HEXAXIM

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de HEXAXIM

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substâncias ativas Difteria, Tétano, Tosse convulsa, Hepatite B, Poliovírus, conjugado de polissacarídeo de Hib
Forma Suspensão injetável
Classe farmacológica Vacina combinada, Agente de imunização ativa
Uso comum Imunização primária e de reforço contra seis doenças infecciosas
Origem Produto medicinal biológico (toxoides, componentes acelulares, inativados, recombinantes e conjugados)

O que é a HEXAXIM e qual a sua Classe Farmacológica?

A HEXAXIM é um produto medicinal biológico classificado como uma vacina combinada e um agente de imunização ativa. Define-se especificamente como uma vacina hexavalente, concebida para proporcionar proteção simultânea contra seis doenças infecciosas distintas numa única formulação. Esta abordagem "seis-em-um" é clinicamente reconhecida por simplificar os calendários de vacinação pediátrica a nível mundial, sendo as vacinas combinadas um pilar fundamental dos programas de imunização infantil eficazes.

Esta classe farmacológica atua ao preparar o sistema imunitário, de forma segura, para reconhecer os agentes patogénicos responsáveis pela Difteria, Tétano, Tosse convulsa (Pertussis), Hepatite B, Poliomielite (Pólio) e doenças invasivas causadas pela Haemophilus influenzae tipo b (Hib). O objetivo geral deste produto é permitir uma prevenção eficaz de doenças em lactentes, particularmente durante a série de vacinação primária obrigatória, através de uma única injeção intramuscular (IM).


Composição e Forma: Compreender os Componentes Hexavalentes

A HEXAXIM é um produto de combinação apresentado sob a forma de suspensão injetável, contendo elementos protetores específicos para as seis doenças visadas. As suas substâncias ativas incluem o toxoide diftérico, toxoide tetânico, componentes acelulares da tosse convulsa, antigénio de superfície da hepatite B recombinante (AgHBs), poliovírus inativados dos tipos 1, 2 e 3, e o polissacarídeo de Hib ligado a uma proteína transportadora de tétano. Esta formulação complexa diferencia-se pela sua combinação específica de componentes acelulares da tosse convulsa e componentes recombinantes da hepatite B.

Esta composição avançada reflete a sua origem como um produto biológico moderno. A preparação final é uma vacina adsorvida, uma vez que os antigénios são acoplados a um adjuvante à base de alumínio para reforçar a resposta imunitária. Estes tipos de vacinas multicomponentes são desenvolvidos para garantir proteção contra todas as doenças listadas, apresentando uma excelente imunogenicidade.


Qual é o Objetivo Geral desta Vacina Combinada?

O objetivo geral da HEXAXIM é estimular o sistema imunitário a desenvolver memória imunitária e anticorpos protetores contra as seis doenças em simultâneo. Isto caracteriza-a como um agente de imunização ativa que protege o recetor contra futuras exposições. O benefício singular é o estabelecimento preventivo de proteção, maximizando a cobertura necessária para a saúde pública através de uma preparação multicomponente altamente eficiente, respondendo assim a uma necessidade crucial durante as fases iniciais da imunização de uma criança.

Quais efeitos secundários são possíveis com HEXAXIM?

Possíveis Efeitos Secundários e Informação de Segurança

O perfil de segurança oficial desta vacina combinada detalha as reações adversas de acordo com a sua frequência e o sistema fisiológico afetado, em conformidade com os documentos regulamentares. As classificações de segurança são habitualmente estabelecidas através de dados de ensaios clínicos e da vigilância pós-comercialização.


Reações Adversas Classificadas por Frequência

As reações classificadas como Muito Frequentes (ocorrem em mais de 1 em cada 10 pessoas) referem-se geralmente a Perturbações Gerais e Alterações no Local de Administração, bem como a perturbações comportamentais. Estas incluem febre (≥ 38,0 °C), irritabilidade, choro, sonolência (sonolência invulgar) e dor e inchaço no local da injeção.

Com menor frequência, os eventos são classificados como Raros ou Muito Raros. Os efeitos raros (podem afetar até 1 em cada 1.000 pessoas) podem incluir convulsões com ou sem febre, enquanto relatos muito raros (podem afetar até 1 em cada 10.000 pessoas) abrangem episódios hipotónicos-hiporresponsivos (EHH), descritos como um estado de colapso ou semelhante a choque.


Considerações de Segurança Graves e Restrições

A informação do produto identifica restrições de segurança específicas e reações adversas graves. Está documentada a possibilidade rara de uma reação alérgica grave, ou reação anafilática. Uma restrição de segurança significativa é a contraindicação regulamentar em indivíduos com antecedentes de encefalopatia de etiologia desconhecida, ocorrida nos sete dias seguintes a uma vacinação anterior com uma vacina que contenha a componente da tosse convulsa (pertussis).


Notas de Segurança para Populações Específicas

Para recém-nascidos muito prematuros (nascidos às ou antes das 28 semanas de gestação), existe um risco potencial documentado de apneia (interrupção temporária da respiração), sendo necessária a consideração de monitorização respiratória durante 48 a 72 horas após a série de imunização primária. Adicionalmente, as notas de segurança referem que indivíduos com insuficiência renal crónica podem apresentar uma resposta imunitária diminuída à componente da Hepatite B.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Conceito de Sobredosagem e Manifestações Clínicas

A documentação regulamentar oficial desta vacina combinada não define um síndrome de toxicidade farmacológica ou de sobredosagem específico. As informações regulamentares referem que não foram comunicados casos de sobredosagem. No entanto, a administração excessiva está oficialmente documentada como podendo resultar num aumento da incidência ou num aumento da gravidade das reações adversas já conhecidas para a vacina.

Estas manifestações documentadas podem incluir uma exacerbação das reações locais no local da injeção (tais como dor, inchaço e vermelhidão) e reações sistémicas (incluindo febre, vómitos ou irritabilidade). Não existem desfechos graves distintos que sejam oficialmente atribuídos apenas à sobredosagem, para além do potencial para a ocorrência de reações adversas severas.


Ações de Emergência e Gestão

Deve procurar-se assistência médica imediata perante quaisquer sintomas graves ou que coloquem a vida em risco após uma administração excessiva, tais como uma reação alérgica grave, colapso ou convulsões.

Relativamente ao estado do antídoto, não é conhecido qualquer antídoto específico para os componentes da vacina. No que diz respeito aos passos procedimentais, a gestão clínica limita-se à prestação de tratamento sintomático e de suporte.

Quanto aos critérios para assistência urgente, é necessária assistência médica imediata para a gestão de sintomas graves ou que coloquem a vida em risco, por exemplo, anafilaxia ou um episódio hipotónico-hiporresponsivo. A documentação regulamentar determina que o tratamento médico adequado e a supervisão devem estar prontamente disponíveis para gerir quaisquer potenciais eventos anafiláticos após a administração da vacina.

Usos terapêuticos de HEXAXIM

Para que é utilizada a HEXAXIM: Principais Usos e Benefícios

A utilização principal da HEXAXIM destina-se à proteção de lactentes e crianças de tenra idade contra seis doenças infecciosas distintas e graves. Estas incluem a Difteria, o Tétano, a Tosse convulsa (Pertussis), a Hepatite B, a Poliomielite (Pólio) e a doença invasiva por Haemophilus influenzae tipo b (Hib). O benefício central envolve a proteção contra a possibilidade de sintomas graves, o que pode auxiliar na gestão dos riscos associados a estas condições.

A vacina é utilizada para conferir proteção contra estas infeções e as respetivas consequências graves.


Domínios de Sintomas e Benefícios Terapêuticos

Esta vacina combinada contribui para reduzir a probabilidade de ocorrência de sintomas relacionados com comprometimento neurológico e respiratório, tais como o potencial para paralisia flácida e espasmos musculares graves. É frequentemente utilizada para prevenir doenças que causam sintomas ligados a stress funcional de órgãos específicos, incluindo inflamação cerebral grave e inflamação hepática crónica e progressiva. Esta ação contribui para a manutenção da estabilidade ao abordar o potencial de complicações a longo prazo.

A aplicação prática desta preparação hexavalente é também aplicada para simplificar o esquema de imunização primária. Esta abordagem favorece a adesão à série essencial de vacinação primária e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional durante o curso da imunização inicial.


Facto Rápido: Proteção para Seis Condições

Propriedade Descrição
Facto Rápido: Proteção para Seis Condições Ajuda a gerir o potencial de sintomas graves em múltiplos domínios: neurológico, respiratório e sistémico (Difteria, Tétano, Tosse convulsa, Hepatite B, Pólio e Hib).

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade Oficial e Critérios de Exclusão

A HEXAXIM está oficialmente indicada para a vacinação primária e de reforço de lactentes e crianças de tenra idade, a partir das seis semanas de idade.

Populações Contraindicadas

A vacina não deve ser administrada a indivíduos com antecedentes de reação anafilática à vacina, a qualquer um dos seus componentes ou a resíduos vestigiais, tais como a neomicina ou o formaldeído. Está também contraindicada se o indivíduo tiver sofrido uma encefalopatia de causa desconhecida nos sete dias seguintes à administração de uma vacina anterior que contivesse a componente da tosse convulsa (pertussis). A utilização em indivíduos com uma doença neurológica não controlada ou epilepsia não controlada está restringida até que a condição tenha sido estabilizada.


Restrições Baseadas na Idade e Condição Clínica

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Elegibilidade por Idade A utilização não está estabelecida em lactentes com menos de seis semanas ou em crianças com mais de 24 meses de idade.
Adiamento Temporário A vacinação deve ser adiada em casos de doença febril e/ou doença aguda moderada a grave.
Precauções Especiais Recém-nascidos muito prematuros (nascidos às 28 semanas de gestação ou antes) requerem consideração especial devido ao risco potencial de apneia e à necessidade de monitorização respiratória. É também necessária precaução em indivíduos com um distúrbio hemorrágico.
Pregnancy/Lactation Não aplicável; a vacina não se destina a ser administrada a mulheres em idade fértil.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil de interações desta vacina combinada é definido pelos seus requisitos de compatibilidade física e pelas restrições farmacodinâmicas (imunológicas). Sendo um produto medicinal biológico, as suas interações não são processadas através das vias farmacocinéticas convencionais, tais como as que envolvem enzimas metabólicas ou transportadores.


Restrições de Interação

Categoria de Restrição Requisito Documentado Oficialmente
Mistura Física A vacina não deve ser misturada com nenhumas outras vacinas ou outros produtos medicinais de administração parentérica na mesma seringa antes da administração. Esta é uma restrição de compatibilidade absoluta.
Farmacodinâmica (Interferência) A coadministração com a vacina da Varicela está restringida, uma vez que o uso simultâneo pode resultar numa interferência clinicamente relevante na resposta imunitária pretendida.
Requisitos de Procedimento Se administrada simultaneamente com outras vacinas permitidas, como a Pneumocócica, a VASPR (Sarampo, Parotidite e Rubéola) ou a Rotavírus, devem ser utilizadas seringas diferentes, locais de injeção distintos e, preferencialmente, membros diferentes para cada injeção, de modo a manter a integridade da separação.

Notas de Interação Específicas para Certas Populações

A resposta imunitária esperada, ou imunogenicidade, está oficialmente registada como podendo ser diminuída quando a vacina é administrada a indivíduos que estejam a receber tratamento imunossupressor ou que apresentem uma doença de imunodeficiência subjacente. Isto constitui uma interação documentada entre a vacina e um estado específico do doente.

Mecanismo de ação

Ativação da Imunidade Inata e Apresentação de Antigénios

O mecanismo de ação inicia-se a nível periférico, à medida que os componentes da vacina são adsorvidos num adjuvante de alumínio, o qual cria um depósito local e estimula as Células Apresentadoras de Antigénios (APCs), tais como as Células Dendríticas. Esta ativação inicial do Sistema Imunitário Inato, mediada por Recetores de Reconhecimento de Padrões (PRRs), funciona como um sinal para recrutar as APCs e prepará-las para a fase de processamento e exposição dos seis antigénios distintos.


Preparação do Sistema Imunitário Adaptativo

As APCs migram para os gânglios linfáticos e apresentam os antigénios a glóbulos brancos especializados: os linfócitos T e os linfócitos B. Esta interação desencadeia uma cascata de ativação linfocitária controlada, que conduz à proliferação e diferenciação dos linfócitos B em plasmócitos circulantes e células B de memória de vida longa. O efeito fisiológico resultante é o estabelecimento sistémico da Imunidade Humoral e de uma Memória Imunitária a longo prazo.


Sinergia Estratégica dos Componentes

A vacina utiliza um mecanismo de conjugação único para o componente Hib, ligando quimicamente o polissacarídeo do Hib a uma proteína transportadora do tétano. Esta sinergia estratégica converte a resposta imunitária contra a cápsula do Hib numa resposta eficaz e dependente das células T, contribuindo para a formação de células de memória duradouras. Este estado permite a mobilização e reativação aceleradas dos linfócitos B perante uma exposição subsequente, resultando na síntese rápida de anticorpos de elevada afinidade capazes de se ligarem e neutralizarem as estruturas alvo.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar a HEXAXIM: Diretrizes Oficiais de Administração

A HEXAXIM é uma vacina combinada utilizada de acordo com calendários específicos definidos pelas autoridades regulamentares e pelos programas nacionais de vacinação. Todos os procedimentos de administração seguem rigorosamente as informações detalhadas nos documentos regulamentares oficiais, garantindo uma abordagem padronizada à imunização.


Parâmetros de Administração e Dosagem

Característica Instrução Oficial
Via de Administração A vacina deve ser administrada por injeção intramuscular (IM).
Volume da Dose Uma dose única consiste em 0,5 mL.
Local de Injeção Em lactentes e crianças de tenra idade, a injeção é administrada na face anterolateral da parte superior da coxa.
Preparação O produto é uma suspensão pronta a utilizar apresentada numa seringa pré-cheia. Deve ser agitado imediatamente antes da utilização para obter um aspeto homogéneo.
Proibição A vacina está interdita de ser administrada pelas vias intravascular (IV), subcutânea ou intradérmica.

Esquema Posológico Oficial

A administração da HEXAXIM baseia-se em duas fases principais: uma série primária e um reforço subsequente. O calendário inicia-se em lactentes a partir das seis semanas de idade.

A vacinação primária consiste em duas ou três doses de 0,5 mL, dependendo do calendário de saúde nacional específico. São obrigatórios intervalos mínimos de tempo entre as doses primárias, como, por exemplo, um mínimo de quatro ou oito semanas.

É necessária uma dose de reforço única após a conclusão da série primária. Esta deve ser administrada com um intervalo mínimo de 6 meses após a última dose da série primária, ocorrendo habitualmente durante o segundo ano de vida da criança.

Se uma dose agendada for omitida, as orientações regulamentares determinam que a dose deve ser aplicada logo que possível, mantendo-se o intervalo mínimo exigido antes da próxima dose planeada. Este protocolo de utilização regrado visa assegurar a administração e os tempos corretos, conforme delineado na informação oficial de prescrição.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre a HEXAXIM

Esta secção apresenta uma visão geral da investigação que os organismos reguladores e a literatura científica utilizam como referência para descrever a avaliação clínica da vacina. O foco recai sobre os tipos de estudos realizados, os resultados medidos e as incertezas que ainda subsistem na base de evidência científica.


Evidência para a Imunização Primária (Série de Dosagem Inicial)

A investigação sobre a série inicial de vacinação com a HEXAXIM foi realizada principalmente através de Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) de grande escala e estudos clínicos controlados. Estes estudos avaliaram como a vacina se comportava em lactentes saudáveis a partir das seis semanas de idade, comparando-a frequentemente com outras vacinas combinadas licenciadas ou vacinas contra doenças individuais.

O principal resultado medido foi a imunogenicidade, que analisa a capacidade da vacina em induzir o desenvolvimento de anticorpos protetores contra as seis doenças alvo. Os investigadores monitorizaram quantos lactentes atingiram uma Taxa de Seroproteção pré-definida (um limiar de anticorpos que é utilizado na investigação para definir a obtenção de uma resposta imunitária) para a maioria dos antigénios.

As conclusões descrevem que os níveis de anticorpos medidos para todos os seis antigénios cumpriram os limiares de Seroproteção ou Seroconversão pré-definidos na maioria dos lactentes. Os estudos indicaram que os níveis de anticorpos em lactentes que receberam a HEXAXIM foram semelhantes aos níveis observados em lactentes que receberam vacinas comparadoras estabelecidas. Esta investigação fornece o contexto sobre as respostas imunitárias geradas pela série primária.


Evidência para a Imunização de Reforço

Após a série primária, a investigação examinou a necessidade e a resposta a uma dose de reforço, geralmente administrada durante o segundo ano de vida. Os ensaios relataram que a administração da dose de reforço resultou num aumento rápido das concentrações de anticorpos para todos os seis antigénios, uma reação que os estudos analisam como evidência da memória prévia do sistema imunitário. Estudos de acompanhamento subsequentes monitorizaram que os níveis de anticorpos permaneceram mensuráveis numa elevada percentagem de crianças durante vários anos após a administração do reforço.


Compreender as Lacunas e Incertezas da Investigação

A evidência principal baseia-se na imunogenicidade (níveis de anticorpos), que serve como um marcador de substituição (surrogate marker) de proteção. Isto significa que, embora os estudos descrevam a presença sustentada de anticorpos, a eficácia clínica a longo prazo — a prevenção direta da doença — é frequentemente extrapolada a partir destas medições laboratoriais.

Os dados para certos grupos, particularmente recém-nascidos muito prematuros (nascidos com ≤ 28 semanas de gestação), permanecem insuficientes quanto aos resultados a longo prazo. Os resultados dos estudos refletem as condições específicas em que foram realizados e a investigação não determina se cada indivíduo responderá de forma idêntica, uma vez que a resposta imunitária pode variar entre indivíduos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a HEXAXIM (FAQ)


P: Esta vacina contém algum conservante à base de mercúrio?

A informação oficial do produto e os documentos regulamentares não listam conservantes à base de mercúrio, como o Tiomersal, como um ingrediente da vacina. O produto pode conter resíduos vestigiais do processo de fabrico, tais como formaldeído e neomicina, conforme indicado na informação oficial do produto.

P: Quanto tempo duram os anticorpos protetores após a dose de reforço?

Estudos clínicos avaliaram a persistência de anticorpos protetores após a dose de reforço em crianças. Os dados indicam que os níveis de anticorpos foram mantidos ou melhorados para todos os seis componentes da vacina durante aproximadamente dois a três anos após a dose de reforço. Esta conclusão fornece contexto sobre a resposta do sistema imunitário à dose de reforço.

P: Qual é a faixa etária típica para uma criança receber esta vacina?

De acordo com a informação oficial do produto, esta vacina está indicada para a vacinação primária e de reforço de lactentes e crianças de tenra idade a partir das seis semanas de idade. A documentação regulamentar refere que a utilização não está estabelecida em crianças com mais de 24 meses de idade, uma vez que os estudos que sustentam a utilização da vacina não incluíram esse grupo de idade mais velha.

P: Preciso de receita médica para obter esta vacina para o meu filho?

Em muitos países, esta vacina é classificada como um medicamento sujeito a receita médica. Devido a esta classificação, a vacina está restrita quanto ao fornecimento e utilização, conforme determinado pelas autoridades de saúde locais. Os requisitos específicos de dispensa podem variar com base na regulamentação local.

P: A HEXAXIM é uma vacina viva ou inativada?

A HEXAXIM é uma vacina inativada, o que significa que os seus componentes foram tratados e não estão vivos. Uma vez que não contém quaisquer bactérias ou vírus vivos, esta foi concebida para prevenir as doenças contra as quais protege.

P: O que acontece se a vacina for congelada acidentalmente?

A vacina deve ser conservada no frigorífico (entre 2 °C e 8 °C) e nunca deve ser congelada. As diretrizes oficiais alertam que o congelamento é um desvio grave das instruções de conservação, uma vez que o congelamento pode tornar o produto inutilizável.

Como HEXAXIM deve ser armazenado e descartado?

Conservação e Eliminação da HEXAXIM

A HEXAXIM deve ser conservada rigorosamente no frigorífico, a uma temperatura entre 2 °C e 8 °C. É essencial que a vacina não seja congelada, uma vez que o congelamento pode tornar o produto inutilizável. A vacina deve ser mantida na sua embalagem de origem para a proteger da luz até ao momento da utilização.

A documentação oficial define este produto como sendo de utilização única. Qualquer parte da suspensão que não tenha sido utilizada após a administração deve ser eliminada imediatamente. A eliminação do produto não utilizado e de todos os materiais residuais associados deve ser efetuada de acordo com as exigências locais para resíduos farmacêuticos, e não através da sua eliminação nos esgotos ou no lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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