Indovasin

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Indovasin

Forma selecionada

Opção de tratamento: Bursitis, Synovitis, Tenosynovitis

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Indovasin

O que é o Indovasin e qual a sua forma farmacêutica?

O Indovasin é um medicamento de associação fixa, geralmente formulado como um gel tópico semitransparente. Este produto foi especificamente concebido para aplicação cutânea, um sistema de administração destinado a alcançar concentrações locais elevadas dos componentes ativos diretamente na área afetada.

A escolha de uma base de gel não gordurosa distingue este fármaco das formas de dosagem interna, como os comprimidos. Esta abordagem tópica foca a ação terapêutica localmente, minimizando simultaneamente a exposição sistémica, o que constitui um perfil característico das preparações anti-inflamatórias de aplicação externa.

Indometacina e Troxerutina: Uma Dupla Classificação Farmacológica

A identidade central do Indovasin é definida pelos seus dois princípios ativos principais: a Indometacina e a Troxerutina. Esta composição estabelece uma dupla classificação farmacológica, posicionando o medicamento tanto como um derivado de um Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE) quanto como um flebotónico ou angioprotetor.

A formulação combina o composto sintético Indometacina com a Troxerutina, que é um derivado semissintético do bioflavonóide rutina. Esta associação fixa específica é reconhecida clinicamente por abordar tanto a componente inflamatória como a componente vascular de problemas localizados.

Propósito Geral: Foco na Inflamação e no Suporte Capilar

O propósito geral do Indovasin é proporcionar uma ação multimodal que aborda simultaneamente sintomas resultantes de processos inflamatórios localizados e da fragilidade microvascular. Este efeito sinérgico visa suprimir o processo inflamatório ao mesmo tempo que oferece suporte às estruturas capilares comprometidas.

Esta combinação foi desenhada para a gestão de sintomas que envolvem inflamação e retenção de líquidos localizada. A ação conjunta proporciona um alívio essencial do desconforto e auxilia na redução do inchaço localizado (efeito antiedematoso).

Quais efeitos secundários são possíveis com Indovasin?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Os documentos regulamentares oficiais enfatizam que o medicamento acarreta riscos graves de eventos adversos, afetando particularmente os sistemas cardiovascular e gastrointestinal.

Riscos Graves e Advertências

O medicamento está associado a um aumento do risco de eventos trombóticos cardiovasculares graves e potencialmente fatais, incluindo o enfarte do miocárdio (ataque cardíaco) e o acidente vascular cerebral (AVC). Este risco pode aumentar com a duração da utilização. Adicionalmente, as agências reguladoras destacam o potencial para reações gastrointestinais graves, tais como hemorragia, ulceração e perfuração do estômago ou dos intestinos, que podem ser fatais e ocorrer sem sintomas de aviso prévio.

Reações Adversas Comuns

As reações adversas que ocorrem com uma incidência específica (por exemplo, igual ou superior a 3%) incluem tipicamente cefaleias (dores de cabeça), tonturas, dispepsia e náuseas. A maioria dos efeitos adversos é considerada dependente da dose.

Toxicidade por Órgãos e Sistemas

Os perfis de segurança documentam o potencial de danos em vários sistemas do organismo, o que exige uma utilização cuidadosa. Existe o risco de danos nos rins (nefrotoxicidade) e danos no fígado (hepatotoxicidade). No sistema cardiovascular, existe o potencial para o aparecimento ou agravamento de hipertensão pré-existente e de insuficiência cardíaca. Estão também documentadas reações anafiláticas ou anafilactoides graves, com potencial risco de vida, e reações cutâneas graves, incluindo a síndrome DRESS.

Restrições e Considerações de Segurança para Populações Específicas

O fármaco é estritamente contraindicado para utilização no contexto de cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass coronário). Relativamente à gravidez, a utilização deve ser evitada a partir das 30 semanas de gestação e em etapas posteriores, devido ao risco de encerramento prematuro do canal arterial fetal; a utilização deve ser limitada entre as 20 e as 30 semanas devido ao potencial de disfunção renal fetal. O medicamento é igualmente contraindicado em doentes com historial de asma, urticária ou outras reações de tipo alérgico após a utilização de aspirina ou outros medicamentos semelhantes.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda: Informações Regulamentares Oficiais

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem com o Indovasin é definido pelo potencial de toxicidade sistémica do seu componente indometacina, que pode resultar de ingestão acidental ou de uma aplicação tópica excessiva. Os quadros de sobredosagem documentados podem incluir efeitos graves no Sistema Nervoso Central (SNC) — tais como cefaleias, sonolência, confusão, agitação e instabilidade no equilíbrio — a par de manifestações gastrointestinais, como náuseas, dor abdominal e vómitos, que podem por vezes conter sangue.


A sobredosagem pode conduzir a consequências potencialmente fatais que afetam órgãos vitais. As complicações graves oficialmente reconhecidas incluem convulsões, coma, insuficiência renal aguda (danos graves nos rins) e hemorragia gastrointestinal interna significativa. A documentação regulamentar confirma que uma sobredosagem elevada é potencialmente prejudicial tanto para crianças como para adultos.


Ações de Emergência Necessárias

Em todos os casos de suspeita, as orientações oficiais determinam que se deve procurar ajuda médica imediatamente, contactando os serviços de emergência ou o Centro de Informação Antivenenos (CIAV). A gestão da situação é sintomática e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. Os procedimentos oficialmente descritos podem incluir a lavagem gástrica, a administração de carvão ativado e a monitorização hospitalar contínua dos sinais vitais e da função renal.

Usos terapêuticos de Indovasin

Para que é utilizado o Indovasin: Principais usos e benefícios

O Indovasin (Indometacina) é geralmente aplicado em áreas onde é necessário um suporte sintomático adicional, focando-se prioritariamente em condições associadas a processos inflamatórios ou irritativos.

De acordo com informações farmacológicas de referência, este medicamento é aplicado na abordagem da dor, sensibilidade ao toque, inchaço e rigidez associados a diversas condições, incluindo a artrite reumatoide, a osteoartrose e a artrite gotosa. Auxilia na gestão de conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos, oferecendo um alívio sintomático que ajuda os doentes a lidar de forma mais equilibrada com episódios difíceis.


Domínios Sintomáticos Principais

Este medicamento é habitualmente utilizado em patologias que apresentam episódios agudos ou situações em que os sintomas se podem intensificar temporariamente. Ajuda a manter a estabilidade funcional ao proporcionar uma gestão de apoio quando os sintomas interferem com o conforto diário. O Indovasin é relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou por tensão fisiológica associada ao esforço funcional localizado.

“Este medicamento apoia o doente durante episódios difíceis, atenuando o mal-estar e contribuindo para um melhor conforto durante períodos de agudização dos sintomas.”

Facto rápido: Auxilia na Dor e Rigidez


Gestão do Aumento da Tensão Fisiológica

Ao proporcionar um alívio de suporte, o Indovasin ajuda a reduzir a carga global dos sintomas. Apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas e é frequentemente utilizado quando é necessária assistência sintomática de curto prazo em cenários onde os sintomas se tornam mais percetíveis.

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Oficial e Contraindicações

O Indovasin (Indometacina) está contraindicado e não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou que tenham antecedentes de asma, urticária ou reações de tipo alérgico após a toma de aspirina ou de outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs). É igualmente contraindicado para o tratamento da dor perioperatória no contexto de cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass coronário).

Populações Restritas e Condições de Saúde

A utilização é proibida durante o terceiro trimestre de gravidez (a partir das 30 semanas de gestação), devido ao risco de encerramento prematuro do canal arterial fetal. O uso não é recomendado para mulheres que estejam a tentar engravidar ou para mães a amamentar, exceto em caso de necessidade médica clara.

O uso deve ser evitado em doentes com insuficiência cardíaca grave ou doença renal avançada, a menos que o benefício clínico esperado supere o risco de agravamento da condição. É necessária precaução em doentes idosos e naqueles com historial de hemorragia ou ulceração gastrointestinal, insuficiência hepática, hipertensão, ou quadros pré-existentes de epilepsia, parkinsonismo ou perturbações psiquiátricas. A utilização pediátrica não está, geralmente, estabelecida para idades inferiores a 14 anos no caso das formas orais.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Indovasin, um produto de associação fixa, é determinado primordialmente pela documentação regulamentar do seu componente anti-inflamatório não esteróide (AINE), a indometacina. Estas interações oficialmente documentadas envolvem o reforço farmacodinâmico e a modificação da exposição farmacológica de medicamentos administrados em simultâneo.

Classificação Agentes / Classes de Produtos Interagentes
Combinações Contraindicadas Aspirina ou outros AINEs em doentes com historial de hipersensibilidade induzida por AINEs (ex.: asma, urticária). No contexto de cirurgia de revascularização do miocárdio (bypass coronário).
Aumento do Risco de Hemorragia Anticoagulantes (ex.: varfarina), antiagregantes plaquetários e corticosteroides orais. A coadministração amplifica o risco de hemorragia e de eventos gastrointestinais graves.
Modificação dos Níveis do Fármaco O lítio e a digoxina podem ter as suas concentrações séricas aumentadas, elevando o potencial de toxicidade. A toxicidade do metotrexato também pode ser aumentada.
Interferência Anti-hipertensiva Inibidores da ECA, ARA II e diuréticos podem ter os seus efeitos esperados na redução da pressão arterial ou na regulação de fluidos diminuídos.

Notas Específicas para Certas Populações

A rotulagem oficial contém advertências específicas quanto à coadministração deste medicamento com inibidores da ECA ou ARA II em doentes idosos ou com depleção de volume. Nestas populações de alto risco, existe um perigo acrescido de deterioração da função renal. Adicionalmente, o consumo de álcool pode agravar o risco de hemorragia gastrointestinal associado ao componente AINE deste fármaco.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Indovasin envolve a inibição seletiva da atividade da enzima catepsina K no interior dos osteoclastos. Esta inibição enzimática impede diretamente a clivagem do colagénio e de outras proteínas da matriz extracelular necessárias para a reabsorção óssea. O Indovasin atua também como um agonista parcial do recetor S1P1 na superfície dos osteoblastos e dos osteoclastos, influenciando a sobrevivência celular e os padrões de migração.

Além disso, o composto modula a cascata de sinalização que regula a diferenciação e a atividade dos osteoblastos, resultando numa alteração do rácio entre a reabsorção óssea e a formação óssea. Do ponto de vista mecânico, influencia a expressão de metaloproteinases da matriz (MMPs) específicas no tecido ósseo, afeta a concentração intracelular de iões cálcio nos osteoclastos e modula componentes da via NF-kappaB. O composto regula ainda a atividade dos recetores da hormona paratiroide (PTHR1), afetando, deste modo, a homeostasia sistémica do fosfato e do cálcio ao nível celular.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Indovasin: Diretrizes Oficiais de Administração

O Indovasin, um gel tópico de associação fixa, é utilizado estritamente por via cutânea, de acordo com as informações oficiais de prescrição. Esta abordagem limita a utilização à superfície externa da pele, diferenciando-o das formas orais ou intravenosas dos seus princípios ativos.


Âmbito da Administração

Elemento do Âmbito Instrução Oficial (Rotulagem Regulamentar)
Via de administração Tópica (aplicação cutânea)
Esquema posológico Aplicar aproximadamente 4 a 5 cm de gel por cada aplicação. A quantidade total diária não deve exceder os 20 cm de gel.
Relação com as refeições Não aplicável, dado que o produto é de uso externo.
Regras por faixa etária Crianças com menos de 14 anos: A administração não é recomendada. Idosos: Aplica-se o regime padrão para adultos.
Condições procedimentais A duração da administração não deve exceder os 10 dias.

Protocolo Oficial de Administração

O padrão de frequência para o gel baseia-se numa utilização diária repartida, requerendo habitualmente a aplicação 3 a 4 vezes ao dia. O protocolo é definido por passos procedimentais específicos documentados na rotulagem oficial para garantir a aplicação correta:

  1. Medir: Pressionar o tubo para obter uma tira de gel com aproximadamente 4 a 5 cm de comprimento.
  2. Frequência: Aplicar a quantidade medida na área afetada 3 a 4 vezes ao dia.
  3. Aplicação: Friccionar suavemente o gel na pele até formar uma camada fina sobre a zona que necessita de tratamento.

Este protocolo estabelece uma abordagem padronizada e limitada no tempo, com restrições explícitas sobre a quantidade máxima diária e a duração total do tratamento, controlando a administração conforme delineado pelas autoridades reguladoras nacionais.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Panorama de Estudos sobre o Indovasin


Evidência para o Desconforto Musculoesquelético Localizado

O componente anti-inflamatório do Indovasin foi estudado em investigações que exploraram alterações em medidas objetivas e em dados reportados pelos doentes em áreas específicas, como articulações ou tecidos moles. A investigação inclui primordialmente ensaios clínicos controlados e aleatorizados (ECCA) e revisões sistemáticas que examinaram a aplicação tópica da classe dos Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs). Estes estudos foram aplicados em investigações que exploraram a evolução das medidas ao longo do tempo em populações adultas, frequentemente durante períodos de maior atividade dos sintomas.

A investigação examinou alterações a curto prazo nos resultados reportados pelos doentes — descrevendo a perceção de bem-estar físico — e em medições da função na área afetada. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos onde a utilização de AINEs tópicos foi associada a certas diferenças nos resultados medidos, quando comparados com grupos de controlo. No entanto, a evidência científica existente é limitada no que respeita especificamente ao gel de associação fixa, em comparação com os seus princípios ativos isolados ou outros géis tópicos semelhantes.


Evidência para Sintomas Venosos Crónicos e Suporte Capilar

O segundo componente ativo, um flebotónico chamado troxerutina, foi avaliado em contextos de investigação que envolveram tensão ou stress fisiológico no sistema microvascular, relevantes para condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, como a Insuficiência Venosa Crónica (IVC). A investigação nesta área inclui revisões sistemáticas e meta-análises que examinaram os efeitos dos rutosídeos, a classe à qual pertence a troxerutina.

Os estudos relatam como as medidas evoluíram nas populações observadas, e os dados mostram padrões relacionados com a alteração medida na perceção reportada pelo doente e em medidas localizadas nalguns ensaios envolvendo rutosídeos. A investigação descreve medições efetuadas em intervalos de tempo definidos, com muitos estudos a observar resultados ao longo de vários meses. A qualidade da evidência varia entre os estudos que envolvem flebotónicos, e os dados sugerem que os resultados foram mistos, em parte devido a uma heterogeneidade metodológica significativa.


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

As principais limitações incluem a escassez de investigação específica e de elevada qualidade que compare diretamente o gel de associação fixa indometacina/troxerutina com qualquer um dos seus princípios ativos utilizados isoladamente. Existe uma falta de evidência comparativa nesta área. Além disso, embora a investigação tenha incidido em ensaios focados na alteração medida, existe informação limitada sobre os resultados a longo prazo relativamente à progressão das condições subjacentes. Os dados para certos grupos, como pessoas com problemas de saúde complexos, continuam a ser insuficientes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Indovasin (FAQ)


Q: Qual é a principal diferença entre o Indovasin e o ibuprofeno ou o naproxeno?

A: O Indovasin é descrito como um gel tópico de associação fixa destinado à aplicação na pele. Contém dois princípios ativos: a indometacina (um Anti-inflamatório Não Esteroide - AINE) e a troxerutina (um flebotónico). Em contraste, o ibuprofeno e o naproxeno são tipicamente AINEs de componente único, disponíveis principalmente em formas orais, como comprimidos ou cápsulas.

Q: O Indovasin pode afetar a minha pressão arterial?

A: As informações oficiais de segurança relativas ao componente AINE do Indovasin referem o potencial para causar o aparecimento de tensão arterial elevada (hipertensão) ou o agravamento de uma hipertensão pré-existente. Este efeito é descrito nos documentos regulamentares como um evento adverso documentado.

Q: O Indovasin pode causar problemas de retenção de líquidos ou inchaço?

A: Sim, os dados de segurança oficiais indicam que o componente AINE está associado ao potencial de retenção de líquidos (edema) como evento adverso. Este efeito é também a razão pela qual o medicamento tem o potencial de agravar os sintomas de insuficiência cardíaca pré-existente.

Q: É possível que o Indovasin cause alterações de humor ou confusão?

A: Os documentos regulamentares oficiais listam potenciais efeitos secundários no sistema nervoso central, tais como confusão mental, perturbações psíquicas e sonolência. Estes efeitos estão assinalados no perfil de segurança do componente AINE.

Q: O Indovasin pode agravar os sintomas da doença de Parkinson ou da epilepsia?

A: Os documentos regulamentares indicam que se recomenda precaução em indivíduos com historial de epilepsia ou parkinsonismo. A rotulagem oficial descreve o potencial do componente AINE para causar o agravamento destas condições neurológicas pré-existentes.

Q: Existem problemas digestivos comuns reportados com o Indovasin?

A: Além das advertências sobre eventos gastrointestinais graves, os perfis de segurança oficiais listam vários problemas digestivos comuns. Estes incluem frequentemente sintomas como dispepsia (indigestão ou azia), náuseas, diarreia, obstipação (prisão de ventre) e desconforto abdominal geral.

Q: Quais são os efeitos secundários mais graves do Indovasin mencionados nos documentos oficiais?

A: Os documentos oficiais destacam duas categorias principais de risco grave: o potencial para eventos trombóticos cardiovasculares graves (como enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral) e eventos adversos gastrointestinais graves (como hemorragia, ulceração e perfuração do estômago ou intestinos).

Q: Sabe-se se o Indovasin afeta a fertilidade feminina?

A: A rotulagem oficial do componente AINE refere que o seu uso não é recomendado para mulheres que estejam a tentar engravidar. As informações oficiais indicam que este efeito está relacionado com a forma como o componente AINE influencia os processos necessários para a reprodução.

Q: Que restrições existem para o uso de Indovasin durante a gravidez?

A: Os documentos oficiais estabelecem que o uso está contraindicado a partir do terceiro trimestre (da 30.ª semana de gestação em diante). Para a utilização entre as 20 e as 30 semanas, as informações regulamentares referem geralmente a dose mínima eficaz durante o período mais curto possível. O uso antes das 20 semanas baseia-se numa avaliação dos potenciais benefícios face aos riscos.

Q: O Indovasin pode causar tonturas ou afetar a minha capacidade de concentração?

A: As informações oficiais de segurança listam as tonturas e as cefaleias (dores de cabeça) como reações adversas comuns. Efeitos menos comuns que poderiam potencialmente impactar a concentração incluem episódios de confusão mental e sonolência.

Q: Existem restrições alimentares ou alimentos a evitar durante a utilização de Indovasin?

A: Os documentos regulamentares não mencionam restrições a alimentos específicos durante o uso do gel tópico. No entanto, as advertências oficiais referem que o consumo de álcool pode aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal grave associada ao componente AINE.

Q: O Indovasin pode afetar o funcionamento dos meus rins ou fígado?

A: Sim, os perfis de segurança oficiais documentam o potencial para reações adversas graves que afetam a função dos órgãos. Estes riscos incluem o potencial de nefrotoxicidade (danos nos rins) e hepatotoxicidade (danos no fígado).

Q: Como se compara o Indovasin com o Celecoxibe (um inibidor da COX-2)?

A: O componente indometacina do Indovasin é classificado como um AINE tradicional não seletivo, o que significa que atua de forma abrangente no sistema enzimático da ciclooxigenase (COX). O celecoxibe, por contraste, é um AINE diferente, classificado como um inibidor seletivo da COX-2.

Q: Quais são os sinais de níveis elevados de potássio (hipercaliemia) associados ao Indovasin?

A: O componente AINE está associado ao potencial de desenvolvimento de hipercaliemia (potássio elevado no sangue), frequentemente relacionada com efeitos nos rins. Os sintomas listados em relação a níveis elevados de potássio incluem tipicamente fraqueza, formigueiro, batimentos cardíacos irregulares, náuseas ou dor no peito.

Q: É necessário fazer análises ao sangue enquanto se utiliza Indovasin?

A: As informações oficiais do produto indicam que certos doentes podem necessitar de monitorização periódica da função renal e hepática através de análises ao sangue durante o tratamento. Isto é habitualmente referido para indivíduos em tratamento prolongado ou com fatores de risco existentes para problemas renais ou hepáticos.

Q: O Indovasin pode afetar os meus padrões de sono?

A: Os dados de segurança oficiais para o componente AINE do Indovasin listam efeitos adversos que podem impactar o sono. Estes incluem tanto a sonolência como a insónia (dificuldade em adormecer ou em permanecer a dormir).

Q: Existem efeitos secundários específicos relacionados com os olhos referidos para o Indovasin?

A: Sim, os dados de segurança oficiais documentam potenciais efeitos adversos nos sentidos especiais. Estes efeitos incluem relatos de visão turva e outras perturbações oculares associadas ao componente AINE.

Q: O Indovasin pode interagir com medicamentos à base de lítio?

A: Os dados oficiais de interação documentam que a coadministração com lítio pode levar a um aumento da concentração de lítio no sangue. Este aumento eleva o potencial de toxicidade do lítio.

Q: Qual é a duração típica do tratamento com Indovasin para condições agudas?

A: O protocolo oficial de administração para o gel tópico especifica que a duração da aplicação não deve exceder os 10 dias. O tratamento para condições agudas é geralmente limitado ao período mais curto necessário para controlar os sintomas.

Q: Qual é a evidência relativamente ao uso de Indovasin para a espondilite anquilosante?

A: Embora a investigação sobre este gel de associação específica seja limitada, o componente AINE, a indometacina, está oficialmente indicado e estudado para a gestão a longo prazo de condições inflamatórias, incluindo a espondilite anquilosante.

Q: O Indovasin pode causar zumbidos nos ouvidos (acufenos)?

A: Sim, os dados de segurança oficiais para o componente AINE documentam o acufeno (sensação de zumbido ou outro ruído nos ouvidos) como um potencial efeito secundário.

Q: Como é que o Indovasin afeta a produção de prostaglandinas no corpo?

A: Sendo um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE), o componente indometacina atua inibindo a enzima ciclooxigenase (COX). Esta inibição é descrita como influenciando a produção de prostaglandinas, que estão envolvidas na sinalização da inflamação e da dor.

Q: Qual é o componente específico do Indovasin que reduz a inflamação?

A: O componente primordialmente responsável por reduzir a inflamação e a dor é a indometacina. Esta substância é classificada como um Anti-inflamatório Não Esteroide (AINE).

Q: O Indovasin pode interagir com analgésicos comuns de venda livre?

A: A documentação oficial refere que o componente AINE do Indovasin não deve ser utilizado com aspirina ou outros AINEs devido ao risco acrescido de efeitos adversos. Pode também ser necessária precaução e monitorização se for coadministrado com paracetamol.

Q: Existe algum problema em tomar um antidepressivo enquanto utilizo Indovasin?

A: As advertências oficiais referem que a toma do componente AINE com Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (ISRS), um tipo comum de antidepressivo, pode aumentar significativamente o risco de hemorragia.

Como Indovasin deve ser armazenado e descartado?

Os requisitos regulamentares oficiais para conservar e eliminar o Indovasin Gel Tópico foram definidos para preservar a qualidade do produto e garantir a segurança ambiental.

Classificação da Conservação Requisito Obrigatório
Temperatura e Proteção Conservar a temperatura inferior a 25 °C e não congelar. Proteger da luz solar direta.
Embalagem Manter o tubo bem fechado após cada utilização.
Estabilidade Respeitar o prazo de utilização após a primeira abertura estabelecido.
Segurança Infantil Manter fora da vista e do alcance das crianças (Obrigatório).

A eliminação deve seguir os regulamentos locais relativos a resíduos farmacêuticos; o gel que tenha expirado ou que não tenha sido utilizado não deve ser deitado no lixo doméstico nem despejado em águas residuais (lava-loiças ou esgotos).

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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