Ketorin?

R: Com base em dados farmacológicos regulamentares, a duração do efeito analgésico de uma dose sistémica única (administrada por injeção) é geralmente reportada como sendo de 4 a 6 horas.


P: Pessoas com tensão arterial alta podem utilizar o Ketorin em segurança?

R: Os avisos oficiais indicam que o Ketorin, tal como outros AINEs, pode causar o aparecimento de hipertensão ou o agravamento de tensão arterial elevada já existente. Recomenda-se precaução em doentes com tensão arterial elevada preexistente. Devido ao risco de retenção de líquidos, a utilização em doentes com condições como insuficiência cardíaca requer uma consideração cuidadosa.


P: O que acontece se eu tomar acidentalmente uma dose de Ketorin demasiado próxima da anterior?

R: A orientação regulamentar aconselha geralmente os doentes a não tomarem uma dose dupla quando uma toma é esquecida. Se estiver quase na hora da dose seguinte, a dose esquecida deve ser ignorada e o esquema regular retomado. Utilizar o medicamento com mais frequência do que o prescrito aumenta a probabilidade de efeitos secundários indesejados.


P: O Ketorin afeta os padrões de sono ou causa insónia?

R: A informação oficial do produto lista tanto a insónia (dificuldade em dormir) como a sonolência entre os possíveis efeitos secundários do sistema nervoso central reportados pelos doentes.


P: Existe uma versão genérica do Ketorin disponível que funcione da mesma forma?

R: Sim, a substância ativa do Ketorin, o trometamol de cetorolaco, está disponível em versões genéricas. Estas são aprovadas pelas agências regulamentares como equivalentes terapêuticos ao produto de marca, o que significa que se espera que funcionem da mesma forma.


P: Crianças ou adolescentes podem tomar Ketorin para ferimentos ligeiros ou febre?

R: O cetorolaco sistémico não está indicado para utilização em doentes pediátricos. A sua segurança e eficácia não foram estabelecidas nestes grupos etários mais jovens e o medicamento não se destina a condições de dor ligeira.


P: O Ketorin está disponível sem receita médica em alguns países?

R: Nos Estados Unidos, as formas sistémicas da substância ativa são designadas como medicamentos sujeitos a receita médica. Isto deve-se ao potencial de efeitos secundários graves que requerem monitorização profissional e limites de utilização a curto prazo.


P: É possível que o Ketorin afete os resultados de certos exames médicos?

R: Os avisos oficiais referem que o medicamento pode aumentar o tempo de hemorragia ao interferir com a função das plaquetas. Esta interferência com a função plaquetária pode ter impacto nos resultados de certas análises ao sangue relacionadas com a coagulação.


P: Como deve o Ketorin ser conservado e qual o seu prazo de validade?

R: O rótulo do produto especifica que os comprimidos orais devem ser conservados à temperatura ambiente controlada e mantidos num recipiente bem fechado e resistente à luz. Todas as formas do medicamento têm um prazo de validade. Tal como acontece com todos os medicamentos, deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.


P: Porque é que algumas pessoas sentem inchaço ou retenção de líquidos ao tomar Ketorin?

R: O inchaço, ou edema, é um efeito secundário comum reportado em documentos oficiais. A informação oficial do produto atribui este efeito ao mecanismo do fármaco que causa a retenção de sódio e água no organismo.


P: O Ketorin tem um impacto significativo na função hepática?

R: Os avisos regulamentares indicam que os AINEs podem causar elevações nos testes da função hepática. Se surgirem sintomas de toxicidade hepática (como icterícia), a orientação oficial refere que a utilização do medicamento deve ser interrompida.


P: Quais são os motivos mais comuns para os doentes interromperem a toma de Ketorin?

R: Os documentos regulamentares impõem um limite rigoroso de 5 dias de utilização total para o medicamento. Isto deve-se ao facto de o risco de eventos adversos graves (como hemorragia gastrointestinal ou problemas cardiovasculares) aumentar significativamente com a duração prolongada.


P: A eficácia do Ketorin muda com o peso ou a idade da pessoa?

R: Sim, a informação posológica oficial exige ajustes de dose para doentes idosos (65 anos ou mais) e para doentes com peso inferior a 50 kg. Estes ajustes são necessários para garantir o equilíbrio correto entre a eficácia e a minimização do risco de efeitos adversos nestes grupos específicos.


P: Porque é que por vezes se diz que o Ketorin é mais forte do que os analgésicos de venda livre?

R: O fármaco está oficialmente indicado para a gestão da dor aguda moderadamente grave. Esta classificação indica que o medicamento se destina a um nível de alívio da dor frequentemente associado a dor aguda mais severa, ao contrário dos medicamentos tipicamente indicados para utilização sem receita médica.


P: O Ketorin só está disponível em comprimidos ou existem outras formas (ex.: injeção, creme)?

R: A substância ativa (trometamol de cetorolaco) é fornecida em múltiplas formas para diferentes utilizações. Estas incluem comprimidos orais, uma solução injetável (IV ou IM) e uma solução oftálmica (gotas para os olhos).


P: Como é que o Ketorin atua especificamente nos sinais de dor no corpo?

R: O cetorolaco atua bloqueando a atividade de enzimas-chave chamadas enzimas Ciclo-oxigenase (COX). Esta ação reduz significativamente a síntese de prostaglandinas, que são os mensageiros químicos responsáveis pela mediação da sinalização da dor, inflamação e febre.


P: Os ensaios clínicos mostram que o Ketorin é mais eficaz do que o placebo para a dor aguda?

R: Os sumários oficiais de ensaios clínicos confirmam que o fármaco proporcionou um alívio da dor significativamente maior em comparação com o placebo (uma substância inativa) em medições de dor aguda moderadamente grave.

Como Ketorin deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação e Manuseamento

As condições de conservação do trometamol de cetorolaco são definidas nos documentos regulamentares com base na formulação específica. Os comprimidos devem ser conservados à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 15 °C e 30 °C. A solução injetável requer conservação entre 20 °C e 25 °C e deve ser protegida da luz; é proibido congelar a solução injetável. Os comprimidos devem ser mantidos num recipiente bem fechado e opaco (resistente à luz).

Segurança Infantil e Eliminação

Todas as formas deste medicamento devem ser conservadas fora da vista e do alcance das crianças. A formulação em spray nasal deve ser eliminada no prazo de 24 horas após a administração da primeira dose. O produto não utilizado ou fora do prazo de validade, bem como as respetivas embalagens, devem ser eliminados de acordo com todos os requisitos locais e nacionais; as normas especificam que a eliminação não deve ser feita através das águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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