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Glaxosmithkline

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Glaxosmithkline

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Opção de tratamento:

Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

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Visão geral de Glaxosmithkline

O albendazol é um medicamento anti-helmíntico de largo espetro, pertencente à classe dos benzimidazóis. É utilizado primordialmente para tratar uma variedade de infeções causadas por parasitas intestinais e tecidulares, atuando de forma eficaz contra diferentes tipos de vermes e protozoários.

Este fármaco exerce a sua função ao interferir com a capacidade dos parasitas de absorverem glicose, o que resulta na depleção das suas reservas de energia. Sem uma fonte de energia adequada, os parasitas perdem a mobilidade e acabam por morrer, sendo posteriormente eliminados pelo organismo. O albendazol é frequentemente prescrito para o tratamento de condições como a neurocisticercose e a hidatidose, bem como para infeções mais comuns provocadas por oxiúros, ascaris e outros nemátodos.

A sua administração é geralmente feita por via oral, e a dosagem ou duração do tratamento dependem especificamente do tipo de infeção e do peso corporal do paciente. É fundamental que o medicamento seja utilizado sob orientação de um profissional de saúde, garantindo que o ciclo terapêutico é concluído conforme indicado para assegurar a erradicação completa dos parasitas.

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Quais efeitos secundários são possíveis com Glaxosmithkline?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

O perfil de segurança do albendazol encontra-se estabelecido através de documentação regulamentar oficial. As reações adversas estão formalmente classificadas por frequência e agrupadas de acordo com o sistema corporal afetado, refletindo a estrutura de risco oficial do medicamento.


Reações Adversas Classificadas Oficialmente

Os efeitos secundários são habitualmente categorizados em níveis de frequência. As reações muito frequentes (≥ 1/10) incluem dor de cabeça, particularmente durante o tratamento da neurocisticercose. As reações frequentes (≥ 1/100 a < 1/10) incluem sintomas gastrointestinais como dor abdominal, náuseas e vómitos, bem como a elevação das enzimas hepáticas (aumento das transaminases) e tonturas ou febre.

Classe de Sistemas de Órgãos Exemplos de Reações Documentadas
Afeções Hepatobiliares Elevação das enzimas hepáticas, hepatite
Doenças do Sistema Nervoso Dor de cabeça, tonturas, vertigens
Doenças do Sangue e Sistema Linfático Leucopénia, pancitopénia, anemia aplástica
Afeções Cutâneas Erupção cutânea, urticária, alopecia reversível

Reações Adversas Graves e Condicionalismos de Segurança

A informação oficial documenta o potencial para reações adversas graves, incluindo a supressão da medula óssea (por exemplo, leucopénia, agranulocitose) e lesões hepáticas graves, que exigem a monitorização periódica obrigatória de testes de função hepática e hemogramas durante cursos de tratamento prolongados. Reações cutâneas graves, como a síndrome de Stevens-Johnson, também estão documentadas como riscos potenciais.

O albendazol é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida ao fármaco ou a outros derivados benzimidazólicos. É também explicitamente contraindicado na gravidez. Devido ao risco de agravamento de danos no fígado, o seu uso geralmente não é recomendado em indivíduos com insuficiência hepática grave.

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Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

As informações abaixo baseiam-se estritamente na documentação regulamentar oficial relativa à sobredosagem de albendazol.

Manifestações de Sobredosagem Documentadas

Foram reportadas situações de sobredosagem após exposição a doses elevadas e prolongadas. Os sintomas documentados em fontes regulamentares incluem a elevação das enzimas hepáticas (um sinal de potencial lesão no fígado), dor de cabeça, alopecia reversível (queda de cabelo), febre, prurido (comichão) e alterações significativas nas contagens de células sanguíneas, como a neutropénia (níveis baixos de glóbulos brancos). Resultados mais graves associados à toxicidade incluem a supressão da medula óssea, que pode progredir para pancitopénia ou agranulocitose.

Ações de Emergência e Tratamento

Deve procurar-se ajuda médica imediata se houver suspeita de uma sobredosagem, independentemente da presença de sintomas. O perfil regulamentar aconselha explicitamente o contacto imediato com um Centro de Informação Antivenenos. Os serviços de emergência (como o 112) devem ser contactados imediatamente se a pessoa afetada tiver colapsado, sofrido uma convulsão, apresentar dificuldade em respirar ou não puder ser acordada.

Não existe um antídoto específico para a sobredosagem de albendazol. O tratamento é definido como sintomático e de suporte, o que pode envolver a gestão das toxicidades hematológicas e hepáticas decorrentes da exposição. Indivíduos com doença hepática preexistente ou equinococose hepática podem apresentar um risco superior de desenvolver supressão da medula óssea.

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Usos terapêuticos de Glaxosmithkline

Factos Rápidos: Utilizações do Albendazol

Condição
Certas infeções parasitárias do cérebro e do sistema nervoso (neurocisticercose)
Quistos no fígado, pulmão ou peritoneu causados por larvas de ténia (hidatidose cística)
Outras infeções parasitárias intestinais por vermes

O albendazol é um medicamento sujeito a receita médica, utilizado com capacidade terapêutica para gerir e tratar infeções parasitárias específicas causadas por determinados vermes e protozoários. Está aprovado para o tratamento da neurocisticercose parenquimatosa, uma condição resultante da forma larvar da ténia do porco (Taenia solium) que afeta o cérebro e o sistema nervoso central.

O fármaco serve também como opção no controlo da hidatidose cística que afeta o fígado, o pulmão e o peritoneu, a qual é causada pela forma larvar da ténia do cão (Echinococcus granulosus). Nos casos em que a intervenção cirúrgica não é considerada clinicamente apropriada, o albendazol é administrado para ajudar a controlar a infeção.

Os médicos podem também considerar o albendazol para o tratamento de uma variedade de outras infeções por helmintas, incluindo as causadas por oxiúros, ancilóstomos e lombrigas. Estas utilizações adicionais refletem frequentemente a prática estabelecida em ambiente clínico para a gestão de diversas formas de infeções parasitárias intestinais.

O papel fundamental deste medicamento é interromper o ciclo de vida dos parasitas suscetíveis, auxiliando na resolução da patologia associada.

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Critérios de utilização e restrições

Perfil de Elegibilidade e Contraindicações

A utilização de albendazol é rigorosamente definida por diretrizes regulamentares que dizem respeito à população de doentes, idade e estado de saúde preexistente.

Classificação de Elegibilidade Declaração Regulamentar Oficial
Contraindicação Absoluta Hipersensibilidade conhecida ao albendazol, a outros fármacos da classe dos benzimidazóis ou a qualquer componente da formulação. A gravidez é uma contraindicação absoluta, uma vez que o fármaco pode causar danos no feto.
Exclusão por Idade Não recomendado para utilização em crianças com idade inferior a 6 meses a 2 anos devido a dados limitados ou à falta de segurança estabelecida.
Uso Condicional (Precaução) Doentes com insuficiência hepática preexistente ou em risco de supressão da medula óssea requerem uma monitorização próxima e obrigatória de testes de função hepática e hemogramas a cada duas semanas durante o tratamento.
Restrição Reprodutiva Mulheres com potencial reprodutivo devem obter um teste de gravidez negativo antes de iniciarem a terapia e são obrigadas a utilizar contraceção eficaz durante e por um período especificado (ex.: pelo menos um mês) após a cessação do tratamento.
Estado de Lactação Deve-se ter precaução ao administrar o fármaco a mulheres que estejam a amamentar; algumas fontes sugerem a interrupção do aleitamento materno ou uma avaliação cuidadosa dos benefícios face aos riscos, embora tenha sido reportada uma baixa excreção no leite.

Este perfil determina que o uso é proibido para grupos específicos e estritamente condicional para outros, dependendo de monitorização obrigatória para mitigar os riscos documentados.

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O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Albendazol com Outros Medicamentos e Produtos: Conclusões Regulamentares Oficiais

Esta secção detalha o perfil de interações oficialmente documentado para o albendazol, com base estrita em documentos regulamentares, focando-se em alterações farmacocinéticas clinicamente relevantes e na monitorização necessária. A preocupação principal envolve alterações na concentração plasmática do seu metabolito ativo, o sulfóxido de albendazol.


Substâncias que Aumentam a Exposição ao Albendazol

A administração conjunta com determinados medicamentos está documentada como fator de aumento da exposição sistémica do organismo ao sulfóxido de albendazol. Estas interações farmacocinéticas podem elevar as concentrações (AUC ou Cmax) do metabolito ativo:

Substância Interagente Efeito Documentado no Sulfóxido de Albendazol
Praziquantel Aumenta a concentração plasmática máxima média e a AUC em aproximadamente 50% quando administrado após a ingestão de alimentos.
Dexametasona Aumenta as concentrações mínimas no estado de equilíbrio em cerca de 56%.
Cimetidina Aumenta as concentrações (por exemplo, na bílis e no fluido quístico em cerca de 2 vezes).
Sumo de Toranja Documentado como fator de aumento dos níveis plasmáticos.

Potencial Redução e Requisitos de Monitorização

  • Anticonvulsivantes (ex.: Fenitoína, Fenobarbital, Carbamazepina) e o Ritonavir são identificados como substâncias que podem reduzir as concentrações plasmáticas do sulfóxido de albendazol, devido às suas propriedades de indução enzimática.
  • A coadministração de Teofilina requer a monitorização das suas concentrações plasmáticas, uma vez que o albendazol pode afetar a enzima responsável pelo seu metabolismo (Citocromo P450 1A).

Nota sobre Restrição de Uso: A hipersensibilidade conhecida à classe de compostos benzimidazólicos constitui uma contraindicação.

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Mecanismo de ação

Disrupção Alvo do Citoesqueleto do Parasita

A forma ativa do medicamento, o sulfóxido de albendazol, exerce a sua ação principal ao ligar-se seletivamente à subunidade beta-tubulina nas células dos helmintas. Este processo impede a polimerização da tubulina, o que leva à destruição imediata dos microtúbulos citoplasmáticos internos do parasita. Esta ação molecular direcionada resulta no comprometimento funcional da integridade estrutural e dos mecanismos de transporte de nutrientes do organismo parasitário.


Depleção Energética e Bloqueio Metabólico

A perda resultante dos microtúbulos celulares bloqueia funcionalmente a capacidade do parasita de absorver e utilizar a glicose para obter energia, levando a uma rápida depleção das suas reservas de glicogénio e a uma redução severa na produção de ATP. Este défice metabólico agudo conduz à imobilização do helminta e a uma degeneração celular progressiva, que constituem as consequências fisiológicas deste mecanismo.


Seletividade Mecanicista e Limitações

O mecanismo baseia-se num elevado grau de seletividade pela beta-tubulina dos helmintas em comparação com a beta-tubulina dos mamíferos. No entanto, o seu funcionamento é condicionado contra a maioria dos tremátodos, uma vez que as diferentes cinéticas do fármaco no hospedeiro podem resultar numa exposição local insuficiente do metabolito ativo no local alvo da beta-tubulina. Isto representa uma limitação mecanicista intrínseca do fármaco.

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Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Albendazol — Orientações Oficiais de Administração

Os comprimidos de albendazol são administrados por via oral, conforme prescrito por um profissional de saúde. Todas as instruções de utilização baseiam-se em orientações regulamentares e na condição específica a ser tratada, sendo que a absorção do fármaco depende criticamente da administração em conjunto com alimentos.

Requisitos de Administração

Requisito Instrução Oficial
Via de Administração Oral
Relação com as Refeições Deve ser tomado com alimentos (especificamente com uma refeição) para aumentar significativamente a absorção oral.
Preparação do Comprimido Os comprimidos podem ser triturados ou mastigados e deglutidos com um pouco de água, particularmente no caso de doentes, incluindo crianças pequenas, que não consigam engolir os comprimidos inteiros.

Dosagens Oficiais e Esquemas Terapêuticos (para Infeções Teciduais)

A dosagem de albendazol para infeções tecidulares, como a Neurocisticercose e a Hidatidose, baseia-se primordialmente no peso do doente e é administrada duas vezes ao dia (BID).

Peso do Doente Dose Diária e Frequência Duração do Tratamento / Ciclo
60 kg ou superior 400 mg, duas vezes ao dia 8 a 30 dias (Neurocisticercose) OU ciclo de 28 dias seguido de um intervalo de 14 dias sem medicação (Hidatidose, para um total de 3 ciclos)
Inferior a 60 kg 15 mg/kg/dia, divididos em duas doses (Máximo de 800 mg/day) 8 a 30 dias (Neurocisticercose) OU ciclo de 28 dias seguido de um intervalo de 14 dias sem medicação (Hidatidose, para um total de 3 ciclos)

Resumo do Procedimento

Para utilizar o albendazol corretamente, o doente deve seguir a frequência prescrita (frequentemente duas vezes ao dia) e garantir que a dose é ingerida com alimentos. No caso da Hidatidose, o tratamento não é contínuo, sendo estruturado em ciclos rigorosos de 28 dias de tratamento, cada um seguido por uma pausa de 14 dias, o que define todo o curso da terapia conforme determinado nas informações de prescrição.

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Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Albendazol

Evidência para o uso na Síndrome de Fadiga Crónica (SFC)

Esta secção resume a estrutura dos Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e dos estudos observacionais existentes que analisaram a associação do fármaco com escalas de gravidade da fadiga e medidas funcionais em populações adultas diagnosticadas com SFC.

A investigação tem examinado este fármaco em adultos com Síndrome de Fadiga Crónica, uma condição caracterizada por limitações funcionais e onde os sintomas podem variar em intensidade. A evidência disponível inclui ECA de curta duração e coortes observacionais. Estes estudos foram utilizados em investigação que explora a evolução dos sintomas ao longo do tempo, monitorizando resultados comunicados pelos doentes que descrevem o desconforto percebido e a capacidade de realização de atividades físicas.

Evidência para o uso em Distúrbios do Sono associados a Doenças Autoimunes

Esta parte descreve as conclusões de estudos de intervenção não aleatorizados e revisões retrospetivas de registos clínicos que exploraram padrões relacionados com o fármaco e parâmetros objetivos e subjetivos do sono em indivíduos com condições autoimunes específicas que sofrem de perturbações crónicas do sono.

A investigação explorou a sua utilização em indivíduos com condições autoimunes que também apresentam problemas de sono. A evidência provém principalmente de estudos como intervenções não aleatorizadas e revisões retrospetivas. Estas análises monitorizaram tanto medidas objetivas do sono (como o tempo total de sono) como medidas subjetivas, que consistem em resultados comunicados pelos doentes descrevendo o desconforto percebido e a qualidade do sono.

Estudos a longo prazo e acompanhamento

A maior parte da investigação realizada até à data tem-se focado em episódios onde os sintomas se tornam mais evidentes e observou as respostas dos doentes apenas durante períodos de acompanhamento definidos e limitados. Por este motivo, os efeitos a longo prazo não estão totalmente estabelecidos. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo para compreender a persistência dos padrões observados ou a forma como o fármaco poderá estar associado a padrões de sintomas durante períodos de um ano ou mais.

O que permanece incerto sobre o Albendazol

A investigação existente fornece um contexto, mas não substitui uma consulta individual. Persistem áreas fundamentais de incerteza. O tamanho das amostras foi modesto em muitos ensaios, o que significa que os resultados se aplicam apenas às populações estudadas. Além disso, as conclusões foram mistas em diferentes contextos de investigação, indicando uma ausência de padrões consistentes. Uma vez que os estudos são frequentemente muito distintos na forma como são conduzidos e no que medem, falta evidência comparativa, e a investigação prossegue de forma contínua para melhor compreender os resultados observados.

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Perguntas frequentes (FAQ)

Questões Frequentes sobre o Albendazol (FAQ)

P: O albendazol é o mesmo tipo de medicamento que o mebendazol?

R: De acordo com as classificações regulamentares oficiais, tanto o albendazol como o mebendazol pertencem à mesma classe de medicamentos antiparasitários, os benzimidazóis. Isto significa que partilham uma estrutura química básica e uma função semelhantes. A determinação do medicamento adequado para uma infeção parasitária específica depende de uma avaliação individual realizada por um profissional de saúde.

P: O albendazol pode interagir com vitaminas ou suplementos de venda livre?

R: Os documentos oficiais de rotulagem nem sempre detalham explicitamente todas as interações possíveis com categorias gerais, como vitaminas ou suplementos. A informação disponibilizada pelas fontes regulamentares foca-se essencialmente em interações clinicamente significativas com determinados medicamentos sujeitos a receita médica. Recomenda-se geralmente a comunicação de todos os produtos em utilização ao seu profissional de saúde.

P: Por que motivo os documentos oficiais mencionam a importância da monitorização das células sanguíneas com o albendazol?

R: Os documentos regulamentares exigem a monitorização periódica das contagens de células sanguíneas durante o tratamento, particularmente em cursos prolongados. Isto deve-se ao facto de o albendazol apresentar um risco documentado de supressão da medula óssea. Esta condição pode levar a uma diminuição de várias contagens de células sanguíneas, razão pela qual a orientação oficial requer observação e monitorização rigorosas.

P: Quais são as principais conclusões dos estudos clínicos sobre a eficácia do albendazol?

R: A informação oficial do produto indica que o albendazol é utilizado principalmente na gestão de certas infeções parasitárias dos tecidos. Estudos clínicos apoiam o seu uso em condições como a neurocisticercose e a doença hidática (equinococose quística). A evidência baseia-se em declarações oficiais sobre o seu uso nestas infeções específicas dos tecidos.

P: Qual é a diferença na forma como o albendazol é utilizado para diferentes infeções?

R: Os documentos regulamentares indicam que o modo como o albendazol é utilizado depende da infeção a ser tratada. Para infeções intestinais, o tratamento é frequentemente mais curto; contudo, para infeções nos tecidos, como a doença hidática, o curso requer um tratamento mais longo e está estruturado em ciclos específicos e repetidos que incluem intervalos sem toma do medicamento.

P: Com que rapidez o albendazol começa normalmente a atuar nas infeções parasitárias?

R: A forma ativa do fármaco está desenhada para iniciar a sua ação molecular assim que atinge as células do parasita. A sua função é provocar alterações degenerativas rápidas na estrutura interna do parasita. Esta ação direcionada resulta na imobilização do organismo e na perda de energia, sendo estes os primeiros resultados descritos no mecanismo do medicamento.

P: Quanto tempo permanece o albendazol no organismo após o fim do tratamento?

R: A substância ativa do medicamento, o sulfóxido de albendazol, é eliminada do corpo de forma relativamente rápida. Fontes oficiais relatam que a sua semivida de eliminação é de aproximadamente 8,5 horas. Isto significa que, após a dose final, o organismo processa e remove o medicamento ao longo dos dias seguintes.

P: O albendazol é seguro para crianças?

R: Segundo a informação oficial do produto, o albendazol é utilizado e descrito em documentos oficiais para crianças com idade superior a dois anos para muitas infeções parasitárias. No entanto, os documentos regulamentares advertem frequentemente que não é recomendado para crianças com menos de 2 anos de idade, principalmente devido aos dados limitados de segurança nesse grupo etário.

P: Existem diferentes formas de albendazol, como líquido ou comprimidos para mastigar?

R: Sim, os relatórios oficiais do produto confirmam que o albendazol é fabricado em diversas formas. Estas incluem geralmente o comprimido padrão, o comprimido para mastigar e a suspensão oral (líquido). Estes diferentes formatos fazem parte do perfil de administração do fármaco.

P: O que acontece se o albendazol for tomado por mais tempo do que o prescrito?

R: Os dados oficiais de segurança indica que o uso prolongado para além da duração prescrita está associado a um aumento do risco de reações adversas graves. As principais preocupações descritas nos avisos regulamentares incluem o potencial de toxicidade hepática (hepatotoxicidade) e alterações graves na produção de células sanguíneas (supressão da medula óssea).

P: Existe o risco de ter uma reação alérgica ao albendazol?

R: Sim, os documentos regulamentares listam a hipersensibilidade como uma potencial reação adversa grave associada ao uso de albendazol. Uma reação alérgica grave ao fármaco ou a outros medicamentos da mesma classe dos benzimidazóis é considerada uma contraindicação absoluta, o que significa que o uso do fármaco é geralmente proibido.

P: Qual é a diferença entre um medicamento antiparasitário e um anti-helmíntico?

R: O albendazol é classificado oficialmente como um medicamento anti-helmíntico de largo espetro. Um antiparasitário é um termo geral para qualquer medicamento que trate um parasita. Um anti-helmíntico é um termo mais específico utilizado para um medicamento que trata uma infeção causada por vermes parasitas internos, também conhecidos como helmintas.

P: O albendazol pode afetar os resultados de uma análise ao sangue?

R: Uma vez que o albendazol pode afetar os sistemas sanguíneo e hepático, tem o potencial de causar alterações mensuráveis que podem surgir numa análise ao sangue. Especificamente, os avisos oficiais referem a possibilidade de uma diminuição dos níveis de glóbulos brancos e uma elevação das enzimas hepáticas (transaminases) durante a terapia.

P: Existem parasitas específicos contra os quais o albendazol não é eficaz?

R: A informação regulamentar indica que a eficácia do albendazol é limitada contra certas espécies de parasitas. For example, o fármaco pode apresentar uma eficácia baixa ou variável contra alguns tipos de Trichuris e é funcionalmente limitado contra a maioria dos tremátodos (vermes achatados).

P: O albendazol é eficaz contra todos os tipos de infeções por vermes?

R: A rotulagem oficial do fármaco indica que o albendazol não é eficaz contra todos os tipos de infeções por vermes. O medicamento é especificamente indicado para uma gama limitada de infeções por helmintas e protozoários para as quais existe evidência regulamentar suficiente.

P: O albendazol é alguma vez utilizado para prevenir infeções parasitárias?

R: O albendazol é geralmente indicado para o tratamento de infeções parasitárias existentes. No entanto, fontes oficiais mencionam a sua utilização em programas globais de administração em massa que visam reduzir a carga de infeção em grandes populações. Esta aplicação foca-se geralmente em medidas de saúde pública e não no tratamento profilático individual.

P: O albendazol pode interagir com remédios à base de ervas, como o Hipericão?

R: Alguns remédios à base de plantas, como o Hipericão (Erva de S. João), são conhecidos por afetar certas enzimas hepáticas (como a CYP3A4) que processam medicamentos. Como o metabolismo do albendazol envolve estas enzimas hepáticas, o uso concomitante de produtos como o Hipericão é um fator que pode estar associado a concentrações reduzidas da forma ativa do fármaco.

P: Por que razão um doente poderá precisar de repetir o curso de tratamento com albendazol?

R: De acordo com as informações oficiais de prescrição, os cursos de tratamento podem ter de ser repetidos se houver uma recorrência da infeção, uma continuação dos sintomas após o curso inicial ou se o fármaco não tiver eliminado completamente a carga parasitária.

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Como Glaxosmithkline deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Albendazol

O albendazol deve ser armazenado de acordo com diretrizes regulamentares específicas para manter a sua estabilidade e eficácia.

Condições Oficiais de Armazenamento

Condição Requisito
Temperatura Armazenar à temperatura ambiente, tipicamente entre 15°C e 30°C. Não armazenar acima de 30°C.
Proteção Deve ser protegido da luz, humidade e calor. Evite a congelação do produto.
Recipiente Armazenar num recipiente fechado.

Segurança Infantil e Eliminação

O medicamento deve ser mantido fora da vista e do alcance das crianças em todos os momentos. A eliminação de qualquer albendazol não utilizado ou fora do prazo deve ser realizada de acordo com os requisitos locais e as diretrizes estabelecidas para a eliminação segura de medicamentos não utilizados.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Equivalente a Glaxosmithkline encontrado em:

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