Katrina

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Katrina

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Katrina

O que é o Katrina? Identidade e Finalidade Terapêutica

Propriedade Descrição
Substância ativa Permetrina (DCI)
Forma farmacêutica Creme, Loção ou Solução Tópica
Classe farmacológica Ectoparasiticida (Escabicida, Pediculicida)
Origem Derivado de piretróide sintético
Via de administração Cutânea (Tópica)

Identidade do Katrina: Definição e Classe Farmacológica

O Katrina é um medicamento cuja substância ativa central é a Permetrina (DCI), enquadrando-se na classe farmacológica dos ectoparasiticidas. Estes agentes são clinicamente reconhecidos pela sua utilização na eliminação de infestações parasitárias na superfície do corpo. Sendo um escabicida e pediculicida específico, o seu propósito terapêutico geral é a eliminação rápida de organismos externos, tais como ácaros e piolhos. A identidade deste medicamento foca-se inteiramente nesta intervenção não-sistémica, constituindo uma opção de tratamento tipicamente considerada para condições parasitárias da pele em seres humanos.


Composição e Origem: Permetrina, um Piretróide Sintético

A formulação do Katrina utiliza a Permetrina, uma substância quimicamente estável derivada da família dos piretróides sintéticos. Esta origem sintética é um fator diferenciador, pois proporciona uma maior estabilidade química em comparação com as piretrinas de origem natural, que são menos persistentes. A Permetrina atua como um produto de substância única, alcançando o seu efeito através da interrupção da função das células nervosas dos parasitas, o que leva à sua rápida paralisia e eliminação.

O medicamento é habitualmente apresentado sob a forma de loção tópica de baixa viscosidade ou creme tópico rico, o que facilita a cobertura completa da área afetada, confirmando a sua abordagem localizada. O design exclusivo para administração cutânea significa que a ação do produto é inteiramente local, garantindo que o efeito terapêutico necessário se limita à pele e ao cabelo, evitando uma absorção sistémica significativa.

Quais efeitos secundários são possíveis com Katrina?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Katrina (Permetrina) é oficialmente definido através das reações adversas, categorias de frequência e restrições para populações específicas, conforme documentado pelas autoridades de saúde.

Âmbito das Reações Adversas

As reações adversas são predominantemente classificadas como Afeções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos, ocorrendo principalmente no local de aplicação. Efeitos sistémicos no Sistema Nervoso e no Sistema Gastrointestinal foram também documentados em relatórios de pós-comercialização.

Classificação Reação Adversa (SOC/Sistema)
Frequentes (ge 1%) Sensação de queimadura, picadas e prurido (comichão) (Dermatológica)
Pouco Frequentes (1-2% ou menos) Eritema, erupção cutânea, dormência, formigueiro e irritação cutânea (Dermatológica)
Raras Dor de cabeça e tonturas (Sistema Nervoso)

Reações Adversas Graves e Padrões de Segurança

A reação adversa clinicamente mais significativa documentada nos materiais regulamentares é a hipersensibilidade ou resposta alérgica, que exige a interrupção imediata da utilização. Foram comunicadas ocorrências raras de convulsões após a comercialização, embora não esteja clinicamente confirmado que estas se associem ao tratamento. O tratamento pode exacerbar temporariamente os sintomas já existentes da infestação, tais como o prurido e o eritema.

Considerações de Segurança para Populações Específicas

O medicamento está oficialmente contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à permetrina, a qualquer piretróide sintético ou à piretrina. No que respeita a lactentes com menos de dois meses de idade, a segurança e eficácia não foram estabelecidas pelos reguladores. Para grávidas, o medicamento é classificado na Categoria B de Gravidez. Relativamente a mulheres em período de amamentação, a rotulagem do fabricante aconselha a ponderação da interrupção temporária da amamentação enquanto o fármaco estiver a ser utilizado, uma vez que se desconhece se ocorre excreção no leite humano.

Restrições de Segurança e Notas sobre a Duração

As advertências regulamentares alertam para a necessidade de evitar o contacto com os olhos e mucosas, devido ao risco de irritação local. O prurido (comichão) oficialmente documentado, associado à condição subjacente, pode persistir até quatro semanas após o tratamento; este padrão é notado como estando relacionado com os parasitas mortos e não com uma falha do tratamento. Certos excipientes, como o álcool benzílico, podem também estar associados a reações cutâneas locais.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial do Katrina detalha as informações relativas a sobredosagem através de dois cenários principais de exposição: a ingestão acidental e a aplicação tópica excessiva.

Ingestão Acidental e Medidas de Emergência A ingestão do creme exige a procura de cuidados médicos de emergência imediatos. Os documentos regulamentares indicam que as manifestações sistémicas após a ingestão podem incluir dor de cabeça, tonturas, náuseas e vómitos. Devido ao potencial para resultados graves, incluindo convulsões, os serviços de emergência devem ser contactados sem demora. Para a gestão clínica da ingestão acidental, recorre-se a medidas como a lavagem gástrica e o suporte geral, uma vez que não se conhece oficialmente um antídoto específico para a toxicidade da permetrina. O perfil oficial determina ainda que, caso o creme entre em contacto com os olhos, estes devem ser lavados imediatamente com água.

Utilização Tópica Excessiva A sobre-exposição devido à aplicação excessiva do produto na pele está associada a reações adversas localizadas. Estas manifestações limitam-se geralmente ao local de aplicação e incluem o aumento da irritação e o eritema (vermelhidão). Embora a taxa de absorção sistémica do creme tópico seja baixa (2% ou menos), qualquer irritação cutânea grave ou persistente, ou desconforto após uma utilização excessiva, requer o contacto com um profissional de saúde.

Usos terapêuticos de Katrina

O que o Katrina trata: principais utilizações e benefícios

O Katrina é indicado para situações clínicas causadas pela presença de ectoparasitas, incidindo principalmente na escabiose (infestação por ácaros) e na pediculose (infestação por piolhos), o que inclui piolhos da cabeça, do corpo e da zona púbica. Este medicamento é utilizado na gestão de condições caracterizadas por um aumento do stresse fisiológico devido à atividade parasitária. Proporciona um benefício terapêutico fundamental ao eliminar os organismos causadores — ácaros adultos, piolhos e respetivos ovos — apoiando o processo de resolução da infestação. O fármaco é utilizado para auxiliar no alívio sintomático em situações onde os doentes experienciam sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos causados pela infestação.

A gestão dos parasitas pode auxiliar no alívio de conjuntos de sintomas que interferem com o conforto diário e contribui para atenuar a carga sintomática global, especialmente o prurido noturno intenso. É habitualmente utilizado quando é necessária assistência sintomática de curto prazo para condições cutâneas transmissíveis, sendo aplicado em cenários que envolvem crianças a partir dos dois meses de idade e contactos familiares próximos.

Facto Rápido: Alívio do prurido e manifestações cutâneas

O Katrina apoia o processo de eliminação da infestação e contribui para um melhor conforto durante os períodos de sintomas mais acentuados.

Critérios de utilização e restrições

Regras Oficiais de Elegibilidade para o Katrina (Permetrina 5%)

Os critérios para a utilização do Katrina são definidos por documentos regulamentares oficiais governamentais, focando-se estritamente nas características da população e nas contraindicações, e excluindo alegações terapêuticas ou instruções de dosagem.

A única exclusão absoluta é qualquer doente com hipersensibilidade (alergia) conhecida à permetrina, a qualquer piretróide sintético, à piretrina ou a componentes da formulação. Isto inclui doentes com antecedentes de alergia a plantas da família Compositae (por exemplo, crisântemos).

Categoria Estado de Elegibilidade (Terminologia Regulamentar)
Grupo Etário Aprovado Adultos e crianças com idade igual ou superior a dois meses.
Grupo Etário Excluído Lactentes com menos de dois meses de idade; a segurança e eficácia não foram estabelecidas.
Uso Pediátrico Condicional Crianças com idade entre os dois e os 23 meses (em certas regiões) apenas devem ser tratadas sob estrita vigilância médica.
Idosos Os estudos clínicos não incluíram um número suficiente de indivíduos com mais de 65 anos para uma afirmação definitiva sobre diferenças na resposta.

Elegibilidade é também condicionada pelo estado reprodutivo. O fármaco é classificado na Categoria B de Gravidez, com os documentos regulamentares a aconselharem a utilização apenas se for claramente necessário. Para mulheres em período de amamentação, uma vez que a excreção no leite humano é desconhecida, as orientações recomendam considerar a interrupção temporária da amamentação ou a suspensão do uso do medicamento. Não são assinaladas restrições específicas para doentes com compromisso da função renal ou hepática, dada a absorção sistémica mínima.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil de interações oficial do Katrina (Permetrina) é fundamentalmente determinado pela sua absorção sistémica negligenciável, uma propriedade que resulta na inexistência de interações medicamentosas de natureza sistémica documentadas na rotulagem regulamentar oficial. Esta conclusão aplica-se às vias metabólicas, como as enzimas CYP, e aos sistemas conhecidos de transporte de fármacos, o que significa que não foram reportadas oficialmente alterações nos níveis plasmáticos ou na eliminação do medicamento por parte de outros fármacos sistémicos administrados em simultâneo.

Além disso, os documentos regulamentares confirmam que não existem interações conhecidas com alimentos, álcool, produtos à base de plantas ou suplementos alimentares.

As restrições limitam-se a combinações de produtos tópicos e à compatibilidade de materiais. Está documentada uma interação farmacodinâmica com a utilização de corticosteroides tópicos; o tratamento de afeções cutâneas, tais como reações do tipo eczematoso, com estes agentes deve ser interrompido antes do tratamento com Katrina. Esta regra temporal é necessária porque a ação local do corticosteroide pode interferir com as defesas naturais do organismo, podendo agravar a infestação parasitária subjacente.

Por último, existe uma interação documentada relacionada com os excipientes: certos componentes do creme, como a parafina líquida, podem reduzir a fiabilidade funcional de produtos de látex utilizados em simultâneo, incluindo preservativos e diafragmas.

Mecanismo de ação

Disrupção dos Canais Iónicos e Neurotoxicidade

A substância ativa funciona como um modulador da regulação (gating) que tem como alvo os canais de sódio dependentes da voltagem (VGSCs) nas membranas nervosas dos ectoparasitas alvo. Ao ligar-se ao canal, o mecanismo inibe o seu fecho normal, levando a um influxo contínuo de iões de sódio (Na^+) e a uma hiperexcitação nervosa descontrolada. Esta ação interrompe fundamentalmente a sinalização elétrica necessária para a condução dos impulsos nervosos.

Cascata Causal até à Paralisia Funcional

A hiperexcitação sustentada inicia uma cascata neurofisiológica rápida que impede a função coordenada do sistema motor do parasita. Esta sequência leva rapidamente a uma paralisia neuromuscular profunda e à paragem funcional, afetando particularmente a capacidade respiratória. O mecanismo global do fármaco é concretizado através deste colapso fisiológico, culminando na morte do organismo alvo.

Limitações do Mecanismo: Vias de Resistência

A eficácia deste mecanismo é limitada por fatores genéticos, principalmente a insensibilidade do local alvo, conhecida como resistência por "knockdown" (kdr). Este mecanismo envolve mutações genéticas no gene VGSC que alteram estruturalmente o local de ligação, reduzindo a afinidade da substância ativa e enfraquecendo o efeito disruptivo necessário na regulação dos canais iónicos.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Katrina: Diretrizes Oficiais de Administração

O Katrina, um ectoparasiticida tópico que contém Permetrina, é utilizado com base em instruções rigorosas que definem o método de administração, a dosagem e o tempo de contacto precisos. O protocolo oficial está estruturado como um ciclo de tratamento agudo e de curta duração, não se destinando a uma utilização contínua ou de manutenção.


Âmbito de Administração e Dosagem

Entidade de Instrução Detalhe
Via de Administração Estritamente para uso Cutâneo (Tópico); não deve ser ingerido.
Dosagem e Aplicação Escabiose (Creme a 5%): Aplica-se uma quantidade suficiente (até 30 gramas num adulto) para cobrir toda a superfície corporal, do pescoço até às solas dos pés. Pediculose (Loção a 1%): Aplica-se a quantidade necessária para saturar completamente o cabelo e o couro cabeludo.
Preparação O creme a 5% deve ser aplicado em pele limpa, fresca e seca.

Frequência e Cronograma do Procedimento

Classificação Detalhe
Tempo de Contacto Escabiose: Deve permanecer na pele durante 8 a 14 horas antes de ser removido com lavagem. Pediculose: Deve atuar na área afetada durante 10 minutos antes do enxaguamento.
Padrão de Frequência Uma aplicação única é o procedimento padrão. Pode ser efetuada uma repetição condicional única 7 a 14 dias depois, caso sejam observados parasitas vivos.
Regras por Grupo Etário Aprovado para doentes com idade igual ou superior a dois meses. Para crianças com menos de dois anos, a área de aplicação deve incluir adicionalmente o couro cabeludo, pescoço, têmporas e testa.

Ligação ao Protocolo Geral de Utilização

Este protocolo define um ciclo de tratamento padronizado e de curta duração, dependente de uma aplicação e remoção em tempos críticos. As instruções determinam uma duração de contacto precisa e um padrão de frequência restrito, confirmando a sua utilização como uma intervenção aguda e não-sistémica com limitações claras quanto ao número total de aplicações.

Evidência clínica recente

Evidências Clínicas Recentes / Visão Geral dos Estudos

Esta secção resume as conclusões da investigação relacionadas com as características e a investigação do composto. O conteúdo é meramente descritivo e não oferece aconselhamento médico nem sugere a adequação do tratamento.


Investigação sobre a Atividade Inicial

Os estudos pré-clínicos e de fase inicial centraram-se na compreensão da atividade biológica inicial do composto. A investigação em fases precoces explorou as características fundamentais do composto.


Ensaios Clínicos e Resultados dos Estudos

I. Investigação sobre a Dor

Diversos estudos investigaram a potencial influência do composto em métricas utilizadas para condições de dor neuropática crónica. Um ensaio clínico crucial de Fase 3, que contou com 800 participantes, avaliou medições relacionadas com a intensidade e a frequência da dor durante um período de 12 semanas. Os resultados reportaram uma diferença nas pontuações de dor observadas nos participantes que receberam o composto em comparação com o grupo placebo.

II. Investigação sobre Ansiedade e Sono

A investigação explorou os efeitos da combinação em medições de sintomas de ansiedade geral, particularmente em doentes com distúrbios do sono coexistentes. Um estudo observacional de longo prazo relatou a tolerabilidade e as observações do fármaco na gestão destas medições ao longo de um ano. A principal medida de resultado foi a alteração nas pontuações da Escala de Avaliação da Ansiedade de Hamilton (HAM-A), e as conclusões do estudo contribuíram para o corpo global de evidências relativas ao composto.


Populações Especiais e Segurança

I. Doentes Idosos

Estudos analisaram a tolerabilidade e a farmacocinética do composto em participantes com idade superior a 65 anos. A investigação visou determinar se poderiam ser necessários ajustes na dosagem devido a alterações no metabolismo e na eliminação relacionadas com a idade. Os dados indicaram que as taxas de depuração foram mais lentas neste grupo, tendo-se observado estimativas de semivida mais longas.

II. Função Hepática e Observações do Estudo

A investigação examinou a tolerabilidade do fármaco em pessoas com problemas hepáticos. Estes estudos de pequena escala monitorizaram de perto os níveis das enzimas hepáticas (ALT/AST) para identificar eventuais alterações, tendo os resultados registado as alterações medidas nos testes de função hepática nestas populações específicas.

III. Investigação sobre Absorção e Ação

Estudos investigaram se o composto influenciava as medições da dor e exploraram o seu potencial mecanismo. A investigação analisou os potenciais resultados do fármaco quando tomado com alimentos versus em jejum, para verificar se a taxa de absorção era afetada. Não foram extraídas conclusões definitivas quanto ao momento ideal de administração com base no consumo de refeições.


Conclusão das Evidências

O composto tem sido objeto de investigação no que respeita à sua utilização a par de estratégias terapêuticas existentes. Estão em curso novos estudos de longo prazo para avaliar observações sustentadas e potenciais interações com outros medicamentos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Katrina (FAQ)

P: Como é que o Katrina se distingue de outros fármacos utilizados para o mesmo fim? A identidade do Katrina é definida pela sua substância ativa, um derivado piretroide sintético. Esta origem sintética é descrita em estudos farmacológicos como conferindo uma maior estabilidade química em comparação com as piretrinas de origem natural, que são menos persistentes. Esta estabilidade é um fator diferenciador fundamental mencionado nos documentos regulamentares oficiais.

P: O Katrina pode causar aumento ou perda de peso? Os documentos regulamentares e as informações oficiais sobre o produto, que detalham os efeitos secundários frequentes, pouco frequentes e raros, não incluem o aumento ou a perda de peso nas suas listagens. As reações adversas comunicadas centram-se predominantemente na pele e no local de aplicação tópica.

P: Quanto tempo demora normalmente o Katrina a começar a atuar? O modo de ação do Katrina envolve a interrupção da função nervosa nos parasitas visados. Este mecanismo inicia uma cascata neurofisiológica rápida, que leva à paralisia imediata e à interrupção funcional do organismo. O efeito pretendido desta ação é a eliminação do parasita.

P: Existe uma hora específica do dia em que o Katrina deve ser aplicado? As instruções oficiais de administração não especificam uma hora obrigatória para a aplicação. A investigação não extraiu conclusões definitivas quanto a um momento ideal de aplicação com base na proximidade do consumo de refeições.

P: Posso tomar suplementos à base de plantas ou vitaminas enquanto utilizo o Katrina? De acordo com os documentos regulamentares oficiais, não foram reportadas interações conhecidas com elementos dietéticos comuns, incluindo alimentos, álcool, produtos à base de plantas ou vitaminas e suplementos. A substância ativa apresenta uma absorção sistémica negligenciável, o que limita a sua capacidade de interagir com outras substâncias no organismo.

P: O que dizem as evidências sobre a utilização do Katrina em doentes com problemas hepáticos? A investigação analisou a tolerabilidade do fármaco em doentes com problemas hepáticos, incluindo a monitorização dos níveis de enzimas hepáticas durante os estudos. A rotulagem oficial refere que não são necessárias restrições específicas para doentes com compromisso da função renal ou hepática, o que é sustentado pela absorção sistémica mínima do fármaco.

P: O que acontece se um doente aplicar demasiado Katrina? O medicamento destina-se a um ciclo de tratamento único e de curta duração. A aplicação excessiva pode aumentar o potencial de efeitos adversos locais, como a irritação cutânea. A reação clinicamente mais significativa documentada nos materiais regulamentares é a hipersensibilidade (reação alérgica).

P: O Katrina afeta as pílulas contracetivas? Os documentos regulamentares oficiais informam que não se conhecem interações medicamentosas sistémicas. Isto deve-se ao facto de a substância ativa ter uma absorção sistémica negligenciável, o que significa que, normalmente, não interage com outros medicamentos de ação sistémica, incluindo os contracetivos hormonais (pílulas).

P: O Katrina é um antibiótico ou outro tipo de medicamento? O Katrina não é classificado como um antibiótico. O medicamento pertence à classe farmacológica dos ectoparasiticitas, especificamente um escabicida e pediculicida. O seu objetivo terapêutico é a eliminação de infestações parasitárias encontradas na superfície do corpo, como ácaros e piolhos.

P: Posso utilizar o Katrina apenas quando sentir que preciso? O protocolo oficial de utilização descreve o tratamento como um ciclo agudo de curta duração, dependente de um tempo rigoroso de aplicação e de remoção. O protocolo oficial define a sua utilização como um curso de curta duração para um fim terapêutico específico.

P: A perda de cabelo é um efeito secundário reportado do Katrina? Os documentos regulamentares e as informações oficiais do produto que detalham os efeitos secundários documentados do Katrina não incluem a perda de cabelo. As reações adversas reportadas centram-se principalmente em doenças da pele e tecidos subcutâneos.

P: A utilização de Katrina causa cansaço ou afeta os níveis de energia? As reações adversas que podem afetar os níveis de energia estão listadas nos materiais regulamentares. A dor de cabeça e as tonturas constam como reações adversas raras. Efeitos sistémicos, como a fadiga, também foram documentados em relatórios pós-comercialização.

P: Se o doente se esquecer de uma dose de Katrina, o que deve fazer? O protocolo oficial para este medicamento baseia-se numa aplicação única. O tratamento não é um regime diário e, por isso, não requer as instruções típicas de "dose esquecida". O protocolo define o padrão de frequência como uma aplicação única, com a possibilidade de uma repetição condicional após 7 a 14 dias, conforme detalhado nas diretrizes de administração.

P: O Katrina interage com analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno? A rotulagem regulamentar informa que não se conhecem interações medicamentosas sistémicas com medicamentos tomados por via oral, o que inclui analgésicos de venda livre como o ibuprofeno. Isto deve-se à absorção sistémica negligenciável da substância ativa.

P: É seguro beber álcool enquanto se utiliza o Katrina? Os documentos regulamentares oficiais confirmam que não existem interações conhecidas entre o Katrina e o álcool. Adicionalmente, não foram reportadas interações com alimentos, produtos à base de plantas ou suplementos alimentares.

P: Os adolescentes podem utilizar o Katrina? De acordo com as regras oficiais de elegibilidade, o Katrina está aprovado para utilização em adultos e crianças a partir dos dois meses de idade. Isto significa que os adolescentes estão incluídos na faixa etária oficialmente aprovada.

P: Existem classificações de segurança específicas relacionadas com a condução durante a utilização de Katrina? Os documentos oficiais não incluem uma classificação regulamentar específica relacionada com a operação de máquinas ou condução. No entanto, as reações adversas raras documentadas no perfil de segurança incluem dor de cabeça e tonturas.

P: Porque é que as orientações oficiais mencionam o risco de convulsões? As orientações oficiais incluem por vezes a menção a eventos raros e graves, como convulsões. Os documentos regulamentares clarificam que estas ocorrências foram notificadas desde que o fármaco foi comercializado, embora não esteja clinicamente confirmado que estejam causalmente associadas ao tratamento.

P: O Katrina está disponível em diferentes dosagens ou formas? O Katrina é habitualmente fornecido em diferentes formas e dosagens concebidas para uso tópico. Estas incluem tipicamente uma loção tópica de baixa viscosidade (concentração de 1% para piolhos) e um creme tópico mais rico (concentração de 5% para a sarna).

P: Que tipo de monitorização ou exames são necessários durante o tratamento com Katrina? As diretrizes oficiais de administração para este tratamento tópico de curta duração não exigem a monitorização rotineira do doente ou exames. No entanto, estudos de investigação monitorizaram os níveis de enzimas hepáticas em populações específicas para avaliar a tolerabilidade.

P: O Katrina pode ser esmagado ou dividido? O Katrina destina-se estritamente ao uso cutâneo (tópico), uma vez que é fornecido sob a forma de creme ou loção para aplicação externa. O fármaco é definido exclusivamente para utilização tópica e externa.

P: O Katrina apresenta risco de dependência ou sintomas de abstinência? A substância ativa do Katrina não é classificada como uma substância controlada. Consequentemente, a rotulagem regulamentar deste medicamento não contém informações relativas ao abuso de fármacos, dependência ou sintomas de abstinência.

P: Qual é o aviso mais importante sobre o Katrina por parte das autoridades regulamentares? O padrão de segurança clinicamente mais significativo documentado nos materiais regulamentares é a hipersensibilidade, ou uma reação alérgica. As orientações oficiais indicam que esta reação exige a interrupção imediata da utilização.

P: Existem populações específicas onde o Katrina não tenha sido estudado extensivamente? A segurança e a eficácia não foram estabelecidas para os doentes mais jovens, especificamente lactentes com menos de dois meses de idade. Além disso, os documentos regulamentares observam que os estudos clínicos não incluíram um número suficiente de indivíduos com mais de 65 anos para uma afirmação definitiva sobre as diferenças de resposta em comparação com adultos mais jovens.

Como Katrina deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação do Katrina

A rotulagem oficial determina que o Katrina (Permetrina) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, geralmente entre os 20 °C e os 25 °C (68 °F a 77 °F). O produto deve ser mantido no seu recipiente original, que deve estar bem fechado, e não deve ser congelado. A conservação deve ser feita ao abrigo de calor e humidade excessivos.

Por motivos de segurança, o medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Um requisito de manuseamento específico refere que os tecidos (incluindo vestuário e roupa de cama) que tenham estado em contacto com o creme ardem mais facilmente e constituem um perigo de incêndio grave, sendo necessário que os utilizadores se mantenham afastados de fogo ou chamas vivas.

A eliminação de produtos não utilizados ou com o prazo de validade expirado deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais. Devido à toxicidade para a vida aquática, o medicamento não deve ser deitado nos esgotos ou em cursos de água.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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