Fusibact

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Revisão médica

Rosario Oropesa

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Fusibact

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Substância ativa Ácido Fusídico (DCI)
Formas Creme, Pomada ou Gel (Preparação tópica)
Classe farmacológica Antibiótico (Antibacteriano esteroide)
Indicações comuns Controlo de infeções bacterianas cutâneas localizadas
Origem Derivado natural (de Fusidium coccineum)

O Fusibact é um medicamento sujeito a receita médica, comercializado pela Intas Pharmaceuticals nos seus principais mercados, que é classificado profissionalmente como um agente antimicrobiano tópico potente utilizado na prática dermatológica. A sua finalidade geral é o controlo eficaz da presença de agentes patogénicos suscetíveis antes que seja necessário um tratamento sistémico. A eficácia do Ácido Fusídico no tratamento de infeções da pele é clinicamente reconhecida em diretrizes terapêuticas globais.

Que Tipo de Medicamento é o Fusibact?

O Fusibact pertence à classe farmacológica dos antibióticos, distinguindo-se pela sua substância ativa, o Ácido Fusídico. Esta substância ativa é derivada do fungo Fusidium coccineum, classificando-a como um derivado natural pertencente à classe de antibióticos fusidanos. Esta classificação única como agente antibacteriano esteroide é apoiada por estudos farmacológicos que demonstram a sua capacidade de penetração nos tecidos da pele.

O Fusibact é disponibilizado como um produto de substância ativa única, formulado em preparações semissólidas, tais como creme ou pomada, confirmando que a sua via de administração é estritamente cutânea. Este produto é habitualmente indicado para utilização tanto em grupos de doentes adultos como pediátricos, devido à sua administração localizada.

Como é Classificado e Qual é a sua Ação Principal?

O Fusibact é classificado farmacologicamente como um agente bacteriostático, o que significa que o seu mecanismo principal consiste em impedir a propagação e a multiplicação das bactérias, em vez de as eliminar ativamente. A substância ativa alcança este objetivo ao interferir com a síntese proteica bacteriana, especificamente ao bloquear um componente-chave necessário para a formação de novas proteínas dentro da célula bacteriana. Esta ação direcionada suprime eficazmente a população de bactérias suscetíveis, tornando-o uma escolha fiável para a gestão de infeções onde o crescimento bacteriano é a patologia primária.

Quais efeitos secundários são possíveis com Fusibact?

Perfil de Segurança Oficial

O perfil de segurança do Fusibact (ácido fusídico tópico) baseia-se na classificação das reações adversas de acordo com a sua frequência, conforme documentado em fontes regulamentares governamentais.

Reações Adversas por Frequência

Os efeitos secundários são geralmente categorizados como reações locais no local de aplicação.

Frequência Classe de Sistemas e Órgãos Exemplos de Reações
Pouco frequentes (Afetam até 1 em cada 100 pessoas) Doenças da pele e tecidos subcutâneos Dermatite (incluindo dermatite de contacto), Erupção cutânea, Prurido (comichão), Eritema (vermelhidão), Sensação de queimadura cutânea, Irritação no local de aplicação, Dor
Raras (Afetam até 1 em cada 1.000 pessoas) Doenças do sistema imunitário, Doenças oculares, Doenças da pele Hipersensibilidade (reação alérgica grave), Angioedema (inchaço, frequentemente do rosto ou garganta), Urticária, Conjuntivite, Bolhas

Reações Adversas Graves

As reações graves e raras documentadas nas informações oficiais do produto incluem a Hipersensibilidade e o Angioedema.

Restrições e Precauções de Segurança

Os documentos regulamentares oficiais contêm avisos e restrições específicos sobre a utilização:

  • Contraindicação: O medicamento não deve ser utilizado por indivíduos com hipersensibilidade (alergia) conhecida ao ácido fusídico ou a qualquer um dos ingredientes inativos (excipientes).
  • Evitar os Olhos: Deve ter-se cuidado para evitar a aplicação nos olhos ou perto destes, devido ao risco de irritação, particularmente ao utilizar o creme ou pomada no rosto.
  • Avisos sobre a Duração: A utilização prolongada ou recorrente é desaconselhada, pois pode aumentar o risco de desenvolvimento de resistência bacteriana e de sensibilização de contacto (alergia ao produto desenvolvida ao longo do tempo).
  • Perigo de Incêndio: Um aviso específico indica que os tecidos, como vestuário ou roupa de cama, que tenham estado em contacto com o produto podem arder mais facilmente, representando um risco grave de incêndio.

Segurança em Populações Específicas

Para mulheres a amamentar, o produto pode ser utilizado uma vez que a absorção sistémica é mínima; no entanto, as orientações regulamentares recomendam evitar a aplicação na zona da mama para prevenir a ingestão acidental pelo lactente.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda: Informações Regulamentares Oficiais

A documentação regulamentar indica que é improvável a ocorrência de uma sobredosagem resultante da aplicação tópica de Fusibact (Ácido Fusídico em creme ou pomada). Esta classificação baseia-se na quantidade insignificante da substância ativa que é absorvida para a corrente sanguínea através da pele.

O principal cenário de sobredosagem abordado é a ingestão acidental da preparação. A rotulagem oficial refere que a ingestão do produto tópico também dificilmente causará qualquer dano, devido à baixa quantidade total de fármaco. Não existem sintomas sistémicos graves formalmente documentados como resultado direto de uma sobredosagem tópica ou ingestão. Em casos de sobredosagem com a forma sistémica (oral) de Ácido Fusídico, os sintomas agudos documentados incluem distúrbios gastrointestinais.

Ações de Emergência Necessárias

Cenário Ação Recomendada pelas Diretrizes
Ingestão Acidental ou Uso Excessivo Contacte um médico ou farmacêutico se estiver preocupado ou se notar algum efeito.
Reação Alérgica Grave Dirija-se imediatamente a um hospital se surgirem sinais de uma reação alérgica grave (ex.: inchaço do rosto, dificuldade em respirar).
Nota Específica para Populações O contacto médico é especificamente exigido se o creme for ingerido acidentalmente por um lactente.

A gestão de uma sobredosagem, quando necessária, é direcionada para o alívio dos sintomas, uma vez que os dados regulamentares demonstram que procedimentos especializados, como a diálise, não aumentam a eliminação do Ácido Fusídico do organismo.

Usos terapêuticos de Fusibact

O Fusibact (ácido fusídico) é utilizado em situações onde a gestão a curto prazo dos sintomas de colonização bacteriana da pele é adequada, sendo frequentemente empregue no tratamento de infeções cutâneas primárias e secundárias. De acordo com o Resumo das Características do Medicamento, a sua utilização é comum em patologias assinaladas pela presença de bactérias suscetíveis, tais como as espécies de Staphylococcus.

Combate a Infeções Bacterianas Primárias da Pele

Este medicamento é habitualmente utilizado para auxiliar em infeções primárias e localizadas da pele e dos folículos pilosos, tais como o impetigo e a foliculite. É indicado para a gestão de sintomas que interferem com o conforto diário, como o eritema (vermelhidão), o edema (inchaço) e a formação de pus, que são característicos das infeções bacterianas cutâneas. Isto proporciona o benefício terapêutico principal de apoiar a resolução da infeção aguda e ajudar a minimizar a sua propagação pela superfície da pele, o que é relevante em contextos pediátricos e de cuidados em regime ambulatório.

Facto Rápido: Apoia o alívio de pus e crostas localizadas.

Controlo de Infeção em Pele Comprometida

O Fusibact é também relevante em contextos clínicos onde uma lesão na pele ou uma condição crónica sofreu uma infeção secundária. Isto inclui a gestão da colonização bacteriana em cortes, abrasões, queimaduras ou feridas cirúrgicas infetadas, bem como o tratamento de dermatoses inflamatórias infetadas, como surtos de eczema. A aplicação apoia a melhoria do conforto diário ao gerir os sintomas infeciosos (exsudação, crostas, sensibilidade), o que pode auxiliar na estabilização da pele comprometida e contribuir para a cicatrização da lesão subjacente.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Fusibact?

A elegibilidade populacional para o Fusibact tópico (Ácido Fusídico) é determinada principalmente pela documentação regulamentar, focando-se nas características do doente e em alergias conhecidas.


Estatuto de Elegibilidade Oficial

Grupo Populacional Estatuto Regulamentar
Grupos Etários (Pediátrico, Adulto, Geriátrico) Elegível em todas as idades, incluindo lactentes, sem restrição de idade mínima.
Gravidez e Amamentação Utilização Permitida devido à absorção sistémica insignificante da forma tópica.
Insuficiência Renal ou Hepática Sem Restrições Formais documentadas para o produto tópico.

Inelegibilidade Absoluta (Contraindicação)

O medicamento não deve ser utilizado por indivíduos com uma hipersensibilidade (alergia) documentada à substância ativa, ao ácido fusídico ou fusidato de sódio, ou a qualquer um dos excipientes específicos presentes na formulação do creme ou da pomada.

A utilização também não é recomendada em infeções cutâneas causadas por bactérias que estejam oficialmente documentadas como não suscetíveis ao ácido fusídico.

Restrições de Rotulagem

Deve ter-se cuidado para evitar a aplicação nos olhos ou perto destes, devido ao risco de irritação. Adicionalmente, deve evitar-se a aplicação do medicamento diretamente na zona da mama se estiver a amamentar, de modo a prevenir o contacto acidental do lactente com o produto.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

Esta secção resume o perfil de interação do Fusibact (ácido fusídico tópico) com base na rotulagem regulamentar oficial e em dados farmacológicos. É importante notar que os riscos de interação descritos referem-se estritamente à coadministração deste produto com outras substâncias.


Risco de Interações Sistémicas

O Fusibact, quando aplicado topicamente sob a forma de creme ou pomada, está associado a uma absorção sistémica insignificante da substância ativa, o ácido fusídico. Devido a esta exposição sistémica mínima, o perfil regulamentar conclui que o risco de interações clinicamente significativas com produtos medicinais de administração sistémica (como comprimidos orais ou injeções) é improvável.

As informações oficiais de prescrição referem frequentemente que não foram realizados estudos específicos de interação fármaco-fármaco para a formulação tópica, uma vez que estes não são habitualmente justificados dada a baixa taxa de absorção. Consequentemente, não constam formalmente na lista de coadministração sistémica medicamentos específicos que interajam, combinações contraindicadas ou necessidades de separação no horário das doses.

Interações Locais e Excipientes

A formulação contém ingredientes inativos (excipientes) que podem, ocasionalmente, resultar em reações cutâneas locais, como a dermatite de contacto. Tratam-se de reações dos tecidos locais aos componentes do produto e não representam uma interação fármaco-fármaco. Os doentes devem estar atentos a quaisquer excipientes listados, tais como o álcool cetílico ou o sorbato de potássio, mencionados na informação oficial do produto.

Mecanismo de ação

Bloqueio da Síntese Proteica Bacteriana

O mecanismo de ação do Ácido Fusídico (Fusibact) define-se pela sua atividade como um inibidor alostérico, visando especificamente a enzima bacteriana denominada Fator de Elongação G (EF-G) nos organismos suscetíveis. A molécula penetra na célula e liga-se diretamente à enzima EF-G enquanto esta se encontra complexada com o ribossoma 70S, após a hidrólise de GTP. Esta interação de ligação estabiliza o complexo EF-G-ribossoma, bloqueando funcionalmente a enzima na sua posição.

Mecanismo de Bacteriostase (Interrupção do Crescimento Celular)

A estabilização do complexo ribossómico impede que o EF-G se dissocie e seja reciclado, interrompendo, por conseguinte, a etapa de translocação da montagem proteica. Este bloqueio molecular interrompe de imediato o fluxo de informação genética para proteínas funcionais, impossibilitando a síntese de componentes estruturais e funcionais essenciais à replicação celular. A falha subsequente na síntese proteica resulta num efeito bacteriostático, que suprime o crescimento e a multiplicação da população bacteriana.

Limitações Devido à Modificação do Alvo

O mecanismo inibitório é limitado por duas vias principais de resistência: mutações pontuais no gene bacteriano fusA, que codifica o EF-G e reduz a afinidade de ligação do fármaco; ou a expressão de proteínas protetoras (por exemplo, FusB) que contornam ativamente o efeito de estabilização, neutralizando funcionalmente a ação pretendida.

Informações sobre dosagem e administração

O Fusibact (ácido fusídico) é uma preparação antibiótica tópica utilizada de acordo com protocolos de administração específicos, delineados em documentos regulamentares, para gerir infeções cutâneas localizadas. O padrão de utilização é definido pela sua via de aplicação, frequência e duração estritamente limitada, de forma a apoiar a utilização responsável de antibióticos.


Administração e Esquema Posológico

O medicamento destina-se exclusivamente a uso cutâneo e é apresentado sob a forma de creme ou pomada, geralmente formulado a 20 mg/g (2% p/p). A administração desta preparação envolve a aplicação de uma pequena quantidade na área da pele infetada.

Característica Diretrizes Oficiais de Utilização
Via de Administração Tópica (Apenas aplicação cutânea).
Frequência em Lesões Expostas Aplicado três ou quatro vezes ao dia.
Frequência em Lesões Cobertas A aplicação pode ser reduzida para uma ou duas vezes ao dia se a área estiver coberta com um penso oclusivo.
Limite de Duração do Tratamento O tratamento é geralmente limitado a um máximo de 14 dias para ajudar a mitigar o risco de desenvolvimento de resistências.

Regras Principais de Administração

O regime posológico é o mesmo para adultos e crianças, uma vez que a absorção sistémica a partir da forma tópica é considerada insignificante. Antes e após a aplicação, as mãos devem ser lavadas, a menos que as próprias mãos estejam a ser tratadas.

Em termos de procedimentos, a preparação deve ser espalhada suavemente na pele, devendo ter-se especial cuidado para evitar o contacto com os olhos. Embora o uso tópico seja geralmente permitido durante a amamentação, a preparação deve ser evitada na zona da mama para prevenir a ingestão acidental pelo lactente. Caso uma dose seja esquecida, deve ser aplicada assim que houver memória do facto, retomando-se depois o horário regular; não deve ser aplicada uma dose dupla. O protocolo geral de utilização é definido por esta aplicação localizada, de curta duração e elevada frequência, garantindo que o antibiótico é administrado diretamente de acordo com a rotulagem oficial.

Evidência clínica recente

Provas Científicas / Visão Geral dos Estudos

O Ácido Fusídico tópico tem sido avaliado num corpo de investigação que inclui Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e Revisões Sistemáticas. Esta visão geral descreve a estrutura das provas disponíveis e os aspetos que a investigação tem explorado.


Evidência em Infeções Cutâneas Localizadas Primárias

O principal corpo de investigação sobre o Ácido Fusídico tópico tem examinado o seu papel em infeções bacterianas primárias da pele, tais como o impetigo e a foliculite. Os estudos, realizados maioritariamente com doentes pediátricos, consistiram em ECA cegos de curta duração. Estes monitorizaram resultados como o sucesso clínico (avaliando alterações nos sinais físicos) e a erradicação bacteriológica (monitorizando a presença de agentes patogénicos). Os relatórios de investigação descreveram padrões de sucesso clínico e medições de depuração de agentes patogénicos nos grupos de estudo durante intervalos de avaliação curtos. A investigação também comparou as medições de sucesso clínico com as reportadas para outros antibióticos tópicos comuns.


Evidência em Doenças de Pele com Infeção Secundária

A investigação que explora esta aplicação utilizou principalmente ECA para avaliar produtos de combinação que incluíam Ácido Fusídico e um corticosteróide tópico. Os estudos focaram-se em doentes com suspeita de infeção secundária no contexto de eczema e monitorizaram alterações nas Pontuações de Gravidade da Doença. Os resultados foram, por vezes, mistos; alguns ensaios descreveram medições de melhoria clínica semelhantes às reportadas para o componente esteroide tópico utilizado isoladamente. Os estudos clínicos também examinaram o uso do medicamento em Infeções Superficiais da Pele e Tecidos Moles (IPTM), tais como cortes infetados, onde a evidência é frequentemente descrita como subotimizada para retirar conclusões robustas.


Evidência em Populações Especiais e Lacunas na Investigação

A investigação tem-se focado primordialmente no papel do medicamento em populações pediátricas. Os resultados descreveram padrões de alteração de sintomas medidos nestes grupos. Para outros grupos, como adultos mais velhos ou no contexto da gravidez, a investigação permanece limitada ou está ainda a emergir. A base de evidência inclui ensaios mais antigos, assinalados por limitações metodológicas, e as curtas durações de acompanhamento significam que os dados para resultados a longo prazo são insuficientes. A literatura científica também relata observações relacionadas com o potencial de desenvolvimento de resistência bacteriana associado à utilização generalizada de antibióticos tópicos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Fusibact (FAQ)

P: Quais são os sinais de que uma pessoa pode estar a ter uma reação alérgica ao Fusibact?

As informações oficiais do produto indicam que as reações alérgicas graves, conhecidas como hipersensibilidade, são possíveis embora raras. Os sinais de uma reação séria podem incluir inchaço, frequentemente do rosto ou da garganta (angioedema), tonturas graves, dificuldade em respirar ou o aparecimento de urticária generalizada ou bolhas. Se algum destes sintomas surgir, justifica-se a consulta com um profissional de saúde.


P: O Fusibact é seguro para ser utilizado no rosto?

Os documentos regulamentares destacam uma precaução crucial ao aplicar este medicamento no rosto: o contacto com os olhos ou áreas próximas é oficialmente desaconselhado devido ao potencial de irritação. As diretrizes oficiais, geralmente, não restringem a utilização noutras partes da pele do rosto.


P: Existem áreas específicas do corpo onde o Fusibact não deva ser aplicado?

As orientações oficiais identificam algumas áreas fundamentais que são desaconselhadas. Isto inclui a aplicação do produto nos olhos ou perto destes e na zona da mama de uma pessoa que esteja a amamentar. Além disso, a orientação oficial sugere que se tenha cuidado ao aplicar o medicamento em áreas extensas da pele ou em feridas abertas.


P: É seguro utilizar Fusibact em pequenos cortes ou escoriações infetadas?

De acordo com a documentação regulamentar, o Fusibact está indicado para o tratamento de infeções cutâneas secundárias. Esta indicação abrange frequentemente feridas traumáticas infetadas, tais como pequenos cortes e escoriações infetadas.


P: O que devo fazer se o Fusibact entrar acidentalmente em contacto com os olhos, nariz ou boca?

A informação oficial do produto sugere que a ingestão acidental de uma pequena quantidade do creme ou da pomada dificilmente causará danos, dada a absorção mínima pelo organismo. No entanto, se qualquer quantidade entrar em contacto com os olhos, nariz ou boca, ou se houver preocupação após a ingestão de uma quantidade elevada, a orientação oficial sugere a consulta de um profissional de saúde.


P: O Fusibact pode ser utilizado em áreas extensas da pele?

A preparação tópica de Fusibact destina-se, geralmente, ao tratamento de infeções localizadas ou confinadas a pequenas áreas da pele. Se uma infeção bacteriana da pele for generalizada ou cobrir uma área grande, as recomendações clínicas oficiais indicam frequentemente que um tratamento alternativo, como um antibiótico oral, pode ser considerado mais apropriado.


P: Porque é que evitar o contacto com os olhos é considerado uma precaução importante para o creme Fusibact?

As precauções regulamentares oficiais desaconselham especificamente o contacto com os olhos porque o medicamento pode causar irritação local ou inflamação. Em casos raros, a entrada do produto no olho foi associada a conjuntivite. Esta orientação visa prevenir o desconforto ocular potencial ou problemas mais graves decorrentes de um contacto prolongado.


P: O Fusibact ajuda a reduzir o inchaço e a vermelhidão de uma área infetada?

O Fusibact funciona como um antibiótico, atuando no controlo da causa bacteriana da infeção. O inchaço e a vermelhidão (eritema) são sinais de inflamação que ocorrem juntamente com a infeção. À medida que o medicamento atua para eliminar a população bacteriana, estes sintomas inflamatórios começam frequentemente a diminuir.


P: O Fusibact é eficaz contra infeções por estafilococos (Staph) na pele?

Sim, os documentos regulamentares oficiais referem que o Fusibact é ativo contra um espectro restrito, mas clinicamente importante, de bactérias. Isto inclui o Staphylococcus aureus e certas espécies de Streptococcus, que são agentes comuns em muitas infeções bacterianas da pele.


P: Qual é a diferença entre o Fusibact em creme e a formulação em pomada?

A principal diferença entre o creme e a pomada reside nos seus ingredientes de base e na textura. A formulação em pomada é geralmente mais oleosa e gordurosa em comparação com o creme. Esta distinção na formulação pode levar a que um seja preferido em relação ao outro para tipos de pele específicos ou localizações da infeção.


P: Quanto tempo demora normalmente para uma infeção da pele começar a melhorar após a utilização do Fusibact?

Com base na informação oficial para o doente, os indivíduos podem geralmente esperar ver os primeiros sinais de melhoria na sua infeção cutânea após alguns dias de início do tratamento. Se não for observada melhoria dentro deste período inicial, é apropriado consultar um profissional de saúde.


P: O que significa se o Fusibact tiver um corticosteróide na sua composição (ex.: Fusibact B)?

Quando o Fusibact é prescrito como um produto combinado, contém duas substâncias ativas: o antibiótico Ácido Fusídico e um corticosteróide (um medicamento que reduz a inflamação). O corticosteróide é adicionado para ajudar a gerir sintomas como o inchaço e a comichão que estão frequentemente presentes em problemas de pele, como o eczema, que se tornaram infetados.


P: Existem interações conhecidas entre o creme Fusibact e as vacinas comuns?

A informação farmacológica oficial refere que a formulação tópica de Fusibact tem apenas uma absorção mínima para a corrente sanguínea. Por este motivo, considera-se improvável o risco de interações clinicamente significativas com vacinas.


P: O Fusibact trata problemas de pele causados por vírus ou fungos?

Não. De acordo com as indicações oficiais, o Fusibact é classificado como um antibiótico. É formulado para visar e suprimir apenas o crescimento de bactérias suscetíveis. O produto não é eficaz no tratamento de condições cutâneas causadas por vírus ou fungos.


P: O Fusibact pode causar alterações na cor ou textura da pele com o uso prolongado?

A formulação de substância ativa única do Fusibact não está formalmente associada a alterações a longo prazo na cor ou textura da pele. No entanto, é importante notar que os produtos combinados que contêm um corticosteróide podem apresentar avisos específicos sobre o adelgaçamento da pele ou descoloração, caso sejam utilizados por períodos prolongados para além da duração recomendada.


P: O efeito do Fusibact desaparece rapidamente após a aplicação?

A frequência de aplicação, que é tipicamente várias vezes ao dia conforme as instruções, é definida para manter um nível constante e eficaz do antibiótico na pele. Este cronograma de aplicação é necessário para manter o controlo sobre a população bacteriana e prevenir o seu crescimento.


P: É verdade que o Fusibact não interage normalmente com a maioria dos suplementos de ervas?

A orientação oficial para o doente indica que não existe nenhum problema conhecido ou documentação formal de interações entre a formulação tópica de Fusibact e a maioria dos remédios comuns à base de ervas ou suplementos nutricionais.


P: Porque é que é importante limpar a área afetada antes de aplicar o Fusibact?

A informação para o doente aconselha frequentemente a limpeza da área infetada antes da aplicação. Esta instrução destina-se a garantir que o medicamento possa fazer contacto direto com o local da infeção, ajudando a remover detritos ou resíduos de aplicações anteriores.


P: Quais são os componentes do produto combinado Fusibact B?

Os produtos combinados, por vezes indicados com um sufixo como 'B', contêm dois componentes ativos principais. Estes são o Ácido Fusídico, que atua como antibiótico, e um corticosteróide como a Betametasona, que é incluído para ajudar a reduzir os sintomas de inflamação da pele.

Como Fusibact deve ser armazenado e descartado?

O Fusibact (ácido fusídico) em creme deve ser conservado de acordo com as especificações regulamentares para manter a sua eficácia. O requisito principal é manter o produto a uma temperatura que, geralmente, não exceda os 25°C e guardá-lo num local seco, protegido da humidade.

Ambientes de Conservação Proibidos: O medicamento não deve ser refrigerado nem pode ser congelado.

Estabilidade e Segurança:

O creme deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças e mantido na embalagem original com a bisnaga bem fechada.

Uma regra de estabilidade crítica é que o conteúdo da bisnaga deve ser rejeitado 4 semanas (28 dias) após a sua primeira abertura.

Instruções de Eliminação:

O creme expirado ou não utilizado não deve ser eliminado através de águas residuais ou do lixo doméstico devido a preocupações ambientais. Deve ser eliminado de acordo com os requisitos locais oficiais para produtos medicinais.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

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