Fentina

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Fentina

Método de ação: Psychoanaleptics

Opção de tratamento: Dementia, Vascular Dementia

Revisão médica

Laura Arias

Última atualização 22/12/2025

Esta página fornece informações gerais e de referência compiladas a partir de fontes médicas oficiais. Não substitui aconselhamento médico profissional, diagnóstico ou tratamento. Para decisões sobre a sua saúde, consulte um profissional de saúde qualificado.

Visão geral de Fentina

Propriedade Descrição
Princípio ativo Cloridrato de Memantina
Forma Comprimidos, cápsulas, solução oral
Classe farmacológica Antagonista dos recetores NMDA, Agente antidemencial
Objetivo geral Apoio à função cognitiva
Origem Sintética, derivado do adamantano

A Fentina é um medicamento sintético, sujeito a receita médica, cujo único componente ativo é a substância Cloridrato de Memantina. É formalmente classificada como um agente antidemencial e é estruturalmente identificada como um derivado do adamantano único. A Fentina foi concebida como um produto de substância única para administração oral, distinguindo-se das terapias combinadas frequentemente utilizadas para fins semelhantes.

Que tipo de medicamento é o Cloridrato de Memantina?

O Cloridrato de Memantina é categorizado principalmente como um antagonista dos recetores NMDA, uma classe farmacológica específica que atua visando os recetores de N-metil-D-aspartato no cérebro. Esta classificação indica que o papel fundamental do fármaco é modular as vias de sinalização que envolvem o neurotransmissor excitatório glutamato. O medicamento é um agente antidemencial porque a sua ação se destina a modular a sinalização nervosa hiperativa, apoiando o funcionamento adequado dos circuitos cerebrais essenciais para a cognição. A Fentina está disponível para os doentes em várias formas farmacêuticas orais, incluindo comprimidos de libertação imediata, cápsulas de libertação prolongada e uma solução oral, oferecendo diversas opções de administração.

Qual é o objetivo geral deste agente antidemencial?

A prática clínica reconhece que este medicamento é utilizado para apoiar indivíduos que experienciam desafios ao nível da memória e do pensamento. O objetivo geral da Fentina é estabilizar e apoiar a função cognitiva global, proporcionando uma forma de neuroproteção. Ao atuar como um bloqueador seletivo de canais abertos, o fármaco ajuda a mitigar a potencial neurotoxicidade causada pela atividade glutamatérgica excessiva. Esta ação, que atenua a sobreatividade neuronal persistente, apoia a preservação de processos essenciais de memória e de pensamento.

Quais efeitos secundários são possíveis com Fentina?

Informações de segurança e possíveis efeitos secundários

As informações oficiais de segurança da Fentina (Cloridrato de Memantina) são organizadas pelas agências regulamentares com base na frequência em ensaios clínicos e em relatórios de vigilância pós-comercialização. A documentação detalha as reações adversas agrupadas pelo sistema fisiológico afetado e classifica-as de acordo com a frequência com que podem ocorrer.


Reações Adversas Documentadas

As reações adversas observadas com maior frequência em ensaios clínicos e classificadas como Mais Comuns incluem tonturas, cefaleias (dores de cabeça), confusão e obstipação (prisão de ventre). Outras reações classificadas como Comuns incluem fadiga, dor, hipertensão, vómitos e alucinações. Estes efeitos envolvem prioritariamente o Sistema Nervoso Central e o Sistema Gastrointestinal.


Considerações Graves de Segurança

Foram documentadas reações adversas graves, embora geralmente raras, através da experiência pós-comercialização. Estes eventos graves envolvem múltiplos sistemas de órgãos e incluem insuficiência renal aguda, pancreatite, insuficiência cardíaca congestiva e certas doenças do sangue (por exemplo, agranulocitose). A hipersensibilidade ao princípio ativo é uma contraindicação oficial.


Notas de Segurança por População e Contexto

O rótulo regulamentar inclui precauções específicas para certas populações de doentes. Indivíduos com função renal comprometida podem apresentar uma redução na eliminação do fármaco, o que pode levar ao aumento dos níveis plasmáticos e a um potencial aumento dos efeitos adversos. O uso em doentes com insuficiência hepática grave também requer precauções específicas. Adicionalmente, condições que tornem a urina alcalina deverão reduzir a eliminação da memantina pelo organismo, o que pode resultar em níveis mais elevados do medicamento.

Sobredosagem e resposta em caso de emergência

O perfil regulamentar oficial da Fentina (Cloridrato de Memantina) documenta uma gama de manifestações em caso de sobredose. Os sintomas observados em situações de sobre-exposição incluem efeitos no sistema nervoso central (SNC), tais como confusão, sonolência, agitação, agressividade, alucinações, tonturas, vertigens, nistagmo e diplopia (visão dupla). Sintomas gastrointestinais e gerais, como cansaço, fraqueza, vómitos e diarreia, foram também registados em relatórios regulamentares.

A sobredose pode evoluir para manifestações sistémicas graves com risco de vida. Os rótulos regulamentares documentam o potencial de ocorrência de crises epiléticas (convulsões), perda de consciência profunda e coma. Em casos graves, foram também reportados efeitos cardiovasculares, como taquicardia (ritmo cardíaco acelerado) e hipertensão (pressão arterial elevada). A gestão clínica é geralmente descrita como um tratamento sintomático e de suporte sob monitorização hospitalar, uma vez que não existe um antídoto específico oficialmente listado.

Os documentos regulamentares enfatizam a necessidade de assistência médica imediata. Perante a suspeita de uma sobredose, as orientações oficiais determinam que o indivíduo deve procurar ajuda médica urgente, contactando imediatamente um médico ou o Centro de Informação Antivenenos, ou dirigindo-se ao serviço de urgência hospitalar mais próximo. Além disso, condições específicas do doente, como aquelas que provocam um aumento do pH urinário, estão documentadas como fatores que aumentam o risco de acumulação do fármaco e potencial toxicidade, devido à diminuição da eliminação do medicamento.

Usos terapêuticos de Fentina

A Fentina (Cloridrato de Memantina) é habitualmente utilizada para proporcionar uma gestão sintomática de suporte a indivíduos que enfrentam condições neurodegenerativas progressivas. O medicamento é aplicado em domínios onde é necessário um apoio sintomático adicional, especificamente em casos de demência do tipo Alzheimer moderada a grave. O tratamento é frequentemente utilizado nesta população específica de doentes, sendo a sua aplicação relevante para atenuar sintomas em três domínios funcionais que interferem com a vida quotidiana.


As condições em que a Fentina é habitualmente utilizada incluem a doença de Alzheimer moderada a grave e certas outras formas de demência, tais como a demência vascular ou mista. O medicamento é utilizado para ajudar a gerir conjuntos de sintomas relacionados com o compromisso cognitivo, défices funcionais nas atividades diárias e perturbações comportamentais. Este alívio de suporte auxilia na manutenção da estabilidade funcional durante períodos sintomáticos, o que apoia os doentes durante episódios de maior desconforto.

"Este suporte sintomático contribui para aliviar a carga global de sintomas e ajuda a melhorar o conforto diário durante episódios difíceis."

Facto Rápido: Contexto da Gestão de Sintomas

A Fentina é relevante para atenuar a deterioração sintomática em áreas como a atenção e a perda de memória. Adicionalmente, pode auxiliar na gestão de sintomas não cognitivos e disruptivos, incluindo a agitação e a inquietação, proporcionando suporte em múltiplos eixos sintomáticos.

Critérios de utilização e restrições

A Fentina destina-se estritamente ao uso em doentes tolerantes a opioides que estejam a ser tratados para a dor oncológica episódica (breakthrough pain). Um doente tolerante a opioides é definido pelas entidades regulamentares como aquele que já toma medicação opioide de forma contínua, em dosagens diárias iguais ou superiores a um limite especificado, durante pelo menos uma semana.

Contraindicações (Não Utilizar)

A Fentina está contraindicada e não deve ser utilizada por várias populações, incluindo:

  • Doentes não tolerantes a opioides, devido ao elevado risco de depressão respiratória fatal.
  • Doentes com dor aguda ou pós-operatória, incluindo dor resultante de cefaleias/enxaquecas ou procedimentos dentários, uma vez que o fármaco se destina exclusivamente à dor oncológica.
  • Indivíduos com depressão respiratória significativa ou asma brônquica aguda e grave em ambientes sem monitorização.
  • Doentes com diagnóstico conhecido ou suspeito de obstrução gastrointestinal, como o íleus paralítico.
  • Qualquer pessoa com hipersensibilidade conhecida ou reação alérgica ao fentanilo ou a qualquer componente do medicamento.

Restrições em Populações Específicas

  • Gravidez e Aleitamento: O uso prolongado durante a gravidez pode causar a Síndrome de Abstinência Opioide Neonatal (SAON). O uso em mulheres lactantes não é recomendado.
  • Idade: A utilização pediátrica não foi estabelecida. Doentes idosos, caquéticos ou debilitados devem ser monitorizados de perto devido ao risco aumentado de depressão respiratória grave.
  • Condições Clínicas: O uso requer precaução em doentes com insuficiência renal ou hepática e naqueles que sofrem de doença pulmonar crónica.

O que devo saber sobre interações com outros medicamentos?

Interações da Fentina com outros medicamentos e produtos

A Fentina (referenciando a substância ativa Fentanilo) interage com várias classes de produtos medicinais, o que pode levar a efeitos adversos graves, e até fatais, envolvendo principalmente os sistemas nervoso e respiratório. O uso concomitante com estes agentes está sujeito a rigorosas restrições regulamentares.


Categorias Principais de Interação e Restrições

Categoria do Produto Mecanismo de Interação e Efeito Restrição Regulamentar
Depressores do SNC (ex.: benzodiazepinas, outros sedativos, hipnóticos, tranquilizantes, relaxantes musculares, anestésicos gerais, álcool) Depressão aditiva do Sistema Nervoso Central (SNC), levando a sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte. A prescrição concomitante deve ser reservada para casos em que as opções alternativas sejam inadequadas; as dosagens e durações devem ser limitadas ao mínimo necessário. O álcool deve ser evitado.
Inibidores do CYP3A4 (ex.: certos antibióticos macrólidos, antifúngicos azólicos, inibidores da protease) Diminuição da degradação da Fentina pela enzima hepática CYP3A4, causando um aumento significativo na sua concentração plasmática. Pode resultar numa sobredose fatal. Requer monitorização cuidadosa e a consideração de uma redução da dose.
Indutores do CYP3A4 (ex.: certos fármacos antiepiléticos e antituberculose) Aumento da degradação da Fentina, levando à diminuição da concentração plasmática, o que pode reduzir a sua eficácia. Inversamente, a descontinuação de um indutor pode fazer com que os níveis de Fentina subam perigosamente. Requer monitorização próxima durante o início, alterações na dosagem e descontinuação do indutor.
Fármacos Serotoninérgicos (ex.: inibidores seletivos da recaptação da serotonina [ISRS], inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina [IRSN], antidepressivos tricíclicos [ATC]) Pode potencialmente levar à Síndrome Serotoninérgica, uma condição de risco de vida. Requer monitorização cuidadosa de sintomas como alterações no estado mental, hipertensão e rigidez muscular.
Opioides Agonistas/Antagonistas Mistos ou Agonistas Parciais (ex.: pentazocina, butorfanol, nalbufina) Podem reduzir o efeito analgésico do fármaco ou precipitar sintomas de privação (abstinência) de opioides. Evitar o uso concomitante.

Mecanismo de ação

Modulação da Sinalização Glutamatérgica Patológica

O mecanismo da Fentina baseia-se na sua ação como um antagonista não competitivo dos recetores de N-metil-D-aspartato (NMDAR), os principais alvos moleculares no seio do sistema glutamatérgico excitatório. A molécula funciona como um bloqueador de canais abertos, obstruindo fisicamente o poro do canal NMDAR quando este se encontra excessivamente aberto. Este mecanismo exibe um bloqueio dependente da voltagem dos canais NMDAR ativados pela ligação sustentada de agonistas, sendo relevante para o ajuste direcionado das vias em condições de ativação crónica.

Prevenção da Excitotoxicidade e da Sobrecarga de Cálcio

Este bloqueio evita o influxo patológico e contínuo de iões de cálcio (Ca^2+) para os neurónios, que é o evento crucial que conduz à excitotoxicidade e a danos celulares. A taxa de dissociação rápida da Fentina garante que o bloqueio seja seletivo, permitindo uma dissociação célere em condições de disparo sináptico fisiológico. Este envolvimento seletivo de mecanismos moleculares atenua o fluxo de Ca^2+ resultante da atividade excitatória crónica, o que resulta na modulação da atividade das vias do sistema nervoso central. Ao mitigar as consequências citotóxicas a jusante da sobre-estimulação crónica dos NMDAR, a Fentina influencia a integridade da sinalização glutamatérgica nos circuitos do sistema nervoso central.

Informações sobre dosagem e administração

Como a Fentina é Utilizada na Prática Clínica

A Fentina (Cloridrato de Memantina) é administrada exclusivamente por via oral, estando disponível tanto em formas de Libertação Imediata (LI) — comprimidos e solução — como em cápsulas de Libertação Prolongada (LP). O princípio fundamental da administração baseia-se num escalonamento de dose (titulação) obrigatório para alcançar a dose de manutenção pretendida, conforme exigido pelas diretrizes regulamentares.


Esquema Oficial de Dosagem e Administração

Entidade de Utilização Instrução Oficial
Dose Inicial e Titulação O tratamento inicia-se com uma dose diária baixa (5 mg LI ou 7 mg LP) e é aumentado de forma incremental, com um intervalo mínimo de uma semana entre ajustes, até que o nível de manutenção seja atingido.
Dose de Manutenção A dose diária máxima padrão é de 20 mg (formas LI) ou 28 mg (cápsulas LP), administrada uma vez ao dia (LP) ou dividida em uma ou duas tomas (LI).
Alimentação e Horário O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos, mas deve ser consumido aproximadamente à mesma hora todos os dias.

Restrições de Administração e de Uso

A forma farmacêutica dita cuidados específicos de manuseamento. As cápsulas de libertação prolongada devem ser engolidas inteiras e não podem ser divididas, mastigadas ou esmagadas. Em alternativa, o conteúdo da cápsula pode ser aberto e polvilhado sobre puré de maçã para consumo imediato.

Aplicam-se restrições específicas à população com insuficiência renal grave (depuração da creatinina entre 5 e 29 mL/min). Para este grupo, a dose máxima diária oficial é reduzida para 10 mg (LI) ou 14 mg (LP), o que define o limite superior de utilização. O tratamento é geralmente de longo prazo e, caso se esqueça de tomar o medicamento por vários dias, as diretrizes oficiais recomendam o reinício da terapia com a dose inicial mais baixa, em vez de prosseguir com a dose de manutenção.

Evidência clínica recente

Evidências da investigação / Visão geral dos estudos sobre a Fentina

Evidência para o Uso na Demência do Tipo Alzheimer Moderada a Grave

A investigação principal sobre a Fentina focou-se em indivíduos com demência do tipo Alzheimer de grau moderado a grave. A evidência fundamental provém de ensaios clínicos aleatorizados (ECA) de curto prazo. Este modelo de estudo foi aplicado em investigações que analisaram os padrões observados quando o medicamento é utilizado em condições controladas. Os estudos monitorizaram prioritariamente alterações na função cognitiva e na capacidade de realizar atividades da vida diária ao longo do período de estudo.

Os ensaios principais acompanharam medições de resultados cognitivos e funcionais em intervalos que duraram, geralmente, cerca de seis meses. A investigação descreveu padrões de alteração nas pontuações relacionadas com a memória e os processos de pensamento nos grupos que utilizaram Fentina, os quais diferiram dos padrões observados nos grupos placebo. O estado clínico global, conforme avaliado pelo médico, também foi monitorizado; estas avaliações documentaram padrões que foram observados nos grupos da Fentina durante os intervalos do estudo.

Ensaios Analisando a Monoterapia versus a Utilização Combinada

Os estudos exploraram a Fentina em dois cenários principais. Alguns ensaios analisaram os padrões observados quando a Fentina foi utilizada como tratamento único (monoterapia). Outros cenários de investigação focaram-se na sua utilização em conjunto com inibidores da colinesterase. Os resultados descrevem padrões semelhantes de medições tanto nos grupos de monoterapia como nos de utilização combinada, ao longo dos intervalos de tempo estudados.


Investigação sobre Resultados Funcionais e Comportamentais

Além das medições cognitivas, a investigação tem explorado resultados relacionados com a capacidade funcional e os sintomas comportamentais. Os estudos utilizaram avaliações especializadas para monitorizar como a capacidade de uma pessoa lidar com as tarefas da vida quotidiana evoluiu durante o período de estudo. As investigações também analisaram sintomas não cognitivos, incluindo perturbações comportamentais como a agitação ou a agressividade.


Estudos de Longo Prazo e Acompanhamento

A maioria da investigação que serve de base à indicação regulamentar deriva de ensaios clínicos aleatorizados de curto prazo, que duraram tipicamente entre 24 a 28 semanas. A evidência relacionada com os efeitos da Fentina ao longo de vários anos está menos estabelecida. Dados controlados relativos a medições de longo prazo e padrões de utilização além de um ano não estão totalmente estabelecidos. Por conseguinte, as alterações a longo prazo e a influência do medicamento no curso geral da doença não estão bem caracterizadas pelos ensaios clínicos aleatorizados primários.


O Que Ainda É Incerto na Investigação sobre a Fentina

Uma limitação importante é que a investigação primária sobre a eficácia é de curto prazo, o que significa que os dados controlados sobre os padrões de alteração a longo prazo permanecem insuficientes. A investigação que explora os resultados em certos grupos, tais como indivíduos com comorbilidades significativas, é também limitada. Os dados para estes subgrupos específicos continuam a ser insuficientes para retirar conclusões abrangentes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Perguntas frequentes sobre a Fentina (FAQ)

P: Este medicamento provoca sonolência?

Estudos e informações oficiais sobre o produto indicam que a Fentina é um depressor do Sistema Nervoso Central (SNC) e pode causar efeitos como sonolência ou sedação. Recomenda-se que os doentes compreendam como o medicamento os afeta antes de realizarem atividades que exijam alerta mental total, como a condução.

P: Posso consumir álcool durante o tratamento?

Os avisos oficiais indicam que a combinação de álcool com a Fentina acarreta um risco aumentado de depressão grave do sistema nervoso central (SNC) e outros efeitos secundários sérios. Este aviso está incluído nas informações de prescrição aprovadas.

P: O que devo fazer se me esquecer de uma dose?

O folheto informativo ou as informações de prescrição aprovadas contêm orientações específicas para a gestão de uma dose esquecida. Esta informação encontra-se na secção que detalha a posologia e a administração adequada do medicamento.

P: Como devo conservar este medicamento?

Os documentos regulamentares descrevem as condições de conservação e os intervalos de temperatura específicos necessários para manter a integridade do medicamento. Estas instruções encontram-se habitualmente na embalagem do produto e nas informações oficiais destinadas ao doente.

P: Crianças com 2 anos de idade podem utilizar este medicamento?

O rótulo regulamentar inclui uma secção sobre a Utilização em Populações Específicas, que detalha as diretrizes de utilização por idade. Esta secção indica a idade mínima aprovada para o uso e quaisquer ajustes de dosagem necessários para crianças, incluindo informações relativas a crianças com 2 anos de idade.

P: As grávidas podem tomar este medicamento?

O rótulo oficial inclui um Resumo de Risco relativo à utilização durante a gravidez. Esta secção resume os dados humanos e animais disponíveis, sendo esta informação utilizada para fundamentar as discussões sobre a prescrição com um profissional de saúde.

Como Fentina deve ser armazenado e descartado?

Como conservar e eliminar a Fentina?

Âmbito da Conservação e Eliminação Requisito Regulamentar Oficial
Temperatura de Conservação Conservar à temperatura ambiente controlada, tipicamente entre 20°C e 25°C, sendo permitidas variações temporárias até 30°C.
Proteção contra Luz e Humidade Deve ser mantida afastada de calor excessivo, humidade e luz direta, devendo também ser protegida do congelamento.
Estabilidade após Abertura A solução oral, após a primeira abertura, tem um período de estabilidade em uso definido e deve ser utilizada no prazo de 3 meses (12 semanas).
Regras de Acondicionamento Mantenha o medicamento no seu recipiente original e assegure que este se encontra bem fechado para manter a estabilidade do produto.
Segurança Infantil O medicamento deve ser guardado fora da vista e do alcance das crianças, como requisito de segurança obrigatório.
Instruções de Eliminação A Fentina não utilizada ou fora do prazo de validade deve ser eliminada estritamente de acordo com os requisitos regulamentares locais. Os doentes devem consultar um profissional de saúde sobre os métodos específicos de eliminação.

Contexto do perfil de conservação e eliminação

Os documentos regulamentares oficiais determinam o controlo ambiental ao especificarem a conservação à temperatura ambiente e ao proibirem a exposição ao congelamento ou ao calor e humidade excessivos. Estas diretrizes garantem a estabilidade do produto ao exigirem a utilização do recipiente original bem fechado e ao definirem limites temporais para a solução oral após a abertura. Além disso, a eliminação de medicamentos não utilizados e as medidas de segurança para manter o produto fora do alcance das crianças são requisitos obrigatórios definidos na rotulagem regulamentar.

Atenção! Sempre consulte um médico ou farmacêutico antes de usar pílulas ou medicamentos.

Disponível em países:

Equivalente a Fentina encontrado em:

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