Advertisements

H1N1

Links rápidos para seções importantes

H1N1

Forma selecionada

Advertisements

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Advertisements

Visão geral de H1N1

Propriedade Descrição
Substância ativa Componentes do vírus Influenza A/California/7/2009 (H1N1)v-like
Forma Suspensão injetável ou spray nasal
Classe farmacológica Vacina Viral
Uso comum Prevenção da gripe causada pelo vírus H1N1
Origem Biológica (baseada em ovos ou células)

O que é a Vacina H1N1 e que tipo de medicamento é?

A vacina H1N1 é um produto biológico desenvolvido especificamente para conferir proteção contra o vírus Influenza A (H1N1) 2009, vulgarmente conhecido como "Gripe Suína". Está formalmente classificada como uma Vacina Viral e atua como um medicamento preventivo. As autoridades de saúde confirmam que as vacinas contra a gripe são clinicamente reconhecidas pela sua capacidade de prevenir doenças graves e hospitalizações.

A sua característica distintiva é o foco na estirpe H1N1 que, embora tenha surgido inicialmente como uma ameaça pandémica monovalente, é agora tipicamente incluída como uma parte estável e crucial da vacina sazonal quadrivalente, protegendo anualmente contra múltiplos tipos de vírus da gripe em circulação.


De que é feita a Vacina H1N1?

A vacina é composta essencialmente pelo componente viral principal, habitualmente a proteína Hemaglutinina (HA) purificada, que desencadeia a imunidade sem causar a doença em si. Esta substância ativa é derivada da estirpe viral A/California/7/2009 (H1N1)v-like.

A vacina H1N1 é produzida através de um processo biológico controlado, sendo geralmente derivada de vírus cultivados em ovos embrionários de galinha ou, por vezes, em culturas de células. O medicamento está disponível como uma suspensão inativada, administrada por via intramuscular, ou como uma versão de vírus vivos atenuados, administrada por via nasal. As diretrizes clínicas enfatizam que as vacinas são concebidas para ativar a imunidade de forma segura, sem causar a patologia.


Qual é o objetivo geral da Vacina H1N1?

O objetivo geral da vacina H1N1 é criar memória imunológica, para que o corpo consiga combater rapidamente uma futura infeção por H1N1. Isto é conseguido através da estimulação da produção de anticorpos específicos contra a estirpe viral visada. Esta ação preventiva reduz significativamente a probabilidade de contrair a infeção ou, em caso de exposição ao vírus, ajuda a diminuir a gravidade e a duração da doença. O seu papel é estritamente preventivo, distinguindo-se dos fármacos antivirais, que são utilizados para tratar uma infeção por influenza após o início dos sintomas.

Advertisements

Quais efeitos secundários são possíveis com H1N1?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

Como acontece com qualquer vacina ou medicamento, a vacinação contra a gripe H1N1 pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas. A maioria das reações registadas é de intensidade ligeira a moderada e desaparece espontaneamente num curto período de tempo.

As reações mais comuns ocorrem no local da injeção e incluem dor, vermelhidão ou inchaço. Podem também surgir sintomas sistémicos como febre baixa, dores musculares, fadiga e dores de cabeça. Estas respostas são indicativas de que o sistema imunitário está a reagir à vacina e ocorrem geralmente nos primeiros dois dias após a administração.

Embora raras, podem ocorrer reações alérgicas graves. Os sinais de uma reação alérgica podem incluir urticária, inchaço da face ou da garganta, dificuldade respiratória ou batimento cardíaco acelerado. Nestes casos, é necessária assistência médica imediata. Existe também um risco extremamente baixo de complicações neurológicas, que são monitorizadas continuamente pelas autoridades de saúde para garantir a segurança da população.

Antes da vacinação, é fundamental informar o profissional de saúde sobre quaisquer alergias graves, especialmente a ovos ou a componentes de vacinas anteriores, bem como sobre o estado de saúde atual, incluindo a presença de febre ou historial de problemas neurológicos. Esta precaução ajuda a determinar a adequação da vacina e a minimizar riscos potenciais.

Advertisements

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar assistência médica

O perfil regulamentar da vacina H1N1, enquanto produto biológico, aborda a sobredosagem predominantemente como um erro de administração que envolve a aplicação de um volume excessivo, em vez de um evento toxicológico clássico. Os documentos regulamentares oficiais indicam habitualmente que não foram reportados casos de sobredosagem ou que não existem dados toxicológicos disponíveis que sejam relevantes para uma síndrome de sobredosagem definida.

Manifestações e riscos documentados

A administração de um volume excessivo pode resultar num aumento das reações adversas comuns, tais como inchaço local temporário ou febre sistémica, mas não está associada a um perfil toxicológico específico. O desfecho mais grave e imediato detalhado nos documentos oficiais é o risco de uma reação de hipersensibilidade rara e potencialmente fatal (anafilaxia) após a vacinação. Este evento grave requer intervenção imediata.

Quando procurar ajuda urgente e ações regulamentares

É necessário procurar assistência médica imediata perante quaisquer sinais de uma reação sistémica grave ou suspeita de anafilaxia. As informações oficiais de prescrição determinam que o tratamento médico e a supervisão adequados, incluindo a disponibilidade de adrenalina, devem estar prontamente disponíveis para gerir tais eventos agudos e graves no momento da administração. No que diz respeito à formulação viva atenuada (spray nasal), os reguladores alertam especificamente para o risco de sibilância (pieira) e hospitalização se esta for administrada a crianças com menos de 24 meses, definindo um risco específico para esta população associado a erros de administração.

Advertisements

Usos terapêuticos de H1N1

O que o H1N1 trata: principais usos e benefícios

A componente H1N1 é aplicada na abordagem de quadros clínicos causados por essa estirpe do vírus influenza A. Enquanto componente da vacina sazonal, o seu uso é aplicado no apoio à prevenção da doença. A vacinação é considerada relevante para atenuar os sintomas associados a este tipo de patologia respiratória sazonal.

A vacina é habitualmente utilizada para auxiliar na gestão de sintomas que interferem com o funcionamento diário, os quais são sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico que tipicamente caracteriza a gripe. Estes sintomas incluem febre, calafrios, dores musculares, dor de garganta e dores de cabeça.

Em cenários clínicos que envolvem grupos de alto risco, a vacina pode auxiliar na redução da carga global de sintomas, apoiando o bem-estar geral e reduzindo o risco de desenvolvimento de complicações. O domínio terapêutico é relevante para o alívio de sintomas que criam um esforço fisiológico percetível. A vacinação contribui para um melhor conforto durante períodos de sintomas acentuados e ajuda a manter uma sensação de estabilidade quando os sintomas são mais visíveis.

Este alívio de suporte ajuda os doentes a lidar de forma mais constante com as flutuações dos sintomas e apoia o bem-estar geral durante as fases sintomáticas da época da gripe. O uso é comummente aplicado durante as fases em que os sintomas se tornam mais percetíveis e é relevante quando a gestão de suporte dos sintomas é adequada.


Facto Rápido: Alívio para Sintomas que Criam um Esforço Fisiológico Percetível

Advertisements

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar a componente da vacina H1N1

As diretrizes regulamentares oficiais definem a elegibilidade da população para a componente da vacina H1N1 (integrada na vacina contra a gripe sazonal) com base na idade, estado de saúde e hipersensibilidade.

Populações com recomendação ou autorização de uso

O uso rotineiro é recomendado pelas autoridades de saúde para todas as pessoas a partir dos 6 meses de idade que não apresentem contraindicações. Grupos específicos para os quais a vacina inativada é recomendada incluem mulheres grávidas (em qualquer trimestre da gestação) e indivíduos com problemas de saúde crónicos, tais como doenças cardiovasculares, renais ou metabólicas.

Contraindicações e restrições

A utilização é contraindicada para qualquer indivíduo com historial de reação alérgica grave (anafilaxia) a uma vacina anterior contra a gripe ou a qualquer um dos seus componentes.

Grupo Populacional Estado de Restrição (Termos Oficiais)
Crianças com menos de 6 meses Uso não indicado
Pessoas com doença aguda moderada ou grave A utilização deve ser adiada (Precaução)
Grávidas ou pessoas imunocomprometidas Contraindicado apenas para a forma de Vacina Viva Atenuada (LAIV)

Indivíduos com historial de Síndrome de Guillain-Barré (SGB) nas seis semanas seguintes a uma vacinação anterior contra a gripe podem necessitar de uma utilização condicionada. A segurança e eficácia de algumas formulações específicas do produto H1N1 não foram estabelecidas em mulheres a amamentar.

Advertisements

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações da H1N1 com outros medicamentos e produtos

O perfil oficial de interações da vacina H1N1, uma Vacina Viral, é definido por efeitos farmacodinâmicos no sistema imunitário e não pelas interações farmacocinéticas típicas entre fármacos. As informações sobre interações encontram-se resumidas abaixo, com base na documentação regulamentar.


Âmbito das Interações

Propriedade Descrição
Categorias de produtos medicinais com interações documentadas: Terapêuticas imunossupressoras (ex.: corticosteroides em doses elevadas, antimetabolitos). Vacinas vivas atenuadas (ex.: VASPR, Varicela).
Base mecânica das interações: Interação farmacodinâmica (atenuação ou interferência com a resposta imunitária pretendida).
Regras de interação baseadas no tempo: A vacina H1N1 viva atenuada requer um intervalo de, pelo menos, 28 dias (4 semanas) em relação à administração de outras vacinas vivas atenuadas, caso não sejam administradas simultaneamente.
Notas de interação específicas para populações: A interação farmacodinâmica é considerada particularmente relevante para indivíduos imunocomprometidos.

Declarações Oficiais de Interação

  • A coadministração com produtos medicinais imunossupressores pode resultar numa resposta imunitária subóptima à vacina H1N1.
  • O intervalo de administração para a vacina H1N1 viva atenuada deve ser de, pelo menos, 28 dias quando administrada de forma não simultânea com outras vacinas vivas.
  • A vacina H1N1 inativada (injetável) pode, geralmente, ser administrada em simultâneo com outras vacinas inativadas ou vivas.

Ligação ao perfil global de interações

Os documentos regulamentares definem a estrutura de interação da vacina H1N1 em torno de duas preocupações centrais: o potencial de outros medicamentos reduzirem a resposta desejada de anticorpos protetores e a necessidade de prevenir a interferência entre vacinas vivas concorrentes. Estas declarações estabelecem condicionalismos para a coadministração, observando especificamente o risco de eficácia reduzida quando utilizada com terapêuticas imunossupressoras e o tempo de espera obrigatório para a forma viva atenuada face a outras vacinas vivas.

Advertisements

Mecanismo de ação

Inibição Enzimática: Interromper a Libertação Viral

O mecanismo principal envolve a inibição da neuraminidase (NA) viral, uma enzima glicoproteica expressa na superfície do vírus da gripe H1N1. O fármaco atua como um inibidor competitivo, ligando-se diretamente ao local ativo da enzima NA. Esta interação molecular impede que a NA clive os resíduos de ácido siálico nas superfícies das células hospedeiras e no invólucro viral. A inibição enzimática é o evento molecular que impede a dissociação eficiente de novos viriões da superfície da célula hospedeira infetada, alterando assim a cascata molecular que influencia a propagação viral no epitélio respiratório.


Limitar a Disseminação Viral e a Propagação Célula a Célula

Este domínio mecânico descreve como a inibição da NA tem impacto no movimento físico e na distribuição das partículas virais no trato respiratório. Ao impedir a libertação eficiente de novos viriões, estes acabam por se agregar e permanecer fisicamente associados à superfície da célula hospedeira e ao muco. Esta consequência biofísica reduz a probabilidade de infeção subsequente de células hospedeiras adjacentes e não infetadas. A restrição do movimento e da disseminação viral limita a magnitude global do processo infecioso no seio do epitélio respiratório.

Advertisements

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar a Componente da Vacina H1N1

A componente H1N1 é utilizada de acordo com as diretrizes de administração da formulação específica da vacina contra a gripe (injeção inativada ou spray nasal de vírus vivos atenuados) que a contém, seguindo os calendários regulamentares oficiais.


Âmbito da Administração Diretriz Regulamentar Oficial
Via de Administração Injeção intramuscular (IM) para a suspensão de vacina inativada, ou Via intranasal para a formulação em spray de vírus vivos atenuados.
Dose Padrão para Adultos Uma injeção intramuscular única de 0,5 mL para indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos.
Local de Injeção O local preferencial é o músculo deltoide do braço; a face anterolateral da coxa pode ser utilizada em lactentes e crianças pequenas.
Esquema Posológico Geralmente, é necessária uma dose única anual por época da gripe para adultos e crianças com 9 ou mais anos com vacinação completa.
Ciclo Inicial Pediátrico Crianças dos 6 meses aos 8 anos que não tenham recebido pelo menos duas doses prévias de vacina contra a gripe requerem duas doses, administradas com um intervalo de pelo menos 4 semanas.
Técnica de Spray Nasal A dose de 0,2 mL é administrada dividindo o conteúdo igualmente entre as duas narinas (0,1 mL por narina).

Estrutura Processual e de Preparação

As instruções oficiais determinam etapas procedimentais específicas para a aplicação da vacina. A suspensão da vacina inativada em frascos deve ser agitada vigorosamente antes da utilização para garantir a sua homogeneidade, e o produto deve ser inspecionado visualmente para detetar partículas antes da administração. O regime de duas doses para crianças sem imunização prévia estabelece um intervalo mínimo de 4 semanas entre as administrações, o qual deve ser cumprido para que o esquema seja considerado válido. Além disso, a vacina inativada não está autorizada para ser misturada com qualquer outra vacina na mesma seringa ou frasco. Estes requisitos estruturam o protocolo preciso e padronizado para a utilização da componente vacinal H1N1, conforme definido pelos documentos regulamentares.

Advertisements

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre a H1N1


Evidência na prevenção da doença causada pelo vírus H1N1

A investigação sobre a componente H1N1, que geralmente faz parte de uma vacina contra a gripe sazonal, envolve diferentes tipos de estudos. A avaliação inicial centrou-se em Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) de curta duração. Estes ensaios foram utilizados para medir a resposta imunitária gerada pela vacina, monitorizando especificamente os níveis de anticorpos e as taxas de seroproteção em adultos e crianças saudáveis. Nestes contextos, a investigação monitorizou a resposta imunológica resultante após a administração.

Para além dos ensaios iniciais, foram aplicados estudos observacionais de grande escala e análises de coorte retrospetivas em contextos de investigação que avaliaram a associação da componente vacinal com resultados no mundo real ao longo de épocas gripais completas. Estes estudos monitorizaram resultados fundamentais que refletem o esforço fisiológico, tais como a ocorrência de infeção por H1N1 confirmada laboratorialmente e a incidência de desfechos graves, incluindo hospitalização e morte. Os dados provenientes destes contextos reais descreveram uma taxa observada mais baixa de infeção por H1N1 confirmada virologicamente e menores taxas de desfechos graves em indivíduos vacinados.

No entanto, observou-se que a magnitude destas observações varia entre as diferentes épocas gripais e grupos etários. Isto pode dever-se a fatores que a investigação sugere influenciarem os resultados, tais como o grau de correspondência entre a componente específica da vacina e a estirpe de H1N1 que circula na comunidade nesse ano. A investigação contribui para o panorama geral de evidência ao fornecer contexto sobre a associação da componente com as taxas de doença ao nível da população, mas a investigação não determina se um indivíduo responderá de forma semelhante.


Evidência na redução da gravidade da doença e da carga sintomática

A investigação também explorou a relevância da componente vacinal em condições caracterizadas por episódios agudos ou disruptivos, examinando os resultados caso ocorra uma infeção por H1N1 após a vacinação. Estes estudos de coorte retrospetivos e análises observacionais foram realizados principalmente em doentes hospitalizados com infeção confirmada por H1N1. Os estudos monitorizaram o esforço fisiológico, focando-se em parâmetros e desfechos graves, tais como o tempo de internamento hospitalar, a duração da admissão na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e a necessidade de ventilação mecânica.

A investigação explorou se os indivíduos vacinados que contraíram a infeção por H1N1 tiveram períodos de internamento hospitalar e em UCI mais curtos. Os estudos também examinaram medições relacionadas com uma menor frequência observada de desfechos graves, como a necessidade de intervenção em cuidados críticos. Estas conclusões descrevem associações com resultados ligados a estados inflamatórios ou irritativos durante a infeção.


Investigação em populações especiais e lacunas

A componente da vacina H1N1 foi avaliada em várias populações, incluindo adultos saudáveis, crianças, idosos e grupos de alto risco com condições de saúde crónicas subjacentes. Os resultados indicam que a resposta de anticorpos medida tendeu a variar em alguns grupos, como os idosos, em comparação com indivíduos jovens e saudáveis. Os dados para certos grupos, tais como indivíduos gravemente imunocomprometidos, permanecem insuficientes para extrair conclusões amplas sobre os resultados.

Uma limitação fundamental reside no facto de a maioria dos dados do mundo real derivar de estudos observacionais, que não podem estabelecer conclusões definitivas de causa-efeito, ao contrário dos ECCA. Além disso, os dados sobre a eficácia clínica têm frequentemente origem em estudos que avaliam a vacina sazonal multivalente, o que significa que isolar o contributo apenas da componente H1N1 pode ser complexo. A investigação que explora resultados a longo prazo, além da duração sazonal, também não está bem caracterizada por ensaios clínicos extensos de vários anos.

Advertisements

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a H1N1 (FAQ)

P: Tomar a vacina H1N1 impede a propagação da gripe a outras pessoas?

R: O objetivo principal da componente da vacina H1N1 é prevenir a infeção e diminuir a gravidade da doença na pessoa que a recebe. Ao reduzir o número total de infeções, a vacinação contribui para a saúde da comunidade. As orientações oficiais de saúde também enfatizam outros passos, como a lavagem frequente das mãos e o ato de cobrir a tosse, para ajudar a travar a propagação da gripe.

P: Qual é a diferença entre a H1N1 e tomar a vacina da gripe comum?

R: A componente H1N1 geralmente já não é administrada como um produto isolado. Está incluída como uma das partes fundamentais da vacina sazonal normal contra a gripe, que protege contra várias estirpes diferentes de gripe todos os anos. Historicamente, a H1N1 foi administrada como uma vacina monovalente autónoma durante a pandemia de 2009.

P: A H1N1 causa problemas de estômago ou náuseas?

R: Embora tenham sido reportadas náuseas, vómitos e diarreia durante a monitorização clínica, estes são geralmente classificados como efeitos secundários menos comuns. A maioria das pessoas apresenta apenas reações localizadas ou reações sistémicas comuns, como dores de cabeça ou dores musculares.

P: Sentir tonturas ou cansaço é um efeito secundário reportado da H1N1?

R: Sim, a fadiga e o desconforto geral (mal-estar) estão listados na informação oficial do produto como reações muito comuns. Também foram reportadas tonturas e fraqueza invulgar na vigilância de segurança pós-comercialização.

P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose programada da H1N1?

R: Para o esquema de duas doses exigido para certas crianças mais jovens, o atraso na segunda dose não significa que a série precise de ser reiniciada. As orientações oficiais indicam que a segunda dose é tipicamente administrada sem reiniciar a série, e o intervalo de administração deve garantir que mantém a separação mínima de quatro semanas.

P: A H1N1 precisa de ser tomada com alimentos ou pode ser tomada com o estômago vazio?

R: A vacina é administrada por injeção intramuscular ou por spray nasal, e não é tomada por via oral. Portanto, o facto de estar com o estômago vazio ou não não tem qualquer influência na sua administração ou efeito.

P: O que devo fazer se notar uma erupção cutânea após iniciar a H1N1?

R: Urticária, comichão ou erupção cutânea são reações adversas reportadas. Embora possam ocorrer reações cutâneas menores, a informação regulamentar define reações alérgicas raras e graves (anafilaxia) como um evento sério, que pode incluir erupção cutânea generalizada ou inchaço do rosto ou da garganta.

P: As pessoas grávidas ou a amamentar podem tomar a H1N1 com segurança?

R: A vacina inativada injetável é oficialmente recomendada para mulheres grávidas em qualquer trimestre. Além disso, as autoridades de saúde oficiais sugerem que tanto a forma inativada como a viva atenuada da vacina são tipicamente compatíveis com a amamentação e não representam um risco de segurança estabelecido para o bebé.

P: Os idosos (pessoas com mais de 65 anos) precisam de um curso de tratamento diferente para a H1N1?

R: As recomendações oficiais indicam que os indivíduos com 65 anos ou mais são preferencialmente recomendados a receber vacinas contra a gripe específicas de dose elevada ou com adjuvante. Isto deve-se ao facto de os estudos indicarem que a vacina de dose padrão pode produzir uma resposta imunitária mais baixa neste grupo etário.

P: Existem efeitos a longo prazo documentados ao tomar a H1N1?

R: Os documentos regulamentares oficiais observam que a investigação que explora os resultados a longo prazo além da duração sazonal não está bem caracterizada por ensaios clínicos extensos de vários anos. No entanto, a vigilância da segurança de todas as vacinas licenciadas é contínua através dos sistemas de notificação pós-comercialização.

P: A H1N1 foi estudada para utilização em pessoas com sistemas imunitários comprometidos?

R: Sim, a população de pessoas com sistemas imunitários comprometidos foi estudada e existem orientações oficiais específicas para a sua vacinação. Os dados regulamentares observam, no entanto, que a evidência disponível para indivíduos gravemente comprometidos pode ser insuficiente para tirar conclusões amplas sobre os resultados clínicos.

P: A H1N1 interage com analgésicos comuns como o paracetamol ou o ibuprofeno?

R: A rotulagem do produto para a vacina inativada injetável não lista uma interação específica com analgésicos comuns de venda livre como o paracetamol ou o ibuprofeno. Estes medicamentos são frequentemente utilizados para gerir efeitos secundários comuns pós-vacinação, como dores de cabeça ou febre.

P: A H1N1 pode interagir com medicamentos comuns para a constipação ou alergias?

R: A informação oficial do produto foca-se em interações farmacodinâmicas com medicamentos imunossupressores e outras vacinas vivas. A rotulagem para a vacina inativada injetável não lista interações específicas com medicamentos comuns para a constipação ou alergias.

P: Que tipo de interações alimentares estão listadas para a H1N1?

R: Uma vez que a componente da vacina H1N1 é administrada por injeção ou spray nasal, e não é tomada por via oral como um comprimido ou cápsula, a rotulagem regulamentar não lista quaisquer interações alimentares específicas.

P: Existe uma certa hora do dia em que a H1N1 funciona melhor?

R: Alguns estudos científicos investigaram o potencial de a hora do dia afetar a resposta imunitária, sugerindo que a vacinação matinal pode estar associada a uma resposta mais forte em algumas populações, como os idosos. Esta descoberta não altera as regras oficiais obrigatórias de dosagem ou administração.

P: Porque é que a H1N1 é por vezes difícil de encontrar ou ocorrem ruturas de stock?

R: A disponibilidade da vacina sazonal contra a gripe, que contém a componente H1N1, é monitorizada pelas agências oficiais de saúde. O fornecimento pode ser afetado por fatores como o calendário da seleção anual das estirpes, a capacidade de produção do fabricante e o papel do setor privado na distribuição.

P: Qual é o processo para obter a vacina H1N1?

R: Em muitas áreas, não é necessária receita médica para a componente da vacina contra a gripe, uma vez que se trata de uma medida preventiva rotineiramente recomendada para a maioria das pessoas com 6 meses de idade ou mais. É comummente administrada por prestadores de cuidados de saúde ou farmacêuticos licenciados.

Advertisements

Como H1N1 deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar a vacina H1N1

A vacina H1N1, enquanto produto biológico, deve ser conservada sob condições rigorosas para manter a sua integridade.

Requisitos de Armazenamento

A vacina deve ser conservada no frigorífico, entre 2°C e 8°C, e não deve ser congelada; qualquer produto que tenha sido congelado deve ser descartado. Deve ser mantida na embalagem de origem para que fique protegida da luz. O rótulo exige que a vacina seja mantida fora da vista e do alcance das crianças.

Manuseamento e Eliminação

A suspensão injetável deve ser bem agitada antes da utilização. Qualquer conteúdo que permaneça num frasco ou seringa de dose única deve ser eliminado imediatamente. A eliminação de vacinas não utilizadas ou fora do prazo de validade deve ser efetuada de acordo com os requisitos locais para resíduos farmacêuticos e não deve ser eliminada através de águas residuais ou do lixo doméstico.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a H1N1 encontrado em:

ÍNDICE A-Z: