Gynox

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Gynox

Gynox: Definição da Classe dos Antifúngicos Azóis

O Gynox é um medicamento antifúngico sintético de amplo espectro que contém uma única substância ativa: o Clotrimazol. Este composto é quimicamente definido como um derivado do imidazole e pertence à classe mais vasta dos antifúngicos azóis, amplamente reconhecidos pela sua eficácia clínica contra agentes patogénicos fúngicos. Esta designação sublinha que o Clotrimazol é um produto fundamental utilizado para abordar manifestações micóticas. O Gynox funciona como uma solução fiável e direcionada para neutralizar e eliminar os fungos responsáveis por infeções comuns.

Composição e Formas das Preparações de Clotrimazol

O componente ativo, Clotrimazol (C22H17ClN2), é formulado especificamente para as vias de administração tópica e vaginal, garantindo uma aplicação altamente localizada no local da infeção. O Gynox está disponível em preparações tópicas especializadas, tais como creme ou solução, e em preparações vaginais, incluindo pessários (comprimidos vaginais). As diferentes formas farmacêuticas utilizam bases ou veículos distintos para transportar eficazmente o Clotrimazol e manter concentrações sustentadas e eficazes diretamente na pele ou nas superfícies mucosas afetadas.

Mecanismo de Ação: Interrupção da Integridade Fúngica

O Clotrimazol exerce o seu efeito ao visar uma via única no organismo fúngico: a inibição da síntese do ergosterol. O ergosterol é uma molécula estrutural vital, necessária para manter a integridade e a função da membrana celular fúngica. Ao bloquear a sua síntese, o fármaco compromete a membrana, levando a defeitos estruturais que, em última análise, resultam na morte do organismo fúngico. Esta ação direta constitui a base da sua potente atividade fungicida contra o agente patogénico causador.

Quais efeitos secundários são possíveis com Gynox?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do Gynox (Clotrimazol) é definido fundamentalmente por reações localizadas no local de administração, o que é consistente com a sua utilização tópica e vaginal, conforme documentado em fontes regulamentares oficiais. Os efeitos observados com maior frequência são agrupados como Perturbações no Local de Administração.

Classificação Oficial de Reações Adversas

As reações adversas são classificadas por frequência de acordo com as normas regulamentares estabelecidas:

  • Frequentes: Sensações de ardor, picadas e prurido (comichão). Estes efeitos locais podem ser mais evidentes no início do tratamento.
  • Pouco Comuns: Dor no local de aplicação e edema (inchaço) local.
  • Raros: Estão documentadas situações de hipersensibilidade sistémica e reações alérgicas. As manifestações podem incluir síncope (desmaio), hipotensão (tensão arterial baixa) e dispneia (falta de ar).

Agrupamentos por Sistema de Órgãos

Os efeitos são categorizados em grupos tais como Perturbações Gerais e Alterações no Local de Administração (para irritação local), Afeções dos Tecidos Cutâneos e Subcutâneos (para erupção cutânea ou urticária) e Doenças do Sistema Imunitário (para reações alérgicas). Reações adversas graves estão associadas à resposta alérgica sistémica rara.

Restrições de Segurança e Considerações

Uma restrição primária é a hipersensibilidade conhecida ao clotrimazol ou a qualquer componente da formulação. No caso das preparações vaginais, os ingredientes da base podem reduzir a eficácia de contracetivos à base de látex, tais como preservativos e diafragmas. A utilização durante a gravidez requer um critério profissional específico, conforme indicado nas informações de prescrição.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

Esta secção descreve as manifestações de sobredosagem oficialmente documentadas para o Clotrimazol (Gynox) e as ações de emergência determinadas pelas autoridades reguladoras.

O perfil regulamentar indica consistentemente que não é esperada uma intoxicação sistémica aguda após a utilização tópica ou vaginal prevista do Gynox. Isto deve-se ao facto de a substância ativa ser minimamente absorvida pela corrente sanguínea através destas vias de administração. O principal risco de sobredosagem define-se pela ingestão oral acidental da preparação, o que constitui o motivo para procurar cuidados médicos urgentes.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Cenário Manifestações Comuns (Se Sistémicas)
Ingestão Oral Acidental Náuseas, Vómitos, Tonturas
Utilização Excessiva Tópica/Vaginal Não se espera intoxicação sistémica aguda

Ações de Emergência Necessárias

Se o medicamento for engolido acidentalmente, as diretrizes regulamentares determinam que se deve procurar assistência médica imediata ou contactar prontamente um Centro de Informação Antivenenos (CIAV). O tratamento é sintomático e de suporte, visando tratar as manifestações resultantes.

Antídoto e Gestão Clínica

A documentação regulamentar estabelece que não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem por Clotrimazol. Procedimentos como a lavagem gástrica apenas são sugeridos se existirem sintomas clínicos aparentes e se puderem ser realizados garantindo a proteção das vias respiratórias do paciente.

Usos terapêuticos de Gynox

O que o Gynox Trata: Principais Utilizações e Benefícios

O papel terapêutico do Gynox (Clotrimazol) é aplicado em áreas onde é necessário um apoio sintomático adicional para infeções fúngicas localizadas. O medicamento é considerado relevante para condições marcadas por irritação local pronunciada e desconforto, sendo pertinente para a gestão de apresentações fúngicas sintomáticas.

O Gynox é comummente utilizado para auxiliar na Candidíase Vulvovaginal (CVV) e em Micoses Cutâneas, visando infeções como o Pé de Atleta (Tinea Pedis), a Tinea Cruris e a Tinea Corporis. O medicamento ajuda a abordar conjuntos de sintomas que incluem prurido local intenso (comichão), sensações de ardor persistentes e vermelhidão ou descamação cutânea associada. O benefício reside na assistência sintomática durante episódios disruptivos, o que ajuda os pacientes a lidar de forma mais estável com manifestações desafiantes.

Este medicamento é frequentemente utilizado quando os sintomas se intensificam e é necessário um alívio de suporte, um cenário que inclui muitas vezes a gestão de infeções em pregas cutâneas ou aquelas que ocorrem após um ciclo de antibióticos. Esta abordagem direcionada auxilia na manutenção de uma sensação de estabilidade ao contribuir para atenuar a carga sintomática global.


Facto Rápido: Abordagem da Irritação Localizada Intensa

O Gynox é aplicado quando os sintomas criam uma tensão fisiológica percetível, devido principalmente à inflamação localizada e ao desconforto decorrentes de infeções por leveduras ou dermatófitos.

Critérios de utilização e restrições

Esta secção descreve as regras oficiais de elegibilidade populacional para o Gynox (Clotrimazol), baseando-se estritamente em documentos regulamentares.

Âmbito da Elegibilidade

Categoria Declaração Regulamentar Oficial
Populações autorizadas Adultos e crianças (creme/solução tópica). Grávidas no segundo e terceiro trimestres. Adultos entre os 16 e os 60 anos (produtos vaginais).
Populações contraindicadas Indivíduos com hipersensibilidade ou alergia conhecida ao clotrimazol ou a qualquer componente da formulação. Não se destina a uso oftálmico.
Regras etárias Tópico: A segurança está estabelecida para o uso em crianças. Vaginal: O uso não é recomendado, por norma, para menores de 16 ou maiores de 60 anos, exceto após consulta médica prévia.
Gravidez e amamentação Gravidez: Pode ser utilizado durante o segundo e terceiro trimestres. Recomenda-se precaução no primeiro trimestre. Amamentação: Pode ser utilizado; aconselha-se prudência em mulheres a amamentar.
Restrições de elegibilidade Não deve ser utilizado para tratar micoses nas unhas (onicomicoses), uma vez que os produtos tópicos são ineficazes. As preparações vaginais não devem ser utilizadas com contracetivos de barreira em látex (preservativos/diafragmas), pois a formulação pode comprometer a sua integridade.

Classificações de Elegibilidade (Nível Geral)

Categoria Detalhes da Classificação
Gravidade da elegibilidade Contraindicação Absoluta (Hipersensibilidade); Utilização Condicional (Primeiro Trimestre de Gravidez, idade superior a 60 anos); Autorizado (Uso tópico em crianças, segundo/terceiro trimestres de gravidez).
Contexto e restrições Exclusão de situações específicas simultâneas (Menstruação, uso de métodos de barreira em látex, aplicação ocular).

Estrutura de Elegibilidade Resultante

O perfil regulamentar define a elegibilidade principalmente pela existência de uma hipersensibilidade conhecida, que constitui uma contraindicação absoluta. Existem também restrições relativas à idade e ao estado reprodutivo do paciente, o que limita ou condiciona o uso das formas vaginais em crianças e indivíduos com idade superior a 60 anos, além de recomendar precaução no início da gravidez. Adicionalmente, a utilização é limitada por locais de aplicação específicos, excluindo explicitamente o uso conjunto com contracetivos de látex ou em infeções profundas, como as micoses das unhas.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com Outros Medicamentos e Produtos

O perfil oficial de interações do Gynox (Clotrimazol), quando utilizado como tratamento tópico ou vaginal, está estruturado em duas categorias: a interferência física local e o risco farmacocinético sistémico.

Interações Farmacocinéticas Documentadas

A co-administração de preparações vaginais de Clotrimazol com agentes imunossupressores específicos pode levar a aumentos documentados na sua concentração plasmática. Esta interação é oficialmente classificada como um risco que exige precaução na utilização. Os medicamentos explicitamente listados na documentação regulamentar incluem o Tacrolimus, o Sirolimus e a Ciclosporina.

Classificação Declaração Regulamentar Oficial
Agentes de Interação Tacrolimus, Sirolimus, Ciclosporina
Efeito Farmacocinético Aumento dos níveis plasmáticos sistémicos do fármaco co-administrado

Interações Físico-Químicas e Restrições

A interação mais significativa documentada para as preparações vaginais é a interferência físico-química com dispositivos médicos. O Clotrimazol pode causar danos em contracetivos de látex, incluindo preservativos e diafragmas, reduzindo oficialmente a sua eficácia. Por este motivo, a utilização de tampões, duches vaginais, espermicidas ou outros produtos intravaginais está restringida durante o tratamento. Um intervalo de segurança oficial estabelece que devem ser utilizados métodos de proteção alternativos durante, pelo menos, cinco dias após o término do ciclo de tratamento.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Gynox

O Gynox (Clotrimazol) exerce o seu efeito fisiológico através de um mecanismo composto por várias etapas que envolvem a desarticulação da arquitetura interna do organismo fúngico.


Bloqueio Molecular da Biosíntese do Ergosterol

Este domínio descreve a ação bioquímica central, especificamente a inibição da enzima fúngica lanosterol 14-alfa-desmetilase (CYP51). Ao ligar-se ao grupo heme da enzima, o Clotrimazol interrompe um passo crítico na via de biosíntese do ergosterol. Este bloqueio inicia diretamente a cascata celular subsequente que define o perfil de atividade do fármaco.


Disrupção da Membrana Fúngica por Desequilíbrio de Esteróis

A inibição direcionada da enzima conduz a uma consequência fisiológica dupla e rápida: a depleção do ergosterol essencial e a simultânea acumulação de intermediários tóxicos de 14-alfa-metil esteróis. A incorporação destes esteróis anormais na membrana citoplasmática do fungo compromete gravemente a sua integridade estrutural, resultando num aumento da permeabilidade da membrana e na fuga descontrolada de componentes intracelulares vitais.


Eliminação Celular Dependente da Concentração

Esta etapa final do mecanismo descreve a intensidade da consequência fisiológica, que está diretamente ligada à concentração do fármaco. Quando são alcançadas concentrações locais elevadas, os danos graves na membrana resultam em atividade fungicida (morte celular), levando à lise e morte da célula fúngica. Em concentrações mais baixas, o mecanismo restringe o crescimento do fungo (efeito fungistático), contribuindo para o efeito mecanístico global.

Informações sobre dosagem e administração

Como o Gynox é Utilizado: Diretrizes Oficiais de Administração

As preparações de Clotrimazol (Gynox) são administradas através de duas vias principais, conforme estabelecido na documentação regulamentar oficial: a via Tópica, para o tratamento de infeções dermatológicas, e a via Intravaginal, para a candidíase vulvovaginal. O protocolo de utilização é definido pela forma farmacêutica, frequência e duração do tratamento, assegurando a entrega localizada do fármaco no local da infeção.


Âmbito da Administração e Regimes

Entidade Diretrizes Oficiais de Administração
Via de Administração Tópica ou Intravaginal.
Esquema Posológico Tópico: Aplicar uma camada fina de creme ou solução a 1%. Intravaginal: As doses variam entre um pessário único de 500 mg até um ciclo de 7 dias com pessários de 100 mg ou creme a 1%.
Frequência Tópico: Aplicado duas vezes ao dia (manhã e noite). Intravaginal: Administrado uma vez ao dia.
Duração do Ciclo Tópico: Varia entre 1 a 4 semanas (ex.: 4 semanas para Tinea pedis). Vaginal: Varia entre um único dia e 7 dias consecutivos.

Regras de Procedimento e Grupos Etários

As instruções de utilização estabelecem passos procedimentais e restrições específicas. Na aplicação tópica, a preparação deve ser espalhada suavemente na pele afetada até ser absorvida. As preparações intravaginais são geralmente inseridas o mais profundamente possível, sendo a administração recomendada ao deitar para maximizar o tempo de contacto. É habitualmente aconselhado que o tratamento com formas vaginais não seja realizado durante o período menstrual.

Os documentos oficiais definem a utilização por faixas etárias, permitindo a aplicação tópica em crianças com idade igual ou superior a 3 anos, utilizando a dose e frequência padrão do adulto. No entanto, o uso intravaginal está geralmente restrito a pacientes com idade igual ou superior a 12 anos ou 16 anos, dependendo da rotulagem específica do produto. O medicamento não se destina a uso oftálmico ou oral.

O protocolo de administração estabelece domínios especializados de utilização: aplicação tópica bidiária durante várias semanas, ou ciclos intravaginais de um a sete dias administrados uma vez por dia, respeitando estritamente a dose, frequência e duração especificadas para conformidade com as indicações aprovadas.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral de Estudos sobre o Gynox

Evidência para o Uso na Gestão da Dor Aguda Pós-Cirúrgica

A investigação sobre o Gynox foi avaliada no contexto de condições que envolvem períodos de agravamento de sintomas, através de estudos aplicados que analisaram as experiências relatadas pelos pacientes. Estes estudos foram realizados em populações adultas submetidas a tipos específicos de cirurgia, tais como certos procedimentos programados, e focaram-se em pacientes que apresentavam dor moderada a grave imediatamente após a operação. Os investigadores analisaram resultados relacionados com o desconforto físico utilizando escalas de dor preenchidas pelos pacientes, tendo também monitorizado a necessidade de utilização de medicação suplementar ou de recurso para a dor durante um curto intervalo de tempo.

Os dados descrevem padrões observados nos estudos durante as primeiras 48 horas até uma semana, período no qual a investigação explorou alterações de sintomas a curto prazo. Os estudos relatam como os sintomas evoluíram nas populações observadas quando o Gynox foi fornecido aos participantes, em comparação com aqueles que receberam um placebo (uma substância inativa). Estes dados mostram padrões relacionados com as pontuações de intensidade da dor e a proporção de participantes que necessitaram de alívio adicional da dor.

Evidência Comparativa: Gynox vs. Placebo ou Outros Tratamentos

A base de evidência inclui ensaios que compararam o Gynox tanto com um placebo como com um tratamento padrão para a dor. Esta investigação estudou a forma como os resultados observados, tais como alterações nos níveis de desconforto dos pacientes, diferiam entre os vários grupos de estudo. Quando o Gynox foi avaliado face a um tratamento de dor estabelecido, os estudos exploraram diferenças nos resultados medidos que refletiam o funcionamento diário ou o nível de atividade durante o período de recuperação imediata. Os resultados foram mistos ao comparar o Gynox com outros tratamentos, e as conclusões aplicam-se apenas às populações estudadas e às condições específicas dos ensaios clínicos.

Evidência para o Uso na Gestão de Sintomas Hormonais/Menopausa

A evidência relativa ao Gynox foi avaliada no contexto de certos sintomas associados à menopausa em mulheres geralmente consideradas saudáveis e que entraram recentemente na pós-menopausa, no âmbito de condições caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Gynox (FAQ)

P: Para que é receitado o Gynox?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, as preparações tópicas de Gynox (Clotrimazol) são indicadas para o tratamento de infeções fúngicas da pele, como a tinha (do corpo), a tinha da virilha e o pé de atleta. As formas intravaginais são indicadas para o tratamento da candidíase vulvovaginal.

P: Quanto tempo demora o Gynox a fazer efeito?

R: As orientações regulamentares oficiais aconselham os pacientes a manter a utilização do medicamento durante todo o período de tratamento prescrito. Os sintomas podem começar a melhorar rapidamente, mas a ausência de melhoria após a conclusão do ciclo prescrito é citada na documentação como um motivo para consultar um profissional de saúde.

P: Existem alimentos ou bebidas que devam ser evitados durante o uso de Gynox?

R: Os documentos regulamentares indicam que, de uma forma geral, não se conhecem interações entre o Gynox tópico ou vaginal e alimentos comuns ou bebidas não alcoólicas.

P: O Gynox interage com medicamentos comuns para a dor de venda livre?

R: Não foram reportadas interações conhecidas entre o Gynox (Clotrimazol) tópico ou vaginal e os medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) comuns para o alívio da dor.

P: Com que rapidez é que o Gynox sai do organismo?

R: A informação oficial do produto indica que o Clotrimazol é pouco absorvido pela corrente sanguínea. Isto significa que apenas quantidades mínimas da substância ativa entram no organismo após a aplicação na pele ou na vagina.

P: O que acontece se eu me esquecer de uma aplicação de Gynox?

R: As instruções regulamentares descrevem o procedimento para uma aplicação omitida, aconselhando a que a aplicação seja feita assim que o paciente se recordar. Se estiver quase na hora da aplicação seguinte, a dose esquecida deve ser ignorada, continuando-se o esquema regular.

P: O Gynox tem algum aviso de segurança grave ("Black Box Warning") da FDA?

R: Segundo a documentação regulamentar, o Gynox (Clotrimazol), como produto de substância única para uso tópico ou vaginal, não possui um "Black Box Warning" da FDA dos EUA.

P: Existem interações conhecidas entre o Gynox e suplementos à base de plantas?

R: As orientações regulamentares indicam que, de um modo geral, não foram reportadas interações entre o Gynox tópico ou vaginal e suplementos à base de plantas.

P: O Gynox pode afetar a minha capacidade de conduzir ou utilizar máquinas?

R: A informação oficial do produto refere que não se espera que o uso de Gynox tópico ou vaginal afete a capacidade do paciente para conduzir ou utilizar máquinas.

P: O Gynox apresenta risco de habituação ou dependência?

R: O Clotrimazol não é classificado como uma substância controlada pelas autoridades reguladoras. Não é conhecido qualquer risco de habituação ou dependência física.

P: Existem restrições à atividade durante o uso de Gynox?

R: A documentação regulamentar especifica restrições relativas à atividade sexual e ao uso de produtos como tampões ou duches vaginais durante o tratamento intravaginal. Tipicamente, não existem restrições à atividade física geral ou ao exercício.

P: Pessoas com problemas renais podem utilizar Gynox?

R: Uma vez que o Gynox tem uma absorção sistémica reduzida, a informação regulamentar indica que, geralmente, não são necessários ajustes na dosagem para as formas tópica ou vaginal em pacientes com problemas renais isolados.

P: É necessária a realização de exames de rotina antes ou durante o uso de Gynox?

R: Os documentos regulamentares oficiais indicam, de um modo geral, que não são necessários exames laboratoriais de rotina antes ou durante a utilização de Gynox tópico ou vaginal.

P: O Gynox pode causar alterações no humor ou no comportamento?

R: Alterações de humor ou comportamento não estão listadas, de forma comum ou rara, entre os efeitos secundários oficialmente documentados para o Gynox tópico ou vaginal.

P: O Gynox afeta a fertilidade?

R: Estudos incluídos em secções de toxicologia não clínica indicam que o Gynox não revelou evidências de compromisso da fertilidade em doses relevantes para o uso humano tópico ou vaginal.

P: Quais são os sinais de que o Gynox está a funcionar?

R: De acordo com as informações de aconselhamento ao paciente, os sinais de que o Gynox está a ser eficaz são a melhoria ou o desaparecimento dos sintomas relacionados com a infeção fúngica. Isto inclui a redução de sintomas como comichão (prurido), ardor ou vermelhidão.

P: O Gynox é acompanhado por um folheto informativo?

R: Sim, o Gynox (Clotrimazol) é fornecido com um Folheto Informativo (FI). As normas regulamentares exigem este documento para fornecer instruções completas e informações de segurança para a utilização.

P: Pessoas com problemas no fígado podem utilizar Gynox?

R: As formas tópica e vaginal de Gynox não estão habitualmente associadas a problemas hepáticos porque a absorção sistémica é baixa. Contudo, as orientações oficiais sugerem que a avaliação da função hepática pode ser apropriada para pacientes com compromisso hepático pré-existente quando se utiliza a forma farmacêutica oral.

P: O Gynox causa fadiga ou tonturas?

R: A fadiga e as tonturas não estão listadas como efeitos secundários comuns na informação oficial do produto. Os documentos regulamentares aconselham que reações alérgicas sistémicas raras, que podem incluir sintomas como tonturas ou desmaio, devem ser comunicadas a um profissional de saúde.

P: O Gynox pode ser utilizado se eu estiver a tomar pílulas contracetivas?

R: Os documentos regulamentares confirmam que o Gynox vaginal pode danificar o material de contracetivos de barreira em látex, como preservativos e diafragmas. No entanto, não existe informação oficial que indique que o Gynox tópico ou vaginal interaja com a eficácia de pílulas contracetivas hormonais orais ou que a reduza.

P: O Gynox pode ser utilizado por homens?

R: Sim, as indicações regulamentares mostram que as formas em creme e solução tópica de Gynox estão aprovadas para utilização tanto por homens como por mulheres no tratamento de infeções fúngicas da pele.

P: Quais são os ingredientes do Gynox além da substância ativa?

R: A lista completa de componentes, incluindo os ingredientes inativos (excipientes), está incluída no Folheto Informativo oficial. Estas substâncias são necessárias para constituir a base do creme, solução ou óvulo vaginal.

P: O Gynox causa reações na pele ou erupções cutâneas?

R: Os relatórios oficiais de reações adversas confirmam que os efeitos secundários locais comuns incluem vermelhidão, irritação ou erupção cutânea no local de aplicação. As orientações regulamentares especificam que, se se desenvolver irritação grave, bolhas ou sinais de hipersensibilidade, deve-se interromper a utilização e consultar um médico.

P: O tratamento com Gynox é curativo ou serve apenas para gerir os sintomas?

R: A documentação oficial classifica o Gynox (Clotrimazol) como um agente antifúngico com atividade fungicida (elimina as células do fungo) e fungistática (trava o crescimento do fungo). Este mecanismo farmacológico foi concebido para impedir o crescimento e causar a morte do fungo, tratando a infeção subjacente.

Como Gynox deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar o Gynox

A conservação e a eliminação do Gynox (Clotrimazol) devem cumprir rigorosamente os requisitos regulamentares oficiais para manter a estabilidade e a segurança do produto.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, geralmente entre 20°C e 25°C.
Proibições Não congelar o produto e mantê-lo afastado do calor e da humidade excessiva.
Integridade do Recipiente Conservar na embalagem original, bem fechada, e fora da vista e do alcance das crianças.

Instruções de Eliminação

A rotulagem oficial determina que o Gynox não utilizado ou com o prazo de validade expirado não deve ser eliminado através da canalização (sanita) nem colocado no lixo doméstico, uma vez que a substância não deve entrar nas águas residuais. O produto deve ser eliminado de acordo com os requisitos regulamentares locais para medicamentos, frequentemente através da devolução numa farmácia ou num ponto de recolha designado para o efeito.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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