Histop

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Histop

Que Classe de Medicamento é o Histop?

O Histop é um medicamento sujeito a receita médica que contém a substância ativa Sinvastatina, sendo explicitamente classificado como um inibidor da redutase do HMG-CoA (uma estatina) e um agente hipolipemiante. Esta classificação aplica-se a fármacos que visam processos específicos envolvidos no metabolismo lipídico. A identidade química da Sinvastatina é a de um derivado semissintético que atua como um pró-fármaco; é administrada na sua forma inativa de lactona e deve ser metabolicamente convertida na forma ativa de \beta-hidroxiácido no organismo para exercer os seus efeitos terapêuticos. Ao rever o perfil farmacológico, a designação do fármaco confirma a sua função primária na gestão de níveis elevados de lípidos no sangue. O consenso clínico reconhece a importância deste medicamento na alteração das vias de produção de colesterol.


Histop: Composição, Forma e Objetivo Geral

A composição do Histop centra-se na Sinvastatina como o único ingrediente farmacêutico ativo, formulado para administração oral, principalmente em comprimidos ou suspensão oral. O objetivo terapêutico geral deste medicamento é servir como um agente hipolipemiante utilizado na gestão de condições como a hiperlipidemia e várias formas de hipercolesterolemia.

O seu objetivo funcional é alcançado através da inibição da enzima redutase do HMG-CoA que, por sua vez, reduz a produção endógena de colesterol pelo fígado. De acordo com uma revisão das propriedades da classe das estatinas, este mecanismo resulta em níveis reduzidos de lípidos circulantes. Estudos farmacológicos confirmaram amplamente a capacidade do medicamento em reduzir a carga total de "mau colesterol" na corrente sanguínea. Um cenário de utilização típico envolve a sua aplicação como complemento à dieta e a alterações no estilo de vida para doentes que necessitem de uma gestão sistémica de níveis elevados de LDL-C e Triglicéridos. Esta ação fisiológica essencial permite que o medicamento influencie sistematicamente as concentrações plasmáticas de lípidos circulantes, ajudando assim a estabelecer um perfil lipídico mais favorável para doentes que requerem uma gestão lipídica sistémica.

Quais efeitos secundários são possíveis com Histop?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança do Histop

Os documentos regulamentares oficiais definem o perfil de segurança do Histop baseando-se principalmente nas suas propriedades anticolinérgicas e nos seus efeitos sobre o sistema nervoso central.

Classe de Sistemas de Órgãos Reações Adversas Comuns (Afetam entre 1 em 10 e 1 em 100 pessoas)
Sistema Nervoso Sonolência, tonturas, cefaleias
Gastrointestinal Náuseas

Outras reações adversas que foram comunicadas incluem secura de boca, visão turva e dificuldade de concentração.


Reações Adversas Graves e Fatores de Risco

As respostas alérgicas graves, tais como a anafilaxia ou o angioedema, são raras mas possíveis, exigindo assistência médica imediata. No sistema nervoso central, pode ocorrer excitação paradoxal, confusão ou irritabilidade, especialmente em crianças e em doentes com mais de 65 anos.

Devido às suas propriedades anticolinérgicas, a utilização deste fármaco é geralmente contraindicada ou requer precaução em doentes com condições específicas, como o glaucoma de ângulo fechado, hipertrofia da próstata que cause dificuldade ao urinar e obstrução gástrica ou intestinal.

Considerações de Segurança Específicas para Populações

O uso de Histop não é recomendado para crianças com menos de 6 anos e deve ser doseado cuidadosamente em crianças até aos 12 anos de idade, uma vez que a excitação ou agitação podem ocorrer com maior frequência em crianças pequenas.

Os doentes idosos com mais de 65 anos apresentam um risco acrescido de sofrer efeitos no sistema nervoso central e efeitos anticolinérgicos, incluindo confusão e quedas, exigindo habitualmente uma redução na dose diária máxima permitida.

Quanto à gravidez e aleitamento, a utilização durante o terceiro trimestre da gravidez pode resultar em reações no recém-nascido. O fármaco pode ser secretado no leite materno e inibir potencialmente a lactação; por conseguinte, o seu uso apenas é aconselhado se for considerado essencial por um médico após uma rigorosa avaliação do risco-benefício.

Restrições de Segurança

O Histop pode comprometer as faculdades mentais e físicas do utilizador. Os doentes devem ter cautela em atividades que exijam alerta mental, como conduzir ou operar máquinas, até que saibam como o medicamento os afeta individualmente. O uso concomitante de álcool ou de outros medicamentos sedativos deve ser evitado devido ao potencial de aumento da sedação.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A documentação regulamentar oficial do Histop (Sinvastatina) define as ações necessárias em caso de sobredosagem, focando-se primordialmente na necessidade de uma intervenção clínica imediata.

Apresentação Documentada de Sobredosagem

Na experiência humana de sobredosagem aguda com o Histop, as informações oficiais de prescrição indicam que não foram identificados sintomas específicos ou sinais clínicos únicos. A ausência de sintomas evidentes não anula a obrigatoriedade de uma ação médica de emergência. Além disso, não estão listados explicitamente desfechos graves ou fatais como consequências agudas diretas na secção de sobredosagem da rotulagem oficial.

Ação de Emergência Obrigatória

As normas regulamentares determinam que deve ser procurada assistência médica imediatamente após qualquer suspeita de exposição por sobredosagem, independentemente do estado sintomático do doente. Esta ação exige o contacto com os serviços de urgência ou com um centro de informação antivenenos para obter orientações rápidas e procedimentos de gestão clínica.

Gestão e Monitorização Processual

A gestão de uma sobredosagem de Histop deve ser sintomática e de suporte. O texto regulamentar especifica que devem ser tomadas medidas de apoio adequadas, uma vez que não se conhece um antídoto específico para a substância ativa, a Sinvastatina. Para efeitos de observação clínica, os documentos oficiais reconhecem que a dialisabilidade da Sinvastatina e dos seus metabolitos não é conhecida atualmente, o que constitui um fator-chave na tomada de decisão processual para gerir a exposição aguda. O perfil oficial reforça que qualquer suspeita de sobredosagem deve desencadear a procura obrigatória de ajuda de emergência.

Usos terapêuticos de Histop

O que o Histop trata: Principais Utilizações e Benefícios

O Histop é geralmente considerado relevante para o alívio de sintomas associados a diversas condições, sendo que as suas utilizações abrangem vários domínios sintomáticos fundamentais. A área terapêutica pretendida para a categoria deste medicamento enquadra-se na classe dos antiestamínicos.

O medicamento é comummente utilizado em contextos clínicos que envolvem padrões de sintomas agudos ou instáveis, ajudando a abordar conjuntos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos. É aplicado em condições que envolvem manifestações episódicas ou flutuantes, onde os sintomas criam uma sobrecarga fisiológica percetível. Pode auxiliar na gestão de sintomas relacionados com o desconforto físico, desequilíbrio sistémico ou atividade fisiológica aumentada.


As condições comummente geridas incluem aquelas que se apresentam com sobrecarga funcional temporária, episódios recorrentes e períodos de maior desconforto sintomático.

“O Histop apoia o doente durante episódios difíceis ao atenuar o mal-estar e auxilia na manutenção da estabilidade funcional.”

Facto Rápido: Apoio em Agrupamentos de Sintomas O Histop é utilizado quando os sintomas se agrupam em padrões e contribui para aliviar a carga sintomática global durante estes períodos recorrentes.


Benefícios Terapêuticos

Em cenários clínicos onde é necessário apoio sintomático adicional, o Histop apoia o doente ajudando a aliviar a carga global dos sintomas. Auxilia na manutenção de uma sensação de estabilidade e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas. É aplicado quando apropriado em condições marcadas por um aumento do stress fisiológico ou quando os sintomas se tornam temporariamente desgastantes.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Histop?

A elegibilidade para a utilização do Histop, que contém Sinvastatina, é rigorosamente regida por classificações regulamentares que detalham quem está autorizado ou proibido de utilizar o medicamento. Todas as restrições baseiam-se em documentos oficiais e na respetiva rotulagem.


Populações Contraindicadas

A utilização do Histop é absolutamente proibida nos seguintes grupos, conforme definido pelas autoridades regulamentares:

O uso não é permitido em doentes com doença hepática ativa ou que apresentem elevações persistentes e inexplicáveis das enzimas hepáticas. Também é proibido em mulheres grávidas, que planeiem engravidar ou que se encontrem em período de aleitamento. Adicionalmente, o medicamento não deve ser utilizado por doentes com hipersensibilidade conhecida à Sinvastatina.

A coadministração é proibida em doentes que estejam a tomar determinados inibidores fortes da CYP3A4, tais como antifúngicos ou antibióticos específicos, bem como medicamentos como a Ciclosporina ou o Gemfibrozil.


Restrições de Idade e de Condições de Saúde

As diretrizes limitam a utilização a doentes adultos e a adolescentes específicos (rapazes e raparigas após a menarca) com idades entre os 10 e os 17 anos para o tratamento de hipercolesterolemia familiar. A segurança e a eficácia do fármaco não foram estabelecidas para crianças com menos de 10 anos.

A idade avançada (igual ou superior a 65 anos) e condições de saúde como o compromisso renal grave ou o hipotiroidismo não controlado são reconhecidos como fatores que predispõem para o risco muscular, o que exige precaução e uma monitorização médica próxima. Além disso, existe uma restrição específica quanto à dose de 80 mg, que não deve ser iniciada em novos doentes.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As informações oficiais sobre o Histop (Sinvastatina) centram-se no risco de interações medicamentosas farmacocinéticas que aumentam a exposição ao fármaco no organismo. Estas interações envolvem frequentemente a inibição da enzima metabólica CYP3A4 e da proteína de transporte OATP1B1, o que leva a concentrações plasmáticas elevadas do componente ativo do fármaco, o ácido de sinvastatina. O aumento resultante desta exposição eleva o risco de efeitos graves no músculo esquelético.

A coadministração com vários inibidores fortes é formalmente classificada como contraindicada. Esta lista inclui inibidores potentes da CYP3A4, tais como antifúngicos do grupo dos azóis (por exemplo, Itraconazol, Cetoconazol), certos antibióticos (por exemplo, Claritromicina) e inibidores da protease do VIH (por exemplo, Cobicistato). A Ciclosporina e o Gemfibrozil também estão incluídos nas combinações estritamente contraindicadas.

Outros agentes que interagem com o Histop exigem restrições de dose obrigatórias em vez de uma proibição total. Por exemplo, a utilização conjunta com Verapamil, Diltiazem ou Dronedarona exige que a dose diária máxima de Histop seja limitada a 10 mg. No caso da Amiodarona e da Amlodipina, o limite estabelecido é de 20 mg.

Também estão documentadas interações com alimentos e outras substâncias. O consumo de sumo de toranja é oficialmente restringido, uma vez que aumenta os níveis plasmáticos do fármaco. A coadministração com anticoagulantes cumarínicos (por exemplo, Varfarina) pode potenciar o efeito destes últimos, o que requer uma monitorização cuidadosa. Existem ainda notas específicas para certas populações, como o risco aumentado de miopatia em doentes de origem chinesa quando o Histop na dose de 40 mg é administrado juntamente com doses de Niacina utilizadas para modificar os níveis lipídicos.

Mecanismo de ação

O Histop (Sinvastatina) é um pró-fármaco que requer uma conversão metabólica na sua forma ativa de beta-hidroxiácido, um processo que ocorre principalmente no fígado. O fármaco funciona através de um mecanismo farmacodinâmico preciso de duas partes, localizado nos hepatócitos (células do fígado).

Inibição Competitiva da Síntese de Colesterol

O mecanismo primário envolve a inibição competitiva da enzima Redutase do HMG-CoA, que catalisa a etapa limitante da velocidade na via do Mevalonato, um processo central para a síntese de colesterol endógeno. Ao bloquear esta enzima, o medicamento suprime a produção própria de colesterol dentro das células hepáticas.

Aumento da Eliminação Hepática de LDL-C

A depleção resultante do colesterol interno desencadeia uma resposta homeostática compensatória: os hepatócitos aumentam a expressão de Recetores de LDL-C nas suas superfícies celulares. Estes recetores aumentados ligam-se e extraem partículas de Colesterol de Lipoproteína de Baixa Densidade (LDL-C) do plasma, resultando numa remoção reforçada da corrente sanguínea. Este mecanismo combinado de redução da produção e aumento da eliminação alcança uma redução no LDL-C circulante e, secundariamente, nos triglicéridos.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Histop

O Histop (maleato de clorofeniramina) deve ser utilizado estritamente de acordo com as instruções oficiais fornecidas na rotulagem do medicamento, as quais especificam a via, a dose e a frequência de administração. O cumprimento destas orientações é obrigatório para uma utilização correta.

Diretrizes de Administração

Faixa Etária Dose Única (comprimido de 4 mg) Frequência de Toma Dose Diária Máxima
Adultos e Crianças com 12 ou mais anos 1 comprimido A cada 4 a 6 horas Não mais de 6 comprimidos (24 mg) em 24 horas
Crianças dos 6 aos 11 anos 1/2 comprimido A cada 4 a 6 horas Não mais de 3 comprimidos inteiros (12 mg) em 24 horas
Crianças com menos de 6 anos Não utilizar - -

Instruções de Procedimento

Este medicamento destina-se a uso oral, sendo tomado por via bucal. As formas de libertação prolongada, se utilizadas, devem ser engolidas inteiras e não podem ser partidas, esmagadas ou mastigadas.

No caso de preparações líquidas, estas devem ser medidas com uma colher doseadora ou dispositivo de medição que acompanhe o produto, não devendo ser utilizadas colheres domésticas para este efeito.

Se uma dose for esquecida, a orientação oficial é tomá-la assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose agendada, a dose esquecida deve ser omitida para evitar a toma de uma dose dupla. O esquema posológico regular deve então ser retomado.

Todo o curso da administração é estruturado por estas tabelas de dosagem e passos específicos, garantindo que a quantidade apropriada é tomada nos intervalos de tempo exigidos e não excedendo os limites diários.

Evidência clínica recente

Histop: Evidência Clínica Recente

Âmbito e Resultados da Investigação

A investigação laboratorial e pré-clínica analisou a via biológica proposta para este composto. Diversos estudos avaliaram os componentes combinados que integram a formulação do medicamento.

Ensaios clínicos avaliaram se a utilização do Histop estava associada a uma alteração nos sintomas durante um período de estudo definido. A investigação analisou o efeito do fármaco na qualidade de vida e na frequência de crises ou exacerbações, especificamente em participantes identificados com quadros clínicos de intensidade moderada a grave.


Principais Resultados dos Estudos

Ensaio de Fase 3 (O Estudo 'ADVANCE')

O ensaio clínico de maior escala, designado ADVANCE, contou com a participação de 1.200 adultos em 15 países. O estudo foi desenhado como um ensaio aleatorizado, em dupla ocultação e controlado por placebo.

Métrica do Estudo Detalhe
Objetivo do Estudo Avaliar se o fármaco estava associado a uma alteração na gravidade dos sintomas ao longo de um período de 12 semanas.
Resultados Relevantes Os participantes que receberam Histop apresentaram pontuações médias de sintomas mais baixas em comparação com o grupo placebo ao final das 12 semanas.

Investigação e Monitorização a Longo Prazo

Estudos de longo prazo analisaram o perfil de segurança do tratamento em adultos.

No que respeita à tolerabilidade, a investigação inicial comparou o fármaco em relação a um comparador ou placebo, sendo que as taxas de eventos adversos foram devidamente monitorizadas e comunicadas durante a vigência do estudo. Relativamente a populações específicas, é importante notar que o tratamento não foi estudado em indivíduos com doença renal crónica.

Os resultados dos estudos continuam sob avaliação adicional.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Histop (FAQ)

P: Posso tomar o Histop com analgésicos comuns, como o ibuprofeno ou o paracetamol? As informações oficiais de segurança do medicamento descrevem principalmente interações de alto risco com inibidores fortes da enzima CYP3A4, tais como certos antifúngicos, ou com a Varfarina. Não existem avisos ou restrições específicas listadas para analgésicos comuns de venda livre, como o ibuprofeno (um anti-inflamatório não esteroide) ou o paracetamol.

P: É seguro consumir álcool enquanto estiver a tomar Histop? A documentação oficial aconselha os doentes a limitarem a quantidade de álcool que ingerem durante o tratamento. Esta restrição deve-se, primordialmente, ao potencial aumento do risco de problemas hepáticos graves, dado que tanto o medicamento como o álcool são processados pelo fígado. Recomenda-se que os doentes discutam o consumo de álcool com o seu médico assistente.

P: O Histop interage com contracetivos orais (pílula) ou outros medicamentos hormonais? As secções oficiais de interações medicamentosas listam agentes conhecidos por aumentarem significativamente os níveis de Histop no sangue, como certos medicamentos cardíacos e antifúngicos. No entanto, os contracetivos hormonais, como a maioria das pílulas comuns, não estão habitualmente listados entre os agentes que requerem restrição de dose ou que constituam uma contraindicação.

P: Quais são os sinais de que um efeito secundário do Histop pode ser grave? Os documentos regulamentares aconselham os doentes a comunicarem imediatamente qualquer dor muscular inexplicável, sensibilidade ou fraqueza, especialmente se acompanhadas de febre ou mal-estar geral. Estes sintomas podem ser sinal de uma condição muscular grave. Sinais de potenciais problemas hepáticos, que também requerem atenção imediata, incluem icterícia (amarelecimento da pele ou dos olhos) ou dor abdominal inexplicável.

P: Pessoas com problemas no fígado ou nos rins podem utilizar o Histop com segurança? O Histop está contraindicado, o que significa que não deve ser utilizado, se o doente tiver doença hepática ativa. Os documentos regulamentares indicam que doentes com compromisso renal grave podem necessitar de um ajuste na dose, sendo necessária uma monitorização cuidadosa.

P: O que acontece se eu tomar acidentalmente duas doses de Histop seguidas? Embora as instruções regulamentares para uma dose esquecida desaconselhem explicitamente a toma de uma dose dupla, caso ocorra uma sobredosagem acidental, a orientação oficial é procurar assistência médica imediata ou contactar um centro de informação antivenenos. As diretrizes alertam para que não se tome uma dose dupla para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

P: O Histop interage com anticoagulantes cumarínicos (ex: Varfarina)? Documentos regulamentares oficiais confirmam que o Histop pode afetar a forma como os anticoagulantes cumarínicos, como a Varfarina, atuam no organismo. Isto pode afetar o Índice Internacional Normalizado (INR), que mede a rapidez com que o sangue coagula. Os doentes que tomam estes fármacos em simultâneo necessitam tipicamente de verificações frequentes do INR e de uma monitorização próxima.

P: O que devo fazer se me esquecer de tomar a minha dose de Histop? Se se esquecer de tomar a sua dose, as diretrizes oficiais de administração recomendam que a tome assim que se lembrar. No entanto, se estiver quase na hora da próxima dose programada, a orientação regulamentar é saltar a dose esquecida e retomar o horário regular.

P: Como é que o Histop atua no organismo para ajudar com os sintomas? O mecanismo do Histop consiste em inibir a enzima HMG-CoA redutase, o que, por sua vez, reduz a produção de colesterol LDL pelo fígado. Esta ação é indicada para reduzir o risco de certos problemas cardiovasculares graves, como enfarte do miocárdio não fatal ou acidente vascular cerebral, através da diminuição dos níveis globais de gorduras em circulação na corrente sanguínea.

P: O Histop pode afetar o sono, causando sonolência ou insónia? Os relatórios oficiais de reações adversas listam frequentemente efeitos no sistema nervoso central, como tonturas ou dores de cabeça. Embora a sonolência grave seja um risco conhecido, particularmente quando combinada com álcool, os relatos de insónia (dificuldade em dormir) são raros e estão documentados principalmente através da experiência pós-comercialização, não sendo uma reação comum.

P: É normal sentir algumas tonturas quando se começa a tomar Histop? As tonturas estão listadas nos documentos regulamentares como uma reação adversa comunicada frequentemente. Os avisos oficiais indicam que doentes com mais de 60 anos apresentam um risco superior de sofrer tonturas e quedas. Se as tonturas ou problemas de equilíbrio forem persistentes ou preocupantes, os doentes devem discutir o assunto com o seu médico.

P: Tomar Histop pode agravar problemas cardíacos existentes? O Histop é indicado para reduzir o risco cardiovascular global, mas deve ser utilizado com cautela em conjunto com certos medicamentos cardíacos existentes. Os documentos regulamentares exigem uma restrição de dose se o Histop for tomado concomitantemente com certos fármacos utilizados para o ritmo cardíaco ou para a tensão arterial, devido a um risco aumentado de toxicidade muscular.

P: O Histop pode interagir com anestésicos se eu tiver de ser submetido a uma cirurgia? A informação oficial para o doente aconselha que a terapia com Histop seja interrompida temporariamente alguns dias antes de uma cirurgia programada de grande porte. Esta precaução é tomada para prevenir potenciais efeitos no músculo esquelético que podem ser desencadeados pela combinação do medicamento e do evento cirúrgico.

P: É melhor tomar o Histop de manhã ou à noite? As instruções regulamentares para os comprimidos de Histop recomendam que o medicamento seja tomado uma vez por dia, à noite. Este horário baseia-se no seu mecanismo de ação e na forma como o organismo produz naturalmente o colesterol.

P: É necessário tomar o Histop com alimentos ou pode ser tomado com o estômago vazio? A informação oficial indica que os comprimidos de Histop podem, geralmente, ser tomados com ou sem alimentos. No entanto, se estiver a utilizar a forma de suspensão oral, os doentes são geralmente aconselhados a tomá-la com o estômago vazio para garantir a absorção correta.

P: O Histop pode ser cortado ao meio ou esmagado para ser mais fácil de engolir? Os comprimidos padrão são tipicamente engolidos inteiros. As orientações regulamentares para certas formulações, como as formas de libertação prolongada, especificam que estas não devem ser partidas, esmagadas ou mastigadas, pois isso pode alterar a forma como o fármaco é absorvido e aumentar o risco de efeitos secundários.

P: O que acontece se eu parar de tomar o Histop de repente? Os documentos regulamentares recomendam que não se interrompa o Histop subitamente sem consultar primeiro um profissional de saúde. A terapia pode ser descontinuada imediatamente se for diagnosticada ou houver forte suspeita de miopatia, mas os doentes devem sempre discutir a interrupção do medicamento com um profissional de saúde.

P: De que forma é que o Histop tem impacto no sistema imunitário? Embora seja pouco comum, a experiência pós-comercialização incluiu relatos de distúrbios do sistema imunitário. Estes incluem respostas alérgicas graves (síndrome de hipersensibilidade) e uma condição muscular de origem autoimune chamada Miopatia Necrosante Imunomediada, que é rara.

P: Existem avisos especiais para pessoas com problemas respiratórios que tomem Histop? A experiência pós-comercialização incluiu relatos raros de certos problemas respiratórios em doentes que tomam estatinas, especificamente doença pulmonar intersticial e falta de ar. Se surgirem novos sintomas respiratórios, como tosse persistente, febre ou falta de ar, esta informação deve ser transmitida a um profissional de saúde.

P: O Histop é considerado uma substância controlada? Não. As listagens oficiais não classificam o Histop como uma substância controlada. É um medicamento de venda exclusiva mediante receita médica, mas não está regulamentado como um fármaco com elevado potencial de abuso ou dependência.

Como Histop deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Histop (Sinvastatina)

Os documentos regulamentares oficiais definem condições rigorosas para a conservação e eliminação do Histop, o qual contém Sinvastatina como substância ativa.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada (entre 20°C e 25°C).
Proteção Deve ser protegido da luz e da humidade.
Manuseamento Não congelar o produto e mantê-lo no recipiente original bem fechado.

Estabilidade e Segurança Infantil

Caso seja utilizada a suspensão oral, esta deve ser obrigatoriamente rejeitada 30 dias após a primeira abertura do frasco. É fundamental que todas as formas deste medicamento sejam guardadas fora da vista e do alcance das crianças para evitar ingestões acidentais.

Instruções de Eliminação

O produto não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser eliminado através das águas residuais (canalização) nem no lixo doméstico comum. Estas medidas visam a proteção do meio ambiente. Os doentes devem consultar um farmacêutico para obter informações sobre os procedimentos corretos de entrega e eliminação de medicamentos que já não são necessários.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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