Flexibon

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Revisão médica

Marina Burgos

Última atualização 10/01/2026

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Flexibon

O que é o Flexibon? (Visão Geral do Meloxicam)

Propriedade Descrição
Princípio ativo Meloxicam
Formas farmacêuticas Comprimido, Cápsula, Suspensão Oral, Solução Injetável
Classe farmacológica Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE)
Tipo de mecanismo Inibidor Seletivo da Ciclo-oxigenase-2 (COX-2)
Origem Composto Sintético

O Flexibon é um medicamento sujeito a receita médica que tem como base o princípio ativo Meloxicam (DCI: Denominação Comum Internacional), classificado como um anti-inflamatório não esteróide (AINE). Do ponto de vista químico, o Meloxicam é um composto sintético derivado do ácido enólico, sendo amplamente reconhecido e estudado pela sua ação direcionada contra processos inflamatórios. A sua estrutura é singular por funcionar como um inibidor seletivo da ciclo-oxigenase-2 (COX-2), o que significa que atua primordialmente na via da COX-2, responsável pela inflamação.

Composição, Origem e Formas Disponíveis

Enquanto entidade farmacológica, o Meloxicam é um produto de substância única, disponível em diversas preparações farmacêuticas para permitir uma administração sistémica e adequar-se a diferentes requisitos clínicos. Estas formas incluem preparações orais sólidas, como o comprimido e a cápsula, uma suspensão oral líquida e uma solução injetável estéril para administração por via injetável. A disponibilidade destas várias formas assegura uma absorção eficaz para a gestão de condições que exijam uma ação anti-inflamatória interna e abrangente.

Principal Objetivo Terapêutico

O propósito terapêutico fundamental do Meloxicam é atuar como um agente anti-inflamatório e analgésico eficiente na gestão geral da inflamação e do desconforto associado. Ao visar processos inflamatórios fundamentais, o fármaco auxilia na redução da inflamação generalizada, no controlo da dor e atua também como agente antipirético para reduzir a febre, quando esta se manifesta. Este perfil torna-o um recurso essencial para o alívio sistémico de sintomas, papel que é corroborado por normas e monografias científicas de referência no setor do medicamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Flexibon?

Efeitos Secundários Possíveis e Informações de Segurança

Enquanto Anti-inflamatório Não Esteróide (AINE), o Meloxicam (Flexibon) está associado a características de segurança específicas e a reações adversas documentadas na rotulagem regulamentar oficial. Estes efeitos são classificados de acordo com o sistema fisiológico que afetam e a sua frequência de ocorrência.


Reações Adversas Graves

A informação oficial de prescrição do Meloxicam inclui avisos obrigatórios para toda a classe dos AINEs relativos a eventos trombóticos cardiovasculares graves (como o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral), que podem ser fatais. Adicionalmente, existe o risco de eventos adversos gastrointestinais graves (incluindo hemorragia, ulceração e perfuração do estômago ou intestinos), que podem ocorrer em qualquer momento da utilização e sem sintomas de alerta. Estão também documentadas reações sistémicas e cutâneas graves, por vezes fatais, como a síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e reações anafilactoides.


Reações Adversas Comuns e Classificação Sistémica

As reações adversas observadas com frequência, tipicamente classificadas como Comuns (1% a 10% nos documentos regulamentares), envolvem frequentemente o sistema gastrointestinal e incluem dispepsia, diarreia, dor abdominal, náuseas e flatulência. As reações são formalmente agrupadas pelo sistema corporal afetado, sendo que outros efeitos comuns incluem a cefaleia (sistema nervoso), erupção cutânea (dermatológico) e edema ou retenção de líquidos (perturbações gerais).


Notas de Segurança para Populações Específicas

O perfil de segurança oficial destaca que os adultos mais velhos apresentam um risco superior de eventos adversos gastrointestinais e renais graves. Além disso, a utilização do Meloxicam é restrita na fase final da gravidez (aproximadamente a partir das 30 semanas de gestação) devido ao risco documentado de fecho prematuro do canal arterial fetal e disfunção renal fetal.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

Sobredosagem e Quando Procurar Ajuda

A sobredosagem de Meloxicam (Flexibon) está oficialmente documentada como podendo conduzir a efeitos sistémicos graves, o que exige assistência médica imediata. As manifestações iniciais registadas envolvem frequentemente o trato gastrointestinal, apresentando-se como dor epigástrica, náuseas e vómitos. Adicionalmente, existe o risco de hemorragia gastrointestinal. Sintomas do sistema nervoso central (SNC), tais como letargia e sonolência, são também referidos nas descrições regulamentares de toxicidade aguda.

O potencial de uma sobredosagem evoluir para complicações com risco de vida está formalmente estabelecido nas informações de prescrição. Os desfechos graves podem incluir lesão renal aguda, disfunção hepática e efeitos cardiovasculares sérios, como colapso cardiovascular e paragem cardíaca. A toxicidade neurológica pode manifestar-se através de convulsões e coma.

Perante qualquer suspeita de sobredosagem, as diretrizes oficiais determinam que se deve procurar assistência médica imediata. Esta ação é necessária devido à gravidade dos riscos documentados. A gestão clínica centra-se na prestação de cuidados sintomáticos e de suporte, uma vez que não se conhece um antídoto específico para este medicamento. Os procedimentos descritos no perfil oficial incluem a administração de carvão ativado no prazo de uma a duas horas após a ingestão e o uso documentado de colestiramina para acelerar a eliminação do Meloxicam. Outros métodos, como a diurese forçada, são referidos como sendo ineficazes.

Usos terapêuticos de Flexibon

Indicações do Flexibon: Principais Utilizações e Benefícios

O Flexibon é utilizado em diversos domínios terapêuticos onde é necessária uma gestão de suporte para condições caracterizadas pelo agravamento de sintomas. É considerado relevante para o alívio sintomático em patologias articulares crónicas, tais como a Osteoartrose, a Artrite Reumatóide e a Espondilite Anquilosante. É igualmente pertinente em contextos clínicos para o auxílio agudo e de curta duração na dor músculo-esquelética e na inflamação, incluindo o desconforto após procedimentos cirúrgicos ou dentários, bem como na dor lombar aguda.

O medicamento é utilizado para abordar grupos de sintomas fundamentais que interferem com o funcionamento diário, especificamente a dor articular, o inchaço e a rigidez, podendo também gerir uma temperatura corporal elevada quando a febre acompanha um estado inflamatório. Quando o alívio de suporte é apropriado, o fármaco pode ajudar a mitigar o peso dos sintomas. Conforme sublinha um resumo orientado para o doente: “A medicação apoia os pacientes durante episódios de maior desconforto, ao suavizar a carga global dos sintomas.” Esta abordagem pode contribuir para um melhor conforto e poderá auxiliar na manutenção de uma sensação de estabilidade durante os períodos sintomáticos.


Facto Rápido: Contexto da Gestão de Sintomas O Flexibon é habitualmente utilizado em condições caracterizadas por períodos de sintomas intensificados, impulsionados por estados inflamatórios ou irritativos.

Critérios de utilização e restrições

Quem Pode e Quem Não Pode Utilizar o Flexibon?

A elegibilidade para a utilização do Flexibon (Meloxicam) é rigorosamente definida por critérios regulamentares oficiais. O seu uso é contraindicado em diversas populações, incluindo doentes com hipersensibilidade conhecida ao meloxicam ou a outros Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs), como no caso de indivíduos com asma sensível à aspirina. Não deve ser utilizado para o tratamento da dor no contexto de uma cirurgia de bypass aortocoronário.

O medicamento é proibido durante o terceiro trimestre da gravidez (após as 30 semanas de gestação) e, geralmente, não é recomendado durante a amamentação. Aplicam-se também contraindicações absolutas a indivíduos com compromisso grave da função hepática, insuficiência renal grave não submetida a diálise ou insuficiência cardíaca grave, bem como a pessoas com hemorragia gastrointestinal ou úlceras ativas, ou com historial de recorrência das mesmas.

A elegibilidade é também dependente da idade. Nos Estados Unidos, o uso está aprovado para doentes pediátricos a partir dos 2 anos de idade para a Artrite Reumatoide Juvenil. No entanto, os reguladores europeus geralmente contraindicam a utilização em crianças e adolescentes com menos de 16 anos para as principais indicações do fármaco. Os doentes em hemodiálise enfrentam uma restrição para uma dose máxima diária inferior. Os adultos mais velhos requerem monitorização especial devido ao aumento do risco de efeitos adversos.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações com outros medicamentos e produtos

As interações do Flexibon (Meloxicam) estão formalmente documentadas pelas autoridades regulamentares, afetando tanto os resultados farmacodinâmicos como as concentrações plasmáticas. A coadministração com outros Anti-inflamatórios Não Esteróides (AINEs), incluindo doses analgésicas de ácido acetilsalicílico (Aspirina), não é geralmente recomendada devido ao aumento do risco de eventos adversos gastrointestinais graves.

Interações Farmacodinâmicas e de Depuração

A combinação com anticoagulantes (como a varfarina) e antiagregantes plaquetários aumenta o risco documentado de complicações hemorrágicas. O Meloxicam pode também diminuir o efeito anti-hipertensor de medicamentos como os Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA) e os Antagonistas dos Recetores da Angiotensina (ARA). Esta combinação, particularmente em doentes idosos ou com depleção de volume, está associada a um risco acrescido de deterioração da função renal.

O uso de Flexibon com lítio ou metotrexato aumenta formalmente a concentração plasmática destes fármacos coadministrados, elevando o potencial de toxicidade. O medicamento é metabolizado predominantemente pela enzima CYP2C9, o que significa que indivíduos que sejam metabolizadores lentos da CYP2C9 podem apresentar níveis plasmáticos de Meloxicam anormalmente elevados. O perfil regulamentar observa ainda que o consumo de álcool aumenta o risco de efeitos secundários gastrointestinais graves.

Mecanismo de ação

Como Funciona o Flexibon

O Flexibon (Meloxicam) exerce a sua ação através da modulação preferencial de atividades enzimáticas específicas nos sistemas de sinalização de eicosanoides do organismo, o que resulta em três ajustes fisiológicos coordenados.

Alvo Molecular e Inibição Preferencial

O mecanismo centra-se na inibição não competitiva e reversível da enzima ciclo-oxigenase-2 (COX-2). O Flexibon demonstra uma afinidade preferencial pela COX-2 em relação à isoforma homeostática COX-1. Este bloqueio enzimático direcionado limita a síntese de sinais químicos específicos, estabelecendo o passo molecular inicial da cascata.

Modulação de Mediadores Pró-Inflamatórios

A principal via afetada é a cascata do ácido araquidónico. Ao inibir a COX-2, o fármaco suprime a criação de mediadores de prostaglandinas, nomeadamente a PGE2, que são responsáveis pelo edema (inchaço) dos tecidos locais e pela sensibilização dos nervos periféricos. Esta modificação molecular facilita o ajuste da dinâmica de sinalização dentro das vias de eicosanoides visadas.

Efeitos Fisiológicos Sistémicos Resultantes

A diminuição da sinalização das prostaglandinas modifica as etapas moleculares precoces que moldam os resultados fisiológicos sistémicos. Este mecanismo facilita o ajuste do ponto de regulação da temperatura febril do corpo, resultando num reajuste termorregulador; reduz a sensibilização dos nocicetores, resultando numa redução da perceção da dor (nociceção); e diminui o edema tecidular local e a vasodilatação, resultando na modulação das respostas tecidulares locais.

Informações sobre dosagem e administração

Como Utilizar o Flexibon: Diretrizes Oficiais de Administração

O Flexibon (Meloxicam) é utilizado de forma sistémica e é administrado através de dois métodos principais, que definem a forma como o fármaco é introduzido no organismo. A via primordial é a oral, recorrendo a formas farmacêuticas como o comprimido, a cápsula e a suspensão oral. Como alternativa, existe a injeção em bólus intravenoso (IV) para contextos clínicos específicos.

A administração deve seguir um padrão rigoroso de uma vez ao dia para todas as formas aprovadas. No caso da utilização oral, a dose de manutenção habitual é de 7,5 mg diários. A dose oral máxima não deve ultrapassar os 15 mg uma vez ao dia, enquanto a solução injetável IV é administrada numa dose única de 30 mg. A dose intravenosa deve ser injetada lentamente, ao longo de um período de 15 segundos.

Instruções Procedimentais e Contextuais

Tipo de Instrução Detalhe da Administração
Momento da toma Pode ser tomado independentemente das refeições, embora seja frequentemente recomendado que as formas orais sejam acompanhadas por água ou por uma refeição.
Preparação A suspensão oral deve ser agitada suavemente antes de ser medida e administrada.
Regras para Populações Específicas A posologia para uso prolongado em idosos pode estar limitada a 7,5 mg por dia. A posologia pediátrica (idades ≥ 2 anos) para a Artrite Reumatoide Juvenil é baseada no peso, não devendo exceder os 7,5 mg diários.
Dose Esquecida Em caso de esquecimento de uma dose, a dose seguinte deve ser tomada no horário previsto; não deve ser tomada uma dose dupla para compensar o esquecimento.

As orientações regulamentares enfatizam a utilização da menor dose eficaz durante o menor período de tempo necessário, especialmente em tratamentos crónicos, o que exige reavaliações periódicas.

Evidência clínica recente

Evidência Científica e Panorama de Estudos sobre o Flexibon


Evidência para a Utilização em Patologias Articulares Crónicas

Esta secção resume a base de investigação que sustenta a utilização do Flexibon (Meloxicam) no contexto de sintomas de Osteoartrite e Artrite Reumatoide, detalhando os principais Ensaios Clínicos Controlados e Aleatorizados (ECCA) e as revisões sistemáticas que avaliaram este uso em populações adultas. A investigação explorou a utilização do Flexibon em patologias caracterizadas por manifestações flutuantes ou episódicas, centrando-se em resultados relacionados com o desconforto físico e o desequilíbrio funcional.

Investigação Centrada nos Sintomas da Osteoartrite

A investigação fundamental para a Osteoartrite (OA) baseia-se em ensaios clínicos aleatorizados de curto e médio prazo. Os ensaios foram realizados durante períodos de maior atividade sintomática e aplicados em contextos que examinaram as experiências relatadas pelos doentes. Os investigadores observaram doentes adultos, incluindo grupos de adultos mais velhos, com OA sintomática da anca ou do joelho.

Os estudos analisaram alterações na intensidade da dor e no estado funcional. Os resultados descrevem padrões observados nos estudos onde os participantes que receberam Flexibon foram comparados com aqueles que receberam um placebo (substância inativa). Uma limitação fundamental é que as durações de acompanhamento foram limitadas em muitos dos ECCA centrais, abrangendo tipicamente até seis meses. Existe informação limitada sobre resultados a longo prazo no que diz respeito à manutenção sustentada da função para além deste período intermédio.

Investigação Centrada nos Sintomas da Artrite Reumatoide

Para a Artrite Reumatoide (AR), a base de evidência também se apoia em ECCA de curto prazo, nos quais os estudos exploraram sintomas ativos de AR em doentes adultos. Os ensaios monitorizaram indicadores de atividade da doença, tais como a contagem de articulações doridas e inchadas, bem como pontuações compostas que refletem o estado geral da condição. A duração do acompanhamento foi limitada em contextos controlados e aleatorizados. Os estudos ajudam a demonstrar o que foi observado até agora, sendo que observações adicionais foram fornecidas por protocolos de extensão abertos e não aleatorizados.


Lacunas na Investigação e Áreas de Incerteza

A base de investigação forneceu contexto sobre os padrões de sintomas a curto e médio prazo em patologias crónicas e agudas fundamentais. No entanto, a evidência destaca o que é conhecido — e o que permanece incerto. A lacuna mais consistente nas indicações crónicas é a falta de investigação controlada e extensiva que acompanhe os efeitos e os resultados relatados pelos doentes para além do médio prazo. A evidência comparativa face à gama completa de opções terapêuticas mais recentes permanece limitada.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre o Flexibon (FAQ)

P: O Flexibon está disponível sem receita médica?

R: O Flexibon (Meloxicam) está formalmente classificado pelas autoridades regulamentares como um medicamento sujeito a receita médica. Isto significa que a sua utilização requer obrigatoriamente uma prescrição emitida por um profissional de saúde habilitado.

P: Quanto tempo demora normalmente a notar-se o efeito do Flexibon?

R: A informação oficial relativa à forma oral do Flexibon indica que a concentração máxima do fármaco no sangue é habitualmente atingida cerca de quatro a cinco horas após a administração. Este intervalo reflete o momento de maior concentração, embora o tempo de resposta individual possa variar.

P: O Flexibon acumula-se no organismo ao longo do tempo?

R: O medicamento possui uma semivida média de eliminação relativamente longa, entre as 15 e as 20 horas. Por este motivo, com uma toma diária, são necessários cerca de cinco dias para que a quantidade de medicamento no corpo estabilize, atingindo o que se designa por concentrações de estado de equilíbrio.

P: O Flexibon pode ser tomado com vitaminas comuns, como a Vitamina D ou B12?

R: As bases de dados formais de interações não listam interações específicas entre o Meloxicam e suplementos comuns como a Vitamina D ou a B12. Contudo, as orientações regulamentares para esta classe de fármacos referem que a combinação com certos suplementos pode potencialmente aumentar o risco de hemorragia. Dúvidas sobre o uso de suplementos específicos devem ser esclarecidas com um profissional de saúde.

P: O Flexibon pode causar sonolência ou afetar a capacidade de conduzir?

R: Os documentos regulamentares listam as tonturas como um possível efeito secundário observado em dados de ensaios clínicos. As orientações oficiais referem que efeitos no sistema nervoso, como tonturas ou dores de cabeça, podem potencialmente afetar a capacidade de realizar tarefas em segurança que exijam elevada concentração, como conduzir ou operar maquinaria pesada.

P: Existe uma versão genérica do Flexibon disponível?

R: Sim, a substância ativa do Flexibon, o Meloxicam, está disponível em formulações genéricas, além de diversas outras marcas comerciais.

P: Qual é a ligação entre o Flexibon e a saúde das cartilagens mencionada em algumas fontes?

R: O Flexibon está formalmente aprovado para a gestão dos sintomas de condições como a Osteoartrite, que se caracteriza pela degradação da cartilagem e inflamação associada. Os resumos regulamentares indicam que a ação anti-inflamatória central do fármaco visa gerir os sintomas associados a esta patologia.

P: Existem alimentos específicos que devam ser evitados ao tomar Flexibon?

R: As orientações oficiais indicam que o consumo de álcool pode aumentar o risco de eventos gastrointestinais graves. Adicionalmente, como o fármaco pode causar retenção de líquidos, os documentos regulamentares aconselham por vezes os doentes em uso prolongado a monitorizar a ingestão de alimentos com elevado teor de sal.

P: Pessoas sensíveis a certos corantes ou aditivos podem utilizar o Flexibon?

R: Os documentos regulamentares listam todos os ingredientes inativos (excipientes) utilizados na formulação específica do produto, que podem incluir componentes como corantes, lactose ou estabilizadores. Doentes com sensibilidades ou alergias conhecidas a estes componentes podem consultar um profissional de saúde sobre estes ingredientes.

P: O Flexibon pode ser tomado por pessoas com historial de pedras nos rins?

R: Embora o historial de cálculos renais não conste como uma contraindicação formal, o rótulo do medicamento contém avisos gerais para todos os doentes relativos ao risco potencial de nova lesão renal ou agravamento de uma disfunção já existente. Por este motivo, fontes oficiais afirmam que a função renal do doente está frequentemente sujeita a monitorização durante a utilização.

P: Qual é o significado do aviso sobre 'condições pré-existentes' em relação ao Flexibon?

R: A rotulagem oficial sobre condições pré-existentes indica que o risco de efeitos secundários graves associados à classe dos AINEs, como problemas cardiovasculares ou hemorragia gastrointestinal, pode ser mais elevado em doentes que já possuam doenças documentadas ou fatores de risco nesses sistemas. Isto reforça a necessidade de uma avaliação cuidadosa antes de iniciar o tratamento.

P: Tomar Flexibon significa que se pode interromper outros tratamentos?

R: O Flexibon está aprovado para tratar sintomas como dor e inflamação, mas não cura a doença subjacente. Os documentos regulamentares afirmam que pode ser utilizado isoladamente ou em combinação com tratamentos não-AINE, mas as fontes oficiais não fornecem aconselhamento sobre o ajuste ou interrupção de outras terapias prescritas.

P: O Flexibon pode afetar os padrões de sono?

R: Embora a insónia não seja geralmente listada como um efeito secundário comum (1–10%), os documentos regulamentares incluíram nos seus resumos de segurança efeitos menos frequentes relacionados com o sistema nervoso, como a sonolência.

P: Existem preocupações específicas de saúde mental associadas ao uso de Flexibon?

R: Os documentos regulamentares listam ocasionalmente efeitos secundários menos frequentes relacionados com o sistema nervoso, tais como alterações de humor ou confusão, nos seus dados detalhatos de segurança. Contudo, estes não constam habitualmente entre os eventos adversos comunicados com frequência.

P: É possível tomar uma dose excessiva de Flexibon?

R: Sim, a rotulagem regulamentar inclui uma secção formal de Sobredosagem para o Flexibon. Esta secção descreve as circunstâncias em que pode ser necessária assistência médica de emergência devido a uma suspeita de dose excessiva.

P: Porque razão poderá ser necessário interromper temporariamente a toma de Flexibon?

R: Sendo um AINE, o fármaco pode inibir a função das plaquetas, o que tem o potencial de aumentar o risco de hemorragia. Por esta razão, as orientações regulamentares aconselham que a necessidade de uma interrupção temporária (por exemplo, antes de certos procedimentos cirúrgicos de grande porte) seja avaliada e determinada por um profissional de saúde.

P: O Flexibon pode ser esmagado ou partido se houver dificuldade em engolir?

R: As instruções de administração são específicas para a forma farmacêutica utilizada (comprimido, cápsula ou suspensão). Instruções oficiais desaconselham frequentemente cortar, esmagar ou mastigar certas formas sólidas, como comprimidos orodispersíveis. É recomendada a consulta de um profissional de saúde sobre a administração correta da formulação específica.

P: Os efeitos secundários relatados do Flexibon dependem da dose?

R: Sim, a rotulagem oficial da classe dos AINEs avisa que o risco de efeitos secundários graves, como eventos trombóticos cardiovasculares, pode ser maior quando o fármaco é utilizado a longo prazo e em doses elevadas. Por este motivo, o padrão regulamentar é utilizar a dose mínima eficaz durante o menor período de tempo possível.

P: O Flexibon é considerado uma substância controlada?

R: Não, o Flexibon (Meloxicam) não está classificado como uma substância controlada pelas autoridades internacionais de regulação de medicamentos.

P: Como é monitorizada a segurança do Flexibon após a sua aprovação?

R: Como acontece com todos os medicamentos aprovados, a segurança do Flexibon é continuamente monitorizada através de canais oficiais. Isto inclui sistemas de farmacovigilância pós-comercialização obrigatórios que recolhem e analisam relatos de eventos adversos de doentes e profissionais de saúde ao longo da vida útil do medicamento.

P: As fontes oficiais descrevem o Flexibon como um fármaco que causa dependência?

R: A rotulagem oficial do medicamento e as classificações regulamentares não listam o Flexibon (Meloxicam) como tendo potencial de abuso ou de causar dependência.

P: Os efeitos do Flexibon são reversíveis se a pessoa deixar de o tomar?

R: Sim, o mecanismo de ação central do fármaco baseia-se na inibição reversível da enzima COX-2. Os efeitos terapêuticos diminuem naturalmente à medida que o medicamento é gradualmente eliminado do organismo, o que ocorre habitualmente num período correspondente à sua semivida média (15–20 horas).

Como Flexibon deve ser armazenado e descartado?

Como Armazenar e Eliminar o Flexibon

O Flexibon (Meloxicam) deve ser armazenado estritamente de acordo com as condições definidas na rotulagem regulamentar oficial. O medicamento deve ser mantido a uma temperatura ambiente controlada, tipicamente entre os 20°C e os 25°C, com proteção contra o calor excessivo e a humidade; não deve ser guardado na casa de banho. O produto deve permanecer no seu recipiente original, o qual deve ser mantido bem fechado. Como medida de segurança obrigatória, o Flexibon tem de ser mantido fora da vista e do alcance das crianças.

Relativamente à sua eliminação, o Flexibon não deve ser deitado na sanita ou nos esgotos. Os medicamentos não utilizados ou fora do prazo de validade devem ser eliminados prioritariamente através de pontos de recolha autorizados para o efeito. Caso não esteja disponível um programa de retoma, o medicamento deve ser misturado com uma substância pouco apelativa (como borras de café), colocado num saco hermético e, posteriormente, descartado no lixo doméstico. Toda a informação pessoal presente na embalagem vazia deve ser eliminada ou tornada ilegível antes da sua eliminação definitiva.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

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