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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de INH

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio Ativo Isoniazida (INH)
Forma Farmacêutica Principalmente comprimidos orais; por vezes xarope ou solução injetável
Classe Farmacológica Agente Antituberculoso (Fármaco Anti-Tuberculose)
Uso Comum Tratamento e prevenção da Tuberculose (TB)
Origem Sintética (produzida quimicamente)

O que é a Isoniazida (INH)?

A Isoniazida (INH) é o nome genérico essencial (Denominação Comum Internacional ou DCI) de um medicamento de primeira linha, fundamental no combate à tuberculose (TB). É habitualmente administrada aos doentes por via oral, sendo a apresentação mais comum o comprimido, de fácil administração.

A INH é um agente farmacêutico sintético, o que significa que é fabricada através de síntese química em vez de ser isolada a partir de uma fonte natural. Enquanto princípio ativo único, a Isoniazida é reconhecida mundialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um Medicamento Essencial, um estatuto sustentado por décadas de estudos farmacológicos que confirmam a sua eficácia. Por ser uma DCI, a Isoniazida está disponível em todo o mundo sob diversas marcas comerciais, partilhando todas a mesma formulação base e sendo utilizada universalmente para gerir a infeção.


Qual é a classe farmacológica da INH e para que é utilizada?

A Isoniazida é classificada como um agente antituberculoso potente, um fármaco especializado concebido para visar e tratar infeções causadas pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. A sua ação específica contra este patógeno é clinicamente reconhecida como uma defesa fiável contra a doença.

O objetivo terapêutico principal da Isoniazida é duplo: tratar a doença de TB ativa e prevenir que a infeção latente (quando a infeção está adormecida no organismo) progrida para a doença ativa. Para a doença ativa, a Isoniazida é quase sempre utilizada como parte de um esquema de terapia combinada para evitar o desenvolvimento de resistência ao fármaco, uma estratégia amplamente apoiada por diretrizes internacionais de saúde pública.

Quais efeitos secundários são possíveis com INH?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

A Isoniazida (INH) está associada a efeitos adversos graves e comuns, documentados em normas de segurança, exigindo monitorização e precauções específicas.


Reações Adversas Graves

A preocupação de segurança mais significativa é a hepatite grave e, por vezes, fatal (danos no fígado), que possui o nível mais elevado de alerta em diversos territórios. Este risco aumenta com o avançar da idade, com a maior incidência relatada no grupo etário dos 50 aos 64 anos. O risco é também superior entre pessoas com doença hepática crónica e em indivíduos que consomem álcool diariamente.

Outras reações adversas graves incluem convulsões, reações alérgicas graves (por exemplo, SJS/TEN, DRESS) e neurite ótica (danos no nervo que podem levar à perda de visão).


Reações Adversas Comuns e Outras Reações

A reação adversa mais comum é a neuropatia periférica, que envolve dormência, formigueiro ou dor nas mãos e nos pés. Este é um problema relacionado com a dose e é habitualmente gerido através da toma de piridoxina (Vitamina B6), especialmente em doentes de alto risco (como aqueles com diabetes ou que sofrem de desnutrição).

Outras reações envolvem o sistema digestivo (náuseas, vómitos, perda de apetite) e o sistema nervoso central (tonturas, alterações mentais ligeiras).


Restrições Relacionadas com a Segurança

A INH é contraindicada em doentes que tenham desenvolvido anteriormente lesão hepática associada à INH ou outras reações graves ao fármaco. Recomenda-se que a substância seja descontinuada de imediato se surgirem sinais de danos no fígado (tais como anorexia inexplicável, urina escura ou icterícia/amarelecimento da pele ou dos olhos). O risco de hepatite é observado mais comummente durante os primeiros três meses de tratamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de INH e quando procurar ajuda

A sobredosagem de Isoniazida (INH) é um evento potencialmente fatal que exige intervenção médica imediata. Os principais riscos de uma ingestão tóxica aguda, conforme documentado na informação regulamentar, são a neurotoxicidade grave e a acidose metabólica profunda.


Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Sistema Declaração Regulamentar Oficial
Sinais Iniciais Náuseas, vómitos, fala arrastada, tonturas, taquicardia e retenção urinária.
Manifestações Graves Convulsões (grande mal) recorrentes e frequentemente resistentes ao tratamento (refratárias), acidose láctica profunda, estupor e coma.

A ingestão de quantidades tóxicas agudas, que podem ser tão baixas como 1,5 a 2 gramas, pode provocar sintomas, enquanto doses de 80 a 150 mg por kg ou superiores estão associadas a um aumento da mortalidade.


Ações de Emergência e Antídoto

É necessária assistência médica imediata perante qualquer suspeita ou confirmação de ingestão tóxica de INH. Devido ao risco de aparecimento rápido de sintomas graves, o tratamento não deve ser adiado.

A Piridoxina (Vitamina B6) é especificada como o antídoto para contrariar os efeitos tóxicos agudos. A administração de Piridoxina é fundamental para controlar as convulsões e ajudar a corrigir a acidose metabólica. São também necessários cuidados de suporte agressivos, incluindo a gestão das convulsões com benzodiazepinas, exigindo frequentemente monitorização em unidade de cuidados intensivos.

Os doentes que se apresentem assintomáticos após uma suspeita de sobredosagem requerem tipicamente um período de observação (ex.: 6 horas) antes de ser considerada a alta médica.

Usos terapêuticos de INH

A Isoniazida (INH) é um fármaco indicado para a abordagem de condições associadas a episódios agudos ou disruptivos, sendo habitualmente utilizada na gestão de infeções causadas pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. De acordo com fontes de referência médica, a INH é comummente aplicada em quadros clínicos que apresentam episódios agudos, essencialmente na tuberculose ativa (TB), sendo igualmente relevante na gestão de suporte de sintomas em contextos de infeção latente por TB.


Sintomatologia e Contexto Clínico

A INH é geralmente considerada pertinente quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada, particularmente durante as fases em que as manifestações clínicas se tornam mais visíveis na TB ativa. Nestes contextos clínicos, que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, o medicamento contribui para atenuar a carga sintomática global associada ao esforço funcional de órgãos específicos, tais como a tosse crónica, a febre e os suores noturnos associados à doença ativa.

Para indivíduos com infeção latente, nos quais não existem sintomas de desconforto físico, a INH é habitualmente utilizada para contribuir para a profilaxia, auxiliando no objetivo de manter a estabilidade funcional ao ajudar a prevenir que o estado assintomático progrida para a doença ativa. As áreas terapêuticas abrangem comummente a gestão da TB ativa e podem auxiliar no alívio de suporte em contextos de TB latente.

“A INH é aplicada em cenários onde é necessária uma gestão adicional do desconforto, oferecendo um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar com a situação de forma mais estável.”

Facto Rápido: Apoio em sintomas relacionados com o desconforto físico (ex.: tosse, febre).

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar Isoniazida (INH)?

A elegibilidade para o uso de Isoniazida é rigorosamente definida pelas informações regulamentares governamentais, focando-se principalmente em condições de saúde pré-existentes e na idade. A utilização é autorizada para doentes com Tuberculose (TB) ativa ou infeção latente por TB (ILTB), incluindo a maioria dos adultos e crianças acima do limiar de idade mínima.


Contraindicações Absolutas

A Isoniazida está contraindicada (não deve ser utilizada) em doentes com doença hepática aguda de qualquer causa ou naqueles com antecedentes de lesão hepática associada à Isoniazida. Também não deve ser utilizada por pessoas com reações de hipersensibilidade grave ao fármaco.


Uso Restrito e Condicional

Os documentos reguladores determinam precaução ou uso restrito em diversas populações devido ao risco acrescido ou à escassez de dados:

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar Motivo da Restrição
Lactentes (0 a 3 meses) Não Recomendado Falta de dados específicos
Doentes Idosos Uso com Precaução Risco acrescido de hepatite
Insuficiência Renal Grave Uso com Precaução Necessidade de monitorização apertada
Gravidez/Amamentação Uso Condicional Justificação da relação benefício-risco

Adicionalmente, é necessária cautela em indivíduos com alcoolismo crónico, diabetes mellitus ou infeção por VIH, devido ao risco aumentado de neuropatia periférica ou hepatotoxicidade. A elegibilidade depende das classificações regulamentares, que definem quem pode receber o medicamento em segurança sob supervisão oficial.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A Isoniazida (INH) apresenta padrões de interação oficialmente documentados, definidos principalmente pelo seu efeito no metabolismo de fármacos. Está classificada como um inibidor de enzimas hepáticas específicas (CYP3A4, CYP2C19 e CYP2D6), o que reduz a depuração de diversos medicamentos coadministrados. Esta interação farmacocinética resulta num aumento das concentrações plasmáticas de agentes como a fenitoína, carbamazepina, valproato e certas benzodiazepinas, elevando o potencial de toxicidade.

Tipo de Interação Exemplos de Agentes Afetados Restrição Regulamentar
Combinações Contraindicadas Cetoconazol, Flibanserina, Cobimetinib Coadministração proibida
Risco Metabólico Fenitoína, Carbamazepina, Teofilina Aumento do risco de exposição/toxicidade
Toxicidade Aditiva Álcool, Paracetamol, Agentes Neurotóxicos Aumento do risco de hepatotoxicidade/neuropatia

Existe uma restrição crítica baseada no tempo de toma: os antiácidos que contêm alumínio não devem ser tomados no intervalo de uma hora em relação à Isoniazida, dado que reduzem a absorção do fármaco. Além disso, o consumo de alimentos que contenham histamina e tiramina deve ser restringido devido à atividade inibidora da MAO documentada na INH, o que pode levar a reações hipertensivas adversas. O perfil oficial de interações nota que os doentes classificados como acetiladores lentos correm um risco elevado de toxicidades relacionadas com a dose ao tomar medicamentos que interagem, devido a uma exposição naturalmente mais elevada à Isoniazida.

Mecanismo de ação

A Isoniazida (INH) é um pró-fármaco que passa por um processo de ativação no interior do microrganismo alvo, a Mycobacterium tuberculosis, através da enzima catalase-peroxidase KatG. Esta reação enzimática produz um radical de isoniazida intermédio que, posteriormente, reage com o cofator dinucleótido de nicotinamida e adenina (NAD^+) ou com a sua forma reduzida (NADH) para formar um aduto covalente de isoniazida-NAD ou um aduto de isoniazida-NADH.

Este aduto atua então como um inibidor competitivo altamente específico da enzima InhA, que é uma redutase da proteína transportadora de enoil-acilo. A InhA atua no sistema da sintase de ácidos gordos de Tipo II (FAS-II), uma via intracelular crítica para a síntese de ácidos micólicos. A consequência molecular da inibição da InhA é uma disrupção subsequente na biossíntese de ácidos micólicos. Os ácidos micólicos são lípidos essenciais de elevado peso molecular, integrantes da parede celular micobacteriana. A consequência fisiológica ao nível do sistema resultante da inibição desta via é a perda da integridade e da função da parede celular na população bacteriana suscetível.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar a Isoniazida (INH): Diretrizes Oficiais de Administração

A administração da Isoniazida (INH) é realizada de acordo com protocolos rigorosos definidos por agências reguladoras governamentais para garantir a absorção e eficácia adequadas. As instruções oficiais abrangem as vias aprovadas, os esquemas posológicos e as condições específicas para a toma.


Âmbito Oficial de Administração

Campo Requisito de Administração
Via de Administração Principalmente Oral (comprimidos ou solução). Está disponível uma solução injetável para via Intramuscular (IM) ou Intravenosa (IV) quando a administração oral não é viável.
Esquema Posológico A dosagem é padronizada como Diária (ex.: 5-10 mg/kg, máx. 300 mg) ou Intermitente (ex.: duas ou três vezes por semana, 15 mg/kg, máx. 900 mg). A dosagem pediátrica é estritamente baseada no peso.
Momento da Toma A INH deve ser tomada com o estômago vazio, geralmente 1 hora antes ou 2 horas após as refeições, para otimizar a absorção.

Principais Requisitos Procedimentais

Os documentos reguladores estipulam procedimentos específicos essenciais para o uso da INH:

A coadministração de Piridoxina (Vitamina B6) é recomendada rotineiramente como parte integrante do esquema terapêutico, especialmente para indivíduos em risco de neuropatia.

Os regimes intermitentes de dose elevada (ex.: duas vezes por semana) são tipicamente recomendados para serem administrados sob Terapia de Observação Direta (DOT) para assegurar a adesão ao tratamento.

O ciclo completo de tratamento deve ser concluído, podendo variar entre 3 e 9 meses, dependendo do regime específico (ex.: para infeção latente ou fase de continuação da doença ativa). Deve evitar-se a toma de INH com antiácidos que contenham alumínio.

Estas instruções definem a estrutura procedimental padronizada para o uso seguro e eficaz da Isoniazida, conforme delineado em documentos reguladores e de saúde pública globais.

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Visão Geral dos Estudos sobre a INH

A base de investigação da Isoniazida (INH), que abrange décadas de ensaios clínicos e revisões sistemáticas, explora a sua utilização tanto na doença ativa por tuberculose (TB) como na infeção latente.


Evidência sobre a Utilização no Tratamento da Doença Ativa (TB)

A investigação examinou a forma como a INH, integrada em regimes de múltiplos fármacos, foi utilizada em doentes com tuberculose ativa. Os estudos incluíram ensaios aleatorizados que monitorizaram resultados bacteriológicos, avaliações do estado microbiológico, a conclusão do ciclo completo de tratamento e o desenvolvimento de resistência aos fármacos. A investigação acompanhou padrões relativos ao potencial reaparecimento da doença (recidiva) após a conclusão do regime terapêutico.

Evidência sobre a Utilização na Prevenção da TB Ativa em Infeção Latente

Para indivíduos com Infeção Latente por TB (ILTB), ensaios clínicos aleatorizados de larga escala exploraram regimes com INH para monitorizar a progressão para a doença ativa. Os estudos acompanharam a incidência a longo prazo — a taxa de desenvolvimento de TB ativa — e monitorizaram as taxas de conclusão do tratamento, comparando frequentemente os regimes tradicionais de 6 ou 9 meses com alternativas de menor duração.

Estudos de Longo Prazo e Durabilidade do Acompanhamento

A investigação explorou durante quanto tempo os padrões monitorizados durante os regimes de INH podem ser observados. No caso da TB ativa, a duração do acompanhamento foi limitada, centrando-se frequentemente nos primeiros um ou dois anos. Para a prevenção da infeção latente, os estudos monitorizaram indivíduos durante cinco ou mais anos para avaliar a ausência sustentada de doença ativa. Os resultados descrevem os padrões observados nestas coortes de longo prazo.

Evidência em Grupos Específicos de Doentes

A investigação explorou regimes de INH em crianças, adolescentes e indivíduos com condições coexistentes, particularmente a coinfeção por VIH. Os resultados descrevem padrões de incidência de TB ativa em doentes positivos ao teste cutâneo de tuberculina (TST).

Principais Lacunas na Investigação e Incertezas

Os dados relativos a doentes tratados anteriormente e subgrupos com resistência aos fármacos são frequentemente limitados ou ainda estão em fase de consolidação. Uma limitação importante observada na investigação é a adesão do doente, uma vez que a longa duração dos regimes preventivos foi associada, nalguns estudos, a taxas de conclusão mais baixas. A investigação fornece o contexto; os resultados dos estudos refletem as condições específicas sob as quais foram realizados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a INH (FAQ)


P: A Isoniazida interage com analgésicos comuns como o Paracetamol ou o Ibuprofeno?

A informação oficial do produto indica um risco acrescido de hepatotoxicidade (lesão no fígado) quando a Isoniazida é utilizada em conjunto com o paracetamol. A combinação pode aumentar o risco de um efeito tóxico aditivo no fígado. Avisos específicos relativos a anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, não são destacados de forma consistente nos principais documentos regulamentares.


P: De que forma é que a Isoniazida elimina a bactéria da tuberculose?

A Isoniazida é ativada no interior da bactéria Mycobacterium tuberculosis, o que lhe permite iniciar a sua ação. De acordo com os documentos regulamentares, o seu mecanismo de ação envolve a interferência na produção de ácidos micólicos, que são componentes essenciais para a construção e manutenção da parede celular bacteriana. A rutura da parede celular leva à degradação e morte da bactéria, um processo conhecido como ação bactericida.


P: O que acontece se me esquecer de tomar uma dose de Isoniazida?

A informação regulamentar para o consumidor sugere geralmente que a dose seja tomada assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da dose seguinte, a informação regulamentar recomenda omitir a dose esquecida e continuar com o esquema regular. É geralmente aconselhado não tomar uma dose dupla para compensar uma dose em falta.


P: A Isoniazida é considerada um antibiótico?

A Isoniazida é tecnicamente um fármaco que atua na eliminação de bactérias, mas a sua classificação oficial é mais específica. Fontes regulamentares e farmacológicas classificam-na como um agente antituberculoso potente (um fármaco antimicobacteriano). Esta classificação deve-se à sua ação altamente especializada e direcionada contra a Mycobacterium tuberculosis.


P: Que alimentos devo evitar enquanto estiver a tomar Isoniazida?

Os documentos regulamentares oficiais indicam que os alimentos ricos em tiramina e histamina devem ser evitados ou restringidos durante o tratamento com Isoniazida. Isto inclui alimentos como queijos curados, carnes curadas e certos tipos de peixe. Estas restrições existem porque a Isoniazida pode afetar a capacidade do organismo de decompor estas substâncias, o que poderia levar a reações adversas.

Como INH deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar a Isoniazida (INH)

Os comprimidos de Isoniazida devem ser conservados de acordo com as especificações regulamentares oficiais para manter a sua estabilidade e eficácia.


Requisitos de Armazenamento

Condição Requisito
Temperatura Conservar a Temperatura Ambiente Controlada, entre 20 a 25 °C (68 a 77 °F).
Ambiente Proteger da luz e da humidade; a Isoniazida é gradualmente afetada pela exposição ao ar e à luz.
Embalagem Manter o produto na sua embalagem original, bem fechada.
Segurança Infantil Deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Orientações para Eliminação

A Isoniazida não utilizada ou fora do prazo de validade deve ser eliminada de acordo com os regulamentos locais. Em muitas regiões, não são necessárias precauções especiais além da gestão padrão de resíduos farmacêuticos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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