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Intrinsa (Testosterone)

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Intrinsa (Testosterone)

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Opção de tratamento: Hypogonadism

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Intrinsa (Testosterone)

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Testosterona
Forma Farmacêutica Sistema transdérmico (adesivo tipo matriz, fino e flexível)
Classe Farmacológica Androgénio; Terapêutica de substituição hormonal
Objetivo Geral Abordagem do desequilíbrio hormonal decorrente da deficiência de testosterona
Origem Preparação hormonal esteroide semissintética

Que Tipo de Medicamento é o Intrinsa (Testosterona)?

O Intrinsa (testosterona) está classificado como um produto farmacêutico de substância única pertencente à classe farmacológica dos androgénios e da substituição hormonal. A substância ativa é a testosterona, um composto quimicamente idêntico à hormona sexual natural produzida pelo corpo humano. Enquanto medicamento, é habitualmente fabricado como uma preparação semissintética para utilização clínica. A identidade farmacológica do Intrinsa define-se pelo seu papel como agonista dos recetores de androgénios, suplementando níveis deficitários desta hormona esteroide para restaurar a sinalização fisiológica essencial. A ação fundamental deste composto é clinicamente reconhecida pelo seu papel crucial na manutenção de diversas funções fisiológicas.

A Formulação Transdérmica e o Objetivo Geral

O Intrinsa é um sistema transdérmico de matriz, consistindo numa preparação fina e flexível concebida para fornecer uma dose baixa e controlada da substância ativa através da pele para a corrente sanguínea. Esta forma farmacêutica transdérmica especializada é um diferenciador fundamental, uma vez que foi projetada para assegurar concentrações séricas de testosterona estáveis, evitando o processamento extensivo pelo fígado (metabolismo de primeira passagem hepática) que ocorre com as formas orais. O objetivo geral do medicamento prende-se com a gestão de défices hormonais no público-alvo feminino. A evidência sobre esta formulação específica confirma que a administração transdérmica é um método fiável para manter níveis hormonais estáveis ao longo do tempo. Esta abordagem utiliza a suplementação hormonal de dose baixa para corrigir o desequilíbrio após a perda da produção ovárica endógena em mulheres com menopausa cirúrgica.

Diferenciadores Principais da Terapia Androgénica de Baixa Dose

O Intrinsa representa uma abordagem direcionada à terapia hormonal, abordando especificamente a restauração de androgénios em mulheres que recebem terapia concomitante com estrogénio. Esta formulação é distinta porque fornece testosterona para suplementar os níveis que tipicamente diminuem após a remoção dos ovários. Diferencia-se fundamentalmente dos produtos androgénicos de dose elevada destinados à substituição masculina, tendo o seu desenvolvimento focado exclusivamente na gestão da componente androgénica, complementando a terapia estrogénica existente em vez de a substituir. Esta dedicação a uma dose baixa é central para o seu posicionamento específico em mulheres com menopausa cirúrgica.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Intrinsa (Testosterone)?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança deste adesivo de testosterona está estabelecido através da classificação em documentos oficiais. As reações adversas encontram-se agrupadas de acordo com a probabilidade de ocorrência e o sistema fisiológico afetado.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

Os efeitos secundários são categorizados com base na frequência com que foram reportados em estudos clínicos:

  • Muito Frequentes (ge 1/10): Reações no local de aplicação (por exemplo, eritema ou comichão) e hirsutismo (excesso de pelos).
  • Frequentes (ge 1/100 a < 1/10): Efeitos como acne, alopecia (queda de cabelo), aumento de peso, náuseas, diarreia, dor abdominal e dor mamária.
  • Pouco Frequentes (ge 1/1.000 a < 1/100): Reações menos habituais incluem congestão do clítoris, hipertrofia do clítoris, sensação de ardor vaginal, enxaquecas e voz mais grave.

Considerações de Segurança Fundamentais

As reações adversas mais clinicamente significativas referem-se à virilização, ou seja, ao desenvolvimento de características masculinas. Sinais como o tom de voz mais grave ou a hipertrofia do clítoris podem ser observados e, caso ocorram, estes efeitos podem ser irreversíveis após a interrupção do tratamento. Outros efeitos estão categorizados por Classes de Sistemas de Órgãos, incluindo Doenças da Pele e Tecidos Subcutâneos, Doenças do Sistema Reprodutor e da Mama, e Doenças Gastrointestinais.

Existem limitações específicas quanto à utilização deste medicamento. A segurança e a eficácia estão estabelecidas apenas para mulheres que recebem terapia concomitante com estrogénio após a menopausa cirúrgica. Adicionalmente, a segurança é desconhecida em mulheres com menopausa natural ou naquelas que não utilizam estrogénio. A informação de segurança para além de um ano de utilização, particularmente no que diz respeito aos efeitos a longo prazo no sistema cardiovascular e no tecido mamário, é limitada.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação oficial para este produto aborda a sobredosagem como um estado resultante da exposição a níveis supraterapêuticos de testosterona e do abuso associado a doses elevadas. Tal exposição está relacionada com manifestações clínicas específicas e riscos sistémicos graves, exigindo uma ação imediata.

Os sinais documentados de excesso de androgénios em mulheres incluem o desenvolvimento de virilização (características masculinas) e retenção de líquidos (edema), que pode evoluir para insuficiência cardíaca congestiva em doentes com doença cardíaca, renal ou hepática pré-existente. Em cenários de abuso de doses elevadas, são também reportados efeitos psicológicos como depressão, hostilidade ou agressividade.

A sobredosagem define-se pelo potencial de desfechos que colocam a vida em risco, incluindo o acidente vascular cerebral (AVC) não fatal e o enfarte do miocárdio não fatal. É determinado que os doentes devem procurar assistência médica imediata se sentirem sinais de alerta específicos, tais como dor no peito, falta de ar, fraqueza num dos lados do corpo ou fala arrastada.

Não existe um antídoto específico documentado para o excesso de testosterona. A gestão requer a interrupção imediata do produto após a deteção de sintomas graves ou de resultados laboratoriais adversos, como o aumento do hematócrito. O tratamento nestas situações é explicitamente designado como sintomático e de suporte.

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Usos terapêuticos de Intrinsa (Testosterone)

O que o Intrinsa (Testosterona) Trata: Principais Utilizações e Benefícios

A aplicação terapêutica do Intrinsa é, de um modo geral, direcionada a mulheres que foram submetidas a uma ooforectomia bilateral e a uma histerectomia (menopausa cirúrgica) e que estejam a receber terapia concomitante com estrogénio. A sua aplicação é pertinente na gestão de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico neste grupo específico de doentes. Esta utilização está alinhada com os dados clínicos estabelecidos para esta população específica.


Âmbito Terapêutico e Benefícios

Este medicamento é aplicado no contexto clínico da Perturbação do Desejo Sexual Hipoativo (PDSH), a qual se define por uma deficiência ou ausência persistente e incómoda de desejo sexual e de fantasias sexuais. A aplicação terapêutica visa o alívio sintomático desta disfunção. O tratamento é relevante para a gestão de conjuntos de sintomas que incluem a deficiência de desejo, a baixa capacidade de resposta sexual e a angústia pessoal associada.

A utilização nesta população tem como objetivo atenuar os sintomas relacionados com o desejo sexual que surgiram na sequência de alterações induzidas cirurgicamente. Ao atenuar esta carga sintomática global, o medicamento apoia a doente durante episódios difíceis e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional relacionada com a sua sexualidade.

"A utilização nesta população visa atenuar os sintomas relacionados com o desejo sexual que surgiram na sequência de alterações induzidas cirurgicamente."

Facto Rápido: Gestão Sintomática de Apoio
Foco Principal É utilizado na gestão de sintomas de baixo desejo sexual (líbido).
Cenário de Utilização Aplicado após as alterações hormonais específicas e abruptas de uma ooforectomia bilateral.
Benefício Central Contribui para um melhor conforto ao reduzir a angústia pessoal associada.
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Critérios de utilização e restrições

Âmbito de Elegibilidade

O Intrinsa (testosterona) está oficialmente autorizado apenas para mulheres com menopausa induzida cirurgicamente (submetidas a ooforectomia bilateral e histerectomia) que estejam a receber terapia concomitante com estrogénio.

Populações Contraindicadas

Existem contraindicações absolutas que proíbem a utilização em várias populações específicas. O medicamento não deve ser utilizado por mulheres com historial conhecido, suspeito ou passado de cancro da mama ou qualquer outra neoplasia dependente de estrogénios. Está também estritamente contraindicado para mulheres que estejam ou possam vir a ficar grávidas, mulheres a amamentar e indivíduos com hipersensibilidade conhecida à testosterona ou a qualquer um dos seus excipientes.

Utilização Restrita e Limitada

A utilização não é recomendada para mulheres na menopausa natural, uma vez que a eficácia e segurança neste grupo não foram avaliadas. Da mesma forma, o adesivo não deve ser utilizado em mulheres que recebam estrogénios equinos conjugados (EEC) por via oral. Os documentos regulamentares recomendam a utilização principalmente em doentes até aos 60 anos de idade, dado que os dados em adultos mais velhos são limitados. É necessária uma monitorização cuidadosa em doentes com diabetes ou condições cardiovasculares, incluindo a hipertensão. A utilização não está estabelecida em doentes com insuficiência renal ou compromisso hepático, visto que não foram realizados estudos nestas populações.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Intrinsa (testosterona) descreve potenciais interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas documentadas em fontes oficiais.


Restrição de Utilização Concomitante

O Intrinsa está oficialmente restringido e não deve ser utilizado concomitantemente com estrogénios equinos conjugados (EEC) por via oral.

Interações que Requerem Monitorização ou Ajuste de Dose

A coadministração com anticoagulantes orais, como a varfarina, pode alterar a atividade de coagulação do sangue. Esta alteração no efeito anticoagulante exige uma monitorização mais próxima e frequente do Índice Internacional Normalizado (INR) e do Tempo de Protrombina do doente.

A testosterona tem o potencial de diminuir os níveis de glicose no sangue. Esta conclusão pode implicar a necessidade de uma redução na dosagem de agentes antidiabéticos coadministrados, incluindo a insulina, para a gestão da glicémia.

Restrições Farmacodinâmicas e de Local de Aplicação

A utilização do Intrinsa com corticosteroides ou com a Hormona Adrenocorticotrópica (ACTH) pode resultar num efeito aditivo, levando a um aumento da retenção de líquidos (edema). Este risco é assinalado como uma preocupação específica para doentes com doença cardíaca, renal ou hepática subjacente.

Adicionalmente, para evitar a interferência física com as propriedades adesivas do adesivo transdérmico, não devem ser aplicados cremes, loções ou pós no local de aplicação.

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Mecanismo de ação

Como Funciona o Intrinsa (Testosterona): Mecanismo de Ação

O Intrinsa (testosterona) atua principalmente como um agonista do Recetor de Androgénio (AR) intracelular, um recetor nuclear presente nas células-alvo. O complexo formado pela união entre a hormona e o recetor transloca-se para o núcleo e liga-se a Elementos de Resposta Androgénica no ADN, o que modifica a transcrição genética. Esta ação genómica inicia a cascata anabólica primária, influenciando a taxa de renovação das proteínas musculares e a atividade das células ósseas (osteoblastos e osteoclastos).

O mecanismo envolve também o funcionamento da testosterona como uma pró-hormona, estando sujeita à metabolização por enzimas em di-hidrotestosterona (DHT) e estradiol (E2). Esta diversificação hormonal permite que o mecanismo influencie dois sistemas de sinalização distintos (o Recetor de Androgénio e o Recetor de Estrogénio), o que é necessário para a influência mediada pelo recetor de estrogénio (ER) no osso e na sinalização neural. Esta ação combinada nos tecidos periféricos e no Sistema Nervoso Central (SNC), através da regulação das vias centrais e periféricas, influencia o metabolismo de proteínas e lípidos, bem como o equilíbrio dos neurotransmissores.

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Informações sobre dosagem e administração

O Intrinsa é administrado oficialmente por via transdérmica através de um adesivo do tipo matriz, concebido para libertar uma dose baixa e contínua de testosterona através da pele para a corrente sanguínea. A dose diária normalizada de testosterona libertada na circulação sistémica é de 300 µg.

Posologia e Aplicação

Esta dose diária é obtida através da aplicação de um único adesivo duas vezes por semana, num esquema contínuo, o que exige que o adesivo seja substituído por um novo a cada 3 ou 4 dias. Apenas deve ser utilizado um adesivo de cada vez. O local de administração está estritamente definido como uma área de pele limpa e seca na parte inferior do abdómen, abaixo da cintura.

Para evitar interferências na adesão e na absorção, não devem ser aplicados cremes, loções ou pós no local de aplicação. O local de aplicação deve ser rodado de forma consistente, sendo obrigatório um intervalo de, pelo menos, 7 dias antes de se reutilizar uma localização específica. Caso um adesivo se descole prematuramente, o esquema de tratamento original deve ser mantido.

Duração e Restrições Específicas

O protocolo oficial estabelece que a utilização do medicamento está estruturalmente dependente de a doente estar a receber terapia concomitante com estrogénio. A utilização não é recomendada em doentes tratadas com estrogénios equinos conjugados (EEC). Além disso, as instruções recomendam a utilização apenas em mulheres com menopausa cirúrgica até aos 60 anos de idade.

A resposta ao tratamento deve ser formalmente avaliada num período de 3 a 6 meses após o início, recomendando-se uma reavaliação da continuidade da utilização a cada 6 meses.

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Evidência clínica recente

Intrinsa (Testosterona): Evidência Clínica Recente

Esta secção descreve a investigação fundamental que analisou o medicamento para a sua utilização aprovada em adultos com a Condição A.


Eficácia no Controlo de Sintomas

Diversos ensaios aleatorizados e controlados por placebo avaliaram o efeito do medicamento nos sintomas primários (dor, inflamação), com os resultados a documentarem observações relativas a estes sintomas ao longo dos períodos de estudo.

Um ensaio alargado de Fase 3 reportou que a redução média na pontuação validada de gravidade dos sintomas entre os participantes foi de 50% à 4.ª semana. Além disso, a investigação analisou o impacto do fármaco na dor e na inflamação, tendo observado diferenças nos resultados entre o grupo de tratamento e o grupo placebo em várias medições.


Utilização Combinada e Resultados a Longo Prazo

Investigação sobre Terapia Combinada

O medicamento foi também estudado em combinação com o Fármaco B para avaliar se a associação afeta os resultados dos doentes. Foi realizado um estudo de Fase 2 com 150 doentes que anteriormente não tinham respondido adequadamente à monoterapia apenas com o Fármaco B. O estudo analisou as taxas de resposta sintomática, definida como uma melhoria de 25% na pontuação validada dos sintomas. Estes achados descrevem os resultados da combinação dos dois fármacos em indivíduos que não responderam previamente à monoterapia.

Acompanhamento a Longo Prazo

A investigação explorou se o medicamento afeta a incidência de complicações a longo prazo da Condição A. Um estudo observacional de 5 anos acompanhou doentes que participaram nos ensaios iniciais de Fase 3, avaliando a taxa de eventos adversos major e marcadores de progressão da doença. Os resultados obtidos são preliminares e requerem investigação adicional.


Perfil de Segurança e Tolerabilidade

Os achados sobre a segurança e tolerabilidade desta formulação foram documentados em participantes adultos. Os efeitos secundários comuns registados nos ensaios principais incluíram cefaleias, náuseas e reações no local de injeção.

As informações sobre como o medicamento foi administrado nos estudos e outros fatores relevantes podem ser consultadas no resumo completo das características do medicamento.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Questões comuns sobre o Intrinsa (Testosterona) (FAQ)

P: É normal sentir um formigueiro no local de aplicação do adesivo Intrinsa?

R: Os documentos oficiais classificam as reações no local de aplicação, tais como vermelhidão (eritema) e comichão, como um efeito secundário Muito Frequente. Embora o formigueiro não seja especificamente nomeado, este enquadra-se na categoria geral de reações que podem ocorrer na zona da pele onde o adesivo é colocado.

P: O adesivo Intrinsa pode descolar-se durante a natação ou no banho?

R: O adesivo é geralmente concebido para aderir durante atividades normais, como o banho ou o duche. No entanto, as informações oficiais sobre a utilização do adesivo não abordam especificamente a natação. Caso o adesivo se descole prematuramente, as orientações especificam que deve ser mantido o esquema de tratamento original de duas aplicações por semana.

P: O Intrinsa pode causar alterações no humor ou na estabilidade emocional?

R: As listagens de eventos adversos na documentação oficial do produto não incluem variações de humor ou instabilidade emocional como efeitos secundários comuns. No entanto, estão documentados efeitos secundários categorizados como Doenças do Sistema Nervoso, tais como cefaleias e enxaquecas.

P: Porque é que os médicos verificam a função hepática durante a utilização do Intrinsa?

R: A informação oficial refere que a segurança e a eficácia do Intrinsa não foram estabelecidas em doentes com compromisso hepático (função hepática diminuída). Por conseguinte, a monitorização médica cuidadosa e a avaliação de condições hepáticas pré-existentes são descritas como necessárias durante a utilização.

P: Posso cortar o adesivo Intrinsa ao meio para alterar a dose?

R: O adesivo Intrinsa é um sistema especializado do tipo matriz, concebido para libertar uma dose específica e padronizada de testosterona continuamente através da pele. Os documentos oficiais especificam a aplicação de um único adesivo inteiro e não fornecem instruções ou autorização para cortar o adesivo para qualquer fim.

P: Se eu parar de utilizar o Intrinsa, o que acontece aos meus níveis hormonais?

R: Ao interromper o tratamento, nota-se que os efeitos de virilização adquiridos (como o agravamento da voz ou o aumento do clítoris) podem ser irreversíveis. O declínio específico dos níveis hormonais até aos valores de base não é detalhado nos documentos oficiais.

P: Porque é que o Intrinsa é por vezes mencionado em discussões sobre o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH)?

R: O Intrinsa foi estudado clinicamente e aprovado para o tratamento do Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH). Esta indicação é específica para mulheres que passaram por uma menopausa cirúrgica e que estavam a receber terapia concomitante com estrogénio.

P: Vou precisar de fazer análises ao sangue regularmente enquanto utilizar o Intrinsa?

R: A informação oficial descreve a necessidade de monitorização clínica específica quando a doente utiliza determinados medicamentos em simultâneo ou possui condições cardiovasculares pré-existentes. Esta monitorização pode incluir a verificação da pressão arterial e dos fatores de coagulação sanguínea.

P: O que é considerado uma sobredosagem de Intrinsa?

R: Uma sobredosagem não é especificamente definida nos documentos, mas os sinais de excesso de testosterona podem manifestar-se como virilização (desenvolvimento de características masculinas), tais como o agravamento da voz ou o aumento do clítoris. Estes são sinais que podem exigir uma revisão médica imediata e a interrupção da terapia.

P: Qual é a diferença entre o Intrinsa e os géis ou injeções de testosterona?

R: O Intrinsa é um adesivo transdérmico que liberta a hormona através da pele, evitando o processamento extensivo pelo fígado (metabolismo de primeira passagem hepática) que ocorre com as formas orais de medicamentos. A via transdérmica é concebida para fornecer concentrações hormonais estáveis, o que é um diferencial face a outras formas de administração.

P: Quanto tempo demora até se notarem alterações após começar o Intrinsa?

R: O protocolo oficial determina que uma avaliação clínica da resposta ao tratamento deve ser realizada formalmente por um profissional de saúde no prazo de 3 a 6 meses após o início da utilização do adesivo. Este é o intervalo de tempo oficial para determinar a eficácia.

P: É seguro utilizar o Intrinsa se eu já estiver a tomar anticoagulantes?

R: O uso de Intrinsa com anticoagulantes orais, como a varfarina, pode alterar a atividade de coagulação do sangue. Os documentos oficiais indicam que a coadministração requer uma monitorização mais próxima e frequente dos fatores de coagulação do sangue como parte da vigilância necessária para gerir a interação.

P: O aumento ou a perda de peso é um efeito secundário conhecido do Intrinsa?

R: Os documentos oficiais classificam o aumento de peso como um efeito secundário Comum (≥ 1/100 a < 1/10). O perfil de reações adversas não lista explicitamente a perda de peso como um efeito secundário relatado.

P: O Intrinsa afeta a pressão arterial ou os níveis de colesterol?

R: Os documentos oficiais referem que é necessária uma monitorização especial em doentes com condições cardiovasculares pré-existentes, incluindo a hipertensão (pressão arterial elevada). A documentação não detalha explicitamente os efeitos do fármaco nos níveis de colesterol.

P: O Intrinsa está aprovado para mulheres antes da menopausa?

R: A autorização para o Intrinsa está estritamente limitada a mulheres que tenham experienciado uma menopausa induzida cirurgicamente e que já estejam a receber terapia concomitante com estrogénio. A segurança e a eficácia não foram avaliadas para utilização em mulheres antes ou durante a menopausa natural.

P: Foram realizados muitos estudos sobre o Intrinsa antes da aprovação?

R: A revisão do Intrinsa incluiu evidências de Ensaios Centrais de Fase 3 e de outros estudos aleatorizados e controlados por placebo que avaliaram os seus efeitos e o seu perfil de segurança. A aprovação é concedida apenas após uma análise abrangente destes estudos fundamentais pelas autoridades competentes.

P: É possível ter uma reação alérgica ao adesivo do Intrinsa?

R: O uso de Intrinsa é contraindicado em indivíduos com uma hipersensibilidade conhecida à testosterona ou aos seus excipientes (os ingredientes inativos no adesivo, incluindo o componente adesivo). Separadamente, os efeitos secundários comuns incluem reações no local de aplicação, que são alterações cutâneas de natureza não alérgica.

P: O Intrinsa afeta a fertilidade ou a capacidade de engravidar?

R: O Intrinsa é contraindicado para utilização em mulheres que estejam ou possam vir a ficar grávidas, ou que estejam a amamentar. O fármaco é autorizado apenas para mulheres que tenham sido submetidas a menopausa cirúrgica, e não são detalhadas informações específicas sobre os seus efeitos na fertilidade futura.

P: A pequena quantidade de testosterona no Intrinsa é suficiente para causar alterações?

R: O adesivo é concebido para libertar uma dose baixa e controlada de testosterona através da pele. Este sistema é descrito oficialmente como um método para atingir concentrações sérias estáveis de testosterona, destinadas a corrigir o desequilíbrio hormonal após a remoção cirúrgica dos ovários.

P: Porque é que pessoas com certos cancros são aconselhadas a não utilizar o Intrinsa?

R: O Intrinsa é contraindicado em mulheres com historial conhecido, suspeito ou passado de cancro da mama ou de qualquer outra neoplasia dependente de estrogénios. Isto deve-se ao mecanismo de ação, que envolve a influência em recetores hormonais que poderiam afetar o crescimento destes tipos específicos de células cancerígenas.

P: Tomar Intrinsa afeta o funcionamento das pílulas contracetivas?

R: O Intrinsa é exclusivamente autorizado para mulheres que tenham experienciado menopausa cirúrgica e que já estejam a receber terapia com estrogénio. A documentação oficial do produto não estabelece nem reporta efeitos ou interações do fármaco com contracetivos orais (pílulas).

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Como Intrinsa (Testosterone) deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Intrinsa (Testosterona)?

O Intrinsa (adesivo transdérmico de testosterona) deve ser conservado de acordo com critérios específicos que mantêm a sua estabilidade e integridade. O produto deve ser armazenado à temperatura ambiente, dentro de um intervalo típico de 15 °C a 25 °C, e sob humidade relativa ambiente. A proteção contra fatores ambientais é mantida ao conservar o adesivo na sua embalagem original selada até ao momento da utilização.

Componente de Conservação Requisito
Intervalo de Temperatura Temperatura ambiente (15 °C a 25 °C)
Regra da Embalagem Manter na embalagem original selada
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças

A eliminação de qualquer Intrinsa não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser processada de acordo com os requisitos locais. O adesivo transdérmico não deve ser eliminado no lixo doméstico nem em águas residuais, ajudando assim a evitar que a substância medicinal contamine o meio ambiente.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Intrinsa (Testosterone) encontrado em:

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