Advertisements

Guaifenesin

Links rápidos para seções importantes

Guaifenesin

Forma selecionada

Advertisements
Advertisements

Opção de tratamento: Cough

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Advertisements

Visão geral de Guaifenesin

Propriedade Descrição
Ingrediente Ativo Guaifenesina (Guaiacolato de glicerilo)
Forma Comprimido oral (libertação imediata e prolongada), cápsula, xarope, grânulos
Classe Farmacológica Expetorante (um tipo de agente mucoativo)
Objetivo Geral Fluidez e redução da espessura das secreções do trato respiratório
Origem Composto orgânico sintético

Guaifenesina: Definição, Classe e Composição

A guaifenesina, formalmente identificada como guaiacolato de glicerilo, é um composto orgânico sintético derivado do guaiacol que serve como o ingrediente farmacêutico ativo em inúmeros produtos respiratórios. É classificada essencialmente como um expetorante, uma designação fundamentada por estudos farmacológicos que demonstram a sua ação nas propriedades do muco. Embora esteja disponível como um medicamento de ingrediente único, a guaifenesina é frequentemente incluída em formulações combinadas juntamente com outros agentes, como antitússicos ou descongestionantes, sendo o produto final constituído pelo composto ativo e por excipientes farmacêuticos padrão ou um veículo líquido.

Formas Disponíveis e Administração Oral

A guaifenesina é um medicamento oral disponível numa variedade de formas farmacêuticas destinadas à ingestão. Os doentes encontram habitualmente este ingrediente sob a forma de xarope (solução líquida), cápsulas, grânulos ou diversos tipos de comprimidos. Uma distinção fundamental é a presença de variantes especializadas de libertação prolongada, que são formuladas para sustentar o efeito expetorante do medicamento durante um período significativamente mais longo em comparação com as versões de libertação imediata padrão. Este perfil de libertação controlada permite tomas menos frequentes ao longo do dia.

Objetivo Geral deste Expetorante

Enquanto expetorante, o objetivo terapêutico geral da guaifenesina é apoiar o organismo na obtenção de uma tosse mais produtiva, modificando as secreções das vias respiratórias. A sua ação principal consiste em aumentar o volume e reduzir significativamente a viscosidade (espessura) do muco e da fleuma no trato respiratório. Esta modulação das secreções das vias respiratórias melhora a sua depuração ao promover uma expetoração mais eficaz. Este mecanismo facilita a expulsão natural do muco, proporcionando assim um alívio temporário da sensação subjetiva de congestão no peito associada a uma tosse húmida ou com expetoração.

Advertisements

Quais efeitos secundários são possíveis com Guaifenesin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial da Guaifenesina descreve reações adversas que afetam principalmente os sistemas gastrointestinal e nervoso, classificadas de acordo com as categorias de frequência regulamentares padrão. A informação abaixo reflete os efeitos adversos e as restrições de segurança de alto nível, conforme listado nas informações oficiais de prescrição.


Reações Adversas Documentadas

As reações adversas mais Comuns oficialmente documentadas são cefaleias e perturbações do sistema gastrointestinal, incluindo náuseas e vómitos. Outros efeitos, tais como tonturas e algumas reações dermatológicas (erupção cutânea, urticária), também são relatados, mas a sua frequência é frequentemente classificada como Desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).


Preocupações Graves de Segurança e Restrições Específicas

Embora raras, o perfil de segurança regulamentar inclui o potencial para reações de hipersensibilidade graves, tais como angioedema (inchaço da face ou garganta) e reações cutâneas graves, que são preocupações de segurança reconhecidas.

As informações oficiais abordam populações específicas onde pode ser necessária precaução, incluindo a utilização durante a gravidez e lactação e em indivíduos com comprometimento renal grave ou histórico de porfíria aguda. O medicamento é também oficialmente observado por ter o potencial de interferir com certos testes laboratoriais, especificamente aqueles que medem o 5-HIAA e o VMA, o que pode levar a resultados falsamente elevados. Além disso, as diretrizes aconselham que, se a tosse persistir por mais de sete dias, é necessária uma reavaliação médica.

Advertisements

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem de Guaifenesina e quando procurar ajuda

Manifestações e Riscos de Sobredosagem

A sobredosagem aguda de guaifenesina é geralmente classificada como tendo baixa toxicidade, embora os sinais clínicos possam incluir náuseas, vómitos, dor abdominal e sonolência. Um risco de depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) está oficialmente documentado nas informações regulamentares, mas encontra-se associado apenas a doses extremamente elevadas. Além disso, a utilização excessiva e prolongada tem sido associada ao potencial de formação de cálculos renais (litíase renal). Uma nota oficial crítica para a avaliação médica é a interferência dos metabolitos do fármaco, que podem elevar falsamente os níveis de 5-HIAA urinário e causar interferência cromática no teste de VMA.

Ações de Emergência e Cuidados de Suporte

As diretrizes oficiais determinam que a procura imediata de assistência médica é crítica para todos os indivíduos, incluindo crianças, em caso de suspeita de sobredosagem, mesmo que não sejam imediatamente percetíveis quaisquer sinais ou sintomas. Os indivíduos devem procurar ajuda médica ou contactar imediatamente um Centro de Informação Antivenenos. Os serviços de emergência devem ser contactados se a pessoa não responder ou apresentar sintomas graves, tais como dificuldade em respirar ou convulsões. O acompanhamento clínico é oficialmente designado como sintomático e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico. Em casos de sobredosagem massiva, os cuidados de suporte podem incluir o esvaziamento gástrico e a observação contínua.

Advertisements

Usos terapêuticos de Guaifenesin

Este medicamento é geralmente utilizado para ajudar a gerir sintomas respiratórios agudos, abordando os sintomas relacionados com o desconforto físico causado pelas secreções no peito.

Alívio Sintomático e Gestão de Secreções

A Guaifenesina é commumente utilizada para o alívio sintomático da congestão no peito e da tosse produtiva associada que ocorre durante doenças agudas. As indicações incluem a constipação comum, gripe e bronquite aguda. O medicamento é aplicado para tratar conjuntos de sintomas caracterizados por fleuma e muco espessos e persistentes. Ao abordar os sintomas relacionados com a fleuma espessa e persistente, a Guaifenesina pode auxiliar numa expetoração mais fácil, contribuindo para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados.

“Esta abordagem de suporte é relevante em contextos marcados pelo aumento do desconforto ou da tensão.”

Esta abordagem terapêutica é commumente utilizada em diversas infeções agudas do trato respiratório superior onde existe uma acumulação significativa de muco. É aplicada na abordagem de conjuntos de sintomas que criam uma sobrecarga funcional temporária, o que apoia os doentes durante episódios difíceis e auxilia no alívio do desconforto.


Facto Rápido: Alívio para Muco Espesso A Guaifenesina pode auxiliar no alívio da carga sintomática global ao abordar os sintomas relacionados com a dificuldade em expelir a fleuma acumulada, sendo commumente utilizada em contextos que envolvem um aumento do desconforto devido à congestão.

Advertisements

Critérios de utilização e restrições

Elegibilidade para a Guaifenesina: Estatuto Regulamentar Oficial

Os documentos regulamentares oficiais definem quem é elegível para utilizar a guaifenesina, baseando-se principalmente na idade, na hipersensibilidade e em condições de saúde subjacentes específicas.

Contraindicações Absolutas

A guaifenesina está contraindicada em doentes com um historial conhecido de hipersensibilidade ou reações alérgicas à substância ativa ou a qualquer outro componente da formulação do produto.

Elegibilidade e Restrições por Faixa Etária

Grupo Etário Estatuto de Elegibilidade (Rotulagem Regulamentar)
Adultos e Adolescentes (≥ 12 anos) Geralmente permitida a sua utilização.
Crianças dos 6 aos 11 anos Utilização permitida, mas a dosagem é inferior à dose de adulto.
Crianças com menos de 12 anos Proibida a utilização de formulações em comprimidos de libertação prolongada.
Crianças com menos de 4 anos Utilização não recomendada como medicamento não sujeito a receita médica (MNSRM) devido a preocupações de segurança.

Populações de Utilização Condicional

Certas populações são aconselhadas a utilizar a guaifenesina apenas sob orientação profissional, conforme declarado nos avisos regulamentares:

  • Tosse Crónica: Indivíduos com uma tosse persistente (por exemplo, associada ao tabagismo, asma, bronquite crónica) ou uma tosse que produza uma quantidade invulgarmente elevada de expetoração são aconselhados a consultar um profissional de saúde antes da automedicação.
  • Função de Órgãos: Doentes com insuficiência renal grave ou insuficiência hepática grave devem ter cautela, uma vez que estas condições podem afetar a capacidade do organismo em eliminar o medicamento.

Elegibilidade na Gravidez e Lactação

A guaifenesina está classificada na Categoria C de Gravidez da FDA, o que significa que o risco não pode ser excluído. A sua utilização durante a gravidez não é geralmente recomendada, a menos que o benefício potencial justifique o risco potencial para o feto. Para mulheres em período de lactação (amamentação), é desconhecido se a substância é excretada no leite humano, devendo a utilização ser abordada com precaução.

Advertisements

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

A documentação oficial para a Guaifenesina como substância única estabelece um perfil de interação distinto, definido principalmente pelo risco de interferência em testes de diagnóstico específicos, em vez de uma vasta gama de interações entre fármacos.


Interferência em Testes Laboratoriais

Esta é a interação mais formalmente documentada nas informações oficiais. A guaifenesina ou os seus metabolitos podem causar interferência cromática com certos reagentes químicos utilizados em ensaios de diagnóstico. Este efeito pode levar a uma falsa elevação dos resultados em testes específicos de compostos urinários:

  • Ácido Vanilmandélico (VMA): A guaifenesina pode elevar falsamente os níveis urinários de VMA, que são habitualmente medidos para o diagnóstico de certas condições.
  • Ácido 5-Hidroxiindoleacético (5-HIAA): O medicamento pode também causar uma falsa elevação dos níveis urinários de 5-HIAA em alguns testes químicos de metabolitos da serotonina.

Como condicionante, a informação oficial indica que a guaifenesina deve ser interrompida antes da colheita de uma amostra de urina para estes testes de diagnóstico relevantes, de forma a garantir resultados exatos.


Ausência de Interações Medicamentosas Documentadas

O perfil da guaifenesina como substância única caracteriza-se ainda pela ausência de interações clinicamente significativas documentadas com outros produtos medicinais. As informações oficiais de prescrição não listam restrições formais ou regras obrigatórias de cronologia de administração para a co-administração com outros medicamentos, nem especificam interações com alimentos, álcool ou produtos à base de plantas que exijam avisos oficiais ou modificações na rotulagem.

Advertisements

Mecanismo de ação

Modulação através do Reflexo Vagal Gastro-Pulmonar

Este mecanismo envolve a atuação do fármaco como um agente irritante nos recetores aferentes vagais na mucosa gástrica, desencadeando uma resposta central que modula o fluxo autonómico para as glândulas respiratórias. O sinal eferente parassimpático resultante provoca um aumento imediato no volume e na hidratação das secreções brônquicas.

Alteração da Viscoelasticidade do Muco e da Secreção das Vias Respiratórias

Para além do reflexo, o fármaco em circulação ou os seus componentes ativos influenciam, direta ou indiretamente, as células epiteliais respiratórias, modulando a produção de glicoproteínas de mucina altamente viscosas. Esta ação reduz a aderência e a elasticidade da camada de muco; esta alteração na reologia facilita a fluidificação e a mobilização das secreções através do aumento do volume de fluido.

Modulação Funcional do Transporte Mucociliar

A convergência entre o aumento da hidratação das secreções e a redução da viscosidade do muco promove a interação (acoplamento) entre os cílios e a camada de muco. Este desfecho mecânico conduz a um transporte mucociliar mais rápido e eficaz, bem como ao processo fisiológico de expulsão de material das vias respiratórias inferiores.

Advertisements

Informações sobre dosagem e administração

A Guaifenesina é administrada oficialmente de forma exclusiva por via oral, utilizando formas farmacêuticas de libertação imediata (LI) ou de libertação prolongada (LP), tais como comprimidos, cápsulas ou xaropes. O protocolo de administração é rigorosamente definido por documentos regulamentares, focando-se na dose, frequência e manuseamento específico de cada forma.

Dosagem e Frequência

Formulação Dose Padrão (Adultos e ≥ 12 anos) Frequência Dose Diária Máxima
Libertação Imediata (LI) 200 mg a 400 mg A cada 4 horas 2400 mg
Libertação Prolongada (LP) 600 mg ou 1200 mg A cada 12 horas 2400 mg

Condições de Administração

As instruções específicas da rotulagem devem ser cumpridas para uma administração adequada. Cada dose, independentemente da formulação, deve ser tomada com um copo cheio de água. O medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos. No caso dos comprimidos de libertação prolongada, o procedimento oficial exige que o comprimido seja engolido inteiro e não deve ser esmagado, partido ou mastigado; isto é essencial para manter a libertação controlada do fármaco. Além disso, o uso de formulações de libertação prolongada não é explicitamente permitido para crianças com menos de 12 anos de idade.

Advertisements

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre a Guaifenesina


Evidência para o Uso em Tosse Aguda e Congestão Torácica

A guaifenesina foi avaliada em investigações que exploraram padrões temporários e de curto prazo de sintomas de tosse e congestão que ocorrem durante doenças comuns, como a constipação ou a gripe. A investigação nesta área utilizou principalmente ensaios clínicos aleatorizados e controlados de curta duração, onde os participantes receberam guaifenesina ou um placebo inativo. Estes ensaios foram aplicados em estudos que analisaram as experiências relatadas pelos doentes em contextos que envolvem alterações episódicas ou agudas dos sintomas.

Os estudos exploraram resultados reportados pelos doentes descrevendo o desconforto percebido, tais como pontuações diárias para a frequência e intensidade da tosse. Os investigadores também monitorizaram parâmetros fisiológicos, incluindo medições da viscosidade (espessura) e do volume da expetoração. Os resultados foram mistos, com alguns estudos a descreverem alterações nas pontuações de tosse e congestão, enquanto outros não reportaram diferenças claras quando comparados com o placebo. Uma vez que os dados para esta indicação derivam de numerosos estudos de curto prazo independentes, a qualidade da evidência varia entre os estudos, e a investigação oferece uma perspetiva sobre alterações a curto prazo.

Evidência para o Uso em Bronquite Crónica Estável

A investigação também analisou a formulação de libertação prolongada e a sua avaliação em doentes com condições que apresentam ciclos de estabilidade e exacerbações, como a Bronquite Crónica Estável. Esta investigação explora resultados de um período de observação mais longo em comparação com os estudos de tosse aguda. Estes estudos utilizaram principalmente estudos observacionais de longo prazo que analisaram resultados refletores do funcionamento diário ou do nível de atividade, tais como alterações sustentadas na gravidade da tosse e da expetoração ao longo de vários meses.

O que Ainda Permanece Incerto sobre a Guaifenesina

Uma limitação fundamental da investigação é o facto de os resultados terem sido mistos em vários parâmetros medidos na base de evidência global. Além disso, o tamanho das amostras foi modesto nalguns estudos originais, e a investigação baseou-se frequentemente em escalas de sintomas subjetivas em vez de biomarcadores objetivos, o que contribui para uma menor certeza dos resultados nalgumas áreas. Relativamente ao uso a longo prazo, os dados ainda estão a surgir e os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos com a mesma certeza que os dados provenientes de ensaios de curta duração controlados por placebo. Os resultados em subgrupos permanecem incertos, uma vez que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas.

Advertisements

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Guaifenesina (FAQ)


P: Qual é a diferença entre a Guaifenesina e o Dextrometorfano?

R: A guaifenesina e o dextrometorfano possuem ações primárias diferentes descritas nos documentos oficiais. A guaifenesina é classificada como um expectorante, o que significa que o seu propósito é tornar o muco mais fluido e solto, ajudando a que a tosse seja mais produtiva. O dextrometorfano, que é frequentemente incluído em produtos combinados para a constipação, é um antitússico, ou supressor da tosse, que atua na inibição do próprio reflexo da tosse.


P: A guaifenesina ajuda a aliviar o nariz entupido ou a congestão nasal?

R: De acordo com as informações oficiais do produto, a guaifenesina é indicada principalmente para aliviar a congestão torácica, atuando sobre o muco nas vias respiratórias brônquicas. Trabalha especificamente na fluidificação da expetoração nos pulmões, mas não é habitualmente indicada como ingrediente principal para o alívio de um nariz entupido (congestão nasal).


P: Com que rapidez é que a guaifenesina começa geralmente a fazer efeito?

R: As revisões regulamentares do seu perfil farmacocinético indicam que os efeitos expectorantes da guaifenesina são tipicamente observados aproximadamente 30 minutos após a toma da dose oral.


P: A guaifenesina pode ser utilizada por pessoas com hipertensão arterial?

R: Os documentos regulamentares indicam que a guaifenesina como substância única não afeta habitualmente a pressão arterial, ao contrário de certos outros ingredientes para a constipação. No entanto, os produtos combinados que contêm descongestionantes apresentam frequentemente avisos de que a sua utilização pode ser restrita para indivíduos com hipertensão.


P: É seguro tomar guaifenesina se tiver diabetes?

R: A guaifenesina como substância única não possui efeitos adversos conhecidos no controlo dos níveis de glicose no sangue. Contudo, algumas formulações líquidas podem conter açúcar. Para indivíduos com diabetes, é necessária a verificação dos ingredientes inativos ou a seleção de uma opção sem açúcar.


P: A guaifenesina provoca sonolência ou cansaço?

R: Os documentos regulamentares oficiais listam efeitos secundários que podem afetar o estado de alerta, incluindo tonturas e sonolência. Estes efeitos são geralmente considerados comuns durante a utilização de guaifenesina.


P: É possível ficar dependente da guaifenesina se for utilizada com frequência?

R: A informação regulamentar para a guaifenesina como substância única indica um baixo potencial de dependência. O potencial de abuso ou dependência é relatado com maior frequência em associação a certos produtos combinados que contêm outros ingredientes ativos.


P: O que acontece se eu me esquecer de tomar uma dose de guaifenesina?

R: A informação regulamentar constante nos folhetos informativos descreve habitualmente o procedimento se uma dose for esquecida: a dose esquecida deve ser geralmente omitida, retomando-se o esquema posológico regular. É especificado que não se deve tomar uma dose dupla para compensar uma dose esquecida.


P: Porque é que a guaifenesina me faz sentir, por vezes, desidratado?

R: O mecanismo de ação da guaifenesina envolve a atração de água para as secreções respiratórias para fluidificar o muco. Uma vez que o fármaco retira água para o muco, as diretrizes regulamentares enfatizam que cada dose deve ser acompanhada de um copo cheio de água, e a ingestão insuficiente de líquidos pode contribuir para a sensação de desidratação.


P: Qual é a ligação entre a guaifenesina e os cálculos renais?

R: A formação de cálculos renais (nefrolitíase) tem sido relatada em vigilância pós-comercialização e em relatos de casos. Esta associação é frequentemente notada, particularmente, na ingestão de grandes quantidades ou no uso indevido de produtos que contêm guaifenesina.


P: Existe investigação sobre a guaifenesina para a fibromialgia?

R: A guaifenesina não está aprovada pela FDA ou por outros organismos reguladores importantes para o tratamento da fibromialgia. As indicações oficiais para este fármaco limitam-se ao alívio da tosse aguda e da congestão torácica. A investigação sobre o seu uso "off-label" para a fibromialgia tem sido limitada e apresentou resultados mistos.


P: A guaifenesina contém álcool ou açúcar?

R: A presença de álcool ou açúcar depende inteiramente da formulação específica do produto. Embora muitos produtos líquidos de guaifenesina sejam explicitamente rotulados como sem açúcar ou sem álcool, a presença destas substâncias é específica de cada produto. É necessária a verificação dos ingredientes inativos no rótulo do produto.


P: Como posso saber se a guaifenesina está realmente a fazer efeito na minha tosse?

R: De acordo com o objetivo terapêutico oficial, a guaifenesina está a atuar quando a sua tosse se torna mais produtiva. Isto significa que o doente poderá conseguir expelir a expetoração ou o muco espesso do peito mais facilmente, e a expetoração poderá parecer menos espessa ou viscosa.


P: A guaifenesina trata a causa da tosse ou apenas o sintoma?

R: A guaifenesina é classificada oficialmente como um tratamento sintomático. A sua indicação é para o alívio temporário de sintomas como a tosse e a congestão torácica associados à constipação comum ou a outras irritações respiratórias menores. Não trata a causa subjacente da doença.


P: Os idosos podem utilizar a guaifenesina com segurança?

R: A guaifenesina como substância única é geralmente considerada bem tolerada para uso a curto prazo em idosos. No entanto, a rotulagem oficial observa que os produtos combinados para a constipação contêm avisos específicos, uma vez que os ingredientes nessas formulações podem aumentar riscos como confusão ou efeitos cardiovasculares em adultos mais velhos.


P: Qual é o período máximo de tempo que a guaifenesina deve ser utilizada?

R: Os documentos regulamentares especificam que, para o autotratamento de uma tosse aguda, o uso deve ser interrompido e é necessária uma reavaliação médica se a tosse durar mais de 7 dias, se retornar ou se for acompanhada por outros sintomas graves.


P: A guaifenesina é utilizada para sintomas de asma ou bronquite?

R: Os rótulos oficiais incluem um aviso de que indivíduos que tenham uma tosse persistente (como a que ocorre na asma ou na bronquite crónica) devem procurar orientação profissional antes de utilizarem este medicamento. Não está aprovado para o autotratamento destas doenças crónicas específicas.


P: Quais são as restrições à condução ou utilização de máquinas durante o uso de guaifenesina?

R: Dado que são relatados efeitos secundários como tonturas e sonolência, os documentos regulamentares advertem que tarefas que exijam alerta mental total, como conduzir ou operar máquinas pesadas, podem ser afetadas.


P: Porque é que a guaifenesina é frequentemente combinada com outros medicamentos em fórmulas para a constipação?

R: A guaifenesina é frequentemente combinada com outros ingredientes ativos, como descongestionantes ou supressores da tosse, para permitir que um único produto aborde múltiplos sintomas de uma constipação ou gripe em simultâneo. Isto proporciona uma gama mais ampla de alívio temporário dos sintomas.


P: A guaifenesina é o mesmo que o medicamento conhecido pelo nome comercial Robitussin?

R: A guaifenesina é o ingrediente ativo encontrado numa variedade de preparações para a tosse e constipação. Está presente em certas formulações vendidas sob o nome comercial Robitussin, muitas vezes em combinação com outros ingredientes como o dextrometorfano ou um descongestionante.

Advertisements

Como Guaifenesin deve ser armazenado e descartado?

Como Conservar e Eliminar a Guaifenesina

A guaifenesina deve ser conservada de acordo com a rotulagem para manter a sua estabilidade e eficácia. A condição de conservação obrigatória é a Temperatura Ambiente Controlada, definida como um intervalo entre os 20 °C e os 25 °C (68 °F a 77 °F), sendo permitidas variações temporárias até aos 30 °C.


Condições de Conservação e Manuseamento

O produto deve ser protegido da luz e os comprimidos devem ser protegidos da humidade. A rotulagem instrui que se deve manter a embalagem bem fechada e não refrigerar nem expor o medicamento a calor excessivo. Uma instrução de segurança crítica é manter fora do alcance e da vista das crianças.


Instruções de Eliminação

A guaifenesina fora do prazo de validade ou não utilizada deve ser eliminada de acordo com as leis e regulamentos aplicáveis. As orientações especificam que o medicamento não deve ser deitado no lixo doméstico nem nas águas residuais. Os doentes são instruídos a consultar o seu farmacêutico para obter orientações sobre os procedimentos de eliminação adequados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Guaifenesin encontrado em:

ÍNDICE A-Z: