Kadefungin 3

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Kadefungin 3

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Kadefungin 3

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Clotrimazol
Forma farmacêutica Creme vaginal e comprimidos vaginais (óvulos)
Classe farmacológica Antifúngico azólico / Derivado imidazólico
Via comum Aplicação intravaginal e tópica
Origem Composto químico sintético

Kadefungin 3: Um Agente Antifúngico Azólico Tópico

O Kadefungin 3 é um agente farmacêutico sintético que contém a substância ativa Clotrimazol, classificada como um antifúngico azólico. Este medicamento distingue-se pela sua aplicação terapêutica focada: foi concebido especificamente para uma ação local contra infeções fúngicas, evitando a necessidade de um tratamento sistémico. O Clotrimazol é clinicamente reconhecido pela sua atividade de largo espetro contra a maioria das leveduras comuns e está incluído na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. Este reconhecimento internacional realça o seu papel estabelecido na resposta a necessidades significativas de saúde pública.

Composição e Formas Farmacêuticas

A identidade do produto é definida pelo seu sistema de administração: o Clotrimazol é fornecido em duas formas doseadoras complementares — um creme vaginal e comprimidos vaginais comprimidos (óvulos). Estas duas preparações são habitualmente acondicionadas em conjunto numa embalagem combinada, uma característica distintiva que pretende assegurar a cobertura total tanto da infeção interna como de qualquer irritação externa associada. As formulações foram desenhadas para um regime de curta duração conveniente e específico, utilizando as vias de aplicação intravaginal e tópica. A formulação em creme inclui tipicamente excipientes como o álcool cetilestearílico na sua base.

Princípio do Mecanismo Central: Alvo nas Membranas Fúngicas

O Clotrimazol proporciona um efeito antimicótico de largo espetro potente, atacando a integridade das próprias células fúngicas. O seu mecanismo envolve a interrupção da biossíntese do ergosterol, um componente fundamental e necessário para a função e estrutura da membrana fúngica. Esta interferência molecular direcionada conduz a uma ação dual decisiva: é simultaneamente fungistática, travando o crescimento das células fúngicas, e fungicida, eliminando ativamente as mesmas. Esta eliminação sustentada do patógeno fúngico na sua origem constitui o propósito central do medicamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Kadefungin 3?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Clotrimazol, a substância ativa do Kadefungin 3, é definido principalmente por eventos localizados na área de aplicação, o que reflete a via tópica do medicamento e a sua absorção sistémica mínima. Os efeitos secundários estão oficialmente classificados por frequência e agrupados em Classes de Sistemas de Órgãos (SOC), de acordo com as normas regulamentares.

Classificação das Reações Adversas

Categoria Descrição
Reações Comuns Sensação de queimadura vulvovaginal, prurido (comichão) e irritação no local de aplicação. Estes efeitos são geralmente transitórios e podem ser mais percetíveis no início do tratamento.
Classes de Sistemas de Órgãos Os eventos adversos estão documentados em Doenças dos órgãos genitais e da mama (efeitos locais), Doenças do sistema imunitário, Vasculopatias (ex: síncope, hipotensão) e Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos.
Reações Graves Foram relatadas reações adversas sistémicas graves, tais como reação anafilática, hipotensão e síncope. A sua frequência é oficialmente classificada como Desconhecida, uma vez que os dados derivam maioritariamente de notificações espontâneas pós-comercialização.

Considerações Específicas de Segurança

O medicamento é contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao clotrimazol ou a qualquer um dos seus excipientes, como o álcool cetilestearílico. Estão também documentadas advertências de segurança para populações específicas:

  • Gravidez: Embora não sejam indicados efeitos adversos no feto, a utilização do aplicador vaginal deve ser evitada nos estágios finais da gravidez.
  • Integridade dos Contracetivos: Os documentos regulamentares referem que as preparações vaginais de Clotrimazol podem danificar os contracetivos de látex (como preservativos e diafragmas), o que poderá reduzir a sua eficácia. Esta é uma restrição de segurança crucial relacionada com a utilização do produto.

Esta informação representa o quadro de segurança oficial do medicamento, conforme definido pelas autoridades de saúde governamentais.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares indicam que a intoxicação aguda é considerada pouco provável após a aplicação vaginal ou tópica padrão de Clotrimazol, devido à absorção sistémica mínima da substância ativa. O perfil oficial de sobredosagem é definido inteiramente pelo risco de ingestão oral acidental do produto final, o que requer ações de emergência específicas.

Elemento Declaração Regulamentar
Manifestações Documentadas Os sintomas após a ingestão oral acidental podem incluir náuseas, vómitos, tonturas, dor abdominal e sonolência.
Contexto de Sobredosagem O risco está limitado primordialmente ao cenário de ingestão oral acidental; não se prevê intoxicação aguda resultante da utilização pretendida.

Medidas de Emergência

Elemento Ação Necessária
Ajuda Médica Imediata Contacte imediatamente o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) ou os serviços de emergência locais após a confirmação de uma ingestão acidental.
Informação sobre Antídoto Não se conhece um antídoto específico para a intoxicação por Clotrimazol.

Gestão de Suporte

O tratamento para uma sobredosagem documentada é estritamente sintomático e de suporte. A informação regulamentar refere que a lavagem gástrica pode ser considerada em casos raros de ingestão aguda grave, embora seja frequentemente desnecessária. Esta abordagem de gestão foca-se exclusivamente na monitorização e tratamento das manifestações clínicas até que estas diminuam, confirmando a inexistência de um agente farmacológico de reversão específico.

Usos terapêuticos de Kadefungin 3

O Kadefungin 3 (Clotrimazol) é utilizado primordialmente em contextos que exigem uma terapia antimicótica localizada, sendo habitualmente empregado na gestão da condição conhecida como Candidíase Vulvovaginal (CVV). O medicamento é aplicado para apoiar a gestão sintomática de episódios agudos, geralmente quando a infeção fúngica está limitada aos tecidos vaginais e vulvares. A sua aplicação é relevante em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados, tais como um episódio agudo após a utilização de antibióticos ou uma manifestação sintomática inicial.

Um benefício terapêutico fundamental envolve a abordagem do conjunto de sintomas associados, que incluem o prurido (comichão) vaginal intenso, uma sensação de queimadura persistente e inflamação localizada (vermelhidão, inchaço e sensibilidade dolorosa). O medicamento pode auxiliar no alívio da carga total dos sintomas e pode contribuir para uma melhoria do conforto diário.

Facto Rápido: Alívio do Desconforto Agudo

O Kadefungin 3 é aplicado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, apoiando o paciente durante episódios difíceis ao atenuar o mal-estar e auxiliando na manutenção da estabilidade funcional.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Kadefungin 3?

Os documentos regulamentares definem regras rigorosas de elegibilidade para a utilização de Kadefungin 3 (preparações vaginais de clotrimazol), classificando os utilizadores com base em alergias, idade e estado clínico.

Populações Impedidas de Utilizar (Contraindicações): O medicamento é contraindicado para qualquer indivíduo com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao clotrimazol ou a qualquer um dos excipientes do produto.

Populações que Requerem Consulta Médica Prévia (Uso Condicional): A utilização não é, geralmente, recomendada para automedicação em certos grupos, sendo obrigatória a consulta prévia com um profissional de saúde, de acordo com a rotulagem regulamentar:

  • Restrições de Idade: Mulheres com menos de 16 ou mais de 60 anos de idade.
  • Histórico Clínico: Indivíduos com infeções recorrentes (mais de duas em seis meses), histórico de doenças sexualmente transmissíveis, ou condições subjacentes como diabetes ou um sistema imunitário debilitado.
  • Sintomas Agudos: Indivíduos que apresentem febre, calafrios, dor no baixo abdómen, corrimento vaginal anormal ou com vestígios de sangue, ou úlceras e feridas na vulva ou vagina.

Elegibilidade na Saúde Reprodutiva:

  • Gravidez: O uso é geralmente permitido sob a supervisão de um médico ou parteira, particularmente após o primeiro trimestre. A rotulagem regulamentar restringe explicitamente o uso do aplicador durante a gravidez.
  • Amamentação: A utilização é considerada aceitável devido à absorção sistémica mínima da substância ativa.

Esta informação reflete os critérios de segurança estabelecidos pelas autoridades competentes para garantir a utilização apropriada do medicamento.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

As informações regulamentares relativas ao Kadefungin 3 (Clotrimazol, via intravaginal) documentam padrões de interação específicos em dois domínios principais: o potencial de interações medicamentosas sistémicas e as restrições essenciais quanto a produtos de aplicação local.

Interações Farmacocinéticas Sistémicas

A coadministração com certos medicamentos imunossupressores orais, especificamente o Tacrolimus e o Sirolimus, pode resultar numa interação farmacocinética documentada. Esta situação poderá levar a um aumento das concentrações plasmáticas e à subsequente exposição ao Tacrolimus ou Sirolimus. Os documentos regulamentares aconselham que é necessária uma monitorização rigorosa dos níveis sanguíneos destes medicamentos orais caso sejam administrados concomitantemente com o produto vaginal.

Restrições de Produtos Locais e Temporais

O produto não deve ser utilizado em simultâneo com métodos contracetivos de barreira em látex, tais como preservativos ou diafragmas. Testes laboratoriais indicam que a preparação pode causar danos no material de látex, o que reduz a eficácia documentada do dispositivo contracetivo. A rotulagem regulamentar prevê a utilização de um método contracetivo eficaz alternativo durante, pelo menos, cinco dias após a interrupção do tratamento com a preparação vaginal. Adicionalmente, outros produtos vaginais, incluindo tampões, duches vaginais e espermicidas, não devem ser utilizados durante o curso do tratamento, de forma a garantir a eficácia do produto e evitar interações ao nível local.

Mecanismo de ação

O Kadefungin 3 contém o derivado imidazólico clotrimazol, que exerce a sua ação farmacodinâmica como um inibidor contra as células fúngicas. O alvo biológico é a membrana celular fúngica, onde o clotrimazol interfere com a biossíntese do ergosterol, um componente estrutural e funcional crítico desta membrana. Esta interação ocorre através da inibição competitiva da enzima lanosterol 14-alfa desmetilase (uma enzima do citocromo P450).

A via molecular envolve a interrupção da conversão de lanosterol em ergosterol, levando a duas consequências intracelulares: uma redução significativa de ergosterol e a acumulação simultânea de esteróis intermédios tóxicos, tais como os 14-alfa metil esteróis. Subsequentemente, este efeito duplo compromete a integridade estrutural e a fluidez da membrana celular fúngica, resultando num aumento irreversível da permeabilidade da membrana. Esta consequência fisiológica leva à fuga de componentes intracelulares essenciais e à rutura de funções vitais de enzimas ligadas à membrana, acabando por modular os processos celulares através da inibição do crescimento e da replicação.

Informações sobre dosagem e administração

A administração do Kadefungin 3, um produto com clotrimazol, segue princípios rigorosos de utilização a curto prazo, definidos pelas autoridades regulamentares. O produto é administrado através de duas vias principais: por via intravaginal, para o regime central de tratamento, e por via tópica ou externa, para a aplicação vulvar associada.

O regime mais reconhecido em rotulagem é o tratamento curto de 3 dias, utilizando um comprimido vaginal (óvulo), que contém tipicamente 200 mg de princípio ativo, ou uma dose pré-medida de creme a 2% (100 mg), uma vez ao dia. Os esquemas posológicos podem variar dependendo da formulação, incluindo tratamentos de 7 dias com creme a 1% ou a aplicação de uma dose única de um comprimido de 500 mg.


Frequência e Contexto de Administração

A frequência da dosagem está estabelecida como uma vez ao dia para o produto interno, estando explicitamente programada para administração ao deitar, de forma a garantir que o medicamento permaneça no local por um período de tempo prolongado. A forma farmacêutica deve ser introduzida o mais profundamente possível com o auxílio do aplicador fornecido, um procedimento geralmente realizado enquanto a paciente está deitada de costas (posição supina). Quando necessário, o creme externo é aplicado topicamente na área vulvar afetada com uma frequência de duas vezes ao dia.


Duração e Restrições de Uso

A duração total do tratamento, seja de 3 ou 7 dias consecutivos, deve ser completada conforme especificado na rotulagem, independentemente de os sintomas desaparecerem precocemente. As restrições específicas de administração incluem evitar o início do tratamento durante a menstruação e a proibição do uso concomitante de produtos internos, tais como tampões, duches vaginais ou espermicidas. Relativamente à utilização em populações mais jovens, a dosagem padrão para adultos aplica-se a adolescentes a partir dos 12 anos, mas os documentos regulamentares exigem uma consulta profissional para a utilização em crianças com menos de 12 anos.

Evidência clínica recente

Evidência científica / Visão geral dos estudos sobre o Kadefungin 3

Evidência para utilização na Candidíase Vulvovaginal (CVV)

A investigação que analisa o clotrimazol tópico foca-se na condição conhecida como Candidíase Vulvovaginal (CVV). O panorama da evidência disponível consiste num vasto corpo de ensaios clínicos aleatorizados (RCTs), a par de revisões sistemáticas e meta-análises abrangentes. Estes estudos centraram-se primordialmente em mulheres adultas que apresentaram episódios agudos ou sintomáticos de CVV.

Os estudos científicos analisaram dois resultados fundamentais: o resultado micológico (a confirmação laboratorial de que o agente patogénico fúngico foi eliminado) e o resultado clínico (os resultados relatados pelas doentes que descrevem o desconforto percebido e as alterações em sintomas como o prurido e o ardor vaginal). As conclusões descrevem padrões observados nos estudos onde os ciclos de tratamento, incluindo regimes de curta duração, foram associados a alterações medidas tanto nos resultados micológicos como clínicos durante o período do estudo.


Estudos Comparativos e Contexto de Investigação

Para além de examinarem o medicamento em si, os estudos foram avaliados em investigações que exploraram comparações com outros tratamentos antifúngicos. Os investigadores realizaram ensaios controlados por comparador ativo, comparando o clotrimazol tópico com outros tipos de antifúngicos vaginais e, nalguns casos, com medicação antifúngica oral. Estes ensaios exploraram diferenças nos resultados relacionados com a eliminação da infeção e alterações nas medidas dos sintomas entre os grupos. Os resultados ajudam a contextualizar a forma como as doentes relataram a sua experiência ao utilizar diferentes métodos de tratamento, permitindo aos investigadores observar padrões em várias abordagens de gestão da condição.


Evidência a Longo Prazo e Estudos de Recorrência

A maioria da investigação determinante para regimes antifúngicos de curta duração focou-se em resultados imediatos, o que significa que as durações de acompanhamento foram frequentemente limitadas a apenas 7 a 30 dias pós-tratamento. Isto implica que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos no que diz respeito aos padrões observados ao longo do tempo.

Embora os ensaios principais se tenham focado em alterações a curto prazo, certas investigações exploraram as taxas de recorrência, acompanhando a frequência com que a infeção regressava após as doentes terem completado o ciclo inicial de tratamento. No entanto, existe informação limitada para resultados a longo prazo que acompanhem a recorrência por períodos de seis meses ou mais após a utilização deste regime específico de curta duração.


Evidência em Populações Especiais

A investigação específica estudou a utilização de clotrimazol tópico em grupos distintos de doentes. Nomeadamente, alguns estudos analisaram a utilização deste medicamento em mulheres grávidas sintomáticas. Adicionalmente, foi observada evidência nalguns estudos que incluíram mulheres com CVV recorrente ou infeções graves. Contudo, o volume de evidência para estes grupos especiais é geralmente menor do que a base de investigação disponível para casos não complicados, o que significa que os dados para certos grupos permanecem insuficientes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Kadefungin 3 (FAQ)


P: O Kadefungin 3 pode ser adquirido sem receita médica?

De acordo com a rotulagem oficial do produto em várias regiões, os medicamentos que contêm a substância ativa clotrimazol, como o Kadefungin 3, são disponibilizados para compra como Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica (MNSRM). Isto significa que o produto está frequentemente disponível para aquisição sem necessidade de prescrição.


P: Quando é que se pode esperar que o Kadefungin 3 comece a fazer efeito?

Estudos e informações oficiais indicam que o alívio dos sintomas é vulgarmente relatado como iniciando-se dentro dos primeiros três dias após o começo do tratamento. O efeito terapêutico completo é tipicamente observado após a conclusão de todo o ciclo terapêutico.


P: É normal notar algum corrimento ou resíduo após utilizar o Kadefungin 3?

A informação destinada à doente reconhece ser comum observar algum corrimento vaginal ou um resíduo branco de aspeto giz enquanto o produto se dissolve. Esta ocorrência é identificada como um efeito comum e esperado à medida que o medicamento é libertado.


P: Quanto tempo costumam durar os efeitos secundários temporários do Kadefungin 3?

Os efeitos secundários localizados que podem ocorrer, tais como ardor ou irritação, são descritos nos documentos oficiais como transitórios, ou seja, temporários. Espera-se que estes efeitos desapareçam pouco tempo após a conclusão do ciclo completo de tratamento.


P: Existem interações relatadas entre o Kadefungin 3 e os contracetivos orais?

Os documentos regulamentares indicam uma potencial interação farmacocinética entre este medicamento e certos contracetivos orais. A coadministração pode afetar os níveis plasmáticos de progesterona, que é uma componente hormonal em algumas pílulas contracetivas.


P: O Kadefungin 3 interage com outros medicamentos de venda livre?

Os documentos oficiais aconselham a informar um profissional de saúde sobre todos os medicamentos que estejam a ser utilizados, incluindo produtos não sujeitos a receita médica. Estão listadas interações específicas sobretudo para medicamentos imunossupressores e outros produtos vaginais, mas interações com fármacos de venda livre não vaginais não são comummente especificadas.


P: É necessário evitar a atividade sexual durante a utilização de Kadefungin 3?

As advertências regulamentares e a informação ao utente desaconselham o contacto sexual vaginal durante todo o curso do tratamento. Esta restrição serve para ajudar a garantir a administração correta do medicamento.


P: Está descrito em algum lado que o Kadefungin 3 pode causar um odor percetível?

Um odor vaginal invulgar está listado entre as alterações que devem ser comunicadas, conforme descrito na informação oficial do produto. Se ocorrer, esta é uma das alterações que a informação oficial sugere reportar a um profissional de saúde.


P: Existe o risco de desenvolver resistência ao Kadefungin 3 com o tempo?

A rotulagem oficial reconhece que a resistência antifúngica a medicamentos como o clotrimazol é uma possibilidade biológica. Esta preocupação tem sido documentada, particularmente em casos de utilização prolongada ou repetida de agentes antifúngicos.


P: A utilização de Kadefungin 3 pode manchar a roupa?

A rotulagem regulamentar adverte que o produto pode manchar tecidos ou vestuário. O uso de proteção higiénica durante o período de aplicação é frequentemente sugerido para lidar com esta possibilidade.


P: As dores de cabeça ou as náuseas são relatadas como efeitos secundários menos comuns do Kadefungin 3?

Embora não sejam classificadas como reações comuns, a classificação oficial de eventos adversos inclui sintomas como náuseas e vómitos. A informação oficial do produto sugere contactar um profissional de saúde se estes ou outros eventos invulgares forem sentidos.


P: O Kadefungin 3 é utilizado para prevenir infeções?

De acordo com a rotulagem oficial, o Kadefungin 3 é indicado para o tratamento de infeções fúngicas existentes. O produto não está descrito para utilização como medicamento preventivo ou profilático para evitar o aparecimento de infeções.


P: O Kadefungin 3 trata a mesma condição que outros produtos de 3 dias?

Muitos tratamentos de 3 dias são formulados com a mesma substância ativa, o clotrimazol, que está aprovado para a mesma condição. No entanto, os documentos regulamentares abordam o regime e a formulação específicos do Kadefungin 3.


P: O Kadefungin 3 é eficaz contra todos os tipos de infeções fúngicas?

A documentação oficial descreve a substância ativa como um antifúngico de largo espetro. A sua principal área de estudo e eficácia documentada é contra leveduras comuns, como a Candida, e certos outros fungos comuns.


P: Qual a diferença entre o Kadefungin 3 e os tratamentos de 1 ou 6 dias?

A principal diferença entre tratamentos de curta duração como o Kadefungin 3 e outros regimes (ex: 1 ou 6 dias) relaciona-se com a concentração da substância ativa (dosagem) e a duração total resultante. Estes regimes variados refletem diferenças na concentração e no tempo necessário para o tratamento.


P: O Kadefungin 3 pode ser utilizado tanto por homens como por mulheres?

Embora o produto interno seja concebido para mulheres, a componente de creme externo está oficialmente rotulada para utilização na pele em geral. Esta aplicação externa é utilizada para tratar infeções cutâneas associadas, o que se aplica tanto a homens como a mulheres.


P: Quais são os sinais de uma reação alérgica ao Kadefungin 3?

Os sinais de uma reação de hipersensibilidade podem incluir sintomas comuns como erupção cutânea, urticária ou prurido. Reações mais graves, embora raras, podem incluir o inchaço da face ou da garganta. A informação oficial afirma que quaisquer sinais de uma reação alérgica grave devem ser comunicados a um profissional de saúde.


P: Posso utilizar Kadefungin 3 se for alérgico a medicamentos antifúngicos semelhantes?

O produto é contraindicado (não deve ser utilizado) se existir uma hipersensibilidade ou alergia conhecida à substância ativa, o clotrimazol, ou aos seus ingredientes inativos. A orientação oficial aconselha cautela se houver um histórico de alergia a medicamentos antifúngicos azólicos relacionados.


P: Qual é a diferença entre um efeito secundário local e um efeito secundário sistémico do Kadefungin 3?

Um efeito secundário local é aquele que ocorre apenas no local de aplicação, como o ardor ou irritação relatados. Um efeito secundário sistémico é aquele que pode afetar o corpo como um todo, como os eventos raros de desmaio ou tensão arterial baixa. Ambos os tipos de efeitos estão oficialmente documentados.


P: Qual é a taxa de sucesso típica relatada nos estudos para o Kadefungin 3?

Os estudos clínicos reportam frequentemente dois resultados principais: a taxa de cura micológica (eliminação da levedura) e o nível de alívio dos sintomas. Os documentos regulamentares tipicamente não publicam uma percentagem única e fixa de taxa de sucesso para uso geral do consumidor.


P: Com que rapidez é que a substância ativa do Kadefungin 3 começa a ser eliminada do corpo?

A substância ativa é concebida para uma ação local, resultando numa absorção sistémica mínima. Os dados farmacocinéticos oficiais indicam que aproximadamente 3–10% da substância ativa é absorvida para a corrente sanguínea, atingindo o seu nível plasmático máximo cerca de 24 horas após a administração.


P: O Kadefungin 3 interage com outros produtos de cuidados da pele tópicos?

Os documentos regulamentares focam-se em restrições relacionadas com outros produtos vaginais, como duches ou tampões. A rotulagem oficial não menciona especificamente interações com produtos de cuidados da pele tópicos gerais aplicados em áreas não afetadas do corpo.


P: O Kadefungin 3 é um medicamento genérico ou de marca?

O Kadefungin 3 é classificado como um produto de marca. O medicamento contém a substância ativa clotrimazol, que é o nome genérico do composto e está disponível em muitas formas genéricas internacionalmente.


P: O Kadefungin 3 contém alguma hormona?

O produto é classificado como um antifúngico azólico que atua interrompendo as membranas das células fúngicas. Os documentos oficiais confirmam que o medicamento não é um esteroide e não contém quaisquer substâncias hormonais.


P: Outros fármacos precisam de ser separados do Kadefungin 3 por um determinado período de tempo?

As restrições oficiais focam-se primordialmente em evitar a utilização concomitante de outros produtos vaginais locais (como duches ou tampões). Não existe uma separação temporal específica documentada na informação oficial do produto para a toma de fármacos orais não vaginais.

Como Kadefungin 3 deve ser armazenado e descartado?

O armazenamento e a eliminação do Kadefungin 3 devem seguir os requisitos oficiais para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Condições Oficiais de Armazenamento

Requisito Instrução Específica
Temperatura Conservar à temperatura ambiente; não conservar acima de 30 °C; não congelar
Proteção Conservar na embalagem original; proteger da luz e da humidade
Estabilidade Não utilizar após o prazo de validade; rejeitar o creme 6 meses após a abertura
Segurança das Crianças Manter fora do alcance e da vista das crianças

Instruções Oficiais de Eliminação

O produto não utilizado ou fora do prazo de validade e os materiais residuais devem ser eliminados de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos. O aplicador utilizado deve ser descartado em segurança após a utilização e não pode ser deitado na sanita.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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