Influvac

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Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Influvac

O que é o Influvac? Visão Geral e Identidade

Propriedade Descrição
Substâncias Ativas Antigénios de superfície do vírus da gripe
Forma Farmacêutica Suspensão injetável
Classe Farmacológica Vacina (Agente de imunização ativa)
Objetivo Geral Profilaxia da Gripe (Prevenção da gripe)
Origem Derivado (Produto biológico; Subunidade inativada)

O Influvac é uma vacina inativada contra a gripe que atua como um agente de imunização ativa, tendo como principal objetivo geral a profilaxia da gripe (prevenção da doença). Está indicado para utilização em adultos e crianças a partir dos 6 meses de idade, um grupo alvo abrangente clinicamente reconhecido pelos benefícios da imunização anual. Este produto biológico insere-se na classe farmacológica das vacinas, o que o distingue de medicamentos concebidos para tratar uma infeção já existente. Este tipo de vacina é desenhado para proteger os indivíduos contra as doenças causadas pelas estirpes específicas do vírus da gripe contidas na vacina. Isto significa que a função principal do medicamento é preparar antecipadamente as defesas do organismo contra surtos sazonais.


Estruturalmente, o Influvac é uma vacina gripal de subunidades, uma formulação específica conhecida por conter apenas fragmentos virais altamente purificados. As substâncias ativas são os antigénios de superfície do vírus da gripe, especificamente a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA). Estes antigénios derivam de estirpes de vírus inativados, escolhidos anualmente para corresponder aos vírus que se prevê circularem, com base em recomendações de organizações globais. Estudos farmacológicos confirmam que o mecanismo central envolve a introdução segura de antigénios para estimular o sistema imunitário a produzir anticorpos protetores. O Influvac é tipicamente preparado como um produto combinado, estando frequentemente disponível numa formulação tetravalente (quatro estirpes), e é administrado como uma suspensão injetável estéril. Esta abordagem garante que o sistema de defesa possa neutralizar rapidamente a ameaça, reduzindo o risco de infeção gripal para os grupos de doentes designados.

Quais efeitos secundários são possíveis com Influvac?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Influvac é definido pela documentação regulamentar oficial, que classifica as possíveis reações adversas de acordo com a probabilidade da sua ocorrência e o sistema do organismo afetado. A maioria das reações é local e transitória, embora existam também registos de eventos raros e graves.

Reações Adversas Classificadas por Frequência

A maioria das reações documentadas enquadra-se nas categorias de Muito Frequentes ou Frequentes e, habitualmente, resolve-se de forma espontânea num período de um a três dias. Estas incluem dor, inchaço e vermelhidão no local da injeção, bem como efeitos sistémicos como dores de cabeça, fadiga e mialgia (dores musculares).

As reações classificadas como Pouco Frequentes incluem a febre. Certos eventos graves ou raros, tais como reações alérgicas que podem levar ao choque, síndrome de Guillain-Barré (SGB) e vasculite, encontram-se documentados com frequências Desconhecidas, o que reflete o seu estado de reporte pós-comercialização.

Segurança e Restrições Específicas para Certas Populações

O rótulo oficial inclui considerações de segurança específicas. A população pediátrica pode registar efeitos sistémicos adicionais Muito Frequentes, incluindo sintomas gastrointestinais como vómitos e diarreia, a par de irritabilidade e sonolência. Indivíduos com antecedentes de distúrbios de coagulação ou trombocitopenia requerem uma consideração cuidadosa durante a administração, devido ao risco de hemorragia.

O Influvac é estritamente contraindicado em indivíduos com hipersensibilidade às substâncias ativas ou a quaisquer resíduos vestigiais do processo de fabrico, tais como o formaldeído, a gentamicina ou proteínas do ovo.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem com Influvac e quando procurar ajuda

O perfil regulamentar oficial do Influvac, uma vacina inativada contra a gripe, descreve a resposta à administração de um volume excessivo com base na gestão das reações, em vez de uma crise toxicológica.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Não se prevê que uma sobredosagem cause uma síndrome tóxica específica. A documentação regulamentar indica que uma sobredosagem deverá resultar, principalmente, numa intensificação dos eventos adversos conhecidos. Estas manifestações podem incluir reações locais exageradas no local da injeção (tais como aumento da dor, inchaço ou vermelhidão) e efeitos sistémicos (tais como pirexia ou febre e mal-estar). A gravidade é avaliada de acordo com a intensidade e a duração destas reações adversas resultantes. Não se encontram documentadas explicitamente notas de gravidade ou de gestão diferenciada para populações de doentes específicas na secção oficial relativa à sobredosagem.

Medidas de Emergência Regulamentares

A principal instrução regulamentar consiste em procurar assistência médica imediata para a avaliação e gestão do evento. O rótulo oficial confirma que não é conhecido qualquer antídoto específico para esta vacina. Por conseguinte, a gestão clínica limita-se ao tratamento sintomático e de suporte para abordar os sintomas manifestados. É preconizada a observação rigorosa do doente, podendo ser necessária monitorização hospitalar caso a administração excessiva resulte em reações adversas graves ou prolongadas. A sobredosagem deve ser comunicada a um profissional de saúde ou aos serviços de emergência.

Usos terapêuticos de Influvac

O que o Influvac trata: principais utilizações e benefícios

O Influvac é habitualmente utilizado para apoiar a prevenção contra a doença da gripe sazonal e os sintomas disruptivos que lhe estão associados. Conforme explicado em orientações de saúde, a vacinação anual contra a gripe é uma medida de saúde pública importante para reduzir o risco da gripe e das suas complicações potencialmente graves, sendo recomendada para quase toda a população. A sua aplicação serve para reforçar as defesas do organismo durante a época gripal, ajudando a evitar o desenvolvimento de doença grave.

O propósito fundamental é ajudar na gestão de sintomas associados a episódios agudos ou incapacitantes, o que inclui manifestações de desconforto físico como febre alta, dores musculares debilitantes e fadiga profunda. Este produto é considerado relevante para utilização em situações onde os sintomas se podem intensificar temporariamente, sendo comummente indicado para diversos grupos de doentes, desde adultos e crianças a partir dos seis meses de idade, indivíduos com doenças crónicas cardíacas, pulmonares ou metabólicas, e mulheres grávidas. A sua utilização ajuda a abordar conjuntos de sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico e sintomas que interferem com o funcionamento diário.

"Este apoio é particularmente relevante para atenuar a carga sintomática global, prevenindo as manifestações mais intensas da doença."

O benefício desta vacina desempenha um papel na gestão do risco ao ajudar a reduzir a possibilidade de complicações graves, tais como problemas respiratórios severos que possam necessitar de cuidados médicos agudos.


Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sistémico

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Influvac?

A elegibilidade para a utilização do Influvac é definida pelas entidades regulamentares com base na idade e em condições médicas específicas. O Influvac está oficialmente indicado para utilização em adultos e crianças a partir dos 6 meses de idade.

Categoria Estatuto Regulamentar Oficial
Grupos Etários Permitidos Adultos e crianças com idade igual ou superior a 6 meses.
Contraindicação Absoluta Hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas ou a qualquer excipiente ou componente residual (ex: proteínas do ovo, formaldeído, gentamicina).
Utilização Não Estabelecida Lactentes com menos de 6 meses. Não existem dados de segurança e eficácia disponíveis para este grupo.
Adiamento Condicional A imunização deve ser adiada na presença de uma doença febril ou infeção aguda.
Gravidez/Amamentação A utilização é permitida em todas as fases da gravidez e durante a amamentação.

A vacina é particularmente recomendada para pessoas com risco acrescido de complicações associadas à gripe, tais como indivíduos com doenças crónicas pulmonares, cardiovasculares ou metabólicas. Doentes submetidos a tratamento imunossupressor devem ter conhecimento de que a sua resposta imunitária poderá ser diminuída.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de interação do Influvac essencialmente através dos efeitos na resposta imunitária e de restrições físicas de administração. O resumo das características do medicamento não documenta quaisquer interações mediadas por enzimas do citocromo P450 ou por transportadores de fármacos (interações farmacocinéticas).

Restrições de Administração e Farmacodinâmica

Substância/Classe em Interação Efeito Oficialmente Documentado Restrição Regulamentar
Tratamentos Imunossupressores Pode resultar numa diminuição da resposta imunitária à vacina. Deve haver precaução na utilização destas combinações.
Outras Vacinas Pode levar a uma intensificação das reações adversas quando coadministradas. A imunização deve ser realizada em membros diferentes.
Outros Medicamentos N/A A vacina não deve ser misturada com outros medicamentos antes da injeção (incompatibilidade).

Após a vacinação, foram observados oficialmente resultados falsos positivos em testes serológicos que utilizam o método ELISA para a deteção de anticorpos contra determinados vírus, incluindo o HIV-1, Hepatite C e HTLV1. Esta situação é reconhecida como uma interferência em testes laboratoriais. Adicionalmente, existe uma advertência específica para a população pediátrica (crianças e adolescentes) que receba medicação prolongada com ácido acetilsalicílico, devido ao risco documentado de síndrome de Reye após uma infeção natural por gripe.

Mecanismo de ação

O Influvac é uma vacina gripal de subunidades inativada que contém antigénios de superfície purificados, especificamente a hemaglutinina (HA) e a neuraminidase (NA), que correspondem às quatro estirpes do vírus da gripe visadas pela vacina.

Após a administração, estas proteínas da superfície viral são apresentadas ao sistema imunitário do hospedeiro. A via molecular central envolve a captação e o processamento dos antigénios por células apresentadoras de antigénios (CPAs). Estas CPAs migram então para os tecidos linfoides, onde apresentam os antigénios processados aos linfócitos T e linfócitos B, iniciando a resposta imunitária adaptativa.

Sequencialmente, esta cascata de interação celular impulsiona a expansão clonal e a diferenciação das células B em plasmócitos e células B de memória. Os plasmócitos são os principais efetores, sintetizando e secretando grandes quantidades de anticorpos humorais (principalmente IgA e IgG) específicos para as glicoproteínas de superfície HA e NA que foram apresentadas.

A consequência fisiológica ao nível do sistema é a circulação destes anticorpos específicos. Os anticorpos funcionam como agentes neutralizantes ao ligarem-se aos alvos HA e NA. Os anticorpos anti-HA inibem a adesão do vírus às células epiteliais respiratórias do hospedeiro, enquanto os anticorpos anti-NA interferem com a clivagem enzimática dos resíduos de ácido siálico, algo que é necessário para que os novos viriões formados se libertem da superfície da célula hospedeira e se propaguem. Isto resulta no estabelecimento de uma reserva de anticorpos específicos, circulantes e de elevada afinidade.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar Influvac

Influvac deve ser administrado por um médico ou profissional de saúde devidamente qualificado. A vacina é administrada através de uma injeção no músculo ou sob a pele.

Dosagem

Para adultos e crianças a partir dos 36 meses de idade, a dose recomendada é de 0,5 ml. Para crianças com idade compreendida entre os 6 meses e os 35 meses, a dose recomendada é de 0,25 ml ou 0,5 ml, de acordo com as recomendações nacionais em vigor. Se a criança tiver menos de 9 anos de idade e não tiver sido vacinada anteriormente contra a gripe, deve ser administrada uma segunda dose após um intervalo de, pelo menos, 4 semanas.

Administração

O profissional de saúde irá preparar a vacina e certificar-se de que o líquido está à temperatura ambiente antes da aplicação. A seringa deve ser agitada suavemente antes da utilização e inspecionada visualmente para verificar a ausência de partículas estranhas. O local da injeção é geralmente o músculo da parte superior do braço (deltoide) ou, no caso de crianças pequenas, o músculo da coxa.

Precauções de utilização

Esta vacina nunca deve ser administrada por via intravascular. Caso tenha uma consulta agendada para a vacinação e apresente febre ou uma infeção aguda, a administração da vacina deve ser geralmente adiada até que recupere. É importante informar o profissional de saúde se tiver tido anteriormente uma reação alérgica a qualquer componente da vacina, incluindo vestígios de ovos ou proteínas de galinha.

Evidência clínica recente

Evidência na Profilaxia da Gripe Sazonal

A base de investigação para esta classe de vacinas foi avaliada quanto a resultados relacionados com a prevenção da infeção por gripe sazonal e doenças associadas. Os estudos incluíram Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas aplicados na análise de padrões de sintomas de curto prazo ou episódicos. Estas investigações monitorizaram marcadores imunológicos, tais como níveis de anticorpos, como resultados relacionados com o equilíbrio sistémico ou funcional em populações saudáveis.

A investigação descreve padrões medidos durante o período de estudo em que a vacinação foi observada, nalguns estudos, correlacionada com uma menor incidência de gripe confirmada laboratorialmente em comparação com indivíduos não vacinados. Os resultados descrevem padrões de grupo relativos a níveis de anticorpos que atingem determinados limiares predefinidos após a administração, o que foi observado nalguns estudos. Contudo, a investigação refere que os achados relacionados com o desfecho podem variar entre estudos, dependendo frequentemente das estirpes virais específicas que circulam durante a época em que o estudo foi realizado.


Investigação sobre a Prevenção de Resultados Graves e Complicações

A investigação explorou também resultados relacionados com eventos de saúde mais graves para esta classe de vacinas. Foram utilizados estudos observacionais de larga escala em contextos de avaliação de resultados que refletem o funcionamento diário e o esforço fisiológico, tais como a incidência de hospitalizações relacionadas com a gripe e visitas aos serviços de urgência. Estes estudos monitorizaram alterações agudas associadas a condições que envolvem períodos de sintomas intensos.

Os estudos reportaram medições em que a vacinação foi observada, nalguns estudos, correlacionada com uma menor incidência de resultados graves, incluindo o internamento por doença relacionada com a gripe. Esta evidência contribui para o panorama científico global ao fornecer contexto sobre a forma como estes padrões evoluíram nas populações observadas durante períodos de elevada atividade sintomática.


Evidência em Populações Especiais

A vacina foi avaliada em grupos específicos onde o risco de complicações da gripe é um ponto de foco. A investigação examinou tanto crianças (com idade igual ou superior a 6 meses) como adultos mais velhos (com idade igual ou superior a 65 anos). Os estudos exploraram também populações com certas condições crónicas cardíacas ou pulmonares subjacentes.

A evidência para adultos mais velhos reporta que as respostas imunológicas (níveis de anticorpos) podem ser menores ou mais variáveis em comparação com adultos jovens e saudáveis, tendo este padrão sido observado nalguns estudos. Em crianças que recebem a vacina pela primeira vez, a investigação descreve que a administração de duas doses foi observada, nalguns estudos, como sendo um padrão relacionado com uma resposta imunológica inicial mais robusta. No geral, a investigação ajuda a contextualizar como os resultados relacionados com o desconforto físico e o desequilíbrio sistémico são medidos nestes diversos grupos.


Estudos de Longo Prazo e Durabilidade do Efeito

Foram realizados estudos durante períodos de maior atividade de sintomas que monitorizaram, tipicamente, a resposta durante um intervalo definido. Os investigadores analisaram a persistência da resposta imunitária ao longo de uma única época gripal. Os dados mostram padrões relacionados com níveis de anticorpos que podem começar a declinar nos meses seguintes à vacinação.

Este padrão sugere que o nível de resposta imunitária mensurável pode variar mais tarde na época. Os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos e existe informação limitada sobre resultados de longo prazo e sobre o efeito total da diminuição da imunidade nos padrões de saúde observados mais tarde na estação. A investigação continua a explorar estas alterações de curto prazo e a duração dos padrões observados. A evidência global contribui para o panorama científico mais amplo relacionado com a imunização sazonal.


Lacunas na Investigação e Incertezas

A investigação destaca o que é conhecido, mas também as áreas onde os achados ainda estão em desenvolvimento. A principal incerteza no panorama da evidência relaciona-se com a forma como os resultados podem diferir de uma época gripal para a seguinte. Isto deve-se ao facto de a qualidade da evidência variar entre estudos e de os resultados se aplicarem apenas às populações estudadas, dependendo da correspondência antigénica entre as estirpes da vacina e o vírus circulante.

Relativamente aos estudos que examinam desfechos reais graves, como a hospitalização, os dados dependem fortemente de desenhos observacionais. Este tipo de investigação acarreta um risco inerente de viés de seleção e estes achados em subgrupos são incertos. Globalmente, carece-se de evidência comparativa para alguns resultados e os dados para certos grupos permanecem insuficientes, o que significa que a investigação continua em curso para fornecer mais contexto.

Perguntas frequentes (FAQ)

Questões frequentes sobre o Influvac (FAQ)


P: O Influvac contém mercúrio ou tiomersal?

De acordo com as informações oficiais do produto, a presença de tiomersal — um derivado do mercúrio utilizado como conservante — depende da apresentação da vacina. As seringas monodose contêm geralmente apenas vestígios de mercúrio ou não contêm de todo. No entanto, os frascos multidose podem conter tiomersal como conservante.


P: Porque é necessário tomar o Influvac todos os anos?

A documentação oficial e as evidências científicas indicam que a revacinação anual é necessária por dois motivos principais. A investigação sugere que o nível de resposta imunitária mensurável pode começar a diminuir nos meses seguintes à administração. Além disso, as estirpes virais específicas que circulam globalmente mudam todos os anos, o que exige uma atualização da fórmula da vacina para as acompanhar.


P: Quanto tempo após a administração do Influvac é que estarei protegido?

A proteção demora geralmente cerca de duas semanas a desenvolver-se após a receção da vacina. Este período permite que o sistema imunitário processe os antigénios e desenvolva os anticorpos específicos necessários para a defesa do organismo.


P: Posso contrair gripe mesmo depois de ter sido vacinado com Influvac?

Os documentos regulamentares oficiais referem que a vacina pode não suscitar uma resposta imunitária protetora em todos os recetores. Adicionalmente, a vacina destina-se apenas a ser eficaz contra as estirpes específicas incluídas na fórmula. Tendo em conta as limitações documentadas, a vacinação não garante uma proteção total contra todas as formas do vírus da gripe.


P: Existem efeitos secundários a longo prazo associados ao Influvac?

A evidência científica indica que os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos, devido ao foco em estudos sazonais. Foram reportados eventos neurológicos raros e graves, como a síndrome de Guillain-Barré (SGB), no sistema de vigilância pós-comercialização. Estes eventos são classificados com uma frequência "Desconhecida", uma vez que a sua taxa de ocorrência não pode ser estimada com fiabilidade a partir dos dados disponíveis.


P: O Influvac pode causar gripe?

Não. O mecanismo de ação oficial indica que o Influvac é uma vacina de subunidades inativada. Isto significa que contém apenas fragmentos purificados do vírus, sendo, portanto, incapaz de causar a doença da gripe.


P: O Influvac é considerado seguro para pessoas com alergia ao ovo?

De acordo com a informação oficial do produto, o Influvac é contraindicado (não deve ser utilizado) em indivíduos com hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas ou a qualquer componente vestigial do fabrico, incluindo proteínas do ovo. Os rótulos regulamentares indicam que o produto contém apenas vestígios de ovalbumina (proteína do ovo) por dose.


P: O Influvac protege contra todas as estirpes de gripe?

A vacina destina-se a fornecer proteção apenas contra as estirpes específicas do vírus da gripe a partir das quais é preparada, bem como contra estirpes estreitamente relacionadas. A informação oficial indica que não é eficaz contra todas as estirpes possíveis do vírus da gripe que possam estar em circulação.


P: Para quem é habitualmente recomendado o Influvac pelas entidades de saúde?

O Influvac está oficialmente indicado para utilização em adultos e crianças a partir dos 6 meses de idade. As entidades de saúde direcionam habitualmente esta vacina a indivíduos com risco acrescido de complicações da gripe, tais como pessoas com doenças crónicas cardíacas, pulmonares ou metabólicas.


P: É verdade que estão disponíveis diferentes versões do Influvac em anos diferentes?

Sim, a composição oficial do produto é atualizada anualmente. Esta alteração anual baseia-se em recomendações de vigilância global para garantir que a fórmula da vacina corresponde às estirpes específicas do vírus da gripe que se prevê circularem na época seguinte.


P: Ter tido febre após vacinas da gripe anteriores significa que não posso tomar Influvac?

De acordo com o rótulo regulamentar, a imunização deve ser adiada apenas na presença de uma doença febril atual (febre) ou infeção aguda. Um historial de febre após a receção de uma vacina da gripe anterior não é habitualmente listado como uma contraindicação na informação oficial do produto.


P: Qual é o processo de atualização da fórmula da vacina Influvac todos os anos?

As estirpes virais específicas incluídas na vacina são selecionadas anualmente através de um processo coordenado por organizações globais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS monitoriza os vírus da gripe que circulam em todo o mundo e recomenda as estirpes a incluir nas vacinas fabricadas para a época seguinte.


P: Existem interações específicas com alimentos ou medicamentos listadas para o Influvac?

O rótulo regulamentar inclui interações documentadas com tratamentos imunossupressores e vacinas coadministradas. Não estão documentadas interações específicas com alimentos no rótulo regulamentar oficial.


P: O meu tipo de sangue ou o meu estado geral de saúde afetam a eficácia do Influvac?

A informação oficial indica que o estado geral de saúde pode afetar a resposta imunitária. Por exemplo, doentes com condições que causem imunossupressão podem ter uma resposta de anticorpos insuficiente. As respostas de anticorpos em adultos mais velhos também podem ser menores ou mais variáveis. No entanto, o tipo de sangue não é listado como um fator influente.


P: O Influvac está aprovado em países fora de Portugal?

O Influvac é autorizado e preparado de acordo com as decisões da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das autoridades nacionais competentes em muitas regiões a nível global. Estas regiões incluem a Europa, o Canadá e a Austrália, entre outras.


P: O que significa "inativada" ao descrever a vacina Influvac?

"Inativada" significa que a vacina é fabricada utilizando partículas de vírus que foram mortas química ou fisicamente (inativadas). Este processo garante que a vacina não contém qualquer vírus vivo e íntegro, não podendo, por isso, causar uma infeção por gripe.


P: Qual é o prazo habitual para o aparecimento e resolução de efeitos secundários ligeiros?

A maioria das reações adversas locais e gerais é de intensidade ligeira a moderada e ocorre geralmente nos primeiros 3 dias após a vacinação. Estas reações resolvem-se habitualmente de forma espontânea no prazo de 1 a 3 dias após o seu início.


P: Como é monitorizada a segurança geral do Influvac após o seu lançamento anual?

A segurança contínua da vacina é monitorizada através de um sistema de vigilância pós-comercialização. Este processo regulamentar garante que eventos adversos raros que ocorram após a vacina ser disponibilizada ao público possam ser documentados e classificados.

Como Influvac deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Influvac

O Influvac deve ser conservado estritamente de acordo com os requisitos regulamentares oficiais para manter a sua estabilidade. O produto requer armazenamento em cadeia de frio num frigorífico, a uma temperatura entre 2 °C e 8 °C.

Regras de Conservação

  • Não congelar a vacina, uma vez que a congelação destrói o produto.
  • Conservar na embalagem de origem para proteger da luz.
  • Manter o produto fora da vista e do alcance das crianças.
  • Não utilizar a vacina após o prazo de validade indicado no rótulo.

Instruções de Eliminação

O Influvac não utilizado ou com prazo de validade expirado deve ser manuseado de acordo com diretrizes ambientais específicas. O produto não deve ser eliminado na canalização ou no lixo doméstico. Os indivíduos devem perguntar ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessitam ou seguir os regulamentos locais de eliminação de resíduos.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Influvac encontrado em:

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