Advertisements

Glucose monohydrate

Links rápidos para seções importantes

Glucose monohydrate

Advertisements
Advertisements

Opção de tratamento:

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Advertisements

Visão geral de Glucose monohydrate

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Glucose (Dextrose Mono-hidratada)
Forma Soluções Intravenosas, Pó Oral, Comprimidos
Classe farmacológica Agente Nutricional/Metabólico, Suplemento Calórico
Uso comum Reposição de energia, manutenção de fluidos
Origem Substância de origem natural (da hidrólise do amido)

O que é a Dextrose Mono-hidratada e qual a sua Classe Farmacológica?

Glucose mono-hidratada é definida como um Agente Nutricional/Metabólico que funciona essencialmente como uma fonte de energia calórica imediata, em vez de ser um medicamento tradicional destinado a modificar ou suprimir processos biológicos. Do ponto de vista químico, trata-se da forma cristalina e estável da D-glucose, razão pela qual é amplamente conhecida pelo seu sinónimo, Dextrose Mono-hidratada. Esta classificação é reconhecida clinicamente pelo seu papel no suporte nutricional em diversos contextos de prestação de cuidados de saúde.


Esta substância é especificamente classificada como um Suplemento Calórico e um Agente de Reposição de Fluidos e Eletrólitos dentro do grupo mais abrangente dos Agentes Nutricionais/Metabólicos. O seu papel fundamental é servir como o substrato energético primário mais básico para o corpo, alimentando funções fisiológicas críticas, particularmente as do sistema nervoso central. O seu papel como fonte de água e calorias para a terapia por fluidos intravenosos é essencial para o fornecimento de energia imediata e para auxiliar no suporte hídrico em contextos clínicos.


Composição, Origem e Formas Disponíveis

A Dextrose Mono-hidratada é uma substância de origem natural com a estrutura química C6H12O6 cdot H2O, proveniente da hidrólise controlada de amidos naturais. É fundamentalmente um produto de ingrediente único, focado inteiramente no fornecimento de glucose ao organismo, o que a distingue de formulações nutricionais mais complexas.


Esta substância encontra-se disponível em diversas formas farmacêuticas, que refletem as suas diferentes vias de administração, principalmente a via Oral e a via Intravenosa (Parentérica). As preparações farmacêuticas comuns incluem Soluções Intravenosas estéreis (Preparações para Perfusão) para administração rápida, e formas não estéreis, como Pós Orais e Comprimidos Mastigáveis. A forma cristalina é a preferida na medicina por ser quimicamente estável e permitir uma manipulação precisa em soluções clínicas.


Objetivo Geral: Porque é utilizada a Glucose Mono-hidratada?

O objetivo geral da Glucose Mono-hidratada é fornecer rapidamente hidratos de carbono imediatamente disponíveis para apoiar o metabolismo celular em todo o corpo. Um cenário de utilização típico e neutro envolve a sua aplicação durante períodos de recuperação em que o organismo necessita de uma fonte de combustível acessível e não complexa.


A substância proporciona um suporte calórico rápido que é essencial para manter a função sistémica durante períodos de défice. Além disso, quando preparada como uma solução intravenosa, o composto desempenha também uma função secundária crucial: atua como um agente osmótico para auxiliar na restauração e manutenção do volume global de fluidos e do equilíbrio essencial do corpo. A evidência científica destaca o papel central da substância no suporte ao metabolismo quando os doentes não conseguem tolerar a nutrição por via oral.

Advertisements

Quais efeitos secundários são possíveis com Glucose monohydrate?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança oficial da Glucose Mono-hidratada (Dextrose) foca-se principalmente em reações adversas decorrentes da sua função metabólica e do método de administração, especialmente quando administrada por via intravenosa. As reações são agrupadas em categorias regulamentares específicas, baseadas em documentação oficial.


Reações Adversas Documentadas e Perfil de Segurança

Categoria Descrição da Rotulagem
Doenças do Metabolismo Os riscos incluem a hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) e distúrbios nos eletrólitos, nomeadamente a hipocalemia (níveis baixos de potássio) e a hipofosfatemia (níveis baixos de fosfato).
Reações no Local de Administração Os efeitos secundários associados ao local da perfusão incluem a tromboflebite, bem como irritação ou dor localizada.
Reações Adversas Graves Os riscos graves documentados são consequência de uma expansão severa de volume, como a sobrecarga de fluidos e/ou solutos, que pode potencialmente levar a edema pulmonar ou ao agravamento de uma insuficiência cardíaca congestiva.

Considerações de Segurança e Restrições

A incidência de muitos destes efeitos depende fortemente da velocidade de administração e do estado clínico do doente, sendo as frequências muitas vezes classificadas como de frequência desconhecida.

É necessária uma cautela explícita em doentes pediátricos e em indivíduos com insuficiência renal ou cardíaca grave, devido ao risco acrescido de desequilíbrios hídricos e eletrolíticos nestes grupos. Relativamente aos padrões relacionados com a dose, a ocorrência de hiperglicemia é mais provável durante uma administração rápida. É também assinalado o risco de hipoglicemia de ricochete (efeito de rebound) aquando da interrupção súbita de uma utilização intravenosa contínua de dose elevada.

Quanto às restrições de coadministração, as normas oficiais determinam que as soluções de Dextrose não devem ser administradas simultaneamente com componentes sanguíneos através do mesmo sistema de perfusão.

Advertisements

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e quando procurar ajuda

As informações oficiais sobre a sobredosagem de Glucose Mono-hidratada (Dextrose) caracterizam o evento pelas graves consequências metabólicas e hídricas resultantes de uma administração excessiva ou de uma perfusão demasiado rápida.

As manifestações de sobredosagem documentadas incluem a hiperglicemia, que pode progredir para um estado hiperglicémico hiperosmolar e causar confusão mental ou perda de consciência. A administração excessiva de fluidos está documentada como causa de sobrecarga hídrica, podendo levar a condições graves como o edema pulmonar.


Ações de Emergência Necessárias

O perfil de segurança do produto determina a interrupção imediata da perfusão perante o reconhecimento de uma reação grave ou suspeita de sobredosagem. É necessária assistência médica urgente perante manifestações como a perda de consciência, sinais de edema pulmonar ou sintomas de um estado hiperglicémico hiperosmolar.


Gestão de Suporte e Monitorização

Não existe um antídoto específico para esta substância; a gestão clínica baseia-se em medidas de suporte. Estas incluem a administração de insulina, conforme necessário, para corrigir a hiperglicemia, bem como a monitorização rigorosa da glucose sanguínea, do equilíbrio hídrico e das concentrações de eletrólitos.


Risco em Populações Específicas

Existe um alerta específico para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, que apresentam um risco acrescido de resultados graves, incluindo a hemorragia intracerebral, após a administração excessiva ou rápida da solução injetável.

Advertisements

Usos terapêuticos de Glucose monohydrate

O que a Glucose Mono-hidratada Trata: Principais Usos e Benefícios

Os usos terapêuticos da Glucose Mono-hidratada focam-se na correção de desequilíbrios metabólicos agudos e no suporte da função sistémica através do fornecimento de energia e fluidos. Esta substância é comummente utilizada com o objetivo de ajudar a regular os níveis de glucose no sangue e fornecer calorias através de hidratos de carbono, o que sustenta o seu papel nestas áreas terapêuticas. É relevante em condições caracterizadas por períodos de agravamento de sintomas e é geralmente utilizada para ajudar a gerir desequilíbrios agudos e sistémicos, tais como a hipoglicemia e a privação energética, bem como para apoiar a gestão de fluidos quando administrada por via intravenosa.


Gestão de Sintomas Neuro-Metabólicos Agudos

Este domínio abrange os sintomas críticos associados a episódios agudos ou disruptivos, tais como níveis gravemente baixos de açúcar no sangue (hipoglicemia). O suporte fornecido contribui para aliviar manifestações neurológicas como a confusão, tonturas e a deterioração cognitiva, auxiliando na manutenção da estabilidade funcional durante episódios agudos.


Abordagem de Défices Energéticos e de Fluidos Sistémicos

A Glucose Mono-hidratada é utilizada para gerir sintomas generalizados relacionados com o desequilíbrio sistémico, especificamente a privação energética sistémica e a perda de fluidos. Ajuda a fornecer uma reposição calórica prontamente disponível para atenuar sintomas como fraqueza profunda, fadiga e letargia. Quando aplicada por via intravenosa, auxilia simultaneamente na hidratação, contribuindo para a gestão do equilíbrio hídrico sistémico.


Moderação do Desconforto Físico Hipoglicémico

Este composto pode auxiliar na moderação dos sintomas físicos desgastantes relacionados com o aumento da atividade fisiológica. É relevante para suavizar manifestações pronunciadas, como tremores, sudação excessiva e palpitações, e contribui para aliviar a carga de sintomas físicos que interferem com as atividades rotineiras.


Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Eixo de Sintomas Sintomas relacionados com o desequilíbrio sistémico
Papel Terapêutico Principal Auxilia na estabilidade funcional
Agrupamento de Sintomas Ajuda a abordar grupos de sintomas que podem tornar-se intensos ou disruptivos
Contexto da Condição Aplicada em condições caracterizadas por períodos de sintomas acentuados
Advertisements

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e quem não pode utilizar Glucose mono-hidratada?

O perfil oficial da Glucose Mono-hidratada (Dextrose) define a elegibilidade para a sua utilização com base no estado metabólico e hídrico atual do doente. O uso está genericamente indicado para doentes adultos e pediátricos que necessitem de uma fonte de água e calorias, incluindo aqueles que se encontram a receber nutrição parentérica.


Contraindicações Oficiais

Classificação População ou Condição
Contraindicação Absoluta Doentes com hiperglicemia clinicamente significativa (níveis elevados de açúcar no sangue).
Contraindicação Absoluta Doentes com hipersensibilidade conhecida à dextrose ou a produtos derivados do milho.
Restrição Doentes com desidratação grave (no caso de utilização de soluções hipertónicas).

Utilização Condicional e Restrições

A utilização desta substância requer cautela e monitorização rigorosa em diversas populações, refletindo um risco acrescido de desequilíbrio hídrico ou metabólico. Estes grupos incluem doentes com insuficiência renal, tolerância à glucose diminuída ou indivíduos em risco de sobrecarga de fluidos ou solutos.

No caso de recém-nascidos e bebés de baixo peso, a utilização é permitida, mas acarreta um risco aumentado de desequilíbrios, o que torna obrigatória a monitorização cuidadosa da glucose no sangue e do estado hídrico. Em adultos mais velhos, a seleção da dose deve ser prudente, tendo em conta a maior probabilidade de diminuição das funções cardíaca, renal ou hepática.

Relativamente à gravidez, a utilização deve ocorrer apenas se for claramente necessária. Recomenda-se igualmente precaução em mulheres em período de aleitamento, de acordo com as informações oficiais disponíveis.

Advertisements

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos — informação oficial para a Glucose mono-hidratada

Categoria Detalhes da Classificação
Classificação de gravidade da interação Combinação contraindicada (incompatibilidade física/procedimental)
Combinação que requer precaução de utilização (farmacodinâmica/metabólica)
Condicionantes do contexto de interação Requer monitorização obrigatória dos eletrólitos séricos e glucose sanguínea, do equilíbrio hídrico e do equilíbrio ácido-base.

Declarações oficiais sobre interações

A administração conjunta de glucose mono-hidratada injetável com sangue, plasma ou concentrado de eritrócitos no mesmo sistema de perfusão está estritamente restringida. Esta restrição é de natureza procedimental, estabelecida para prevenir a incompatibilidade física que pode causar pseudoaglutinação ou hemólise.

Relativamente aos medicamentos que afetam o equilíbrio eletrolítico, a coadministração com fármacos conhecidos por causarem hiponatremia, como certos diuréticos e agonistas da vasopressina, pode potenciar o risco de hiponatremia grave. Esta é uma interação farmacodinâmica que exige uma monitorização rigorosa das concentrações de sódio sérico e do estado hídrico.

No que respeita aos produtos que afetam o controlo glicémico, a glucose mono-hidratada está envolvida numa interação metabólica com a insulina ou outros agentes antidiabéticos. Esta interação influencia os níveis de glucose no sangue e torna necessária uma monitorização contínua e rigorosa para assegurar um controlo glicémico adequado.

A estrutura das interações é definida principalmente através do papel do produto como um agente calórico que influencia o equilíbrio metabólico e hídrico. O perfil de segurança destaca o reforço farmacodinâmico dos riscos eletrolíticos e as restrições procedimentais relativas à compatibilidade da mistura física durante a administração intravenosa.

Advertisements

Mecanismo de ação

Como Funciona a Glucose Mono-hidratada

A glucose mono-hidratada é uma fonte de dextrose que funciona como um substrato biológico fundamental, interagindo diretamente com as principais vias energéticas no interior das células. A molécula entra prontamente na circulação e é transportada para várias células, incluindo neurónios e miócitos, onde é fosforilada. Este processo inicia a cascata da glicólise, levando à produção metabólica de piruvato e, subsequentemente, alimentando o ciclo de Krebs e a fosforilação oxidativa. A consequência intracelular é a síntese rápida de trifosfato de adenosina (ATP), a principal moeda energética do organismo, modulando assim os processos celulares.

Simultaneamente, a presença de glucose no plasma aumenta a osmolalidade sérica. Este efeito osmótico é um mecanismo físico-químico que impulsiona a modulação do movimento da água através de membranas semipermeáveis, influenciando o gradiente de concentração e a distribuição dos fluidos extracelular e intracelular. Além disso, a glucose modula a homeostase hepática da glucose ao influenciar a libertação e a atividade de reguladores hormonais fundamentais, principalmente a insulina e o glucagon, ajustando assim a taxa de captação e libertação de glucose pelos hepatócitos a nível sistémico.

Advertisements

Informações sobre dosagem e administração

Orientações de Administração: Glucose Mono-hidratada

As instruções oficiais para a Glucose mono-hidratada (também conhecida como Dextrose) variam estritamente consoante a formulação: injeção/perfusão intravenosa (IV) ou formas de dosagem oral (gel, solução ou comprimido mastigável).


Âmbito de Administração

Via de Administração Dosagem e Cronologia Oficial
Intravenosa (IV) A dosagem e a velocidade de administração são estabelecidas de forma individualizada com base na idade, peso e necessidades clínicas e metabólicas do doente. Para a Solução Injetável de Dextrose a 25%, a dose inicial recomendada é de 250 mg/kg a 500 mg/kg (1 mL/kg a 2 mL/kg).
Oral (Gel, Solução) Administrada consoante a necessidade para tratar níveis baixos de açúcar no sangue. Para adultos, o valor de referência é de 15 gramas (por exemplo, um tubo de gel). Se os sintomas persistirem após 15 minutos, poderá ser tomada uma segunda dose.

Instruções de Procedimento

Preparação e Administração IV: As soluções devem ser inspecionadas visualmente quanto à presença de partículas ou descoloração antes da administração. Não se deve administrar o produto se a solução estiver turva ou se o selo de segurança estiver violado. As soluções concentradas (por exemplo, a 40% ou 50%) devem ser obrigatoriamente diluídas antes da utilização como perfusão, a fim de evitar irritação venosa grave.

Relativamente à via de acesso, as soluções hipertónicas (com osmolaridade ge 900 mOsm/L) devem ser administradas lentamente através de uma veia central para minimizar o risco de flebite e trombose. Soluções com concentração le 5% podem ser administradas através de uma veia periférica. Por razões de segurança, não se deve administrar a glucose simultaneamente com componentes sanguíneos através do mesmo sistema de administração, devido ao risco de pseudoaglutinação.

Administração Oral: As formas orais (gel, líquido, comprimido) devem apenas ser utilizadas em doentes que estejam conscientes e com capacidade de deglutição, de modo a prevenir a aspiração. No que respeita ao uso pediátrico, a utilização de gel oral não é recomendada em crianças com idade inferior a 2 anos.


Classificações de Instrução

Método de Administração Padrão de Frequência Base Regulamentar
Intravenosa / Oral Contínua ou Consoante a necessidade Normas Oficiais
Advertisements

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Panorama dos Estudos sobre a Glucose Mono-hidratada

Evidência na Utilização em Casos de Hipoglicemia Aguda

A investigação tem-se focado extensivamente na forma como a glucose foi estudada em indivíduos com níveis baixos de açúcar no sangue (hipoglicemia). A base de evidência inclui diversos Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas, realizados principalmente com adultos e crianças com Diabetes Tipo 1. Estes estudos avaliaram os padrões dos níveis de açúcar no sangue após a administração e analisaram resultados relacionados com a frequência de episódios de hipoglicemia resolvidos, bem como a mitigação de sintomas neurometabólicos agudos, como a confusão mental. A investigação explora, em larga medida, comparações entre a glucose e outras fontes de hidratos de carbono, o que significa que existem dados limitados de ensaios formais que comparem a glucose com uma substância de controlo inerte para o tratamento agudo.


Evidência para Suporte Calórico e Hídrico Fundamental

A utilização de soluções de glucose por via intravenosa para a privação sistémica de energia e fluidos foi avaliada com base numa estrutura de evidência abrangente. Este fundamento baseia-se na revisão de dados fisiológicos fundamentais, na evidência da prática clínica a longo prazo e em estudos metabólicos, em vez de ensaios controlados aleatorizados modernos focados em doenças específicas. A investigação analisa o fornecimento essencial de conteúdo calórico e o seu papel na manutenção do volume hídrico. Os resultados examinados incluem as concentrações séricas de eletrólitos medidas e o equilíbrio ácido-base global. O que permanece incerto é a escassez de ensaios formais controlados por placebo concebidos para avaliar o fornecimento básico de calorias, uma vez que a função desta substância é reconhecida como uma necessidade fisiológica fundamental.


O que ainda permanece incerto na investigação sobre a Glucose Mono-hidratada

Estudos têm monitorizado igualmente a utilização de glucose numa vasta gama de grupos de doentes, incluindo recém-nascidos e adultos mais velhos. Os dados para certos subgrupos, como grávidas, continuam a ser insuficientes em estudos adequados e bem controlados. Além disso, em estudos exploratórios sobre doenças críticas, como a sépsis, as amostras foram reduzidas e os dados mostraram variabilidade, o que significa que o nível de certeza permanece baixo para aplicar as descobertas fora das condições específicas do estudo. A investigação para muitas utilizações fornece um contexto sobre padrões de grupo, e a evidência destaca as áreas onde os dados permanecem insuficientes.

Advertisements

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Glucose mono-hidratada (FAQ)

P: A glucose mono-hidratada é o mesmo que o açúcar de mesa comum?

R: A glucose mono-hidratada (dextrose) é um açúcar simples, ou monossacárido, que constitui uma fonte de energia de utilização imediata para o organismo. Esta é quimicamente diferente do açúcar de mesa comum, que é a sacarose — um dissacárido composto por glucose e frutose. A informação oficial indica que o corpo processa estes açúcares de forma distinta devido à sua estrutura química.


P: Qual é a diferença entre a glucose mono-hidratada e a dextrose anidra?

R: A diferença reside na presença de água no composto final. As definições estabelecem que a dextrose mono-hidratada é uma forma cristalina de glucose que inclui uma molécula de água de cristalização. A dextrose anidra é uma forma purificada que não contém esta água ligada na sua estrutura.


P: O que significa "mono-hidratada" no nome da substância?

R: O termo "mono-hidratada" é uma designação química que descreve a estrutura da substância. Significa que a D-glucose purificada e cristalizada contém uma molécula de água que se encontra ligada dentro da estrutura do composto.


P: A glucose mono-hidratada pode causar mal-estar estomacal ou náuseas?

R: Informações relativas a certos produtos que contêm dextrose referem que podem ocorrer reações como diarreia ou dor abdominal e estomacal. No entanto, os perfis de segurança para a glucose mono-hidratada injetável pura focam-se principalmente em questões metabólicas e em reações no local de administração.


P: É normal sentir tonturas ou vertigens após utilizar a glucose mono-hidratada?

R: Os avisos de segurança abordam sobretudo riscos relacionados com níveis elevados de açúcar no sangue ou com a administração intravenosa rápida. Em casos graves, os efeitos podem incluir sintomas neurológicos, tais como confusão mental ou perda de consciência. Tonturas ligeiras ou vertigens não estão geralmente listadas como efeitos secundários comuns documentados.


P: A utilização de glucose mono-hidratada a longo prazo causa algum problema conhecido?

R: O uso prolongado, especialmente de soluções intravenosas concentradas, pode levar a certos défices eletrolíticos, como níveis baixos de potássio e fosfato no sangue. Por este motivo, a prática clínica inclui a monitorização do equilíbrio hídrico e dos eletrólitos.


P: Se não me sentir melhor rapidamente, significa que a glucose mono-hidratada não está a funcionar?

R: As diretrizes para a utilização por via oral no tratamento de níveis baixos de açúcar no sangue sugerem a verificação dos sintomas após 15 minutos. Caso os sintomas persistam após este período, a orientação descreve que poderá ser necessária uma segunda dose, de acordo com os protocolos de repetição previstos.


P: A glucose mono-hidratada é segura para pessoas com problemas hepáticos conhecidos?

R: É aconselhada cautela e monitorização clínica rigorosa para qualquer doente com condições que afetem o seu equilíbrio hídrico, níveis de eletrólitos ou equilíbrio ácido-base. A monitorização destes fatores é necessária em indivíduos com compromisso hepático conhecido, uma vez que o fígado é um órgão fundamental no metabolismo do açúcar.


P: A glucose mono-hidratada interage com a cafeína ou o café?

R: Existe a recomendação de precaução quanto à ingestão excessiva de cafeína quando o doente também utiliza outros medicamentos que estimulam o sistema nervoso (simpaticomiméticos), uma vez que o consumo excessivo de cafeína pode intensificar efeitos secundários como nervosismo ou palpitações.


P: Que medicamentos comuns de venda livre podem interagir com a glucose mono-hidratada?

R: A administração conjunta com medicamentos que podem causar níveis baixos de sódio (hiponatremia), como certos diuréticos, pode aumentar o risco desta condição. Estas interações metabólicas exigem uma monitorização próxima em contexto clínico.


P: A glucose mono-hidratada requer receita médica?

R: A necessidade de receita depende da formulação e da via de administração. As soluções intravenosas são classificadas como medicamentos sujeitos a receita médica. No entanto, as formas orais, como géis ou comprimidos mastigáveis utilizados para episódios agudos de açúcar baixo no sangue, estão frequentemente disponíveis como produtos de venda livre.


P: Sabe-se se a glucose mono-hidratada é isenta de glúten?

R: Sim. A dextrose mono-hidratada é geralmente reconhecida como isenta de glúten. Embora seja derivada de amidos naturais, o processo de fabrico e purificação remove os componentes proteicos, incluindo o glúten, da substância final.


P: A glucose mono-hidratada é adequada para pessoas que seguem uma dieta vegana?

R: A substância é derivada de amidos vegetais, como o milho. No processo de fabrico da dextrose não são habitualmente utilizados ingredientes de origem animal ou auxiliares de processamento, o que apoia a sua adequação geral para uma dieta vegana.


P: A glucose mono-hidratada tem algum efeito conhecido na pressão arterial?

R: Embora não seja um medicamento para a pressão arterial, a administração intravenosa rápida pode levar a uma sobrecarga de fluidos e/ou de solutos. Esta condição acarreta um risco de resultados graves, como edema pulmonar ou agravamento de insuficiência cardíaca congestiva.


P: Como é assegurada a consistência da qualidade da glucose mono-hidratada?

R: Existem padrões rigorosos para manter a qualidade e a consistência do produto. Estes requisitos incluem especificações detalhadas para o pH e pureza da substância, bem como regras estritas para o armazenamento, manuseamento e inspeção, garantindo que a solução se mantém límpida e o selo do recipiente intacto.

Advertisements

Como Glucose monohydrate deve ser armazenado e descartado?

Armazenamento e Eliminação da Glucose Mono-hidratada Injetável

A rotulagem oficial determina condições específicas para o armazenamento e manuseamento da Glucose Mono-hidratada Injetável, de modo a preservar a sua esterilidade e estabilidade.


Requisitos de Armazenamento

Item de Controlo Requisito
Temperatura Conservar a temperatura ambiente controlada, tipicamente a 25°C, evitando o calor excessivo e temperaturas fora do intervalo entre 15°C e 30°C.
Integridade do Recipiente A solução deve apresentar-se límpida e o selo do recipiente deve estar intacto; não remover o invólucro protetor externo até ao momento imediato da utilização.
Estabilidade Pós-Abertura As misturas preparadas podem ser conservadas sob refrigeração por um período máximo de 24 horas. As embalagens coletivas de farmácia devem ser eliminadas no prazo de 4 horas após a perfuração inicial do fecho.
Manuseamento Todas as manipulações devem ser realizadas numa hotte de fluxo laminar adequada para manter as condições asséticas.

Eliminação e Segurança

O produto destina-se estritamente a uma utilização única; qualquer porção não utilizada deve ser eliminada. Tal como sucede com todos os medicamentos, deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Glucose monohydrate encontrado em:

ÍNDICE A-Z: