Funistatin

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Funistatin

Opção de tratamento: Infection, Oral Cavity

Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Funistatin

Propriedade Descrição
Princípio ativo Nistatina (DCI)
Formas Suspensão oral, comprimido, pastilha, creme, pomada, pó
Classe farmacológica Agente Antifúngico (Antibiótico Macrólido Poliénico)
Uso comum Candidíase (infeções por leveduras)
Origem Produto natural (derivado de Streptomyces noursei)

O Funistatin é um nome comercial registado para o princípio ativo nistatina, um medicamento desenvolvido especificamente para o controlo de infeções causadas por fungos e leveduras. Está classificado como um agente antifúngico pertencente à classe exclusiva dos antibióticos macrólidos poliénicos. A nistatina é amplamente reconhecida do ponto de vista clínico pela sua eficácia estabelecida contra a candidíase mucocutânea e gastrointestinal, o que a torna uma opção verificada para a gestão do crescimento excessivo de leveduras nestas áreas específicas.

O que é o Funistatin e qual a sua Classe Farmacológica?

O componente central do Funistatin é a nistatina, uma substância produzida naturalmente pela bactéria Streptomyces noursei. É classificada, com base na sua composição química, como um macrólido poliénico, uma característica estrutural distinta que lhe confere o seu mecanismo seletivo. Ao contrário dos antibióticos de largo espetro utilizados contra doenças bacterianas, a nistatina não possui atividade eficaz contra bactérias ou vírus, concentrando o seu efeito exclusivamente em células fúngicas suscetíveis. Esta especificidade é um fator diferenciador fundamental na sua identidade farmacológica.

Composição, Origem e Formas Disponíveis de Funistatin

O Funistatin é formulado como um produto de ingrediente único, confirmando que a nistatina é o seu único componente ativo. Uma propriedade crucial da nistatina é a sua absorção insignificante a partir do trato gastrointestinal quando administrada por via oral, uma característica sustentada por estudos farmacológicos estabelecidos. Esta característica diferenciadora garante que o fármaco atue localmente na boca ou no intestino. Consequentemente, o Funistatin está disponível em várias formas farmacêuticas, incluindo suspensão oral e comprimidos para uso local por via interna, e preparações tópicas como creme, pomada e pó para aplicação na pele e nas membranas mucosas.

Como o Funistatin Alcança o seu Propósito Antifúngico

O Funistatin atinge o seu propósito fungicida ou fungistático através de uma ação altamente direcionada. Atua ligando-se especificamente ao ergosterol, um esterol encontrado exclusivamente na membrana celular fúngica. Esta ligação resulta na interrupção da integridade da parede celular, levando à formação de poros e à subsequente fuga de material celular vital. Este mecanismo diferenciador assegura que o medicamento controle eficazmente a população de leveduras e fungos causadora da infeção, perturbando a sua estrutura fundamental.

Quais efeitos secundários são possíveis com Funistatin?

Possíveis Efeitos Secundários e Informações de Segurança

O Funistatin (nistatina) caracteriza-se por um perfil de segurança que reflete a sua absorção sistémica insignificante após a administração oral, o que significa que a maioria das reações adversas documentadas ocorre localmente no local de aplicação. Estes efeitos são formalmente classificados por frequência e agrupados em classes de sistemas de órgãos específicas, de acordo com as normas regulamentares.


Reações Adversas Documentadas

Os efeitos adversos são observados principalmente na classe das doenças gastrointestinais (para as formas orais) e na classe das afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos (para todas as formas).

Classificação Exemplos de Reações Listadas Oficialmente
Comuns / Pouco Comuns Náuseas, vómitos, diarreia, desconforto gastrointestinal, irritação oral e sensibilização.
Raras / Muito Raras Erupção cutânea, urticária, reações alérgicas graves (incluindo angioedema e anafilaxia), taquicardia e a reação cutânea grave, síndrome de Stevens-Johnson.

Considerações de Segurança em Contextos Específicos

Os documentos oficiais incluem notas específicas relativas a certas populações e restrições de utilização.

  • Hipersensibilidade e Contraindicação: Uma história conhecida de hipersensibilidade à nistatina ou a qualquer componente da formulação constitui uma contraindicação. O tratamento deve ser interrompido se surgirem sinais de irritação ou sensibilização durante a utilização.
  • Gravidez e Amamentação: O Funistatin está classificado na Categoria C de Gravidez, indicando que se desconhece se pode causar danos fetais. Recomenda-se precaução em mulheres em período de amamentação, uma vez que não se sabe se o fármaco é excretado no leite humano.
  • Insuficiência Renal: Embora a absorção sistémica seja geralmente mínima, doentes com insuficiência renal podem ocasionalmente apresentar concentrações plasmáticas mensuráveis de nistatina quando recebem terapia por via oral.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

A documentação técnica oficial relativa à sobredosagem de Funistatin (nistatina) descreve manifestações que são predominantemente localizadas, refletindo a absorção limitada do fármaco a partir do trato gastrointestinal e da pele. A exposição excessiva apresenta-se habitualmente através de sintomas como desconforto gastrointestinal, náuseas, vómitos e diarreia.

O perfil farmacológico confirma que não é expectável toxicidade sistémica após uma ingestão oral excessiva. Isto deve-se à propriedade estabelecida de absorção sistémica insignificante da nistatina. Como resultado, não se encontram documentados efeitos sistémicos graves ou potencialmente fatais na informação oficial do produto.

Ações de Emergência Necessárias

Situação Ação Oficial
Suspeita ou conhecimento de exposição excessiva Procurar assistência médica imediata ou contactar os serviços de emergência.
Gestão de sintomas É necessário um tratamento sintomático e de suporte.
Tratamento específico Não se conhece um antídoto específico para a sobredosagem de nistatina.

As orientações determinam que deve ser procurada assistência médica urgente em todos os casos de sobredosagem conhecida ou suspeita, especialmente se as manifestações gastrointestinais forem graves ou persistentes. A observação clínica e a monitorização hospitalar podem ser necessárias para gerir estes sintomas localizados e apoiar o estado do doente. Esta abordagem garante que todos os eventos de exposição excessiva sejam avaliados por um profissional de saúde, de acordo com os protocolos normalizados vigentes.

Usos terapêuticos de Funistatin

O que o Funistatin trata: Principais Usos e Benefícios

O Funistatin é habitualmente utilizado para a gestão de sintomas que se podem tornar mais percetíveis. A indicação oficial de um fármaco é considerada relevante e pode destinar-se especificamente ao tratamento sintomático quando apropriado.

Este medicamento é aplicado em contextos clínicos que envolvam padrões de sintomas agudos ou instáveis, nos quais podem surgir subitamente sintomas relacionados com desconforto físico, desequilíbrio sistémico ou um aumento da atividade fisiológica. É considerado relevante em cenários onde os sintomas se intensificam temporariamente, como em condições que apresentam manifestações episódicas ou flutuantes, ou naquelas marcadas por um desequilíbrio fisiológico passageiro.

Os domínios terapêuticos do Funistatin são utilizados para gerir conjuntos de sintomas que interferem com o conforto diário, auxiliando em sintomas associados a episódios agudos e apoiando contextos marcados por esforço funcional. Contribui para atenuar a carga sintomática global e pode ajudar a melhorar o conforto quotidiano durante os períodos sintomáticos.

“O Funistatin auxilia na manutenção da estabilidade e apoia o bem-estar geral em situações que requerem assistência sintomática adicional.”


Facto Rápido: Alívio do Desconforto Sintomático

O Funistatin é aplicado quando os sintomas criam um esforço fisiológico percetível, podendo fazer parte da gestão sintomática quando os sintomas interferem com as atividades rotineiras.

Critérios de utilização e restrições

Quem pode e não pode utilizar Funistatin

O perfil de elegibilidade para o Funistatin é rigorosamente definido com base na ação local pretendida do fármaco e no seu perfil de segurança estabelecido.

Populações que Não Devem Utilizar Funistatin

O Funistatin está contraindicado em qualquer doente com historial conhecido de hipersensibilidade ou alergia à nistatina ou a qualquer componente inativo da sua formulação.

Além disso, o medicamento não é indicado para o tratamento de micoses sistémicas, que são infeções fúngicas nos tecidos profundos ou na corrente sanguínea. Esta exclusão baseia-se no facto de a nistatina apresentar uma absorção insignificante pelo organismo quando administrada por via oral ou tópica, não atingindo níveis terapêuticos na circulação sanguínea.

Elegibilidade Estabelecida e Restrições Especiais

A utilização está estabelecida e é permitida para o tratamento da candidíase local em adultos e em todas as populações pediátricas, incluindo recém-nascidos e bebés. Embora a maioria dos grupos etários seja elegível, certas formas farmacêuticas sólidas, como as pastilhas, podem ter restrições de idade relacionadas com a segurança da sua administração e o risco de asfixia em crianças pequenas.

A elegibilidade, de uma forma geral, não é restringida por insuficiência hepática ou renal, devido ao efeito estritamente local do fármaco e à sua ausência de metabolismo sistémico significativo. A utilização é permitida durante a gravidez e a amamentação quando claramente necessária, dado que a absorção sistémica mínima assegura um baixo risco de exposição para o feto ou para o lactente. No entanto, o uso das formas orais não é recomendado caso exista suspeita ou confirmação de perfuração gastrointestinal ou ulceração mucosa grave, para evitar qualquer absorção indesejada através de tecidos danificados.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações do Funistatin com outros medicamentos e produtos

O perfil de interações do Funistatin (nistatina) é definido principalmente por uma propriedade farmacocinética única: o princípio ativo apresenta uma absorção sistémica insignificante quando administrado por via oral. Isto significa que a substância não entra na corrente sanguínea em quantidades detetáveis e, consequentemente, não sofre metabolismo hepático nem afeta as vias de eliminação renal. Esta característica não sistémica dita uma ausência notável de interações medicamentosas típicas na documentação técnica.

Ausência de Interações Farmacocinéticas Sistémicas

A documentação oficial confirma que o Funistatin não interage com medicamentos baseados em vias sistémicas comuns. Não existem declarações relativas a interações que envolvam as principais enzimas metabólicas, como o sistema do citocromo P450 (CYP), ou transportadores de fármacos como a P-gp. Esta falta de exposição sistémica confirma que não são necessários ajustes na dosagem de fármacos coadministrados com base em efeitos metabólicos ou de transportadores sistémicos.

Interações Locais e de Procedimento Documentadas

Embora não existam interações sistémicas documentadas, aplicam-se as seguintes restrições oficiais:

A coadministração de Funistatin com outros agentes antifúngicos de ação local, especificamente o clotrimazol, pode resultar numa diminuição da atividade antifúngica do clotrimazol. Esta é considerada uma interação farmacodinâmica que deve ser tida em conta na gestão da terapia.

Relativamente aos requisitos de tempo, existe uma regra de administração que determina que os doentes que utilizam a suspensão oral evitem consumir qualquer alimento ou bebida durante aproximadamente 30 minutos após a utilização. Esta restrição de procedimento é necessária para preservar o tempo de contacto do medicamento com o local da infeção e garantir a eficácia local.

No que diz respeito a alimentos e álcool, não se encontram documentadas quaisquer interações específicas entre o Funistatin e produtos alimentares ou alcoólicos.

Mecanismo de ação

Interrupção Direcionada da Membrana Celular Fúngica

O princípio ativo do Funistatin, a nistatina, exerce a sua ação através de um mecanismo específico que envolve o ergosterol, um esterol característico encontrado exclusivamente nas membranas das células fúngicas. O fármaco liga-se fisicamente a este alvo, um passo molecular inicial crucial que compromete a integridade estrutural do agente patogénico. Este mecanismo baseia-se numa toxicidade seletiva, uma vez que as células do hospedeiro humano não possuem ergosterol, o que estabelece a especificidade deste processo.


Cascata de Colapso Osmótico e Metabólico

A ligação do Funistatin leva à rápida agregação de moléculas, resultando na criação de poros transmembranares (canais) na membrana da célula fúngica. Este dano estrutural causa uma perda imediata e desregulada da permeabilidade seletiva da célula. O consequente fluxo de componentes intracelulares vitais para o exterior (como os iões de potássio) e a perda dos gradientes iónicos necessários provocam danos irreversíveis no equilíbrio osmótico e metabólico da célula, resultando na morte celular (lise).


Âmbito Mecanístico Localizado

O mecanismo está limitado pelas propriedades físico-químicas do fármaco, uma vez que a nistatina apresenta uma absorção insignificante para a corrente sanguínea. Consequentemente, a destruição celular é estritamente um efeito local, ocorrendo apenas onde o medicamento entra em contacto direto com o fungo (por exemplo, no lúmen gastrointestinal ou na superfície da pele). Esta ação localizada restringe a influência do mecanismo apenas aos locais de contacto direto.

Informações sobre dosagem e administração

Orientações Oficiais de Administração e Posologia

O Funistatin (nistatina) é administrado através de duas vias distintas, conforme descrito nas normas técnicas: a via oral, para um efeito localizado na boca e no trato gastrointestinal, e a via tópica ou cutânea, para aplicação na pele e nas membranas mucosas. As formas farmacêuticas orais disponíveis incluem a suspensão e as pastilhas, enquanto as formas tópicas são fornecidas como creme, pomada ou pó.

Para a utilização da suspensão oral em adultos, o regime padrão indicado é de 400.000 a 600.000 unidades por dose, administradas quatro vezes ao dia (4x/dia). As preparações tópicas, tais como o creme ou a pomada, são tipicamente aplicadas em toda a área afetada duas vezes ao dia (2x/dia).

As instruções oficiais estabelecem técnicas de administração específicas. A suspensão oral deve ser bem agitada antes da medição, e a dose medida deve ser mantida na boca durante o máximo de tempo possível antes de ser engolida, de modo a maximizar o contacto local. As pastilhas destinam-se a uma dissolução lenta na boca e não devem ser mastigadas nem engolidas inteiras.

O tratamento não deve ser interrompido prematuramente. No caso de infeções orais, a administração deve continuar por um período mínimo de 48 horas após o desaparecimento dos sintomas na zona da boca. Para o uso tópico, o ciclo é mantido até que a cicatrização esteja completa. Regras específicas para populações determinam uma dose inferior para bebés (por exemplo, 200.000 unidades, 4x/dia), e a forma em pastilha não está especificada para crianças com menos de cinco anos de idade.

Evidência clínica recente

Evidência Científica / Visão Geral dos Estudos sobre o Funistatin


Evidência para o Uso em Candidíase Oral Localizada

O conjunto de evidência científica que explora o Funistatin na candidíase oral localizada (frequentemente designada como "sapinho") inclui diversos Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECA). Estes estudos de curto prazo foram complementados por Revisões Sistemáticas e Meta-análises que reuniram e analisaram os resultados de múltiplos ensaios individuais. Esta investigação examinou indicadores relacionados com o desconforto físico e condições que envolvem períodos de agravamento de sintomas em diversas populações, incluindo bebés, crianças e adultos.

Neste âmbito, os investigadores avaliaram dois resultados principais: a cura clínica, que descreve a resolução das lesões visíveis e dos sintomas; e a cura micológica, que se refere à erradicação do fungo da área afetada. Os estudos indicam que os resultados descrevem padrões observados tanto na resolução clínica quanto na taxa de eliminação da levedura nas populações estudadas, ajudando a contextualizar a experiência relatada pelos doentes ao longo de intervalos de tempo definidos.

Evidência para Uso Tópico em Candidíase Cutânea e Mucosa

A evidência sobre as formulações tópicas de Funistatin (cremes e pomadas) para infeções fúngicas da pele e mucosas, tais como as que ocorrem em pregas cutâneas ou na candidíase vulvovaginal, foi avaliada em ensaios que monitorizaram resultados relacionados com estados inflamatórios ou irritativos. Estes estudos consistiram principalmente em Ensaios Clínicos Aleatorizados e Controlados (ECA) que compararam a formulação com um placebo ou com outro tratamento ativo. Os ensaios acompanharam a resolução de sinais visíveis de infeção e resultados relatados pelos doentes sobre o desconforto percecionado, como o prurido (comichão) e o ardor.

Dados a Longo Prazo e Durabilidade do Efeito

O panorama da investigação sobre o Funistatin indica que a maior parte da evidência clínica disponível se foca em resultados a curto prazo. Isto reflete a natureza tipicamente aguda das infeções fúngicas para as quais o fármaco foi estudado. Geralmente, os estudos monitorizaram as respostas dos doentes apenas durante o período do tratamento, que frequentemente varia entre 7 a 14 dias. Embora alguns ensaios tenham acompanhado brevemente os doentes após este período para avaliar a recorrência da infeção, não estão totalmente estabelecidos dados extensos que permitam compreender os efeitos a longo prazo ou a durabilidade da resposta inicial ao longo de vários meses.

Principais Limitações e Incertezas na Investigação

Apesar do longo historial de investigação do Funistatin, os estudos estão estruturados em torno da sua absorção insignificante pelo organismo, focando-se quase exclusivamente em efeitos locais. Não existem dados disponíveis para resultados sistémicos (em todo o corpo) e os resultados aplicam-se apenas à candidíase local. Adicionalmente, verifica-se frequentemente uma falta de evidência comparativa face às classes mais recentes de fármacos antifúngicos sistémicos e tópicos, existindo evidência comparativa direta limitada em relação a estas novas classes de medicamentos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Funistatin (FAQ)

P: Preciso de receita médica para obter Funistatin?

R: De acordo com as informações oficiais, este medicamento está geralmente disponível apenas mediante receita médica passada por um profissional de saúde licenciado.

P: Existe uma versão genérica do Funistatin disponível?

R: Sim, Funistatin é o nome comercial registado. O nome genérico da substância ativa deste medicamento é nistatina.

P: O Funistatin é utilizado para prevenção ou tratamento?

R: Este medicamento está aprovado tanto para o tratamento como para a prevenção de infeções fúngicas locais, como a candidíase oral (frequentemente chamada de "sapinho"). O objetivo específico deve ser determinado pelo profissional de saúde.

P: Os idosos podem utilizar Funistatin?

R: Não existem recomendações posológicas específicas ou precauções especiais documentadas para idosos nas informações oficiais de prescrição. As condições gerais de utilização aplicam-se a toda a população adulta.

P: É seguro conduzir ou operar máquinas enquanto utilizo Funistatin?

R: Os documentos oficiais indicam que não existe efeito conhecido deste medicamento sobre a capacidade de conduzir ou utilizar máquinas. A ação do fármaco é localizada e não sistémica.

P: É verdade que o Funistatin pode causar dores de cabeça?

R: As dores de cabeça não constam habitualmente na lista de efeitos secundários comuns documentados oficialmente. A maioria dos efeitos secundários registados é localizada na área onde o fármaco é aplicado, refletindo a sua absorção mínima.

P: O Funistatin tem um efeito sedativo?

R: O perfil oficial de efeitos secundários do medicamento não lista habitualmente a sedação ou a sonolência como uma reação comum ou documentada.

P: O Funistatin pode ser utilizado por pessoas com problemas hepáticos?

R: O perfil de elegibilidade para este medicamento não é, geralmente, restringido por insuficiência hepática. Isto deve-se ao facto de o fármaco ser minimamente absorvido pelo organismo quando tomado por via oral ou aplicado topicamente.

P: Quais são as interações potenciais conhecidas com o álcool?

R: As fontes oficiais não documentam interações específicas entre este medicamento e bebidas alcoólicas, o que é consistente com a absorção sistémica insignificante do fármaco.

P: O Funistatin pode ser tomado com analgésicos comuns?

R: Devido à sua absorção sistémica negligenciável, a substância ativa é descrita como sendo geralmente compatível com medicamentos analgésicos comuns de venda livre.

P: Existem interações com medicamentos comuns para a gripe ou constipação?

R: Dada a absorção sistémica mínima da substância ativa, não se antecipam interações medicamentosas importantes com a maioria dos medicamentos comuns para a gripe ou constipação.

P: O Funistatin interage com suplementos comuns como vitaminas ou produtos à base de plantas?

R: Existe uma falta de dados específicos sobre interações com a maioria dos suplementos e remédios herbais, uma vez que estes produtos não são frequentemente testados da mesma forma que os medicamentos sujeitos a receita médica.

P: Qual é o risco de ter uma interação grave?

R: A documentação oficial refere a ausência de interações medicamentosas sistémicas típicas devido à absorção mínima. Reações alérgicas muito graves são descritas como sendo raras.

P: O Funistatin é seguro para utilização durante a gravidez?

R: O medicamento está classificado numa categoria que aconselha prudência. Recomenda-se cautela quanto à utilização durante a gravidez, devido à absorção sistémica mínima do fármaco.

P: As mulheres que estão a amamentar podem utilizar Funistatin?

R: Não se sabe se o medicamento é excretado no leite humano. Recomenda-se precaução para mães que amamentam, embora a absorção sistémica do fármaco seja considerada mínima quando utilizado por via oral ou tópica.

P: Quanto tempo demora normalmente a sentir os efeitos do Funistatin?

R: Para utilização tópica, o alívio precoce dos sintomas cutâneos pode surgir entre 2 a 3 dias. Uma resposta terapêutica completa pode exigir um período de administração mais longo.

P: Quanto tempo permanece o Funistatin no meu organismo após a última utilização?

R: A absorção sistémica do fármaco é mínima; a maior parte é eliminada de forma inalterada através das fezes. A substância ativa não é absorvida em quantidades que permitam estabelecer uma medida típica de eliminação do corpo.

P: É possível que o Funistatin deixe de fazer efeito com o tempo?

R: A investigação refere que a resistência à substância ativa é mínima no alvo mais comum, a Candida albicans. No entanto, pode desenvolver-se resistência noutras espécies de Candida.

P: É normal sentir tonturas ao iniciar o Funistatin?

R: As tonturas não estão listadas como um efeito secundário comum. São mencionadas como um potencial sintoma de uma reação alérgica rara e grave.

P: Os efeitos secundários do Funistatin são temporários ou duram todo o tempo de utilização?

R: A informação técnica não especifica habitualmente uma duração fixa para os efeitos secundários comuns. Efeitos persistentes ou que piorem devem ser avaliados por um profissional de saúde.

P: Porque é que o Funistatin é tomado várias vezes ao dia em vez de apenas uma vez?

R: As diretrizes de administração para a candidíase oral especificam que o medicamento é tomado habitualmente quatro vezes ao dia. Esta frequência é necessária para garantir um tempo de contacto adequado entre o medicamento e o local da infeção.

P: Existe uma hora do dia que seja melhor para utilizar o Funistatin?

R: As instruções sugerem frequentemente o espaçamento das doses de forma igual ao longo do dia. No caso da suspensão oral, recomenda-se frequentemente a utilização após as refeições e ao deitar para maximizar o tempo de contacto.

P: O que acontece se eu esquecer uma dose de Funistatin?

R: Se falhar uma dose, recomenda-se tomá-la assim que se lembrar, a menos que esteja próximo da hora da dose seguinte. Nesse caso, a dose esquecida deve ser saltada e não se deve tomar uma dose dupla.

P: O que devo fazer se um efeito secundário ligeiro de Funistatin me incomodar?

R: Se um efeito secundário ligeiro for incómodo ou persistente, pode ser apropriada uma revisão com um profissional de saúde.

P: O Funistatin pode ser cortado ao meio ou esmagado?

R: As instruções especificam que as formas em pastilha devem dissolver-se lentamente na boca e não devem ser mastigadas nem engolidas inteiras. Alterar o medicamento não é recomendado sem aconselhamento profissional.

P: Existem diferentes dosagens ou formas de Funistatin?

R: O medicamento está disponível em várias formas, incluindo suspensão oral, pastilhas, creme, pomada e pó. A concentração da substância ativa é medida em Unidades Internacionais (UI).

P: Onde posso encontrar o folheto informativo oficial para o Funistatin?

R: Os folhetos informativos oficiais estão disponíveis publicamente nos sites dos organismos reguladores governamentais de saúde.

P: Como é medida a eficácia a longo prazo do Funistatin em estudos?

R: A investigação clínica focou-se principalmente em resultados a curto prazo, como a cura clínica e a cura micológica durante o tratamento. Os estudos disponíveis contêm dados limitados sobre o longo prazo.

P: Existem alimentos específicos que deva evitar enquanto utilizo Funistatin?

R: Não estão documentadas interações específicas entre alimentos e o fármaco, além da instrução de evitar comer ou beber durante 30 minutos após a utilização da suspensão oral.

Como Funistatin deve ser armazenado e descartado?

Requisitos de Conservação

O Funistatin (Nistatina em suspensão oral) deve ser conservado a uma temperatura ambiente controlada, definida oficialmente entre os 20 °C e os 25 °C. O rótulo do produto determina que este deve ser protegido da luz e que o frasco deve ser mantido bem fechado para preservar a integridade do medicamento. É estritamente necessário que a suspensão seja armazenada num local onde se evite o congelamento.

Segurança Infantil e Manuseamento

Conforme exigido pelas normas de segurança, este medicamento deve ser mantido fora do alcance e da vista das crianças em todas as circunstâncias.

Instruções para Eliminação

Para eliminar o Funistatin não utilizado ou fora de prazo, o método preferencial, de acordo com as diretrizes de saúde, é a utilização de um programa de recolha de medicamentos, como os pontos de recolha existentes nas farmácias. Caso não esteja disponível uma opção de recolha, o produto deve ser misturado com uma substância pouco apelativa, como terra ou borras de café, colocado num recipiente hermético e, posteriormente, depositado no lixo doméstico comum. Toda a informação que identifique o doente deve ser removida do rótulo da prescrição antes da sua eliminação definitiva.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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