Funide

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Funide

Factos Rápidos

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cloridrato de terbinafina
Forma Comprimido oral; Preparações tópicas (creme, solução, gel)
Classe farmacológica Agente antifúngico (Antimicótico)
Objetivo comum Controla e elimina agentes patogénicos fúngicos
Origem Composto sintético (Derivado das alilaminas)

O que é o Funide e que tipo de fármaco é?

O Funide é um produto farmacêutico que contém o princípio ativo cloridrato de terbinafina, sendo formalmente classificado como um agente antifúngico (antimicótico). O seu propósito geral é tratar infeções causadas por organismos fúngicos, proporcionando uma ação direcionada contra os microrganismos responsáveis pela patologia. O fármaco é um composto sintético, não derivado de fontes naturais, e pertence à família dos derivados das alilaminas. Estudos farmacológicos confirmam a eficácia clínica reconhecida da terbinafina contra dermatófitos. Isto confirma que o medicamento foi desenvolvido para um controlo robusto sobre a origem da infeção, uma propriedade frequentemente destacada na literatura médica.

Composição, formas e disponibilidade geral do Funide

O Funide é um produto de ingrediente único que utiliza o cloridrato de terbinafina em diversas preparações farmacêuticas adequadas a diferentes métodos de administração. A formulação emprega habitualmente bases distintas; por exemplo, a preparação tópica é frequentemente um creme de rápida absorção, concebido para facilitar a aplicação e permitir uma absorção célere. O fármaco está disponível como comprimido oral para uso sistémico e em múltiplas formas tópicas, incluindo creme, solução, gel ou spray, para aplicação localizada. A disponibilidade de formas tópicas e orais permite abordagens distintas ao tratamento, baseadas na profundidade do problema fúngico. A forma determina a via de administração, estando os produtos tópicos amplamente disponíveis como medicamentos de venda livre.

Princípio do mecanismo: a ação fungicida da terbinafina

O objetivo fundamental do Funide baseia-se na sua elevada eficácia enquanto ação fungicida, o que significa que foi concebido para eliminar as células fúngicas diretamente. Este mecanismo é clinicamente reconhecido por atingir taxas de eliminação de agentes patogénicos superiores às de agentes meramente fungistáticos (que apenas inibem o crescimento). Este efeito é alcançado através de um processo biológico direcionado, no qual a terbinafina interfere com uma via essencial que produz componentes vitais da membrana celular do fungo. Esta ação proporciona um benefício decisivo: um método robusto para abordar a causa subjacente da infeção fúngica através da eliminação dos agentes patogénicos responsáveis.

Quais efeitos secundários são possíveis com Funide?

Possíveis efeitos secundários e informações de segurança

O perfil de segurança do Funide (cloridrato de terbinafina) encontra-se documentado em diversas classes de sistemas e órgãos, estando as reações adversas categorizadas por frequência, conforme definido nos documentos regulamentares.

As reações classificadas como Muito Frequentes (ocorrem em 1/10 ou mais doentes) envolvem habitualmente o sistema gastrointestinal, apresentando-se como diarreia, dispepsia, náuseas e dor abdominal. Outros efeitos muito frequentes incluem cefaleias, erupção cutânea, urticária, artralgia e mialgia. Os efeitos classificados como Frequentes incluem fadiga e prurido.

Um efeito Pouco Frequente é a perturbação do paladar (disgeusia ou ageusia), sendo as tonturas também registadas neste nível. A informação regulamentar indica que a perturbação do paladar é geralmente reversível após a descontinuação, embora a recuperação possa demorar vários meses.

Reações adversas graves e restrições de segurança

O rótulo identifica reações adversas graves de frequência rara a muito rara, que afetam os sistemas hepatobiliar e sangue e linfático. Estas incluem disfunção hepática clinicamente significativa (hepatite, icterícia) e, em casos isolados, insuficiência hepática. Estes eventos foram comunicados em doentes com e sem doença hepática pré-existente. Efeitos muito raros incluem também reações cutâneas graves, como a síndrome de Stevens-Johnson, e distúrbios hematológicos, incluindo neutropenia e agranulocitose.

As informações oficiais definem restrições de segurança específicas. O Funide está contraindicado em indivíduos com doença hepática ativa ou crónica devido ao potencial de hepatotoxicidade. A utilização também não é recomendada, de uma forma geral, em doentes com compromisso renal grave. Adicionalmente, o perfil de segurança pode ser influenciado pela administração conjunta de agentes que inibem ou induzem o sistema enzimático do Citocromo P450 (CYP), o que pode alterar a exposição sistémica ao fármaco.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial relativo à sobredosagem de Funide (terbinafina) foca-se em manifestações clínicas específicas e na obrigatoriedade de uma ação médica de emergência. A sobredosagem está associada principalmente a sintomas que envolvem os sistemas gastrointestinal e nervoso. As manifestações documentadas nas informações regulamentares incluem náuseas, vómitos, dor abdominal, tonturas e cefaleias. Outros sinais observados nos dados oficiais incluem erupção cutânea e micção frequente.

Gravidade e Gestão

A informação de prescrição regulamentar reconhece que a experiência clínica relativa a sobredosagens massivas é limitada. No entanto, os dados disponíveis indicam que a ingestão comunicada de doses elevadas, até 5 gramas, ocorreu sem que se tenha documentado a indução de reações adversas graves. As informações oficiais não especificam um antídoto conhecido para a sobredosagem de Funide.

Quando Procurar Ajuda Imediata

Na eventualidade de uma suspeita de sobredosagem, as diretrizes regulamentares determinam que os doentes devem procurar assistência médica de emergência imediatamente e contactar uma linha de apoio antivenenos para obter orientação. Os procedimentos de gestão limitam-se estritamente à prestação de tratamento sintomático e de suporte. Os cuidados de suporte podem incluir a administração de carvão ativado para auxiliar na eliminação do fármaco do organismo.

Usos terapêuticos de Funide

Para que serve o Funide: principais utilizações e benefícios

O principal papel terapêutico do Funide é apoiar a eliminação do agente patogénico fúngico em infeções causadas por dermatófitos, que são um tipo de organismo fúngico. É habitualmente utilizado em contextos onde um controlo fúngico robusto é adequado para tratar sintomas crónicos e persistentes. A sua indicação principal é a gestão destas infeções.

Foco em infeções fúngicas profundas das unhas e do cabelo

O Funide é comummente utilizado para ajudar a gerir infeções fúngicas que se apresentam como condições que envolvem processos inflamatórios ou irritativos em áreas estruturais como as unhas (onicomicose) e o couro cabeludo (tinea capitis). Esta utilização é relevante em contextos clínicos marcados por estados onde os sintomas podem intensificar-se temporariamente em áreas estruturais, tais como o espessamento, a natureza friável, a distorção e a alteração da cor das unhas. O medicamento contribui geralmente para atenuar a carga global de sintomas através do apoio a um controlo robusto do agente patogénico.

Gestão de sintomas em infeções fúngicas crónicas da pele

O medicamento é aplicado em condições como o pé de atleta (Tinea pedis), a tinha corporal (Tinea corporis) e a tinha da virilha (Tinea cruris), particularmente quando a infeção é disseminada, recorrente ou não respondeu a outras medidas. Ajuda a tratar grupos de sintomas que se podem intensificar com o tempo, incluindo prurido (comichão) acentuado, descamação e vermelhidão inflamatória. Isto inclui indicações comuns como a onicomicose das unhas das mãos e dos pés, e infeções por Tinea no corpo, virilha e pés.

“É relevante em contextos clínicos onde o objetivo é a eliminação profunda e estrutural do agente patogénico em infeções fúngicas persistentes.”

O benefício geral para o doente é o alívio sintomático que ajuda a atenuar o peso global das manifestações cutâneas angustiantes, contribui para uma melhoria do conforto durante períodos de sintomas acentuados e pode auxiliar na manutenção da estabilidade funcional.


Facto Rápido: Alívio para sintomas fúngicos profundos

Categoria Tipo de Condição Típica Alívio de Sintomas Primário
Dermatofitose Estrutural (Unha/Cabelo) Redução do espessamento e da distorção
Infeções por Tinea Superficial (Pele/Virilha) Atenuação do prurido, descamação e irritação

Critérios de utilização e restrições

A documentação oficial do Funide define rigorosamente quem pode e quem não deve utilizar o medicamento, enumerando as contraindicações absolutas e as populações não elegíveis.

Populações que não devem utilizar Funide (Contraindicações)

A informação regulamentar oficial classifica os seguintes grupos como tendo restrição absoluta de utilização do Funide:

O medicamento é contraindicado para doentes com antecedentes documentados de reação alérgica à substância ativa, o Funide, ou a qualquer um dos componentes inativos (excipientes) presentes na formulação do fármaco.

O medicamento está explicitamente contraindicado em mulheres que estejam ou possam vir a estar grávidas, devido ao risco potencial para o feto do sexo masculino, conforme estabelecido na informação oficial.

Doentes com doença hepática ativa ou compromisso hepático grave (insuficiência hepática) são oficialmente considerados não elegíveis. O compromisso renal grave pode também constituir uma contraindicação ou exigir que o medicamento seja evitado.

Utilização Não Indicada e Restrita

O medicamento não está, de uma forma geral, indicado para utilização em mulheres e não está indicado para utilização em doentes pediátricos (com idade inferior a 18 anos), o que significa que o seu perfil de segurança e eficácia não foi estabelecido para estes grupos na informação oficial. Os doentes com condições pré-existentes, como certas doenças genéticas, podem também ter a utilização restrita, dependendo dos detalhes completos da formulação.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

O Funide possui um perfil de interações medicamentosas complexo, fundamentado principalmente na sua influência sobre os sistemas de metabolização de fármacos do organismo. Existem avisos e restrições específicos relativamente à sua utilização com várias classes de produtos medicinais.

Categoria do Produto de Interação Mecanismo de Interação e Restrição
Inibidores fortes do CYP3A4 Aumentam as concentrações plasmáticas de Funide. Evitar a utilização concomitante até que o Funide tenha atingido concentrações em estado de equilíbrio.
Indutores fortes do CYP3A4 Diminuem as concentrações plasmáticas de Funide, reduzindo potencialmente a sua eficácia. Evitar a utilização concomitante.
Substratos sensíveis de CYP3A4, CYP2C9 ou CYP2D6 O Funide inibe estas enzimas, o que pode aumentar as concentrações do fármaco coadministrado, elevando o risco de reações adversas. Evitar a utilização concomitante.
Substratos da Glicoproteína-P (gp-P) O Funide inibe este transportador, aumentando potencialmente a concentração do fármaco coadministrado. Evitar a utilização concomitante.
Fármacos que prolongam o intervalo QTc Uma interação farmacodinâmica que aumenta o risco de prolongamento do intervalo QTc. Evitar a utilização concomitante

Estas restrições refletem a necessidade de precaução para evitar alterações clinicamente significativas nos níveis tanto do Funide como do medicamento interativo. Os doentes devem fornecer ao seu profissional de saúde uma lista completa de todos os fármacos sujeitos a receita médica, medicamentos de venda livre e suplementos que estejam a tomar, a fim de gerir estas potenciais interações farmacocinéticas e farmacodinâmicas.

Mecanismo de ação

O mecanismo de ação do Funide (terbinafina) foca-se em três eventos biológicos simultâneos, iniciando-se com uma interação molecular altamente direcionada. O fármaco atua como um inibidor não-competitivo da enzima epoxidase do esqualeno (SQLE), um componente essencial da via de biossíntese do ergosterol do fungo. O bloqueio da SQLE interrompe a produção de ergosterol, substância necessária para a estrutura da membrana celular fúngica.

Esta inibição resulta numa cascata citotóxica de dupla ação: a membrana sofre uma falha estrutural devido à depleção de ergosterol, enquanto o precursor esqualeno se acumula até níveis tóxicos no interior da célula. Este processo causa a lise e resulta numa ação fungicida. Além disso, a elevada lipofilia da molécula garante uma partição seletiva e persistente nos tecidos queratinizados (pele, unhas, cabelo). Este mecanismo assegura concentrações locais elevadas, mantendo a concentração local necessária para a atividade sustentada do mecanismo fungicida.

Informações sobre dosagem e administração

Como utilizar o Funide

O Funide (cloridrato de terbinafina) é administrado por via oral e tópica, sendo o método escolhido dependente da localização e da extensão da infeção fúngica. A via oral é tipicamente reservada para o tratamento sistémico de problemas profundos, como as infeções fúngicas das unhas (onicomicose), enquanto as preparações tópicas são utilizadas para infeções cutâneas localizadas.


Posologia e frequência padronizadas

O regime posológico oral oficial para adultos é uma dose terapêutica padrão de 250 mg, tomada uma vez por dia. Esta frequência consistente de uma toma diária é mantida durante todo o curso necessário da terapia. As preparações tópicas, tais como cremes ou soluções, são geralmente aplicadas na área afetada e na pele circundante uma ou duas vezes por dia, dependendo do produto específico e da localização.


Duração do tratamento e condições de administração

A administração caracteriza-se por uma duração fixa e limitada no tempo, que varia consoante o local da infeção. Para a onicomicose das unhas das mãos, o período típico de tratamento é de seis semanas, enquanto as infeções nas unhas dos pés requerem habitualmente doze semanas. Os comprimidos orais podem ser engolidos inteiros e podem ser tomados com ou sem alimentos.

É necessária uma preparação especial para os grânulos orais utilizados na posologia pediátrica para condições como a tinha do couro cabeludo, onde o conteúdo deve ser espalhado sobre uma colher de comida macia e não ácida, sendo deglutido imediatamente. Se uma dose oral for esquecida e o tempo até à dose seguinte for inferior a quatro horas, a dose esquecida deve ser saltada para manter o intervalo correto.


Restrições oficiais de utilização

Os documentos regulamentares advertem que a utilização não é, geralmente, recomendada em doentes com compromisso hepático significativo ou naqueles com um valor de depuração da creatinina inferior a 50 mL/min. A adesão a estas diretrizes de administração define o protocolo de utilização global estabelecido pelas autoridades reguladoras.

Evidência clínica recente

Evidência de Investigação / Visão Geral dos Estudos sobre o Funide

A investigação sobre a substância ativa do Funide, a terbinafina, baseia-se em ensaios clínicos concebidos para investigar as infeções causadas por dermatófitos, o tipo específico de fungo que este fármaco visa. Estes estudos monitorizam resultados predefinidos, tais como medições relacionadas com a eliminação fúngica e a aparência física do tecido afetado, ao longo de períodos de tempo determinados.

Evidência para Infeções Fúngicas das Unhas (Onicomicose)

A evidência relativa ao Funide no contexto das infeções fúngicas das unhas, conhecidas como onicomicose, deriva principalmente de Ensaios Controlados Aleatorizados (ECA) e de revisões abrangentes destes ensaios. Esta investigação abrangeu diversas populações adultas, incluindo idosos e indivíduos com condições coexistentes, como a diabetes.

Os estudos examinaram especificamente resultados como a Cura Micológica, que envolve avaliações relacionadas com a ausência de fungos em testes laboratoriais, e a Cura Clínica, que avalia a aparência da unha e os sinais físicos. Devido à taxa de crescimento muito lenta das unhas, os períodos de acompanhamento nesta investigação são tipicamente de longo prazo, estendendo-se por 48 a 72 semanas para permitir uma observação completa da evolução da condição ao longo do tempo. Os resultados desta base de evidência descrevem padrões relacionados com as medições finais registadas nas populações do estudo ao terminar o período de observação. A investigação também monitorizou medições relacionadas com registos de recaída e recorrência após a conclusão do tratamento.

Evidência para Infeções Fúngicas Comuns da Pele (Tinha)

A investigação sobre infeções fúngicas superficiais comuns da pele, tais como o pé de atleta (Tinea pedis), a tinha do corpo (Tinea corporis) e a tinha da virilha (Tinea cruris), utilizou tanto formulações orais como tópicas da substância ativa. Estes estudos foram, geralmente, de curto prazo, abrangendo a duração do tratamento e um breve período de acompanhamento pós-tratamento, que dura habitualmente apenas algumas semanas.

Os ensaios monitorizaram resultados relacionados com o desconforto físico, tais como as pontuações de Resposta Clínica, que acompanharam a evolução de sintomas como prurido intenso, descamação e vermelhidão. Também rastrearam a Cura Micológica através de testes laboratoriais. Os resultados descrevem padrões relacionados com o alívio do desconforto físico nestas medições, conforme observado durante o período do estudo.

Estudos para Infeções Fúngicas do Couro Cabeludo (Tinha Capitis)

A investigação sobre infeções fúngicas do couro cabeludo, conhecidas como Tinha Capitis, foca-se tipicamente em crianças, uma vez que esta é a população mais frequentemente afetada por esta condição. Os estudos consistem principalmente em ensaios comparativos e séries de casos com períodos de tratamento curtos de várias semanas.

Esta investigação analisou resultados de Cura Clínica e Cura Micológica nestes grupos de doentes mais jovens. Os resultados descrevem os padrões observados nos intervalos de tempo definidos. No entanto, a evidência disponível não é tão extensa como o corpo de ECAs de grande escala realizados para as infeções das unhas em adultos. Esta diferença sugere que os dados permanecem limitados em comparação com a base de evidência existente para a onicomicose em adultos.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Funide (FAQ)


P: O Funide necessita de receita médica?

R: De acordo com as listagens oficiais de medicamentos, a forma em comprimido oral da substância ativa, o Cloridrato de Terbinafina, está geralmente disponível apenas mediante receita médica. No entanto, as preparações tópicas, como os cremes, estão frequentemente disponíveis para compra como medicamentos de venda livre em vários países.


P: Existem avisos sobre a utilização do Funide em mulheres?

R: Os documentos oficiais indicam que a utilização não está, de uma forma geral, indicada para mulheres. A informação oficial do produto também classifica o medicamento como contraindicado em mulheres que estejam grávidas ou que possam vir a engravidar, devido ao risco potencial para o feto do sexo masculino.


P: O Funide pode ser utilizado em doentes pediátricos?

R: A informação oficial indica que o medicamento não está, por norma, indicado para utilização em doentes pediátricos (crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos). Contudo, existem preparações específicas e detalhes de administração em documentos oficiais para a utilização de grânulos orais em crianças para certas condições, como a tinea capitis (tinha do couro cabeludo).


P: O que acontece se o creme tópico congelar?

R: Os requisitos oficiais de conservação estipulam que o creme tópico não deve congelar. O objetivo desta instrução de conservação é manter a integridade física e a estabilidade do produto, uma vez que o congelamento pode comprometer a formulação.


P: Qual é a validade do creme tópico após a abertura?

R: O creme tópico deve ser eliminado 28 dias após a primeira abertura do tubo. Este requisito serve para garantir a estabilidade e a eficácia do produto após a embalagem ter sido aberta.


P: Qual é a fórmula química da Terbinafina?

R: De acordo com as bases de dados químicos, a fórmula molecular da substância ativa, o Cloridrato de Terbinafina, é listada como C21H26ClN.


P: O que diz a investigação sobre as taxas de recaída após a interrupção do tratamento para fungos nas unhas?

R: Os resultados de ensaios clínicos publicados monitorizam e descrevem os padrões de recaída e recorrência. Por exemplo, estudos clínicos acompanharam os resultados a longo prazo e os dados registaram taxas de recaída no grupo da Terbinafina durante o período de acompanhamento (por exemplo, aos cinco anos).


P: Qual é a lista completa de ingredientes do creme tópico?

R: A substância ativa do creme é o Cloridrato de Terbinafina. A lista completa de ingredientes inativos, conhecidos como excipientes, está incluída na informação oficial da formulação específica.


P: É seguro consumir álcool durante o tratamento com Funide em comprimidos?

R: A informação oficial documenta o potencial de hepatotoxicidade (lesão no fígado) associado ao medicamento. Devido ao risco de efeitos hepáticos, é necessária a monitorização através de análises da função hepática e a interrupção do medicamento se surgirem sinais de problemas no fígado.


P: Com que rapidez melhoram os sintomas da infeção fúngica?

R: O tempo para a melhoria dos sintomas varia consoante o tipo e a localização da infeção. Para as infeções da pele, a resposta clínica é acompanhada ao longo de algumas semanas. No caso das infeções das unhas, a resolução visual completa pode não ocorrer até vários meses após a conclusão do tratamento, devido à lenta taxa de crescimento da unha.


P: Qual é a estrutura química da Terbinafina?

R: A estrutura química da substância ativa, a Terbinafina, está definida em bases de dados oficiais com detalhes técnicos, incluindo o seu nome IUPAC e a sua classificação como um derivado das alilaminas.

Como Funide deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar o Funide

A conservação e a eliminação do Funide (cloridrato de terbinafina) devem ser efetuadas de acordo com requisitos regulamentares específicos para manter a sua estabilidade e garantir a segurança.

Requisitos de Conservação

Condição Requisito
Temperatura Os comprimidos orais devem ser conservados entre 20 °C e 25 °C.
Proteção Conservar na embalagem original, protegido da luz e da humidade, e manter o recipiente bem fechado.
Proibição O medicamento deve ser protegido do congelamento; o creme tópico não pode congelar.
Segurança das Crianças Todas as formas farmacêuticas devem ser conservadas fora do alcance e da vista das crianças.
Estabilidade O creme tópico deve ser eliminado 28 dias após a primeira abertura.

Requisitos de Eliminação

O Funide não utilizado ou fora do prazo de validade deve ser eliminado em conformidade com os regulamentos locais. Devido à classificação da substância ativa como sendo tóxica para os organismos aquáticos, as instruções oficiais advertem contra a eliminação através das águas residuais ou dos sistemas de esgoto.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Funide encontrado em:

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