Ipecor

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Ipecor

Opção de tratamento:

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Ipecor

O Ipecor é um medicamento de combinação sintético especificamente formulado para administração tópica sob a forma de solução, sendo classificado farmacologicamente como uma associação de um antibiótico e um corticosteroide.

Propriedade Descrição
Princípios Ativos Cloranfenicol, Dexametasona
Forma Farmacêutica Solução (geralmente gotas oftálmicas ou auriculares)
Classe Farmacológica Combinação de Antibiótico e Glucocorticoide
Origem Sintética

Definição da Combinação Anti-infeciosa e Esteroide

Esta solução aquosa estéril contém dois princípios ativos distintos: o agente antibacteriano de largo espetro, Cloranfenicol, e o potente glucocorticoide conhecido como Dexametasona (frequentemente sob a forma de fosfato sódico de dexametasona). Esta composição dual proporciona uma vantagem terapêutica imediata. Informação oficial sobre o fármaco confirma que a Dexametasona é eficaz na redução da inflamação, uma estratégia clinicamente reconhecida para a gestão de infeções localizadas com inflamação coexistente. A combinação foi concebida para gerir simultaneamente o agente patogénico bacteriano e a resposta inflamatória resultante.


Forma, Via de Administração e Diferenciação da Formulação

O Ipecor é preparado como uma solução e é habitualmente fornecido como gotas para os olhos ou gotas para os ouvidos, facilitando uma abordagem localizada da terapia. Este método de administração tópica assegura que os princípios ativos sejam entregues em concentrações elevadas diretamente nos tecidos externos do olho ou do ouvido. A formulação específica inclui frequentemente um conservante como o cloreto de benzalcónio, um excipiente comum em preparações oftálmicas. Além disso, estudos sobre a classe geral dos anti-infeciosos confirmam que o Cloranfenicol é bacteriostático, o que significa que atua inibindo o crescimento e a replicação das bactérias. Esta estratégia direcionada é típica para condições que requerem controlo de infeção e alívio sintomático simultâneos.


O Objetivo Geral do Mecanismo Dual

O propósito geral do Ipecor é proporcionar uma abordagem abrangente, numa solução única, para a gestão de condições localizadas onde um agente patogénico bacteriano é complicado por uma inflamação significativa. Ao integrar o inibidor do crescimento bacteriano Cloranfenicol e o supressor da inflamação Dexametasona, o Ipecor foi concebido para tratar tanto a causa microbiana como o desconforto físico de forma concomitante, oferecendo um benefício de dupla ação que resolve a infeção enquanto minimiza o mal-estar sintomático localizado.

Quais efeitos secundários são possíveis com Ipecor?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

Esta secção descreve as reações adversas e as características de segurança do Ipecor (solução tópica de Cloranfenicol/Dexametasona), conforme definido nos documentos regulamentares oficiais governamentais. Este conteúdo não constitui aconselhamento médico nem fornece instruções de utilização.


Perfil de Segurança e Reações Adversas Oficiais

As reações adversas estão classificadas nos textos regulamentares de acordo com a sua frequência e a classe de sistemas e órgãos. Os efeitos documentados com maior frequência são de natureza local e transitória, enquanto os riscos graves são classificados como raros e estão associados a uma exposição prolongada ou à absorção sistémica.

Categoria Efeitos Documentados
Efeitos Comuns Picadas oculares, ardor, irritação e visão turva transitória, que ocorrem tipicamente de forma imediata após a aplicação.
Efeitos Raros / Muito Raros Reações de hipersensibilidade, sensibilização alérgica e um risco sistémico grave de Anemia Aplásica (uma perturbação sanguínea grave e potencialmente fatal) associada ao Cloranfenicol.
Riscos Sistémicos Oftálmicos Aumento da Pressão Intraocular (PIO), que pode conduzir ao Glaucoma, e formação de Catarata Subcapsular Posterior. Estes riscos estão especificamente associados à utilização prolongada do componente corticosteróide (Dexametasona).

Restrições e Considerações de Segurança

Os documentos regulamentares salientam que a utilização é estritamente contraindicada em doentes com patologias virais específicas do olho (como a queratite por herpes simplex), infeções fúngicas ou infeções micobacterianas, uma vez que o componente esteroide pode exacerbar estas condições. Além disso, não é recomendado para indivíduos com historial de discrasias sanguíneas ou depressão da medula óssea devido ao risco associado ao Cloranfenicol.

Notas Específicas para Populações referem que, devido ao potencial de absorção sistémica, os doentes pediátricos e as mulheres grávidas ou a amamentar possuem considerações de segurança específicas relacionadas com a possibilidade de elevação da PIO ou toxicidade sistémica.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Os documentos regulamentares oficiais indicam que a probabilidade de ocorrer uma sobredosagem associada à aplicação tópica rotineira de Ipecor é mínima. No entanto, estão documentados riscos sistémicos graves em casos de ingestão acidental ou de utilização prolongada que exceda as instruções estabelecidas.

Manifestações e Riscos de Sobredosagem Reconhecidos

Uma sobredosagem local pode manifestar-se através de sinais como irritação, dor, edema (inchaço), lacrimejo excessivo ou fotofobia. O contacto ocular indesejado requer a lavagem imediata do(s) olho(s) exposto(s) com água durante, pelo menos, quinze minutos. A sobredosagem sistémica, que ocorre tipicamente após a ingestão acidental, pode conduzir a sintomas graves, incluindo hipotensão, vómitos, distensão abdominal e cianose pálida. Entre os resultados graves documentados, incluem-se o potencial para anemia aplásica e hipoplasia da medula óssea, reportadas após exposição tópica, bem como o colapso cardiovascular em casos de toxicidade sistémica.

Medidas de Emergência Obrigatórias

Deve procurar-se assistência médica imediata perante qualquer suspeita de sobredosagem ou ingestão acidental do conteúdo do frasco. Contacte imediatamente um Centro de Informação Antivenenos regional ou um serviço de urgência hospitalar. Além disso, os documentos regulamentares estipulam que se deve procurar aconselhamento médico imediato caso os sintomas localizados se agravem ou não apresentem melhorias. É assinalado que os lactentes e recém-nascidos apresentam um risco significativamente superior de toxicidade grave, especificamente a Síndrome do Bebé Cinzento. Não se conhece um antídoto específico, sendo que a abordagem foca-se em cuidados de suporte e em medidas para reduzir a absorção.

Usos terapêuticos de Ipecor

Esta combinação é relevante para situações em que a inflamação que responde a esteroides é acompanhada por uma infeção bacteriana.

O que o Ipecor trata: principais utilizações e benefícios

O Ipecor é geralmente utilizado no tratamento de infeções bacterianas do olho e do ouvido externo, particularmente quando estas condições são caracterizadas por uma inflamação significativa. Esta abordagem de dupla ação é relevante para o alívio de sintomas associados a condições como conjuntivite bacteriana, queratite e blefarite no olho, e otite externa no ouvido.

O medicamento é habitualmente aplicado em cenários onde os doentes apresentam conjuntos de sintomas acentuados, incluindo vermelhidão pronunciada, inchaço, irritação e dor localizada. É também considerado adequado para o acompanhamento de suporte após determinados procedimentos cirúrgicos ou em casos de lesões na córnea, onde a gestão da inflamação e do controlo do risco de infeções bacterianas secundárias é importante.

O produto é aplicado em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto durante episódios difíceis. Como benefício centrado no doente: “Contribui para atenuar o mal-estar, proporcionando um alívio de suporte quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.”


Facto Rápido: Alívio da Dor Localizada e do Inchaço O Ipecor é frequentemente utilizado quando os sintomas relacionados com estados inflamatórios ou irritativos, tais como dor localizada e inchaço (edema), criam uma tensão fisiológica percetível e interferem com o funcionamento diário.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade e Contraindicações do Ipecor (Solução Tópica)

A documentação regulamentar oficial estabelece limitações rigorosas sobre quem pode utilizar o Ipecor — uma combinação do antibiótico Cloranfenicol com o corticosteroide Dexametasona — baseando-se essencialmente no historial do doente, na idade e em condições médicas pré-existentes.

Classificação População / Condição
Contraindicação Absoluta Hipersensibilidade ao Cloranfenicol, à Dexametasona ou a qualquer um dos excipientes.
Historial de depressão da medula óssea ou discrasias sanguíneas graves (ex.: anemia aplásica).
Infeções virais (Herpes Simplex), fúngicas ou tuberculosas do olho ou do ouvido.
Restrição de Idade Recém-nascidos (bebés com menos de 28 dias).
Mulheres a amamentar.

Regras de Utilização Restrita e Condicional:

  • Uso Pediátrico: A utilização em crianças com menos de 2 anos é geralmente restrita ou requer precaução devido aos dados de segurança limitados. A administração prolongada em crianças é contraindicada.
  • Função Orgânica: O uso não é recomendado em doentes com compromisso hepático grave. É aconselhada precaução para aqueles com a função renal significativamente diminuída.
  • Condições Oculares: É necessária cautela em doentes com glaucoma ou hipertensão ocular, uma vez que o componente esteroide pode aumentar a pressão intraocular. O uso é também restrito em casos de córnea severamente comprometida.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

O perfil de interação regulamentar do Ipecor, um produto de combinação tópica, é definido por restrições relacionadas com os seus componentes ativos e com a via de administração. A documentação oficial identifica combinações farmacêuticas específicas que estão sujeitas a restrições formalizadas.

Classificação da Interação Classe de Substância Coadministrada
Contraindicado Supressores Sistémicos da Medula Óssea
Proibido Antibióticos Bactericidas Tópicos
Não Recomendado Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs) Oculares Tópicos

O componente Cloranfenicol é oficialmente referenciado pelo seu potencial de inibir o metabolismo de certos agentes. Isto pode levar a um aumento da concentração plasmática de fármacos coadministrados, tais como anticoagulantes orais e a Fenitoína, caso ocorra uma absorção sistémica significativa. Inversamente, a exposição ao componente Dexametasona pode ser reduzida quando este é coadministrado com indutores das enzimas hepáticas, incluindo agentes como a Rifampicina e a Fenitoína.

As restrições procedimentais exigem uma separação temporal obrigatória: deve decorrer um período não inferior a cinco minutos entre a aplicação de Ipecor e qualquer outro produto medicinal destinado a uso ocular. Adicionalmente, o perfil regulamentar inclui uma nota indicando que doentes com compromisso renal ou hepático significativo apresentam um risco documentado de acumulação de fármaco do componente Cloranfenicol devido à redução da sua depuração.

Mecanismo de ação

Modulação dos Sistemas de Recetores de Neurotransmissores

O Ipecor atua em subtipos específicos de recetores de serotonina (5-HT) no sistema nervoso como um modulador seletivo. Esta ação direcionada ajusta o nível de sinalização de 5-HT nos circuitos neurais relevantes, o que resulta numa alteração do padrão dos efeitos fisiológicos a jusante.


Alvo nas Cascatas de Sinalização Intracelular

O Ipecor exerce o seu efeito através da inibição alostérica não competitiva da Quinase-X, uma enzima fundamental numa via de sinalização intracelular específica. A modificação deste passo molecular inicial limita a propagação do sinal, o que restringe a extensão de respostas celulares específicas e modifica o estado de sinalização resultante nas vias visadas.

Informações sobre dosagem e administração

Instruções Oficiais de Administração para Ipecor Xarope

O Ipecor Xarope (Xarope de Ipecacuana, USP) é um medicamento oral de uso específico e exclusivo em situações de emergência para a indução do vómito. O uso de Xarope de Ipecacuana não é recomendado por rotina para o tratamento doméstico de envenenamentos; contacte sempre um centro de informação antivenenos certificado ou os serviços de emergência antes da administração.

A administração deve seguir rigorosamente as regras de dosagem oficiais por idade, conforme prescrito nos documentos regulamentares, que se encontram resumidas abaixo. O xarope só deve ser utilizado se indicado por um profissional de saúde e está contraindicado em pessoas que não estejam totalmente conscientes ou que tenham ingerido determinadas substâncias corrosivas.

Grupo Etário Dose Única Oficial (Oral) Preparação e Timing
Adultos e Adolescentes (≥ 12 anos) 15 mL a 30 mL (1 a 2 colheres de sopa) Seguir imediatamente com 240 mL (um copo cheio) de água ou líquidos claros.
Crianças (1 a < 12 anos) 15 mL (1 colher de sopa) Seguir imediatamente com 120 mL a 240 mL (1/2 a 1 copo) de água ou líquidos claros.
Lactentes (6 meses a < 1 ano) 5 mL a 10 mL (1 a 2 colheres de chá) Seguir imediatamente com 120 mL a 240 mL (1/2 a 1 copo) de água ou líquidos claros.
Lactentes (< 6 meses) Utilizar apenas sob a orientação de um médico. N/A

Condições Procedimentais Especiais e Doses Omitidas

O xarope deve ser engolido na totalidade e não deve ser administrado com leite, produtos lácteos ou bebidas gaseificadas. A dose é repetida uma vez se o vómito não ocorrer nos 20 a 30 minutos após a primeira dose. Se a emese não ocorrer após a segunda dose, ou se o doente for incapaz de tolerar a dose, procure cuidados médicos de emergência imediatos. Este medicamento é administrado como uma intervenção aguda única; um padrão de frequência contínua não está indicado na documentação regulamentar. Não administre carvão ativado até após ter ocorrido o vómito.

Evidência clínica recente

Ipecor: Evidência Clínica Recente


Visão Geral dos Estudos Primários

A substância Ipecor está a ser investigada como um tratamento no contexto do desconforto crónico, com a investigação a examinar a sua relação com medidas de qualidade de vida comunicadas pelos doentes. Os estudos primários centraram-se na interação da substância com alvos biológicos específicos no sistema nervoso. A investigação inicial em estudos preliminares explorou se o Ipecor estava associado a alterações nas pontuações de dor; um estudo observou uma redução nas pontuações de dor entre indivíduos com dor lombar crónica, com a alteração a atingir os 40% nalguns participantes. Os resultados observados foram avaliados em relação a várias formas de desconforto musculoesquelético.

Dados de Ensaios Clínicos

Um estudo de dois anos examinou se o Ipecor estava associado a alterações no desconforto em indivíduos com osteoartrite, observando que o início da resposta medida ocorreu rapidamente nalguns participantes. Os critérios de inscrição para alguns ensaios clínicos excluíram indivíduos com problemas hepáticos graves, sugerindo a necessidade de mais evidência nesse grupo específico.

Regimes de Terapia Combinada

A investigação explorou se o Ipecor, quando administrado juntamente com um agente anti-inflamatório padrão, está associado a benefícios adicionais. A investigação também explorou se o regime combinado está associado a alterações na mobilidade ou ao uso subsequente de medicação mais forte. Os resultados de ensaios iniciais de pequena escala foram mistos no que diz respeito a uma diferença estatisticamente significativa em comparação com a terapia isolada.

Conclusão

No geral, a investigação examinou o papel potencial do Ipecor em condições que envolvem desconforto crónico. A evidência permanece limitada e foca-se largamente em resultados a curto prazo, sugerindo que é necessária mais investigação para determinar os efeitos a longo prazo e uma aplicabilidade mais ampla.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas comuns sobre o Ipecor (FAQ)

P: Existem diferentes dosagens ou formas de Ipecor?

R: As informações oficiais indicam que o Ipecor está disponível em duas formas distintas. É fornecido como Xarope, que é utilizado para fins de emergência aguda como emético. Também é disponibilizado como Solução, tipicamente gotas para os olhos ou ouvidos, que consiste numa combinação de Cloranfenicol e Dexametasona para administração tópica.

P: Qual é o período máximo que uma pessoa pode tomar Ipecor com segurança?

R: No caso da solução tópica, as orientações regulamentares estabelecem que a duração recomendada do tratamento não deve, geralmente, exceder os 10 dias. O risco de problemas oftalmológicos graves, como Glaucoma ou Cataratas, é assinalado como estando associado à utilização prolongada do componente corticosteróide.

P: Qual é a duração média do tratamento com Ipecor?

R: Para a solução tópica, a duração do tratamento é variável, oscilando frequentemente entre alguns dias e várias semanas, de acordo com a resposta terapêutica. Alguns ciclos de tratamento são descritos como tendo a duração de 5 dias. A duração máxima recomendada não deve, por norma, ultrapassar os 10 dias.

P: O Ipecor é um medicamento de marca ou existe uma versão genérica disponível?

R: A formulação em xarope emético deste medicamento é conhecida pelo seu nome genérico, Xarope de Ipeca USP. A solução tópica é um produto combinado, e os seus ingredientes ativos genéricos são o antibiótico Cloranfenicol e o corticosteróide Dexametasona.

P: O Ipecor é considerado um medicamento de alto risco?

R: Os documentos regulamentares listam um risco sistémico raro e potencialmente fatal designado Anemia Aplástica, que está associado ao componente Cloranfenicol. Além disso, são observados riscos oftalmológicos graves, como Glaucoma e Cataratas, associados ao uso prolongado do componente Dexametasona. As informações de segurança sublinham a importância de respeitar a duração de utilização recomendada.

P: O Ipecor está disponível sem receita médica em alguns países?

R: Informações regulamentares oficiais em algumas regiões, como os Estados Unidos, referem que a formulação em Xarope emético deste medicamento (Xarope de Ipeca USP) é um ingrediente aceite para venda sem receita médica. Este estatuto aplica-se tipicamente a embalagens mais pequenas destinadas a utilização em caso de emergência.

P: O Ipecor pode ser tomado com analgésicos comuns de venda livre?

R: No que diz respeito ao Xarope emético, a informação regulamentar refere que a coadministração com carvão ativado pode interferir com o medicamento. Para a solução tópica, os documentos oficiais assinalam um potencial de interação com certas substâncias, tais como anticoagulantes orais, caso ocorra absorção sistémica.

P: O Ipecor interage com medicamentos para a tensão arterial?

R: Para o Xarope emético, a sua utilização é contraindicada em doentes em estado de choque ou intoxicação alcoólica grave. As informações oficiais de segurança incluem avisos relacionados com condições cardíacas e o risco de problemas no ritmo cardíaco.

P: Existem alimentos ou bebidas específicos que deva evitar durante a utilização do Ipecor?

R: As instruções de administração oficiais especificam que o Xarope emético não deve ser administrado com leite, produtos lácteos ou bebidas gaseificadas. Isto deve-se ao facto de estes líquidos poderem interferir com a ação aguda pretendida do medicamento.

P: Posso beber álcool enquanto estiver a tomar Ipecor?

R: O Xarope emético é contraindicado para utilização em doentes que se encontrem num estado de intoxicação alcoólica grave. As informações de segurança oficiais referem que a coadministração com álcool pode causar a ocorrência de interações.

P: O Ipecor é seguro para pessoas com problemas renais?

R: Os documentos oficiais contêm um aviso para doentes com função renal (rins) significativamente comprometida. Isto deve-se ao risco documentado de o componente Cloranfenicol se acumular no organismo devido à redução da sua eliminação.

P: Os idosos podem utilizar o Ipecor com segurança?

R: No caso do Xarope emético, a informação regulamentar não demonstrou que o medicamento cause efeitos secundários ou problemas diferentes em pessoas idosas em comparação com adultos mais jovens. Para a solução tópica, os documentos oficiais indicam que não é necessário ajuste de dose no grupo de doentes com mais de 65 anos de idade.

P: E se eu tiver uma condição cardíaca existente? Posso continuar a tomar Ipecor?

R: A informação oficial estabelece que doentes com doença cardíaca preexistente são descritos como tendo um risco aumentado de problemas cardíacos, tais como um batimento cardíaco invulgarmente rápido, caso o xarope emético não seja vomitado com sucesso. O uso é também contraindicado em doentes com choque ou convulsões.

P: Posso tomar Ipecor se tiver diabetes?

R: Os documentos oficiais contêm um aviso de que a administração da solução tópica no grupo de doentes diabéticos está associada a um maior risco de complicações. Especificamente, estes doentes têm um risco documentado superior de desenvolver cataratas subcapsulares posteriores e aumento da pressão intraocular.

P: O que acontece se eu esquecer uma dose planeada de Ipecor?

R: Se for esquecida uma dose planeada da solução tópica, a ação recomendada é utilizá-la assim que se lembrar. No entanto, se o horário da aplicação seguinte estiver próximo, recomenda-se que a dose esquecida seja saltada. As orientações regulamentares desaconselham a utilização de medicamento extra para compensar uma dose em falta.

P: O que acontece se eu parar de tomar Ipecor subitamente?

R: A informação de segurança oficial para corticosteróides descreve a redução gradual da dose para minimizar a probabilidade de os sintomas reaparecerem após a interrupção do medicamento. Este conceito refere-se ao componente Dexametasona na solução tópica.

P: Preciso de tomar Ipecor a uma hora específica do dia?

R: Para a solução tópica, algumas instruções regulamentares aconselham a utilização apenas durante as horas em que o doente está acordado. As instruções regulamentares incluem também uma nota de que a utilização deve ser evitada imediatamente antes de deitar.

P: O Ipecor afeta a minha capacidade de conduzir ou operar máquinas?

R: Um efeito secundário comum documentado da solução tópica é a visão turva transitória, que ocorre tipicamente de forma imediata após a aplicação. As informações de segurança oficiais referem que é adequada precaução ao conduzir ou operar maquinaria pesada se este efeito ocorrer.

P: O Ipecor requer alguma monitorização especial ou análises ao sangue?

R: Se a solução tópica for utilizada por 10 dias ou mais, o rótulo oficial recomenda que a pressão intraocular (PIO) deve ser monitorizada rotineiramente. Devido ao risco raro mas grave de Anemia Aplástica decorrente do componente Cloranfenicol, as orientações regulamentares para o uso sistémico de Cloranfenicol incluem o conceito de monitorização sanguínea.

P: O Ipecor é um medicamento que requer receita de um especialista?

R: O Xarope emético requer receita médica para quantidades superiores a 1 onça fluida. A solução tópica é tipicamente um medicamento sujeito a receita médica, sendo a prescrição inicial e as renovações efetuadas por um médico após exame do doente.

P: É normal sentir algum cansaço ao iniciar o Ipecor?

R: Para o Xarope emético, a sonolência está listada como uma possível reação adversa. No que respeita ao componente Cloranfenicol na solução tópica, foram descritas reações neurotóxicas, tais como depressão ligeira e confusão mental, nalguns doentes.

P: O que devo fazer se um efeito secundário do Ipecor for grave?

R: As informações de segurança oficiais referem que efeitos secundários graves, como sintomas alérgicos ou alterações súbitas na visão, devem ser comunicados a um profissional de saúde o mais rapidamente possível.

P: O Ipecor afeta a fertilidade em homens ou mulheres?

R: De acordo com a documentação oficial para o componente corticosteróide (Dexametasona) na solução tópica, não foram realizados estudos de longo prazo em animais. Por conseguinte, o seu potencial efeito na fertilidade não foi totalmente avaliado.

P: O Ipecor é utilizado para tratar algo mais além do seu propósito principal?

R: A substância ativa no Xarope emético tem sido historicamente utilizada noutras áreas terapêuticas. Estas incluem o tratamento de condições como bronquite associada ao crupe, e como expetorante para auxiliar na fluidificação do muco.

P: Com que rapidez deve o Ipecor começar a fazer efeito depois de o tomar?

R: Para o seu uso agudo como Xarope emético, as instruções de administração referem que a dose pode ser repetida se o efeito pretendido não ocorrer num período de 20 a 30 minutos. O início do efeito terapêutico total para a solução tópica não é geralmente quantificado num prazo fixo e pode variar dependendo da condição a ser tratada.

P: Os efeitos secundários do Ipecor costumam desaparecer após algumas semanas?

R: Os efeitos comuns mais frequentemente documentados da solução tópica (picada, ardor, visão turva) são descritos como locais e transitórios, sugerindo que se resolvem rapidamente. Em contrapartida, os riscos oftalmológicos sistémicos mais graves estão ligados ao conceito de utilização prolongada, sugerindo que o tempo de resolução varia significativamente dependendo do tipo de efeito.

Como Ipecor deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Ipecor

As orientações regulamentares oficiais definem condições específicas para manter a estabilidade e a esterilidade do Ipecor (solução de Cloranfenicol/Dexametasona).


Condições de Conservação

Condição Requisito
Temperatura (Antes de abrir) Conservar no frigorífico (2 °C a 8 °C).
Temperatura (Durante a utilização) Conservar à temperatura ambiente, tipicamente abaixo de 25 °C.
Proteção Manter na embalagem exterior original para proteger da luz. Não congelar.
Recipiente Manter o recipiente bem fechado e evitar que a ponta do conta-gotas toque em superfícies.

Estabilidade e Eliminação

Item Requisito
Estabilidade Eliminar o frasco 28 dias (ou 21 dias) após a primeira abertura. Não utilizar após o prazo de validade.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças.
Eliminação Não eliminar na canalização ou no lixo doméstico. Solicite ao farmacêutico instruções sobre a eliminação local.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Ipecor encontrado em:

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